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A Assembléia da ONU se reúne para mais uma reflexão sobre os princípios do cristo cósmico Baha’u’l’llha, nesse caso o fim de toda forma de preconceito. A hipocrisia de debater sobre os direitos humanos recebe como primeiro orador Mahmoud Ahmadinejad, ex presidente do Irã. Aqui inicia-se a reflexão com uma pergunta do tipo: Um presidente de um país que mata todos os seus opositores possui alguma moral para falar de direitos humanos?

O restante do vídeo mostra os bastidores da ONU. Uma instituição corrupta que serve como escudo para que países possam propagar suas atrocidades. Venda de armas, abusos, lucro, prostituição e vadiagem são as principais metas das missões de paz. Quando essas não matam deixam que tribos rivais se matem à vontade usando os piores requintes de crueldade.

Diante de tantas mentiras, a ONU não poderia deixar de propagar a sua maior que é dizer não está criando um governo mundial, sendo que ele se encontra quase pronto. Durante décadas 5 paises possuem o controle da organização e aguardam mais 5 após uma reforma que só DEUS sabe quando acontecerá, é muito provável que aconteça após a retirada de Baha’u’llah do abismo.

Mesmo que esses chifres infernais não estejam completo, as cinco nações vencedoras da II Guerra repartiram a Terra como prêmio e até os dias de hoje exploram suas colônias que estão principalmente na África. Cada país que sonha em ser um chifre também faz o mesmo.

No caso do Brasil, o presidente reeleito lula, através do seu instituto, parece ter encontrado a rota dos diamantes, do trabalho escravo e da exploração das empreiteiras brasileiras na África através de uma rota comercial. Hoje, não param de chegar escravos africanos no Acre e em São Paulo.

Infelizmente muitos acreditam que essa organização corrupta e criminosa trará a paz na terra. Os Bahá’is, seguidores de Baha’u’llah, não conseguem entender que o bahaismo opera somente como filosofia do fim, porém os meios que se chegam a esses sempre serão os mais sórdidos e cruéis.

Entendo como realmente funciona os direitos humanos da ONU ou seja, alterando o significado das leis ou como um escudo para as nações ficarem impunes, fica fácil de entender como a degolação voltará a ser uma prática nos dias atuais.

E por fim o duelo entre unversalistas dos direitos humanos x relativistas da diversidade cultural mostram apenas duas faces da mesma moeda. Ora, quando qualquer desses lados assume o papel de verdade absoluta a reprocidade surge na forma de violência. Mas é uma violência normal segundo a ONU, pois é natural matar em nome dos direitos humanos.

Infelizmente é esse tipo de governo mundial que muitos líderes cristãos acreditam ser o reino da terra. Alguns já morreram como Myles Munroe, mas apostasia de criar um reino de deus na terra nessas condições corruptas.



Referência: Apocalise Total - Os 12 princípios da Nova Ordem Mundial

Fonte: Apocalise Total

ONU – Abusos e Escândalos

A Assembléia da ONU se reúne para mais uma reflexão sobre os princípios do cristo cósmico Baha’u’l’llha, nesse caso o fim de toda forma de preconceito. A hipocrisia de debater sobre os direitos humanos recebe como primeiro orador Mahmoud Ahmadinejad, ex presidente do Irã. Aqui inicia-se a reflexão com uma pergunta do tipo: Um presidente de um país que mata todos os seus opositores possui alguma moral para falar de direitos humanos?

O restante do vídeo mostra os bastidores da ONU. Uma instituição corrupta que serve como escudo para que países possam propagar suas atrocidades. Venda de armas, abusos, lucro, prostituição e vadiagem são as principais metas das missões de paz. Quando essas não matam deixam que tribos rivais se matem à vontade usando os piores requintes de crueldade.

Diante de tantas mentiras, a ONU não poderia deixar de propagar a sua maior que é dizer não está criando um governo mundial, sendo que ele se encontra quase pronto. Durante décadas 5 paises possuem o controle da organização e aguardam mais 5 após uma reforma que só DEUS sabe quando acontecerá, é muito provável que aconteça após a retirada de Baha’u’llah do abismo.

Mesmo que esses chifres infernais não estejam completo, as cinco nações vencedoras da II Guerra repartiram a Terra como prêmio e até os dias de hoje exploram suas colônias que estão principalmente na África. Cada país que sonha em ser um chifre também faz o mesmo.

No caso do Brasil, o presidente reeleito lula, através do seu instituto, parece ter encontrado a rota dos diamantes, do trabalho escravo e da exploração das empreiteiras brasileiras na África através de uma rota comercial. Hoje, não param de chegar escravos africanos no Acre e em São Paulo.

Infelizmente muitos acreditam que essa organização corrupta e criminosa trará a paz na terra. Os Bahá’is, seguidores de Baha’u’llah, não conseguem entender que o bahaismo opera somente como filosofia do fim, porém os meios que se chegam a esses sempre serão os mais sórdidos e cruéis.

Entendo como realmente funciona os direitos humanos da ONU ou seja, alterando o significado das leis ou como um escudo para as nações ficarem impunes, fica fácil de entender como a degolação voltará a ser uma prática nos dias atuais.

E por fim o duelo entre unversalistas dos direitos humanos x relativistas da diversidade cultural mostram apenas duas faces da mesma moeda. Ora, quando qualquer desses lados assume o papel de verdade absoluta a reprocidade surge na forma de violência. Mas é uma violência normal segundo a ONU, pois é natural matar em nome dos direitos humanos.

Infelizmente é esse tipo de governo mundial que muitos líderes cristãos acreditam ser o reino da terra. Alguns já morreram como Myles Munroe, mas apostasia de criar um reino de deus na terra nessas condições corruptas.



Referência: Apocalise Total - Os 12 princípios da Nova Ordem Mundial

Fonte: Apocalise Total

Ao ler o termo "campo de concentração", o nosso cérebro logo vai pescar as imagens dos hebreus na
Alemanha nazi. É normal, é a reacção do cão de Pavlov.

O cão de Pavlov com a ilusão de ser autónomo consegue até lembrar-se dos gulags soviéticos. E se o cão de Palvov morar no Brasil, então lembrará de Ceará, dos doze campos dos anos '40, e pouco mais.

Mas depois disso há o nada: na prática, parece que os campos de concentração foram inventados e utilizados só pelos nazis e pelos russos. Será mesmo assim?
Alguém já ouviu falar dos campos de concentração dos Estados Unidos?

A moderna ideia de campo de concentração foi implementada pela primeira vez em 1986, em Cuba: foram os Espanhóis que desta forma "fechavam" pessoas incómodas. Três anos depois os Estados Unidos, para não ficar atrás, fizeram o mesmo nas Filipinas e em 1900 foi a vez dos Britânicos na África do Sul contra os Boers (tristemente famoso era o campo de Krugersdorp). Aqui, os presos viviam em tenda e a maior parte deles morriam de fome e de doenças.

Em 1918, como Comunismo de Lenine, os campos de concentração entram definitivamente na moda com o nome de gulag. Dissidentes, Bolcheviques, reaccionários, burgueses, contra-revolucionários ou simplesmente suspeitos eram transferidos para a Sibéria e raramente voltavam.

(a propósito: na União Soviética foram também mortos entre 1932 e 1933 cerca de 7 milhões de pessoas no Holodrom. Infelizmente eram camponeses, não hebreus, pelo que passaram quase despercebidos)

África do sul: Krugersdorp
Depois, claro, os campos de concentração na Polónia e na Alemanha nazistas.
Mas agora um salto até o outro lado do oceano: já ouviram falar dos campos de concentração dos Estados Unidos?

Durante a Segunda Guerra Mundial, nos campos de concentração americanos, foram internadas crianças, mulheres e homens, japoneses, alemães e italianos, pelo simples fato de ser tais.

Para os japoneses, tudo começou em 1941, quando foram internados 110 mil nipo-americanos que viviam ao longo da costa do Pacífico dos Estados Unidos, facto justificado como retaliação ao ataque de Pearl Harbor. Na verdade, aquelas pessoas eram cidadãos normais, sem cadastros: simplesmente, eram de origens japonesa.

O Presidente Roosevelt autorizou o internamento com a Ordem Executiva 9066 de 19 de Fevereiro de 1942, que permitiu aos comandantes militares locais estabelecer no interior das zonas militares algumas "zonas de exclusão" onde as pessoas podiam ser totalmente ou parcialmente isoladas.

A política de internação durou até 1944 e envolveu na maioria (62%) cidadãos americanos de ascendência japonesa.

Os campos de concentração nos EUA durante a Segunda Guerra Mundial
Se os cidadãos de origem japonesas da costa oeste foram todos internados, nas Ilhas Hawai, onde os nipo-americanos eram 150 mil (um terço da população), só entre 1200 e 1800 foram internados.)

A política de internamento de cidadãos de origem alemã e italiana foi executado um pouco mais tarde, no dia 18 de Março de 1942, com a Ordem Executiva 9102. Também nestes casos, não havia crimes envolvidos: inteiras famílias eram presas só por via das origem.

A qualidade das condições de vida dependiam essencialmente da entidade que geria o campo.

Um campo nos Estados Unidos
Os campos da INS (o serviço de imigração) ofereciam um bom tratamento, com famílias que podiam viver juntas, infraestruturas e alimentação adequada.

Nos campos da WRA (War Relocation Authority) a situação era bem diferente: barracas cobertas de papel e alcatrão, infraestruturas básicas ou ausentes, espaços muito apertados. Aqui o orçamento para alimentação de cada preso era de 45 cêntimos por dia e a maioria dos internados, retirados da Califórnia, nem tinha roupa adequada para enfrentar o rigor do inverno (-18 Cº no caso dos campos no Wyoming).

Mas situação mais triste era aquela dos campos de concentração implementados nos Países europeus libertados. Aqui não havia grande deferências entre um campo nazi e um dos aliados.

O situação mais difícil era sem dúvida aquela dos alemães: cerca de um milhão de alemães morreram nos campos de concentração criados no território dos Estados Unidos e na Europa libertada.

O capitão francês Julien, do 3º Regimento de Fuzileiros argelino, em Julho de 1945 visitou o campo de Dietersheim, onde ficavam os pesos alemães, e notou como o campo parecia povoado por esqueletos vivos, tal como Buchenwald e Dachau. Alguns desses prisioneiros eram soldados, mas a maioria eram cidadãos comuns, incluindo -muitas crianças.

Isso porque o código de guerra aliado permitia que até crianças de 12 anos sofressem julgamentos e sentenças de prisão perpétua por parte dos tribunais militares.

Entrada dum gulag
As raparigas tinham o destino mais atroz: presas, eram torturadas, estupradas e por fim executadas.

Neste aspecto, considerável o trabalho do historiador canadense James Bacque que, ajudado pelo historiador militar Ernest Fisher Jr., fazendo uso de relatórios orais e fontes de arquivo, conseguiu tornar pública as suas descobertas no livro Other Losses, em 1989.

Mas dado que a história é escrita pelo vencedores, pouco ou nada se fala do assunto, apesar dos números envolvidos (de presos, de mortos...).

Para acabar, eis uma lista de Países que ao longo do tempo utilizaram os campos de concentração. A lista inclui apenas as instalações principais:
  • Alemanha: Namíbia (África 1904-1907), Alemanha, Áustria, Polónia (1940-1945)
  • Argentina: centros clandestinos de detenção (1976-1983)
  • Brasil: Ceará, Clevelândia (1915-1932), 2ª Guerra Mundial (até 1945)
  • Chile: Colonia Dignidad (1961-2000)
  • China: os lagolai, ainda em actividade
  • Coreia do Norte: em actividade
  • Cuba: Unidades Militares de Ayuda a la Producción (década do anos '60)
  • Espanha: Cuba (1896), Franquismo (1936-1947)
  • Estados Unidos: Filipinas (1899), EUA (1941-1945), Europa (até 1945), Guantanamo (Cuba, em actividade), Bagram (Afeganistão, em actividade)
  • França: Gurs e Drancy, até 1945
  • Italia: Sirte (África, 1930-1934)
  • Japão: nas Filipinas, Coreia, Taiwan, Hong Kong, Índias Orientais Holandesas, Tailândia, China (1941-1945)
  • Jugoslavia: ilha Goli Otok (período de Tito)
  • México: Isla María Magdalena (1918-1934), Perote (1942-1945)
  • Portugal: Tarrafal, em Cabo Verde (1936-1974)
  • Reino Unido: África do Sul (1900-1902)
  • União Soviética os gulags (1923-1961)
  • Venezuela: Guasina (décadas dos anos '50).

Ipse dixit.

Fontes: Huffington Post (versão italiana), No Censura, Wikipedia (várias páginas em inglês, português, alemão e espanhol, pois há diferenças nas listagens dos campos) , Informacao Incorrecta

Os outros campos de concentração

Ao ler o termo "campo de concentração", o nosso cérebro logo vai pescar as imagens dos hebreus na
Alemanha nazi. É normal, é a reacção do cão de Pavlov.

O cão de Pavlov com a ilusão de ser autónomo consegue até lembrar-se dos gulags soviéticos. E se o cão de Palvov morar no Brasil, então lembrará de Ceará, dos doze campos dos anos '40, e pouco mais.

Mas depois disso há o nada: na prática, parece que os campos de concentração foram inventados e utilizados só pelos nazis e pelos russos. Será mesmo assim?
Alguém já ouviu falar dos campos de concentração dos Estados Unidos?

A moderna ideia de campo de concentração foi implementada pela primeira vez em 1986, em Cuba: foram os Espanhóis que desta forma "fechavam" pessoas incómodas. Três anos depois os Estados Unidos, para não ficar atrás, fizeram o mesmo nas Filipinas e em 1900 foi a vez dos Britânicos na África do Sul contra os Boers (tristemente famoso era o campo de Krugersdorp). Aqui, os presos viviam em tenda e a maior parte deles morriam de fome e de doenças.

Em 1918, como Comunismo de Lenine, os campos de concentração entram definitivamente na moda com o nome de gulag. Dissidentes, Bolcheviques, reaccionários, burgueses, contra-revolucionários ou simplesmente suspeitos eram transferidos para a Sibéria e raramente voltavam.

(a propósito: na União Soviética foram também mortos entre 1932 e 1933 cerca de 7 milhões de pessoas no Holodrom. Infelizmente eram camponeses, não hebreus, pelo que passaram quase despercebidos)

África do sul: Krugersdorp
Depois, claro, os campos de concentração na Polónia e na Alemanha nazistas.
Mas agora um salto até o outro lado do oceano: já ouviram falar dos campos de concentração dos Estados Unidos?

Durante a Segunda Guerra Mundial, nos campos de concentração americanos, foram internadas crianças, mulheres e homens, japoneses, alemães e italianos, pelo simples fato de ser tais.

Para os japoneses, tudo começou em 1941, quando foram internados 110 mil nipo-americanos que viviam ao longo da costa do Pacífico dos Estados Unidos, facto justificado como retaliação ao ataque de Pearl Harbor. Na verdade, aquelas pessoas eram cidadãos normais, sem cadastros: simplesmente, eram de origens japonesa.

O Presidente Roosevelt autorizou o internamento com a Ordem Executiva 9066 de 19 de Fevereiro de 1942, que permitiu aos comandantes militares locais estabelecer no interior das zonas militares algumas "zonas de exclusão" onde as pessoas podiam ser totalmente ou parcialmente isoladas.

A política de internação durou até 1944 e envolveu na maioria (62%) cidadãos americanos de ascendência japonesa.

Os campos de concentração nos EUA durante a Segunda Guerra Mundial
Se os cidadãos de origem japonesas da costa oeste foram todos internados, nas Ilhas Hawai, onde os nipo-americanos eram 150 mil (um terço da população), só entre 1200 e 1800 foram internados.)

A política de internamento de cidadãos de origem alemã e italiana foi executado um pouco mais tarde, no dia 18 de Março de 1942, com a Ordem Executiva 9102. Também nestes casos, não havia crimes envolvidos: inteiras famílias eram presas só por via das origem.

A qualidade das condições de vida dependiam essencialmente da entidade que geria o campo.

Um campo nos Estados Unidos
Os campos da INS (o serviço de imigração) ofereciam um bom tratamento, com famílias que podiam viver juntas, infraestruturas e alimentação adequada.

Nos campos da WRA (War Relocation Authority) a situação era bem diferente: barracas cobertas de papel e alcatrão, infraestruturas básicas ou ausentes, espaços muito apertados. Aqui o orçamento para alimentação de cada preso era de 45 cêntimos por dia e a maioria dos internados, retirados da Califórnia, nem tinha roupa adequada para enfrentar o rigor do inverno (-18 Cº no caso dos campos no Wyoming).

Mas situação mais triste era aquela dos campos de concentração implementados nos Países europeus libertados. Aqui não havia grande deferências entre um campo nazi e um dos aliados.

O situação mais difícil era sem dúvida aquela dos alemães: cerca de um milhão de alemães morreram nos campos de concentração criados no território dos Estados Unidos e na Europa libertada.

O capitão francês Julien, do 3º Regimento de Fuzileiros argelino, em Julho de 1945 visitou o campo de Dietersheim, onde ficavam os pesos alemães, e notou como o campo parecia povoado por esqueletos vivos, tal como Buchenwald e Dachau. Alguns desses prisioneiros eram soldados, mas a maioria eram cidadãos comuns, incluindo -muitas crianças.

Isso porque o código de guerra aliado permitia que até crianças de 12 anos sofressem julgamentos e sentenças de prisão perpétua por parte dos tribunais militares.

Entrada dum gulag
As raparigas tinham o destino mais atroz: presas, eram torturadas, estupradas e por fim executadas.

Neste aspecto, considerável o trabalho do historiador canadense James Bacque que, ajudado pelo historiador militar Ernest Fisher Jr., fazendo uso de relatórios orais e fontes de arquivo, conseguiu tornar pública as suas descobertas no livro Other Losses, em 1989.

Mas dado que a história é escrita pelo vencedores, pouco ou nada se fala do assunto, apesar dos números envolvidos (de presos, de mortos...).

Para acabar, eis uma lista de Países que ao longo do tempo utilizaram os campos de concentração. A lista inclui apenas as instalações principais:
  • Alemanha: Namíbia (África 1904-1907), Alemanha, Áustria, Polónia (1940-1945)
  • Argentina: centros clandestinos de detenção (1976-1983)
  • Brasil: Ceará, Clevelândia (1915-1932), 2ª Guerra Mundial (até 1945)
  • Chile: Colonia Dignidad (1961-2000)
  • China: os lagolai, ainda em actividade
  • Coreia do Norte: em actividade
  • Cuba: Unidades Militares de Ayuda a la Producción (década do anos '60)
  • Espanha: Cuba (1896), Franquismo (1936-1947)
  • Estados Unidos: Filipinas (1899), EUA (1941-1945), Europa (até 1945), Guantanamo (Cuba, em actividade), Bagram (Afeganistão, em actividade)
  • França: Gurs e Drancy, até 1945
  • Italia: Sirte (África, 1930-1934)
  • Japão: nas Filipinas, Coreia, Taiwan, Hong Kong, Índias Orientais Holandesas, Tailândia, China (1941-1945)
  • Jugoslavia: ilha Goli Otok (período de Tito)
  • México: Isla María Magdalena (1918-1934), Perote (1942-1945)
  • Portugal: Tarrafal, em Cabo Verde (1936-1974)
  • Reino Unido: África do Sul (1900-1902)
  • União Soviética os gulags (1923-1961)
  • Venezuela: Guasina (décadas dos anos '50).

Ipse dixit.

Fontes: Huffington Post (versão italiana), No Censura, Wikipedia (várias páginas em inglês, português, alemão e espanhol, pois há diferenças nas listagens dos campos) , Informacao Incorrecta

Natural News

Um relatório de cair o queixo divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 14 outubro de 2014 revela que 1 em cada 20 infecções por Ebola tem um período de incubação mais longo do que os 21 dias que tem sido repetidamente alegados pelos Centros de Controle de Doenças (CDC) dos EUA.

Isto pode ser o único e mais importante – e descaradamente honesto – relatório de pesquisa divulgado por qualquer órgão oficial, desde o início do surto de Ebola. O relatório da OMS “Avaliação da situação do Ebola“, encontrado aqui, explica que apenas 95% das infecções de Ebola experimentam a incubação dentro do prazo amplamente relatado de 21 dias. Aqui está a linguagem real do relatório:

95% dos casos confirmados tem um período de incubação no intervalo de 1 a 21 dias; 98% têm um período de incubação que cai dentro do intervalo de 1 a 42 dias. [1]

A não ser que a estrutura da frase seja de alguma forma enganosa, esta passagem parece indicar o seguinte:

95% das incubações do Ebola ocorrem entre 1 à 21 dias
3% das incubações do Ebola ocorrem entre 21 à 42 dias
2% das incubações do Ebola não são explicadas (por quê?)

Se esta interpretação das estatísticas da OMS estiver correta, isso significaria que:

1 em cada 20 infecções por Ebola pode resultar em incubações com duração significativamente maior que 21 dias•
A quarentena de 21 dias sendo imposta pelo CDC é totalmente insuficiente para deter um surto
As pessoas que são liberadas da observação ou auto-quarentena após 21 dias ainda podem se tornar pacientes de Ebola completos nas próximas três semanas mesmo que eles não tenham mostrado sintomas de infecção durante os primeiros 21 dias. (Sim, leia isso de novo…)

Qualquer declaração de que um surto tenha terminado requer 42 dias sem novas infecções

Ressaltando a importância da regra de 42 dias, o documento da OMS declara abertamente que um período de observação de 42 dias sem novos surtos é necessário antes de se declarar que o surto esteja sob controle. Nas próprias palavras da OMS:

A OMS está, portanto, confiante de que a detecção de novos casos, com vigilância ativa no local, ao longo deste período de 42 dias significa que um surto de Ebola está de fato terminado. [1]

A OMS “alarmou” sobre falsas declarações de testes negativos do Ebola

Também perturbador é o alerta aberto da OMS que as autoridades de saúde do governo que estão anunciando resultados negativos de Ebola em pacientes meras horas após eles serem testados, estão grosseiramente enganando o público e, essencialmente, praticando charlatanismo.

Conforme explicado pela OMS:
A OMS está alarmada com relatos pela mídia de casos suspeitos de Ebola importados em novos países que são ditos, por funcionários do governo ou ministérios da saúde, para serem descartados como “negativos” dentro de horas após o caso suspeito entrar no país. Essa determinação rápida do estado da infecção é impossível, lançando sérias dúvidas em alguns sobre a informação oficial que está sendo comunicada ao público e à mídia. [1]
Em outras palavras, a OMS está nos dizendo que todos os pronunciamentos públicos por parte das autoridades de saúde do governo são sem sentido. Uma determinação de infecção por Ebola não pode ser feita em poucas horas, ao que parece. Na verdade, como explica a OMS, um caso suspeito de Ebola deve ser observado e testado por 48 horas antes que qualquer grau de certeza possa ser alcançado sobre o estado da infecção por Ebola:

Dois resultados do teste de RT-PCR negativos, com pelo menos 48 horas de intervalo, são necessários para um paciente clinicamente assintomático ter alta do hospital, ou para um caso de suspeita de Ebola para ter alta conforme o teste dê negativo para o vírus. [1]

“Não há sinais” que os focos estão sob controle

Por fim, o relatório da OMS passa a concluir que os surtos de Ebola da Guiné, Libéria e Serra Leoa estão se multiplicando fora de controle. O relatório ainda cita o curioso fenômeno de inesperados surtos ocorrendo em áreas que se pensava estar erradicados:

Na Guiné, Libéria e Serra Leoa, novos casos continuam a explodir em áreas que pareciam que estavam sob controle. Uma característica incomum desta epidemia é um padrão cíclico persistente de aumento gradual do número de novos casos, seguido por súbitas crises. Os epidemiologistas da OMS não vêem sinais de que os surtos em qualquer um destes três países estejam sob controle. [1]

É possível que esses ressurgimentos de surtos estão sendo causados ​​por governos que não monitoram as potenciais vítimas do Ebola infectadas por 42 dias completos? Se eles só os observam durante 21 dias, em seguida, uma das 20 vítimas infectada pode ser diagnosticada como “limpa” e autorizada a regressar à população, onde logo se tornam sintomáticas e espalham a doença ainda mais.

Os médicos e funcionários da saúde dos EUA tem ensinado o número errado: 21 dias é apenas METADE da duração

É extremamente preocupante perceber que, para o nosso melhor conhecimento, cada pessoa nos Estados Unidos que foi suspeita de abrigar o vírus Ebola foi instruída a monitorar os sintomas para apenas 21 dias, e não os necessários 42 dias.

Isto significa que os cidadãos norte-americanos infectados pelo Ebola que estão “limpas” do Ebola ainda podem entrar em erupção com o vírus mortal por um período de mais de três semanas.

Porque é que ninguém relatou isso até agora? Como isso não é um dos únicos fragmentos de informação mais importantes do mundo neste momento em que toda a vida humana em nosso planeta está agora legitimamente ameaçada por um surto viral descontrolado com uma taxa de mortalidade de 70 por cento e sem tratamentos ou curas reconhecidas?

Fontes: Natural News , World Health Organization , Notícias Naturais (1) , Notícias Naturais (2)

Relatório Chocante da OMS: O Período de Incubação do Ebola é de 42 Dias e não 21 Dias!

Natural News

Um relatório de cair o queixo divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 14 outubro de 2014 revela que 1 em cada 20 infecções por Ebola tem um período de incubação mais longo do que os 21 dias que tem sido repetidamente alegados pelos Centros de Controle de Doenças (CDC) dos EUA.

Isto pode ser o único e mais importante – e descaradamente honesto – relatório de pesquisa divulgado por qualquer órgão oficial, desde o início do surto de Ebola. O relatório da OMS “Avaliação da situação do Ebola“, encontrado aqui, explica que apenas 95% das infecções de Ebola experimentam a incubação dentro do prazo amplamente relatado de 21 dias. Aqui está a linguagem real do relatório:

95% dos casos confirmados tem um período de incubação no intervalo de 1 a 21 dias; 98% têm um período de incubação que cai dentro do intervalo de 1 a 42 dias. [1]

A não ser que a estrutura da frase seja de alguma forma enganosa, esta passagem parece indicar o seguinte:

95% das incubações do Ebola ocorrem entre 1 à 21 dias
3% das incubações do Ebola ocorrem entre 21 à 42 dias
2% das incubações do Ebola não são explicadas (por quê?)

Se esta interpretação das estatísticas da OMS estiver correta, isso significaria que:

1 em cada 20 infecções por Ebola pode resultar em incubações com duração significativamente maior que 21 dias•
A quarentena de 21 dias sendo imposta pelo CDC é totalmente insuficiente para deter um surto
As pessoas que são liberadas da observação ou auto-quarentena após 21 dias ainda podem se tornar pacientes de Ebola completos nas próximas três semanas mesmo que eles não tenham mostrado sintomas de infecção durante os primeiros 21 dias. (Sim, leia isso de novo…)

Qualquer declaração de que um surto tenha terminado requer 42 dias sem novas infecções

Ressaltando a importância da regra de 42 dias, o documento da OMS declara abertamente que um período de observação de 42 dias sem novos surtos é necessário antes de se declarar que o surto esteja sob controle. Nas próprias palavras da OMS:

A OMS está, portanto, confiante de que a detecção de novos casos, com vigilância ativa no local, ao longo deste período de 42 dias significa que um surto de Ebola está de fato terminado. [1]

A OMS “alarmou” sobre falsas declarações de testes negativos do Ebola

Também perturbador é o alerta aberto da OMS que as autoridades de saúde do governo que estão anunciando resultados negativos de Ebola em pacientes meras horas após eles serem testados, estão grosseiramente enganando o público e, essencialmente, praticando charlatanismo.

Conforme explicado pela OMS:
A OMS está alarmada com relatos pela mídia de casos suspeitos de Ebola importados em novos países que são ditos, por funcionários do governo ou ministérios da saúde, para serem descartados como “negativos” dentro de horas após o caso suspeito entrar no país. Essa determinação rápida do estado da infecção é impossível, lançando sérias dúvidas em alguns sobre a informação oficial que está sendo comunicada ao público e à mídia. [1]
Em outras palavras, a OMS está nos dizendo que todos os pronunciamentos públicos por parte das autoridades de saúde do governo são sem sentido. Uma determinação de infecção por Ebola não pode ser feita em poucas horas, ao que parece. Na verdade, como explica a OMS, um caso suspeito de Ebola deve ser observado e testado por 48 horas antes que qualquer grau de certeza possa ser alcançado sobre o estado da infecção por Ebola:

Dois resultados do teste de RT-PCR negativos, com pelo menos 48 horas de intervalo, são necessários para um paciente clinicamente assintomático ter alta do hospital, ou para um caso de suspeita de Ebola para ter alta conforme o teste dê negativo para o vírus. [1]

“Não há sinais” que os focos estão sob controle

Por fim, o relatório da OMS passa a concluir que os surtos de Ebola da Guiné, Libéria e Serra Leoa estão se multiplicando fora de controle. O relatório ainda cita o curioso fenômeno de inesperados surtos ocorrendo em áreas que se pensava estar erradicados:

Na Guiné, Libéria e Serra Leoa, novos casos continuam a explodir em áreas que pareciam que estavam sob controle. Uma característica incomum desta epidemia é um padrão cíclico persistente de aumento gradual do número de novos casos, seguido por súbitas crises. Os epidemiologistas da OMS não vêem sinais de que os surtos em qualquer um destes três países estejam sob controle. [1]

É possível que esses ressurgimentos de surtos estão sendo causados ​​por governos que não monitoram as potenciais vítimas do Ebola infectadas por 42 dias completos? Se eles só os observam durante 21 dias, em seguida, uma das 20 vítimas infectada pode ser diagnosticada como “limpa” e autorizada a regressar à população, onde logo se tornam sintomáticas e espalham a doença ainda mais.

Os médicos e funcionários da saúde dos EUA tem ensinado o número errado: 21 dias é apenas METADE da duração

É extremamente preocupante perceber que, para o nosso melhor conhecimento, cada pessoa nos Estados Unidos que foi suspeita de abrigar o vírus Ebola foi instruída a monitorar os sintomas para apenas 21 dias, e não os necessários 42 dias.

Isto significa que os cidadãos norte-americanos infectados pelo Ebola que estão “limpas” do Ebola ainda podem entrar em erupção com o vírus mortal por um período de mais de três semanas.

Porque é que ninguém relatou isso até agora? Como isso não é um dos únicos fragmentos de informação mais importantes do mundo neste momento em que toda a vida humana em nosso planeta está agora legitimamente ameaçada por um surto viral descontrolado com uma taxa de mortalidade de 70 por cento e sem tratamentos ou curas reconhecidas?

Fontes: Natural News , World Health Organization , Notícias Naturais (1) , Notícias Naturais (2)

Por Julio Lobo

 Com os casos de Ebola continuando a surgir em vários pontos do mundo é importante entender qual o real risco que sofremos em casos de doenças contagiosas. Hoje vamos discutir qual a velocidade que uma doença pode se espalhar e chegar aí, na sua casa.

Nós sabemos que gripes podem se espalhar como fogo selvagem principalmente em escritórios fechados e escolas, porém é virtualmente impossível termos dados de contágio que sejam fiéis a realidade. Isso acontece pois ninguém conseguirá lembrar com quantas pessoas entrou em contato direto ou indireto no dia.

Para obter uma estimativa geral, estudantes da Universidade de Stanford realizaram um experimento bastante interessante. Os pesquisadores selecionaram 788 estudantes voluntários para um projeto de pesquisa onde cada indivíduo carregou consigo um sensor de proximidade do tamanho de uma caixa de fósforo ao redor do pescoço durante o dia.
Sensor utilizado no experimento
O sensor registrou uma interação quando chegava próximo de outro sensor, ou seja, quando um aluno estava em contato próximo com o outro. Os sensores foram configurados para só registrarem quando chegassem a uma distância semelhante a necessária para realizar o contágio da gripe.

Resultado? No final de apenas um dia os pesquisadores coletaram os dados e encontraram um total de 762.868 interações registradas, isso em apenas 788 estudantes! Apesar de haverem algumas diferenças nas quantidades de interações entre cada indivíduo, os números eram muito próximos de maneira geral.

Fato é que, ao aumentarmos estes números em termos de escala global, os dados se tornam impressionantes e preocupantes. Além disso, com velocidade de transporte que temos hoje em dia a distância geográfica se torna irrelevante, visto que em menos de um dia um indivíduo contaminado pode cruzar continentes.

Se vocês quiserem conferir, o site do Financial Times disponibilizou uma simulação de como o contágio aconteceria por meio de viagens internacionais.

Basta clicar aqui para verificar o simulador.

Enfim, com todos estes dados é clara a necessidade dos países tomarem medidas rígidas para controlar o avanço de tais doenças, não é? Infelizmente não é o que acontece. Veja só:

Atualmente 8 países já tiveram casos confirmados de Ebola;
Mais de 200 profissionais da área da saúde já morreram durante a luta contra a pandemia;
Na Espanha um paciente em isolamento acabou por contaminar uma enfermeira que o atendia, mesmo esta usando todas as proteções adequadas, o que evidencia falha nos processos de segurança;
Nos EUA, dos 5.700 hospitais disponíveis em todo o país, somente quatro estão equipados para tratar pacientes com Ebola e nestes quatro só existem 19 leitos.

Preferi manter os dados somente de países mais avançados que o nosso para mostrar que se a realidade deles está ruim, a nossa provavelmente poderá ficar pior se não nos cuidarmos. Se um dos países mais ricos atualmente só pode tratar 19 pessoas contaminadas, quantas nós podemos?

Pois é. O maior ponto de preocupação é que pelo o Ebola é um vírus e, por isso, pode facilmente sofrer uma mutação (dado o contágio persistente entre humanos) e piorar o cenário radicalmente. Não gosto de ser alarmista, mas é fato de que estou severamente preocupado com o aumento dos relatos e principalmente das informações e boatos desencontrados que ouvimos por aí.

Se você quiser entender um pouco mais sobre o Ebola e como se proteger contra uma possível pandemia deste vírus recomendo que veja este vídeo que gravei mês passado. Apesar de ter alguns dados relativamente desatualizados, o contexto ainda é o mesmo. Segue:



Estejam atentos e não se deixem enganar. Procurem por mais de uma fonte quando ouvirem uma notícia preocupante e busquem criar planos de isolamento para você e sua família caso as coisas desandem de vez.

Até.

Fonte: Sobrevivencialismo

Sobrevivencialismo: pandemia, Com que velocidade uma doença pode se espalhar?

Por Julio Lobo

 Com os casos de Ebola continuando a surgir em vários pontos do mundo é importante entender qual o real risco que sofremos em casos de doenças contagiosas. Hoje vamos discutir qual a velocidade que uma doença pode se espalhar e chegar aí, na sua casa.

Nós sabemos que gripes podem se espalhar como fogo selvagem principalmente em escritórios fechados e escolas, porém é virtualmente impossível termos dados de contágio que sejam fiéis a realidade. Isso acontece pois ninguém conseguirá lembrar com quantas pessoas entrou em contato direto ou indireto no dia.

Para obter uma estimativa geral, estudantes da Universidade de Stanford realizaram um experimento bastante interessante. Os pesquisadores selecionaram 788 estudantes voluntários para um projeto de pesquisa onde cada indivíduo carregou consigo um sensor de proximidade do tamanho de uma caixa de fósforo ao redor do pescoço durante o dia.
Sensor utilizado no experimento
O sensor registrou uma interação quando chegava próximo de outro sensor, ou seja, quando um aluno estava em contato próximo com o outro. Os sensores foram configurados para só registrarem quando chegassem a uma distância semelhante a necessária para realizar o contágio da gripe.

Resultado? No final de apenas um dia os pesquisadores coletaram os dados e encontraram um total de 762.868 interações registradas, isso em apenas 788 estudantes! Apesar de haverem algumas diferenças nas quantidades de interações entre cada indivíduo, os números eram muito próximos de maneira geral.

Fato é que, ao aumentarmos estes números em termos de escala global, os dados se tornam impressionantes e preocupantes. Além disso, com velocidade de transporte que temos hoje em dia a distância geográfica se torna irrelevante, visto que em menos de um dia um indivíduo contaminado pode cruzar continentes.

Se vocês quiserem conferir, o site do Financial Times disponibilizou uma simulação de como o contágio aconteceria por meio de viagens internacionais.

Basta clicar aqui para verificar o simulador.

Enfim, com todos estes dados é clara a necessidade dos países tomarem medidas rígidas para controlar o avanço de tais doenças, não é? Infelizmente não é o que acontece. Veja só:

Atualmente 8 países já tiveram casos confirmados de Ebola;
Mais de 200 profissionais da área da saúde já morreram durante a luta contra a pandemia;
Na Espanha um paciente em isolamento acabou por contaminar uma enfermeira que o atendia, mesmo esta usando todas as proteções adequadas, o que evidencia falha nos processos de segurança;
Nos EUA, dos 5.700 hospitais disponíveis em todo o país, somente quatro estão equipados para tratar pacientes com Ebola e nestes quatro só existem 19 leitos.

Preferi manter os dados somente de países mais avançados que o nosso para mostrar que se a realidade deles está ruim, a nossa provavelmente poderá ficar pior se não nos cuidarmos. Se um dos países mais ricos atualmente só pode tratar 19 pessoas contaminadas, quantas nós podemos?

Pois é. O maior ponto de preocupação é que pelo o Ebola é um vírus e, por isso, pode facilmente sofrer uma mutação (dado o contágio persistente entre humanos) e piorar o cenário radicalmente. Não gosto de ser alarmista, mas é fato de que estou severamente preocupado com o aumento dos relatos e principalmente das informações e boatos desencontrados que ouvimos por aí.

Se você quiser entender um pouco mais sobre o Ebola e como se proteger contra uma possível pandemia deste vírus recomendo que veja este vídeo que gravei mês passado. Apesar de ter alguns dados relativamente desatualizados, o contexto ainda é o mesmo. Segue:



Estejam atentos e não se deixem enganar. Procurem por mais de uma fonte quando ouvirem uma notícia preocupante e busquem criar planos de isolamento para você e sua família caso as coisas desandem de vez.

Até.

Fonte: Sobrevivencialismo



© YouTube / Solarian Media
Tradução: Caminho Alternativo

(15-10-2014) O Exército dos EUA apresentou um relatório em que proporciona uma “visão dos conflitos armados do futuro” onde Washington estará envolvido nas formas mais sinistras, informam meios estadunidenses.

O documento, “Conceito de operação do Exército” (“Army operating concept”) elaborado pelo Pentágono, descreve as estratégias para destruir os potenciais rivais geopolíticos e econômicos que possam obstaculizar os planos dos EUA de dominar o planeta, informa o portal Infowars.

O relatório foi apresentado nesta semana durante a conferência anual da Associação do Exército dos EUA realizado em Washington, onde deixa clara sua “visão” para as próximas guerras envolvendo o Exército estadunidense.

O documento é uma crua testemunha de uma furiosa corrida militar onde ficam claros os conceitos estratégicos preparados para realizar uma terceira guerra mundial, combinada com uma ditadura militar dentro do própio território estadunidense, asseguram os autores do artigo.

Não obstante, assinala que “o entorno onde vai operar o Exército é desconhecido”. “O inimigo é desconhecido, a localização é desconhecida e as coalizões envolvidas são desconhecidas”, assegura. Partindo destes antecedentes Washington está disposto a eliminar militarmente a qualquer país e povo que se interponha em seu caminho à hegemonia sobre o planeta, seus mercados e recursos.

O documento indica sem rodeios que “o caráter dos conflitos armados” será influenciado principalmente pelas “mudanças na paisagem geopolítica”.

No caso de um enfrentamento com outra potência nuclear, o relatório propõe atacar primeiro e “de forma que o adversário seja incapaz de responder com eficiência”. Enquanto que em países menores planeja realizar operações terrestres para reprimir a resistência popular para assim mantê-la subjugada e dominada.

Depois de mais de uma década da chamada “guerra global contra o terror”, onde a luta contra a supostamente omnipresente ameaça da Al-Qaeda era a missão primordial da inteligência e do aparato militar norteamericano, no novo documento “as organizações terroristas internacionais” parecem ter perdido peso.

Agora a primeira prioridade são os “poderes emergentes”, com China na cabeça seguida da Rússia. No caso de Pequim, o documento põe em evidência a profunda preocupação dos EUA pelos “esforços de modernização de seu Exército” com o objetivo de conseguir “a estabilidade ao longo de suas fronteiras”, com o que Washington está disposto a terminar.

Em relação a Rússia, e a raíz dos recentes acontecimentos na Ucrânia, o dossiê do Pentágono acusa a Moscou de estar “decidido a fortalecer sua influência na Eurásia”. “Só um forte deslocamento de forças terrestres dos EUA pode dissuadir a Rússia e impedir que ganhe influência nos conflitos políticos“, argumenta.

Dentro das “potências regionais”, em primeiro lugar aparece Irã, que “persegue uma modernização integral de suas Forças Armadas”, e argumenta que Teerã “têm o potêncial de enterrar os objetivos regionais” de Washington no Oriente Médio.

Mas a “visão” das futuras operações militares do Pentágono não se limita aos conflitos em outros países, senão que também contempla a necessidade de “responder e mitigar a crise dentro dos EUA”. Uma das missões “do Exército dentro do país inclui o apoio com tropas as autoridades civís”.

Fontes:RT , Caminho Alternativo

O Pentágono apresenta sua estratégia para a “Terceira Guerra Mundial”



© YouTube / Solarian Media
Tradução: Caminho Alternativo

(15-10-2014) O Exército dos EUA apresentou um relatório em que proporciona uma “visão dos conflitos armados do futuro” onde Washington estará envolvido nas formas mais sinistras, informam meios estadunidenses.

O documento, “Conceito de operação do Exército” (“Army operating concept”) elaborado pelo Pentágono, descreve as estratégias para destruir os potenciais rivais geopolíticos e econômicos que possam obstaculizar os planos dos EUA de dominar o planeta, informa o portal Infowars.

O relatório foi apresentado nesta semana durante a conferência anual da Associação do Exército dos EUA realizado em Washington, onde deixa clara sua “visão” para as próximas guerras envolvendo o Exército estadunidense.

O documento é uma crua testemunha de uma furiosa corrida militar onde ficam claros os conceitos estratégicos preparados para realizar uma terceira guerra mundial, combinada com uma ditadura militar dentro do própio território estadunidense, asseguram os autores do artigo.

Não obstante, assinala que “o entorno onde vai operar o Exército é desconhecido”. “O inimigo é desconhecido, a localização é desconhecida e as coalizões envolvidas são desconhecidas”, assegura. Partindo destes antecedentes Washington está disposto a eliminar militarmente a qualquer país e povo que se interponha em seu caminho à hegemonia sobre o planeta, seus mercados e recursos.

O documento indica sem rodeios que “o caráter dos conflitos armados” será influenciado principalmente pelas “mudanças na paisagem geopolítica”.

No caso de um enfrentamento com outra potência nuclear, o relatório propõe atacar primeiro e “de forma que o adversário seja incapaz de responder com eficiência”. Enquanto que em países menores planeja realizar operações terrestres para reprimir a resistência popular para assim mantê-la subjugada e dominada.

Depois de mais de uma década da chamada “guerra global contra o terror”, onde a luta contra a supostamente omnipresente ameaça da Al-Qaeda era a missão primordial da inteligência e do aparato militar norteamericano, no novo documento “as organizações terroristas internacionais” parecem ter perdido peso.

Agora a primeira prioridade são os “poderes emergentes”, com China na cabeça seguida da Rússia. No caso de Pequim, o documento põe em evidência a profunda preocupação dos EUA pelos “esforços de modernização de seu Exército” com o objetivo de conseguir “a estabilidade ao longo de suas fronteiras”, com o que Washington está disposto a terminar.

Em relação a Rússia, e a raíz dos recentes acontecimentos na Ucrânia, o dossiê do Pentágono acusa a Moscou de estar “decidido a fortalecer sua influência na Eurásia”. “Só um forte deslocamento de forças terrestres dos EUA pode dissuadir a Rússia e impedir que ganhe influência nos conflitos políticos“, argumenta.

Dentro das “potências regionais”, em primeiro lugar aparece Irã, que “persegue uma modernização integral de suas Forças Armadas”, e argumenta que Teerã “têm o potêncial de enterrar os objetivos regionais” de Washington no Oriente Médio.

Mas a “visão” das futuras operações militares do Pentágono não se limita aos conflitos em outros países, senão que também contempla a necessidade de “responder e mitigar a crise dentro dos EUA”. Uma das missões “do Exército dentro do país inclui o apoio com tropas as autoridades civís”.

Fontes:RT , Caminho Alternativo

Tradução: Google Tradutor

(07-10-2014) DALLAS – E se o paciente de Ebola Thomas Eric Duncan não sobreviver?

É algo que os líderes de Dallas County não querem pensar, mas é uma possibilidade que irá apresentar às autoridades de saúde aqui com uma situação que ainda não experimentaram: como lidar com um corpo que, segundo a Organização Mundial da Saúde, poderia permanecer altamente contagiosa para vários dias.

“Tem sido discutido, mas não houve conclusão”, disse Zachary Thompson, diretor do Dallas County Saúde e Serviços Humanos. “Essa é uma discussão de contingência.”

No início de agosto, o médico-missionário Kent Brantly se tornou o primeiro paciente dos EUA a ser tratado de Ebola depois que ele contraiu a doença na África Ocidental e foi transportado para o Hospital da Universidade de Emory, em Atlanta.

Logo depois, o CDC publicou um documento intitulado “Orientações para manuseio seguro de restos humanos de pacientes com Ebola em hospitais norte-americanos e Mortuarios”, que afirma que a “manipulação de restos humanos devem ser mantidos a um mínimo.”

Autoridades de saúde dizem que Duncan, de 42 anos, está lutando por sua vida no Texas Saúde Presbiteriana, onde ele esteve em uma ala de isolamento desde setembro 28. Ele está em estado crítico, mas estável, em um ventilador, e diálise renal. Na semana passada, ele começou a receber uma droga experimental chamada brincidofovir.

Sete pacientes, incluindo Duncan e Brantly, foram ou estão sendo tratados para Ebola ou a exposição ao vírus em hospitais norte-americanos.

De acordo com as recomendações federais, funcionários do hospital não devem tentar limpar o falecido ou remover quaisquer linhas médicas ou tubos. Em vez disso, “o corpo deve ser envolto em uma mortalha de plástico” e imediatamente colocados em dois sacos estanques de espessura e com zíper para o transporte ao necrotério.

O que isto significa para a família é provável nenhuma chance para lamentar seus entes queridos em um serviço de funeral tradicional.

O Dr. Jeffrey Barnard do Dallas County Medical, cujo escritório lida com a coleta e transporte de cadáveres, não retornou imediatamente as ligações para comentar o assunto. Um funcionário que atendeu o telefone em seu escritório se recusou a dizer se havia um plano para o caso de Duncan morrer.

“Eu não posso dar nenhuma informação”, a mulher disse a Yahoo News. “Eu tenho que terminar a chamada.”

Dallas County tem sido a principal agência para a investigação de Ebola e contenção em Dallas, mas Thompson disse que sua equipe local vai adiar para outros especialistas, se Duncan sucumbe à doença.

“O Estado e o CDC farão uma recomendação sobre a forma como o corpo vai ser descartado”, disse Thompson, cujo escritório foi criticado por ser lento para descontaminar o apartamento Dallas, onde Duncan ficou quando ele chegou em Texas da Libéria.

O CDC recomenda que autópsias sejam evitadas, e que não sejam realizados embalsamamentos.

Tem sido um tópico de discussão no Instituto de Dallas de Serviço Funeral, onde Wayne Cavender é um instrutor e administrador.

“Uma vez que eles não têm um bom controle sobre a doença em si, eles estão preocupados com uma epidemia”, disse Cavender ao Yahoo News. “Então essa é uma maneira de ajudar a mantê-lo a ir mais longe. Porque se embalsamar, vamos entrar em contato com todos os fluídos do corpo e tudo mais. Com as precauções universais que não deveria, mas acidentes acontecem de vez em quando.”

Em vez disso, o CDC diz, os “restos mortais devem ser cremados ou enterrados imediatamente em um caixão herméticamente fechado“. O caixão deve proteger “contra a fuga de microorganismos” e têm documentação válida por ser hermético.

“Não há realmente um caixão herméticamente fechado”, disse Cavender, que está no negócio de funeral por 28 anos.

“Os caixões aferidos que eles vendem não são um tipo de garantia de vedação. Não é completamente hermético porque você têm que ter uma maneira de abrí-los e assim por diante. Não é como se fosse a vácuo“, disse ele.

Mas o CDC adverte que em nenhum momento os sacos ou caixões selados sejam abertos para visualização.

Duncan tinha recentemente viajado para Dallas a partir de África Ocidental, onde a Organização Mundial de Saúde estima que o Ebola já matou mais de 3.400 pessoas este ano. Autoridades de saúde dizem que os enterros tradicionais africanos, em que os membros da família lavam o corpo, fez com que a epidemia se espalhasse mais rápido.

Cavender disse que apoia totalmente os padrões rigorosos do CDC para este país, mas sabe que poderia custar a uma família uma despedida apropriada.

“Todo mundo precisa enterrar seus mortos e ter um funeral e vendo se é isso que eles querem”, disse ele. “Esse é o governo dizendo que você não pode fazer isso. É muito triste para a família nesse caso.”

Tenho mantido os olhos abertos para qualquer menção a esses tipos de caixões, desde que a história foi lançada, sabendo que um dia, eles de repente seriam apontados pelo governo como se sempre tivesse sido usado. Parece que o dia está próximo.

Em uma história para o Yahoo News, o CDC diz que, no caso de um surto de Ebola nos EUA, seria necessário enterrar os corpos dos mortos em “caixões hermeticamente fechados”, que impeçam a fuga de micróbios durante os funerais. Um administrador do Instituto Dallas Of Service Funeral entrevistado no artigo afirma que ele nunca se deparou com quaisquer desses caixões em sua indústria, ou seja, caixões herméticamente fechados, não são comuns para o enterro. Os caixões CDC em Madison, Geórgia, no entanto, são projetados para impedir a propagação da infecção. Na verdade, a patente para esses caixões confirma que eles são feitos para o enterro ou a cremação dos corpos expostos a doenças infecciosas. Você pode ler a patente aqui.
Isto sugere que o CDC armazenou esses caixões em lugares como o Madison, Geórgia, especificamente, em preparação para um surto viral. Ou seja, o CDC estava esperando a morte de centenas de milhares de americanos, devido à infecção, pelo menos nos últimos seis anos. Isso é um longo período de preparação. Essa preparação exige certeza, não hipótese, especialmente se o governo federal está envolvido. 

O governo dos EUA tinha tanta certeza de uma catástrofe viral que comprou campos cheios de caixões de vedação para estar pronto para isso; não para impedi-lo, mas para ter os meios de limpar depois. Deixe que o pensamento se contente com um momento, e então leia o último artigo “Um surto de Ebola seria vantajoso para os globalistas“, para entender o quadro maior.

Fontes: Yahoo , Caminho Alternativo , shtfplan

CDC sugere “caixões herméticamente fechados” para as vítimas de Ebola. Caixões da FEMA?

Tradução: Google Tradutor

(07-10-2014) DALLAS – E se o paciente de Ebola Thomas Eric Duncan não sobreviver?

É algo que os líderes de Dallas County não querem pensar, mas é uma possibilidade que irá apresentar às autoridades de saúde aqui com uma situação que ainda não experimentaram: como lidar com um corpo que, segundo a Organização Mundial da Saúde, poderia permanecer altamente contagiosa para vários dias.

“Tem sido discutido, mas não houve conclusão”, disse Zachary Thompson, diretor do Dallas County Saúde e Serviços Humanos. “Essa é uma discussão de contingência.”

No início de agosto, o médico-missionário Kent Brantly se tornou o primeiro paciente dos EUA a ser tratado de Ebola depois que ele contraiu a doença na África Ocidental e foi transportado para o Hospital da Universidade de Emory, em Atlanta.

Logo depois, o CDC publicou um documento intitulado “Orientações para manuseio seguro de restos humanos de pacientes com Ebola em hospitais norte-americanos e Mortuarios”, que afirma que a “manipulação de restos humanos devem ser mantidos a um mínimo.”

Autoridades de saúde dizem que Duncan, de 42 anos, está lutando por sua vida no Texas Saúde Presbiteriana, onde ele esteve em uma ala de isolamento desde setembro 28. Ele está em estado crítico, mas estável, em um ventilador, e diálise renal. Na semana passada, ele começou a receber uma droga experimental chamada brincidofovir.

Sete pacientes, incluindo Duncan e Brantly, foram ou estão sendo tratados para Ebola ou a exposição ao vírus em hospitais norte-americanos.

De acordo com as recomendações federais, funcionários do hospital não devem tentar limpar o falecido ou remover quaisquer linhas médicas ou tubos. Em vez disso, “o corpo deve ser envolto em uma mortalha de plástico” e imediatamente colocados em dois sacos estanques de espessura e com zíper para o transporte ao necrotério.

O que isto significa para a família é provável nenhuma chance para lamentar seus entes queridos em um serviço de funeral tradicional.

O Dr. Jeffrey Barnard do Dallas County Medical, cujo escritório lida com a coleta e transporte de cadáveres, não retornou imediatamente as ligações para comentar o assunto. Um funcionário que atendeu o telefone em seu escritório se recusou a dizer se havia um plano para o caso de Duncan morrer.

“Eu não posso dar nenhuma informação”, a mulher disse a Yahoo News. “Eu tenho que terminar a chamada.”

Dallas County tem sido a principal agência para a investigação de Ebola e contenção em Dallas, mas Thompson disse que sua equipe local vai adiar para outros especialistas, se Duncan sucumbe à doença.

“O Estado e o CDC farão uma recomendação sobre a forma como o corpo vai ser descartado”, disse Thompson, cujo escritório foi criticado por ser lento para descontaminar o apartamento Dallas, onde Duncan ficou quando ele chegou em Texas da Libéria.

O CDC recomenda que autópsias sejam evitadas, e que não sejam realizados embalsamamentos.

Tem sido um tópico de discussão no Instituto de Dallas de Serviço Funeral, onde Wayne Cavender é um instrutor e administrador.

“Uma vez que eles não têm um bom controle sobre a doença em si, eles estão preocupados com uma epidemia”, disse Cavender ao Yahoo News. “Então essa é uma maneira de ajudar a mantê-lo a ir mais longe. Porque se embalsamar, vamos entrar em contato com todos os fluídos do corpo e tudo mais. Com as precauções universais que não deveria, mas acidentes acontecem de vez em quando.”

Em vez disso, o CDC diz, os “restos mortais devem ser cremados ou enterrados imediatamente em um caixão herméticamente fechado“. O caixão deve proteger “contra a fuga de microorganismos” e têm documentação válida por ser hermético.

“Não há realmente um caixão herméticamente fechado”, disse Cavender, que está no negócio de funeral por 28 anos.

“Os caixões aferidos que eles vendem não são um tipo de garantia de vedação. Não é completamente hermético porque você têm que ter uma maneira de abrí-los e assim por diante. Não é como se fosse a vácuo“, disse ele.

Mas o CDC adverte que em nenhum momento os sacos ou caixões selados sejam abertos para visualização.

Duncan tinha recentemente viajado para Dallas a partir de África Ocidental, onde a Organização Mundial de Saúde estima que o Ebola já matou mais de 3.400 pessoas este ano. Autoridades de saúde dizem que os enterros tradicionais africanos, em que os membros da família lavam o corpo, fez com que a epidemia se espalhasse mais rápido.

Cavender disse que apoia totalmente os padrões rigorosos do CDC para este país, mas sabe que poderia custar a uma família uma despedida apropriada.

“Todo mundo precisa enterrar seus mortos e ter um funeral e vendo se é isso que eles querem”, disse ele. “Esse é o governo dizendo que você não pode fazer isso. É muito triste para a família nesse caso.”

Tenho mantido os olhos abertos para qualquer menção a esses tipos de caixões, desde que a história foi lançada, sabendo que um dia, eles de repente seriam apontados pelo governo como se sempre tivesse sido usado. Parece que o dia está próximo.

Em uma história para o Yahoo News, o CDC diz que, no caso de um surto de Ebola nos EUA, seria necessário enterrar os corpos dos mortos em “caixões hermeticamente fechados”, que impeçam a fuga de micróbios durante os funerais. Um administrador do Instituto Dallas Of Service Funeral entrevistado no artigo afirma que ele nunca se deparou com quaisquer desses caixões em sua indústria, ou seja, caixões herméticamente fechados, não são comuns para o enterro. Os caixões CDC em Madison, Geórgia, no entanto, são projetados para impedir a propagação da infecção. Na verdade, a patente para esses caixões confirma que eles são feitos para o enterro ou a cremação dos corpos expostos a doenças infecciosas. Você pode ler a patente aqui.
Isto sugere que o CDC armazenou esses caixões em lugares como o Madison, Geórgia, especificamente, em preparação para um surto viral. Ou seja, o CDC estava esperando a morte de centenas de milhares de americanos, devido à infecção, pelo menos nos últimos seis anos. Isso é um longo período de preparação. Essa preparação exige certeza, não hipótese, especialmente se o governo federal está envolvido. 

O governo dos EUA tinha tanta certeza de uma catástrofe viral que comprou campos cheios de caixões de vedação para estar pronto para isso; não para impedi-lo, mas para ter os meios de limpar depois. Deixe que o pensamento se contente com um momento, e então leia o último artigo “Um surto de Ebola seria vantajoso para os globalistas“, para entender o quadro maior.

Fontes: Yahoo , Caminho Alternativo , shtfplan

AFP/AFP - (4 out) Funcionário da Cruz Vermelha veste uma roupa de proteção contra o Ebola, na capital da Libéria
Uma auxiliar de enfermagem espanhola se tornou a primeira pessoa contaminada por Ebola fora da África, após ter contraído o vírus no hospital madrilenho onde foram atendidos os dois missionários que morreram com a doença, informaram autoridades sanitárias locais nesta segunda-feira.

A mulher infectada "é uma profissional de saúde que atendeu os últimos casos repatriados que deram entrada no hospital Carlos III", onde ela trabalha, explicou a diretora de Saúde Pública, Mercedes Vinuesa, em uma coletiva de imprensa convocada em caráter de urgência em Madri.

Ela começou a se sentir mal em 30 de setembro, mas só foi ao médico no domingo, explicaram funcionários do Ministério da Saúde durante a coletiva.

Após ter resultados positivos em dois exames para o Ebola, a paciente, casada e sem filhos, foi isolada nesta segunda-feira em um centro médico não especializado de Alcorcón, um subúrbio ao sul da capital.

A enfermeira tinha atendido os dois missionários, Miguel Pajares, de 75 anos, e Manuel García Viejo, de 69, repatriados a bordo de aviões-hospitais militares em agosto e setembro, respectivamente, e colocados em isolamento no Hospital Carlos III.

Nas imagens de sua chegada a Madri, os religiosos apareceram deitados em macas protegidas em cápsulas de plástico totalmente fechadas e transportadas por equipes médicas usando macacões de lona, máscaras, óculos e luvas.

Um traje semelhante deveria ser usado pelas cerca de 30 pessoas que se revezaram durante dias para cuidar deles, com o objetivo de evitar qualquer contágio pela doença, que mata quase a metade dos infectados.

"Estamos trabalhando para averiguar se (durante o tratamento dos dois missionários no centro médico madrilense) todos os protocolos estabelecidos foram seguidos estritamente", afirmou a ministra da Saúde, Ana Mato que, incapaz até o momento de explicar o ocorrido, tentou enviar uma mensagem tranquilizadora.



"Estão sendo tomadas todas as medidas para garantir a segurança das equipes de saúde que estão atendendo a paciente e a toda a população", acrescentou.

- Preocupação -

O padre católico Manuel García Viejo, de 69 anos, tinha sido repatriado com o vírus Ebola em 22 de setembro, trazido de Serra Leoa, onde trabalhava em um centro médico da Ordem Hospitalar de São João de Deus.

Isolado em um andar do Hospital Carlos III, ele faleceu três dias depois.

No dia seguinte, a auxiliar de enfermagem tirou férias, que terminaram no domingo, explicaram os funcionários do ministério, sem detalhar se a mulher tinha viajado para fora de Madri, nem com quem manteve contato.

A necropsia no corpo do padre García Viejo não foi feita para evitar contágios e ele foi cremado. O mesmo procedimento foi adotado após a morte de outro missionário da ordem, Miguel Pajares de 75 anos, em 12 de agosto no mesmo hospital.

Levado dias antes da Libéria a bordo de um avião-hospital do Exército espanhol, ele foi o primeiro europeu repatriado com o vírus e chegou a ser tratado com o soro experimental americano ZMapp, mas não resistiu e acabou falecendo.

Sua morte comoveu o país. Em seu funeral, a ministra Mato afirmou: "Todos os protocolos estão sendo cumpridos com todo rigor".

A febre hemorrágica do Ebola causou 3.439 mortes na África Ocidental dos 7.478 casos registrados em cinco países - Serra Leoa, Guiné, Libéria, Nigéria e Senegal -, segundo o último balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A este número deve-se adicionar um caso nos Estados Unidos, descoberto na semana passada, quatro dias depois de o doente, o primeiro diagnosticado com a febre hemorrágica fora da África, chegar ao país vindo da Libéria.

Desde então, as autoridades dos EUA enfrentam a crescente preocupação da população americana, apesar dos esforços de comunicação mobilizados diariamente para tranquilizar as pessoas.

Antes de 30 de setembro, data em que a doença foi diagnosticada em Eric Thomas Duncan, no Texas, "os centros de controle e prevenção de doenças (n.r: CDC) recebiam 50 telefonemas e e-mails por dia", afirmou no domingo seu diretor, Tom Frieden. Depois, "esse número passou a 800 por dia", acrescentou.

Fonte: Notícias Yahoo

Enfermeira de hospital espanhol que recebeu doentes com ebola tem o vírus

AFP/AFP - (4 out) Funcionário da Cruz Vermelha veste uma roupa de proteção contra o Ebola, na capital da Libéria
Uma auxiliar de enfermagem espanhola se tornou a primeira pessoa contaminada por Ebola fora da África, após ter contraído o vírus no hospital madrilenho onde foram atendidos os dois missionários que morreram com a doença, informaram autoridades sanitárias locais nesta segunda-feira.

A mulher infectada "é uma profissional de saúde que atendeu os últimos casos repatriados que deram entrada no hospital Carlos III", onde ela trabalha, explicou a diretora de Saúde Pública, Mercedes Vinuesa, em uma coletiva de imprensa convocada em caráter de urgência em Madri.

Ela começou a se sentir mal em 30 de setembro, mas só foi ao médico no domingo, explicaram funcionários do Ministério da Saúde durante a coletiva.

Após ter resultados positivos em dois exames para o Ebola, a paciente, casada e sem filhos, foi isolada nesta segunda-feira em um centro médico não especializado de Alcorcón, um subúrbio ao sul da capital.

A enfermeira tinha atendido os dois missionários, Miguel Pajares, de 75 anos, e Manuel García Viejo, de 69, repatriados a bordo de aviões-hospitais militares em agosto e setembro, respectivamente, e colocados em isolamento no Hospital Carlos III.

Nas imagens de sua chegada a Madri, os religiosos apareceram deitados em macas protegidas em cápsulas de plástico totalmente fechadas e transportadas por equipes médicas usando macacões de lona, máscaras, óculos e luvas.

Um traje semelhante deveria ser usado pelas cerca de 30 pessoas que se revezaram durante dias para cuidar deles, com o objetivo de evitar qualquer contágio pela doença, que mata quase a metade dos infectados.

"Estamos trabalhando para averiguar se (durante o tratamento dos dois missionários no centro médico madrilense) todos os protocolos estabelecidos foram seguidos estritamente", afirmou a ministra da Saúde, Ana Mato que, incapaz até o momento de explicar o ocorrido, tentou enviar uma mensagem tranquilizadora.



"Estão sendo tomadas todas as medidas para garantir a segurança das equipes de saúde que estão atendendo a paciente e a toda a população", acrescentou.

- Preocupação -

O padre católico Manuel García Viejo, de 69 anos, tinha sido repatriado com o vírus Ebola em 22 de setembro, trazido de Serra Leoa, onde trabalhava em um centro médico da Ordem Hospitalar de São João de Deus.

Isolado em um andar do Hospital Carlos III, ele faleceu três dias depois.

No dia seguinte, a auxiliar de enfermagem tirou férias, que terminaram no domingo, explicaram os funcionários do ministério, sem detalhar se a mulher tinha viajado para fora de Madri, nem com quem manteve contato.

A necropsia no corpo do padre García Viejo não foi feita para evitar contágios e ele foi cremado. O mesmo procedimento foi adotado após a morte de outro missionário da ordem, Miguel Pajares de 75 anos, em 12 de agosto no mesmo hospital.

Levado dias antes da Libéria a bordo de um avião-hospital do Exército espanhol, ele foi o primeiro europeu repatriado com o vírus e chegou a ser tratado com o soro experimental americano ZMapp, mas não resistiu e acabou falecendo.

Sua morte comoveu o país. Em seu funeral, a ministra Mato afirmou: "Todos os protocolos estão sendo cumpridos com todo rigor".

A febre hemorrágica do Ebola causou 3.439 mortes na África Ocidental dos 7.478 casos registrados em cinco países - Serra Leoa, Guiné, Libéria, Nigéria e Senegal -, segundo o último balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A este número deve-se adicionar um caso nos Estados Unidos, descoberto na semana passada, quatro dias depois de o doente, o primeiro diagnosticado com a febre hemorrágica fora da África, chegar ao país vindo da Libéria.

Desde então, as autoridades dos EUA enfrentam a crescente preocupação da população americana, apesar dos esforços de comunicação mobilizados diariamente para tranquilizar as pessoas.

Antes de 30 de setembro, data em que a doença foi diagnosticada em Eric Thomas Duncan, no Texas, "os centros de controle e prevenção de doenças (n.r: CDC) recebiam 50 telefonemas e e-mails por dia", afirmou no domingo seu diretor, Tom Frieden. Depois, "esse número passou a 800 por dia", acrescentou.

Fonte: Notícias Yahoo

Paramédico prepara ambulâncias que vão transportar pacientes de ebola do aeroporto de Frankfurt, na Alemanha, para a Universidade Clínica da cidade - KAI PFAFFENBACH / REUTERS
O que muitos temiam tem agora chances reais de acontecer. Em entrevista à imprensa nesta quinta-feira (02), o chefe da missão da ONU para o ebola, Anthony Banbury, disse que o vírus letal poderá sofrer mutação e começar a se espalhar pelo ar, caso a epidemia não seja controlada rapidamente. Banbury descreveu ainda o hipotético cenário como um “pesadelo”.

Até o momento, sabe-se que o ebola é transmitido apenas por fluidos corporais, quando uma pessoa entra em contato direto com o corpo de uma vítima da doença. No entanto, se a transmissão passar a ser também pelas vias respiratórias, o trabalho de contenção do surto se tornará ainda mais difícil.

- Quanto mais tempo o vírus permanece em hospedeiros humanos no caldeirão virulento que é a África Ocidental, mais chances de mutação - disse Banbury Telegraph - É um cenário de pesadelo [que poderia se espalhar pelo ar], e improvável, mas que não pode ser descartado.

O representante especial da ONU admitiu que a comunidade internacional se engajou "um pouco tarde" no combate à epidemia, mas que ainda não era "tarde demais". Pouco antes dos comentários, Banbury falava pouco antes sobre primeiro caso de ebola diagnosticado dentro do território americano. O homem, que contraiu o vírus na Libéria antes de voar para Dallas, no Texas, é o primeiro a ser diagnosticado fora da África, onde a doença já matou mais de três mil pessoas.


Fontes: O Globo , Libertar

Virús ebola pode sofrer mutação e se espalhará pelo ar, Alerta a ONU

Paramédico prepara ambulâncias que vão transportar pacientes de ebola do aeroporto de Frankfurt, na Alemanha, para a Universidade Clínica da cidade - KAI PFAFFENBACH / REUTERS
O que muitos temiam tem agora chances reais de acontecer. Em entrevista à imprensa nesta quinta-feira (02), o chefe da missão da ONU para o ebola, Anthony Banbury, disse que o vírus letal poderá sofrer mutação e começar a se espalhar pelo ar, caso a epidemia não seja controlada rapidamente. Banbury descreveu ainda o hipotético cenário como um “pesadelo”.

Até o momento, sabe-se que o ebola é transmitido apenas por fluidos corporais, quando uma pessoa entra em contato direto com o corpo de uma vítima da doença. No entanto, se a transmissão passar a ser também pelas vias respiratórias, o trabalho de contenção do surto se tornará ainda mais difícil.

- Quanto mais tempo o vírus permanece em hospedeiros humanos no caldeirão virulento que é a África Ocidental, mais chances de mutação - disse Banbury Telegraph - É um cenário de pesadelo [que poderia se espalhar pelo ar], e improvável, mas que não pode ser descartado.

O representante especial da ONU admitiu que a comunidade internacional se engajou "um pouco tarde" no combate à epidemia, mas que ainda não era "tarde demais". Pouco antes dos comentários, Banbury falava pouco antes sobre primeiro caso de ebola diagnosticado dentro do território americano. O homem, que contraiu o vírus na Libéria antes de voar para Dallas, no Texas, é o primeiro a ser diagnosticado fora da África, onde a doença já matou mais de três mil pessoas.


Fontes: O Globo , Libertar

Nesta quarta feira, dia 17 de Setembro de 2014, um grupo de três alunos denunciaram a geo-engenharia em uma exposição na Feira do Conhecimento, evento regional que aconteceu no Centro de Convenções do Município de São José, situado na Grande Florianópolis.

Os jovens, coordenados por seu professor, elaboraram uma bela exposição com direito a banners, reportagens e recursos digitais com Notebook e Tablets. Tudo isso para prover ao espectador uma experiencia o mais completa possível da realidade da geoengenharia, visto que a distância que as pessoas comuns estão deste conhecimento é tão grande, que para muitos é difícil processar essas informações. No entanto, este problema pedagógico foi resolvido com a eficiência dos alunos para expor o tema e a ilustração simultânea de imagens passadas na tela dos computadores diante dos espectadores curiosos.

Dentre os espectadores, as crianças foram as que mais se interessaram. Atraídas pelas imagens de nuvens e aviões, paravam para ouvir as explicações dos expositores. Mesmo tratando-se de uma linguagem complexa, as crianças apreciavam as explicações e se fascinavam com as imagens coloridas.

Mas é claro que não foram só as crianças as interessadas. Por ali passaram adolescentes, pais e também professores, muitos destes, de química, física, biologia e etc. Em muitos momentos perguntas céticas foram feitas, mas os alunos estavam preparados para respondê-las e deram o melhor de si, afinal pesquisaram com dedicação o tema que estavam exibindo.

Essa é uma iniciativa muito importante, pois trata-se da geo-engenharia sendo exposta em um evento educacional. Ou seja, são crianças e jovens, a futura geração, tendo acesso pela primeira vez a essa realidade. Isso é fundamental para o processo de conscientização a respeito da existência da geo-engenharia no mundo atual. (Por Oberon de Mello)



Obs: Se não funcionar o video acesse aqui.

Referências:
Chemtrails Brasil , Blog Anti-NOM

Fonte: Fórum Anti Nova Ordem Mundial

Alunos da rede pública denunciam geo-engenharia (Chemtrail) em feira de ciências

Nesta quarta feira, dia 17 de Setembro de 2014, um grupo de três alunos denunciaram a geo-engenharia em uma exposição na Feira do Conhecimento, evento regional que aconteceu no Centro de Convenções do Município de São José, situado na Grande Florianópolis.

Os jovens, coordenados por seu professor, elaboraram uma bela exposição com direito a banners, reportagens e recursos digitais com Notebook e Tablets. Tudo isso para prover ao espectador uma experiencia o mais completa possível da realidade da geoengenharia, visto que a distância que as pessoas comuns estão deste conhecimento é tão grande, que para muitos é difícil processar essas informações. No entanto, este problema pedagógico foi resolvido com a eficiência dos alunos para expor o tema e a ilustração simultânea de imagens passadas na tela dos computadores diante dos espectadores curiosos.

Dentre os espectadores, as crianças foram as que mais se interessaram. Atraídas pelas imagens de nuvens e aviões, paravam para ouvir as explicações dos expositores. Mesmo tratando-se de uma linguagem complexa, as crianças apreciavam as explicações e se fascinavam com as imagens coloridas.

Mas é claro que não foram só as crianças as interessadas. Por ali passaram adolescentes, pais e também professores, muitos destes, de química, física, biologia e etc. Em muitos momentos perguntas céticas foram feitas, mas os alunos estavam preparados para respondê-las e deram o melhor de si, afinal pesquisaram com dedicação o tema que estavam exibindo.

Essa é uma iniciativa muito importante, pois trata-se da geo-engenharia sendo exposta em um evento educacional. Ou seja, são crianças e jovens, a futura geração, tendo acesso pela primeira vez a essa realidade. Isso é fundamental para o processo de conscientização a respeito da existência da geo-engenharia no mundo atual. (Por Oberon de Mello)



Obs: Se não funcionar o video acesse aqui.

Referências:
Chemtrails Brasil , Blog Anti-NOM

Fonte: Fórum Anti Nova Ordem Mundial


Até agora todo mundo tem testemunhado as raias da fuga branca no céu, que se estende de horizonte a horizonte, em última análise, transformando o céu em uma nuvem escura. Não podemos mais ignorar o fato de que nossos céus estão sendo pesadamente poluído com alumínio, bário, chumbo, arsênico, cromo, cádmio, selênio e prata. Todos os que atribuem a uma série de problemas de saúde, incluindo: efeitos neurológicos, lesões cardíacas, problemas de visão, falhas de reprodução, danos ao sistema imunológico, distúrbios gastrointestinais, renais danificadas, fígado danificado, problemas hormonais, e muito mais.

A verdade é que o governo é a pulverização chemtrails mortais, na esperança de redução da população.Além disso, eles têm sido conhecidos por usar chemtrails como agentes de análise biológica sobre a população; ao mesmo tempo, alegando que eles são nada mais do que mero vapor.
Nós agora temos evidências 100% inegável que existem chemtrails. O vídeo abaixo é de Rosalind Peterson, presidente da Coalizão de Defesa Agricultura. Nele, ela abordar a Nações Unidas sobre chemtrails, geoengenharia, e modificação do tempo (HAARP).

Se você fosse um cético antes, eu posso assegurá-lo, que você não vai ser depois de ouvir o que ela (o vídeo abaixo) tem a dizer para as pessoas no poder.



Fontes: Caminho Alternativo , Pak Alert Press

ONU expõe 100% de provas de que estamos sendo envenenados por Chemtrails

Até agora todo mundo tem testemunhado as raias da fuga branca no céu, que se estende de horizonte a horizonte, em última análise, transformando o céu em uma nuvem escura. Não podemos mais ignorar o fato de que nossos céus estão sendo pesadamente poluído com alumínio, bário, chumbo, arsênico, cromo, cádmio, selênio e prata. Todos os que atribuem a uma série de problemas de saúde, incluindo: efeitos neurológicos, lesões cardíacas, problemas de visão, falhas de reprodução, danos ao sistema imunológico, distúrbios gastrointestinais, renais danificadas, fígado danificado, problemas hormonais, e muito mais.

A verdade é que o governo é a pulverização chemtrails mortais, na esperança de redução da população.Além disso, eles têm sido conhecidos por usar chemtrails como agentes de análise biológica sobre a população; ao mesmo tempo, alegando que eles são nada mais do que mero vapor.
Nós agora temos evidências 100% inegável que existem chemtrails. O vídeo abaixo é de Rosalind Peterson, presidente da Coalizão de Defesa Agricultura. Nele, ela abordar a Nações Unidas sobre chemtrails, geoengenharia, e modificação do tempo (HAARP).

Se você fosse um cético antes, eu posso assegurá-lo, que você não vai ser depois de ouvir o que ela (o vídeo abaixo) tem a dizer para as pessoas no poder.



Fontes: Caminho Alternativo , Pak Alert Press

Funcionário de departamento de saúde da Libéria limpa com desifetante um homem que teria morrido por ebola em Monrovia. A imagem é de 4 de setembro (Foto: Abbas Dulleh/AP)
infecção pelo vírus ebola já matou 2.097 pessoas na África Ocidental, de acordo com o balanço divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta sexta-feira (5). Ao todo, 3.944 pessoas foram infectadas pelo vírus. Os números incluem os dados da Libéria, Guiné e Serra Leoa.

Os dados não incluem os pacientes da Nigéria ou do Senegal, que também foram afetados, nem da República Democrática do Congo, que também foi acometida por um surto independente da doença. As informações foram divulgadas pela Reuters.

A epidemia, que teve início em março, pode afetar 20 mil pessoas até ser contida, segundo a OMS. Nesta sexta-feira, a ONU fixou uma meta de deter a extensão da epidemia de ebola nos próximos seis a nove meses, afirmou o secretário-geral Ban Ki-moon.

Depois de uma reunião com altos funcionários da saúde, Ban afirmou que "as próximas semanas serão decisivas" para intensificar os esforços internacionais para combater a pior epidemia mundial de ebola.

Tratamentos experimentais
Nesta quinta-feira, a OMS pediu, durante encontro com especialistas em Genebra, que as empresas farmacêuticas e as agências reguladoras trabalhem juntas para acelerar o desenvolvimento de drogas e vacinas seguras e eficazes contra o ebola.

Dez tratamentos experimentais - oito drogas e “duas candidatas promissoras a vacinas" - mostraram potencial contra o vírus, mas continuam sob investigação, informou a OMS em um documento divulgado na cúpula.

Entre eles está a droga ZMapp, fabricada pela norte-americana Mapp Biopharmaceutical Inc., que foi ministrada a vários pacientes do ebola por "razões humanitárias", mas cuja eficácia clínica “ainda é incerta”, disse a entidade.

“Os esforços para aumentar a produção (do ZMapp) podem gerar suprimentos potenciais de algumas poucas centenas de doses até o final de 2014.”

As provas da eficácia dos medicamentos e vacinas “são sugestivas, mas não se baseiam em dados científicos consistentes vindos de testes clínicos”, declarou a OMS. Os estoques atuais de todos os medicamentos experimentais são extremamente limitados ou já acabaram.

Fontes: G1 , Libertar

Mortes por ebola sobem para 2.097, segundo OMS

Funcionário de departamento de saúde da Libéria limpa com desifetante um homem que teria morrido por ebola em Monrovia. A imagem é de 4 de setembro (Foto: Abbas Dulleh/AP)
infecção pelo vírus ebola já matou 2.097 pessoas na África Ocidental, de acordo com o balanço divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta sexta-feira (5). Ao todo, 3.944 pessoas foram infectadas pelo vírus. Os números incluem os dados da Libéria, Guiné e Serra Leoa.

Os dados não incluem os pacientes da Nigéria ou do Senegal, que também foram afetados, nem da República Democrática do Congo, que também foi acometida por um surto independente da doença. As informações foram divulgadas pela Reuters.

A epidemia, que teve início em março, pode afetar 20 mil pessoas até ser contida, segundo a OMS. Nesta sexta-feira, a ONU fixou uma meta de deter a extensão da epidemia de ebola nos próximos seis a nove meses, afirmou o secretário-geral Ban Ki-moon.

Depois de uma reunião com altos funcionários da saúde, Ban afirmou que "as próximas semanas serão decisivas" para intensificar os esforços internacionais para combater a pior epidemia mundial de ebola.

Tratamentos experimentais
Nesta quinta-feira, a OMS pediu, durante encontro com especialistas em Genebra, que as empresas farmacêuticas e as agências reguladoras trabalhem juntas para acelerar o desenvolvimento de drogas e vacinas seguras e eficazes contra o ebola.

Dez tratamentos experimentais - oito drogas e “duas candidatas promissoras a vacinas" - mostraram potencial contra o vírus, mas continuam sob investigação, informou a OMS em um documento divulgado na cúpula.

Entre eles está a droga ZMapp, fabricada pela norte-americana Mapp Biopharmaceutical Inc., que foi ministrada a vários pacientes do ebola por "razões humanitárias", mas cuja eficácia clínica “ainda é incerta”, disse a entidade.

“Os esforços para aumentar a produção (do ZMapp) podem gerar suprimentos potenciais de algumas poucas centenas de doses até o final de 2014.”

As provas da eficácia dos medicamentos e vacinas “são sugestivas, mas não se baseiam em dados científicos consistentes vindos de testes clínicos”, declarou a OMS. Os estoques atuais de todos os medicamentos experimentais são extremamente limitados ou já acabaram.

Fontes: G1 , Libertar

AFP/AFP - Funcionários da área da saúde usam roupas protetoras em um hospital da ONG Médicos sem Fronteiras em Monróvia, capital da Libéria, em 30 de agosto de 2014
A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) afirmou nesta terça-feira que o mundo está perdendo a batalha contra a epidemia de Ebola, no mesmo dia em que as Nações Unidas alertaram para a escassez de alimentos nos países mais afetados pelo vírus.

"Após seis meses com a pior epidemia de Ebola da história, o mundo está perdendo a batalha. Os líderes não conseguiram tomar as medidas adequadas contra esta ameaça transnacional", afirmou a presidente da MSF, Joanne Liu, em uma sessão de informações na sede da ONU em Nova York.

Segundo a OMS, os Estados não reagiram ao apelo da Organização Mundial de Saúde (OMS) de 8 de agosto declarando a epidemia uma emergência de saúde pública mundial e "se limitaram a se unir a uma coalizão global da inação".

A presidente da ONG também pediu que a comunidade internacional financie mais camas nos hospitais de Guiné, Serra Leoa e Libéria, os três principais países afetados, e envie mais funcionários e laboratórios móveis.

O surto de Ebola deixou até agora 1.552 vítimas fatais e infectou outras 3.062 pessoas, segundo os últimos números da Organização Mundial de Saúde (OMS).

A MSF denuncia, em particular, a situação na Monróvia, a capital da Libéria, onde "a cada dia temos que rejeitar doentes porque estamos lotados", segundo Stefan Liljegren, o coordenador do centro médico ElWA 3, administrado pela ONG.

Ainda na Libéria, a organização cristã de caridade SIM informou que um segundo missionário médico, de nacionalidade americana, foi infectado pelo Ebola.

O médico, cujo nome não foi revelado, trabalhava no setor de ginecologia do hospital financiado pelo SIM/USA em Monróvia.

Se o ritmo atual de infecção prosseguir, a OMS prevê que em um período de entre seis e nove meses podem existir cerca de 20.000 infectados.

"Em Serra Leoa, corpos altamente infecciosos estão apodrecendo nas ruas", indicou a MSF em seu relatório.

Em entrevista coletiva concedida nesta terça-feira, o diretor do centro americano para o Controle e Prevenção de Enfermidades (CDC), Tom Frieden, advertiu que os casos de Ebola crescem rapidamente na África ocidental e, provavelmente, seguirão aumentando nas próximas semanas.

Segundo Frieden, o período no qual é possível deter esta epidemia antes que se estenda a outros países e seja ainda mais difícil de controlar "está próximo de chegar ao fim".

"É preciso agir agora (...) Sabemos o que fazer para deter o Ebola", afirmou Frieden, citando a quarentena dos infectados e o acompanhamento dos pacientes curados.

Neste sentido, o presidente Barack Obama disse em mensagem de vídeo que "deter esta doença não será fácil, mas sabemos como fazê-lo".

"Podemos salvar vidas e nossos países podem trabalhar juntos para melhorar a saúde pública e para que este tipo de epidemia não aconteça novamente", acrescentou Obama no vídeo destinado principalmente a Libéria, Nigéria e Guiné.

Escassez de alimentos e preços em alta

O Ebola também tem outras consequências e nesta terça-feira a ONU alertou para o risco de escassez de alimentos devido à restrição do comércio transfronteiriço.

"O acesso à comida se converteu em uma preocupação urgente para muitas pessoas em três dos países afetados e seus vizinhos", disse Bukar Tijani, representante regional da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para a África.

As restrições dos deslocamentos provocaram compras motivadas pelo pânico, com a consequente escassez de alimentos, assim como um forte aumento dos preços, sobretudo nos centros urbanos, disse a FAO.

"A insegurança alimentar se intensificará nas próximas semanas e meses", disse o representante da organização.

A advertência da FAO coincide com o anúncio da OMS de um novo surto na República Democrática do Congo, embora esteja confinado em uma zona situada a 800 km de Kinshasa, a capital. O vírus matou 31 pessoas neste país.

Na Libéria, um dos países mais afetados pelo Ebola, que registrou até agora 694 mortos, o preço da mandioca nos mercados de Monróvia, a capital, subiu 150% nas primeiras semanas de agosto, indicou a FAO.

Para enfrentar a situação, o Programa Mundial de Alimentos (PAM) lançou uma operação regional de emergência para reunir 65.000 toneladas de comida para 1,3 milhão de pessoas nas áreas mais afetadas.

Por sua vez, um grupo de pesquisadores japoneses anunciou nesta terça-feira ter desenvolvido um novo método para detectar a presença do Ebola em 30 minutos, muito mais rápido que os sistemas atuais de diagnóstico.

O surto de Ebola, um vírus que se transmite por contato com fluidos corporais infectados, colocou em estado de alerta o oeste da África e todo o mundo, e levou algumas companhias aéreas a restringir os voos aos países afetados.

Fonte: Notícias Yahoo

MSF diz que mundo está perdendo batalha contra Ebola

AFP/AFP - Funcionários da área da saúde usam roupas protetoras em um hospital da ONG Médicos sem Fronteiras em Monróvia, capital da Libéria, em 30 de agosto de 2014
A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) afirmou nesta terça-feira que o mundo está perdendo a batalha contra a epidemia de Ebola, no mesmo dia em que as Nações Unidas alertaram para a escassez de alimentos nos países mais afetados pelo vírus.

"Após seis meses com a pior epidemia de Ebola da história, o mundo está perdendo a batalha. Os líderes não conseguiram tomar as medidas adequadas contra esta ameaça transnacional", afirmou a presidente da MSF, Joanne Liu, em uma sessão de informações na sede da ONU em Nova York.

Segundo a OMS, os Estados não reagiram ao apelo da Organização Mundial de Saúde (OMS) de 8 de agosto declarando a epidemia uma emergência de saúde pública mundial e "se limitaram a se unir a uma coalizão global da inação".

A presidente da ONG também pediu que a comunidade internacional financie mais camas nos hospitais de Guiné, Serra Leoa e Libéria, os três principais países afetados, e envie mais funcionários e laboratórios móveis.

O surto de Ebola deixou até agora 1.552 vítimas fatais e infectou outras 3.062 pessoas, segundo os últimos números da Organização Mundial de Saúde (OMS).

A MSF denuncia, em particular, a situação na Monróvia, a capital da Libéria, onde "a cada dia temos que rejeitar doentes porque estamos lotados", segundo Stefan Liljegren, o coordenador do centro médico ElWA 3, administrado pela ONG.

Ainda na Libéria, a organização cristã de caridade SIM informou que um segundo missionário médico, de nacionalidade americana, foi infectado pelo Ebola.

O médico, cujo nome não foi revelado, trabalhava no setor de ginecologia do hospital financiado pelo SIM/USA em Monróvia.

Se o ritmo atual de infecção prosseguir, a OMS prevê que em um período de entre seis e nove meses podem existir cerca de 20.000 infectados.

"Em Serra Leoa, corpos altamente infecciosos estão apodrecendo nas ruas", indicou a MSF em seu relatório.

Em entrevista coletiva concedida nesta terça-feira, o diretor do centro americano para o Controle e Prevenção de Enfermidades (CDC), Tom Frieden, advertiu que os casos de Ebola crescem rapidamente na África ocidental e, provavelmente, seguirão aumentando nas próximas semanas.

Segundo Frieden, o período no qual é possível deter esta epidemia antes que se estenda a outros países e seja ainda mais difícil de controlar "está próximo de chegar ao fim".

"É preciso agir agora (...) Sabemos o que fazer para deter o Ebola", afirmou Frieden, citando a quarentena dos infectados e o acompanhamento dos pacientes curados.

Neste sentido, o presidente Barack Obama disse em mensagem de vídeo que "deter esta doença não será fácil, mas sabemos como fazê-lo".

"Podemos salvar vidas e nossos países podem trabalhar juntos para melhorar a saúde pública e para que este tipo de epidemia não aconteça novamente", acrescentou Obama no vídeo destinado principalmente a Libéria, Nigéria e Guiné.

Escassez de alimentos e preços em alta

O Ebola também tem outras consequências e nesta terça-feira a ONU alertou para o risco de escassez de alimentos devido à restrição do comércio transfronteiriço.

"O acesso à comida se converteu em uma preocupação urgente para muitas pessoas em três dos países afetados e seus vizinhos", disse Bukar Tijani, representante regional da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para a África.

As restrições dos deslocamentos provocaram compras motivadas pelo pânico, com a consequente escassez de alimentos, assim como um forte aumento dos preços, sobretudo nos centros urbanos, disse a FAO.

"A insegurança alimentar se intensificará nas próximas semanas e meses", disse o representante da organização.

A advertência da FAO coincide com o anúncio da OMS de um novo surto na República Democrática do Congo, embora esteja confinado em uma zona situada a 800 km de Kinshasa, a capital. O vírus matou 31 pessoas neste país.

Na Libéria, um dos países mais afetados pelo Ebola, que registrou até agora 694 mortos, o preço da mandioca nos mercados de Monróvia, a capital, subiu 150% nas primeiras semanas de agosto, indicou a FAO.

Para enfrentar a situação, o Programa Mundial de Alimentos (PAM) lançou uma operação regional de emergência para reunir 65.000 toneladas de comida para 1,3 milhão de pessoas nas áreas mais afetadas.

Por sua vez, um grupo de pesquisadores japoneses anunciou nesta terça-feira ter desenvolvido um novo método para detectar a presença do Ebola em 30 minutos, muito mais rápido que os sistemas atuais de diagnóstico.

O surto de Ebola, um vírus que se transmite por contato com fluidos corporais infectados, colocou em estado de alerta o oeste da África e todo o mundo, e levou algumas companhias aéreas a restringir os voos aos países afetados.

Fonte: Notícias Yahoo

Semana agitada no mundo todo, caças chineses interceptam avião americano no quintal chinês, caças da Otan interceptam bombardeiros nucleares russos na europa, caças japoneses também interceptaram caças russos ao redor do Japão. Exercícios militares dos americanos com a Otan na Eslovênia, Exercícios do SCO (Grupo Anti-Otan) na Mongólia, Exercícios russos em Cazaquistão.Vídeos dos jogos de Guerra e muita informação aqui no Sempre Guerra!
 
Caça Chinês ameaça Avião militar dos EUA!

 Um caça chinês voou perigosamente perto de um P-8, avião de guerra anti-submarino da Marinha dos EUA perto do Japão esta semana, em um encontro que destaca a continuada agressividade da China na região.

O P-8, um novo Boeing-737 militarizada, anti-submarina, foi para a realização de vigilância de rotina da costa chinesa sobre o Mar do Leste da China na segunda-feira quando ocorreu o incidente, disse as autoridades americanas de defesa familiarizadas com relatos do encontro.

O porta-voz do Pentágono, o tenente-coronel Jeffy Pool, não teve nenhum comentário imediato, mas disse que iria fornecer "uma explicação sobre o evento" nesta sexta-feira.


As autoridades de defesa disseram que o jato interceptor chinês Su-27 voou dentro de 50 pés do P-8 e, em seguida, realizou uma derrapada sobre a parte superior da aeronave, um movimento descrito pelas autoridades como perigosa e destina-se a ameaçar a aeronave de vigilância.

A tentativa chinesa de intimidação aérea ocorre em meio a exercícios militares chineses inéditos recentemente realizadas e em andamento no Mar Amarelo, Mar da China Oriental e Mar do Sul da China.

A China também está realizando exercícios militares internacionais na Mongólia Interior com a Rússia e vários estados da Ásia Central, que fazem parte da aliança anti-EUA liderada por Beijing, conhecida como a Organização de Cooperação de Xangai.


EUA protestam contra interceptação de avião por caça da China!

Os Estados Unidos denunciaram nesta sexta-feira uma "interceptação perigosa" de um avião de patrulha da Marinha norte-americana feita por um piloto de um caça chinês em espaço aéreo internacional nesta semana. A aeronave da China ficou a poucos metros do avião dos EUA e realizou manobras acrobáticas à sua volta.

O secretário de imprensa do Pentágono, contra-almirante John Kirby, declarou que os EUA apresentaram um protesto diplomático formal a Pequim por conta do incidente, ocorrido 215 quilômetros ao leste da Ilha Hainan, sede de uma base de submarinos chineses.

O governo Obama repudiou o incidente recente, e o vice-assessor de Segurança Nacional, Ben Rhodes, o classificou como "uma provocação profundamente preocupante".

Os militares dos dois lados intensificaram os contatos nos últimos anos, um reconhecimento de que, à medida que os interesses econômicos da China continuam a se expandir, o gigante asiático terá um papel cada vez maior na segurança mundial e maior interação com o Exército dos EUA.

Japão intercepta bombardeiros nucleares russos!

Caças da Força Aérea japonesa foram acionadas ao ar por causa da aproximação de dois aviões militares russos. Relatado pela ITAR-TASS .

De acordo com informações divulgadas pelo Ministério da Defesa do Japão, aviões russos circulavam ao redor do perímetro do arquipélago japonês.

De acordo com o Ministério da Defesa japonês, russos bombardeiros Tu-95 voaram sobre o Mar do Japão de norte a sul para o Mar da China Oriental.

Em seguida, eles foram ao longo da costa leste do Japão sobre o Oceano Pacífico em direção a Sakhalin.

TREINAMENTO DA SCO - PACTO ANTI-OTAN




OTAN utiliza 16 caças para interceptar dois russos Tu-95!

Dois bombardeiros estratégicos russos Tu-95MS, realizando tarefas na véspera da patrulha sobre águas neutras dos noruegueses e North Sea, acompanhado por apenas 16 caças da OTAN, de acordo com um comunicado oficial do Ministério da Defesa.

Nos estágios individuais da rota, aviões russos foram acompanhados por 16 aeronaves de Estados estrangeiros, entre os que foram os aviões de combate britânicos "Typhoon", bem como os F-16 holandeses, noruegueses e dinamarqueses.

O Ministério da Defesa (Russo) ressaltou que o vôo ocorreu de acordo com o plano aprovado de vôos regulares sobre as águas do Ártico, Atlântico, Mar Negro, Oceano Pacífico, e em estrita conformidade com as regras internacionais para o uso do espaço aéreo sobre águas neutras, sem violar as fronteiras de outros Estados.

Um dia antes, em 21 de agosto, o caça F-16 holandês duas vezes levantada no ar para acompanhar os bombardeiros estratégicos russos Tu-95 (classificação da OTAN - "The Bear"). Ele foi informado pelo Ministério da Defesa da Holanda.

Mais cedo na quinta-feira, também em 21 de agosto, subiram caças japoneses para interceptar dois bombardeiros estratégicos russos Tu-95. Disse o Ministério da Defesa japonês, de acordo com a agência ITAR-TASS.

No início de agosto, o Pentágono informou que os russos Tu-95, em 10 dias, violaram o espaço aéreo dos Estados Unidos na região do Alasca pelo menos 16 vezes. Em vários casos, os norte-americanos em resposta a esta ação da Força Aérea da Rússia, subiram seus caças. Moscou argumentou que os bombardeiros voam em conformidade com os acordos internacionais e não violou.

VÍDEO: RÚSSIA EM JOGOS DE GUERRA NO CAZAQUISTÃO


EXERCÍCIO DE RESPOSTA IMEDIATA
Immediate Response 2014 é um posto de comando trilateral e exercício de treinamento tático de campo que vai envolver mais de 900 pessoas, principalmente dos EUA, eslovenos e forças armadas croatas, com contingentes da Albânia, Bósnia e Herzegovina, Dinamarca, Hungria, Kosovo, Macedônia, Montenegro e Reino Unido.

O exercício ocorrem em 17-30 agosto de 2014. IR 14 é uma parte do programa de treinamento e exercício conjunto de US EUCOM concebidos para melhorar a interoperabilidade conjunta e combinada com nações aliadas e parceiras.

O objetivo principal é preparar as nações participantes para aumento das contribuições para as operações da OTAN em curso e futuras.

VÍDEO: IMMEDIATE RESPONSE de 2012


EUA: a corrida aos mísseis hipersônicos!

O segundo teste pela China de um míssil hipersônico terminou sem sucesso. A falha do dispositivo ocorreu pouco depois do lançamento do míssil, segundo informou a 22 de agosto o jornal de Hong Kong South China Morning Post.

Dois dias antes, a publicação norte-americana Washington Free Beacon relatou esse teste, citando o Pentágono, informando igualmente que na Internet tinham sido publicadas fotos do primeiro estágio do míssil que se despenhou.

Entretanto, o mistério está em a mídia chinesa não ter divulgado nada sobre os testes do míssil. Há igualmente divergências sobre o local de lançamento, apesar de se tratar realmente de um teste realizado a 7 de agosto. O South China Morning Post escreve que ele foi realizado numa plataforma de lançamento perto de Taiyuan na província de Shanxi, no noroeste da China. Já o Washington Free Beacon indica o centro de lançamentos de satélites de Jiuquan na região autônoma da Mongólia Interior.

A publicação norte-americana apresentou a declaração de um porta-voz do Pentágono que este é o segundo teste do ano de um míssil hipersônico. O míssil, equipado com uma ogiva hipersônica planadora destacável, pode realizar ataques nucleares contra os EUA. Entretanto, na opinião do editor principal do jornal russo Voienno-Promyshlenny Kurier (Correio Militar Industrial) Mikhail Khodarenok, a China está desenvolvendo essa arma porque os EUA e a Rússia já a têm, e a China tenciona se juntar ao clube:

“A China não desenvolve armas hipersônicas para ameaçar alguém em concreto, como os EUA, a Índia ou quaisquer outros potenciais adversários geopolíticos e geoestratégicos. Essas armas são desenvolvidas com um único propósito. Se existe a possibilidade de dissuadir um potencial adversário, e se os outros países desenvolvem essas armas, seria completamente imperdoável não participar no seu desenvolvimento e testes. Tanto mais que a China têm capacidades potenciais para desenvolver esse tipo de armas”.

Fontes: SWISSINFO , HROMADSKE , RBC (RÚSSIA) , U.S. ARMY EUROPE , VOZ DA RÚSSIA , Sempre Guerra

Nova guerra fria: Interceptações e jogos de guerra incendeiam o mundo

Semana agitada no mundo todo, caças chineses interceptam avião americano no quintal chinês, caças da Otan interceptam bombardeiros nucleares russos na europa, caças japoneses também interceptaram caças russos ao redor do Japão. Exercícios militares dos americanos com a Otan na Eslovênia, Exercícios do SCO (Grupo Anti-Otan) na Mongólia, Exercícios russos em Cazaquistão.Vídeos dos jogos de Guerra e muita informação aqui no Sempre Guerra!
 
Caça Chinês ameaça Avião militar dos EUA!

 Um caça chinês voou perigosamente perto de um P-8, avião de guerra anti-submarino da Marinha dos EUA perto do Japão esta semana, em um encontro que destaca a continuada agressividade da China na região.

O P-8, um novo Boeing-737 militarizada, anti-submarina, foi para a realização de vigilância de rotina da costa chinesa sobre o Mar do Leste da China na segunda-feira quando ocorreu o incidente, disse as autoridades americanas de defesa familiarizadas com relatos do encontro.

O porta-voz do Pentágono, o tenente-coronel Jeffy Pool, não teve nenhum comentário imediato, mas disse que iria fornecer "uma explicação sobre o evento" nesta sexta-feira.


As autoridades de defesa disseram que o jato interceptor chinês Su-27 voou dentro de 50 pés do P-8 e, em seguida, realizou uma derrapada sobre a parte superior da aeronave, um movimento descrito pelas autoridades como perigosa e destina-se a ameaçar a aeronave de vigilância.

A tentativa chinesa de intimidação aérea ocorre em meio a exercícios militares chineses inéditos recentemente realizadas e em andamento no Mar Amarelo, Mar da China Oriental e Mar do Sul da China.

A China também está realizando exercícios militares internacionais na Mongólia Interior com a Rússia e vários estados da Ásia Central, que fazem parte da aliança anti-EUA liderada por Beijing, conhecida como a Organização de Cooperação de Xangai.


EUA protestam contra interceptação de avião por caça da China!

Os Estados Unidos denunciaram nesta sexta-feira uma "interceptação perigosa" de um avião de patrulha da Marinha norte-americana feita por um piloto de um caça chinês em espaço aéreo internacional nesta semana. A aeronave da China ficou a poucos metros do avião dos EUA e realizou manobras acrobáticas à sua volta.

O secretário de imprensa do Pentágono, contra-almirante John Kirby, declarou que os EUA apresentaram um protesto diplomático formal a Pequim por conta do incidente, ocorrido 215 quilômetros ao leste da Ilha Hainan, sede de uma base de submarinos chineses.

O governo Obama repudiou o incidente recente, e o vice-assessor de Segurança Nacional, Ben Rhodes, o classificou como "uma provocação profundamente preocupante".

Os militares dos dois lados intensificaram os contatos nos últimos anos, um reconhecimento de que, à medida que os interesses econômicos da China continuam a se expandir, o gigante asiático terá um papel cada vez maior na segurança mundial e maior interação com o Exército dos EUA.

Japão intercepta bombardeiros nucleares russos!

Caças da Força Aérea japonesa foram acionadas ao ar por causa da aproximação de dois aviões militares russos. Relatado pela ITAR-TASS .

De acordo com informações divulgadas pelo Ministério da Defesa do Japão, aviões russos circulavam ao redor do perímetro do arquipélago japonês.

De acordo com o Ministério da Defesa japonês, russos bombardeiros Tu-95 voaram sobre o Mar do Japão de norte a sul para o Mar da China Oriental.

Em seguida, eles foram ao longo da costa leste do Japão sobre o Oceano Pacífico em direção a Sakhalin.

TREINAMENTO DA SCO - PACTO ANTI-OTAN




OTAN utiliza 16 caças para interceptar dois russos Tu-95!

Dois bombardeiros estratégicos russos Tu-95MS, realizando tarefas na véspera da patrulha sobre águas neutras dos noruegueses e North Sea, acompanhado por apenas 16 caças da OTAN, de acordo com um comunicado oficial do Ministério da Defesa.

Nos estágios individuais da rota, aviões russos foram acompanhados por 16 aeronaves de Estados estrangeiros, entre os que foram os aviões de combate britânicos "Typhoon", bem como os F-16 holandeses, noruegueses e dinamarqueses.

O Ministério da Defesa (Russo) ressaltou que o vôo ocorreu de acordo com o plano aprovado de vôos regulares sobre as águas do Ártico, Atlântico, Mar Negro, Oceano Pacífico, e em estrita conformidade com as regras internacionais para o uso do espaço aéreo sobre águas neutras, sem violar as fronteiras de outros Estados.

Um dia antes, em 21 de agosto, o caça F-16 holandês duas vezes levantada no ar para acompanhar os bombardeiros estratégicos russos Tu-95 (classificação da OTAN - "The Bear"). Ele foi informado pelo Ministério da Defesa da Holanda.

Mais cedo na quinta-feira, também em 21 de agosto, subiram caças japoneses para interceptar dois bombardeiros estratégicos russos Tu-95. Disse o Ministério da Defesa japonês, de acordo com a agência ITAR-TASS.

No início de agosto, o Pentágono informou que os russos Tu-95, em 10 dias, violaram o espaço aéreo dos Estados Unidos na região do Alasca pelo menos 16 vezes. Em vários casos, os norte-americanos em resposta a esta ação da Força Aérea da Rússia, subiram seus caças. Moscou argumentou que os bombardeiros voam em conformidade com os acordos internacionais e não violou.

VÍDEO: RÚSSIA EM JOGOS DE GUERRA NO CAZAQUISTÃO


EXERCÍCIO DE RESPOSTA IMEDIATA
Immediate Response 2014 é um posto de comando trilateral e exercício de treinamento tático de campo que vai envolver mais de 900 pessoas, principalmente dos EUA, eslovenos e forças armadas croatas, com contingentes da Albânia, Bósnia e Herzegovina, Dinamarca, Hungria, Kosovo, Macedônia, Montenegro e Reino Unido.

O exercício ocorrem em 17-30 agosto de 2014. IR 14 é uma parte do programa de treinamento e exercício conjunto de US EUCOM concebidos para melhorar a interoperabilidade conjunta e combinada com nações aliadas e parceiras.

O objetivo principal é preparar as nações participantes para aumento das contribuições para as operações da OTAN em curso e futuras.

VÍDEO: IMMEDIATE RESPONSE de 2012


EUA: a corrida aos mísseis hipersônicos!

O segundo teste pela China de um míssil hipersônico terminou sem sucesso. A falha do dispositivo ocorreu pouco depois do lançamento do míssil, segundo informou a 22 de agosto o jornal de Hong Kong South China Morning Post.

Dois dias antes, a publicação norte-americana Washington Free Beacon relatou esse teste, citando o Pentágono, informando igualmente que na Internet tinham sido publicadas fotos do primeiro estágio do míssil que se despenhou.

Entretanto, o mistério está em a mídia chinesa não ter divulgado nada sobre os testes do míssil. Há igualmente divergências sobre o local de lançamento, apesar de se tratar realmente de um teste realizado a 7 de agosto. O South China Morning Post escreve que ele foi realizado numa plataforma de lançamento perto de Taiyuan na província de Shanxi, no noroeste da China. Já o Washington Free Beacon indica o centro de lançamentos de satélites de Jiuquan na região autônoma da Mongólia Interior.

A publicação norte-americana apresentou a declaração de um porta-voz do Pentágono que este é o segundo teste do ano de um míssil hipersônico. O míssil, equipado com uma ogiva hipersônica planadora destacável, pode realizar ataques nucleares contra os EUA. Entretanto, na opinião do editor principal do jornal russo Voienno-Promyshlenny Kurier (Correio Militar Industrial) Mikhail Khodarenok, a China está desenvolvendo essa arma porque os EUA e a Rússia já a têm, e a China tenciona se juntar ao clube:

“A China não desenvolve armas hipersônicas para ameaçar alguém em concreto, como os EUA, a Índia ou quaisquer outros potenciais adversários geopolíticos e geoestratégicos. Essas armas são desenvolvidas com um único propósito. Se existe a possibilidade de dissuadir um potencial adversário, e se os outros países desenvolvem essas armas, seria completamente imperdoável não participar no seu desenvolvimento e testes. Tanto mais que a China têm capacidades potenciais para desenvolver esse tipo de armas”.

Fontes: SWISSINFO , HROMADSKE , RBC (RÚSSIA) , U.S. ARMY EUROPE , VOZ DA RÚSSIA , Sempre Guerra

Por Gisele Emerick

Coordenador da ONU contra a epidemia de Ebola, o médico britânico David Nabarro, declarou à Agência France Presse que quer preparar as estruturas sanitárias para enfrentar uma nova degradação, "se for necessário", no início de seu giro pelos países africanos afetados pela epidemia.

"Estou decidido a garantir que cada elemento do nosso aparato esteja em nível ótimo com a finalidade de enfrentar uma explosão, se for necessário", declarou Nabarro à AFP durante uma escala no aeroporto de Conacri, a caminho de Monróvia, afirmando desconhecer se a epidemia vai se agravar.

"Talvez estejamos perto de um avanço (na região da epidemia), mas que em seguida recairá, talvez estejamos em uma fase, em um ponto de inflexão, onde ela vai aumentar, mas eu não posso, absolutamente, me pronunciar", afirmou a epidemiologista britânica.

"O que devemos fazer é ter cenários precisos do trajeto que acreditamos que ela vá seguir, mas no momento eles são rudimentares", admitiu.

O doutor Nabarro, que chegou à noite na Libéria, primeiro país de seu giro pela região, antes de Serra Leoa, Guiné e Nigéria, indicou à AFP que deve passar dois dias em cada país.

"Estou a caminho de ver onde irei em seguida depois disto, mas devo voltar rapidamente a Genebra e a Nova York (nr: sede da OMS e da ONU, respectivamente) para prestar contas aos chefes a fim de me assegurar de que nós estamos fazendo tudo o que podemos para resolver isto o mais rápido possível", acrescentou.

A epidemia de Ebola já matou 1.350 pessoas, sendo 576 na Libéria, 396 na Guiné e 374 em Serra Leoa, segundo o último balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado em 18 de agosto.

Na noite desta quinta-feira, o ministério da Saúde da República Democrática do Congo (RDC) informou que 13 pessoas morreram vítimas de uma febre hemorrágica "de origem indeterminada" desde o dia 11 de agosto no noroeste do país.

"Treze pessoas faleceram desde 11 de agosto por uma febre hemorrágica que origem indeterminada. As treze pessoas mortas tiveram febre, diarreia, vômitos e, na fase terminal, vômitos de material escuro", revelou o doutor Félix Kabange Numbi.

No momento, "cerca de 80 pessoas que mantiveram contato" com as vítimas estão sendo atendidas em casa em quatro áreas sanitárias delimitadas, em Boende Moke, Lokolia, Watsikengo e Lokula", situadas no território de Boende, província do Equador.

Segundo Numbi, foram extraídas amostras que serão analisadas no Instituto Nacional de Pesquisa Biomédica (INRB) e no laboratório gabonês de Franceville para determinar a origem exata da enfermidade, e os "resultados devem sair em sete dias".

Fontes: G1 , Libertar

Coordenador da ONU contra Ebola diz estar pronto para 'ENFRENTAR EXPLOSÃO'

Por Gisele Emerick

Coordenador da ONU contra a epidemia de Ebola, o médico britânico David Nabarro, declarou à Agência France Presse que quer preparar as estruturas sanitárias para enfrentar uma nova degradação, "se for necessário", no início de seu giro pelos países africanos afetados pela epidemia.

"Estou decidido a garantir que cada elemento do nosso aparato esteja em nível ótimo com a finalidade de enfrentar uma explosão, se for necessário", declarou Nabarro à AFP durante uma escala no aeroporto de Conacri, a caminho de Monróvia, afirmando desconhecer se a epidemia vai se agravar.

"Talvez estejamos perto de um avanço (na região da epidemia), mas que em seguida recairá, talvez estejamos em uma fase, em um ponto de inflexão, onde ela vai aumentar, mas eu não posso, absolutamente, me pronunciar", afirmou a epidemiologista britânica.

"O que devemos fazer é ter cenários precisos do trajeto que acreditamos que ela vá seguir, mas no momento eles são rudimentares", admitiu.

O doutor Nabarro, que chegou à noite na Libéria, primeiro país de seu giro pela região, antes de Serra Leoa, Guiné e Nigéria, indicou à AFP que deve passar dois dias em cada país.

"Estou a caminho de ver onde irei em seguida depois disto, mas devo voltar rapidamente a Genebra e a Nova York (nr: sede da OMS e da ONU, respectivamente) para prestar contas aos chefes a fim de me assegurar de que nós estamos fazendo tudo o que podemos para resolver isto o mais rápido possível", acrescentou.

A epidemia de Ebola já matou 1.350 pessoas, sendo 576 na Libéria, 396 na Guiné e 374 em Serra Leoa, segundo o último balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado em 18 de agosto.

Na noite desta quinta-feira, o ministério da Saúde da República Democrática do Congo (RDC) informou que 13 pessoas morreram vítimas de uma febre hemorrágica "de origem indeterminada" desde o dia 11 de agosto no noroeste do país.

"Treze pessoas faleceram desde 11 de agosto por uma febre hemorrágica que origem indeterminada. As treze pessoas mortas tiveram febre, diarreia, vômitos e, na fase terminal, vômitos de material escuro", revelou o doutor Félix Kabange Numbi.

No momento, "cerca de 80 pessoas que mantiveram contato" com as vítimas estão sendo atendidas em casa em quatro áreas sanitárias delimitadas, em Boende Moke, Lokolia, Watsikengo e Lokula", situadas no território de Boende, província do Equador.

Segundo Numbi, foram extraídas amostras que serão analisadas no Instituto Nacional de Pesquisa Biomédica (INRB) e no laboratório gabonês de Franceville para determinar a origem exata da enfermidade, e os "resultados devem sair em sete dias".

Fontes: G1 , Libertar

Principal médico de saúde pública do Reino Unido explica que culpa pelo fracasso em encontrar vacina contra Ebola é da indústria farmacêutica. Laboratórios, em “falência moral”, não investem contra doença que praticamente só atinge africanos
Recente epidemia do Ebola já matou mais de 1.000 pessoas na África (divulgação)
Por: Jane Merrick, The Independent.
Tradução: Gabriela Leite

O principal médico de saúde pública do Reino Unido culpa o fracasso em encontrar uma vacina contra o vírus do Ebola na “falência moral” da indústria farmacêutica em investir em uma doença porque ela, até agora, só afetou pessoas na África — apesar das centenas de mortes.

O professor John Ashton, presidente do Instituto de Saúde Pública do Reino Unido, disse que o Ocidente precisa tratar o vírus mortal como se este estivesse dominando as partes mais ricas de Londres, e não “apenas” na Serra Leoa, Guiné e Libéria. Ao escrever no jornal The Independent, no domingo, o prof. Ashton compara a resposta internacional ao Ebola àquela que foi dada à Aids. Esta matou pessoas na África durante anos e os tratamentos só foram desenvolvidos quando a doença espalhou-se pelos EUA e Ingaterra, nos anos 1980.

Ashton escreve: “Em ambos os casos [Aids e Ebola], parece que o envolvimento de grupos minoritários menos poderosos contribuiu para a resposta tardia e o fracasso em mobilizar recursos médicos internacionais adequados (…) No caso da Aids, levou anos para que o financiamento de pesquisa adequada fosse posto em prática, e apenas quando os chamados grupos ‘inocentes’ se envolveram (mulheres e crianças, pacientes hemofílicos e homens heterossexuais) a mídia, os políticos, a comunidade científica e as instituições financiadoras levantaram-se e tomaram conhecimento.”

O surto de Ebola já custou a vida de pelo menos 729 pessoas na Libéria, Guiné, Serra Leoa e Nigéria, de acordo com os números mais recentes da Organização Mundial de Saúde (OMS). O número real é provavelmente muito maior.

Ontem, uma organização de ajuda norte-americana confirmou que dois agentes humanitários norte-americanos, que contraíram a doença na Libéria, deixaram o país. O dr. Kent Brantly passou a ser tratado em uma unidade de hospital especializado em Atlanta, no estado da Georgia, depois de se tornar a primeira pessoa com a doença a aterrissar em solo norte-americano, ontem à noite. A segunda trabalhadora, Nancy Writebol, precisou pousar em um voo privado separado.

Na sexta-feira, a Organização Mundial de Saúde alertou que o surto no oeste africano está “movendo-se mais rápido que nossos esforços para controlá-lo”. A diretora geral da organização, Margaret Chan, alertou que se a situação continuar a se deteriorar, as consequências serão “catastróficas” para a vida humana. O professor Ashton acredita que mais dinheiro deveria ser revertido para pesquisa por tratamento.

“Devemos responder a essa emergência como se estivesse acontecendo em Kensington, Chelsea and Westminster. Nós devemos também enfrentar o escândalo da falta de vontade da indústria farmacêutica em investir em pesquisa para tratamentos e vacinas, algo que se recusam a fazer porque o número de envolvidos é, em suas palavras, muito pequeno e não justifica o investimento. Essa é a falência moral do capitalismo, manifestando-se na ausência de um quadro moral e social.”

Os países do Ocidente estão em grande alerta após Patrick Sawyer, um funcionário do governo liberiano, morrer na última semana após chegar no aeroporto de Lagos — o primeiro caso conhecido na Nigéria. Hubs aéreos internacionais são foco de atenção por causa do alto volume de passageiros voando a partir do oeste da África ou para lá, todos os dias. A empresa aérea Emirataes, de Dubai, suspendeu, por tempo indeterminado, seus voos de Guiné, por conta da crise.

O professor John Ashton saudou decisão do Ministro de Negócios Estrangeiros do Reino Unido, Philip Hammond, em convocar, na semana passada, uma reunião do comitê de crises do governo — o Cobra – para discutir a prevenção, no Reino Unido, contra casos de Ebola.

O desenvolvimento de uma vacina está nos primeiros estágios nos EUA, mas em pequena escala, e há pouca esperança de que alguma fique pronta para tratar o atual surto no oeste africano. Anthony Fauci, diretor do Insituto Nacional de Saúde, uma agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, disse que há planos de começar a testar uma vacina experimental conta o Ebola, possivelmente no meio de setembro. O ensaio vem obtendo resultados encorajadores nos testes pré-clínicos em macacos. No começo do mês passado, a Agência para Alimentação e Medicamentos norte-americana [FDA, Food and Drug Administration] convocou voluntários saudáveis para um teste realizado pela Corporação Farmaceutica Takmira, para certificar se o tratamento potencial de Ebola não traz efeitos colaterais. Esta em busca de informações para garantir a segurança de voluntários.

O professor Ashton disse: “O foco real precisa ser posto na pobreza e na devastação ambiental em que as epidemias prosperam, e no fracasso da liderança política e sistemas de saúde pública em responder efetivamente. A comunidade internacional deve envergonhar-se e procurar compromentimento real… se se deseja enfrentar as causas essenciais de doenças como Ebola.”
 Fontes:  The Independent. , Pragmatismo Político

A covardia da indústria farmacêutica diante do Ebola

Principal médico de saúde pública do Reino Unido explica que culpa pelo fracasso em encontrar vacina contra Ebola é da indústria farmacêutica. Laboratórios, em “falência moral”, não investem contra doença que praticamente só atinge africanos
Recente epidemia do Ebola já matou mais de 1.000 pessoas na África (divulgação)
Por: Jane Merrick, The Independent.
Tradução: Gabriela Leite

O principal médico de saúde pública do Reino Unido culpa o fracasso em encontrar uma vacina contra o vírus do Ebola na “falência moral” da indústria farmacêutica em investir em uma doença porque ela, até agora, só afetou pessoas na África — apesar das centenas de mortes.

O professor John Ashton, presidente do Instituto de Saúde Pública do Reino Unido, disse que o Ocidente precisa tratar o vírus mortal como se este estivesse dominando as partes mais ricas de Londres, e não “apenas” na Serra Leoa, Guiné e Libéria. Ao escrever no jornal The Independent, no domingo, o prof. Ashton compara a resposta internacional ao Ebola àquela que foi dada à Aids. Esta matou pessoas na África durante anos e os tratamentos só foram desenvolvidos quando a doença espalhou-se pelos EUA e Ingaterra, nos anos 1980.

Ashton escreve: “Em ambos os casos [Aids e Ebola], parece que o envolvimento de grupos minoritários menos poderosos contribuiu para a resposta tardia e o fracasso em mobilizar recursos médicos internacionais adequados (…) No caso da Aids, levou anos para que o financiamento de pesquisa adequada fosse posto em prática, e apenas quando os chamados grupos ‘inocentes’ se envolveram (mulheres e crianças, pacientes hemofílicos e homens heterossexuais) a mídia, os políticos, a comunidade científica e as instituições financiadoras levantaram-se e tomaram conhecimento.”

O surto de Ebola já custou a vida de pelo menos 729 pessoas na Libéria, Guiné, Serra Leoa e Nigéria, de acordo com os números mais recentes da Organização Mundial de Saúde (OMS). O número real é provavelmente muito maior.

Ontem, uma organização de ajuda norte-americana confirmou que dois agentes humanitários norte-americanos, que contraíram a doença na Libéria, deixaram o país. O dr. Kent Brantly passou a ser tratado em uma unidade de hospital especializado em Atlanta, no estado da Georgia, depois de se tornar a primeira pessoa com a doença a aterrissar em solo norte-americano, ontem à noite. A segunda trabalhadora, Nancy Writebol, precisou pousar em um voo privado separado.

Na sexta-feira, a Organização Mundial de Saúde alertou que o surto no oeste africano está “movendo-se mais rápido que nossos esforços para controlá-lo”. A diretora geral da organização, Margaret Chan, alertou que se a situação continuar a se deteriorar, as consequências serão “catastróficas” para a vida humana. O professor Ashton acredita que mais dinheiro deveria ser revertido para pesquisa por tratamento.

“Devemos responder a essa emergência como se estivesse acontecendo em Kensington, Chelsea and Westminster. Nós devemos também enfrentar o escândalo da falta de vontade da indústria farmacêutica em investir em pesquisa para tratamentos e vacinas, algo que se recusam a fazer porque o número de envolvidos é, em suas palavras, muito pequeno e não justifica o investimento. Essa é a falência moral do capitalismo, manifestando-se na ausência de um quadro moral e social.”

Os países do Ocidente estão em grande alerta após Patrick Sawyer, um funcionário do governo liberiano, morrer na última semana após chegar no aeroporto de Lagos — o primeiro caso conhecido na Nigéria. Hubs aéreos internacionais são foco de atenção por causa do alto volume de passageiros voando a partir do oeste da África ou para lá, todos os dias. A empresa aérea Emirataes, de Dubai, suspendeu, por tempo indeterminado, seus voos de Guiné, por conta da crise.

O professor John Ashton saudou decisão do Ministro de Negócios Estrangeiros do Reino Unido, Philip Hammond, em convocar, na semana passada, uma reunião do comitê de crises do governo — o Cobra – para discutir a prevenção, no Reino Unido, contra casos de Ebola.

O desenvolvimento de uma vacina está nos primeiros estágios nos EUA, mas em pequena escala, e há pouca esperança de que alguma fique pronta para tratar o atual surto no oeste africano. Anthony Fauci, diretor do Insituto Nacional de Saúde, uma agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, disse que há planos de começar a testar uma vacina experimental conta o Ebola, possivelmente no meio de setembro. O ensaio vem obtendo resultados encorajadores nos testes pré-clínicos em macacos. No começo do mês passado, a Agência para Alimentação e Medicamentos norte-americana [FDA, Food and Drug Administration] convocou voluntários saudáveis para um teste realizado pela Corporação Farmaceutica Takmira, para certificar se o tratamento potencial de Ebola não traz efeitos colaterais. Esta em busca de informações para garantir a segurança de voluntários.

O professor Ashton disse: “O foco real precisa ser posto na pobreza e na devastação ambiental em que as epidemias prosperam, e no fracasso da liderança política e sistemas de saúde pública em responder efetivamente. A comunidade internacional deve envergonhar-se e procurar compromentimento real… se se deseja enfrentar as causas essenciais de doenças como Ebola.”
 Fontes:  The Independent. , Pragmatismo Político

Secretaria da Saúde do RS elabora plano de contingência para ebola
Em Porto Alegre, Hospital Conceição é referência para tratamento do vírus

O vírus ebola, que já matou quase mil pessoas na África, é no momento uma das maiores preocupações da Organização Mundial de Saúde (OMS), que acredita na criação de uma vacina somente em 2015.

Embora o Brasil não seja um País que receba muitos africanos, o governo federal já estabeleceu algumas normas para cuidar de casos suspeitos da doença.

O Rio Grande do Sul, no entanto, ainda não tem o plano de contingência pronto para o ebola. O programa está em processo de elaboração, segundo a técnica do Centro Estadual de Vigilância em Saúde Marilina Bercini.

"O plano de contingência ainda está sendo elaborado. Ele ainda não está pronto porque precisamos definir a situação das cidades do interior e isto leva algum tempo. É bom salientar que o planejamento para Porto Alegre está definido e já conta até com o hospital referência, que é o Conceição", disse nesta segunda-feira em entrevista ao site do Correio do Povo.

Marilina afirmou que os profissionais da saúde estão avisados sobre como proceder em caso de chegada do vírus em solo gaúcho. A técnica destacou que os aeroportos do Brasil já contam com postos avançados que estão preparados para identificar uma possível contaminação do ebola.

"A Anvisa é responsável por estes postos. Nós já estabelecemos, de acordo com a norma federal, a maneira de transportar o paciente e de como isolá-lo. É importante dizer que o sistema está organizado e a população não irá desassistida", garantiu. A técnica do Centro Estadual de Vigilância em Saúde comentou que o interior não é mais vulnerável à chegada do vírus do que a Capital.

"O que precisa ser cuidado é a origem do paciente. No momento, existem pelo menos quatro países onde o ebola está concentrado: Guiné, Libéria, Nigéria e Serra Leoa. Se algum caso surgir nas cidades do interior, o paciente será encaminhado ao hospital de referência mais próximo, o que significa dizer que ele não precisa ser transportado para Porto Alegre", explicou Marilina.

Marilina disse que o ebola, conhecido desde 1976, nunca teve um comportamento tão agressivo como agora. Ela garantiu que não há risco de contato imediato por se tratar de uma "doença lenta".

"Na década de 70, nós tínhamos cerca de 100 casos de ebola. Agora, os quadros aumentaram porque a prevenção nos países africanos não é feita de forma adequada, muito pela característica cultural daquele continente, de às vezes não acreditar no trabalho da medicina", argumentou.


O nome da denunciante do Hospital foi mantido em sigilo pela própria segurança dela.)



Referência: CBN Brasil

Fontes: Libertar , Correio do Povo

Brasil infectado: Hospital Conceição receberá os pacientes com ebola no RS

Secretaria da Saúde do RS elabora plano de contingência para ebola
Em Porto Alegre, Hospital Conceição é referência para tratamento do vírus

O vírus ebola, que já matou quase mil pessoas na África, é no momento uma das maiores preocupações da Organização Mundial de Saúde (OMS), que acredita na criação de uma vacina somente em 2015.

Embora o Brasil não seja um País que receba muitos africanos, o governo federal já estabeleceu algumas normas para cuidar de casos suspeitos da doença.

O Rio Grande do Sul, no entanto, ainda não tem o plano de contingência pronto para o ebola. O programa está em processo de elaboração, segundo a técnica do Centro Estadual de Vigilância em Saúde Marilina Bercini.

"O plano de contingência ainda está sendo elaborado. Ele ainda não está pronto porque precisamos definir a situação das cidades do interior e isto leva algum tempo. É bom salientar que o planejamento para Porto Alegre está definido e já conta até com o hospital referência, que é o Conceição", disse nesta segunda-feira em entrevista ao site do Correio do Povo.

Marilina afirmou que os profissionais da saúde estão avisados sobre como proceder em caso de chegada do vírus em solo gaúcho. A técnica destacou que os aeroportos do Brasil já contam com postos avançados que estão preparados para identificar uma possível contaminação do ebola.

"A Anvisa é responsável por estes postos. Nós já estabelecemos, de acordo com a norma federal, a maneira de transportar o paciente e de como isolá-lo. É importante dizer que o sistema está organizado e a população não irá desassistida", garantiu. A técnica do Centro Estadual de Vigilância em Saúde comentou que o interior não é mais vulnerável à chegada do vírus do que a Capital.

"O que precisa ser cuidado é a origem do paciente. No momento, existem pelo menos quatro países onde o ebola está concentrado: Guiné, Libéria, Nigéria e Serra Leoa. Se algum caso surgir nas cidades do interior, o paciente será encaminhado ao hospital de referência mais próximo, o que significa dizer que ele não precisa ser transportado para Porto Alegre", explicou Marilina.

Marilina disse que o ebola, conhecido desde 1976, nunca teve um comportamento tão agressivo como agora. Ela garantiu que não há risco de contato imediato por se tratar de uma "doença lenta".

"Na década de 70, nós tínhamos cerca de 100 casos de ebola. Agora, os quadros aumentaram porque a prevenção nos países africanos não é feita de forma adequada, muito pela característica cultural daquele continente, de às vezes não acreditar no trabalho da medicina", argumentou.


O nome da denunciante do Hospital foi mantido em sigilo pela própria segurança dela.)



Referência: CBN Brasil

Fontes: Libertar , Correio do Povo

Medicamento aplicado em doentes nos Estados Unidos será usado no tratamento de médicos liberianos infectados pelo vírus

Funcionários da área médica carregam o corpo de uma vítima do ebola em Serra Leoa, em 25 de julho
Foto: Umaru Fofana / Reuters
O presidente norte-americano, Barack Obama, e a Administração de Alimentos e Drogas dos Estados Unidos aprovaram um pedido do governo da Libéria para enviar doses de amostras de uma droga experimental para tratar médicos liberianos infectados com o ebola, afirmou a Presidência da Libéria em um comunicado.

O documento, publicado no site oficial da Presidência da Libéria, diz que as drogas experimentais serão entregues ao país da África Ocidental nesta semana por um representante do governo dos Estados Unidos, após um apelo direto a Obama feito na sexta-feira pela presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf.

A chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, também autorizou o envio de doses adicionais do medicamento experimental para a Libéria a fim de apoiar o tratamento de médicos afetados, disse o comunicado. Essas doses serão entregues por um especialista da OMS nesta semana.

Subiu para 1.013 o número de vítimas fatais do ebola e 1.848 o de casos registrados da doença, informou a OMS nesta segunda-feira.

EUA autorizam droga experimental contra ebola na Libéria

Medicamento aplicado em doentes nos Estados Unidos será usado no tratamento de médicos liberianos infectados pelo vírus

Funcionários da área médica carregam o corpo de uma vítima do ebola em Serra Leoa, em 25 de julho
Foto: Umaru Fofana / Reuters
O presidente norte-americano, Barack Obama, e a Administração de Alimentos e Drogas dos Estados Unidos aprovaram um pedido do governo da Libéria para enviar doses de amostras de uma droga experimental para tratar médicos liberianos infectados com o ebola, afirmou a Presidência da Libéria em um comunicado.

O documento, publicado no site oficial da Presidência da Libéria, diz que as drogas experimentais serão entregues ao país da África Ocidental nesta semana por um representante do governo dos Estados Unidos, após um apelo direto a Obama feito na sexta-feira pela presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf.

A chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, também autorizou o envio de doses adicionais do medicamento experimental para a Libéria a fim de apoiar o tratamento de médicos afetados, disse o comunicado. Essas doses serão entregues por um especialista da OMS nesta semana.

Subiu para 1.013 o número de vítimas fatais do ebola e 1.848 o de casos registrados da doença, informou a OMS nesta segunda-feira.

/ Natural News

Monsanto e o Departamento de Defesa estão a financiar uma empresa farmacêutica, ambas podem ganhar bilhões de dólares no tratamento do vírus Ebola.

(NaturalNews) A epidemia global de ebola está em curso e tem atravessado as fronteiras nacionais.  O Ebola tem um período de incubação de 8-10 dias, ou seja, milhares de pessoas podem estar infectadas e espalhá-la entre as várias cidades do mundo, mesmo sem saber.

Passageiros em Hong Kong e Reino Unido já mostraram sintomas da doença e estão sendo examinados. (2) O Corpo da Paz evacuou seus voluntários da região após dois deles serem expostos ao Ebola. (3)

Ebola é a coisa mais próxima de infecções de zumbi da vida real

Com desculpas a essas vítimas que sofreram o terrível destino de Ebola, estou oferecendo uma descrição medicamente precisa aqui como um alerta para toda a gente. Acredite em mim quando eu digo que você não quer contrair o Ebola. Aviso: linguagem gráfica abaixo.

Ebola é uma doença horrível que faz com que as células do corpo se a auto-destruam, resultando em hemorragia interna e externa. Em seus estágios finais, o Ebola pode levar a vítima a sentir convulsões, vômitos e sangramento dos olhos e ouvidos, enquanto em convulsão, podem sanguar por todo canto, infectando assim essas pessoas ao redor. Esse final horrível é a razão do Ebola se propagar de forma eficaz.

Os Sintomas de hemorragia começam a 4-5 dias após o início, que inclui conjuntivite hemorrágica, faringite, sangramento nas gengivas, oral ulceração / lábio, hematêmese, melena, hematúria, epistaxe e sangramento vaginal," informa a Folha de Dados de Segurança de Patógenos da Agência de Saúde Pública do Canadá. (8) Essa mesma publicação também explica: "Não são conhecidos tratamentos antivirais disponíveis para infecções humanas."

Leia de novo: existem tratamentos NÃO CONHECIDOS para infecções humanas.

O melhor médico de Serra Leoa Ebola tragicamente morreu ontem de uma infecçãoe do Ebola. Embora bem treinados em doenças infecciosas, ele subestimou a capacidade deste assassino traiçoeiro que passa de pessoa para pessoa. Cerca de metade dos infectados com o Ebola morrem, tornando-se uma das doenças mais fatais conhecidas pela ciência médica moderna. E a equipe médica em todo o mundo ainda não está exercendo precauções suficientes com pacientes infectados.


Monsanto e Departamento de Defesa ajudar a financiar empresa farmacêutica que poderiam ganhar bilhões de tratamento Ebola

Existem alguns medicamentos experimentais em desenvolvimento por empresas farmacêuticas que mostram alguma promessa, mas nada é comercializado ainda. (9)

A Tekmira Pharmaceuticals, uma empresa que trabalha em uma droga contra o Ebola, acaba de receber uma injeção de US $ 1,5 milhões em dinheiro de Monsanto. Clique aqui para ler o comunicado de imprensa , que afirma: "Tekmira Pharmaceuticals Corporation é uma empresa biofarmacêutica focada no avanço de novas terapias RNAi  fornecendo ser líder na nanopartícula lipídica (LNP) na entrega de tecnologia para parceiros da indústria farmacêutica. 

Tem sido relatado publicamente que a o investimento da Monsanto está relacionado à tecnologia desenvolvida pela Tekmira no campo da agricultura. O acordo total está avaliado em 86,2 milhões dólares americanos, de acordo com o WSJ. (11)

Outro comunicado de imprensa sobre Tekmira revela um contrato por US $ 140 milhões, com os militares dos EUA para desenvolver medicamentos para o tratamento de Ebola.

Parceria adicionais da Tekmira estão listados nesta página web Tekmira clicando aqui .


Mas a realidade incontestável é que vivemos o mais importante  e o mais divulgado surto de Ebola na história, o  que possa criar uma grande demanda no mercado farmacêutico se o vírus vai além das fronteiras africanas e atinge os países ricos do Ocidente.

Não invoca qualquer acusação de conluio ou conspiração aqui, mas um monte de gente vai ter sobrancelhas levantadas sobre o fato de que a Monsanto passa dar uma injeção de dinheiro para uma empresa farmacêutica  trabalhar em uma cura do Ebola no meio de um surto altamente divulgado que poderia criar enorme demanda de medicamentos para o mercado. O fato é que o Departamento de Defesa dos Estados Unidos também está envolvido com tudo isso, e somente sites de notícias alternativas estão cavando estes links adicionais


Infelizmente, a história da medicina revela que as empresas farmacêuticas, o CDC e a OMS exageraram repetidamente a gravidade dos surtos, a fim de promover a venda de medicamentos para o tratamento.

Não estou dizendo que este surto não seja real e muito alarmante, é claro. É real. Mas a gente sempre tem que ser desconfiar quando inesperados lucros só acontecem para certas corporações  para  surtos mundiais de doenças infecciosas. Os fabricantes de vacinas, lembre-se, fizeram bilhões sobra  o susto da gripe suína, e dezenas de milhões de dólares de vacinas foram armazenados contra a gripe, e mais tarde teve que ser destruído pelos governos que entraram em pânico e comprou-os.

Tem viagens aéreas condenado a humanidade a um surto de pandemia?

As viagens aéreas cria a "tempestade perfeita" para Ebola para devastar a humanidade. Tudo começa com estes fatos irrefutáveis ​​sobre transporte aéreo:

1) Todos os passageiros estão confinados no mesmo espaço fechado.

2) Todos os passageiros estão respirando o mesmo ar.

3) O Ebola pode se espalhar via pequenas partículas no ar, e apenas um único vírus em uma partícula de poeira é suficiente para infectar um ser humano (ver abaixo).

4) Após o voo, os passageiros infectados então misturam com milhares de outras pessoas no aeroporto, cada um fazendo a um destino único diferente em outro lugar em todo o país ou em todo o mundo.

5) A velocidade de deslocação do ar é maior  que velocidade dos governos de  implantar equipes de prevenção de doenças infecciosas.

A pandemia global de Ebola, em outras palavras, poderia originar de uma única pessoa em um único vôo internacional. E poderia circundar o globo em menos de 48 horas.


Apenas um organismo é suficiente para infectar um novo hospedeiro.

Qual a quantidade de vírus Ebola para infectar alguém? De forma alarmante, a Agência de Saúde Pública do Canadá, explica: "1-10 organismos aerossol são suficientes para causar infecção em seres humanos." (8)

Leia de novo: basta um organismo em aerossol (a equitação vírus microscópico em uma partícula de poeira) para causar uma infecção em seres humanos. É por isso que um homem vomitando em um vôo internacional pode infectar dezenas ou centenas de outras pessoas de uma só vez.

Alguns especialistas temem que já aconteceu. Como relata o Daily Mail: (1)

Membros da família norte-americanos em quarentena no Texas

Um médico americano chamado Dr. Kent Brantly já teria contraído o Ebola. "Brantly e as crianças de 3 e 5 anos de idade do casal deixaram a Libéria para uma visita agendada para os Estados Unidos em 20 de julho Dias depois, Kent Brantly  se encontra na ala de quarentena de um hospital onde tinha sido o tratamento pacientes de Ebola após teste positivo para a doença ", informa a CBS News. (3)

 Ninguém está ainda falando sobre o que tudo isso pode significar se uma cidade grande dos EUA mostra um surto de infecções. Será que o governo federal usou os militares para colocar em quarentena uma cidade inteira? Em última análise, deve E não se engane: essa possibilidade já está escrita nos livros para emergências nacionais. Uma declaração da lei marcial é tudo que é necessário para selar uma cidade dos Estados Unidos.

Outro artigo CBS News relata: (4)

"Se o vírus entrar em uma cidade grande, que é pior pesadelo de todo mundo", disse o Dr. Tim Geisbert, professor de microbiologia e imunologia na Universidade do Texas Medical Branch, em entrevista à CBS News. "Fica mais difícil de controlar. Como você vai colocar em quarentena uma grande cidade?"

A resposta, por sinal, é por meio da implantação das forças armadas dos Estados Unidos contra seus próprios cidadãos em um cenário de emergência nacional doméstica. Todo mundo no governo federal já sabe disso. É só a mídia que finge que tais planos não existam.


Kits de detecção de Ebola implantada em todos os 50 estados dos EUA

Embora a reação oficial do governo federal para tudo isso seja discreta, na verdade, o governo dos Estados Unidos está rapidamente se preparando para a possibilidade de um surto de Ebola alcançando o continente americano.

Conforme relatado acima, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos já tem um contrato de 140,000,000 dólares concedido a Tekmira para seus medicamentos de tratamento do Ebola.

Além disso, como relata SHTFplan.com: (5)

O Departamento de Defesa informou  que o Congresso implantou sistemas de diagnóstico biológicos para as equipes de apoio da Guarda Nacional em todos os 50 estados, de acordo com um relatório publicado pela Comissão de Serviços Armados. Cerca de 340 unidades Conjunto Biológica de identificação de agente e sistema de diagnóstico (JBAIDS), até agora, foi dado ao pessoal uma resposta a emergências. Os sistemas são "rápido, confiável e [fornecem] identificação simultânea de agentes biológicos e patogênicos específicos."

Por um lado, podemos todos aplaudir as ações de preparação do governo em tudo isso. É inteligente  ter sistemas de diagnóstico implantado em todo o país, é claro. Mas isso levanta a questão: Quando o governo estava pensando em dizer ao público sobre tudo isso? Provavelmente nunca. Não há nenhum sentido em causar um pânico quando metade das pessoas não vai sobreviver a um surto de qualquer maneira.

Agora que o vírus Ebola poderia, hipoteticamente, se tornar uma ameaça para o Ocidente, eles podem começar a investir fortemente no desenvolvimento de uma vacina, para venda e seria um bom negócio.


Lembre-se que quatro vacinas que estão sendo desenvolvidas nos EUA contra o vírus Ebola, foram paralisadas, a última o dinheiro parece ter sido a questão-chave.

A vacina mais promissora ficou preso na fase de testes de segurança, pela simples razão de que não havia dinheiro para uma vacina que não tinha mercado, ou seja, que afeta os países pobres  que não podiam pagar.

Na maioria das grandes farmacêuticas, a antipatia ativa e a investida no desenvolvimento de fármacos com baixo potencial de negócio, levou ao desenvolvimento dessas vacinas nas mãos de governos e empresas de pequeno porte.

"Eu não vejo por que ninguém, exceto o governo dos Estados Unidos esta envolvido no desenvolvimento dessas medidas ", disse o Dra. .. Sina Bavari do Instituto  de Pesquisa Médica de Doenças Infecciosas  nos  EUA (USAMRIID), em Frederick, Maryland. "Não há mercado para isso"

A taxa de mortalidade do atual surto de Ebola está em torno de 60%, embora os pacientes podem sobreviver se receberem cuidados adequados, como um tratamento de analgésicos e reposição de fluidos para lidar com desidratação, além de antibióticos para infecções secundárias.


A arma biológica perfeita contra a humanidade?

Eu também preciso torná-lo consciente de que o Ebola é uma arma biológica "perfeita". Devido à sua capacidade de sobreviver de funcionar muitos dias, semanas ou anos mais tarde, poderia ser facilmente colhida de vítimas infectadas e depois preservada usando nada mais do que um desidratador comum de alimentos.

Como a Agência de Saúde Pública do Canadá explica: (8)

O vírus pode sobreviver no material líquido ou seco para um certo número de dias (23). Pode ser estável à temperatura ambiente ou a 4 (C), durante vários dias, e indefinidamente estável a -70 C.

Para traduzir isso em termos leigos, isso significa que o vírus Ebola pode ser:

• Armazenado em um frasco de líquido e facilmente contrabandeado através das fronteiras internacionais.

• Desidratado e armazenado em estado seco.

• Congelado a temperaturas muito baixas, onde permanece viável por tempo indeterminado.

Uma vez seco, contido ou congelado, o patógeno Ebola pode ser contrabandeado para países-alvo com facilidade. Nos Estados Unidos, por exemplo, as pessoas podem literalmente passar através de nossas fronteiras abertas no Sul, com a segurança de zero absoluto.
As fronteiras abertas é um convite aberto para armas biológicas terrorismo

Uma vez dentro do país de destino, um terrorista de armas biológicas poderia, então, infectar facilmente as pessoas em centros de transporte público, como estações de metrô, aeroportos, estações de ônibus e assim por diante. Infelizmente, a pulverização de algumas partículas de Ebola nos rostos das pessoas é ridiculamente fácil, especialmente se o terrorista realizar a atividade em uma missão suicida e não se preocupa com a auto-exposição.

Um surto de Ebola em uma grande cidade dos EUA seria, literalmente, ameaça a saúde pública de toda a nação. É por isso que uma política de "fronteiras abertas" no meio de um surto global de Ebola é inconcebível do ponto de vista da saúde pública. Os oficiais do CDC devem estar arrancando os cabelos sobre esta questão.

Congo-Ebola

Não há cura para o Ebola, ao menos as vacinas estão progredindo para testes em humanos.

O dinheiro não é o único obstáculo no desenvolvimento de vacinas. Transferir as experiências em animais para os seres humanos é um grande salto. É difícil encontrar pessoas suficientes no estado de alto risco para serem "voluntárias".

"Há pelo menos quatro vacinas que podem proteger contra Ebola (em macacos)," diz o Dr. Thomas Geisbert, cujo laboratório na Universidade do Texas Medical Branch está trabalhando em alguns deles. "Mas como você levar isso para o próximo nível?"

Chame MB-003, esta vacina fornece 100% de proteção aos macacos quando administrado imediatamente após a exposição ao vírus, e ajudou mesmo depois que os sintomas se desenvolveram.

As vacinas utilizando o vírus da estomatite vesicular foram geneticamente modificadas para se assemelhar ao Ebola e funcionaram bem nos macacos. Os cientistas alertam que s eficácia usando um vírus "vivo" cause alguns problemas de segurança.

Houve também vacinas utilizando partículas semelhantes a vírus, uma abordagem que já funcionou para outras doenças. Mas, novamente, os testes ainda não foram realizados em humanos.

Um medicamento que está a sendo testado para a gripe, favipiravir ou T-705 foi mostrada  ser também eficaz contra Ebola em ratinhos. O usamriid que está atualmente a ser testado em macacos, animais cuja resposta à infecção Ebola é mais próximo ao dos humanos.

O laboratório também está testando uma droga chamada BCX4430 em animais. Uma empresa pequena de biotecnologia  chamado BioCryst está trabalhando no desenvolvimento do usamriid .

No entanto, os especialistas estão divididos sobre a questão do uso de drogas experimentais devido ao surto da doença. Alguns acreditam que as vacinas devem ser aplicadas aos trabalhadores de laboratório que batalham na linha de frente da saúde contra Ebola. Outros não gostam de correr riscos.

Mas a verdade é que, com a possibilidade de um grande negócio, a vacina pode receber as medidas necessárias a serem desenvolvidas.

E, provavelmente, nenhum desses investimentos será destinada a pequenos laboratórios ou entidades públicas, mas as grandes empresas e grande indústria farmacêutica.


Referências para este artigo incluem:

(1) http: //www.dailymail.co.uk/news/article-2710 ...

(2) http: //www.usatoday.com/story/news/world/201 ...

(3) http: //www.cbsnews.com/news/peace-corps-volu ...

(4) http: //www.cbsnews.com/news/ebola-avião-trav ...

(5) http: //www.shtfplan.com/headline-news/congre ...

(7) http: //www.thecommonsenseshow.com/2014/07/30 ...

(8) http: //www.phac-aspc.gc.ca/lab-bio/res/psds -...

(9) http: //www.scmp.com/lifestyle/technology/art ...

(10) http: //finance.yahoo.com/news/tekmira-Fichs ...

(11) http: //online.wsj.com/news/articles/SB100014 ...



Texto Traduzido  e adaptado do Inglês e Espanhol

Fontes: Natural News , Eco Portal , El Ciudadano

Monsanto investe em empresa farmacêutica no tratamento para barrar pandemia de Ebola

/ Natural News

Monsanto e o Departamento de Defesa estão a financiar uma empresa farmacêutica, ambas podem ganhar bilhões de dólares no tratamento do vírus Ebola.

(NaturalNews) A epidemia global de ebola está em curso e tem atravessado as fronteiras nacionais.  O Ebola tem um período de incubação de 8-10 dias, ou seja, milhares de pessoas podem estar infectadas e espalhá-la entre as várias cidades do mundo, mesmo sem saber.

Passageiros em Hong Kong e Reino Unido já mostraram sintomas da doença e estão sendo examinados. (2) O Corpo da Paz evacuou seus voluntários da região após dois deles serem expostos ao Ebola. (3)

Ebola é a coisa mais próxima de infecções de zumbi da vida real

Com desculpas a essas vítimas que sofreram o terrível destino de Ebola, estou oferecendo uma descrição medicamente precisa aqui como um alerta para toda a gente. Acredite em mim quando eu digo que você não quer contrair o Ebola. Aviso: linguagem gráfica abaixo.

Ebola é uma doença horrível que faz com que as células do corpo se a auto-destruam, resultando em hemorragia interna e externa. Em seus estágios finais, o Ebola pode levar a vítima a sentir convulsões, vômitos e sangramento dos olhos e ouvidos, enquanto em convulsão, podem sanguar por todo canto, infectando assim essas pessoas ao redor. Esse final horrível é a razão do Ebola se propagar de forma eficaz.

Os Sintomas de hemorragia começam a 4-5 dias após o início, que inclui conjuntivite hemorrágica, faringite, sangramento nas gengivas, oral ulceração / lábio, hematêmese, melena, hematúria, epistaxe e sangramento vaginal," informa a Folha de Dados de Segurança de Patógenos da Agência de Saúde Pública do Canadá. (8) Essa mesma publicação também explica: "Não são conhecidos tratamentos antivirais disponíveis para infecções humanas."

Leia de novo: existem tratamentos NÃO CONHECIDOS para infecções humanas.

O melhor médico de Serra Leoa Ebola tragicamente morreu ontem de uma infecçãoe do Ebola. Embora bem treinados em doenças infecciosas, ele subestimou a capacidade deste assassino traiçoeiro que passa de pessoa para pessoa. Cerca de metade dos infectados com o Ebola morrem, tornando-se uma das doenças mais fatais conhecidas pela ciência médica moderna. E a equipe médica em todo o mundo ainda não está exercendo precauções suficientes com pacientes infectados.


Monsanto e Departamento de Defesa ajudar a financiar empresa farmacêutica que poderiam ganhar bilhões de tratamento Ebola

Existem alguns medicamentos experimentais em desenvolvimento por empresas farmacêuticas que mostram alguma promessa, mas nada é comercializado ainda. (9)

A Tekmira Pharmaceuticals, uma empresa que trabalha em uma droga contra o Ebola, acaba de receber uma injeção de US $ 1,5 milhões em dinheiro de Monsanto. Clique aqui para ler o comunicado de imprensa , que afirma: "Tekmira Pharmaceuticals Corporation é uma empresa biofarmacêutica focada no avanço de novas terapias RNAi  fornecendo ser líder na nanopartícula lipídica (LNP) na entrega de tecnologia para parceiros da indústria farmacêutica. 

Tem sido relatado publicamente que a o investimento da Monsanto está relacionado à tecnologia desenvolvida pela Tekmira no campo da agricultura. O acordo total está avaliado em 86,2 milhões dólares americanos, de acordo com o WSJ. (11)

Outro comunicado de imprensa sobre Tekmira revela um contrato por US $ 140 milhões, com os militares dos EUA para desenvolver medicamentos para o tratamento de Ebola.

Parceria adicionais da Tekmira estão listados nesta página web Tekmira clicando aqui .


Mas a realidade incontestável é que vivemos o mais importante  e o mais divulgado surto de Ebola na história, o  que possa criar uma grande demanda no mercado farmacêutico se o vírus vai além das fronteiras africanas e atinge os países ricos do Ocidente.

Não invoca qualquer acusação de conluio ou conspiração aqui, mas um monte de gente vai ter sobrancelhas levantadas sobre o fato de que a Monsanto passa dar uma injeção de dinheiro para uma empresa farmacêutica  trabalhar em uma cura do Ebola no meio de um surto altamente divulgado que poderia criar enorme demanda de medicamentos para o mercado. O fato é que o Departamento de Defesa dos Estados Unidos também está envolvido com tudo isso, e somente sites de notícias alternativas estão cavando estes links adicionais


Infelizmente, a história da medicina revela que as empresas farmacêuticas, o CDC e a OMS exageraram repetidamente a gravidade dos surtos, a fim de promover a venda de medicamentos para o tratamento.

Não estou dizendo que este surto não seja real e muito alarmante, é claro. É real. Mas a gente sempre tem que ser desconfiar quando inesperados lucros só acontecem para certas corporações  para  surtos mundiais de doenças infecciosas. Os fabricantes de vacinas, lembre-se, fizeram bilhões sobra  o susto da gripe suína, e dezenas de milhões de dólares de vacinas foram armazenados contra a gripe, e mais tarde teve que ser destruído pelos governos que entraram em pânico e comprou-os.

Tem viagens aéreas condenado a humanidade a um surto de pandemia?

As viagens aéreas cria a "tempestade perfeita" para Ebola para devastar a humanidade. Tudo começa com estes fatos irrefutáveis ​​sobre transporte aéreo:

1) Todos os passageiros estão confinados no mesmo espaço fechado.

2) Todos os passageiros estão respirando o mesmo ar.

3) O Ebola pode se espalhar via pequenas partículas no ar, e apenas um único vírus em uma partícula de poeira é suficiente para infectar um ser humano (ver abaixo).

4) Após o voo, os passageiros infectados então misturam com milhares de outras pessoas no aeroporto, cada um fazendo a um destino único diferente em outro lugar em todo o país ou em todo o mundo.

5) A velocidade de deslocação do ar é maior  que velocidade dos governos de  implantar equipes de prevenção de doenças infecciosas.

A pandemia global de Ebola, em outras palavras, poderia originar de uma única pessoa em um único vôo internacional. E poderia circundar o globo em menos de 48 horas.


Apenas um organismo é suficiente para infectar um novo hospedeiro.

Qual a quantidade de vírus Ebola para infectar alguém? De forma alarmante, a Agência de Saúde Pública do Canadá, explica: "1-10 organismos aerossol são suficientes para causar infecção em seres humanos." (8)

Leia de novo: basta um organismo em aerossol (a equitação vírus microscópico em uma partícula de poeira) para causar uma infecção em seres humanos. É por isso que um homem vomitando em um vôo internacional pode infectar dezenas ou centenas de outras pessoas de uma só vez.

Alguns especialistas temem que já aconteceu. Como relata o Daily Mail: (1)

Membros da família norte-americanos em quarentena no Texas

Um médico americano chamado Dr. Kent Brantly já teria contraído o Ebola. "Brantly e as crianças de 3 e 5 anos de idade do casal deixaram a Libéria para uma visita agendada para os Estados Unidos em 20 de julho Dias depois, Kent Brantly  se encontra na ala de quarentena de um hospital onde tinha sido o tratamento pacientes de Ebola após teste positivo para a doença ", informa a CBS News. (3)

 Ninguém está ainda falando sobre o que tudo isso pode significar se uma cidade grande dos EUA mostra um surto de infecções. Será que o governo federal usou os militares para colocar em quarentena uma cidade inteira? Em última análise, deve E não se engane: essa possibilidade já está escrita nos livros para emergências nacionais. Uma declaração da lei marcial é tudo que é necessário para selar uma cidade dos Estados Unidos.

Outro artigo CBS News relata: (4)

"Se o vírus entrar em uma cidade grande, que é pior pesadelo de todo mundo", disse o Dr. Tim Geisbert, professor de microbiologia e imunologia na Universidade do Texas Medical Branch, em entrevista à CBS News. "Fica mais difícil de controlar. Como você vai colocar em quarentena uma grande cidade?"

A resposta, por sinal, é por meio da implantação das forças armadas dos Estados Unidos contra seus próprios cidadãos em um cenário de emergência nacional doméstica. Todo mundo no governo federal já sabe disso. É só a mídia que finge que tais planos não existam.


Kits de detecção de Ebola implantada em todos os 50 estados dos EUA

Embora a reação oficial do governo federal para tudo isso seja discreta, na verdade, o governo dos Estados Unidos está rapidamente se preparando para a possibilidade de um surto de Ebola alcançando o continente americano.

Conforme relatado acima, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos já tem um contrato de 140,000,000 dólares concedido a Tekmira para seus medicamentos de tratamento do Ebola.

Além disso, como relata SHTFplan.com: (5)

O Departamento de Defesa informou  que o Congresso implantou sistemas de diagnóstico biológicos para as equipes de apoio da Guarda Nacional em todos os 50 estados, de acordo com um relatório publicado pela Comissão de Serviços Armados. Cerca de 340 unidades Conjunto Biológica de identificação de agente e sistema de diagnóstico (JBAIDS), até agora, foi dado ao pessoal uma resposta a emergências. Os sistemas são "rápido, confiável e [fornecem] identificação simultânea de agentes biológicos e patogênicos específicos."

Por um lado, podemos todos aplaudir as ações de preparação do governo em tudo isso. É inteligente  ter sistemas de diagnóstico implantado em todo o país, é claro. Mas isso levanta a questão: Quando o governo estava pensando em dizer ao público sobre tudo isso? Provavelmente nunca. Não há nenhum sentido em causar um pânico quando metade das pessoas não vai sobreviver a um surto de qualquer maneira.

Agora que o vírus Ebola poderia, hipoteticamente, se tornar uma ameaça para o Ocidente, eles podem começar a investir fortemente no desenvolvimento de uma vacina, para venda e seria um bom negócio.


Lembre-se que quatro vacinas que estão sendo desenvolvidas nos EUA contra o vírus Ebola, foram paralisadas, a última o dinheiro parece ter sido a questão-chave.

A vacina mais promissora ficou preso na fase de testes de segurança, pela simples razão de que não havia dinheiro para uma vacina que não tinha mercado, ou seja, que afeta os países pobres  que não podiam pagar.

Na maioria das grandes farmacêuticas, a antipatia ativa e a investida no desenvolvimento de fármacos com baixo potencial de negócio, levou ao desenvolvimento dessas vacinas nas mãos de governos e empresas de pequeno porte.

"Eu não vejo por que ninguém, exceto o governo dos Estados Unidos esta envolvido no desenvolvimento dessas medidas ", disse o Dra. .. Sina Bavari do Instituto  de Pesquisa Médica de Doenças Infecciosas  nos  EUA (USAMRIID), em Frederick, Maryland. "Não há mercado para isso"

A taxa de mortalidade do atual surto de Ebola está em torno de 60%, embora os pacientes podem sobreviver se receberem cuidados adequados, como um tratamento de analgésicos e reposição de fluidos para lidar com desidratação, além de antibióticos para infecções secundárias.


A arma biológica perfeita contra a humanidade?

Eu também preciso torná-lo consciente de que o Ebola é uma arma biológica "perfeita". Devido à sua capacidade de sobreviver de funcionar muitos dias, semanas ou anos mais tarde, poderia ser facilmente colhida de vítimas infectadas e depois preservada usando nada mais do que um desidratador comum de alimentos.

Como a Agência de Saúde Pública do Canadá explica: (8)

O vírus pode sobreviver no material líquido ou seco para um certo número de dias (23). Pode ser estável à temperatura ambiente ou a 4 (C), durante vários dias, e indefinidamente estável a -70 C.

Para traduzir isso em termos leigos, isso significa que o vírus Ebola pode ser:

• Armazenado em um frasco de líquido e facilmente contrabandeado através das fronteiras internacionais.

• Desidratado e armazenado em estado seco.

• Congelado a temperaturas muito baixas, onde permanece viável por tempo indeterminado.

Uma vez seco, contido ou congelado, o patógeno Ebola pode ser contrabandeado para países-alvo com facilidade. Nos Estados Unidos, por exemplo, as pessoas podem literalmente passar através de nossas fronteiras abertas no Sul, com a segurança de zero absoluto.
As fronteiras abertas é um convite aberto para armas biológicas terrorismo

Uma vez dentro do país de destino, um terrorista de armas biológicas poderia, então, infectar facilmente as pessoas em centros de transporte público, como estações de metrô, aeroportos, estações de ônibus e assim por diante. Infelizmente, a pulverização de algumas partículas de Ebola nos rostos das pessoas é ridiculamente fácil, especialmente se o terrorista realizar a atividade em uma missão suicida e não se preocupa com a auto-exposição.

Um surto de Ebola em uma grande cidade dos EUA seria, literalmente, ameaça a saúde pública de toda a nação. É por isso que uma política de "fronteiras abertas" no meio de um surto global de Ebola é inconcebível do ponto de vista da saúde pública. Os oficiais do CDC devem estar arrancando os cabelos sobre esta questão.

Congo-Ebola

Não há cura para o Ebola, ao menos as vacinas estão progredindo para testes em humanos.

O dinheiro não é o único obstáculo no desenvolvimento de vacinas. Transferir as experiências em animais para os seres humanos é um grande salto. É difícil encontrar pessoas suficientes no estado de alto risco para serem "voluntárias".

"Há pelo menos quatro vacinas que podem proteger contra Ebola (em macacos)," diz o Dr. Thomas Geisbert, cujo laboratório na Universidade do Texas Medical Branch está trabalhando em alguns deles. "Mas como você levar isso para o próximo nível?"

Chame MB-003, esta vacina fornece 100% de proteção aos macacos quando administrado imediatamente após a exposição ao vírus, e ajudou mesmo depois que os sintomas se desenvolveram.

As vacinas utilizando o vírus da estomatite vesicular foram geneticamente modificadas para se assemelhar ao Ebola e funcionaram bem nos macacos. Os cientistas alertam que s eficácia usando um vírus "vivo" cause alguns problemas de segurança.

Houve também vacinas utilizando partículas semelhantes a vírus, uma abordagem que já funcionou para outras doenças. Mas, novamente, os testes ainda não foram realizados em humanos.

Um medicamento que está a sendo testado para a gripe, favipiravir ou T-705 foi mostrada  ser também eficaz contra Ebola em ratinhos. O usamriid que está atualmente a ser testado em macacos, animais cuja resposta à infecção Ebola é mais próximo ao dos humanos.

O laboratório também está testando uma droga chamada BCX4430 em animais. Uma empresa pequena de biotecnologia  chamado BioCryst está trabalhando no desenvolvimento do usamriid .

No entanto, os especialistas estão divididos sobre a questão do uso de drogas experimentais devido ao surto da doença. Alguns acreditam que as vacinas devem ser aplicadas aos trabalhadores de laboratório que batalham na linha de frente da saúde contra Ebola. Outros não gostam de correr riscos.

Mas a verdade é que, com a possibilidade de um grande negócio, a vacina pode receber as medidas necessárias a serem desenvolvidas.

E, provavelmente, nenhum desses investimentos será destinada a pequenos laboratórios ou entidades públicas, mas as grandes empresas e grande indústria farmacêutica.


Referências para este artigo incluem:

(1) http: //www.dailymail.co.uk/news/article-2710 ...

(2) http: //www.usatoday.com/story/news/world/201 ...

(3) http: //www.cbsnews.com/news/peace-corps-volu ...

(4) http: //www.cbsnews.com/news/ebola-avião-trav ...

(5) http: //www.shtfplan.com/headline-news/congre ...

(7) http: //www.thecommonsenseshow.com/2014/07/30 ...

(8) http: //www.phac-aspc.gc.ca/lab-bio/res/psds -...

(9) http: //www.scmp.com/lifestyle/technology/art ...

(10) http: //finance.yahoo.com/news/tekmira-Fichs ...

(11) http: //online.wsj.com/news/articles/SB100014 ...



Texto Traduzido  e adaptado do Inglês e Espanhol

Fontes: Natural News , Eco Portal , El Ciudadano

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