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De acordo com o IBGE, a taxa de desemprego no Brasil é uma das menores da história, e fechou o ano de 2014 em apenas 4,3%.

- Ooooh que legaaaaal!

Países de primeiro mundo como EUA, Alemanha e França sonham com taxas de desemprego tão baixas como esta. Porém, a metodologia adotada pelo IBGE desconsidera uma série de fatores que acabam por mascarar bastante a real taxa de desemprego no país.

Adicionando-se as variáveis dispensadas pelo IBGE, chegamos a um valor um pouco mais próximo da realidade (cerca de 16% de desemprego no Brasil).

Enfim, confira o vídeo  e fique por dentro deste assunto.

Abraços,

Otário Anonymous



Links úteis

A real taxa de desemprego no Brasil
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1471

Desemprego registra a menor taxa para o mês de outubro dos últimos 12 anos
http://globotv.globo.com/globo-news/conta-corrente/v/desemprego-registra-a-menor-taxa-para-o-mes-de-outubro-dos-ultimos-12-anos/3777192/

Pesquisa Mensal de Emprego - PME
http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/trabalhoerendimento/pme_nova/pme_201410tm_01.shtm

Pesquisa de Emprego e Desemprego - DIEESE http://www.dieese.org.br/analiseped/2014/201406pedmet.pdf

Número de desempregados cai, mas pagamento de seguro-desemprego ainda é recorde http://www.contasabertas.com.br/website/arquivos/8253

O mistério do seguro-desemprego: O desemprego diminui, mas os gastos do governo com o auxílio destinado a quem perde emprego aumentam em percentuais até três vezes maiores. Fraudes e desvios de recursos explicam a contradição
http://www.istoe.com.br/reportagens/392247_O+MISTERIO+DO+SEGURO+DESEMPREGO

Classe média no Brasil tem renda entre R$ 291 e R$ 1.019
http://www.canaldootario.com.br/blog/classe-media-brasil-tem-renda-entre-291-e-1019/

Indústria de São Paulo demitiu 128,5 mil pessoas em 2014
http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2015-01/industria-de-sao-paulo-demitiu-1285-mil-pessoas-em-2014

IPCA sobe 1,22% em fevereiro e acumula inflação de 7,7% em 12 meses http://www.valor.com.br/u/3940728

Notas Metodológicas - IBGE - Pesquisa Mensal de Emprego PME ftp://ftp.ibge.gov.br/Trabalho_e_Rendimento/Pesquisa_Mensal_de_Emprego/Notas_Tecnicas/pmemet1.pdf
Fonte: Canal do Otário

A real taxa de desemprego no Brasil

De acordo com o IBGE, a taxa de desemprego no Brasil é uma das menores da história, e fechou o ano de 2014 em apenas 4,3%.

- Ooooh que legaaaaal!

Países de primeiro mundo como EUA, Alemanha e França sonham com taxas de desemprego tão baixas como esta. Porém, a metodologia adotada pelo IBGE desconsidera uma série de fatores que acabam por mascarar bastante a real taxa de desemprego no país.

Adicionando-se as variáveis dispensadas pelo IBGE, chegamos a um valor um pouco mais próximo da realidade (cerca de 16% de desemprego no Brasil).

Enfim, confira o vídeo  e fique por dentro deste assunto.

Abraços,

Otário Anonymous



Links úteis

A real taxa de desemprego no Brasil
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1471

Desemprego registra a menor taxa para o mês de outubro dos últimos 12 anos
http://globotv.globo.com/globo-news/conta-corrente/v/desemprego-registra-a-menor-taxa-para-o-mes-de-outubro-dos-ultimos-12-anos/3777192/

Pesquisa Mensal de Emprego - PME
http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/trabalhoerendimento/pme_nova/pme_201410tm_01.shtm

Pesquisa de Emprego e Desemprego - DIEESE http://www.dieese.org.br/analiseped/2014/201406pedmet.pdf

Número de desempregados cai, mas pagamento de seguro-desemprego ainda é recorde http://www.contasabertas.com.br/website/arquivos/8253

O mistério do seguro-desemprego: O desemprego diminui, mas os gastos do governo com o auxílio destinado a quem perde emprego aumentam em percentuais até três vezes maiores. Fraudes e desvios de recursos explicam a contradição
http://www.istoe.com.br/reportagens/392247_O+MISTERIO+DO+SEGURO+DESEMPREGO

Classe média no Brasil tem renda entre R$ 291 e R$ 1.019
http://www.canaldootario.com.br/blog/classe-media-brasil-tem-renda-entre-291-e-1019/

Indústria de São Paulo demitiu 128,5 mil pessoas em 2014
http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2015-01/industria-de-sao-paulo-demitiu-1285-mil-pessoas-em-2014

IPCA sobe 1,22% em fevereiro e acumula inflação de 7,7% em 12 meses http://www.valor.com.br/u/3940728

Notas Metodológicas - IBGE - Pesquisa Mensal de Emprego PME ftp://ftp.ibge.gov.br/Trabalho_e_Rendimento/Pesquisa_Mensal_de_Emprego/Notas_Tecnicas/pmemet1.pdf
Fonte: Canal do Otário

O Brasil entrou em 2015 com um panorama econômico complicado, porém também corre um sério risco de ter dificuldades de abastecer metade dos seus municípios com a quantidade adequada de água. O diagnóstico feito pela Agência Nacional de Águas (ANA) mapeou as tendências de demanda e oferta de água nos 5.565 municípios brasileiros e estimou em R$ 22 bilhões o total de investimentos necessários para evitar a escassez, e como sabemos, o Brasil não tem fama de ser eficiente em seus projetos.

Estamos falando de possível racionamento para cerca de 125 milhões de brasileiros. O uso desmedido e a falta de água nas regiões mais populosas cria um cenário potencialmente perigoso que pode afetar não só a hidratação das pessoas como também toda a economia e disposição demográfica do país.

Algumas regiões já estão em situação preocupante, como vocês podem acompanhar nesta notícia. A questão é: O que você pode fazer para se preparar? Vamos começar pelos planejamentos de curto, médio e longo prazo.
Curto prazo 
Aqui estamos falando do que você pode armazenar e irá gastar no primeiro momento. Vamos as alternativas:
  • Água engarrafada. A maioria das pessoas tem água engarrafada “jogada” em algum lugar em casa ou no carro, mas é interessante ir até o mercado e comprar uma quantidade razoável para deixar armazenada;
  • Galões de grande capacidade para armazenar maior quantidade, só certifique-se que os galões são apropriados para água;
  • Caixa d’agua extra. Se o seu orçamento permitir, investir em uma caixa adicional em sua residência lhe dará maior segurança e capacidade de estoque;
Uma nota importante aqui! O maior erro das pessoas em cenários de racionamento é querer utilizar a água da mesma forma como em um cenário normal de abastecimento. A forma como você racionará o seu estoque é mais importante do que ter enormes quantidades e gastá-las de maneira desmedida.
Médio prazo
Se a água não voltar após o primeiro momento, você precisará desenvolver meios de encontrar e purificar a água que conseguir. Algumas ideias:
  • Marque os lagos, córregos e poços artesianos na sua região. Ter um mapa com todas estas possíveis fontes anotadas poderá lhe ajudar a conseguir o que você precisa. Como a maioria das pessoas não se planejará para isso você terá a vantagem de chegar as fontes sem que estas estejam esgotadas ou demasiadamente contaminadas;
  • Adquira sistemas de filtragem. Aqui qualquer filtro é bem vindo, desde os portáteis (Life Straw e afins) até os estáticos como os filtros de barro e purificadores de água semelhante;
  • Estoque purificadores de água. Filtrar não basta, você precisa também eliminar os microorganismos nocivos que podem estar na água. Lembre-se que em cenários de falta de água a diarréia torna-se quase que epidêmica exatamente pela falta de purificação. Procure comprar pílulas como a Aquatabs ou até mesmo água sanitária para ter em seu estoque.
Longo Prazo
Aqui entramos em um ponto mais complicado, afinal, longos prazo sem água podem desencadear caos social e uma série de complicações que vão muito além da sede. Ainda assim, existem algumas alternativas que podem te ajudar:
  • Cisternas. Coletar água da chuva é uma alternativa barata e fácil de ser gerenciada. Um simples sistemas de calhas no seu telhado com direcionamento para uma cisterna ou até mesmo barris/baldes poderá lhe propiciar enormes quantidades de água quando haver chuva na sua região;
  • Poços artesianos. Apesar de ser algo difícil de ser feito e igualmente difícil de se conseguir permissão, os poços artesianos lhe darão um estoque virtualmente ilimitado de água. Claro que depende diretamente da sua região, em alguns lugares o lençol freático é fundo demais para ser alcançado;
  • Abandono da região. Como dissemos, a falta de água provavelmente causará caos social onde pessoas literalmente vão matar para conseguir uma garrafa de água. Caso você resida em uma região densamente populosa talvez esta seja a alternativa mais segura para ser levada em conta.
Como eu sempre digo, não gosto de discursos catastróficos ou apocalípticos… Mas a falta de água está causando preocupação e já está impactando diretamente na vida de muitos brasileiros. Nós, Sobrevivencialistas, precisamos ficar prontos caso o cenário não mudar, pois com certeza haverão impactos socioeconômicos severos: problemas com produções de alimento, êxodo de áreas urbanas em direção a outros estados e áreas rurais, aumento de violência e muitos outros pontos entrarão em cena.
Onde você mora está havendo racionamento? Qual a perspectiva para a sua região durante esse ano em relação ao abastecimento de água? O que você está fazendo para se preparar?
Até.

Sobrevivencialismo Como se preparar para a falta de água?

O Brasil entrou em 2015 com um panorama econômico complicado, porém também corre um sério risco de ter dificuldades de abastecer metade dos seus municípios com a quantidade adequada de água. O diagnóstico feito pela Agência Nacional de Águas (ANA) mapeou as tendências de demanda e oferta de água nos 5.565 municípios brasileiros e estimou em R$ 22 bilhões o total de investimentos necessários para evitar a escassez, e como sabemos, o Brasil não tem fama de ser eficiente em seus projetos.

Estamos falando de possível racionamento para cerca de 125 milhões de brasileiros. O uso desmedido e a falta de água nas regiões mais populosas cria um cenário potencialmente perigoso que pode afetar não só a hidratação das pessoas como também toda a economia e disposição demográfica do país.

Algumas regiões já estão em situação preocupante, como vocês podem acompanhar nesta notícia. A questão é: O que você pode fazer para se preparar? Vamos começar pelos planejamentos de curto, médio e longo prazo.
Curto prazo 
Aqui estamos falando do que você pode armazenar e irá gastar no primeiro momento. Vamos as alternativas:
  • Água engarrafada. A maioria das pessoas tem água engarrafada “jogada” em algum lugar em casa ou no carro, mas é interessante ir até o mercado e comprar uma quantidade razoável para deixar armazenada;
  • Galões de grande capacidade para armazenar maior quantidade, só certifique-se que os galões são apropriados para água;
  • Caixa d’agua extra. Se o seu orçamento permitir, investir em uma caixa adicional em sua residência lhe dará maior segurança e capacidade de estoque;
Uma nota importante aqui! O maior erro das pessoas em cenários de racionamento é querer utilizar a água da mesma forma como em um cenário normal de abastecimento. A forma como você racionará o seu estoque é mais importante do que ter enormes quantidades e gastá-las de maneira desmedida.
Médio prazo
Se a água não voltar após o primeiro momento, você precisará desenvolver meios de encontrar e purificar a água que conseguir. Algumas ideias:
  • Marque os lagos, córregos e poços artesianos na sua região. Ter um mapa com todas estas possíveis fontes anotadas poderá lhe ajudar a conseguir o que você precisa. Como a maioria das pessoas não se planejará para isso você terá a vantagem de chegar as fontes sem que estas estejam esgotadas ou demasiadamente contaminadas;
  • Adquira sistemas de filtragem. Aqui qualquer filtro é bem vindo, desde os portáteis (Life Straw e afins) até os estáticos como os filtros de barro e purificadores de água semelhante;
  • Estoque purificadores de água. Filtrar não basta, você precisa também eliminar os microorganismos nocivos que podem estar na água. Lembre-se que em cenários de falta de água a diarréia torna-se quase que epidêmica exatamente pela falta de purificação. Procure comprar pílulas como a Aquatabs ou até mesmo água sanitária para ter em seu estoque.
Longo Prazo
Aqui entramos em um ponto mais complicado, afinal, longos prazo sem água podem desencadear caos social e uma série de complicações que vão muito além da sede. Ainda assim, existem algumas alternativas que podem te ajudar:
  • Cisternas. Coletar água da chuva é uma alternativa barata e fácil de ser gerenciada. Um simples sistemas de calhas no seu telhado com direcionamento para uma cisterna ou até mesmo barris/baldes poderá lhe propiciar enormes quantidades de água quando haver chuva na sua região;
  • Poços artesianos. Apesar de ser algo difícil de ser feito e igualmente difícil de se conseguir permissão, os poços artesianos lhe darão um estoque virtualmente ilimitado de água. Claro que depende diretamente da sua região, em alguns lugares o lençol freático é fundo demais para ser alcançado;
  • Abandono da região. Como dissemos, a falta de água provavelmente causará caos social onde pessoas literalmente vão matar para conseguir uma garrafa de água. Caso você resida em uma região densamente populosa talvez esta seja a alternativa mais segura para ser levada em conta.
Como eu sempre digo, não gosto de discursos catastróficos ou apocalípticos… Mas a falta de água está causando preocupação e já está impactando diretamente na vida de muitos brasileiros. Nós, Sobrevivencialistas, precisamos ficar prontos caso o cenário não mudar, pois com certeza haverão impactos socioeconômicos severos: problemas com produções de alimento, êxodo de áreas urbanas em direção a outros estados e áreas rurais, aumento de violência e muitos outros pontos entrarão em cena.
Onde você mora está havendo racionamento? Qual a perspectiva para a sua região durante esse ano em relação ao abastecimento de água? O que você está fazendo para se preparar?
Até.


Crise da água em São Paulo está entre as piores da história (Foto: Reprodução)
Para muitos, o racionamento de água em São Paulo já é uma realidade líquida e certa. Resta saber até quando políticos ganharão tempo para escondê-la ou se a população agirá, a ponto de, quem sabe, se repetirem as chamadas ‘guerras da água’, já vistas em locais onde os serviços hídricos e sanitários foram privatizados. De toda forma, o assunto não é passageiro e exige toda uma reflexão a respeito dos atuais modelos de vida e economia.

“Em primeiro lugar, é preciso reeducar a população a reduzir o consumo. As empresas também, pois quando se fala em redução de consumo parece que só a população consome. Mas, no Brasil, 70% da água é consumida pela agricultura, 22%, pela indústria e 8%, pelas residências. E quando se fala em redução de consumo, só se fala dos 8%, mas não dos 92%”, afirmou Marzeni Pereira, tecnólogo em saneamento da Sabesp, em entrevista ao Correio da Cidadania.

Na conversa, Marzeni elenca uma série de razões históricas, desde as locais até as mais abrangentes, que levaram São Paulo à atual crise hídrica, cujas consequências ainda não foram quantificadas. Trata-se de mais um fracasso do modelo de gestão privatista, de mãos dadas com um projeto desenvolvimentista que tem gerado mudanças ambientais em todos os grandes biomas do país.

“A Sabesp é a empresa mais preparada do Brasil para gerir o sistema de saneamento. Tem o melhor corpo técnico, a melhor estrutura etc. O problema principal é justamente a administração voltada ao mercado e ao lucro. Além disso, a empresa, sem dúvida, vem sofrendo sucateamento. Em 2004, tinha 18 mil trabalhadores e sua base de atuação era menor. Hoje, a empresa tem menos de 14 mil. A terceirização é um dos principais problemas, por exemplo, na perda de água”, explicou, em relação ao contexto paulista.

Por outro lado, Marzeni não deixou de fora toda a relação com um modelo já há décadas hegemônico. “No ano passado, em torno somente de soja, carne, milho e café, o Brasil exportou cerca de 200 bilhões de m³ de água. Significa abastecer São Paulo por quase 100 anos. A umidade atmosférica, mantida através dos chamados ‘rios voadores’, que vêm do Norte do Brasil e precisam da continuidade da vegetação, foi reduzida. A atuação do agronegócio, quem mais desmata, teve influência em SP. E teve também o desmatamento de todo o centro-oeste do estado”, resumiu.

A entrevista completa com Marzeni Pereira, realizada nos estúdios da webrádio Central3, pode ser lida a seguir.

Correio da Cidadania: Qual o resumo que você faz, num breve histórico, das origens e razões da crise da água no estado de São Paulo?

Marzeni Pereira: Podemos dizer que o histórico da crise de água em São Paulo tem bastante tempo. Em 2003, por exemplo, o sistema Cantareira chegou próximo de zero, com menos de 5% de sua capacidade de armazenamento e todo o sistema de saneamento quase entrou em colapso. Houve um princípio de racionamento, com a Operação Pajé (na qual se bombardeavam nuvens e se pulverizava sua água).

Nesse período, foi elaborado um plano para que o saneamento de São Paulo dependesse menos do Cantareira, ao ser assinada uma outorga com vistas a reduzir a dependência do reservatório – o que mais abastece a capital e a região metropolitana. De lá pra cá, a ideia era reduzir perdas, aumentar o reuso e encontrar novas formas de abastecimento, por outros mananciais. Isso não aconteceu.

Em 2004 e 2005, houve uma recuperação da reservação de água; em 2009, houve um pico, com quase 100% das represas cheias. Em 2009, houve um período de enchentes, como a do Jardim Pantanal (zona leste); e em 2011, teve a enchente de Franco da Rocha, por conta da abertura da represa Paiva Castro. Mas, de toda forma, não houve redução da participação do sistema Cantareira. As perdas caíram, mas não o suficiente para suprir a demanda, que cresceu. Não houve, portanto, contrapartida suficiente na disponibilidade de água. Esse é o principal problema.

Outro ponto é que tivemos, recentemente, em 2013 e 2014, uma estiagem bastante forte, apesar de curta, comparando com outras regiões do Brasil, com 5 ou 10 anos de estiagem. Aqui são menos de dois anos, de modo que não era pra estarmos na atual situação.

Neste ano, também teve outro problema: com eleições e Copa do Mundo, havia a necessidade de o governo manter sua imagem em alta. Por isso, não se tomaram medidas para reduzir o consumo de água a partir de janeiro e fevereiro de 2014.

Correio da Cidadania: Qual o papel da Sabesp, com seu modelo de gestão, nesse processo?

Marzeni Pereira: A Sabesp é a empresa mais preparada do Brasil para gerir o sistema de saneamento. Tem o melhor corpo técnico, a melhor estrutura etc. O problema principal é justamente a administração voltada ao mercado e ao lucro. Outra coisa é a dependência das influências diretas do governador e dos acionistas privados.

Além disso, a empresa, sem dúvida, vem sofrendo sucateamento e redução da sua capacidade de trabalho. Em 2004, a Sabesp tinha 18 mil trabalhadores e sua base de atuação era menor. Hoje, a empresa tem menos de 14 mil, uma redução de cerca de 20% do quadro. Isso influencia, certamente.

Outra coisa é que, a partir do momento em que se reduz o número de trabalhadores diretos, há a necessidade de terceirizar serviços. A terceirização é um dos principais problemas, por exemplo, na perda de água. Porque o serviço é mal feito, o cara faz num dia e no outro dia já vaza de novo... Significa que o serviço tem de ser feito várias vezes, e aí temos mais perdas.

É uma lógica adotada nos últimos 20 anos: a empresa depender de outras empresas privadas. Hoje, as empresas privadas têm muita influência no dia a dia da Sabesp. Portanto, é claro que o modelo de gestão tem tudo a ver com a crise.

Correio da Cidadania: Como dimensiona a crise da água no país como um todo, em si e relativamente a São Paulo? Em que medida a destruição dos biomas do Cerrado e amazônico explicam a grave situação que vivemos?
Marzeni Pereira: A estiagem em São Paulo, com certeza, tem relação com o desmatamento da Amazônia e do Cerrado. Obviamente, sempre que há desmatamento se reduz a evaporação de água pela evapotranspiração das árvores. O Cerrado brasileiro sofreu muito com a devastação promovida pelo agronegócio.

Para se ter ideia, no ano passado, em torno somente de quatro produtos (soja, carne, milho e café), o Brasil exportou cerca de 200 bilhões de metros cúbicos de água. Não produziu, apenas exportou, ‘água virtual’, como se diz. Tal número significa abastecer São Paulo por quase 100 anos, apenas com a quantidade de água gasta por esses quatro produtos.

Outro problema é que houve redução da quantidade de água superficial. À medida que há uma degradação, tanto pela remoção da vegetação como pela irrigação intensiva de larga escala, reduzem-se os afluentes dos grandes rios, como os amazônicos e o São Francisco, que já está sofrendo muito com a redução da água.

A umidade atmosférica, mantida através dos chamados “rios voadores”, que vêm do Norte do Brasil e precisam da continuidade da vegetação, foi reduzida. A atuação do agronegócio, quem mais desmata no Brasil, teve influência em São Paulo.

Mas não é só isso. Teve também o desmatamento de todo o centro-oeste do estado de São Paulo. Praticamente toda a vegetação de tal região foi removida, para plantios de cana, eucalipto, laranja etc. A redução dessa vegetação também tem influência. A redução das matas ciliares dos rios que abastecem as represas é outro fator, pois provoca o assoreamento e um secamento mais rápido.

Correio da Cidadania: O que pensa dos primeiros protestos que começam a ser organizados, ou que ocorrem até espontaneamente, em torno à água, a exemplo do que tem ocorrido em cidades como Itu? Acredita que possam crescer a ponto de se tornarem massivos, e até mesmo reproduzirem as chamadas “guerras da água” que ocorreram em vários países?

Marzeni Pereira: Itu é um caso bastante emblemático. Lá, a gestão da água é de uma empresa privada, que vendeu água até acabar. E há o risco de a empresa abandonar a cidade quando a água acabar de vez e começar o prejuízo. Afinal, ela está lá atrás de lucro, não para fazer serviço filantrópico. Esse é o grande risco de o setor privado atuar no saneamento. Temos de combatê-lo.

Quanto aos protestos, são iniciativas interessantes da população. Ela tem de fazer parte da vida política do país, não pode ficar omissa em casa. É importante ter pauta de reivindicações, um programa a ser apresentado no momento. As manifestações ainda estão tímidas, mas acredito que a tendência é de ganharem força.

Mesmo porque a previsão para 2015 é de faltar mais água. Se não chover muito nesse verão, a coisa será pior. Portanto, há tendência de aumento de protestos no ano que vem. Como cidadão, já estou participando, como nos dias 1 e 5. São manifestações importantes e precisam continuar.

Correio da Cidadania: Nesse sentido, como acredita que será o ano de 2015 em São Paulo, especialmente no que toca a vida do cidadão médio? O racionamento, que de fato já ocorre, vai ser intensificado?

Marzeni Pereira: Na realidade, ainda não existe racionamento. O que é racionamento? É a definição de quanto cada pessoa, ou família, pode usar. Seria, por exemplo, definir uma cota de 150 litros por dia. Isso é racionamento. Existe outro modelo, o rodízio, que é quando se joga água de uma região para outra. Num dia, um local fica sem água e outro a recebe. Portanto, há diferença entre um e outro tipo de política.

Inclusive, penso que o racionamento tem de ser adotado, especialmente quando a situação se acirrar. Se não, alguns terão água e outros não, como acontece no rodízio. Quem tem caixa d’água ou um reservatório grande em casa não fica sem água. Quem não tem, fica sem. Imagine uma pessoa que sai de casa às 8 da manhã e volta às 10 da noite. Se não tiver caixa d’água, não toma banho. O rodízio é injusto pra quem não tem condição de comprar caixa d´água grande.

Em relação ao ano que vem, observamos que a recuperação do reservatório do Cantareira, nos últimos 10 anos, tem sido, em média, de 23%. Se, por exemplo, está em 10% em outubro, quando chegar a março deverá estar com 30% ou 40%. E essa marca não tem sido ultrapassada, com exceção de 2004 e 2008.

O problema é que neste ano estamos com 17% negativos. O volume operacional acabou em 15 maio; de lá pra cá, está sendo usado o volume morto. Se o reservatório recuperar 20% do volume, no final do período de chuvas não teremos mais de 5% de volume operacional. Se não tiver chuva em abril, quando normalmente ela é escassa, esses 5% durariam uns 30 dias, o que nos faria voltar a usar o volume morto em maio. Há um risco de usarmos o volume morto do Cantareira bem antes do período em que começamos a usar em 2014.

Correio da Cidadania: Finalmente, o que pensa que poderiam ser soluções tanto a curto, dada a gravidade da situação, como a médio e longo prazos?

Marzeni Pereira: A principal solução é chover. Se chover, tudo se resolve. Torcemos pra isso; de fato, caso contrário, a população vai sofrer. Se não chover, temos de tomar algumas medidas (na verdade, mesmo que chova, teremos que tomá-las).

Em primeiro lugar, é preciso reeducar a população a reduzir o consumo. As empresas também, pois quando se fala em redução de consumo parece que só a população consome. Mas, no Brasil, 70% da água é consumida pela agricultura, 22%, pela indústria e 8%, pelas residências. E quando se fala em redução de consumo, só se fala dos 8%, mas não dos 92%.

A região metropolitana de São Paulo não tem muito peso da agricultura, mas tem da indústria. Precisa reduzir o consumo residencial e industrial. Precisa também de uma forte redução de perdas. Precisa de uma orientação sem meio termo para a população. Não pode ser como hoje, o governo e a Sabesp têm de falar mais claramente à população de como a situação é grave, além de esclarecer se precisamos fazer rodízio, racionamento ou as duas coisas juntas.

Há a necessidade de definir as atividades humanas básicas que terão suprimento de água garantido, como hospitais, escolas, creches. Quanto à população de baixa renda, com menos condição de comprar caixa d’água, seria necessário o governo distribuir tais caixas, distribuir filtros de hipoclorito, porque muita gente vai usar água de mina se precisar, o que traz risco de contaminação. Em caso de falta de água generalizada e uso de carros-pipa, tem que se saber como aqueles que não têm caixa poderão armazená-la.

Outro ponto é em relação ao emprego. Se de fato se concretizar a previsão, ou seja, se ocorrer falta de água generalizada em 2015, muitas empresas vão fechar, ao menos temporariamente, ou se mudar. Se não tiver política de estabilidade no emprego, pode ser uma catástrofe.

Também se deve incentivar uso de água de chuva e reuso. Pouco se fala em coletar água de chuva. Se a população fizesse isso, e reduzisse ao menos 10% do consumo, teríamos cerca de 5 metros cúbicos por segundo de economia de água. Isso equivale ao novo sistema que a Sabesp constrói agora, o São Lourenço, que custará 2 bilhões de reais.

Finalmente, é necessário estatizar o saneamento – não a Sabesp, mas o próprio saneamento. Não tem sentido um serviço tão importante quanto esse na mão de quem quer lucro. Mas a estatização não pode ficar na mão do governo, com empresários controlando por dentro. É preciso controle dos trabalhadores. Além de uma comissão e investigação populares, que apurem responsabilidades. É preciso coletar e tratar mais esgoto, usando tal água em atividades, principalmente, industriais, pois há uma série de usos possíveis com a água de esgoto.

Recuperar mananciais é outro ponto importante. Se isso não for feito, as consequências futuras podem ser mais graves. O Rodoanel passou pelos mananciais, o que mostra como não se deu importância a eles. Pessoas que moram em áreas de mananciais precisam sair de lá, através de negociações sérias, com plano habitacional. Com casa garantida, claro, ao invés de serem retiradas como lixo.

Há uma série de ações possíveis no médio e curto prazo. Mas têm de ser feitas em diálogos com a população, se não os interesses pelo lucro vão falar mais alto.

Gílson Sampaio/Correio da Cidadania 

Fontes: Correio da Cidadania , Notícia Final

Brasil: crise hídrica de São Paulo passa pelo agronegócio, desperdício e privatização da água

Crise da água em São Paulo está entre as piores da história (Foto: Reprodução)
Para muitos, o racionamento de água em São Paulo já é uma realidade líquida e certa. Resta saber até quando políticos ganharão tempo para escondê-la ou se a população agirá, a ponto de, quem sabe, se repetirem as chamadas ‘guerras da água’, já vistas em locais onde os serviços hídricos e sanitários foram privatizados. De toda forma, o assunto não é passageiro e exige toda uma reflexão a respeito dos atuais modelos de vida e economia.

“Em primeiro lugar, é preciso reeducar a população a reduzir o consumo. As empresas também, pois quando se fala em redução de consumo parece que só a população consome. Mas, no Brasil, 70% da água é consumida pela agricultura, 22%, pela indústria e 8%, pelas residências. E quando se fala em redução de consumo, só se fala dos 8%, mas não dos 92%”, afirmou Marzeni Pereira, tecnólogo em saneamento da Sabesp, em entrevista ao Correio da Cidadania.

Na conversa, Marzeni elenca uma série de razões históricas, desde as locais até as mais abrangentes, que levaram São Paulo à atual crise hídrica, cujas consequências ainda não foram quantificadas. Trata-se de mais um fracasso do modelo de gestão privatista, de mãos dadas com um projeto desenvolvimentista que tem gerado mudanças ambientais em todos os grandes biomas do país.

“A Sabesp é a empresa mais preparada do Brasil para gerir o sistema de saneamento. Tem o melhor corpo técnico, a melhor estrutura etc. O problema principal é justamente a administração voltada ao mercado e ao lucro. Além disso, a empresa, sem dúvida, vem sofrendo sucateamento. Em 2004, tinha 18 mil trabalhadores e sua base de atuação era menor. Hoje, a empresa tem menos de 14 mil. A terceirização é um dos principais problemas, por exemplo, na perda de água”, explicou, em relação ao contexto paulista.

Por outro lado, Marzeni não deixou de fora toda a relação com um modelo já há décadas hegemônico. “No ano passado, em torno somente de soja, carne, milho e café, o Brasil exportou cerca de 200 bilhões de m³ de água. Significa abastecer São Paulo por quase 100 anos. A umidade atmosférica, mantida através dos chamados ‘rios voadores’, que vêm do Norte do Brasil e precisam da continuidade da vegetação, foi reduzida. A atuação do agronegócio, quem mais desmata, teve influência em SP. E teve também o desmatamento de todo o centro-oeste do estado”, resumiu.

A entrevista completa com Marzeni Pereira, realizada nos estúdios da webrádio Central3, pode ser lida a seguir.

Correio da Cidadania: Qual o resumo que você faz, num breve histórico, das origens e razões da crise da água no estado de São Paulo?

Marzeni Pereira: Podemos dizer que o histórico da crise de água em São Paulo tem bastante tempo. Em 2003, por exemplo, o sistema Cantareira chegou próximo de zero, com menos de 5% de sua capacidade de armazenamento e todo o sistema de saneamento quase entrou em colapso. Houve um princípio de racionamento, com a Operação Pajé (na qual se bombardeavam nuvens e se pulverizava sua água).

Nesse período, foi elaborado um plano para que o saneamento de São Paulo dependesse menos do Cantareira, ao ser assinada uma outorga com vistas a reduzir a dependência do reservatório – o que mais abastece a capital e a região metropolitana. De lá pra cá, a ideia era reduzir perdas, aumentar o reuso e encontrar novas formas de abastecimento, por outros mananciais. Isso não aconteceu.

Em 2004 e 2005, houve uma recuperação da reservação de água; em 2009, houve um pico, com quase 100% das represas cheias. Em 2009, houve um período de enchentes, como a do Jardim Pantanal (zona leste); e em 2011, teve a enchente de Franco da Rocha, por conta da abertura da represa Paiva Castro. Mas, de toda forma, não houve redução da participação do sistema Cantareira. As perdas caíram, mas não o suficiente para suprir a demanda, que cresceu. Não houve, portanto, contrapartida suficiente na disponibilidade de água. Esse é o principal problema.

Outro ponto é que tivemos, recentemente, em 2013 e 2014, uma estiagem bastante forte, apesar de curta, comparando com outras regiões do Brasil, com 5 ou 10 anos de estiagem. Aqui são menos de dois anos, de modo que não era pra estarmos na atual situação.

Neste ano, também teve outro problema: com eleições e Copa do Mundo, havia a necessidade de o governo manter sua imagem em alta. Por isso, não se tomaram medidas para reduzir o consumo de água a partir de janeiro e fevereiro de 2014.

Correio da Cidadania: Qual o papel da Sabesp, com seu modelo de gestão, nesse processo?

Marzeni Pereira: A Sabesp é a empresa mais preparada do Brasil para gerir o sistema de saneamento. Tem o melhor corpo técnico, a melhor estrutura etc. O problema principal é justamente a administração voltada ao mercado e ao lucro. Outra coisa é a dependência das influências diretas do governador e dos acionistas privados.

Além disso, a empresa, sem dúvida, vem sofrendo sucateamento e redução da sua capacidade de trabalho. Em 2004, a Sabesp tinha 18 mil trabalhadores e sua base de atuação era menor. Hoje, a empresa tem menos de 14 mil, uma redução de cerca de 20% do quadro. Isso influencia, certamente.

Outra coisa é que, a partir do momento em que se reduz o número de trabalhadores diretos, há a necessidade de terceirizar serviços. A terceirização é um dos principais problemas, por exemplo, na perda de água. Porque o serviço é mal feito, o cara faz num dia e no outro dia já vaza de novo... Significa que o serviço tem de ser feito várias vezes, e aí temos mais perdas.

É uma lógica adotada nos últimos 20 anos: a empresa depender de outras empresas privadas. Hoje, as empresas privadas têm muita influência no dia a dia da Sabesp. Portanto, é claro que o modelo de gestão tem tudo a ver com a crise.

Correio da Cidadania: Como dimensiona a crise da água no país como um todo, em si e relativamente a São Paulo? Em que medida a destruição dos biomas do Cerrado e amazônico explicam a grave situação que vivemos?
Marzeni Pereira: A estiagem em São Paulo, com certeza, tem relação com o desmatamento da Amazônia e do Cerrado. Obviamente, sempre que há desmatamento se reduz a evaporação de água pela evapotranspiração das árvores. O Cerrado brasileiro sofreu muito com a devastação promovida pelo agronegócio.

Para se ter ideia, no ano passado, em torno somente de quatro produtos (soja, carne, milho e café), o Brasil exportou cerca de 200 bilhões de metros cúbicos de água. Não produziu, apenas exportou, ‘água virtual’, como se diz. Tal número significa abastecer São Paulo por quase 100 anos, apenas com a quantidade de água gasta por esses quatro produtos.

Outro problema é que houve redução da quantidade de água superficial. À medida que há uma degradação, tanto pela remoção da vegetação como pela irrigação intensiva de larga escala, reduzem-se os afluentes dos grandes rios, como os amazônicos e o São Francisco, que já está sofrendo muito com a redução da água.

A umidade atmosférica, mantida através dos chamados “rios voadores”, que vêm do Norte do Brasil e precisam da continuidade da vegetação, foi reduzida. A atuação do agronegócio, quem mais desmata no Brasil, teve influência em São Paulo.

Mas não é só isso. Teve também o desmatamento de todo o centro-oeste do estado de São Paulo. Praticamente toda a vegetação de tal região foi removida, para plantios de cana, eucalipto, laranja etc. A redução dessa vegetação também tem influência. A redução das matas ciliares dos rios que abastecem as represas é outro fator, pois provoca o assoreamento e um secamento mais rápido.

Correio da Cidadania: O que pensa dos primeiros protestos que começam a ser organizados, ou que ocorrem até espontaneamente, em torno à água, a exemplo do que tem ocorrido em cidades como Itu? Acredita que possam crescer a ponto de se tornarem massivos, e até mesmo reproduzirem as chamadas “guerras da água” que ocorreram em vários países?

Marzeni Pereira: Itu é um caso bastante emblemático. Lá, a gestão da água é de uma empresa privada, que vendeu água até acabar. E há o risco de a empresa abandonar a cidade quando a água acabar de vez e começar o prejuízo. Afinal, ela está lá atrás de lucro, não para fazer serviço filantrópico. Esse é o grande risco de o setor privado atuar no saneamento. Temos de combatê-lo.

Quanto aos protestos, são iniciativas interessantes da população. Ela tem de fazer parte da vida política do país, não pode ficar omissa em casa. É importante ter pauta de reivindicações, um programa a ser apresentado no momento. As manifestações ainda estão tímidas, mas acredito que a tendência é de ganharem força.

Mesmo porque a previsão para 2015 é de faltar mais água. Se não chover muito nesse verão, a coisa será pior. Portanto, há tendência de aumento de protestos no ano que vem. Como cidadão, já estou participando, como nos dias 1 e 5. São manifestações importantes e precisam continuar.

Correio da Cidadania: Nesse sentido, como acredita que será o ano de 2015 em São Paulo, especialmente no que toca a vida do cidadão médio? O racionamento, que de fato já ocorre, vai ser intensificado?

Marzeni Pereira: Na realidade, ainda não existe racionamento. O que é racionamento? É a definição de quanto cada pessoa, ou família, pode usar. Seria, por exemplo, definir uma cota de 150 litros por dia. Isso é racionamento. Existe outro modelo, o rodízio, que é quando se joga água de uma região para outra. Num dia, um local fica sem água e outro a recebe. Portanto, há diferença entre um e outro tipo de política.

Inclusive, penso que o racionamento tem de ser adotado, especialmente quando a situação se acirrar. Se não, alguns terão água e outros não, como acontece no rodízio. Quem tem caixa d’água ou um reservatório grande em casa não fica sem água. Quem não tem, fica sem. Imagine uma pessoa que sai de casa às 8 da manhã e volta às 10 da noite. Se não tiver caixa d’água, não toma banho. O rodízio é injusto pra quem não tem condição de comprar caixa d´água grande.

Em relação ao ano que vem, observamos que a recuperação do reservatório do Cantareira, nos últimos 10 anos, tem sido, em média, de 23%. Se, por exemplo, está em 10% em outubro, quando chegar a março deverá estar com 30% ou 40%. E essa marca não tem sido ultrapassada, com exceção de 2004 e 2008.

O problema é que neste ano estamos com 17% negativos. O volume operacional acabou em 15 maio; de lá pra cá, está sendo usado o volume morto. Se o reservatório recuperar 20% do volume, no final do período de chuvas não teremos mais de 5% de volume operacional. Se não tiver chuva em abril, quando normalmente ela é escassa, esses 5% durariam uns 30 dias, o que nos faria voltar a usar o volume morto em maio. Há um risco de usarmos o volume morto do Cantareira bem antes do período em que começamos a usar em 2014.

Correio da Cidadania: Finalmente, o que pensa que poderiam ser soluções tanto a curto, dada a gravidade da situação, como a médio e longo prazos?

Marzeni Pereira: A principal solução é chover. Se chover, tudo se resolve. Torcemos pra isso; de fato, caso contrário, a população vai sofrer. Se não chover, temos de tomar algumas medidas (na verdade, mesmo que chova, teremos que tomá-las).

Em primeiro lugar, é preciso reeducar a população a reduzir o consumo. As empresas também, pois quando se fala em redução de consumo parece que só a população consome. Mas, no Brasil, 70% da água é consumida pela agricultura, 22%, pela indústria e 8%, pelas residências. E quando se fala em redução de consumo, só se fala dos 8%, mas não dos 92%.

A região metropolitana de São Paulo não tem muito peso da agricultura, mas tem da indústria. Precisa reduzir o consumo residencial e industrial. Precisa também de uma forte redução de perdas. Precisa de uma orientação sem meio termo para a população. Não pode ser como hoje, o governo e a Sabesp têm de falar mais claramente à população de como a situação é grave, além de esclarecer se precisamos fazer rodízio, racionamento ou as duas coisas juntas.

Há a necessidade de definir as atividades humanas básicas que terão suprimento de água garantido, como hospitais, escolas, creches. Quanto à população de baixa renda, com menos condição de comprar caixa d’água, seria necessário o governo distribuir tais caixas, distribuir filtros de hipoclorito, porque muita gente vai usar água de mina se precisar, o que traz risco de contaminação. Em caso de falta de água generalizada e uso de carros-pipa, tem que se saber como aqueles que não têm caixa poderão armazená-la.

Outro ponto é em relação ao emprego. Se de fato se concretizar a previsão, ou seja, se ocorrer falta de água generalizada em 2015, muitas empresas vão fechar, ao menos temporariamente, ou se mudar. Se não tiver política de estabilidade no emprego, pode ser uma catástrofe.

Também se deve incentivar uso de água de chuva e reuso. Pouco se fala em coletar água de chuva. Se a população fizesse isso, e reduzisse ao menos 10% do consumo, teríamos cerca de 5 metros cúbicos por segundo de economia de água. Isso equivale ao novo sistema que a Sabesp constrói agora, o São Lourenço, que custará 2 bilhões de reais.

Finalmente, é necessário estatizar o saneamento – não a Sabesp, mas o próprio saneamento. Não tem sentido um serviço tão importante quanto esse na mão de quem quer lucro. Mas a estatização não pode ficar na mão do governo, com empresários controlando por dentro. É preciso controle dos trabalhadores. Além de uma comissão e investigação populares, que apurem responsabilidades. É preciso coletar e tratar mais esgoto, usando tal água em atividades, principalmente, industriais, pois há uma série de usos possíveis com a água de esgoto.

Recuperar mananciais é outro ponto importante. Se isso não for feito, as consequências futuras podem ser mais graves. O Rodoanel passou pelos mananciais, o que mostra como não se deu importância a eles. Pessoas que moram em áreas de mananciais precisam sair de lá, através de negociações sérias, com plano habitacional. Com casa garantida, claro, ao invés de serem retiradas como lixo.

Há uma série de ações possíveis no médio e curto prazo. Mas têm de ser feitas em diálogos com a população, se não os interesses pelo lucro vão falar mais alto.

Gílson Sampaio/Correio da Cidadania 

Fontes: Correio da Cidadania , Notícia Final

Este é o resumo de notícias do dia 14/11/14. Nesta sexta-feira, pela primeira vez em muito tempo, Israel deixou dezenas de milhares de muçulmanos participar plenamente da grande oração semanal na Esplanada das Mesquitas em Jerusalém Oriental.

Cerca de 40 mil homens e mulheres de todas as idades entraram pelos diferentes acessos da esplanada, respondendo ao chamado para a oração, lotando a mesquita de Al-Aqsa para os homens e o Domo da Rocha para as mulheres.

Há poucas horas, israelenses e palestinos se comprometeram a tomar medidas concretas para acalmar as tensões em torno do local mais sagrado de Jerusalém, o Monte do Templo ou Esplanada das Mesquitas. Esse anúncio foi feito nesta quinta-feira pelo secretário de Estado norte-americano, John Kerry, após negociações na capital da Jordânia.

O Hamas advertiu Israel com relação ao que está ocorrendo em Jerusalém. Os confrontos continuam, como pode ser visto nestas imagens registradas na parte oriental de Jerusalém:



Estaremos atentos aos desdobramentos da tensão em torno do Monte do Templo. Cada vez mais, grupos de judeus praticantes reclamam o direito de orar e de exercer sua fé no Monte do Templo, o que tem gerado as tensões dos últimos dias. O cenário propício para cumprimento final das profecias se aproxima...

A Austrália afirmou que está monitorando um comboio de quatro navios de guerra russos fortemente armados, incluindo pelo menos um poderoso cruzador de mísseis, que estão perto das águas australianas no norte do país.

De acordo com alguns analistas, esses navios de guerra russo estão indo em direção a Austrália, em uma demonstração de força do presidente Vladimir Putin, diante da cúpula do G-20 em Brisbane.

Por sua vez, a Suécia confirmou nesta sexta-feira que um submarino estrangeiro violou suas águas territoriais em outubro e que vai aumentar a capacidade para impedir tais incursões.

A Rússia anunciou que aumentará o número de patrulhas sobre o Ártico, o Caribe e o Golfo do México, segundo afirmou o ministro de Defesa russo, Serguéi Shoigú. "Na situação atual, devemos manter nossa presença militar na parte ocidental do Atlântico e no leste do Pacífico, no Caribe e no Golfo do México", dice o ministro, citado pela agencia RIA Novosti.

Estaremos atentos. A Rússia alertou nas últimas horas o governo da Ucrânia de que um novo conflito no leste ucraniano seria catastrófico para a Ucrânia.

Na África, centenas de combatentes do Boko Haram assumiram o controle na quinta-feira de duas localidades do estado de Adamawa, no nordeste da Nigéria, depois de serem expulsos de outra cidade. Os islamitas tomaram o controle de Hong e de Gombi, aproximando-se assim de Yola, a capital do estado.

No cenário financeiro, a Itália viveu um dia de caos nesta sexta-feira, com greves e protestos. Os sindicatos protestaram contra as reformas do premier Matteo Renzi. No Brasil, a geração de empregos em outubro foi a pior em 15 anos.

No aspecto dos sinais dos céus, um meteoro foi visto em plena apresentação musical de uma banda em Austin, no Texas.

Os sinais continuam ocorrendo em todos os segmentos e lugares. Muitos consideram esses fatos como algo cíclico e corriqueiro... Outros, preferem nem sequer saber deles e continuam como se nada estivesse ocorrendo... A maioria prefere viver na contramão das Verdades das Escrituras.

No entanto, cremos que as profecias contidas nas Escrituras estão se concretizando de forma gradual e paulatina. É tempo de arrependimento, santificação e fé nas promessas do Altíssimo para aqueles que crêem e de intercessão por aqueles que não crêem.

Referências: 
http://br.reuters.com/article/worldNews/idBRKCN0IX2QH20141113?pageNumber=1&virtualBrandChannel=0

https://www.youtube.com/watch?v=THxGleL-KAs&list=UUhqUTb7kYRX8-EiaN3XFrSQ

http://www.ibtimes.com/australia-monitoring-heavily-armed-russian-warships-nearing-its-northern-shores-ahead-1722944

http://www.afp.com/pt/noticia/suecia-confirma-que-submarino-estrangeiro-entrou-em-suas-aguas-territoriais

http://actualidad.rt.com/actualidad/view/146855-defensa-rusia-patrullas-aviacion-golfo-mexico-caribe

http://br.reuters.com/article/worldNews/idBRKCN0IX25K20141113

http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2014/11/14/interna_internacional,590008/islamitas-do-boko-haram-se-apoderam-de-novas-cidades-na-nigeria.shtml

http://ansabrasil.com.br/brasil/noticias/italia/noticias/2014/11/14/Italia-vive-dia-caos-com-greves-protestos_8183514.html

http://ansabrasil.com.br/brasil/noticias/economia/noticias/2014/11/14/Geracao-empregos-em-outubro-pior-em-15-anos_8184888.html

https://www.youtube.com/watch?v=gZD-mV_mjR8

Fonte: Projeto Ômega

Projeto Ômega: Resumo de notícias (14/11)

Este é o resumo de notícias do dia 14/11/14. Nesta sexta-feira, pela primeira vez em muito tempo, Israel deixou dezenas de milhares de muçulmanos participar plenamente da grande oração semanal na Esplanada das Mesquitas em Jerusalém Oriental.

Cerca de 40 mil homens e mulheres de todas as idades entraram pelos diferentes acessos da esplanada, respondendo ao chamado para a oração, lotando a mesquita de Al-Aqsa para os homens e o Domo da Rocha para as mulheres.

Há poucas horas, israelenses e palestinos se comprometeram a tomar medidas concretas para acalmar as tensões em torno do local mais sagrado de Jerusalém, o Monte do Templo ou Esplanada das Mesquitas. Esse anúncio foi feito nesta quinta-feira pelo secretário de Estado norte-americano, John Kerry, após negociações na capital da Jordânia.

O Hamas advertiu Israel com relação ao que está ocorrendo em Jerusalém. Os confrontos continuam, como pode ser visto nestas imagens registradas na parte oriental de Jerusalém:



Estaremos atentos aos desdobramentos da tensão em torno do Monte do Templo. Cada vez mais, grupos de judeus praticantes reclamam o direito de orar e de exercer sua fé no Monte do Templo, o que tem gerado as tensões dos últimos dias. O cenário propício para cumprimento final das profecias se aproxima...

A Austrália afirmou que está monitorando um comboio de quatro navios de guerra russos fortemente armados, incluindo pelo menos um poderoso cruzador de mísseis, que estão perto das águas australianas no norte do país.

De acordo com alguns analistas, esses navios de guerra russo estão indo em direção a Austrália, em uma demonstração de força do presidente Vladimir Putin, diante da cúpula do G-20 em Brisbane.

Por sua vez, a Suécia confirmou nesta sexta-feira que um submarino estrangeiro violou suas águas territoriais em outubro e que vai aumentar a capacidade para impedir tais incursões.

A Rússia anunciou que aumentará o número de patrulhas sobre o Ártico, o Caribe e o Golfo do México, segundo afirmou o ministro de Defesa russo, Serguéi Shoigú. "Na situação atual, devemos manter nossa presença militar na parte ocidental do Atlântico e no leste do Pacífico, no Caribe e no Golfo do México", dice o ministro, citado pela agencia RIA Novosti.

Estaremos atentos. A Rússia alertou nas últimas horas o governo da Ucrânia de que um novo conflito no leste ucraniano seria catastrófico para a Ucrânia.

Na África, centenas de combatentes do Boko Haram assumiram o controle na quinta-feira de duas localidades do estado de Adamawa, no nordeste da Nigéria, depois de serem expulsos de outra cidade. Os islamitas tomaram o controle de Hong e de Gombi, aproximando-se assim de Yola, a capital do estado.

No cenário financeiro, a Itália viveu um dia de caos nesta sexta-feira, com greves e protestos. Os sindicatos protestaram contra as reformas do premier Matteo Renzi. No Brasil, a geração de empregos em outubro foi a pior em 15 anos.

No aspecto dos sinais dos céus, um meteoro foi visto em plena apresentação musical de uma banda em Austin, no Texas.

Os sinais continuam ocorrendo em todos os segmentos e lugares. Muitos consideram esses fatos como algo cíclico e corriqueiro... Outros, preferem nem sequer saber deles e continuam como se nada estivesse ocorrendo... A maioria prefere viver na contramão das Verdades das Escrituras.

No entanto, cremos que as profecias contidas nas Escrituras estão se concretizando de forma gradual e paulatina. É tempo de arrependimento, santificação e fé nas promessas do Altíssimo para aqueles que crêem e de intercessão por aqueles que não crêem.

Referências: 
http://br.reuters.com/article/worldNews/idBRKCN0IX2QH20141113?pageNumber=1&virtualBrandChannel=0

https://www.youtube.com/watch?v=THxGleL-KAs&list=UUhqUTb7kYRX8-EiaN3XFrSQ

http://www.ibtimes.com/australia-monitoring-heavily-armed-russian-warships-nearing-its-northern-shores-ahead-1722944

http://www.afp.com/pt/noticia/suecia-confirma-que-submarino-estrangeiro-entrou-em-suas-aguas-territoriais

http://actualidad.rt.com/actualidad/view/146855-defensa-rusia-patrullas-aviacion-golfo-mexico-caribe

http://br.reuters.com/article/worldNews/idBRKCN0IX25K20141113

http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2014/11/14/interna_internacional,590008/islamitas-do-boko-haram-se-apoderam-de-novas-cidades-na-nigeria.shtml

http://ansabrasil.com.br/brasil/noticias/italia/noticias/2014/11/14/Italia-vive-dia-caos-com-greves-protestos_8183514.html

http://ansabrasil.com.br/brasil/noticias/economia/noticias/2014/11/14/Geracao-empregos-em-outubro-pior-em-15-anos_8184888.html

https://www.youtube.com/watch?v=gZD-mV_mjR8

Fonte: Projeto Ômega

Como avisado antes em outros artigos e comentários, começam a aparecer análises e até publicidade anunciando a chegada do padrão ouro. O “petrodólar” deixou de ser a divisa internacional para comercializar petróleo e gás. Muito disto se deve ao BRICS, que já havia anunciado que o seu comércio não seria mais com o dólar.

Fim do Petrodólar, emissão de SDR pelo FMI e moedas respaldadas em ouro

Em postagem recente do jornalista Rafael Palacios, ele divulga a matéria da Forbesconfirmando sutilmente esta movimentação do padrão dólar para o padrão ouro. O acúmulo de ouro de vários países, principalmente pela China, demonstra que irão respaldar suas moedas com ouro.

Tradução: Caminho Alternativo

A febre do ouro e da prata

(06-11-2014) Seja na Alemanha ou China, o padrão se repete: menores preços orquestrados desde o mercado de papel, serão respondidos com alta demanda física dos investidores em valor, que se preparam assim para o desastre econômico que vêm. Aqui, já consultamos a Banxico para que nos informe das últimas cifras de demanda de onças Liberdade no país durante outubro, e quando as tenhamos, as publicaremos. Apesar do que se diga, há uma febre do ouro e da prata no mundo,que os beneficiários do sistema monetário baseado no dólar, não puderam nem poderão conter.

De forma subliminar a Dior publicou um vídeo de seu produto usando como garota propaganda a atriz Charlize Theron. O título da propaganda é: Dior J’adore – “The future is gold”.



Palacios é otimista em relação a este reset do sistema financeiro e diz que após a transição ao padrão ouro outros eventos irão ocorrer, como o fim do Federal Reserve(FED) das famílias Rothschild, Rockefeller, Morgan, Warburg, etc.

O que poderia evidenciar o fim do FED é o mistério em torno aos cofres de Fort Knox nos EUA. Há sérias suspeitas de que estariam vazios ou recheados com barras de tungstênio pintadas a ouro.


[...] Uma auditoria também pode revelar se o governo despejou um pouco de ouronos mercados mundiais para manipular os preços. (Sim, os governos têm feito isso antes.) E se o governo dos EUA chegou a vender um pouco sem nos dizer, a confiança seria irreversivelmente quebrada.

Mais espetacular ainda, uma auditoria poderia revelar que Fort Knox está repleta detungstênio pintado a ouro. Aqui, também, existe um precedente, como barras decontrafacção de transformar-se, de tempos a tempos. Embora eu duvide que um governo iria confessar a ser tão incrivelmente enganado.[...]

Outra evidência de que os cofres do FED estariam vazios foi o pedido da Alemanha em repatriar seu ouro e cuja resposta dos EUA foi de devolver apenas uma parte. Além disto, o Federal Reserve se recusa a fazer uma auditoria no ouro armazenado, principalmente o alemão.

A decisão de repatriar o ouro alemão é uma grande vitória para a parte da imprensa alemã que forçou o Bundesbank a admitir que 69% do seu ouro é armazenado fora da Alemanha. Quase com certeza a imprensa alemã e pelo menos vários legisladores do país exigirão uma verificação das barras de ouro retornadas de Nova York, simplesmente para garantir que a Alemanha não recebe tungsténio folheado a ouro ao invés de ouro. Parece que decisores alemães já não confiam nos seus parceiros americanos. (Voice of Russia, January 15, 2013, ênfase acrescentada)

Fonte: resistir.info

Um artigo interessante publicado pelo GlobalResearch revela as verdadeiras razões da Alemanha exigir que os EUA retornem seu ouro.
Em outras palavras, Rickards e SKOYLES parecem argumentar que a Alemanha pode estar repatriando o ouro no primeiro turno das cadeiras em que a China está se preparando para lançar um Yuan lastreado em ouro. De acordo com esta teoria, o resto das moedas do mundo vão afundar, a menos que suas nações “possam lutar para colocar as mãos em ouro suficiente para dar credibilidade ao seu papel.
E se têm um país que é sinônimo de banco é a Suíça, esta é a notícia que nos chega de lá em relação às reservas de ouro.

Uma inciativa da direita conservadora quer obrigar o Banco Central Suíço a manter, pelo menos, 20% de seus ativos em ouro e proibir a venda dessas reservas.

Com suas 1040 toneladas de ouro, o Banco Central Suíço ainda detém hoje a sétima maior reserva do mundo.

“Salvem o ouro da Suíça”. Parece o enredo de um filme mas, na realidade, é o título da inciativa popular a ser submetida à votação federal no próximo dia 30 de novembro. [...]
Fonte: swissinfo.ch

Outro fato curioso é que os Rothschild conseguiram o controle eletrônico da cotação da prata e agora querem o ouro.

Embora o FED possa desaparecer após a revelação pública de que o dólar não vale absolutamente nada e que seus cofres estão quase vazios, ainda há uma pergunta que paira na mente de quem pesquisa sobre esta estrutura criminosa de poder global: – Estariam os Rothschild por trás do Banco Central chinês, controlando toda essa movimentação financeira global em direção ao padrão ouro?

Fonte: Caminho Alternativo

Reset no sistema financeiro mundial, vêm aí o padrão ouro

Como avisado antes em outros artigos e comentários, começam a aparecer análises e até publicidade anunciando a chegada do padrão ouro. O “petrodólar” deixou de ser a divisa internacional para comercializar petróleo e gás. Muito disto se deve ao BRICS, que já havia anunciado que o seu comércio não seria mais com o dólar.

Fim do Petrodólar, emissão de SDR pelo FMI e moedas respaldadas em ouro

Em postagem recente do jornalista Rafael Palacios, ele divulga a matéria da Forbesconfirmando sutilmente esta movimentação do padrão dólar para o padrão ouro. O acúmulo de ouro de vários países, principalmente pela China, demonstra que irão respaldar suas moedas com ouro.

Tradução: Caminho Alternativo

A febre do ouro e da prata

(06-11-2014) Seja na Alemanha ou China, o padrão se repete: menores preços orquestrados desde o mercado de papel, serão respondidos com alta demanda física dos investidores em valor, que se preparam assim para o desastre econômico que vêm. Aqui, já consultamos a Banxico para que nos informe das últimas cifras de demanda de onças Liberdade no país durante outubro, e quando as tenhamos, as publicaremos. Apesar do que se diga, há uma febre do ouro e da prata no mundo,que os beneficiários do sistema monetário baseado no dólar, não puderam nem poderão conter.

De forma subliminar a Dior publicou um vídeo de seu produto usando como garota propaganda a atriz Charlize Theron. O título da propaganda é: Dior J’adore – “The future is gold”.



Palacios é otimista em relação a este reset do sistema financeiro e diz que após a transição ao padrão ouro outros eventos irão ocorrer, como o fim do Federal Reserve(FED) das famílias Rothschild, Rockefeller, Morgan, Warburg, etc.

O que poderia evidenciar o fim do FED é o mistério em torno aos cofres de Fort Knox nos EUA. Há sérias suspeitas de que estariam vazios ou recheados com barras de tungstênio pintadas a ouro.


[...] Uma auditoria também pode revelar se o governo despejou um pouco de ouronos mercados mundiais para manipular os preços. (Sim, os governos têm feito isso antes.) E se o governo dos EUA chegou a vender um pouco sem nos dizer, a confiança seria irreversivelmente quebrada.

Mais espetacular ainda, uma auditoria poderia revelar que Fort Knox está repleta detungstênio pintado a ouro. Aqui, também, existe um precedente, como barras decontrafacção de transformar-se, de tempos a tempos. Embora eu duvide que um governo iria confessar a ser tão incrivelmente enganado.[...]

Outra evidência de que os cofres do FED estariam vazios foi o pedido da Alemanha em repatriar seu ouro e cuja resposta dos EUA foi de devolver apenas uma parte. Além disto, o Federal Reserve se recusa a fazer uma auditoria no ouro armazenado, principalmente o alemão.

A decisão de repatriar o ouro alemão é uma grande vitória para a parte da imprensa alemã que forçou o Bundesbank a admitir que 69% do seu ouro é armazenado fora da Alemanha. Quase com certeza a imprensa alemã e pelo menos vários legisladores do país exigirão uma verificação das barras de ouro retornadas de Nova York, simplesmente para garantir que a Alemanha não recebe tungsténio folheado a ouro ao invés de ouro. Parece que decisores alemães já não confiam nos seus parceiros americanos. (Voice of Russia, January 15, 2013, ênfase acrescentada)

Fonte: resistir.info

Um artigo interessante publicado pelo GlobalResearch revela as verdadeiras razões da Alemanha exigir que os EUA retornem seu ouro.
Em outras palavras, Rickards e SKOYLES parecem argumentar que a Alemanha pode estar repatriando o ouro no primeiro turno das cadeiras em que a China está se preparando para lançar um Yuan lastreado em ouro. De acordo com esta teoria, o resto das moedas do mundo vão afundar, a menos que suas nações “possam lutar para colocar as mãos em ouro suficiente para dar credibilidade ao seu papel.
E se têm um país que é sinônimo de banco é a Suíça, esta é a notícia que nos chega de lá em relação às reservas de ouro.

Uma inciativa da direita conservadora quer obrigar o Banco Central Suíço a manter, pelo menos, 20% de seus ativos em ouro e proibir a venda dessas reservas.

Com suas 1040 toneladas de ouro, o Banco Central Suíço ainda detém hoje a sétima maior reserva do mundo.

“Salvem o ouro da Suíça”. Parece o enredo de um filme mas, na realidade, é o título da inciativa popular a ser submetida à votação federal no próximo dia 30 de novembro. [...]
Fonte: swissinfo.ch

Outro fato curioso é que os Rothschild conseguiram o controle eletrônico da cotação da prata e agora querem o ouro.

Embora o FED possa desaparecer após a revelação pública de que o dólar não vale absolutamente nada e que seus cofres estão quase vazios, ainda há uma pergunta que paira na mente de quem pesquisa sobre esta estrutura criminosa de poder global: – Estariam os Rothschild por trás do Banco Central chinês, controlando toda essa movimentação financeira global em direção ao padrão ouro?

Fonte: Caminho Alternativo

Medição ocorreu na Zona Norte da capital às 14h desta sexta-feira.Estação da Prefeitura marcou 39,3°C, com sensação térmica de 47ºC.
Paulistanos enfrentam calor no Viaduto do Chá, no centro de São Paulo (SP), no começo da tarde desta sexta-feira (17) (Foto: Renato S. Cerqueira/Futura Press/Estadão Conteúdo)

A cidade de São Paulo registrou temperatura máxima de 37,8ºC às 14h desta sexta-feira (16) e bateu recorde histórico de calor, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Esse é o registro mais alto desde o início das medições, em 1943, na estação do Inmet no Mirante de Santana, Zona Norte.

Até então, a máxima absoluta mais alta na capital havia sido de 37ºC, registrada em 10 de janeiro de 1999, ainda de acordo com o Inmet. Os dados do instituto de meteorologia mostram que 2014 teve cinco das dez temperaturas mais altas na cidade em 71 anos (veja tabela abaixo).

A estação Jaçanã/Tremebé, também na Zona Norte, controlada pelo Centro Gerenciamento de Emergências (CGE), órgão da Prefeitura, marcou temperatura ainda mais alta, de 39,3°C, às 13h50. A sensação térmica na região, segundo os meteorologistas, chegou a 47°C em locais descobertos. Mesmo os números do CGE sendo mais altos que os registros do Inmet, os dados histórios consideram as medições do instituto nacional de meteorologia.

De acordo com a Climatempo, vários municípios que já atingiram recordes de temperatura absolutos, ou as maiores marcas de 2014, podem registrar valores superiores até domingo (19), quando é previsto o ápice de calor por causa de uma massa de ar quente e seca na atmosfera.

Massa de ar seco

O Centro de Gerenciamento de Emergências também registrou umidade relativa do ar mínima de 38% na capital paulista nesta sexta-feira. A massa de ar seco formada é do mesmo tipo que a que atingiu alguns estados brasileiros no começo do ano e provocou um longo período de estiagem no Sudeste – que teve consequências graves para o abastecimento de água na Grande São Paulo. No entanto, ela deve se dissipar ainda na segunda-feira (20) (leia mais abaixo).

De acordo com Vitor Kratz, meteorologista da Climatempo, a “bolha de calor histórica” se formou devido ao fortalecimento do ar seco na atmosfera. Com isso, ela bloqueia desde o início desta semana a entrada de frentes frias, responsáveis por dar um refresco com a derrubada das temperaturas e formação de chuvas.

Segundo ele, o calor teria relação com o surgimento do El Niño, provocado quando a temperatura do Oceano Pacífico aumenta. De acordo com os cientistas, a anomalia na costa pacífica da América do Sul enfraquece os ventos alísios (que sopram de leste para oeste) na região equatorial e provoca uma mudança no padrão de transporte de umidade pelo globo, variações na distribuição de chuvas em regiões tropicais e de latitudes médias e altas, além de inconstância nas temperaturas.

Frio e chuva chegando
Mas a partir da segunda-feira (20), a atmosfera deve ficar mais úmida e o ar seco começa a perder força. A tendência é que a partir da próxima semana, novas frentes frias cheguem ao Sudeste, Centro-Oeste e parte do Nordeste e provoquem chuvas, mas sem grandes acumulados de precipitação.

Entre segunda e sábado, a previsão é que chova na Grande São Paulo em torno de 10 milímetros e 20 milímetros. Para outubro, a meteorologia espera que o nível de chuva seja menor ou igual a 127 mm, média do mês em anos anteriores.

O total, segundo Kratz, não será suficiente para encher os níveis do reservatórios que formam o Sistema Cantareira, que operava com 4,3% da capacidade de abastecimento, segundo balanço divulgado pela Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo (Sabesp) na manhã de quinta-feira (16).

Fonte: G1

SP tem recorde histórico de calor com 37,8°C de temperatura, diz Inmet

Medição ocorreu na Zona Norte da capital às 14h desta sexta-feira.Estação da Prefeitura marcou 39,3°C, com sensação térmica de 47ºC.
Paulistanos enfrentam calor no Viaduto do Chá, no centro de São Paulo (SP), no começo da tarde desta sexta-feira (17) (Foto: Renato S. Cerqueira/Futura Press/Estadão Conteúdo)

A cidade de São Paulo registrou temperatura máxima de 37,8ºC às 14h desta sexta-feira (16) e bateu recorde histórico de calor, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Esse é o registro mais alto desde o início das medições, em 1943, na estação do Inmet no Mirante de Santana, Zona Norte.

Até então, a máxima absoluta mais alta na capital havia sido de 37ºC, registrada em 10 de janeiro de 1999, ainda de acordo com o Inmet. Os dados do instituto de meteorologia mostram que 2014 teve cinco das dez temperaturas mais altas na cidade em 71 anos (veja tabela abaixo).

A estação Jaçanã/Tremebé, também na Zona Norte, controlada pelo Centro Gerenciamento de Emergências (CGE), órgão da Prefeitura, marcou temperatura ainda mais alta, de 39,3°C, às 13h50. A sensação térmica na região, segundo os meteorologistas, chegou a 47°C em locais descobertos. Mesmo os números do CGE sendo mais altos que os registros do Inmet, os dados histórios consideram as medições do instituto nacional de meteorologia.

De acordo com a Climatempo, vários municípios que já atingiram recordes de temperatura absolutos, ou as maiores marcas de 2014, podem registrar valores superiores até domingo (19), quando é previsto o ápice de calor por causa de uma massa de ar quente e seca na atmosfera.

Massa de ar seco

O Centro de Gerenciamento de Emergências também registrou umidade relativa do ar mínima de 38% na capital paulista nesta sexta-feira. A massa de ar seco formada é do mesmo tipo que a que atingiu alguns estados brasileiros no começo do ano e provocou um longo período de estiagem no Sudeste – que teve consequências graves para o abastecimento de água na Grande São Paulo. No entanto, ela deve se dissipar ainda na segunda-feira (20) (leia mais abaixo).

De acordo com Vitor Kratz, meteorologista da Climatempo, a “bolha de calor histórica” se formou devido ao fortalecimento do ar seco na atmosfera. Com isso, ela bloqueia desde o início desta semana a entrada de frentes frias, responsáveis por dar um refresco com a derrubada das temperaturas e formação de chuvas.

Segundo ele, o calor teria relação com o surgimento do El Niño, provocado quando a temperatura do Oceano Pacífico aumenta. De acordo com os cientistas, a anomalia na costa pacífica da América do Sul enfraquece os ventos alísios (que sopram de leste para oeste) na região equatorial e provoca uma mudança no padrão de transporte de umidade pelo globo, variações na distribuição de chuvas em regiões tropicais e de latitudes médias e altas, além de inconstância nas temperaturas.

Frio e chuva chegando
Mas a partir da segunda-feira (20), a atmosfera deve ficar mais úmida e o ar seco começa a perder força. A tendência é que a partir da próxima semana, novas frentes frias cheguem ao Sudeste, Centro-Oeste e parte do Nordeste e provoquem chuvas, mas sem grandes acumulados de precipitação.

Entre segunda e sábado, a previsão é que chova na Grande São Paulo em torno de 10 milímetros e 20 milímetros. Para outubro, a meteorologia espera que o nível de chuva seja menor ou igual a 127 mm, média do mês em anos anteriores.

O total, segundo Kratz, não será suficiente para encher os níveis do reservatórios que formam o Sistema Cantareira, que operava com 4,3% da capacidade de abastecimento, segundo balanço divulgado pela Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo (Sabesp) na manhã de quinta-feira (16).

Fonte: G1

Artigo Relacionado: Proposta sobre juros Bancários

Por: Wenderson Wanzeller

No dia 10 de setembro, publicamos um vídeo convidando todos os presidenciáveis para apresentarem suas propostas de combate aos juros bancários no Brasil que, conforme havíamos alertado, hoje beiram as vergonhosas taxas de 20% ao mês em operações de cartões de crédito, cheque especial e empréstimo pessoal.

Para o desenvolvimento da campanha nós contamos com o empenho de nossa comunidade no YouTube, e foram enviados quase 500 e-mails – fora os twitters – pedindo a participação dos candidatos no debate. Mas de todos os presidenciáveis, o único que teve a hombridade de nos atender foi o candidato Rui Costa Pimenta, do PCO.

Em nome de todos os internautas que enviaram os twitters e e-mails do vídeo-convite para os presidenciáveis, nós agradecemos ao candidato pela participação nesse importante debate.

E para os demais presidenciáveis que receberam o convite, mas que ignoraram o apelo das centenas de internautas – talvez até pelo fato de não terem nenhuma proposta para apresentar – fica aqui o nosso registro de frustação e decepção.

Mais uma vez o nosso muito obrigado a todos os amigos internautas que apoiaram esse, que foi o primeiro debate presidenciável no YouTube, sobre os juros bancários no Brasil.



Wenderson Wanzeller, Jornalista, atuário, apresentador de TV, radialista e ator. Criador do Canal Doutor Grana, no Youtube.

Fonte: Canal do Otário

1º debate presidenciável sobre juros bancários no Brasil

Artigo Relacionado: Proposta sobre juros Bancários

Por: Wenderson Wanzeller

No dia 10 de setembro, publicamos um vídeo convidando todos os presidenciáveis para apresentarem suas propostas de combate aos juros bancários no Brasil que, conforme havíamos alertado, hoje beiram as vergonhosas taxas de 20% ao mês em operações de cartões de crédito, cheque especial e empréstimo pessoal.

Para o desenvolvimento da campanha nós contamos com o empenho de nossa comunidade no YouTube, e foram enviados quase 500 e-mails – fora os twitters – pedindo a participação dos candidatos no debate. Mas de todos os presidenciáveis, o único que teve a hombridade de nos atender foi o candidato Rui Costa Pimenta, do PCO.

Em nome de todos os internautas que enviaram os twitters e e-mails do vídeo-convite para os presidenciáveis, nós agradecemos ao candidato pela participação nesse importante debate.

E para os demais presidenciáveis que receberam o convite, mas que ignoraram o apelo das centenas de internautas – talvez até pelo fato de não terem nenhuma proposta para apresentar – fica aqui o nosso registro de frustação e decepção.

Mais uma vez o nosso muito obrigado a todos os amigos internautas que apoiaram esse, que foi o primeiro debate presidenciável no YouTube, sobre os juros bancários no Brasil.



Wenderson Wanzeller, Jornalista, atuário, apresentador de TV, radialista e ator. Criador do Canal Doutor Grana, no Youtube.

Fonte: Canal do Otário

Os juros do cheque especial, cartão de crédito e crédito pessoal beiram as taxas de 20% a.m. Agora queremos ouvir as propostas dos candidatos. Participe!

Escrito por Wenderson Wanzeller



ENTENDA

A presidente candidata Dilma Rousseff, que já recebeu mais de R$ 6 Milhões em doações do Banco BTG Pactual, e que também faz vista grossa aos juros de quase 20% ao mês em operações de crédito pessoal (para pessoa física), agora insinua que, dar mais autonomia ao banco central, seria entregar o poder de nossas vidas aos banqueiros.

Veja a seguir um dos exemplos de propaganda eleitoral feitos pela presidente:



Se por um lado a presidente Dilma e o PT já receberam milhões em doações do Banco BTG Pactual, por outro, tanto Marina Silva quanto Aécio Neves, também já receberam vultuosas quantias doadas pelo Banco Itaú.

Aliás, os Bancos Itaú e o BTG Pactual estão participando significativamente dessas eleições. O Itaú, por exemplo, já doou mais de R$ 10 milhões. Foram beneficiados 3 candidatos a presidente, 10 a governador, 2 a senador e 34 a deputado federal. Já o Banco BTG optou pelos comitês. Até o momento, os dois bancos já doaram (juntos) mais de R$ 17 milhões para 5 partidos políticos.
Para consultar estas informações e verificar as doações de outros bancos ou empresas, acesse o SPCE (Sistema de Prestação de Contas Eleitorais do TSE) clique aqui.

Desafio

Juntos, nós já fizemos coisas incríveis. E é por esse motivo que convoco para mais um desafio, as centenas de internautas que participam ativamente de nossas demandas.

Como fizemos nas vezes anteriores, nós vamos enviar por e-mail a cópia do texto que está aqui no topo deste artigo. O objetivo, dessa vez, é o de convidarmos os candidatos para que apresentem propostas objetivas em relação ao futuro dos juros bancários no Brasil. Especificamente, os juros do cheque especial, do cartão de crédito e do empréstimo pessoal que, individualmente, chegam a cobrar absurdas taxas de 20% ao mês.

Se tudo der certo, no dia 22 de setembro nós publicaremos aqui no site do Canal do Otário e no canal do Dr. Grana no YouTube – e sem nenhum corte – um compilado de todos as respostas dos candidatos. 

E agora é com você Espartano. Copie o texto do modelo, citado no logo abaixo deste artigo, envie-o para os candidatos e compartilhe a nossa demanda pedindo para que todos os seus amigos façam o mesmo. O texto já está pronto. Só não esqueça de mandar uma cópia para juros@doutorgrana.com.br, que é para acompanharmos e cobrarmos as respostas de nossos candidatos.

E só para garantir, mande também um twitter com o link do vídeo para os candidatos: @AecioNeves @Dilmabr @EduardoJorge43 @Eymaeloficial @levyfidelix @lucianagenro @silva_marina @MauroIasi @Everaldo_20 @zemaria_pstu @Ruicpimenta29

Modelo de e-mail

Para: psdb.imprensa@psdb.org.br; imprensaptbsb@gmail.com; nacional.pv@gmail.com; secretaria@psdc.org.br; prtb@prtb.org.br; contato@lucianagenro.com.br; contato@equipe40.com.br; imprensa@mauroiasi.com.br; faleconosco@psc.org.br; imprensa@pco.org.br; assessoria@pstu.org.br
Cc: juros@doutorgrana.com.br

Prezado(a)s candidato(a)s:
Gostaria de sua participação no debate aberto sobre os juros bancários no Brasil, levando-se em consideração o conteúdo do vídeo-convite abaixo.
Peço por favor que não cite nenhum outro candidato em sua apresentação, pois meu único objetivo é o de conhecer as suas propostas em relação ao tema abordado.
Vídeo-convite:
youtu.be/uAMwkWZ4KLw

Atenciosamente,
Seu nome – Cidade e Estado
 

Wenderson Wanzeller, Jornalista, atuário, apresentador de TV, radialista e ator. Criador do Canal Doutor Grana, no Youtube.

Fonte: Canal do Otário

Proposta sobre juros Bancários

Os juros do cheque especial, cartão de crédito e crédito pessoal beiram as taxas de 20% a.m. Agora queremos ouvir as propostas dos candidatos. Participe!

Escrito por Wenderson Wanzeller



ENTENDA

A presidente candidata Dilma Rousseff, que já recebeu mais de R$ 6 Milhões em doações do Banco BTG Pactual, e que também faz vista grossa aos juros de quase 20% ao mês em operações de crédito pessoal (para pessoa física), agora insinua que, dar mais autonomia ao banco central, seria entregar o poder de nossas vidas aos banqueiros.

Veja a seguir um dos exemplos de propaganda eleitoral feitos pela presidente:



Se por um lado a presidente Dilma e o PT já receberam milhões em doações do Banco BTG Pactual, por outro, tanto Marina Silva quanto Aécio Neves, também já receberam vultuosas quantias doadas pelo Banco Itaú.

Aliás, os Bancos Itaú e o BTG Pactual estão participando significativamente dessas eleições. O Itaú, por exemplo, já doou mais de R$ 10 milhões. Foram beneficiados 3 candidatos a presidente, 10 a governador, 2 a senador e 34 a deputado federal. Já o Banco BTG optou pelos comitês. Até o momento, os dois bancos já doaram (juntos) mais de R$ 17 milhões para 5 partidos políticos.
Para consultar estas informações e verificar as doações de outros bancos ou empresas, acesse o SPCE (Sistema de Prestação de Contas Eleitorais do TSE) clique aqui.

Desafio

Juntos, nós já fizemos coisas incríveis. E é por esse motivo que convoco para mais um desafio, as centenas de internautas que participam ativamente de nossas demandas.

Como fizemos nas vezes anteriores, nós vamos enviar por e-mail a cópia do texto que está aqui no topo deste artigo. O objetivo, dessa vez, é o de convidarmos os candidatos para que apresentem propostas objetivas em relação ao futuro dos juros bancários no Brasil. Especificamente, os juros do cheque especial, do cartão de crédito e do empréstimo pessoal que, individualmente, chegam a cobrar absurdas taxas de 20% ao mês.

Se tudo der certo, no dia 22 de setembro nós publicaremos aqui no site do Canal do Otário e no canal do Dr. Grana no YouTube – e sem nenhum corte – um compilado de todos as respostas dos candidatos. 

E agora é com você Espartano. Copie o texto do modelo, citado no logo abaixo deste artigo, envie-o para os candidatos e compartilhe a nossa demanda pedindo para que todos os seus amigos façam o mesmo. O texto já está pronto. Só não esqueça de mandar uma cópia para juros@doutorgrana.com.br, que é para acompanharmos e cobrarmos as respostas de nossos candidatos.

E só para garantir, mande também um twitter com o link do vídeo para os candidatos: @AecioNeves @Dilmabr @EduardoJorge43 @Eymaeloficial @levyfidelix @lucianagenro @silva_marina @MauroIasi @Everaldo_20 @zemaria_pstu @Ruicpimenta29

Modelo de e-mail

Para: psdb.imprensa@psdb.org.br; imprensaptbsb@gmail.com; nacional.pv@gmail.com; secretaria@psdc.org.br; prtb@prtb.org.br; contato@lucianagenro.com.br; contato@equipe40.com.br; imprensa@mauroiasi.com.br; faleconosco@psc.org.br; imprensa@pco.org.br; assessoria@pstu.org.br
Cc: juros@doutorgrana.com.br

Prezado(a)s candidato(a)s:
Gostaria de sua participação no debate aberto sobre os juros bancários no Brasil, levando-se em consideração o conteúdo do vídeo-convite abaixo.
Peço por favor que não cite nenhum outro candidato em sua apresentação, pois meu único objetivo é o de conhecer as suas propostas em relação ao tema abordado.
Vídeo-convite:
youtu.be/uAMwkWZ4KLw

Atenciosamente,
Seu nome – Cidade e Estado
 

Wenderson Wanzeller, Jornalista, atuário, apresentador de TV, radialista e ator. Criador do Canal Doutor Grana, no Youtube.

Fonte: Canal do Otário

Será instalado um mecanismo de controle 'biométrico', segundo presidente.País enfrenta a falta de diversos produtos básicos e uma inflação de 60%.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro,
em imagem de arquivo. (Foto: Arquivo / Reuters)
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, a instalação de um mecanismo de controle "biométrico" para limitar as compras de produtos e alimentos nos supermercados e mercados do país.

"A ordem já está dada, através da superintendência de preços, para que se crie um sistema biométrico em todos os estabelecimentos e redes distribuidoras e comerciais da República", disse Maduro durante mensagem em rede nacional de rádio e TV.

O mecanismo utilizará leitores óticos de impressões digitais para reconhecer cada comprador de produtos básicos.

Segundo Maduro, "o sistema biométrico será perfeito" e servirá para evitar o que chamou de "fraude" envolvendo milhões de litros de gasolina e toneladas de alimentos subsidiados pelo governo, no momento em que a Venezuela enfrenta a falta de diversos produtos básicos e uma inflação de 60%.

O sistema visa a impedir que uma pessoa compre o mesmo produto duas vezes na mesma semana, em qualquer das redes governamentais da Venezuela.

Vários funcionários do governo Maduro indicaram que no prazo de 90 dias haverá um 'programa piloto' para iniciar a venda controlada de produtos básicos no país 'de maneira ordenada e justa'.

Maduro também anunciou "um sistema de referência" que processará a informação de tudo o que for distribuído e armazenado "para todos os produtos e insumos que movem a economia do país".

O presidente ordenou ainda o 'confisco, de maneira imediata, de todos os elementos' utilizados para contrabando, incluindo galpões e veículos, que serão revertidos para os programas estatais de alimentos.

Maduro convocou as forças militares e policiais para deter todos os envolvidos em desvios e contrabando.

Fonte: Economia G1

Controle 'biométrico' limitará compras em supermercados na Venezuela

Será instalado um mecanismo de controle 'biométrico', segundo presidente.País enfrenta a falta de diversos produtos básicos e uma inflação de 60%.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro,
em imagem de arquivo. (Foto: Arquivo / Reuters)
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, a instalação de um mecanismo de controle "biométrico" para limitar as compras de produtos e alimentos nos supermercados e mercados do país.

"A ordem já está dada, através da superintendência de preços, para que se crie um sistema biométrico em todos os estabelecimentos e redes distribuidoras e comerciais da República", disse Maduro durante mensagem em rede nacional de rádio e TV.

O mecanismo utilizará leitores óticos de impressões digitais para reconhecer cada comprador de produtos básicos.

Segundo Maduro, "o sistema biométrico será perfeito" e servirá para evitar o que chamou de "fraude" envolvendo milhões de litros de gasolina e toneladas de alimentos subsidiados pelo governo, no momento em que a Venezuela enfrenta a falta de diversos produtos básicos e uma inflação de 60%.

O sistema visa a impedir que uma pessoa compre o mesmo produto duas vezes na mesma semana, em qualquer das redes governamentais da Venezuela.

Vários funcionários do governo Maduro indicaram que no prazo de 90 dias haverá um 'programa piloto' para iniciar a venda controlada de produtos básicos no país 'de maneira ordenada e justa'.

Maduro também anunciou "um sistema de referência" que processará a informação de tudo o que for distribuído e armazenado "para todos os produtos e insumos que movem a economia do país".

O presidente ordenou ainda o 'confisco, de maneira imediata, de todos os elementos' utilizados para contrabando, incluindo galpões e veículos, que serão revertidos para os programas estatais de alimentos.

Maduro convocou as forças militares e policiais para deter todos os envolvidos em desvios e contrabando.

Fonte: Economia G1

Por Eremita Urbano / Sobrevivencialismo

Diversas são as vezes que vejo perguntas similares, e sinceramente tentar fazê-los aceitar é uma grande perda de tempo. A maioria das pessoas não tem a capacidade de abstrair o assunto, elas acreditam fortemente que o governo sempre vai cuidar delas e muitos não aceitam que algo ruim possa acontecer, acreditam realmente que são imunes a crises. Sendo assim acham uma grande perda de tempo e dinheiro se preparar.

Então, Eremita… Tenho que deixar tudo pra lá então? Bom amigo leitor, se não dá para você convencer o outro, use a sutileza.

Se tem problemas com isso na família pare de usar as palavras “sobrevivencialismo” e “preparação”, porque pra muitos isso é “coisa de doido que espera o fim do mundo”. Vamos usar das sutilezas na forma de pequenos “ganchos” que vão surgir e assim implementar, sem perceberem ao menos uma preparação mínima.

Em vez de falar pra sua família que vai fazer uma cisterna e colocar uma caixa d’água de 10.000 litros como parte de uma preparação, porque pode se ocorrer uma crise hídrica, faça diferente. Não use palavras “preparação” e “crise”.

Em um dia que faltar água fale simplesmente algo assim:

-Ah, não pessoal… Ficar sem água é tão ruim, isso está acontecendo muito e eu não quero passar por isso novamente, que tal aumentar o tamanho da caixa d’água para ter uma reserva maior? Essa falta de água está acontecendo direto mesmo!

Isso pode funcionar melhor.

Quando sua esposa brigar contigo porque você comprou mais uma “tranqueira que nunca usa” para por na mochila, diga tranquilamente, fazendo alguma analogia que não tenha nada a ver com sobrevivencialismo, por exemplo:

-Olha só meu bem, tem pessoas que gostam de colecionar latinhas, miniaturas de carros e você mesmo gosta de ter vários calçados, sendo que muitos você comprou e nunca usou, é tipo isso… É só uma coleção entende, uns gostam de colecionar calçados e eu gosto de colecionar essas coisas de camping, mesmo que eu nunca use eu acho legal entende? Mas prometo que só compro com o dinheiro que sobrar, nunca vou deixar de comprar algo para a família para comprar algo para coleção, tudo bem assim? Do mesmo modo que você gosta muito dos seus calçados, eu gosto muito dessas minhas coisas. Dê um sorriso e um beijo nela nesse momento!

Falando assim, as chances dela aceitar são maiores! Em um dia que o gás acabar a noite e estiver tudo fechado aproveite e diga:

-Nossa, que chato… Para evitar isso vamos aproveitar e comprar mais um ou dois botijões sobressalentes? Assim se um dia o gás acabar novamente a noite ou em um feriado a gente já tem de reserva o que acha?

Percebeu que sem estressar e nem comentar sobre preparação e sobrevivência você já conseguiu reserva de água, liberou sua mochila e combustível extra?

Continuemos… Em vez de dizer que quer comprar um estoque de comida pra 3 meses, porque se uma crise acontecer vão estar preparados, faça diferente. Em um dia de pequenas compras de muito calor e estando preso em um engarrafamento com a família diga:

-Pessoal tá complicado ficar comprando coisas toda semana, que tal na próxima fazermos compras para uns 2 meses? Assim não precisamos passar por esse sofrimento toda semana, vamos ficar mais confortáveis e economizar combustível que pode ser revertido em outra coisa mais útil… Como pizza em família, o que acham?

Eu pronto, fechou!

Você conseguiu ficar “de boa” com a sua mochila, ter uma reserva de água, reserva de combustível e reserva de alimentos, tudo isso de forma sutil. Você está preparado com algumas coisas importantes sem sequer ter mencionado com a família os termos sobrevivencialismo e preparação.

E claro que a lista pode ser muito maior, se sua esposa gosta de plantas que tal uma hortinha juntos e talvez envolver até os pequenos nos “cuidados com as plantinhas”? Pode ser muito bom para o relacionamento familiar fazer coisas juntos. Pense nisso!

Fazer alguém “aceitar o sobrevivencialismo” no meu modo de pensar é impossível. É a própria pessoa que tem que perceber por si mesma a importância e seguir o caminho pelos seu próprios passos, não tem como forçar, mas você deve sutilmente ir implementando algumas coisas e eles nem vão perceber que estão preparados.

E você amigo leitor, mais alguma dica de como fazer os outros se prepararem de forma sutil e sem estresse?

Fonte: Sobrevivencialismo

Sobrevivencialismo:Minha familia não gosta e acha estranho, como fazê-los aceitar a preparação e o sobrevivencialismo?

Por Eremita Urbano / Sobrevivencialismo

Diversas são as vezes que vejo perguntas similares, e sinceramente tentar fazê-los aceitar é uma grande perda de tempo. A maioria das pessoas não tem a capacidade de abstrair o assunto, elas acreditam fortemente que o governo sempre vai cuidar delas e muitos não aceitam que algo ruim possa acontecer, acreditam realmente que são imunes a crises. Sendo assim acham uma grande perda de tempo e dinheiro se preparar.

Então, Eremita… Tenho que deixar tudo pra lá então? Bom amigo leitor, se não dá para você convencer o outro, use a sutileza.

Se tem problemas com isso na família pare de usar as palavras “sobrevivencialismo” e “preparação”, porque pra muitos isso é “coisa de doido que espera o fim do mundo”. Vamos usar das sutilezas na forma de pequenos “ganchos” que vão surgir e assim implementar, sem perceberem ao menos uma preparação mínima.

Em vez de falar pra sua família que vai fazer uma cisterna e colocar uma caixa d’água de 10.000 litros como parte de uma preparação, porque pode se ocorrer uma crise hídrica, faça diferente. Não use palavras “preparação” e “crise”.

Em um dia que faltar água fale simplesmente algo assim:

-Ah, não pessoal… Ficar sem água é tão ruim, isso está acontecendo muito e eu não quero passar por isso novamente, que tal aumentar o tamanho da caixa d’água para ter uma reserva maior? Essa falta de água está acontecendo direto mesmo!

Isso pode funcionar melhor.

Quando sua esposa brigar contigo porque você comprou mais uma “tranqueira que nunca usa” para por na mochila, diga tranquilamente, fazendo alguma analogia que não tenha nada a ver com sobrevivencialismo, por exemplo:

-Olha só meu bem, tem pessoas que gostam de colecionar latinhas, miniaturas de carros e você mesmo gosta de ter vários calçados, sendo que muitos você comprou e nunca usou, é tipo isso… É só uma coleção entende, uns gostam de colecionar calçados e eu gosto de colecionar essas coisas de camping, mesmo que eu nunca use eu acho legal entende? Mas prometo que só compro com o dinheiro que sobrar, nunca vou deixar de comprar algo para a família para comprar algo para coleção, tudo bem assim? Do mesmo modo que você gosta muito dos seus calçados, eu gosto muito dessas minhas coisas. Dê um sorriso e um beijo nela nesse momento!

Falando assim, as chances dela aceitar são maiores! Em um dia que o gás acabar a noite e estiver tudo fechado aproveite e diga:

-Nossa, que chato… Para evitar isso vamos aproveitar e comprar mais um ou dois botijões sobressalentes? Assim se um dia o gás acabar novamente a noite ou em um feriado a gente já tem de reserva o que acha?

Percebeu que sem estressar e nem comentar sobre preparação e sobrevivência você já conseguiu reserva de água, liberou sua mochila e combustível extra?

Continuemos… Em vez de dizer que quer comprar um estoque de comida pra 3 meses, porque se uma crise acontecer vão estar preparados, faça diferente. Em um dia de pequenas compras de muito calor e estando preso em um engarrafamento com a família diga:

-Pessoal tá complicado ficar comprando coisas toda semana, que tal na próxima fazermos compras para uns 2 meses? Assim não precisamos passar por esse sofrimento toda semana, vamos ficar mais confortáveis e economizar combustível que pode ser revertido em outra coisa mais útil… Como pizza em família, o que acham?

Eu pronto, fechou!

Você conseguiu ficar “de boa” com a sua mochila, ter uma reserva de água, reserva de combustível e reserva de alimentos, tudo isso de forma sutil. Você está preparado com algumas coisas importantes sem sequer ter mencionado com a família os termos sobrevivencialismo e preparação.

E claro que a lista pode ser muito maior, se sua esposa gosta de plantas que tal uma hortinha juntos e talvez envolver até os pequenos nos “cuidados com as plantinhas”? Pode ser muito bom para o relacionamento familiar fazer coisas juntos. Pense nisso!

Fazer alguém “aceitar o sobrevivencialismo” no meu modo de pensar é impossível. É a própria pessoa que tem que perceber por si mesma a importância e seguir o caminho pelos seu próprios passos, não tem como forçar, mas você deve sutilmente ir implementando algumas coisas e eles nem vão perceber que estão preparados.

E você amigo leitor, mais alguma dica de como fazer os outros se prepararem de forma sutil e sem estresse?

Fonte: Sobrevivencialismo

O Ministério da Defesa da Rússia disse na quarta-feira que vai mobilizar mais de 4.000 soldados, 400 unidades técnicas e apoio aéreo principal para um exercício nuclear em grande escala, poucos dias depois do presidente russo, Vladimir Putin fazer uma ameaça velada sobre o arsenal nuclear da Rússia em meio à crise em curso na Ucrânia .

O exercício será realizado em Altai no centro-sul da Rússia, de acordo com o The Moscow Times, e vem um dia antes do início de uma cúpula da Otan, no País de Gales. Ele irá incluir especificamente Supersonic MiG-31 caças-interceptores e Su-24MR aviões de reconhecimento, juntamente com Spetsnaz unidades de forças especiais role-playing como forças inimigas.


O major Dmitry Andreev, das Forças de foguetes estratégicos, disse que a simulação terá unidades para "Realização de missões de combate em condições de interferência de rádio-eletrônica ativa e ações inimigas intensivos em áreas de envio de tropas" para combater "as unidades irregulares" e "armas de alta precisão", de acordo com o relatório.

Andreyev também disse que a escala do poder aéreo incluído seria inédito para tal exercício.

"Eu quero lembrá-lo de que a Rússia é uma das mais poderosas nações nucleares", disse Putin sexta-feira em um fórum da juventude, news.com.au relata . "Esta é uma realidade, e não apenas palavras."

O ministro da Defesa ucraniano Valeriy Geletey escreveu no Facebook no início desta semana que a "grande guerra chegou à nossa porta, sensação de que a Europa não tem vivido desde a Segunda Guerra Mundial", acrescentando que poderia resultar em "dezenas de milhares de mortes."


Em uma teleconferência com jornalistas antes da cúpula da Otan desta semana, da Casa Branca, o diretor sênior para Assuntos Europeus, Charles Kupchan alertou a Rússia contra a interferência em outras ex-repúblicas soviéticas.

"A Rússia, nem sequer pode pensar em mexer na Estônia ou em qualquer uma das áreas do Báltico, da mesma forma que foram mexer na Ucrânia", disse Kupchan, de acordo com a al-Jazeera America .

Fontes: Daily Caller , Sempre Guerra

Rússia anuncia exercícios nucleares de grande escala em resposta a Ucrânia

O Ministério da Defesa da Rússia disse na quarta-feira que vai mobilizar mais de 4.000 soldados, 400 unidades técnicas e apoio aéreo principal para um exercício nuclear em grande escala, poucos dias depois do presidente russo, Vladimir Putin fazer uma ameaça velada sobre o arsenal nuclear da Rússia em meio à crise em curso na Ucrânia .

O exercício será realizado em Altai no centro-sul da Rússia, de acordo com o The Moscow Times, e vem um dia antes do início de uma cúpula da Otan, no País de Gales. Ele irá incluir especificamente Supersonic MiG-31 caças-interceptores e Su-24MR aviões de reconhecimento, juntamente com Spetsnaz unidades de forças especiais role-playing como forças inimigas.


O major Dmitry Andreev, das Forças de foguetes estratégicos, disse que a simulação terá unidades para "Realização de missões de combate em condições de interferência de rádio-eletrônica ativa e ações inimigas intensivos em áreas de envio de tropas" para combater "as unidades irregulares" e "armas de alta precisão", de acordo com o relatório.

Andreyev também disse que a escala do poder aéreo incluído seria inédito para tal exercício.

"Eu quero lembrá-lo de que a Rússia é uma das mais poderosas nações nucleares", disse Putin sexta-feira em um fórum da juventude, news.com.au relata . "Esta é uma realidade, e não apenas palavras."

O ministro da Defesa ucraniano Valeriy Geletey escreveu no Facebook no início desta semana que a "grande guerra chegou à nossa porta, sensação de que a Europa não tem vivido desde a Segunda Guerra Mundial", acrescentando que poderia resultar em "dezenas de milhares de mortes."


Em uma teleconferência com jornalistas antes da cúpula da Otan desta semana, da Casa Branca, o diretor sênior para Assuntos Europeus, Charles Kupchan alertou a Rússia contra a interferência em outras ex-repúblicas soviéticas.

"A Rússia, nem sequer pode pensar em mexer na Estônia ou em qualquer uma das áreas do Báltico, da mesma forma que foram mexer na Ucrânia", disse Kupchan, de acordo com a al-Jazeera America .

Fontes: Daily Caller , Sempre Guerra

Por: Julio Lobo / Sobrevivencialismo

O sobrevivencialismo cresceu muito! Atualmente temos tanto conteúdo produzido que os iniciantes e recém chegados muitas vezes não sabem como ou por onde começar. Isso faz com que muitos acabem perdendo o interesse, simplesmente por não verem aplicação prática.

compassPensando nisso, decidi fazer uma espécie de guia para permitir que as pessoas entendam qual o começo, meio e objetivo final de ser um sobrevivencialista. Espero que gostem da explicação:



Enfatizo que eu elaborei o material baseado em minha experiência, logo, pode ser que haja um ou outro ponto de conflito com outros indivíduos experientes na área.
Até.

Fonte: Sobrevivencialismo

Sobrevivencialismo: Os 8 passos para se tornar um sobrevivencialista

Por: Julio Lobo / Sobrevivencialismo

O sobrevivencialismo cresceu muito! Atualmente temos tanto conteúdo produzido que os iniciantes e recém chegados muitas vezes não sabem como ou por onde começar. Isso faz com que muitos acabem perdendo o interesse, simplesmente por não verem aplicação prática.

compassPensando nisso, decidi fazer uma espécie de guia para permitir que as pessoas entendam qual o começo, meio e objetivo final de ser um sobrevivencialista. Espero que gostem da explicação:



Enfatizo que eu elaborei o material baseado em minha experiência, logo, pode ser que haja um ou outro ponto de conflito com outros indivíduos experientes na área.
Até.

Fonte: Sobrevivencialismo

Ucrânia, Síria, Iraque: tanto os conflitos violentos quanto a constante formação de alianças inesperadas marcam mundo atual. Ocidente precisa reagir a essa realidade, opina o redator-chefe da DW, Alexander Kudascheff.

Alexander Kudascheff, redator-chefe da DW
O mundo está sendo abalado por crises dramáticas. Na Ucrânia. E ainda mais no Oriente Médio, mesmo que um novo cessar-fogo de cinco dias entre Israel e o Hamas permita uma pausa para respirar.

Na Síria, a guerra civil prossegue com intensidade homicida, embora quase que despercebida: em breve se atingirá a marca de 200 mil mortos, num país em dissolução.

E no norte do Iraque, o mapa territorial está sendo retraçado por uma soldadesca inimaginavelmente brutal, que ultrapassa todos os limites em nome de Alá, e cuja área de dominação já se estende da cidade de Aleppo até o Curdistão iraquiano: o chamado "Estado Islâmico" (EI). O EI pretende destruir a ordem vigente, ele não reconhece fronteiras, Estados ou governos: para ele, o que conta é apenas sua própria interpretação do Alcorão.

E isso abala a diplomacia, pois, de repente, as antigas concepções não valem mais. Os Estados Unidos apoiam os curdos – e, portanto, indiretamente, os xiitas em Bagdá e em Teerã – na luta contra os terroristas do EI. O país dá essa ajuda à própria revelia, pois, na realidade, ele quer uma troca de poder e de política no Iraque, e suas relações com o Irã prosseguem tensas e abaladas.

Na Síria, os EUA também não sabem se insistem na queda do tirano Bashar al-Assad, pois isso abriria o caminho para a Frente Al-Nusra, que eles combatem no norte do Iraque. Uma desordem diplomática para a qual não há respostas fáceis.

O prêmio Nobel da Paz Barack Obama decidiu-se cedo por uma retirada de tropas do Iraque. Ele não acredita nos êxitos das intervenções militares e, no entanto, teve que interferir agora. O papel dos EUA no Oriente Médio se desgastou. Antes, o país era considerado insubstituível, devido a suas estreitas conexões estratégicas com Israel e com as monarquias e países árabes conservadores e com lideranças autoritárias, como o Egito, a Jordânia e a Arábia Saudita.

Porém, Obama tem fama de fraco, indeciso, hesitante e incapaz de se impor. Nem mesmo Israel lhe dá ouvidos – como tem mostrado, nos últimos 12 meses, a vã "diplomacia de ponte aérea" do incansável secretário de Estado John Kerry. Israel segue sendo o parceiro dos EUA, porém, age de forma mais autônoma do que nunca.

Na grande crise europeia em torno da Ucrânia, por outro lado, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, se revela um mestre da falta de transparência tática. Depois da anexação da Crimeia, será que ele também pretende avançar sobre o leste ucraniano? Será que só quer desestabilizar a região? Ou quer desestabilizá-la para depois anexá-la?

Será que o desafio de Moscou se dirige apenas ao malquisto governo em Kiev, ou por trás dele se esconde a gritante ambição de poder de um novo imperialismo russo, que se insere no vácuo político aberto pelos EUA, tão ocupados consigo mesmos, e pela hesitante e indecisa União Europeia?

As sanções do Ocidente contra os russos apresentam os primeiros efeitos, mas o clima vai se congelando; e apenas telefonemas, até mesmo da chefe de governo alemã, Angela Merkel, não bastarão para desfazer o nó ucraniano. Como a Rússia foi excluída do círculo do G8, é a UE que precisa, em primeira linha, encontrar uma via de acesso ao Kremlin.

A Alemanha, por sua vez, – que desde o início do ano vem debatendo, com maior ou menor alarde, sobre um maior engajamento político no mundo – é forçada a assumir um novo papel.

O país é uma potência líder e sua opinião é escutada. Contudo, Berlim precisa avançar ainda mais, não pode se esconder por trás da UE na esperança de não ter que assumir nenhuma responsabilidade. A Alemanha precisa assumir uma posição definida: na crise da Ucrânia, sem dúvida, e possivelmente mais ainda no caso do norte do Iraque.

Se o "Estado Islâmico" age com brutalidade quase sem precedentes, se seres humanos são massacrados, assassinados ou expulsos de seus domicílios, então, Berlim não pode se acomodar em seu bem estar e prosperidade e esperar tranquilizar a própria consciência com alguns milhões e entregas de ajuda humanitária.

No entanto, as intervenções militares das últimas duas décadas foram raramente acompanhadas de sucesso. Isso vale tanto para o Afeganistão como para a Líbia – onde a derrubada de Muammar Kadafi transformou a ditadura de um homem só num "Estado caído".

O mundo ficou mais difícil de compreender. A nova ordem mundial é uma ordem em que novas alianças são constantemente formadas. Pois quem poderia ter imaginado, apenas alguns meses atrás, que o mundo se colocaria do lado dos curdos? Ainda mais com a intenção de que combatentes peshmerga vitoriosos desenvolvam uma nova consciência curda e que talvez exijam a fundação de um Estado curdo transfronteiriço!

Entre os polos da superpotência americana em retirada, as pretensões neoimperialistas de Moscou e uma China que, por enquanto, muitas vezes ainda age à sombra da política mundial, é necessária uma política externa nova e livre de preconceitos por parte da UE e, sobretudo, da Alemanha. E isso numa época sem certezas diplomáticas.

Fontes: Illuminati Elite MalditaDW

Ocidente precisa reagir à nova ordem mundial, opina o redator-chefe da DW, Alexander Kudascheff

Ucrânia, Síria, Iraque: tanto os conflitos violentos quanto a constante formação de alianças inesperadas marcam mundo atual. Ocidente precisa reagir a essa realidade, opina o redator-chefe da DW, Alexander Kudascheff.

Alexander Kudascheff, redator-chefe da DW
O mundo está sendo abalado por crises dramáticas. Na Ucrânia. E ainda mais no Oriente Médio, mesmo que um novo cessar-fogo de cinco dias entre Israel e o Hamas permita uma pausa para respirar.

Na Síria, a guerra civil prossegue com intensidade homicida, embora quase que despercebida: em breve se atingirá a marca de 200 mil mortos, num país em dissolução.

E no norte do Iraque, o mapa territorial está sendo retraçado por uma soldadesca inimaginavelmente brutal, que ultrapassa todos os limites em nome de Alá, e cuja área de dominação já se estende da cidade de Aleppo até o Curdistão iraquiano: o chamado "Estado Islâmico" (EI). O EI pretende destruir a ordem vigente, ele não reconhece fronteiras, Estados ou governos: para ele, o que conta é apenas sua própria interpretação do Alcorão.

E isso abala a diplomacia, pois, de repente, as antigas concepções não valem mais. Os Estados Unidos apoiam os curdos – e, portanto, indiretamente, os xiitas em Bagdá e em Teerã – na luta contra os terroristas do EI. O país dá essa ajuda à própria revelia, pois, na realidade, ele quer uma troca de poder e de política no Iraque, e suas relações com o Irã prosseguem tensas e abaladas.

Na Síria, os EUA também não sabem se insistem na queda do tirano Bashar al-Assad, pois isso abriria o caminho para a Frente Al-Nusra, que eles combatem no norte do Iraque. Uma desordem diplomática para a qual não há respostas fáceis.

O prêmio Nobel da Paz Barack Obama decidiu-se cedo por uma retirada de tropas do Iraque. Ele não acredita nos êxitos das intervenções militares e, no entanto, teve que interferir agora. O papel dos EUA no Oriente Médio se desgastou. Antes, o país era considerado insubstituível, devido a suas estreitas conexões estratégicas com Israel e com as monarquias e países árabes conservadores e com lideranças autoritárias, como o Egito, a Jordânia e a Arábia Saudita.

Porém, Obama tem fama de fraco, indeciso, hesitante e incapaz de se impor. Nem mesmo Israel lhe dá ouvidos – como tem mostrado, nos últimos 12 meses, a vã "diplomacia de ponte aérea" do incansável secretário de Estado John Kerry. Israel segue sendo o parceiro dos EUA, porém, age de forma mais autônoma do que nunca.

Na grande crise europeia em torno da Ucrânia, por outro lado, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, se revela um mestre da falta de transparência tática. Depois da anexação da Crimeia, será que ele também pretende avançar sobre o leste ucraniano? Será que só quer desestabilizar a região? Ou quer desestabilizá-la para depois anexá-la?

Será que o desafio de Moscou se dirige apenas ao malquisto governo em Kiev, ou por trás dele se esconde a gritante ambição de poder de um novo imperialismo russo, que se insere no vácuo político aberto pelos EUA, tão ocupados consigo mesmos, e pela hesitante e indecisa União Europeia?

As sanções do Ocidente contra os russos apresentam os primeiros efeitos, mas o clima vai se congelando; e apenas telefonemas, até mesmo da chefe de governo alemã, Angela Merkel, não bastarão para desfazer o nó ucraniano. Como a Rússia foi excluída do círculo do G8, é a UE que precisa, em primeira linha, encontrar uma via de acesso ao Kremlin.

A Alemanha, por sua vez, – que desde o início do ano vem debatendo, com maior ou menor alarde, sobre um maior engajamento político no mundo – é forçada a assumir um novo papel.

O país é uma potência líder e sua opinião é escutada. Contudo, Berlim precisa avançar ainda mais, não pode se esconder por trás da UE na esperança de não ter que assumir nenhuma responsabilidade. A Alemanha precisa assumir uma posição definida: na crise da Ucrânia, sem dúvida, e possivelmente mais ainda no caso do norte do Iraque.

Se o "Estado Islâmico" age com brutalidade quase sem precedentes, se seres humanos são massacrados, assassinados ou expulsos de seus domicílios, então, Berlim não pode se acomodar em seu bem estar e prosperidade e esperar tranquilizar a própria consciência com alguns milhões e entregas de ajuda humanitária.

No entanto, as intervenções militares das últimas duas décadas foram raramente acompanhadas de sucesso. Isso vale tanto para o Afeganistão como para a Líbia – onde a derrubada de Muammar Kadafi transformou a ditadura de um homem só num "Estado caído".

O mundo ficou mais difícil de compreender. A nova ordem mundial é uma ordem em que novas alianças são constantemente formadas. Pois quem poderia ter imaginado, apenas alguns meses atrás, que o mundo se colocaria do lado dos curdos? Ainda mais com a intenção de que combatentes peshmerga vitoriosos desenvolvam uma nova consciência curda e que talvez exijam a fundação de um Estado curdo transfronteiriço!

Entre os polos da superpotência americana em retirada, as pretensões neoimperialistas de Moscou e uma China que, por enquanto, muitas vezes ainda age à sombra da política mundial, é necessária uma política externa nova e livre de preconceitos por parte da UE e, sobretudo, da Alemanha. E isso numa época sem certezas diplomáticas.

Fontes: Illuminati Elite MalditaDW

Os black blocs que executaram as ações de grande repercussão do ano passado continuam fora do radar da polícia, e prometem transformar a Copa do Mundo “num caos”. Para isso, alguns deles esperam que o Primeiro Comando da Capital (PCC), a organização que domina os presídios paulistas e emite ordens para criminosos soltos, também entre em campo. Não se trata de uma parceria, mas de uma soma de esforços.

Com o compromisso de não identificá-los, o Estado ouviu 16 desses black blocs, em seis encontros, na última semana. À diferença dos adolescentes que os imitaram em depredações, e que acabaram arrolados em um inquérito do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), eles são adultos, seguem tática desenvolvida há décadas na Europa e nos Estados Unidos, não têm página no Facebook nem querem aparecer.

Dos 20 que formam o núcleo da rede, apenas um foi fichado, porque foi detido em uma manifestação. Movem-se na sombra do anonimato, articulam-se nacionalmente, e nunca haviam dado entrevista antes. Preocupados com sua imagem perante a opinião pública, decidiram falar, pela primeira vez. “Vamos estourar de novo agora”, promete o mais veterano deles, de 34 anos, formado em História na USP e com matrícula trancada no curso de Psicologia.

“A gente vai devolver o troco na moeda que o Estado impõe”, ameaça o ativista, que trabalha para um hospital público de São Paulo. “O caos que o Estado tem colocado na periferia, por meio da violência policial, na saúde pública, com pessoas morrendo nos hospitais, na falta de educação, na falta de dignidade no transporte, na vida humana, é o caos que a gente pretende devolver de troco para o Estado. E não na forma violenta como ele nos apresenta. Mas vamos instalar o caos, sim. Esse é um recado para o Estado.”

“A gente tem certeza de que o crime organizado, o PCC, vai causar o caos na Copa, e a gente vai puxar para o outro lado”, continua o veterano. “Não temos aliança nem somos contra o PCC. Só que eles têm poder de fogo muito maior do que o MPL (Movimento Passe Livre, que iniciou as manifestações, há um ano, com ajuda dos black blocs). Pararam São Paulo”, acrescentou, lembrando as ações do PCC na década passada.

O veterano e uma bailarina de 21 anos, que abandonou um curso em uma universidade pública para se dedicar exclusivamente à causa, contaram que membros do PCC receberam bem na Penitenciária do Tremembé (interior paulista) dois black blocs presos na manifestação de junho do ano passado do MPL. “Colocaram colchões para eles.” Igualmente, o Comando Vermelho acolheu um ativista preso no Rio.

“Os 'torres' respeitam o que fazemos, por causa do nosso idealismo”, explica o veterano, usando o jargão que designa os líderes do PCC. “Eles fazem por lucro e a gente, contra o sistema. Não nos arriscamos por dinheiro, mas para que a mãe deles também seja atendida pelo SUS.” O veterano prossegue: “Sou nascido e criado na ZL (zona leste). Conheço muito a cara do PCC. Somos os nerds do lado da casa deles. O crime organizado respeita a gente porque nasceu de mentes pensantes. Por isso talvez não nos coloquem na cadeia”, interpreta, intrigado com o fato de a polícia não os incomodar. “Porque vamos fazer uma revolução lá.”

Tática
O veterano, que cita o anarquista canadense George Woodcook e os Racionais MC, emprega “a tática”, como eles a chamam, desde 2001, quando “quebrou” o Parque d. Pedro, no centro de São Paulo. Em princípio, a função assumida pelos black blocs é a de resistir à repressão e proteger os manifestantes, interpondo-se entre eles e a polícia. Mas também a provocam, quando acham politicamente conveniente fazer com que ela perca o controle e a razão diante da opinião pública, de modo a atrair simpatia para um movimento.

Foi assim há um ano, na Praça da Sé, em protesto do MPL, quando o veterano, protegendo-se apenas com sua mochila, investiu contra a polícia de choque. Pegos de surpresa, os policiais dispararam bombas de gás lacrimogêneo, que atingiram a multidão, enquanto ele saía de cena, ileso. A partir dali, intensificaram-se os distúrbios.

Os black blocs, que não são um grupo estruturado, mas uma rede, que vai se formando espontaneamente, no contato nas ruas, queimaram carros de emissoras de TV e da polícia, depredaram 14 bancos (em 40 minutos) e a sede da Prefeitura. Protegidos por barricadas e beneficiados pela surpresa e pelo despreparo da polícia, não foram pegos.

Mas receberam a adesão de cerca de 100 adolescentes, que, numa explosão de fúria, ou por terem apanhado da polícia nas manifestações ou por ressentimentos trazidos da periferia onde moram, partiram para um quebra-quebra descontrolado, de tudo o que aparecesse na frente. Incluindo carros, lanchonetes e bancas de revista cujos donos pouco têm a ver com os “símbolos do capitalismo” visados pela doutrina anarco-socialista que predomina entre os black blocs. O núcleo original, então, saiu de cena. Voltou há uma semana, em uma manifestação pacífica na Praça da Sé. “A gente estava bem armado”, disse o veterano, sem detalhar o tipo de arma. Eles têm usado coquetéis molotov, pedras e escudos improvisados.

“A ação black bloc é mais incisiva e intensa numa manifestação pacífica”, afirma o veterano. Segundo ele, as ações têm de ter uma razão de ser. “Não vejo sentido em quebrar banco na Copa”, exemplifica. Mas a violência contra bens materiais - e não contra seres vivos, com exceção de policiais - é justificada pelos praticantes da tática. E desculpada, no caso da ação “aleatória” de adolescentes da periferia. “Não existe o errado e o certo”, pondera. “É a revolta dele.”

Frustração
 “Ocupamos durante cinco meses a frente da Assembleia Legislativa, cheios de boas intenções”, lembra um estudante de Direito de 22 anos. “Apresentamos uma pauta de reivindicações. Não deu em nada. Manifestação pacífica não dá resultado.”

“No último ano, houve 30 protestos, 4 muito violentos, que foram os mais noticiados”, contabiliza um profissional de Marketing e estudante de Ciência Política de 32 anos, que doutrina os black blocs e seus seguidores com textos anarquistas. “Os outros não receberam uma linha.”

A socióloga espanhola Esther Solano, professora da Universidade Federal de São Paulo e pesquisadora dos black blocs, vê uma distorção nessa atenção dada às depredações. “Num país onde mais de 50 mil pessoas são mortas por ano, como é possível essa histeria com 40 garotos?”, pergunta. “Um país que naturaliza tanto a sua violência não tolera ver a violência na Avenida Paulista.” O veterano acrescenta: “No Brasil, choca mais 14 bancos quebrados do que a polícia matar 6 crianças”.

“A manifestação não pode ser pacífica, sendo que é resposta à repressão estatal e capitalista”, argumenta um rapaz de 18 anos, que estuda e trabalha, mas não quis dar mais detalhes sobre si mesmo. “O Estado sendo opressor, esmagando a população, obrigando a morrer na fila do SUS, isso é violento, e a resposta é autodefesa.” O veterano completa: “É legítimo quebrar banco. Quantas pessoas os bancos quebram por dia?” Com relação a depredar bens públicos que depois terão de ser reparados com dinheiro dos impostos, ele responde: “O imposto já é roubado. Dizer que o dinheiro vai sair do nosso bolso é mentira, porque já saiu. Alguém tem saúde digna? Então não reclame de vandalismo.”

Contágio
Os black blocs acreditam que sua revolta esteja se espalhando pelas camadas mais pobres da população. “O bagulho que mais gostei da semana passada foi a greve dos motoristas”, disse a moça de 21 anos, que vive da renda de um aluguel. “Estamos mostrando na rua a tática, e queremos que as pessoas se apropriem”, acrescenta uma estudante de Ciências Sociais “na casa dos 30”, que, como muitos deles, tem receio de fornecer detalhes nesta reportagem e finalmente entrar no radar da polícia. “A barricada é útil quando o Choque chega para desocupar uma área”, exemplifica. “Uma UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) foi queimada em uma favela do Rio em protesto contra a violência policial.”

Sete membros do núcleo participaram da ocupação da Câmara Municipal do Rio, no ano passado. Eles também estão associados a um grupo no Recife, uma das cidades do Nordeste que visitaram. “Fomos fazer campo de base”, disse o veterano. Ativistas colombianos e venezuelanos vieram trocar experiências com eles. A bailarina está interessada nos zapatistas, e prepara-se para ir visitá-los no México. Ela gosta do filósofo germano-americano Herbert Marcuse, ideólogo da contracultura, para quem “não temos que quebrar o sistema nem por dentro nem por fora, mas por suas brechas”.

Alguns abandonaram estudos e trabalho para se dedicar à causa em tempo integral. Outros a conciliam com uma vida “normal”. Têm carros e cedem seus apartamentos para a “causa”. O repórter do Estado esteve em dois “aparelhos”, para usar um termo dos anos 70, na região da Avenida Paulista. Num deles, o anfitrião calçava pantufas de ursinho. Em duas situações, o repórter viu black blocs dando esmolas na rua. Pessoalmente, são gentis e educados, em contraste com a imagem de violência associada a eles.

O perfil social dos black blocs é variado. Alguns são pobres e moram na periferia. Outros são de classe média baixa e vivem na região central da cidade. O repórter conheceu apenas um caso de um rapaz de classe alta, cujos pais moram em um bairro nobre de São Paulo. Depois de ler o primeiro texto anarquista, aos 13 anos, pediu para seus pais pararem de pagar escola para ele. Hoje com 18 anos, mora com a namorada na região oeste de São Paulo, trabalha e estuda, e participa das ações mais ousadas dos black blocs.

Polícia
Quase todos concluíram, abandonaram ou fazem faculdade. E sofreram violência policial. Quando o veterano tinha 14 anos, a polícia veio despejar sua família do barraco em que viviam, no Parque São Luís, na zona norte de São Paulo. “Estávamos devendo o aluguel e parece que o dono tinha um parente militar, porque a polícia não pode chegar assim, sem um mandado”, recorda. “Um policial alterou a voz com a minha mãe, entrei na frente e ele deu um tapa na minha cara. Eu nunca tinha apanhado, nunca tinha tacado pedra na polícia. Hoje, jogo coquetel molotov com gosto.”

“A maioria dos presos é punk”, diz o veterano. “A gente 'cola' muito com os punks. São inteligentes, não são vândalos”, continua, empregando esse termo para quem depreda aleatoriamente, sem seguir a tática, que preconiza ações com motivo claro. “Não cobrem a cara. Em tudo o que eles acham justo, eles estão. A polícia prende os punks e, por causa da cor da roupa, diz que são black blocs.”

Um rapaz de 20 anos conta que aderiu à tática depois de levar três balas de borracha da polícia - uma na perna esquerda e outra nas costas, no distúrbio na Rua Maria Antonia, no dia 13 de junho; e uma no estômago, na manifestação do 7 de Setembro, a que teve a maior participação de black blocs e de seus seguidores adolescentes.

“Não vejo sentido em quebrar banco, mas vejo a polícia como órgão repressor, e nosso papel é proteger os manifestantes”, assinala o rapaz, que estuda Direito em uma faculdade privada, com 100% de bolsa do ProUni, e faz estágio em uma imobiliária. Ele mora em um bairro da região central com a mãe, empregada doméstica.

A bailarina afirma ter sido assediada sexualmente por policiais, antes de aderir à tática.

Um programador de 32 anos que apoia o movimento acredita que seu pai, que era dono de um bingo, tenha sido morto por policiais, por não pagar a quantia exigida por eles para manter o negócio funcionando, quando se tornou ilegal, em 1998. Seus conhecimentos profissionais são valiosos para os black blocs, que se apoiam na atividade de hackers. No primeiro encontro com o repórter do Estado, o veterano lhe disse: “O seu CPF não é de São Paulo”, para deixar claro que o havia investigado.

Fonte: Estadão MSN , R7

Panorama Copa:Black blocs prometem caos na Copa com ajuda do PCC

Os black blocs que executaram as ações de grande repercussão do ano passado continuam fora do radar da polícia, e prometem transformar a Copa do Mundo “num caos”. Para isso, alguns deles esperam que o Primeiro Comando da Capital (PCC), a organização que domina os presídios paulistas e emite ordens para criminosos soltos, também entre em campo. Não se trata de uma parceria, mas de uma soma de esforços.

Com o compromisso de não identificá-los, o Estado ouviu 16 desses black blocs, em seis encontros, na última semana. À diferença dos adolescentes que os imitaram em depredações, e que acabaram arrolados em um inquérito do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), eles são adultos, seguem tática desenvolvida há décadas na Europa e nos Estados Unidos, não têm página no Facebook nem querem aparecer.

Dos 20 que formam o núcleo da rede, apenas um foi fichado, porque foi detido em uma manifestação. Movem-se na sombra do anonimato, articulam-se nacionalmente, e nunca haviam dado entrevista antes. Preocupados com sua imagem perante a opinião pública, decidiram falar, pela primeira vez. “Vamos estourar de novo agora”, promete o mais veterano deles, de 34 anos, formado em História na USP e com matrícula trancada no curso de Psicologia.

“A gente vai devolver o troco na moeda que o Estado impõe”, ameaça o ativista, que trabalha para um hospital público de São Paulo. “O caos que o Estado tem colocado na periferia, por meio da violência policial, na saúde pública, com pessoas morrendo nos hospitais, na falta de educação, na falta de dignidade no transporte, na vida humana, é o caos que a gente pretende devolver de troco para o Estado. E não na forma violenta como ele nos apresenta. Mas vamos instalar o caos, sim. Esse é um recado para o Estado.”

“A gente tem certeza de que o crime organizado, o PCC, vai causar o caos na Copa, e a gente vai puxar para o outro lado”, continua o veterano. “Não temos aliança nem somos contra o PCC. Só que eles têm poder de fogo muito maior do que o MPL (Movimento Passe Livre, que iniciou as manifestações, há um ano, com ajuda dos black blocs). Pararam São Paulo”, acrescentou, lembrando as ações do PCC na década passada.

O veterano e uma bailarina de 21 anos, que abandonou um curso em uma universidade pública para se dedicar exclusivamente à causa, contaram que membros do PCC receberam bem na Penitenciária do Tremembé (interior paulista) dois black blocs presos na manifestação de junho do ano passado do MPL. “Colocaram colchões para eles.” Igualmente, o Comando Vermelho acolheu um ativista preso no Rio.

“Os 'torres' respeitam o que fazemos, por causa do nosso idealismo”, explica o veterano, usando o jargão que designa os líderes do PCC. “Eles fazem por lucro e a gente, contra o sistema. Não nos arriscamos por dinheiro, mas para que a mãe deles também seja atendida pelo SUS.” O veterano prossegue: “Sou nascido e criado na ZL (zona leste). Conheço muito a cara do PCC. Somos os nerds do lado da casa deles. O crime organizado respeita a gente porque nasceu de mentes pensantes. Por isso talvez não nos coloquem na cadeia”, interpreta, intrigado com o fato de a polícia não os incomodar. “Porque vamos fazer uma revolução lá.”

Tática
O veterano, que cita o anarquista canadense George Woodcook e os Racionais MC, emprega “a tática”, como eles a chamam, desde 2001, quando “quebrou” o Parque d. Pedro, no centro de São Paulo. Em princípio, a função assumida pelos black blocs é a de resistir à repressão e proteger os manifestantes, interpondo-se entre eles e a polícia. Mas também a provocam, quando acham politicamente conveniente fazer com que ela perca o controle e a razão diante da opinião pública, de modo a atrair simpatia para um movimento.

Foi assim há um ano, na Praça da Sé, em protesto do MPL, quando o veterano, protegendo-se apenas com sua mochila, investiu contra a polícia de choque. Pegos de surpresa, os policiais dispararam bombas de gás lacrimogêneo, que atingiram a multidão, enquanto ele saía de cena, ileso. A partir dali, intensificaram-se os distúrbios.

Os black blocs, que não são um grupo estruturado, mas uma rede, que vai se formando espontaneamente, no contato nas ruas, queimaram carros de emissoras de TV e da polícia, depredaram 14 bancos (em 40 minutos) e a sede da Prefeitura. Protegidos por barricadas e beneficiados pela surpresa e pelo despreparo da polícia, não foram pegos.

Mas receberam a adesão de cerca de 100 adolescentes, que, numa explosão de fúria, ou por terem apanhado da polícia nas manifestações ou por ressentimentos trazidos da periferia onde moram, partiram para um quebra-quebra descontrolado, de tudo o que aparecesse na frente. Incluindo carros, lanchonetes e bancas de revista cujos donos pouco têm a ver com os “símbolos do capitalismo” visados pela doutrina anarco-socialista que predomina entre os black blocs. O núcleo original, então, saiu de cena. Voltou há uma semana, em uma manifestação pacífica na Praça da Sé. “A gente estava bem armado”, disse o veterano, sem detalhar o tipo de arma. Eles têm usado coquetéis molotov, pedras e escudos improvisados.

“A ação black bloc é mais incisiva e intensa numa manifestação pacífica”, afirma o veterano. Segundo ele, as ações têm de ter uma razão de ser. “Não vejo sentido em quebrar banco na Copa”, exemplifica. Mas a violência contra bens materiais - e não contra seres vivos, com exceção de policiais - é justificada pelos praticantes da tática. E desculpada, no caso da ação “aleatória” de adolescentes da periferia. “Não existe o errado e o certo”, pondera. “É a revolta dele.”

Frustração
 “Ocupamos durante cinco meses a frente da Assembleia Legislativa, cheios de boas intenções”, lembra um estudante de Direito de 22 anos. “Apresentamos uma pauta de reivindicações. Não deu em nada. Manifestação pacífica não dá resultado.”

“No último ano, houve 30 protestos, 4 muito violentos, que foram os mais noticiados”, contabiliza um profissional de Marketing e estudante de Ciência Política de 32 anos, que doutrina os black blocs e seus seguidores com textos anarquistas. “Os outros não receberam uma linha.”

A socióloga espanhola Esther Solano, professora da Universidade Federal de São Paulo e pesquisadora dos black blocs, vê uma distorção nessa atenção dada às depredações. “Num país onde mais de 50 mil pessoas são mortas por ano, como é possível essa histeria com 40 garotos?”, pergunta. “Um país que naturaliza tanto a sua violência não tolera ver a violência na Avenida Paulista.” O veterano acrescenta: “No Brasil, choca mais 14 bancos quebrados do que a polícia matar 6 crianças”.

“A manifestação não pode ser pacífica, sendo que é resposta à repressão estatal e capitalista”, argumenta um rapaz de 18 anos, que estuda e trabalha, mas não quis dar mais detalhes sobre si mesmo. “O Estado sendo opressor, esmagando a população, obrigando a morrer na fila do SUS, isso é violento, e a resposta é autodefesa.” O veterano completa: “É legítimo quebrar banco. Quantas pessoas os bancos quebram por dia?” Com relação a depredar bens públicos que depois terão de ser reparados com dinheiro dos impostos, ele responde: “O imposto já é roubado. Dizer que o dinheiro vai sair do nosso bolso é mentira, porque já saiu. Alguém tem saúde digna? Então não reclame de vandalismo.”

Contágio
Os black blocs acreditam que sua revolta esteja se espalhando pelas camadas mais pobres da população. “O bagulho que mais gostei da semana passada foi a greve dos motoristas”, disse a moça de 21 anos, que vive da renda de um aluguel. “Estamos mostrando na rua a tática, e queremos que as pessoas se apropriem”, acrescenta uma estudante de Ciências Sociais “na casa dos 30”, que, como muitos deles, tem receio de fornecer detalhes nesta reportagem e finalmente entrar no radar da polícia. “A barricada é útil quando o Choque chega para desocupar uma área”, exemplifica. “Uma UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) foi queimada em uma favela do Rio em protesto contra a violência policial.”

Sete membros do núcleo participaram da ocupação da Câmara Municipal do Rio, no ano passado. Eles também estão associados a um grupo no Recife, uma das cidades do Nordeste que visitaram. “Fomos fazer campo de base”, disse o veterano. Ativistas colombianos e venezuelanos vieram trocar experiências com eles. A bailarina está interessada nos zapatistas, e prepara-se para ir visitá-los no México. Ela gosta do filósofo germano-americano Herbert Marcuse, ideólogo da contracultura, para quem “não temos que quebrar o sistema nem por dentro nem por fora, mas por suas brechas”.

Alguns abandonaram estudos e trabalho para se dedicar à causa em tempo integral. Outros a conciliam com uma vida “normal”. Têm carros e cedem seus apartamentos para a “causa”. O repórter do Estado esteve em dois “aparelhos”, para usar um termo dos anos 70, na região da Avenida Paulista. Num deles, o anfitrião calçava pantufas de ursinho. Em duas situações, o repórter viu black blocs dando esmolas na rua. Pessoalmente, são gentis e educados, em contraste com a imagem de violência associada a eles.

O perfil social dos black blocs é variado. Alguns são pobres e moram na periferia. Outros são de classe média baixa e vivem na região central da cidade. O repórter conheceu apenas um caso de um rapaz de classe alta, cujos pais moram em um bairro nobre de São Paulo. Depois de ler o primeiro texto anarquista, aos 13 anos, pediu para seus pais pararem de pagar escola para ele. Hoje com 18 anos, mora com a namorada na região oeste de São Paulo, trabalha e estuda, e participa das ações mais ousadas dos black blocs.

Polícia
Quase todos concluíram, abandonaram ou fazem faculdade. E sofreram violência policial. Quando o veterano tinha 14 anos, a polícia veio despejar sua família do barraco em que viviam, no Parque São Luís, na zona norte de São Paulo. “Estávamos devendo o aluguel e parece que o dono tinha um parente militar, porque a polícia não pode chegar assim, sem um mandado”, recorda. “Um policial alterou a voz com a minha mãe, entrei na frente e ele deu um tapa na minha cara. Eu nunca tinha apanhado, nunca tinha tacado pedra na polícia. Hoje, jogo coquetel molotov com gosto.”

“A maioria dos presos é punk”, diz o veterano. “A gente 'cola' muito com os punks. São inteligentes, não são vândalos”, continua, empregando esse termo para quem depreda aleatoriamente, sem seguir a tática, que preconiza ações com motivo claro. “Não cobrem a cara. Em tudo o que eles acham justo, eles estão. A polícia prende os punks e, por causa da cor da roupa, diz que são black blocs.”

Um rapaz de 20 anos conta que aderiu à tática depois de levar três balas de borracha da polícia - uma na perna esquerda e outra nas costas, no distúrbio na Rua Maria Antonia, no dia 13 de junho; e uma no estômago, na manifestação do 7 de Setembro, a que teve a maior participação de black blocs e de seus seguidores adolescentes.

“Não vejo sentido em quebrar banco, mas vejo a polícia como órgão repressor, e nosso papel é proteger os manifestantes”, assinala o rapaz, que estuda Direito em uma faculdade privada, com 100% de bolsa do ProUni, e faz estágio em uma imobiliária. Ele mora em um bairro da região central com a mãe, empregada doméstica.

A bailarina afirma ter sido assediada sexualmente por policiais, antes de aderir à tática.

Um programador de 32 anos que apoia o movimento acredita que seu pai, que era dono de um bingo, tenha sido morto por policiais, por não pagar a quantia exigida por eles para manter o negócio funcionando, quando se tornou ilegal, em 1998. Seus conhecimentos profissionais são valiosos para os black blocs, que se apoiam na atividade de hackers. No primeiro encontro com o repórter do Estado, o veterano lhe disse: “O seu CPF não é de São Paulo”, para deixar claro que o havia investigado.

Fonte: Estadão MSN , R7

Posted at: By Luis R. Miranda

Vamos esquecer de uma Constituição para a Internet ou de como devem ser roteados os cabos de fibra óptica para tirar o controle dos Estados Unidos. O que os brasileiros realmente precisam é que o governo garanta a segurança dos seus cidadãos.

Se o governo liderado por Dilma Rousseff prestasse a metade da atenção que dá à Internet em questões como a pobreza, segurança, política fiscal e corrupção, o Brasil não precisaria se preocupar com a segurança na Internet.

Nem o governo de Dilma, nem o de seu antecessor, Luis Inácio “Lula” da Silva mostraram capacidade para lidar com os problemas mais básicos que afetam o povo brasileiro. Enquanto mendigos inundam as ruas de qualquer metrópole, enquanto o crime aumenta fora de controle e, enquanto o tráfico de drogas se torna mais prevalente, o governo em Brasília passa a maior parte do seu tempo se preocupando com os preparativos para a Copa do Mundo e as Olimpíadas em 2016.

Brasil deixou de ser o “país do futuro” para se transformar no pais que estava destinado a ser antes que o capital estrangeiro começara a fluir para o país. Este capital estrangeiro agora começou a sair do Brasil devido à incompetência do governo, à ignorância deliberada no gerenciamento dos negócios e à corrupção desenfreada que corre nas veias da política brasileira.

Um exemplo desse tipo de corrupção é que, se há alguns meses os brasileiros tinham alguma esperança de que os autores do esquema Mensalão estavam em seu caminho para a prisão, hoje, a realidade é outra. Agora, não está claro se algum daqueles que foram julgados e culpados de uma variedade de crimes por parte do Supremo Tribunal Federal vão passar mais do que alguns meses na prisão.

Se no início do mandato de Dilma Rousseff os brasileiros acreditavam que ela iria fazer a diferença para alcançar o objetivo de transformar o Brasil em uma nação de primeiro mundo, muitos crentes têm visto a sua esperança se transformar em frustração. Depois de quase quatro anos do governo Dilma, o Brasil é ainda mais pobre, mais corrupto e menos seguro.

Nem os cinco anos que se passaram desde o início do projeto criado para supostamente pacificar as favelas, nem os planos criados em torno da celebração dos dois maiores eventos esportivos do planeta têm feito muito para ajudar na eliminação da violência no Rio de Janeiro, por exemplo, embora a cidade seja a sede dos Jogos Olímpicos em 2016.

De fato, o suposto esforço do governo para acalmar a violência é tal fracasso, que nos últimos dias, soldados do Exército foram vistos patrulhando as ruas e centros comerciais em pequenas cidades localizadas perto de cidades-sede da Copa do Mundo. Militarizar o país não é apenas um exemplo da incapacidade para garantir a segurança, mas também é uma medida desesperada para mostrar que uma administração sem noção nenhuma sobre segurança quer controlar a maior ameaça para a estabilidade do Brasil e sua ordem pública.

O poder das gangues tem sido enfraquecido consideravelmente nos últimos anos, diz o governo, mas, como alguns especialistas alertam, as principais facções criminosas têm se entrincheirado em áreas periféricas e de essas posições estratégicas estão agora vendendo drogas nas favelas, bem como bairros nobres. A última erupção dessa violência ocorreu terça-feira em uma favela localizada no coração do Rio de Janeiro.

Em outras regiões do país, policiais mascarados assaltam bairros pobres em busca de armas e drogas, mas, como a história e a experiência têm demonstrado, esta é apenas uma medida reativa infrutífera.

Depois que a polícia e equipes de operações especiais atacam e limpam um bairro, mais armas e drogas fluem para uma nova área da periferia e o crime simplesmente toma um novo endereço nos milhares de favelas pobres de todo o país.

No Brasil, os políticos e policiais ainda acreditam que a resposta para o crime é a força e a violência. Mesmo nisso, os traficantes sabem mais do que o governo. Parte da razão pela qual o governo brasileiro não pode lidar com questões de segurança é porque uma grande parte da sua força policial também é extremamente corrupta.

A Polícia Militar, por exemplo, que é o braço mais forte contra o crime, é conhecida por ser corrupta até a medula. Em muitos aspectos, pedir para a Policia Militar combater o crime é como pedir para uma raposa vigiar o galinheiro.

No Rio, as alegações de abuso e morte de civis que não têm nada a ver com grupos de tráfico de drogas ocorrem semanalmente, enquanto o governo do estado lança operações policiais na suposta tentativa de caçar criminosos.

O relaxamento idílico pelo qual os brasileiros são conhecidos parece ter diminuído um pouco agora que o país é instado a responder às alegações de insegurança e corrupção. No entanto, os políticos brasileiros continuam a mostrar incapacidade para resolver a questão mais urgente [segurança], enquanto a Copa do Mundo de 2014 esta prestes a começar.

O Brasil está de fato em num ponto crítico e existem dois fatores que fazem com que este ponto seja delicado. Primeiro, as pessoas que vivem em favelas, que acumulam grande ressentimento para com uma sociedade indiferente, e os políticos que permitiram que o crime e a morte se espalhassem, continuam a se ver como cidadãos de segunda classe.

Na verdade, o sucesso das gangues aqui no Brasil surgiu como uma consequência da ‘simbiose’ que essas gangues forjaram com os mais pobres dos pobres. Os traficantes que controlam as favelas e muitas outras áreas no Brasil preencheram um vácuo que o governo nunca se importou de preencher.

Estimulados pelos movimentos de protesto que se espalharam por todo o Brasil desde junho do ano passado e reforçados pela presença maciça da mídia mundial, os moradores dos subúrbios estão agora se manifestando com mais raiva e frequentemente tomam as ruas para brigar contra a policia atirando pedras e coquetéis molotov, enquanto acusam a polícia militar de violar os seus direitos.

Este cenário só pode piorar à medida que a Copa do Mundo se aproxima. Manifestantes advertiram em 2013 que eles iriam voltar para as ruas em 2014. O governo e a Polícia Militar já anunciaram suas medidas para lidar com quem não estiver feliz com o governo por ter usado bilhões de reais para construir estádios no lugar de construir hospitais ou investir em educação.

O segundo fator é que, apesar da repressão do governo em algumas das cidades mais populares em todo o país, as cidades-sede da Copa do Mundo estão agora sob um período de calma tensa que antecede o torneio de futebol. Uma vez visto como o maior exemplo de entretenimento, festa e diversidade cultural, a praia de Copacabana entrou em um clima de medo devido ao aumento da criminalidade, tiroteios policiais e ao aparecimento de células narco antigas e novas. Entre elas o Comando Vermelho (CV), uma organização que opera de uma favela no Rio de Janeiro.

Os índices de criminalidade aumentaram no ano passado em grande parte do Brasil, mas especialmente em cidades importantes como o Rio, onde apesar de aumentar a atividade policial, os cidadãos sentem que estão sendo envolvidos pela sombra escura de uma máfia criminosa fora de controle. “Estamos em um ano eleitoral e não vamos tomar decisões importantes. É claro que a UPP está em crise, que os crimes estão crescendo e que os avanços dos últimos anos estão em perigo agora”, diz o sociólogo Ignácio Cano.

As estatísticas apresentadas nos últimos oito anos pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) do Rio de Janeiro lançam números alarmantes: o estado registrou 35.879 assassinatos neste período. Mensalmente acontecem mais de 500 homicídios causados pela violência sem fim. As estatísticas não consideram mais de 38.000 pessoas desaparecidas e mais de 31.000 tentativas de homicídio adicionais.

Em outros estados do país, onde as cidades também vão sediar jogos da Copa do Mundo, crimes menos graves, mas não por isso menos desagradáveis, ainda acontecem. Roubos de carro por homens armados e tráfico de drogas fazem parte da vida de milhões de brasileiros que moram fora das grandes cidades consideradas como os troféus brilhantes onde o governo parece estar dedicando a maior parte de seu esforço para conter a violência.

Parece haver algo muito errado nos planos criados pela administração Rousseff. Porem, a presidenta e seus assessores parecem muito convencidos sobre o sucesso da sua “Copa das Copas”, o nome dado pelo governo de Dilma Rousseff para o evento que começa no próximo dia 12 de junho no estado de São Paulo.

Mas para aqueles que vêem a realidade de fora da bolha otimista do governo, as coisas podem ficar muito pior, e esse resultado não depende de política ou de segurança, mas do sucesso da seleção brasileira de futebol.

“Sabendo como a população brasileira se comporta em tempos de Copa do Mundo, podemos esperar um aumento da agitação social se forem eliminados prematuramente. Se o Brasil acaba ganhando, a euforia coletiva vai sufocar qualquer possibilidade de protesto”, diz Cano, confirmando assim que o futebol e o ópio do povo brasileiro.

Mas antes que a seleção brasileira seja eliminada ou coroada campeã, há outra ressalva que poderia fazer o barril de pólvora explodir. A presidente Dilma Rousseff prometeu silenciar protestos populares. Até agora, apesar de alguns confrontos entre a polícia e manifestantes, nenhuma das brigas resultou em violência significativa, mas, enquanto a Copa do Mundo se aproxima, os protestos tendem a aumentar e a polícia terá que lidar com duas frentes: gangues criminosas e marés de cidadãos inconformados na rua.

Fonte: Real Agenda

Dilma deve se preocupar com a segurança dos seus cidadãos, e não a Internet

Posted at: By Luis R. Miranda

Vamos esquecer de uma Constituição para a Internet ou de como devem ser roteados os cabos de fibra óptica para tirar o controle dos Estados Unidos. O que os brasileiros realmente precisam é que o governo garanta a segurança dos seus cidadãos.

Se o governo liderado por Dilma Rousseff prestasse a metade da atenção que dá à Internet em questões como a pobreza, segurança, política fiscal e corrupção, o Brasil não precisaria se preocupar com a segurança na Internet.

Nem o governo de Dilma, nem o de seu antecessor, Luis Inácio “Lula” da Silva mostraram capacidade para lidar com os problemas mais básicos que afetam o povo brasileiro. Enquanto mendigos inundam as ruas de qualquer metrópole, enquanto o crime aumenta fora de controle e, enquanto o tráfico de drogas se torna mais prevalente, o governo em Brasília passa a maior parte do seu tempo se preocupando com os preparativos para a Copa do Mundo e as Olimpíadas em 2016.

Brasil deixou de ser o “país do futuro” para se transformar no pais que estava destinado a ser antes que o capital estrangeiro começara a fluir para o país. Este capital estrangeiro agora começou a sair do Brasil devido à incompetência do governo, à ignorância deliberada no gerenciamento dos negócios e à corrupção desenfreada que corre nas veias da política brasileira.

Um exemplo desse tipo de corrupção é que, se há alguns meses os brasileiros tinham alguma esperança de que os autores do esquema Mensalão estavam em seu caminho para a prisão, hoje, a realidade é outra. Agora, não está claro se algum daqueles que foram julgados e culpados de uma variedade de crimes por parte do Supremo Tribunal Federal vão passar mais do que alguns meses na prisão.

Se no início do mandato de Dilma Rousseff os brasileiros acreditavam que ela iria fazer a diferença para alcançar o objetivo de transformar o Brasil em uma nação de primeiro mundo, muitos crentes têm visto a sua esperança se transformar em frustração. Depois de quase quatro anos do governo Dilma, o Brasil é ainda mais pobre, mais corrupto e menos seguro.

Nem os cinco anos que se passaram desde o início do projeto criado para supostamente pacificar as favelas, nem os planos criados em torno da celebração dos dois maiores eventos esportivos do planeta têm feito muito para ajudar na eliminação da violência no Rio de Janeiro, por exemplo, embora a cidade seja a sede dos Jogos Olímpicos em 2016.

De fato, o suposto esforço do governo para acalmar a violência é tal fracasso, que nos últimos dias, soldados do Exército foram vistos patrulhando as ruas e centros comerciais em pequenas cidades localizadas perto de cidades-sede da Copa do Mundo. Militarizar o país não é apenas um exemplo da incapacidade para garantir a segurança, mas também é uma medida desesperada para mostrar que uma administração sem noção nenhuma sobre segurança quer controlar a maior ameaça para a estabilidade do Brasil e sua ordem pública.

O poder das gangues tem sido enfraquecido consideravelmente nos últimos anos, diz o governo, mas, como alguns especialistas alertam, as principais facções criminosas têm se entrincheirado em áreas periféricas e de essas posições estratégicas estão agora vendendo drogas nas favelas, bem como bairros nobres. A última erupção dessa violência ocorreu terça-feira em uma favela localizada no coração do Rio de Janeiro.

Em outras regiões do país, policiais mascarados assaltam bairros pobres em busca de armas e drogas, mas, como a história e a experiência têm demonstrado, esta é apenas uma medida reativa infrutífera.

Depois que a polícia e equipes de operações especiais atacam e limpam um bairro, mais armas e drogas fluem para uma nova área da periferia e o crime simplesmente toma um novo endereço nos milhares de favelas pobres de todo o país.

No Brasil, os políticos e policiais ainda acreditam que a resposta para o crime é a força e a violência. Mesmo nisso, os traficantes sabem mais do que o governo. Parte da razão pela qual o governo brasileiro não pode lidar com questões de segurança é porque uma grande parte da sua força policial também é extremamente corrupta.

A Polícia Militar, por exemplo, que é o braço mais forte contra o crime, é conhecida por ser corrupta até a medula. Em muitos aspectos, pedir para a Policia Militar combater o crime é como pedir para uma raposa vigiar o galinheiro.

No Rio, as alegações de abuso e morte de civis que não têm nada a ver com grupos de tráfico de drogas ocorrem semanalmente, enquanto o governo do estado lança operações policiais na suposta tentativa de caçar criminosos.

O relaxamento idílico pelo qual os brasileiros são conhecidos parece ter diminuído um pouco agora que o país é instado a responder às alegações de insegurança e corrupção. No entanto, os políticos brasileiros continuam a mostrar incapacidade para resolver a questão mais urgente [segurança], enquanto a Copa do Mundo de 2014 esta prestes a começar.

O Brasil está de fato em num ponto crítico e existem dois fatores que fazem com que este ponto seja delicado. Primeiro, as pessoas que vivem em favelas, que acumulam grande ressentimento para com uma sociedade indiferente, e os políticos que permitiram que o crime e a morte se espalhassem, continuam a se ver como cidadãos de segunda classe.

Na verdade, o sucesso das gangues aqui no Brasil surgiu como uma consequência da ‘simbiose’ que essas gangues forjaram com os mais pobres dos pobres. Os traficantes que controlam as favelas e muitas outras áreas no Brasil preencheram um vácuo que o governo nunca se importou de preencher.

Estimulados pelos movimentos de protesto que se espalharam por todo o Brasil desde junho do ano passado e reforçados pela presença maciça da mídia mundial, os moradores dos subúrbios estão agora se manifestando com mais raiva e frequentemente tomam as ruas para brigar contra a policia atirando pedras e coquetéis molotov, enquanto acusam a polícia militar de violar os seus direitos.

Este cenário só pode piorar à medida que a Copa do Mundo se aproxima. Manifestantes advertiram em 2013 que eles iriam voltar para as ruas em 2014. O governo e a Polícia Militar já anunciaram suas medidas para lidar com quem não estiver feliz com o governo por ter usado bilhões de reais para construir estádios no lugar de construir hospitais ou investir em educação.

O segundo fator é que, apesar da repressão do governo em algumas das cidades mais populares em todo o país, as cidades-sede da Copa do Mundo estão agora sob um período de calma tensa que antecede o torneio de futebol. Uma vez visto como o maior exemplo de entretenimento, festa e diversidade cultural, a praia de Copacabana entrou em um clima de medo devido ao aumento da criminalidade, tiroteios policiais e ao aparecimento de células narco antigas e novas. Entre elas o Comando Vermelho (CV), uma organização que opera de uma favela no Rio de Janeiro.

Os índices de criminalidade aumentaram no ano passado em grande parte do Brasil, mas especialmente em cidades importantes como o Rio, onde apesar de aumentar a atividade policial, os cidadãos sentem que estão sendo envolvidos pela sombra escura de uma máfia criminosa fora de controle. “Estamos em um ano eleitoral e não vamos tomar decisões importantes. É claro que a UPP está em crise, que os crimes estão crescendo e que os avanços dos últimos anos estão em perigo agora”, diz o sociólogo Ignácio Cano.

As estatísticas apresentadas nos últimos oito anos pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) do Rio de Janeiro lançam números alarmantes: o estado registrou 35.879 assassinatos neste período. Mensalmente acontecem mais de 500 homicídios causados pela violência sem fim. As estatísticas não consideram mais de 38.000 pessoas desaparecidas e mais de 31.000 tentativas de homicídio adicionais.

Em outros estados do país, onde as cidades também vão sediar jogos da Copa do Mundo, crimes menos graves, mas não por isso menos desagradáveis, ainda acontecem. Roubos de carro por homens armados e tráfico de drogas fazem parte da vida de milhões de brasileiros que moram fora das grandes cidades consideradas como os troféus brilhantes onde o governo parece estar dedicando a maior parte de seu esforço para conter a violência.

Parece haver algo muito errado nos planos criados pela administração Rousseff. Porem, a presidenta e seus assessores parecem muito convencidos sobre o sucesso da sua “Copa das Copas”, o nome dado pelo governo de Dilma Rousseff para o evento que começa no próximo dia 12 de junho no estado de São Paulo.

Mas para aqueles que vêem a realidade de fora da bolha otimista do governo, as coisas podem ficar muito pior, e esse resultado não depende de política ou de segurança, mas do sucesso da seleção brasileira de futebol.

“Sabendo como a população brasileira se comporta em tempos de Copa do Mundo, podemos esperar um aumento da agitação social se forem eliminados prematuramente. Se o Brasil acaba ganhando, a euforia coletiva vai sufocar qualquer possibilidade de protesto”, diz Cano, confirmando assim que o futebol e o ópio do povo brasileiro.

Mas antes que a seleção brasileira seja eliminada ou coroada campeã, há outra ressalva que poderia fazer o barril de pólvora explodir. A presidente Dilma Rousseff prometeu silenciar protestos populares. Até agora, apesar de alguns confrontos entre a polícia e manifestantes, nenhuma das brigas resultou em violência significativa, mas, enquanto a Copa do Mundo se aproxima, os protestos tendem a aumentar e a polícia terá que lidar com duas frentes: gangues criminosas e marés de cidadãos inconformados na rua.

Fonte: Real Agenda

Desde de muito tempo tivemos a percepção sobre a trajetória da humanidade seja no seu comportamento ou pelas atuações diárias e seculares da própria sobrevivência humana, A teoria da conspiração já caiu por terra há muito tempo e é claramente real. A Nova ordem não esta por vir ela já esta bem sólida e com pilares cada vez mais fortes e fincadas por toda a parte do mundo, uma das percepções mais claras sobre a presença da nova ordem se deu quando a globalização tomou forma e habitou entre as nações. Desde que foi anunciada a globalização, Surgiu como uma teoria ou melhor uma justificativa mesmo que reza o seguinte: O problema de uma nação é problema de outra, as riquezas de uma nação é riqueza de outra e assim por adiante foi se tornando cada vez mais comum e ensinada em todos os centros educacionais do mundo.

Mas não é isso que vivenciamos no mundo, a indiferença é ainda o que reina entre as nações principalmente as mais ricas que subtraem e usurpam as riquezas de todas as demais nações do mundo consideradas emergentes ou de terceiro mundo e a maior ferramenta para este fim e a própria ONU que serve de apêndice aos países ricos é uma maneira de justificar massacres, assassinatos e guerras e no fim tomam para si a nação um exemplo disso é o Iraque e o Afeganistão. Qual foi a justificativa para a invasão? como sempre o combate ao terrorismo que na verdade ocorre dos países ricos que impõe inúmeras restrições comerciais aos países que não se redém à suas vontades e vaidades.

Hoje temos a terminologia chamada de Nova ordem Mundial que é na verdade uma evolução do termo globalização que tem um forte vinculo com a Torre de Babel. O que mais nos incentiva a escrever sobre este assunto é por pura convicção de que a nova ordem não é algo bom para o mundo, Mundo este onde milhares carecem de alimento, que mantém algumas nações miseráveis propositalmente para dar espaço a filantropia e ostentação, é a percepção de que a Bíblia tem sido um livro revelador e assustadoramente preciso em suas profecias, é a percepção clara de que os governos de países ricos escondem de todos nós informações importantes sobre tudo, são os segredos intermináveis do Vaticano e suas parcerias sujas em toda a historia do mundo e acima de tudo fé.

Justificamos e afirmamos com toda certeza de que a conspiração contra a humanidade é crível e verdadeira pois a mesma se deu inicio nos céus, quando Lúcifer se revelou contra o seu criador Deus. Desde então se posicionou contra a divindade maior e tão logo se rebelou e motivou outros anjos a segui-lo em sua nova ordem e percepção de mundo com isso fora punido e hoje tem seus seguidores que coincidentemente defendem a Nova ordem mundial. a mesma ordem que surgiu da cobiça e do desejo de poder.

A partir disso foram criadas inúmeras seitas em todo o mundo que sempre buscam  o bem comum entre si e mais ninguém, e para alcançar seus objetivos tem realizado varias movimentações no mundo. Pois o seus objetivos não cabem em uma única nação deve se estender por toda parte do planeta. É uma forma de demonstrar poder e ousadia ao mesmo tempo dominar a mente das pessoas através do medo e da escravidão viral da necessidade de sobrevivência de cada indivíduo no mundo onde nos formam apenas para o trabalho incessante em nome da riqueza das grandes empresas multinacionais. Nos tornando pessoas frias e artificiais sem sentimentos e falta de crença na verdade o que facilita a investida das seitas satanistas implantarem suas ações de varia formas em todo o mundo.

Muitos escritores e filósofos em uma certa ocasião de suas vidas sempre afirmam de que o mundo é feito de opressores e oprimidos. Essa constatação podemos notar em todo o mundo sem dificuldades, Olha-se para a África e veremos um pais dividido entre a riqueza e a extrema pobreza, algo que acreditamos ser propositalmente alimentado pelos países ricos que sempre necessitam da miséria alheia para um fim comum.

A ostentação e filantropia samaritana uma maneira de desviar à atenção para a verdade, Outra boa justificativa seria a tomada daquele pais a África para si pois é um pais rico e possivelmente será interessante geograficamente em algum momento no mundo como o que parece-me uma construção de uma nova arca parecida com a de Noé porem com padrões diferentes em alguns aspectos. por exemplo: A conspiração não é algo enxergado por todos mais é sentida por todas as pessoas de alguma forma, está arca não tem interesse livrar os seus tripulantes de uma punição divina direcionada para os pecadores, Está arca será tripulada pelo pecadores e mal feitores milionários de todas as nações que formam hoje o que chamamos de o circulo ante humanidade todos com um só propósito conspirar contra a humanidade usando-se a Nova ordem como meio para alcançar seus obscuros objetivos.

E você como se vê em meio a tudo isso? Sente-se a vontade?

Hoje no Brasil estamos vivendo dias difíceis como sempre foram para todos nós brasileiros, O que tem ocorrido no mundo político é extremamente preocupante e nos adverte para um mal ainda pior. A possível volta da ditadura militar no Brasil. para muitos a ditadura é hoje uma solução para acabar com todos os problemas nacionais o que não é verdade.

Quem viveu tempos de ditadura no Brasil sabe que é verdade, quando o governo de João Goulart sofreu o golpe militar o Brasil ainda era um pais nacionalista onde o povo tinha orgulho de tudo que aqui era criado, as empresas se preocupavam em demonstrar patriotismo e o povo confiava nos produtos nacionais e lhe tinham como preferência. Após a ditadura esse sentimento foi sucumbido pela força do totalitarismo e violência, que obteve um apoio forte da Igreja Católica que pousou de moralista na época.

Hoje o governo atual está brutalmente prostituído às normas da Nova ordem mundial que tem o seu representante maior o ex presidente Luis Inácio Lula da Silva que me parece fazer parte da Maçonaria, algo que acreditamos firmemente que o fez tornar presidente da republica, pois nesse sistema só entra quem reza para a diabo e a maldade mesmo.

O vem para rua foi um marco muito importante para os objetivos da Nova ordem aqui no Brasil, os protestos nas ruas causaram um verdadeiro pandemônio e as pessoas não tem se percebido que tudo que fora feito faz parte de um plano bem claro: Lesar o pensamento do povo fazer com que as pessoas acreditem que o Brasil precisa de uma Nova ordem para que o mesmo melhore para todos. O que não acreditamos nem um pouco, se vale lembrar de que a Maçonaria em sua pagina oficial no Brasil postou uma nota onde afirma ter participação ativa sobre os protestos de 2013 e agora em 2014 finalmente mostrou a cara em publico apoiando a tão aclamada marcha da família, algo que nos arremete aos tempos da ditadura no Brasil particularmente pela presença da Igreja Católica e toda a sua ma influencia política.

Essa marcha da família não é genuína nem muito menos bem intencionada basta ver os ancoras disso tudo a Maçonaria, os ricos e a Igreja católica. querem de fato destruir a democracia em nosso país algo que conquistamos com sangue e morte pelos nossos ilustres antepassados que morreram em paus de arara e tiveram suas mulheres mortas junto a seus filhos ainda na barriga isso é verdade é Ditadura militar.

A rede Globo e a participação ativa na Nova ordem Mundial.

Recentemente um artigo em vários sites do Brasil e do mundo trás informações sobre a parceria da Globo com os Estados Unidos e sua influencia e missão em corromper a nação brasileira o artigo ainda demonstra documentos que comprovam de que a Globo representada por Roberto Marinho realizou uma grande negociação onde americanizar o brasileiro e um dos objetivos principais do negocio e para isso todos nós sabemos quais são as ferramentas da Globo, as novelas, os programas, e toda sua Norte americana programação de televisão. entre outras palavras a rede Globo surgiu das entranhas da ditadura brasileira que ao contrario de que muitos defendem a Ditadura não é civil é essencialmente militar e contou com o apoio de oportunistas que desejavam defender seus interesses particulares e comerciais.

Não é de se admirar ver um brasileiro criticar o seu próprio país isso é em parte a maior culpa da rede Globo que tem sua contribuição ilimitada em transformar o Brasil em uma verdadeira cópia cultural norte americana nos tornando os maiores destruidores da nossa própria nação o Brasil. Enquanto isso ficamos preocupados em quem saiu ou vai ganhar o BBB 14, se desejas a volta da Ditadura no Brasil a escolha e vossa mais aqui quem lhes fala desabafa também, Façamos valer a democracia em nosso país pois é fruto de muitas lutas e morte dos nossos antepassados heróis ao contrario do que julgar o Pedro Bial chamando aquelas pessoas participantes do BBB de heróis... quanta asneira e hipocrisia em uma só pessoa. São esses tipos de heroísmo que desejam nos impor, uma farsa e contradição visível de valores. Meu herói não morreu de overdose e meus inimigos ainda estão no poder. Mais o pior dos nossos inimigos é a nossa própria cegueira a verdade que nos tornam escravos da mentira e da falsa verdade imposta. Resista a Nova Ordem!

Como disse muito bem o Geraldo Vandré "Pra dizer que não falei das flores"


Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão
Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição:
De morrer pela pátria
E viver sem razão
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição.

Fonte: Olho Solitário

Nova ordem Mundial - Porque somos contra? veja algumas razões e motivos

Desde de muito tempo tivemos a percepção sobre a trajetória da humanidade seja no seu comportamento ou pelas atuações diárias e seculares da própria sobrevivência humana, A teoria da conspiração já caiu por terra há muito tempo e é claramente real. A Nova ordem não esta por vir ela já esta bem sólida e com pilares cada vez mais fortes e fincadas por toda a parte do mundo, uma das percepções mais claras sobre a presença da nova ordem se deu quando a globalização tomou forma e habitou entre as nações. Desde que foi anunciada a globalização, Surgiu como uma teoria ou melhor uma justificativa mesmo que reza o seguinte: O problema de uma nação é problema de outra, as riquezas de uma nação é riqueza de outra e assim por adiante foi se tornando cada vez mais comum e ensinada em todos os centros educacionais do mundo.

Mas não é isso que vivenciamos no mundo, a indiferença é ainda o que reina entre as nações principalmente as mais ricas que subtraem e usurpam as riquezas de todas as demais nações do mundo consideradas emergentes ou de terceiro mundo e a maior ferramenta para este fim e a própria ONU que serve de apêndice aos países ricos é uma maneira de justificar massacres, assassinatos e guerras e no fim tomam para si a nação um exemplo disso é o Iraque e o Afeganistão. Qual foi a justificativa para a invasão? como sempre o combate ao terrorismo que na verdade ocorre dos países ricos que impõe inúmeras restrições comerciais aos países que não se redém à suas vontades e vaidades.

Hoje temos a terminologia chamada de Nova ordem Mundial que é na verdade uma evolução do termo globalização que tem um forte vinculo com a Torre de Babel. O que mais nos incentiva a escrever sobre este assunto é por pura convicção de que a nova ordem não é algo bom para o mundo, Mundo este onde milhares carecem de alimento, que mantém algumas nações miseráveis propositalmente para dar espaço a filantropia e ostentação, é a percepção de que a Bíblia tem sido um livro revelador e assustadoramente preciso em suas profecias, é a percepção clara de que os governos de países ricos escondem de todos nós informações importantes sobre tudo, são os segredos intermináveis do Vaticano e suas parcerias sujas em toda a historia do mundo e acima de tudo fé.

Justificamos e afirmamos com toda certeza de que a conspiração contra a humanidade é crível e verdadeira pois a mesma se deu inicio nos céus, quando Lúcifer se revelou contra o seu criador Deus. Desde então se posicionou contra a divindade maior e tão logo se rebelou e motivou outros anjos a segui-lo em sua nova ordem e percepção de mundo com isso fora punido e hoje tem seus seguidores que coincidentemente defendem a Nova ordem mundial. a mesma ordem que surgiu da cobiça e do desejo de poder.

A partir disso foram criadas inúmeras seitas em todo o mundo que sempre buscam  o bem comum entre si e mais ninguém, e para alcançar seus objetivos tem realizado varias movimentações no mundo. Pois o seus objetivos não cabem em uma única nação deve se estender por toda parte do planeta. É uma forma de demonstrar poder e ousadia ao mesmo tempo dominar a mente das pessoas através do medo e da escravidão viral da necessidade de sobrevivência de cada indivíduo no mundo onde nos formam apenas para o trabalho incessante em nome da riqueza das grandes empresas multinacionais. Nos tornando pessoas frias e artificiais sem sentimentos e falta de crença na verdade o que facilita a investida das seitas satanistas implantarem suas ações de varia formas em todo o mundo.

Muitos escritores e filósofos em uma certa ocasião de suas vidas sempre afirmam de que o mundo é feito de opressores e oprimidos. Essa constatação podemos notar em todo o mundo sem dificuldades, Olha-se para a África e veremos um pais dividido entre a riqueza e a extrema pobreza, algo que acreditamos ser propositalmente alimentado pelos países ricos que sempre necessitam da miséria alheia para um fim comum.

A ostentação e filantropia samaritana uma maneira de desviar à atenção para a verdade, Outra boa justificativa seria a tomada daquele pais a África para si pois é um pais rico e possivelmente será interessante geograficamente em algum momento no mundo como o que parece-me uma construção de uma nova arca parecida com a de Noé porem com padrões diferentes em alguns aspectos. por exemplo: A conspiração não é algo enxergado por todos mais é sentida por todas as pessoas de alguma forma, está arca não tem interesse livrar os seus tripulantes de uma punição divina direcionada para os pecadores, Está arca será tripulada pelo pecadores e mal feitores milionários de todas as nações que formam hoje o que chamamos de o circulo ante humanidade todos com um só propósito conspirar contra a humanidade usando-se a Nova ordem como meio para alcançar seus obscuros objetivos.

E você como se vê em meio a tudo isso? Sente-se a vontade?

Hoje no Brasil estamos vivendo dias difíceis como sempre foram para todos nós brasileiros, O que tem ocorrido no mundo político é extremamente preocupante e nos adverte para um mal ainda pior. A possível volta da ditadura militar no Brasil. para muitos a ditadura é hoje uma solução para acabar com todos os problemas nacionais o que não é verdade.

Quem viveu tempos de ditadura no Brasil sabe que é verdade, quando o governo de João Goulart sofreu o golpe militar o Brasil ainda era um pais nacionalista onde o povo tinha orgulho de tudo que aqui era criado, as empresas se preocupavam em demonstrar patriotismo e o povo confiava nos produtos nacionais e lhe tinham como preferência. Após a ditadura esse sentimento foi sucumbido pela força do totalitarismo e violência, que obteve um apoio forte da Igreja Católica que pousou de moralista na época.

Hoje o governo atual está brutalmente prostituído às normas da Nova ordem mundial que tem o seu representante maior o ex presidente Luis Inácio Lula da Silva que me parece fazer parte da Maçonaria, algo que acreditamos firmemente que o fez tornar presidente da republica, pois nesse sistema só entra quem reza para a diabo e a maldade mesmo.

O vem para rua foi um marco muito importante para os objetivos da Nova ordem aqui no Brasil, os protestos nas ruas causaram um verdadeiro pandemônio e as pessoas não tem se percebido que tudo que fora feito faz parte de um plano bem claro: Lesar o pensamento do povo fazer com que as pessoas acreditem que o Brasil precisa de uma Nova ordem para que o mesmo melhore para todos. O que não acreditamos nem um pouco, se vale lembrar de que a Maçonaria em sua pagina oficial no Brasil postou uma nota onde afirma ter participação ativa sobre os protestos de 2013 e agora em 2014 finalmente mostrou a cara em publico apoiando a tão aclamada marcha da família, algo que nos arremete aos tempos da ditadura no Brasil particularmente pela presença da Igreja Católica e toda a sua ma influencia política.

Essa marcha da família não é genuína nem muito menos bem intencionada basta ver os ancoras disso tudo a Maçonaria, os ricos e a Igreja católica. querem de fato destruir a democracia em nosso país algo que conquistamos com sangue e morte pelos nossos ilustres antepassados que morreram em paus de arara e tiveram suas mulheres mortas junto a seus filhos ainda na barriga isso é verdade é Ditadura militar.

A rede Globo e a participação ativa na Nova ordem Mundial.

Recentemente um artigo em vários sites do Brasil e do mundo trás informações sobre a parceria da Globo com os Estados Unidos e sua influencia e missão em corromper a nação brasileira o artigo ainda demonstra documentos que comprovam de que a Globo representada por Roberto Marinho realizou uma grande negociação onde americanizar o brasileiro e um dos objetivos principais do negocio e para isso todos nós sabemos quais são as ferramentas da Globo, as novelas, os programas, e toda sua Norte americana programação de televisão. entre outras palavras a rede Globo surgiu das entranhas da ditadura brasileira que ao contrario de que muitos defendem a Ditadura não é civil é essencialmente militar e contou com o apoio de oportunistas que desejavam defender seus interesses particulares e comerciais.

Não é de se admirar ver um brasileiro criticar o seu próprio país isso é em parte a maior culpa da rede Globo que tem sua contribuição ilimitada em transformar o Brasil em uma verdadeira cópia cultural norte americana nos tornando os maiores destruidores da nossa própria nação o Brasil. Enquanto isso ficamos preocupados em quem saiu ou vai ganhar o BBB 14, se desejas a volta da Ditadura no Brasil a escolha e vossa mais aqui quem lhes fala desabafa também, Façamos valer a democracia em nosso país pois é fruto de muitas lutas e morte dos nossos antepassados heróis ao contrario do que julgar o Pedro Bial chamando aquelas pessoas participantes do BBB de heróis... quanta asneira e hipocrisia em uma só pessoa. São esses tipos de heroísmo que desejam nos impor, uma farsa e contradição visível de valores. Meu herói não morreu de overdose e meus inimigos ainda estão no poder. Mais o pior dos nossos inimigos é a nossa própria cegueira a verdade que nos tornam escravos da mentira e da falsa verdade imposta. Resista a Nova Ordem!

Como disse muito bem o Geraldo Vandré "Pra dizer que não falei das flores"


Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão
Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição:
De morrer pela pátria
E viver sem razão
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição.

Fonte: Olho Solitário

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