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Google se opõe à tentativa por parte do Departamento de Justiça dos Estados Unidos de ampliar os poderes federais para buscar e incautar dados digitais. Segundo Google, isso permitiria que aos Estados Unidos “piratear qualquer instalação” do mundo.

Google diz que o aumento dos poderes do FBI plantearia “preocupações constitucionais, legais e geopolíticas monumentais”

O gigante das buscas alerta que sob as propostas atuais, os agentes do FBI seriam capazes de realizar operações encobertas em servidores sem importar onde se encontrem, dando ao governo dos Estados Unidos acesso mundial sem restrições a vasta quantidade de informação privada.

Em particular, Google chama a atenção sobre o desejo do FBI de buscar remotamente em qualquer lugar do planeta, a localização de computadores que ocultaram sua localização, seja através da criptografia ou ocultando seus endereços IP utilizando serviços de anonimato como o Tor.

Fontes: theguardian.com, el Microlector , Caminho Alternativo

Google alerta que o Governo dos EUA poderá “hackear qualquer instalação” do mundo

Google se opõe à tentativa por parte do Departamento de Justiça dos Estados Unidos de ampliar os poderes federais para buscar e incautar dados digitais. Segundo Google, isso permitiria que aos Estados Unidos “piratear qualquer instalação” do mundo.

Google diz que o aumento dos poderes do FBI plantearia “preocupações constitucionais, legais e geopolíticas monumentais”

O gigante das buscas alerta que sob as propostas atuais, os agentes do FBI seriam capazes de realizar operações encobertas em servidores sem importar onde se encontrem, dando ao governo dos Estados Unidos acesso mundial sem restrições a vasta quantidade de informação privada.

Em particular, Google chama a atenção sobre o desejo do FBI de buscar remotamente em qualquer lugar do planeta, a localização de computadores que ocultaram sua localização, seja através da criptografia ou ocultando seus endereços IP utilizando serviços de anonimato como o Tor.

Fontes: theguardian.com, el Microlector , Caminho Alternativo


Graças à flexibilização da regulação federal, a partir de agora os satélites oferecerão informação concreta sobre as pessoas ao poder tomar fotos de objetos que superem uns 25 centímetros de tamanho. Esta medida aprovada pelo Departamento de Comércio dos EUA permitirá que os satélites trabalhem com um grau de detalhe suficiente para identificar, por exemplo, marcas de carro ou artigos de vestuário. Embora esta nova iniciativa foi aprovada em junho passado, os esforços do ‘lobby’ do setor privado continuam diariamente com o fim de estender os horizontes legais do que está permitido mostrar em fotografias tomadas desde o espaço.

A companhia estadunidense de satélites DigitalGlobe lançará ao espaço Worldview-3, uma nova joia tecnológica que permitirá aproveitar ao máximo a atualização da legislação. A companhia têm esperanças de que o Governo estadunidense avance um passo mais e habilite a transmissão de objetos de dez centímetros de tamanho, segundo o site Motherboard.

Um foco inovador de negócios se abre e a multimilionária Google não fica atrás nesta potencial área de rentabilidade ao adquirir Skybox Imaging após a atualização legal de junho. Segundo Elyse Wanshel, redatora da Motherboard, o buscador assegurou que a compra da Skybox ajudará a realizar melhoras em produtos como Google Earth e Maps, suas aplicações de geolocalização via satélite. A companhia também disse que com a incorporação da Skybox desenvolverá um revolucionário serviço de ‘nuvem global’.

Embora os usuários desfrutem a diário dos serviços de geolocalização, estas medidas poderiam expôr sua privacidade como nunca antes, o que abre muitos interrogantes à justiça em relação à proteção da mesma.

Fontes: RT , Caminho Alternativo ,  MotherboardA Nova Ordem Mundial , Periodismo Alternativo

Nova lei permitiria ao Google identificar rostros desde seus satélites


Graças à flexibilização da regulação federal, a partir de agora os satélites oferecerão informação concreta sobre as pessoas ao poder tomar fotos de objetos que superem uns 25 centímetros de tamanho. Esta medida aprovada pelo Departamento de Comércio dos EUA permitirá que os satélites trabalhem com um grau de detalhe suficiente para identificar, por exemplo, marcas de carro ou artigos de vestuário. Embora esta nova iniciativa foi aprovada em junho passado, os esforços do ‘lobby’ do setor privado continuam diariamente com o fim de estender os horizontes legais do que está permitido mostrar em fotografias tomadas desde o espaço.

A companhia estadunidense de satélites DigitalGlobe lançará ao espaço Worldview-3, uma nova joia tecnológica que permitirá aproveitar ao máximo a atualização da legislação. A companhia têm esperanças de que o Governo estadunidense avance um passo mais e habilite a transmissão de objetos de dez centímetros de tamanho, segundo o site Motherboard.

Um foco inovador de negócios se abre e a multimilionária Google não fica atrás nesta potencial área de rentabilidade ao adquirir Skybox Imaging após a atualização legal de junho. Segundo Elyse Wanshel, redatora da Motherboard, o buscador assegurou que a compra da Skybox ajudará a realizar melhoras em produtos como Google Earth e Maps, suas aplicações de geolocalização via satélite. A companhia também disse que com a incorporação da Skybox desenvolverá um revolucionário serviço de ‘nuvem global’.

Embora os usuários desfrutem a diário dos serviços de geolocalização, estas medidas poderiam expôr sua privacidade como nunca antes, o que abre muitos interrogantes à justiça em relação à proteção da mesma.

Fontes: RT , Caminho Alternativo ,  MotherboardA Nova Ordem Mundial , Periodismo Alternativo

Posted at: By Luis R. Miranda

Imagem: BibliotecaPleyades.net
Um ditado popular diz que, às vezes, palavras não são necessárias para explicar o que é claramente indicado, mas a decisão da Vodafone de publicar detalhes sobre os métodos que os governos usam para espionar os usuários de internet de telefone não pode ser tomada como prova de que a empresa atua de boa fé. Ajuda no entanto, a reforçar o fato de que ambos os governos e empresas de tecnologia colaboraram e continuam a colaborar no programa invasivo de vigilância para “recolher tudo, farejar tudo; saber tudo e explorar tudo” .

Em seu comunicado, a Vodafone diz que o relatório tenta explicar “a natureza e a extensão dos poderes do governo para pedir nossa ajuda “, que se juntam às informações sobre a agência e as exigências das autoridades dos países onde os dados estatísticos podem ser divulgados legalmente. “Em outras palavras, a Vodafone publicou um “mea culpa” que não só admite que os governos forçam as empresas de tecnologia a transmitirem informações privadas, mas também que eles realmente colaboraram na espionagem ilegal de milhões de usuários de telefone e internet, incluindo chefes de estado, políticos, e cidadãos comuns.

Apesar de muitos meios de comunicação advertirem que deve haver um debate sobre práticas ilegais de vigilância realizadas pela NSA e GHCQ, entre outras agências de espionagem, a verdade é que não há nada a discutir. Direitos Humanos e Constitucionais não são discutíveis, especialmente quando o debate se baseia em falsidade, ou seja, a ameaça de terrorismo. Porque mesmo que o terrorismo – como pintado por governos terroristas que usam o terrorismo como justificativa para fazer o que desejam – fosse realmente uma ameaça, não justificaria a rendição da privacidade, da soberania e da liberdade.

O exemplo da Vodafone é simples de explicar. Esta empresa, juntamente com Yahoo, Skype, Microsoft, Google, Apple, Facebook e outros conglomerados da tecnologia têm consistentemente violado a privacidade de seus clientes e, ao fazê-lo, quebrou seus próprios acordos de privacidade. Enquanto estes gigantes corporativos exigiam que os usuários respeitassem e cumprissem todos os termos e condições, eles conscientemente abriram as portas ou ajudaram a abrir novas portas para as agências de espionagem dos governos. Enquanto usuários foram ameaçados com ações legais, os governos e as empresas de tecnologia isentaram-se de qualquer responsabilidade em nome da segurança.

“Nossos clientes têm o direito à privacidade, que é consagrado no direito internacional dos direitos humanos e normas e promulgado por meio de leis nacionais “, diz o comunicado emitido pela Vodafone. No entanto, esses direitos aos padrões de privacidade e de direitos humanos não foram suficientes para que a empresa negasse ao governos o acesso aos dados de seus clientes. “Respeitar esse direito é uma das nossas maiores prioridades: é parte integrante do Código de Conduta da Vodafone, que todos os nossos trabalhadores seguem em todos os momentos. “No entanto, o plantel da Vodafone não o seguiu, pois nao desafiou as ações ilegais dos funcionários do governo. Leis, Direitos e Normas são inúteis se não são fortemente mantidos quando os desafios a esses Direitos, Leis e Normas aparecem.

A premissa estabelecida pela Vodafone que a empresa deve cumprir com “as leis dos países “que exigiam a” divulgação das informações sobre os nossos clientes a autoridades governamentais “é uma tentativa fracassada para justificar a sua fraqueza para defender os direitos dos clientes, pois pressupõe que uma lei que obriga a divulgação desses dados é legal. Nenhum governo pode fazer leis que violem ou que vão contra os direitos dos cidadãos livres, portanto, qualquer directiva que exige a divulgação ilegal de metadados ou o conteúdo destes dados é automaticamente ilegal e nenhuma empresa ou indivíduo deve cumpri-la ou citá-la como razão para quebrar os acordos de privacidade.

“Essas leis são projetados para proteger a segurança nacional e a segurança pública ou para prevenir ou investigar o crime e o terrorismo e as agências e autoridades que invocam essas leis insistem que as informações exigidas a partir de operadoras de comunicações como a Vodafone são essenciais ao seu trabalho “, condena a declaração da Vodafone, tentando culpar as leis ilegais e os governos das brechas na privacidade. Mas a verdade é que a Vodafone definiu que a sua sede pelo lucro seria mais importante do que os direitos dos seus clientes, cujos direitos à privacidade foram substituídos pelos interesses da empresa. Isso fica claro no comunicado publicado em seu site, onde a Vodafone explica que “Se não cumprirmos com tal exigência, os governos podem remover a nossa licença para operar, impedindo-nos de prestar serviços aos nossos clientes. “

Se a Vodafone tivesse mantido seu compromisso com a privacidade dos clientes em vez de temer a perda de sua licença como provedor de serviços, teria desmascarado as verdadeiras intenções dos governos de violar a privacidade e a presunção da inocência de seus clientes. Não importa o que a Vodafone, Google ou Yahoo digam, a privacidade não é complexa, polêmica ou algo que muda constantemente. Na verdade, é bastante simples e é consagrada nas constituições de quase todas as nações ocidentais.

Nem os prestadores de serviços nem os governos deveriam ser capazes de varrer a rede para obterem informações privadas para qualquer finalidade. Os prestadores de serviços como a Vodafone deveriam manter a coleta de informações do cliente a um mínimo e tal deveria ser conservada como seu tesouro mais valioso. Se hoje houver uma ameaça à privacidade é porque as pessoas encarregadas de protegê-la não o fizeram, seja propositalmente ou inadvertidamente e porque os responsáveis em defender os direitos de privacidade estão ocupados trabalhando em maneiras como acabar com a privacidade, não protegê-la. Dos Parlamentos aos tribunais, os cidadãos que são responsáveis – seja pelo voto ou pela nomeação- em nos proteger da espionagem estão ajudando àqueles que usam técnicas ilimitadas desconhecidas para aprender tudo o que puderem sobre todos.

Ordens judiciais para colocar escutas em telefones de pessoas ou para farejar suas marcas na internet são irrelevantes quando as tecnologias são projetadas para permitir a vigilância injustificada. Esse é o caso dos servidores da IBM, chips de celulares e microchips da Intel que são usados ​​em todo o mundo, juntamente com outros sistemas de espionagem, tais como o sistema operacional da Microsoft e Apple OS. Com essas ferramentas, como espiões têm abertamente admitido, se pode ligar e desligar microfones e câmeras sem aviso prévio. Outros, como os consoles de videogames – Xbox 360 – estão habilitados com dispositivos térmicos para adquirir as impressões digitais dos jogadores através do calor.

Estamos construindo um Cérebro Global e a Internet é o seu Sistema Nervoso

Como pode um governo ou uma empresa dizer que a privacidade das pessoas é de extrema importância quando tudo o que fazem é concebido para acabar com a privacidade? Mais importante ainda, por que os governos – em nome dos conglomerados secretos – recolhe tudo, fareja tudo, sabe de tudo e explora tudo isso? Após a última rodada de denunciantes que saíram do armário, é mais fácil enxergar que os governos e as empresas de tecnologia estão cada vez mais interessados ​​em saber tudo o que podem de indivíduos, não importa quem eles são, onde eles vivem ou o que eles fazem. O Google anunciou recentemente seu plano para usar satélites para levar o poder da internet para aqueles que ainda não a têm. Mas, poucas pessoas vêem a iniciativa do Google como bem-intencionada.

Em maio passado, a Dra. Katherine Albrecht deu uma explicação oportuna sobre o objetivo final da atual coleta de informações em massa. Curiosamente, ela explicou duas perspectivas diferentes: a tecnológica e factual, que é a que a maioria das pessoas vão entender, e a explicação religiosa, que irá servir aos que não são tecnicamente esclarecidos e que preferem orientar-se por fé religiosa. O destaque de sua explicação é que se você entende o lado técnico ou o ângulo religioso, o resultado é o mesmo: todos nós perdemos.

A base para a atual varredura de informação que está sendo realizada em todo o mundo é o MEDO. Como aconteceu antes, os governos e as pessoas que os controlam – eu não quero dizer os políticos – têm um interesse inerente em manter as pessoas com medo, porque as pessoas que têm medo são mais propensas a obedecer. O que mudou ao longo das décadas é a maneira pela qual os governos colocam medo nas pessoas e as ferramentas usadas para tal. A mais recente dessas ferramentas é o medo de ser espionado. Antes disso, os governos utilizaram o medo do terrorismo para promover políticas que os permitiam colocar em prática a grade de controle que agora usam para trazer mais medo.

De acordo com a Dra. Albrecht, o Google sabe mais sobre as pessoas do que a receita federal americana, do que o FBI e outras agências governamentais combinadas. Como isso poderia ser possíve,l você pode perguntar? Na realidade, Albrecht diz que o Google não é um site de busca, mas uma empresa de pesquisa de mercado. Talvez a mais bem sucedida empresa de todos os tempos. Albrecht explica que o seu sucesso se baseia no fato de que o Google, a empresa de pesquisa de mercado, não envia pessoas para perguntar aos consumidores o que eles querem. Em vez disso, permite que os consumidores digam tudo por si mesmos. Cada vez que alguém digita algo na caixa de pesquisa do Google — especialmente se for em forma de pergunta — na esperança de obter uma resposta, ela diz ao Google no que está interessada. Fazendo isso, os criadores e os controladores do Google superaram o problema de ter que pedir às pessoas pela informação que não seria normalmente dada a um estranho.

“O Google descobriu que, se você quer que as pessoas respondam a perguntas, você tem que fazer com que elas acreditem que ninguém as está monitorando… e fazer com que elas pensem que estão apenas recebendo respostas às suas perguntas e, então, é possivel aprender tudo sobre elas com base nas perguntas que fazem “, diz Albrecht. Ela acrescenta que o Google não existe para responder às suas perguntas. As respostas são a isca para milhões de pessoas perguntarem sobre o que estão interessados, o qual, conseqüentemente, revela tudo sobre elas, suas famílias e suas vidas. “Você vai dar as perguntas e as perguntas são o que eles usam para preencher seu banco de dados “, Albrecht adverte.

O Google não é uma empresa de tecnologia que permite que as pessoas obtenham respostas às suas perguntas, mas uma empresa de informação que reúne cada pensamento presente nas mentes de seus usuários que usam a sua chamada busca, a fim de aprender o que quiserem sobre as pessoas. Então, os governos não precisam ter uma operação oficial de coleta de informações porque as empresas de tecnologia como Google ou Facebook, que são o resultado de projetos gubernamentais, fazem esse trabalho para eles. A NSA e o GHCQ, por exemplo, são os receptores de todas as informações coletadas por meio do Google, Facebook, Microsoft, microchips da Intel, telefones da Apple e e-mails do Yahoo.

Como a Dr. Albrecht chama, Google faz parte de um cérebro global invisível a quem, voluntariamente, alimentamos com pensamentos, sentimentos, ideias, fotos das férias, história médica e qualquer outra coisa que você pode imaginar. Mas o cérebro não está trabalhando sozinho. Na verdade, o que seria de um cérebro se não houvesse um sistema nervoso central para direcionar perguntas? Como pode um cérebro global ser onipresente onde ele seja capaz de coletar tudo, farejar tudo, saber tudo e explorar tudo? Vamos falar sobre alguns dos componentes deste sistema nervoso central.

“Estamos basicamente criando um cérebro global e um sistema nervoso planetário que irá comunicar tudo o que acontece no planeta para esse cérebro global “, diz Albrecht. Este sistema planetário é o que vai dar ao cérebro a sua capacidade para ser omnipresente. Se você é uma pessoa religiosa, você está familiarizado com a idéia de que só Deus é entendido como onipresente e onisciente e que nenhuma outra força tem a capacidade de saber tudo. Pelo menos ainda não. Mas há muitas pessoas que estão trabalhando para criar um sistema no planeta Terra que possa chegar perto da onipresença.

A pergunta é: Para que um cérebro global seria necessário ou no que ele iria ser utilizado? Para nos proteger do terrorismo? Pouco provável. É mais provável que ele seja utilizado como uma ferramenta ilimitada para o controle global da raça humana. As pessoas religiosas como a Dr. Albrecht relacionam isto com a aparência de um mestre terrestre, que de acordo com a sua fé está ligada ao advento de Satanás. Se isso é verdade ou não, o verdadeiro problema é que o controle global da infra-estrutura está sendo construída para tal controle. Realmente não importa se é para o controle físico ou controle espiritual. Em ambos os casos, é uma má notícia.

Para piorar a situação, existem componentes importantes que estão amplamente disponíveis para as pessoas que estão acelerando a criação do cérebro global e o seu sistema nervoso central. Entre eles podemos reconhecer: telefones celulares, televisores inteligentes, consoles de videogame, pontos de acesso de internet sem fio e os medidores inteligentes, entre muitos outros. “Estamos no processo, sem saber, de construir uma poderosa infra-estrutura de onipotência e onisciência total neste planeta. E uma vez que ela seja construída – a Bíblia deixa muito claro – será habitada por Satanás. “

Se você não é uma pessoa religiosa ou espiritual, deixe-me dar-lhe a explicação tecnológica, que também é dada por Katherine Albrecht. Para um cérebro global funcionar, para que as informações que necessita sejam alimentadas a fim de alcançar onipotência e onisciência é necessário ter uma transmissão de infra-estrutura mundial e esta infra-estrutura é o que conhecemos hoje como o sistema dos medidores inteligentes. “Cada objeto físico na Terra será parte do que está sendo chamado de Internet das Coisas. Eletrônicos, seres humanos, animais e plantas serão ligados entre si através de uma grade de freqüência de rádio mundial que será capaz de detectar de tudo, coletar tudo, farejar tudo, saber tudo e explorar tudo.

Hoje já temos aparelhos eletrônicos equipados com chips de freqüência de rádio. Estes chips têm a capacidade de comunicar-se com os medidores inteligentes para transmitir a informação embutidas nas etiquetas de rastreamento contidos nos produtos que as pessoas compram. Países onde os medidores inteligentes já foram adotados são os locais mais prováveis ​​onde as pessoas já estão usando aparelhos inteligentes que estão comunicando todos os tipos de informações para os medidores inteligentes, que, por sua vez, os envia para o cérebro global. Não seria surpreendente se já estivessem usando sinais de freqüência de rádio para escanear as mentes dos usuários de telefones celulares para obter informações sobre o que eles estão pensando em tempo real. Qual o papel da pulverização química atmosférica ou chemtrails e do Programa de Pesquisa de Aurora Ativa de Alta Frequência (HAARP) em tudo isso?

Acho que agora são capazes de compreender o que pessoas como a Dr. Katherine Albrecht estão tentando dizer há anos.
Fonte: Real Agenda

O Onisciente, Onipresente Cérebro Global

Posted at: By Luis R. Miranda

Imagem: BibliotecaPleyades.net
Um ditado popular diz que, às vezes, palavras não são necessárias para explicar o que é claramente indicado, mas a decisão da Vodafone de publicar detalhes sobre os métodos que os governos usam para espionar os usuários de internet de telefone não pode ser tomada como prova de que a empresa atua de boa fé. Ajuda no entanto, a reforçar o fato de que ambos os governos e empresas de tecnologia colaboraram e continuam a colaborar no programa invasivo de vigilância para “recolher tudo, farejar tudo; saber tudo e explorar tudo” .

Em seu comunicado, a Vodafone diz que o relatório tenta explicar “a natureza e a extensão dos poderes do governo para pedir nossa ajuda “, que se juntam às informações sobre a agência e as exigências das autoridades dos países onde os dados estatísticos podem ser divulgados legalmente. “Em outras palavras, a Vodafone publicou um “mea culpa” que não só admite que os governos forçam as empresas de tecnologia a transmitirem informações privadas, mas também que eles realmente colaboraram na espionagem ilegal de milhões de usuários de telefone e internet, incluindo chefes de estado, políticos, e cidadãos comuns.

Apesar de muitos meios de comunicação advertirem que deve haver um debate sobre práticas ilegais de vigilância realizadas pela NSA e GHCQ, entre outras agências de espionagem, a verdade é que não há nada a discutir. Direitos Humanos e Constitucionais não são discutíveis, especialmente quando o debate se baseia em falsidade, ou seja, a ameaça de terrorismo. Porque mesmo que o terrorismo – como pintado por governos terroristas que usam o terrorismo como justificativa para fazer o que desejam – fosse realmente uma ameaça, não justificaria a rendição da privacidade, da soberania e da liberdade.

O exemplo da Vodafone é simples de explicar. Esta empresa, juntamente com Yahoo, Skype, Microsoft, Google, Apple, Facebook e outros conglomerados da tecnologia têm consistentemente violado a privacidade de seus clientes e, ao fazê-lo, quebrou seus próprios acordos de privacidade. Enquanto estes gigantes corporativos exigiam que os usuários respeitassem e cumprissem todos os termos e condições, eles conscientemente abriram as portas ou ajudaram a abrir novas portas para as agências de espionagem dos governos. Enquanto usuários foram ameaçados com ações legais, os governos e as empresas de tecnologia isentaram-se de qualquer responsabilidade em nome da segurança.

“Nossos clientes têm o direito à privacidade, que é consagrado no direito internacional dos direitos humanos e normas e promulgado por meio de leis nacionais “, diz o comunicado emitido pela Vodafone. No entanto, esses direitos aos padrões de privacidade e de direitos humanos não foram suficientes para que a empresa negasse ao governos o acesso aos dados de seus clientes. “Respeitar esse direito é uma das nossas maiores prioridades: é parte integrante do Código de Conduta da Vodafone, que todos os nossos trabalhadores seguem em todos os momentos. “No entanto, o plantel da Vodafone não o seguiu, pois nao desafiou as ações ilegais dos funcionários do governo. Leis, Direitos e Normas são inúteis se não são fortemente mantidos quando os desafios a esses Direitos, Leis e Normas aparecem.

A premissa estabelecida pela Vodafone que a empresa deve cumprir com “as leis dos países “que exigiam a” divulgação das informações sobre os nossos clientes a autoridades governamentais “é uma tentativa fracassada para justificar a sua fraqueza para defender os direitos dos clientes, pois pressupõe que uma lei que obriga a divulgação desses dados é legal. Nenhum governo pode fazer leis que violem ou que vão contra os direitos dos cidadãos livres, portanto, qualquer directiva que exige a divulgação ilegal de metadados ou o conteúdo destes dados é automaticamente ilegal e nenhuma empresa ou indivíduo deve cumpri-la ou citá-la como razão para quebrar os acordos de privacidade.

“Essas leis são projetados para proteger a segurança nacional e a segurança pública ou para prevenir ou investigar o crime e o terrorismo e as agências e autoridades que invocam essas leis insistem que as informações exigidas a partir de operadoras de comunicações como a Vodafone são essenciais ao seu trabalho “, condena a declaração da Vodafone, tentando culpar as leis ilegais e os governos das brechas na privacidade. Mas a verdade é que a Vodafone definiu que a sua sede pelo lucro seria mais importante do que os direitos dos seus clientes, cujos direitos à privacidade foram substituídos pelos interesses da empresa. Isso fica claro no comunicado publicado em seu site, onde a Vodafone explica que “Se não cumprirmos com tal exigência, os governos podem remover a nossa licença para operar, impedindo-nos de prestar serviços aos nossos clientes. “

Se a Vodafone tivesse mantido seu compromisso com a privacidade dos clientes em vez de temer a perda de sua licença como provedor de serviços, teria desmascarado as verdadeiras intenções dos governos de violar a privacidade e a presunção da inocência de seus clientes. Não importa o que a Vodafone, Google ou Yahoo digam, a privacidade não é complexa, polêmica ou algo que muda constantemente. Na verdade, é bastante simples e é consagrada nas constituições de quase todas as nações ocidentais.

Nem os prestadores de serviços nem os governos deveriam ser capazes de varrer a rede para obterem informações privadas para qualquer finalidade. Os prestadores de serviços como a Vodafone deveriam manter a coleta de informações do cliente a um mínimo e tal deveria ser conservada como seu tesouro mais valioso. Se hoje houver uma ameaça à privacidade é porque as pessoas encarregadas de protegê-la não o fizeram, seja propositalmente ou inadvertidamente e porque os responsáveis em defender os direitos de privacidade estão ocupados trabalhando em maneiras como acabar com a privacidade, não protegê-la. Dos Parlamentos aos tribunais, os cidadãos que são responsáveis – seja pelo voto ou pela nomeação- em nos proteger da espionagem estão ajudando àqueles que usam técnicas ilimitadas desconhecidas para aprender tudo o que puderem sobre todos.

Ordens judiciais para colocar escutas em telefones de pessoas ou para farejar suas marcas na internet são irrelevantes quando as tecnologias são projetadas para permitir a vigilância injustificada. Esse é o caso dos servidores da IBM, chips de celulares e microchips da Intel que são usados ​​em todo o mundo, juntamente com outros sistemas de espionagem, tais como o sistema operacional da Microsoft e Apple OS. Com essas ferramentas, como espiões têm abertamente admitido, se pode ligar e desligar microfones e câmeras sem aviso prévio. Outros, como os consoles de videogames – Xbox 360 – estão habilitados com dispositivos térmicos para adquirir as impressões digitais dos jogadores através do calor.

Estamos construindo um Cérebro Global e a Internet é o seu Sistema Nervoso

Como pode um governo ou uma empresa dizer que a privacidade das pessoas é de extrema importância quando tudo o que fazem é concebido para acabar com a privacidade? Mais importante ainda, por que os governos – em nome dos conglomerados secretos – recolhe tudo, fareja tudo, sabe de tudo e explora tudo isso? Após a última rodada de denunciantes que saíram do armário, é mais fácil enxergar que os governos e as empresas de tecnologia estão cada vez mais interessados ​​em saber tudo o que podem de indivíduos, não importa quem eles são, onde eles vivem ou o que eles fazem. O Google anunciou recentemente seu plano para usar satélites para levar o poder da internet para aqueles que ainda não a têm. Mas, poucas pessoas vêem a iniciativa do Google como bem-intencionada.

Em maio passado, a Dra. Katherine Albrecht deu uma explicação oportuna sobre o objetivo final da atual coleta de informações em massa. Curiosamente, ela explicou duas perspectivas diferentes: a tecnológica e factual, que é a que a maioria das pessoas vão entender, e a explicação religiosa, que irá servir aos que não são tecnicamente esclarecidos e que preferem orientar-se por fé religiosa. O destaque de sua explicação é que se você entende o lado técnico ou o ângulo religioso, o resultado é o mesmo: todos nós perdemos.

A base para a atual varredura de informação que está sendo realizada em todo o mundo é o MEDO. Como aconteceu antes, os governos e as pessoas que os controlam – eu não quero dizer os políticos – têm um interesse inerente em manter as pessoas com medo, porque as pessoas que têm medo são mais propensas a obedecer. O que mudou ao longo das décadas é a maneira pela qual os governos colocam medo nas pessoas e as ferramentas usadas para tal. A mais recente dessas ferramentas é o medo de ser espionado. Antes disso, os governos utilizaram o medo do terrorismo para promover políticas que os permitiam colocar em prática a grade de controle que agora usam para trazer mais medo.

De acordo com a Dra. Albrecht, o Google sabe mais sobre as pessoas do que a receita federal americana, do que o FBI e outras agências governamentais combinadas. Como isso poderia ser possíve,l você pode perguntar? Na realidade, Albrecht diz que o Google não é um site de busca, mas uma empresa de pesquisa de mercado. Talvez a mais bem sucedida empresa de todos os tempos. Albrecht explica que o seu sucesso se baseia no fato de que o Google, a empresa de pesquisa de mercado, não envia pessoas para perguntar aos consumidores o que eles querem. Em vez disso, permite que os consumidores digam tudo por si mesmos. Cada vez que alguém digita algo na caixa de pesquisa do Google — especialmente se for em forma de pergunta — na esperança de obter uma resposta, ela diz ao Google no que está interessada. Fazendo isso, os criadores e os controladores do Google superaram o problema de ter que pedir às pessoas pela informação que não seria normalmente dada a um estranho.

“O Google descobriu que, se você quer que as pessoas respondam a perguntas, você tem que fazer com que elas acreditem que ninguém as está monitorando… e fazer com que elas pensem que estão apenas recebendo respostas às suas perguntas e, então, é possivel aprender tudo sobre elas com base nas perguntas que fazem “, diz Albrecht. Ela acrescenta que o Google não existe para responder às suas perguntas. As respostas são a isca para milhões de pessoas perguntarem sobre o que estão interessados, o qual, conseqüentemente, revela tudo sobre elas, suas famílias e suas vidas. “Você vai dar as perguntas e as perguntas são o que eles usam para preencher seu banco de dados “, Albrecht adverte.

O Google não é uma empresa de tecnologia que permite que as pessoas obtenham respostas às suas perguntas, mas uma empresa de informação que reúne cada pensamento presente nas mentes de seus usuários que usam a sua chamada busca, a fim de aprender o que quiserem sobre as pessoas. Então, os governos não precisam ter uma operação oficial de coleta de informações porque as empresas de tecnologia como Google ou Facebook, que são o resultado de projetos gubernamentais, fazem esse trabalho para eles. A NSA e o GHCQ, por exemplo, são os receptores de todas as informações coletadas por meio do Google, Facebook, Microsoft, microchips da Intel, telefones da Apple e e-mails do Yahoo.

Como a Dr. Albrecht chama, Google faz parte de um cérebro global invisível a quem, voluntariamente, alimentamos com pensamentos, sentimentos, ideias, fotos das férias, história médica e qualquer outra coisa que você pode imaginar. Mas o cérebro não está trabalhando sozinho. Na verdade, o que seria de um cérebro se não houvesse um sistema nervoso central para direcionar perguntas? Como pode um cérebro global ser onipresente onde ele seja capaz de coletar tudo, farejar tudo, saber tudo e explorar tudo? Vamos falar sobre alguns dos componentes deste sistema nervoso central.

“Estamos basicamente criando um cérebro global e um sistema nervoso planetário que irá comunicar tudo o que acontece no planeta para esse cérebro global “, diz Albrecht. Este sistema planetário é o que vai dar ao cérebro a sua capacidade para ser omnipresente. Se você é uma pessoa religiosa, você está familiarizado com a idéia de que só Deus é entendido como onipresente e onisciente e que nenhuma outra força tem a capacidade de saber tudo. Pelo menos ainda não. Mas há muitas pessoas que estão trabalhando para criar um sistema no planeta Terra que possa chegar perto da onipresença.

A pergunta é: Para que um cérebro global seria necessário ou no que ele iria ser utilizado? Para nos proteger do terrorismo? Pouco provável. É mais provável que ele seja utilizado como uma ferramenta ilimitada para o controle global da raça humana. As pessoas religiosas como a Dr. Albrecht relacionam isto com a aparência de um mestre terrestre, que de acordo com a sua fé está ligada ao advento de Satanás. Se isso é verdade ou não, o verdadeiro problema é que o controle global da infra-estrutura está sendo construída para tal controle. Realmente não importa se é para o controle físico ou controle espiritual. Em ambos os casos, é uma má notícia.

Para piorar a situação, existem componentes importantes que estão amplamente disponíveis para as pessoas que estão acelerando a criação do cérebro global e o seu sistema nervoso central. Entre eles podemos reconhecer: telefones celulares, televisores inteligentes, consoles de videogame, pontos de acesso de internet sem fio e os medidores inteligentes, entre muitos outros. “Estamos no processo, sem saber, de construir uma poderosa infra-estrutura de onipotência e onisciência total neste planeta. E uma vez que ela seja construída – a Bíblia deixa muito claro – será habitada por Satanás. “

Se você não é uma pessoa religiosa ou espiritual, deixe-me dar-lhe a explicação tecnológica, que também é dada por Katherine Albrecht. Para um cérebro global funcionar, para que as informações que necessita sejam alimentadas a fim de alcançar onipotência e onisciência é necessário ter uma transmissão de infra-estrutura mundial e esta infra-estrutura é o que conhecemos hoje como o sistema dos medidores inteligentes. “Cada objeto físico na Terra será parte do que está sendo chamado de Internet das Coisas. Eletrônicos, seres humanos, animais e plantas serão ligados entre si através de uma grade de freqüência de rádio mundial que será capaz de detectar de tudo, coletar tudo, farejar tudo, saber tudo e explorar tudo.

Hoje já temos aparelhos eletrônicos equipados com chips de freqüência de rádio. Estes chips têm a capacidade de comunicar-se com os medidores inteligentes para transmitir a informação embutidas nas etiquetas de rastreamento contidos nos produtos que as pessoas compram. Países onde os medidores inteligentes já foram adotados são os locais mais prováveis ​​onde as pessoas já estão usando aparelhos inteligentes que estão comunicando todos os tipos de informações para os medidores inteligentes, que, por sua vez, os envia para o cérebro global. Não seria surpreendente se já estivessem usando sinais de freqüência de rádio para escanear as mentes dos usuários de telefones celulares para obter informações sobre o que eles estão pensando em tempo real. Qual o papel da pulverização química atmosférica ou chemtrails e do Programa de Pesquisa de Aurora Ativa de Alta Frequência (HAARP) em tudo isso?

Acho que agora são capazes de compreender o que pessoas como a Dr. Katherine Albrecht estão tentando dizer há anos.
Fonte: Real Agenda

Se você está preocupado com sua privacidade, deve saber que usar o Gmail não é exatamente a melhor maneira de manter suas informações pessoais em “segurança” ou longe dos olhos digitais que existem internet afora. O serviço da Google admitidamente explica que não é o melhor lugar para privacidade e, por isso, alguns usuários como Benjamin Mako Hill chegam ao extremo de criarem seus próprios servidores de email para escapar dessa condição. Contudo, todo o esforço de Hill foi praticamente em vão.

Em uma análise recente sobre o destino de suas conversas por email, ele constatou que a maior parte dos emails que ele enviou e recebeu acabou sendo armazenada nos servidores do Gmail. Isso porque sempre que você se comunica com alguém que tem uma conta Google para enviar e receber emails, todas as mensagens e respostas ficam disponíveis para a empresa direcionar anúncios, captar informações de interesse comercial e outros.

Gráfico mostra total de emails (parte de cima) e parcial de respostas (parte de baixo)

Dessa maneira, como muita gente utiliza o serviço da Google, pouco adiantou Hill criar seu próprio servidor para escapar do grande olho do Gmail. De acordo com as estimativas que ele mesmo calculou, no ano passado, 57% das respostas de emails que ele enviou acabou nas mãos da Google. Contando todas as mensagens dele desde 2006, mais de um terço ficou armazenada nos servidores do Gmail. Se a mesma estimativa for feita a partir de 2010, são mais de 50% das mensagens armazenadas pela empresa. Contudo, a porcentagem do total de emails armazenados pela gigante das buscas está caindo, sendo que, neste ano, “apenas 51%” foi registrado até agora.

Ele não atribui nenhuma causa a essa linha decadente, mas seu gráfico mostra que o total dos emails armazenados pela empresa começou a diminuir desde 2012. É possível que isso se deva ao aumento da concorrência, principalmente por parte da Microsoft e do Yahoo!, o que não é necessariamente animador.


Fontes: Tecmundo , Flowing Data , Benjamin Mako Hill

Sem escapatória: boa parte dos seus emails pode estar nas mãos da Google

Se você está preocupado com sua privacidade, deve saber que usar o Gmail não é exatamente a melhor maneira de manter suas informações pessoais em “segurança” ou longe dos olhos digitais que existem internet afora. O serviço da Google admitidamente explica que não é o melhor lugar para privacidade e, por isso, alguns usuários como Benjamin Mako Hill chegam ao extremo de criarem seus próprios servidores de email para escapar dessa condição. Contudo, todo o esforço de Hill foi praticamente em vão.

Em uma análise recente sobre o destino de suas conversas por email, ele constatou que a maior parte dos emails que ele enviou e recebeu acabou sendo armazenada nos servidores do Gmail. Isso porque sempre que você se comunica com alguém que tem uma conta Google para enviar e receber emails, todas as mensagens e respostas ficam disponíveis para a empresa direcionar anúncios, captar informações de interesse comercial e outros.

Gráfico mostra total de emails (parte de cima) e parcial de respostas (parte de baixo)

Dessa maneira, como muita gente utiliza o serviço da Google, pouco adiantou Hill criar seu próprio servidor para escapar do grande olho do Gmail. De acordo com as estimativas que ele mesmo calculou, no ano passado, 57% das respostas de emails que ele enviou acabou nas mãos da Google. Contando todas as mensagens dele desde 2006, mais de um terço ficou armazenada nos servidores do Gmail. Se a mesma estimativa for feita a partir de 2010, são mais de 50% das mensagens armazenadas pela empresa. Contudo, a porcentagem do total de emails armazenados pela gigante das buscas está caindo, sendo que, neste ano, “apenas 51%” foi registrado até agora.

Ele não atribui nenhuma causa a essa linha decadente, mas seu gráfico mostra que o total dos emails armazenados pela empresa começou a diminuir desde 2012. É possível que isso se deva ao aumento da concorrência, principalmente por parte da Microsoft e do Yahoo!, o que não é necessariamente animador.


Fontes: Tecmundo , Flowing Data , Benjamin Mako Hill

Por Paulo Guilherme

 Empresa explica sobre sistema automatizado que analisa o conteúdo que você acessa e para quê ele é usado

Já não deve ser surpresa para ninguém que a Google analisa tudo o que você faz online, seja ao mandar emails, ver sites ou acessar outros tipos de conteúdo, para saber que tipos de propaganda enviar para sua conta. Mas a novidade é que agora a gigante de Mountain View deixa isso bem claro em seus termos de serviço – ao menos para o público norte-americano.

Confira logo abaixo o trecho que foi adicionado na página dos termos de serviço (em inglês), que também explica, de maneira simples, como a análise é feita e para quê ela serve:

“Nossos sistemas automatizados analisam seu conteúdo (incluindo emails) para prover a você características de produtos pessoalmente relevantes, como resultados de busca customizados, propagandas adaptadas, e detecção de spam e malwares. Esta análise ocorre enquanto o conteúdo é enviado e recebido, e quando ele é armazenado.”

E quanto à versão brasileira dos termos? Por enquanto, não temos nada de diferente. Mas é provável que o conteúdo seja adicionado em breve.

Fontes: Tecmundo , Google/Termos de Serviço

Novos termos de serviço da Google avisam que eles estão vigiando você

Por Paulo Guilherme

 Empresa explica sobre sistema automatizado que analisa o conteúdo que você acessa e para quê ele é usado

Já não deve ser surpresa para ninguém que a Google analisa tudo o que você faz online, seja ao mandar emails, ver sites ou acessar outros tipos de conteúdo, para saber que tipos de propaganda enviar para sua conta. Mas a novidade é que agora a gigante de Mountain View deixa isso bem claro em seus termos de serviço – ao menos para o público norte-americano.

Confira logo abaixo o trecho que foi adicionado na página dos termos de serviço (em inglês), que também explica, de maneira simples, como a análise é feita e para quê ela serve:

“Nossos sistemas automatizados analisam seu conteúdo (incluindo emails) para prover a você características de produtos pessoalmente relevantes, como resultados de busca customizados, propagandas adaptadas, e detecção de spam e malwares. Esta análise ocorre enquanto o conteúdo é enviado e recebido, e quando ele é armazenado.”

E quanto à versão brasileira dos termos? Por enquanto, não temos nada de diferente. Mas é provável que o conteúdo seja adicionado em breve.

Fontes: Tecmundo , Google/Termos de Serviço

Recepcionistas da Virgin Atlantic identificam passageiros antes mesmo de receber seus documentos e passagem 

LONDRES - A companhia aérea Virgin Atlantic começou a usar o Google Glass para procedimentos de recepção e embarque de passageiros na Inglaterra.

A experiência vem sendo feita nas últimas semanas para conferir as informações dos viajantes e buscar um serviço cada vez mais pessoal, informou a empresa britânica.

A equipe que recebe os passageiros e checa os bilhetes usa o Google Glass para reconhecer o passageiro, saber seu voo e suas preferências sem que seja necessário mostrar qualquer identificação.

A companhia aérea britânica, de propriedade conjunta da Virgin Group, de Richard Branson e da Delta Air Lines, foi uma das primeiros a instalar telas de vídeo do encosto do banco em 1980. A filial Virgin America passou a oferecer Wi-Fi durante os voos em toda a sua frota em 2009, anos à frente de muitos outras companhias aéreas.

O uso do Google Glass faz parte do esforço da empresa de associar sua marca aos avanços tecnológicos.

A empresa ainda não revelou os primeiros resultados da experiência, mas alguns passageiros estranham. Um dos atendentes reproduziu um comentário comum dos passageiros: "Ótimo, eu estou sendo recebido por um cyborg".

Hani Abouhalka, uma passageira que fazia o check-in, ficou intrigada:"Eu li muito sobre o Google Glass, mas esta é a primeira vez que eu o vejo".

Tim Graham, chefe da Virgin Atlantic para a área de inovação tecnológica, disse que, por enquanto, a câmera em forma de óculos com fone de ouvido teve a função de gravação de vídeo desativada em um aceno para os viajante sobre a preservação do direito à privacidade.

"Estamos tentando mostrar que temos uma forma mais inteligente e avançada de obter as informações sobre os passageiros em um processo muito mais rápido".

Analistas advertem, porém, que o setor de aviação e turismo deve ser cada vez mais sensível a desconfiança do público sobre as tecnologias que capturam seus dados, especialmente na esteira de recentes revelações sobre espionagem digital por governos.

Comentários Apocalipse Total:

Além da invasão de privacidade a tecnologia do Glass começa a ficar assustadora. Embora o teste de reconhecimento facial seja feito por apenas uma empresa, nada impedirá que isso seja feito de forma global. A mesma tecnologia também pode ser facilmente usada por policiais em um regime de transição comunista como o do Brasil, onde cidadãos comuns que lutam apenas pelo fim da corrupção sejam reprimidos pela polícia.

Fonte: Economia Estadão , Apocalipse Total 

Google Glass é usado em aeroporto para facilitar embarque

Recepcionistas da Virgin Atlantic identificam passageiros antes mesmo de receber seus documentos e passagem 

LONDRES - A companhia aérea Virgin Atlantic começou a usar o Google Glass para procedimentos de recepção e embarque de passageiros na Inglaterra.

A experiência vem sendo feita nas últimas semanas para conferir as informações dos viajantes e buscar um serviço cada vez mais pessoal, informou a empresa britânica.

A equipe que recebe os passageiros e checa os bilhetes usa o Google Glass para reconhecer o passageiro, saber seu voo e suas preferências sem que seja necessário mostrar qualquer identificação.

A companhia aérea britânica, de propriedade conjunta da Virgin Group, de Richard Branson e da Delta Air Lines, foi uma das primeiros a instalar telas de vídeo do encosto do banco em 1980. A filial Virgin America passou a oferecer Wi-Fi durante os voos em toda a sua frota em 2009, anos à frente de muitos outras companhias aéreas.

O uso do Google Glass faz parte do esforço da empresa de associar sua marca aos avanços tecnológicos.

A empresa ainda não revelou os primeiros resultados da experiência, mas alguns passageiros estranham. Um dos atendentes reproduziu um comentário comum dos passageiros: "Ótimo, eu estou sendo recebido por um cyborg".

Hani Abouhalka, uma passageira que fazia o check-in, ficou intrigada:"Eu li muito sobre o Google Glass, mas esta é a primeira vez que eu o vejo".

Tim Graham, chefe da Virgin Atlantic para a área de inovação tecnológica, disse que, por enquanto, a câmera em forma de óculos com fone de ouvido teve a função de gravação de vídeo desativada em um aceno para os viajante sobre a preservação do direito à privacidade.

"Estamos tentando mostrar que temos uma forma mais inteligente e avançada de obter as informações sobre os passageiros em um processo muito mais rápido".

Analistas advertem, porém, que o setor de aviação e turismo deve ser cada vez mais sensível a desconfiança do público sobre as tecnologias que capturam seus dados, especialmente na esteira de recentes revelações sobre espionagem digital por governos.

Comentários Apocalipse Total:

Além da invasão de privacidade a tecnologia do Glass começa a ficar assustadora. Embora o teste de reconhecimento facial seja feito por apenas uma empresa, nada impedirá que isso seja feito de forma global. A mesma tecnologia também pode ser facilmente usada por policiais em um regime de transição comunista como o do Brasil, onde cidadãos comuns que lutam apenas pelo fim da corrupção sejam reprimidos pela polícia.

Fonte: Economia Estadão , Apocalipse Total 

(Fonte da imagem: Reprodução/Olhar Digital)
Por Ian Castelli
 Processo de faturamento de empresas estrangeiras de tecnologia será melhor analisado pelo Brasil visando proteger mercado nacional

A Receita Federal está investigando o Google e o Facebook em relação aos possíveis crimes de sonegação fiscal que as empresas podem ter cometido. A própria presidente Dilma ordenou à receita tal força tarefa, que visa esclarecer como é o processo de faturamento dessas empresas com o comércio eletrônico e como o imposto originado das receitas é recolhido.

A medida é o primeiro passo de muitos para tentar alterar a tributação de empresas como Google, Facebook e Apple que, de acordo com o governo brasileiro, usam brechas legais para receber por seus serviços de publicidade e venda eletrônica no exterior, reduzindo consideravelmente o pagamento de tributos no Brasil. Um assessor presidencial afirmou que o governo entende que existem concorrências desleais entre empresas nacionais e estrangeiras, já que as brasileiras acabam pagando mais impostos.

O governo também levantou suspeitas de que o valor dos tributos pagos pelas empresas estrangeiras não é compatível com o volume de faturamento estimado no país. O principal empecilho é que o mercado de tecnologia não está totalmente regulado tributariamente, e por isso as empresas podem não ter cometido qualquer tipo de irregularidade.

A intenção do governo é inverter esse quadro desfavorável aos cofres públicos. Quando as empresas estrangeiras faturam com serviços como comércio eletrônico e anúncios, o pagamento é recebido por meio de suas subsidiárias instaladas em outros países. Com isso, o pagamento de IOF é originado (Imposto sobre Operações Financeiras), porém outros tipos de tributos escapam do pagamento.

Países como França e Alemanha já tomaram o mesmo posicionamento, tentando forçar com que empresas de tecnologia registrem em seus territórios as operações realizadas por elas, aumentando o pagamento de tributos. Tanto o Google como o Facebook já confirmaram em outras oportunidades que pagam todos os impostos exigidos por lei no Brasil.

Fontes: Tecmundo , Folha de São Paulo, O Globo, Olhar Digital

Google e Facebook são investigados pela Receita Federal

(Fonte da imagem: Reprodução/Olhar Digital)
Por Ian Castelli
 Processo de faturamento de empresas estrangeiras de tecnologia será melhor analisado pelo Brasil visando proteger mercado nacional

A Receita Federal está investigando o Google e o Facebook em relação aos possíveis crimes de sonegação fiscal que as empresas podem ter cometido. A própria presidente Dilma ordenou à receita tal força tarefa, que visa esclarecer como é o processo de faturamento dessas empresas com o comércio eletrônico e como o imposto originado das receitas é recolhido.

A medida é o primeiro passo de muitos para tentar alterar a tributação de empresas como Google, Facebook e Apple que, de acordo com o governo brasileiro, usam brechas legais para receber por seus serviços de publicidade e venda eletrônica no exterior, reduzindo consideravelmente o pagamento de tributos no Brasil. Um assessor presidencial afirmou que o governo entende que existem concorrências desleais entre empresas nacionais e estrangeiras, já que as brasileiras acabam pagando mais impostos.

O governo também levantou suspeitas de que o valor dos tributos pagos pelas empresas estrangeiras não é compatível com o volume de faturamento estimado no país. O principal empecilho é que o mercado de tecnologia não está totalmente regulado tributariamente, e por isso as empresas podem não ter cometido qualquer tipo de irregularidade.

A intenção do governo é inverter esse quadro desfavorável aos cofres públicos. Quando as empresas estrangeiras faturam com serviços como comércio eletrônico e anúncios, o pagamento é recebido por meio de suas subsidiárias instaladas em outros países. Com isso, o pagamento de IOF é originado (Imposto sobre Operações Financeiras), porém outros tipos de tributos escapam do pagamento.

Países como França e Alemanha já tomaram o mesmo posicionamento, tentando forçar com que empresas de tecnologia registrem em seus territórios as operações realizadas por elas, aumentando o pagamento de tributos. Tanto o Google como o Facebook já confirmaram em outras oportunidades que pagam todos os impostos exigidos por lei no Brasil.

Fontes: Tecmundo , Folha de São Paulo, O Globo, Olhar Digital

Bug? Ah vá... até parece...

Aos poucos, reconhecimento de voz, já tão comum nos smartphones, vai encontrando seu caminho nos navegadores para desktops.

O ponto negativo disso é uma brecha de segurança perigosa recém-descoberta no Google Chrome, que permite que qualquer site mal-intencionado continue escutando suas conversas, mesmo quando o site já foi fechado.

O desenvolvedor web Tal Ater fez um vídeo explicando como a falha funciona. O Chrome possui alguns recursos para evitar este tipo de ação, mas não é difícil burlar esta proteção. Confira abaixo o vídeo e uma explicação mais detalhada.



Em resumo, para um site ter acesso ao seu microfone, ele precisa da sua autorização. Sites com certificado SSL, o que não é difícil conseguir, podem ter a permissão guardada pelo Chrome para utilizar outras vezes que o usuário entrar no site. O navegador também exibe um aviso na aba, apontando que aquele site está escutando. Tudo isso é normal, prático e até mesmo recomendável em alguns casos.

Contudo, alguns sites mal-intencionados podem abusar deste privilégio. Oferecendo uma camada legítima para que a pessoa abra seu microfone, ele pode abrir outro pop-up escondido, que pode permanecer escutando absolutamente tudo que o usuário fala por baixo de um anúncio, por exemplo.

Assim, a página pode permanecer escutando de forma indeterminada, mesmo após a aba original ter sido fechada ou um novo site ser aberto, desde que o usuário não feche aquele popup escondido. Assim, o usuário pode ser espionado por um longo período de tempo. A voz é transformada em texto após passar pelos servidores do Google e então o desenvolvedor mal-intencionado pode receber tudo que a pessoa fala próxima ao PC em forma de texto.

Tal Ater já reportou o problema ao Google há alguns meses, mas até o momento a empresa não resolveu o problema e não deu resposta se pretende de fato corrigir a falha.

O lado positivo disso é que você ainda precisa ativar o reconhecimento de voz do Chrome, então é fácil se proteger: basta não utilizar a ferramenta e não dar permissão para que sites utilizem seu microfone.

Fontes: Libertar , Gizmodo , Lado Oculto Nova Ordem Mundial

Vigilância: "Bug" no Chrome permite escutar o que é dito perto do PC

Bug? Ah vá... até parece...

Aos poucos, reconhecimento de voz, já tão comum nos smartphones, vai encontrando seu caminho nos navegadores para desktops.

O ponto negativo disso é uma brecha de segurança perigosa recém-descoberta no Google Chrome, que permite que qualquer site mal-intencionado continue escutando suas conversas, mesmo quando o site já foi fechado.

O desenvolvedor web Tal Ater fez um vídeo explicando como a falha funciona. O Chrome possui alguns recursos para evitar este tipo de ação, mas não é difícil burlar esta proteção. Confira abaixo o vídeo e uma explicação mais detalhada.



Em resumo, para um site ter acesso ao seu microfone, ele precisa da sua autorização. Sites com certificado SSL, o que não é difícil conseguir, podem ter a permissão guardada pelo Chrome para utilizar outras vezes que o usuário entrar no site. O navegador também exibe um aviso na aba, apontando que aquele site está escutando. Tudo isso é normal, prático e até mesmo recomendável em alguns casos.

Contudo, alguns sites mal-intencionados podem abusar deste privilégio. Oferecendo uma camada legítima para que a pessoa abra seu microfone, ele pode abrir outro pop-up escondido, que pode permanecer escutando absolutamente tudo que o usuário fala por baixo de um anúncio, por exemplo.

Assim, a página pode permanecer escutando de forma indeterminada, mesmo após a aba original ter sido fechada ou um novo site ser aberto, desde que o usuário não feche aquele popup escondido. Assim, o usuário pode ser espionado por um longo período de tempo. A voz é transformada em texto após passar pelos servidores do Google e então o desenvolvedor mal-intencionado pode receber tudo que a pessoa fala próxima ao PC em forma de texto.

Tal Ater já reportou o problema ao Google há alguns meses, mas até o momento a empresa não resolveu o problema e não deu resposta se pretende de fato corrigir a falha.

O lado positivo disso é que você ainda precisa ativar o reconhecimento de voz do Chrome, então é fácil se proteger: basta não utilizar a ferramenta e não dar permissão para que sites utilizem seu microfone.

Fontes: Libertar , Gizmodo , Lado Oculto Nova Ordem Mundial

Reprodução / Google
Dentre os termos mais buscados está o BBB 13, a novela Salve Jorge e o suposto sistema de pirâmide Telexfree

Um bom jeito de lembrar o que foi importante no último ano é dar um olhada no Google Zeitgeist, o relatório anual da gigante das buscas com os termos mais procurados por seus usuários. E a edição de 2013 já está disponível.

E o que os brasileiros mais procuraram no Google? Entretenimento, informação, empresas com ofertas incríveis que só pode ser algum golpe (e normalmente é). Eis a lista dos dez termos gerais mais buscados no ano:

1. BBB 13

2. Telexfree

3. Salve Jorge

4. Enem 2013

5. MC Daleste

6. A Fazenda

7. Pronatec

8. Amor à Vida

9. PEC 37

10. BBom

A edição deste ano do Big Brother Brasil foi a mais buscada, e ainda temos duas novelas (Salve Jorge e Amor à Vida) e um outro reality show (A Fazenda). Mas não foi só isso: os brasileiros foram atrás de informações relacionadas à educação (ENEM e Pronatec) e questões políticas (a PEC 37, que muita gente era contra mas não sabia exatamente o motivo, e no fim não foi aprovada). Também temos a ilustre presença do funkeiro MC Daleste, assassinado durante um show em julho. E também temos BBom e Telexfree (esta em segundo lugar!), duas empresas investigadas por supostamente operarem como um esquema de pirâmide financeira. Bastante variedade, não?

O Google liberou uma grande quantidade de rankings, e um que merece destaque é o dos momentos do ano. 2013 foi um ano bastante agitado – tivemos um incêndio em uma boate que deixou mais de 240 mortos, uma eleição para o novo Papa, a visita do Papa ao Brasil, e uma série de manifestações que tomaram as ruas brasileiras especialmente durante o mês de junho. Mas nenhum desses foi o momento mais procurado do ano – o Rock in Rio 2013 ficou com esse prêmio, seguido pelo Carnaval 2013.

1. Rock in Rio

2. Carnaval 2013

3. Tragédia de Santa Maria

4. Escolha do Novo Papa

5. Oscar 2013

6. Concursos Públicos 2013

7. Meteoro na Rússia

8. Jornada Mundial da Juventude

9. Manifestações

10. Páscoa

Entre outros assuntos, temos alguns casos bem intrigantes. Um dos termos mais buscados foi “Como Chegar” (sim, apenas isso), e muitos brasileiros perguntaram ao Google uma forma de ganhar dinheiro. Também nos interessamos em aprender a fazer arroz, brigadeiro, cupcake e sexo (exatamente nessa ordem). O jogo de smartphones POU foi o mais buscado pela galera dos games, seguido por MiniMundos e GTA 5. Também fomos atrás de conhecimento ao perguntar o que é folclore, hardware, substantivo e comunicação. Definitivamente usamos o Google para qualquer coisa.

Lado Oculto Nova Ordem Mundial:

Sinceramente, não sei se dou risada ou se choro. Ô povinho TOLO é esse. Com várias coisas interessante para se pesquisar, como por exemplo, politica, estudos diversos e outras coisas do gênero, mas não, têm que ter a porcaria da bosta do cavalo, como esse BBB seilá das quantas, essa outra porcaria de "A fazenda", e tantos outros lixos.

É por isso que o Brasil está sendo pisoteado por esses politícos. Quando digo que devemos pesquisar sobre politica, não é para nos aliarmos para com esses corruptos, mas para sabermos quem são eles e quais os seus verdadeiros interesses. Como esse lixo do PT e seus líderes.

Só por essa lista já tenho uma certeza, de que no Brasil à tolice televisiva e politica é muito maior doque eu, e todos nós, imaginávamos.

Só tenho uma coisa para dizer: Ô povinho TOLO. 
Fontes: Lado Oculto Nova Ordem Mundial , Tecnologia Msn

Lista dos mais pesquisados no Google Brasil. É de chorar.

Reprodução / Google
Dentre os termos mais buscados está o BBB 13, a novela Salve Jorge e o suposto sistema de pirâmide Telexfree

Um bom jeito de lembrar o que foi importante no último ano é dar um olhada no Google Zeitgeist, o relatório anual da gigante das buscas com os termos mais procurados por seus usuários. E a edição de 2013 já está disponível.

E o que os brasileiros mais procuraram no Google? Entretenimento, informação, empresas com ofertas incríveis que só pode ser algum golpe (e normalmente é). Eis a lista dos dez termos gerais mais buscados no ano:

1. BBB 13

2. Telexfree

3. Salve Jorge

4. Enem 2013

5. MC Daleste

6. A Fazenda

7. Pronatec

8. Amor à Vida

9. PEC 37

10. BBom

A edição deste ano do Big Brother Brasil foi a mais buscada, e ainda temos duas novelas (Salve Jorge e Amor à Vida) e um outro reality show (A Fazenda). Mas não foi só isso: os brasileiros foram atrás de informações relacionadas à educação (ENEM e Pronatec) e questões políticas (a PEC 37, que muita gente era contra mas não sabia exatamente o motivo, e no fim não foi aprovada). Também temos a ilustre presença do funkeiro MC Daleste, assassinado durante um show em julho. E também temos BBom e Telexfree (esta em segundo lugar!), duas empresas investigadas por supostamente operarem como um esquema de pirâmide financeira. Bastante variedade, não?

O Google liberou uma grande quantidade de rankings, e um que merece destaque é o dos momentos do ano. 2013 foi um ano bastante agitado – tivemos um incêndio em uma boate que deixou mais de 240 mortos, uma eleição para o novo Papa, a visita do Papa ao Brasil, e uma série de manifestações que tomaram as ruas brasileiras especialmente durante o mês de junho. Mas nenhum desses foi o momento mais procurado do ano – o Rock in Rio 2013 ficou com esse prêmio, seguido pelo Carnaval 2013.

1. Rock in Rio

2. Carnaval 2013

3. Tragédia de Santa Maria

4. Escolha do Novo Papa

5. Oscar 2013

6. Concursos Públicos 2013

7. Meteoro na Rússia

8. Jornada Mundial da Juventude

9. Manifestações

10. Páscoa

Entre outros assuntos, temos alguns casos bem intrigantes. Um dos termos mais buscados foi “Como Chegar” (sim, apenas isso), e muitos brasileiros perguntaram ao Google uma forma de ganhar dinheiro. Também nos interessamos em aprender a fazer arroz, brigadeiro, cupcake e sexo (exatamente nessa ordem). O jogo de smartphones POU foi o mais buscado pela galera dos games, seguido por MiniMundos e GTA 5. Também fomos atrás de conhecimento ao perguntar o que é folclore, hardware, substantivo e comunicação. Definitivamente usamos o Google para qualquer coisa.

Lado Oculto Nova Ordem Mundial:

Sinceramente, não sei se dou risada ou se choro. Ô povinho TOLO é esse. Com várias coisas interessante para se pesquisar, como por exemplo, politica, estudos diversos e outras coisas do gênero, mas não, têm que ter a porcaria da bosta do cavalo, como esse BBB seilá das quantas, essa outra porcaria de "A fazenda", e tantos outros lixos.

É por isso que o Brasil está sendo pisoteado por esses politícos. Quando digo que devemos pesquisar sobre politica, não é para nos aliarmos para com esses corruptos, mas para sabermos quem são eles e quais os seus verdadeiros interesses. Como esse lixo do PT e seus líderes.

Só por essa lista já tenho uma certeza, de que no Brasil à tolice televisiva e politica é muito maior doque eu, e todos nós, imaginávamos.

Só tenho uma coisa para dizer: Ô povinho TOLO. 
Fontes: Lado Oculto Nova Ordem Mundial , Tecnologia Msn

Cachorros robóticos que andam em qualquer terreno e gatos mais rápidos que Usain Bolt fazem parte do portfólio da Boston Dynamics, comprada pelo Google nesta sexta.

Robô LS3, da Boston Dynamics, comprada pelo Google: "animais" chegam em qualquer lugar - e conseguem ser ao mesmo tempo espetaculares e amedrontadores.

O Google comprou nesta sexta-feira a Boston Dynamics, empresa conhecida por desenvolver robôs ao mesmo tempo espetaculares e levemente amedrontadores (veja vídeos abaixo).

A aquisição foi adiantada pelo The New York Times, mas o valor não foi revelado.

De acordo com o jornal norte-americano, é a oitava aquisição da gigante da internet na área da robótica em seis meses, o que só aumenta as suspeitas de que ela estaria planejando algo grande no desenvolvimento de sistemas autômatos.

Entre as principais criações da Boston Dynamics, está o “Big Dog” (Cachorro Grande, em português). Vídeo no YouTube de 2008, com mais de 15 milhões de acessos, mostra o que ele é capaz.

A barulhenta máquina anda na neve, se recusa a cair mesmo em piso enlameado ou quando chutada e ainda atravessa obstáculos.

A Boston Dynamics trabalha com o Pentágono e a Darpa, agência de tecnologia de defesa dos Estados Unidos. Foi criada em 1992 por estudantes do MIT.

O Google afirmou que não irá publicar informações financeiras sobre esta ou as últimas aquisições. Segundo o NYT, os contratos em vigor serão respeitados, mas não há intenção de prosseguir na área militar.

Um dos robôs da empresa, chamado de Cheetah, corre mais que o medalhista olímpico Usain Bolt, atingindo 46 quilômetros por hora.

Outros, como o LS3 (que ilustra esta matéria), andam em qualquer terreno e foram criados para carregar suprimentos para militares em missões oficiais. Detalhe: ele segue o “líder” do grupo automaticamente. Não é necessário controlá-lo.

Veja a seguir vídeos de três criações da empresa:

BigDog:


Fontes: Anunciando a Verdade , Publico Pt , Illuminati Elite Maldita , Activist Post

Google compra empresa que criou robots para o exército americano

Cachorros robóticos que andam em qualquer terreno e gatos mais rápidos que Usain Bolt fazem parte do portfólio da Boston Dynamics, comprada pelo Google nesta sexta.

Robô LS3, da Boston Dynamics, comprada pelo Google: "animais" chegam em qualquer lugar - e conseguem ser ao mesmo tempo espetaculares e amedrontadores.

O Google comprou nesta sexta-feira a Boston Dynamics, empresa conhecida por desenvolver robôs ao mesmo tempo espetaculares e levemente amedrontadores (veja vídeos abaixo).

A aquisição foi adiantada pelo The New York Times, mas o valor não foi revelado.

De acordo com o jornal norte-americano, é a oitava aquisição da gigante da internet na área da robótica em seis meses, o que só aumenta as suspeitas de que ela estaria planejando algo grande no desenvolvimento de sistemas autômatos.

Entre as principais criações da Boston Dynamics, está o “Big Dog” (Cachorro Grande, em português). Vídeo no YouTube de 2008, com mais de 15 milhões de acessos, mostra o que ele é capaz.

A barulhenta máquina anda na neve, se recusa a cair mesmo em piso enlameado ou quando chutada e ainda atravessa obstáculos.

A Boston Dynamics trabalha com o Pentágono e a Darpa, agência de tecnologia de defesa dos Estados Unidos. Foi criada em 1992 por estudantes do MIT.

O Google afirmou que não irá publicar informações financeiras sobre esta ou as últimas aquisições. Segundo o NYT, os contratos em vigor serão respeitados, mas não há intenção de prosseguir na área militar.

Um dos robôs da empresa, chamado de Cheetah, corre mais que o medalhista olímpico Usain Bolt, atingindo 46 quilômetros por hora.

Outros, como o LS3 (que ilustra esta matéria), andam em qualquer terreno e foram criados para carregar suprimentos para militares em missões oficiais. Detalhe: ele segue o “líder” do grupo automaticamente. Não é necessário controlá-lo.

Veja a seguir vídeos de três criações da empresa:

BigDog:


Fontes: Anunciando a Verdade , Publico Pt , Illuminati Elite Maldita , Activist Post

Possuir um smartphone pode ser tão interessante quanto assustador! Assista neste vídeo como nos tornamos prisioneiros da Google, que nos vigia 24 horas, 365 dias por ano.

A Google sabe onde estamos, quanto tempo lá ficámos, para onde costumamos ir e, quem sabe um dia, o que pensamos…



Indicação: jlbraga

Fonte: PPLWARE

Os Prisioneiros da Google

Possuir um smartphone pode ser tão interessante quanto assustador! Assista neste vídeo como nos tornamos prisioneiros da Google, que nos vigia 24 horas, 365 dias por ano.

A Google sabe onde estamos, quanto tempo lá ficámos, para onde costumamos ir e, quem sabe um dia, o que pensamos…



Indicação: jlbraga

Fonte: PPLWARE

Google vai usar nome e foto do perfil do usuário a partir de comentários ou recomendações com "+1". O usuário pode não participar do programa

O Google anunciou nesta sexta-feira uma atualização nos seus termos de serviço que permitirá que a companhia use o nome e a foto do perfil dos usuários em anúncios.

As novas regras entram em vigor em 11 de novembro, com mudanças no texto também no que diz respeito à segurança de dispositivos móveis e senhas. O usuário pode optar por não participar do programa.

Se um usuário do Google+ apoiar publicamente uma marca em particular ou um produto clicando no botão +1, a imagem da pessoa vai aparecer no anúncio. Resenhas e notas de restaurantes ou músicas que usuários do Google+ compartilham ou outros serviços do Google, como a loja online Google Play, também serão espaços para os anunciantes.

A companhia afirma que as únicas pessoas que veem as informações são aquelas com quem o usuário optou por compartilhar conteúdo.
Google poderá usar imagem do usuário em anúncios Foto: Divulgação
"Com o feedback de pessoas que o usuário conhece, ele pode economizar tempo e melhorar os resultados para si e para seus amigos em todos os serviços da Google, incluindo Pesquisa do Google, Google Maps, Google Play e publicidade", justifica o Google.

O próprio Google exemplifica como essas informações serão usadas. "Por exemplo, os amigos do usuário podem ver que, na página de uma banda no Google Play, ele avaliou um álbum com 4 estrelas. E o +1 com que o usuário marcou sua padaria local favorita pode ser incluído em um anúncio que a padaria veicula usando os serviços da Google", afirmou a companhia.
Usuário recebe aviso ao desativar configuração Foto: Reprodução
Os usuários podem controlar o uso do seu nome e foto do perfil e desativar essa confirguração em Recomendações compartilhadas. Basta desmarcar a caixa onde o usuário dá a permissão para o Google exibir nome e foto de perfil em recomendações compartilhadas em anúncios. Dessa forma, o Google não usará os "+1" dos usuários em publicidade.

Usuários menores de 18 anos não terão suas informações compartilhadas em anúncios.

Demais mudanças
O texto dos termos de serviço do Google também foi alterado para garantir maior segurança aos usuários. Foi inclupido um trecho que diz que os usuários não devem usar os serviços da empresa em dispositivos móveis se estiver fazendo algo que exija toda a atenção dele, como dirigir. Além disso, o Google adicionou aos termos informações sobre cuidados que o usuário deve ter com sua senha.

As mudanças completas estão disponíveis no site de políticas e princípios do Google.

Privacidade
Os anúncios são semelhantes aos do Facebook, a maior rede social do mundo, com 1,15 bilhão de usuários. Esses anúncios são atraentes para marketeiros, mas comercializam injustamente a imagem de Internet dos usuários, disse Marc Rotenberg, diretor do grupo de defesa da privacidade online EPIC.

"É um problema de privacidade enorme", disse Rotenberg. Ele disse que a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos deveria analisar a mudança das políticas do Google para saber se esta viola um acordo assinado pela empresa em 2011 no qual a companhia se compremeteu a não alterar políticas de privacidade dos usuários de forma retroativa.

Menores de 18 anos não serão alvo dos anúncios, e os usuários do Google+ terão a possibilidade de optar por não aparecer nas publicidades. Mas Rotenberg afirmou que os usuários "não deveriam ter que restaurar as configurações de privacidade cada vez que o Google faz uma mudança."

Comentário do blog:
Cada vez mais essas empresas mostram sua verdadeira face, além de monitorar as pessoas e roubar informações querem se apropriar de conteúdo alheio, só falta colocar um câmera em nossas casas e observar o que estamos fazendo!

Fonte: Terra

Google muda termos e pode usar imagem de usuários em anúncios

Google vai usar nome e foto do perfil do usuário a partir de comentários ou recomendações com "+1". O usuário pode não participar do programa

O Google anunciou nesta sexta-feira uma atualização nos seus termos de serviço que permitirá que a companhia use o nome e a foto do perfil dos usuários em anúncios.

As novas regras entram em vigor em 11 de novembro, com mudanças no texto também no que diz respeito à segurança de dispositivos móveis e senhas. O usuário pode optar por não participar do programa.

Se um usuário do Google+ apoiar publicamente uma marca em particular ou um produto clicando no botão +1, a imagem da pessoa vai aparecer no anúncio. Resenhas e notas de restaurantes ou músicas que usuários do Google+ compartilham ou outros serviços do Google, como a loja online Google Play, também serão espaços para os anunciantes.

A companhia afirma que as únicas pessoas que veem as informações são aquelas com quem o usuário optou por compartilhar conteúdo.
Google poderá usar imagem do usuário em anúncios Foto: Divulgação
"Com o feedback de pessoas que o usuário conhece, ele pode economizar tempo e melhorar os resultados para si e para seus amigos em todos os serviços da Google, incluindo Pesquisa do Google, Google Maps, Google Play e publicidade", justifica o Google.

O próprio Google exemplifica como essas informações serão usadas. "Por exemplo, os amigos do usuário podem ver que, na página de uma banda no Google Play, ele avaliou um álbum com 4 estrelas. E o +1 com que o usuário marcou sua padaria local favorita pode ser incluído em um anúncio que a padaria veicula usando os serviços da Google", afirmou a companhia.
Usuário recebe aviso ao desativar configuração Foto: Reprodução
Os usuários podem controlar o uso do seu nome e foto do perfil e desativar essa confirguração em Recomendações compartilhadas. Basta desmarcar a caixa onde o usuário dá a permissão para o Google exibir nome e foto de perfil em recomendações compartilhadas em anúncios. Dessa forma, o Google não usará os "+1" dos usuários em publicidade.

Usuários menores de 18 anos não terão suas informações compartilhadas em anúncios.

Demais mudanças
O texto dos termos de serviço do Google também foi alterado para garantir maior segurança aos usuários. Foi inclupido um trecho que diz que os usuários não devem usar os serviços da empresa em dispositivos móveis se estiver fazendo algo que exija toda a atenção dele, como dirigir. Além disso, o Google adicionou aos termos informações sobre cuidados que o usuário deve ter com sua senha.

As mudanças completas estão disponíveis no site de políticas e princípios do Google.

Privacidade
Os anúncios são semelhantes aos do Facebook, a maior rede social do mundo, com 1,15 bilhão de usuários. Esses anúncios são atraentes para marketeiros, mas comercializam injustamente a imagem de Internet dos usuários, disse Marc Rotenberg, diretor do grupo de defesa da privacidade online EPIC.

"É um problema de privacidade enorme", disse Rotenberg. Ele disse que a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos deveria analisar a mudança das políticas do Google para saber se esta viola um acordo assinado pela empresa em 2011 no qual a companhia se compremeteu a não alterar políticas de privacidade dos usuários de forma retroativa.

Menores de 18 anos não serão alvo dos anúncios, e os usuários do Google+ terão a possibilidade de optar por não aparecer nas publicidades. Mas Rotenberg afirmou que os usuários "não deveriam ter que restaurar as configurações de privacidade cada vez que o Google faz uma mudança."

Comentário do blog:
Cada vez mais essas empresas mostram sua verdadeira face, além de monitorar as pessoas e roubar informações querem se apropriar de conteúdo alheio, só falta colocar um câmera em nossas casas e observar o que estamos fazendo!

Fonte: Terra

O Google tem uma cópia de todas as senhas WiFi usadas no Android e envia elas aos seus servidores espalhados no mundo.

Estranhamente hackers descobriram que o Google consegue mapear todas as redes Wifi do mundo que utilizam ou já usaram o sistema operacional Android.

Como já foi noticiado aqui nos “Os Illuminati“, o Google libera o acesso da NSA aos dados Android (e também no iOS e BlackBerry), e todo mundo já sabe que o Google lê as mensagem do Gmail. que não oferece nenhuma privacidade. Agora o que ninguém esperava e que a empresa sabe todas as senhas das redes WiFi de milhões de usuários do sistema Android.

Mapeando a Internet no mundo


Isso é possível através do sistema de backup do sistema operacional, que mantém uma cópia do histórico de todas as senhas WiFi nos servidores da empresa. Dessa forma, a Google poderia ser obrigada legalmente a entregar essas informações caso um governo solicitasse, e então o acesso à sua rede WiFi estaria garantido.

A questão principal é que a Google não apenas armazena as senhas, mas faz isso de uma maneira em que é possível lê-las, caso tenha interesse. O recurso é ativado juntamente com a sincronização da lista de contatos e demais informações no Android, que restaura diversos dados no seu aparelho caso ele seja formatado ou você compre outro smartphone com o SO.


Isso significa que a Google tem um mapa de quase todas as redes WiFi em todo o mundo, já que existem mais de 1 bilhão de dispositivos Android ativados no planeta. Também significa que o governo americano pode ter acesso a milhões de redes WiFi caso precise de alguma informação e essa pessoa utilize o sistema Android.

Resumindo não tem como fugir de ser espionado pelo Google, NSA e principalmente a Nova Ordem Mundial.

Fontes: Os IlluminatiComputer World

Google guarda todas as senhas de WiFi do mundo

O Google tem uma cópia de todas as senhas WiFi usadas no Android e envia elas aos seus servidores espalhados no mundo.

Estranhamente hackers descobriram que o Google consegue mapear todas as redes Wifi do mundo que utilizam ou já usaram o sistema operacional Android.

Como já foi noticiado aqui nos “Os Illuminati“, o Google libera o acesso da NSA aos dados Android (e também no iOS e BlackBerry), e todo mundo já sabe que o Google lê as mensagem do Gmail. que não oferece nenhuma privacidade. Agora o que ninguém esperava e que a empresa sabe todas as senhas das redes WiFi de milhões de usuários do sistema Android.

Mapeando a Internet no mundo


Isso é possível através do sistema de backup do sistema operacional, que mantém uma cópia do histórico de todas as senhas WiFi nos servidores da empresa. Dessa forma, a Google poderia ser obrigada legalmente a entregar essas informações caso um governo solicitasse, e então o acesso à sua rede WiFi estaria garantido.

A questão principal é que a Google não apenas armazena as senhas, mas faz isso de uma maneira em que é possível lê-las, caso tenha interesse. O recurso é ativado juntamente com a sincronização da lista de contatos e demais informações no Android, que restaura diversos dados no seu aparelho caso ele seja formatado ou você compre outro smartphone com o SO.


Isso significa que a Google tem um mapa de quase todas as redes WiFi em todo o mundo, já que existem mais de 1 bilhão de dispositivos Android ativados no planeta. Também significa que o governo americano pode ter acesso a milhões de redes WiFi caso precise de alguma informação e essa pessoa utilize o sistema Android.

Resumindo não tem como fugir de ser espionado pelo Google, NSA e principalmente a Nova Ordem Mundial.

Fontes: Os IlluminatiComputer World


O Chrome, navegador do Google, permite que qualquer pessoa acesse todas as senhas armazenadas pelo navegador a pedido do usuário durante a navegação na internet. Ao acessar a página de configurações do navegador e clicar no link "Gerenciar senhas salvas", o usuário pode ver uma lista dos sites que armazenam senhas no Chrome. O problema é que, ao clicar sobre a senha, o navegador exibe a opção "Mostrar", que revela a senha usada pelo usuário para acessar cada serviço.

Justin Schuh, chefe da equipe de segurança do Chrome, respondeu dizendo que nenhum código de segurança é requerido antes de mostrar as senhas armazenadas no Chrome para evitar que o usuário "tenha uma falsa sensação de segurança".

"Nós queremos ser muito claros ao explicar que quando o usuário dá acesso a sua conta de usuário a alguém, essa pessoa pode ter acesso a tudo. Na verdade, é isso mesmo que ela consegue", diz Schuh.

O chefe de segurança do Chrome sugere que usuários não permitam o acesso de outros usuários ao computador quando estiverem logados com sua conta no Chrome, pois o Google não pretende fazer mudanças na forma como exibe as senhas na página de configurações do navegador.

As informações são do The Verge.

Fontes: O Globo , Terra , Tecnologia Pt

Falha no Google Chrome expõe passwords propositadamente

O Chrome, navegador do Google, permite que qualquer pessoa acesse todas as senhas armazenadas pelo navegador a pedido do usuário durante a navegação na internet. Ao acessar a página de configurações do navegador e clicar no link "Gerenciar senhas salvas", o usuário pode ver uma lista dos sites que armazenam senhas no Chrome. O problema é que, ao clicar sobre a senha, o navegador exibe a opção "Mostrar", que revela a senha usada pelo usuário para acessar cada serviço.

Justin Schuh, chefe da equipe de segurança do Chrome, respondeu dizendo que nenhum código de segurança é requerido antes de mostrar as senhas armazenadas no Chrome para evitar que o usuário "tenha uma falsa sensação de segurança".

"Nós queremos ser muito claros ao explicar que quando o usuário dá acesso a sua conta de usuário a alguém, essa pessoa pode ter acesso a tudo. Na verdade, é isso mesmo que ela consegue", diz Schuh.

O chefe de segurança do Chrome sugere que usuários não permitam o acesso de outros usuários ao computador quando estiverem logados com sua conta no Chrome, pois o Google não pretende fazer mudanças na forma como exibe as senhas na página de configurações do navegador.

As informações são do The Verge.

Fontes: O Globo , Terra , Tecnologia Pt

George Orwell pode ser considerado um visionário. O autor do livro 1984 (escrito em 1948) retratou um futuro sombrio para a humanidade, em que o governo controlava a população por meio de teletelas, televisores capazes de vigiar os cidadãos.

O aparelho sempre exibia a imagem do “Grande Irmão” (um líder do único partido dominante), transmitindo a sensação de que ele observava a população o tempo todo. Todos os lugares (inclusive as casas dos cidadãos) tinham uma teletela. Não é a toa que o reality show Big Brother adotou esse nome.

Você acredita estar sempre sendo monitorado? Podemos estar vivendo hoje uma era “Orwelliana”, em que nossos passos são vigiados continuamente. E nem sites da internet, como o YouTube, deixam de nos rastrear.
O Big Brother do filme "1984" (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)
Bem-vindo ao Big Brother

Desde os ataques do 11 de setembro, a vigilância aumentou no mundo todo. Seja nos shoppings, restaurantes, ruas, lojas e parques, não importa aonde vamos: estamos sendo controlados por câmeras.

Se isso não é o bastante, no começo do ano, foi descoberto que o iPhone registrava secretamente a localização do usuário. Um pouco mais tarde seria revelado que o Android e o Windows Phone também faziam isso. As operadoras também conseguem localizar você: basta apenas estar com o celular ligado (leia a matéria completa a respeito do que as empresas sabem sobre sua localização).

Na internet não é muito diferente. Somos rastreados o tempo todo, em qualquer site que acessamos. Os provedores, os sites de análise comportamentais, as agências de publicidade, o Google, o Facebook. Todos querem saber por onde você “anda” e o que faz na web.

Recentemente foi descoberto um cookie no Facebook que continuava monitorando as atividades na internet, mesmo depois do usuário fazer logoff na rede social. Os dirigentes da empresa desconversaram, mas admitiram o “erro” e corrigiram o bug.

Não foi a primeira vez que a empresa criada por Zuckerberg enfrenta problemas com privacidade. Em novembro do ano passado, o Facebook admitiu que vendeu dados dos usuários.

As empresas apresentam diversas justificativas para o excesso de controle, algumas até razoáveis e outras sem sentido. Muitas vezes só descobrimos que estamos sendo vigiados quando alguém pesquisa a fundo e descobre um problema desse tipo. Quais as formas que governos e empresas podem estar nos monitorando e que ainda não conhecemos?

Até tu, YouTube?
Assim como as teletelas conseguiam exibir e ver ao mesmo tempo, suas visitas banais ao Youtube estão sendo monitoradas também. Enquanto estiver conectado, o site mantém o registro de seu histórico de visualização, e usa os vídeos que você assistiu, os vídeos de que gostou e suas inscrições para “recomendar outros vídeos para você”. Isso quer dizer que eles rastreiam tudo o que você faz. As informações são da página de ajuda do site.

Outro detalhe importante: se sua conta ainda não era vinculada ao Google, agora ela é. Você é automaticamente registrado com sua conta da Google no YouTube. Entende-se por “automaticamente” como algo obrigatório e sem oferecer opções.

Driblando o recurso

Ainda há esperança. Existem alguns caminhos para você se livrar dessa falta de privacidade.

1. Desvinculando o cadastro

Caso sua conta do YouTube seja antiga (feita antes de maio de 2009), você pode desvinculá-la da Google.

2. Múltiplas sessões

Outra opção é manter duas contas ativas, uma para o YouTube e outra para os outros serviços da Google. A empresa permite múltiplos logins dentro do mesmo navegador. Infelizmente, o YouTube não é suportado em sessões adicionais, portanto, você deve logar sua conta do YouTube como a principal. São suportados em logins adicionais os serviços: Gmail, Calendar, Code, Reader, e Sites.

3. Apagando o histórico

Não tão funcional como as outras opções acima, apagar o histórico de visualizações remove o rastreamento. Infelizmente, não há a possibilidade de permitir ou não o arquivamento de histórico.

Espiadinha

É claro que o YouTube não consegue enxergar o que você está fazendo dentro da sua casa, mas sabe de tudo o que você está fazendo dentro do site. Isso é bastante incômodo. A privacidade é hoje uma das principais insatisfações de usuários na internet.

As empresas deveriam ser mais transparentes ao divulgar quais informações são obtidas e quem tem acesso a elas. Também deveria ser fornecida ao usuário a opção de ser rastreado ou não, pelo menos em algumas ações.

Foram as imposições que fizeram do livro 1984 um “futuro a ser combatido”, e é justamente isso que as gigantes da internet andam fazendo:

bisbilhotando sem qualquer permissão. Mas dessa “espiadinha” a gente quer distância.

Fontes: Tecmundo , Revellati Online

YouTube: Monitorando você

George Orwell pode ser considerado um visionário. O autor do livro 1984 (escrito em 1948) retratou um futuro sombrio para a humanidade, em que o governo controlava a população por meio de teletelas, televisores capazes de vigiar os cidadãos.

O aparelho sempre exibia a imagem do “Grande Irmão” (um líder do único partido dominante), transmitindo a sensação de que ele observava a população o tempo todo. Todos os lugares (inclusive as casas dos cidadãos) tinham uma teletela. Não é a toa que o reality show Big Brother adotou esse nome.

Você acredita estar sempre sendo monitorado? Podemos estar vivendo hoje uma era “Orwelliana”, em que nossos passos são vigiados continuamente. E nem sites da internet, como o YouTube, deixam de nos rastrear.
O Big Brother do filme "1984" (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)
Bem-vindo ao Big Brother

Desde os ataques do 11 de setembro, a vigilância aumentou no mundo todo. Seja nos shoppings, restaurantes, ruas, lojas e parques, não importa aonde vamos: estamos sendo controlados por câmeras.

Se isso não é o bastante, no começo do ano, foi descoberto que o iPhone registrava secretamente a localização do usuário. Um pouco mais tarde seria revelado que o Android e o Windows Phone também faziam isso. As operadoras também conseguem localizar você: basta apenas estar com o celular ligado (leia a matéria completa a respeito do que as empresas sabem sobre sua localização).

Na internet não é muito diferente. Somos rastreados o tempo todo, em qualquer site que acessamos. Os provedores, os sites de análise comportamentais, as agências de publicidade, o Google, o Facebook. Todos querem saber por onde você “anda” e o que faz na web.

Recentemente foi descoberto um cookie no Facebook que continuava monitorando as atividades na internet, mesmo depois do usuário fazer logoff na rede social. Os dirigentes da empresa desconversaram, mas admitiram o “erro” e corrigiram o bug.

Não foi a primeira vez que a empresa criada por Zuckerberg enfrenta problemas com privacidade. Em novembro do ano passado, o Facebook admitiu que vendeu dados dos usuários.

As empresas apresentam diversas justificativas para o excesso de controle, algumas até razoáveis e outras sem sentido. Muitas vezes só descobrimos que estamos sendo vigiados quando alguém pesquisa a fundo e descobre um problema desse tipo. Quais as formas que governos e empresas podem estar nos monitorando e que ainda não conhecemos?

Até tu, YouTube?
Assim como as teletelas conseguiam exibir e ver ao mesmo tempo, suas visitas banais ao Youtube estão sendo monitoradas também. Enquanto estiver conectado, o site mantém o registro de seu histórico de visualização, e usa os vídeos que você assistiu, os vídeos de que gostou e suas inscrições para “recomendar outros vídeos para você”. Isso quer dizer que eles rastreiam tudo o que você faz. As informações são da página de ajuda do site.

Outro detalhe importante: se sua conta ainda não era vinculada ao Google, agora ela é. Você é automaticamente registrado com sua conta da Google no YouTube. Entende-se por “automaticamente” como algo obrigatório e sem oferecer opções.

Driblando o recurso

Ainda há esperança. Existem alguns caminhos para você se livrar dessa falta de privacidade.

1. Desvinculando o cadastro

Caso sua conta do YouTube seja antiga (feita antes de maio de 2009), você pode desvinculá-la da Google.

2. Múltiplas sessões

Outra opção é manter duas contas ativas, uma para o YouTube e outra para os outros serviços da Google. A empresa permite múltiplos logins dentro do mesmo navegador. Infelizmente, o YouTube não é suportado em sessões adicionais, portanto, você deve logar sua conta do YouTube como a principal. São suportados em logins adicionais os serviços: Gmail, Calendar, Code, Reader, e Sites.

3. Apagando o histórico

Não tão funcional como as outras opções acima, apagar o histórico de visualizações remove o rastreamento. Infelizmente, não há a possibilidade de permitir ou não o arquivamento de histórico.

Espiadinha

É claro que o YouTube não consegue enxergar o que você está fazendo dentro da sua casa, mas sabe de tudo o que você está fazendo dentro do site. Isso é bastante incômodo. A privacidade é hoje uma das principais insatisfações de usuários na internet.

As empresas deveriam ser mais transparentes ao divulgar quais informações são obtidas e quem tem acesso a elas. Também deveria ser fornecida ao usuário a opção de ser rastreado ou não, pelo menos em algumas ações.

Foram as imposições que fizeram do livro 1984 um “futuro a ser combatido”, e é justamente isso que as gigantes da internet andam fazendo:

bisbilhotando sem qualquer permissão. Mas dessa “espiadinha” a gente quer distância.

Fontes: Tecmundo , Revellati Online

Projeto foi desenvolvido para um concurso promovido pela Google para incentivar a inovação entre estudantes.

(Fonte da imagem: Reprodução/Queenie Andini (YouTube))
Ann Makosinski tem 15 anos, estuda na St. Michaels University School e mora na cidade de Victoria, capital da província canadense de Colúmbia Britânica.

A jovem estudiosa ganhou a atenção de muitas pessoas em todo o mundo por criar uma lanterna que usa o calor da mão de quem a está segurando para gerar a energia necessária para acender as luzes de LED.

O projeto da garota foi criado para concorrer ao Google Science Fair, um concurso promovido pela gigante de Mountain View com o objetivo de incentivar e premiar as melhores inovações pensadas por estudantes de várias faixas etárias.

Makosinski disse, em entrevista para a emissora CBC, que está animada para apresentar seu projeto, que é um dos 15 finalistas, aos jurados da Google. Ela contou que tem participado do concurso nos últimos quatro anos, sempre com novas tecnologias relacionadas a formas de energia alternativa.

Quanto a como surgiu a ideia de capturar o calor humano e fazer com que ele se tornasse fonte de alimentação da lanterna, a adolescente explicou que pensou no dispositivo depois de ter aprendido sobre as pastilhas termoelétricas Peltier, as quais são capazes de produzir eletricidade quando aquecidas de um lado e resfriadas do outro.

Em setembro, Ann irá até a sede da Google em Mountain View, na Califórnia, para acompanhar a cerimônia de premiação. O dono do melhor projeto ganhará US$ 50 mil (cerca de R$ 110 mil) para investir em seus estudos e uma viagem para as Ilhas Galápagos.



Fontes:
TecmundoCBC

Garota de 15 anos cria lanterna alimentada pelo calor das mãos

Projeto foi desenvolvido para um concurso promovido pela Google para incentivar a inovação entre estudantes.

(Fonte da imagem: Reprodução/Queenie Andini (YouTube))
Ann Makosinski tem 15 anos, estuda na St. Michaels University School e mora na cidade de Victoria, capital da província canadense de Colúmbia Britânica.

A jovem estudiosa ganhou a atenção de muitas pessoas em todo o mundo por criar uma lanterna que usa o calor da mão de quem a está segurando para gerar a energia necessária para acender as luzes de LED.

O projeto da garota foi criado para concorrer ao Google Science Fair, um concurso promovido pela gigante de Mountain View com o objetivo de incentivar e premiar as melhores inovações pensadas por estudantes de várias faixas etárias.

Makosinski disse, em entrevista para a emissora CBC, que está animada para apresentar seu projeto, que é um dos 15 finalistas, aos jurados da Google. Ela contou que tem participado do concurso nos últimos quatro anos, sempre com novas tecnologias relacionadas a formas de energia alternativa.

Quanto a como surgiu a ideia de capturar o calor humano e fazer com que ele se tornasse fonte de alimentação da lanterna, a adolescente explicou que pensou no dispositivo depois de ter aprendido sobre as pastilhas termoelétricas Peltier, as quais são capazes de produzir eletricidade quando aquecidas de um lado e resfriadas do outro.

Em setembro, Ann irá até a sede da Google em Mountain View, na Califórnia, para acompanhar a cerimônia de premiação. O dono do melhor projeto ganhará US$ 50 mil (cerca de R$ 110 mil) para investir em seus estudos e uma viagem para as Ilhas Galápagos.



Fontes:
TecmundoCBC

Equipe de desenvolvimento da Google parece ter encontrado uma forma barata e eficiente de fazer do mundo todo uma verdadeira "aldeia global".

Cientistas executam testes na Nova Zelândia. (Fonte da imagem: Reprodução/Google)

Quando se fala sobre “comunidade virtual”, logo uma ideia surge à mente: estamos todos conectados – ou pelo menos grande parte do mundo faz parte dessa larga “aldeia global”... Engana-se, contudo, quem pensa assim. Hoje, pelo menos dois terços de toda população mundial não contam com acesso à internet – e o projeto “Loon”, desenvolvido pela Google, pretende revolucionar esse cenário, distribuindo internet por meio de balões de ar quente que flutuarão a 20 km do solo (na estratosfera).

“Essa parece uma daquelas ideias saídas diretamente dos domínios da ficção!”, pode até pensar um ou outro leitor mais cético. Fato é que o projeto já está sendo desenvolvido, tem sido testado e continua recebendo incentivos de cientistas e entusiastas de tecnologia. “O projeto Loon é a ideia de que podemos criar um sistema de distribuição de internet usando balões de ar quente a 20 km de altura, dando ao mundo todo acesso à web”, diz Rich DeVaul, arquiteto-chefe do projeto Loon.



Balões flutuando por todo o globo

Conforme se pode notar ao assistir o vídeo postado acima, os balões flutuarão na faixa da estratosfera – ficando a uma altura pelo menos duas vezes mais elevada à utilizada por aviões e bastante afastada também das áreas em que ocorrem os fenômenos climáticos. Correntes específicas de ar, que não contam com grandes variações, serão responsáveis por carregar as centrais flutuantes de distribuição de internet.

Atualmente, um projeto piloto está sendo desenvolvido na Nova Zelândia. Por lá, cerca de 50 testes já foram realizados. Cada bola voadora tem 15 metros de diâmetro, é composta por uma liga de polietileno e pesa, em média, 10 kg. Os sistemas de distribuição de internet via WiFi é alimentado por energia solar e todos os balões são capazes de criar uma frota – uma vez mais próximos uns dos outros, a intensidade e qualidade do sinal são otimizadas.

Os balões, entretanto, não vão funcionar como servidores. Em vez disso, eles vão se comunicar com antenas cravadas no solo capazes de captar e emitir sinais aos balões – criando, assim, um tipo de “network em teia”.

Até o momento, não há previsão para a finalização e plena execução do projeto. Mas, a julgar pelos resultados exibidos pelos vídeos – e considerando também a convicção dos cientistas envolvidos no projeto –, parece que o Loon tem fortes chances de ser emplacado pela Google logo nos próximos anos.




Fontes:
Terra , Tecmundo , Google


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Google:Projeto "Loon" pretende distribuir internet via balões de ar quente

Equipe de desenvolvimento da Google parece ter encontrado uma forma barata e eficiente de fazer do mundo todo uma verdadeira "aldeia global".

Cientistas executam testes na Nova Zelândia. (Fonte da imagem: Reprodução/Google)

Quando se fala sobre “comunidade virtual”, logo uma ideia surge à mente: estamos todos conectados – ou pelo menos grande parte do mundo faz parte dessa larga “aldeia global”... Engana-se, contudo, quem pensa assim. Hoje, pelo menos dois terços de toda população mundial não contam com acesso à internet – e o projeto “Loon”, desenvolvido pela Google, pretende revolucionar esse cenário, distribuindo internet por meio de balões de ar quente que flutuarão a 20 km do solo (na estratosfera).

“Essa parece uma daquelas ideias saídas diretamente dos domínios da ficção!”, pode até pensar um ou outro leitor mais cético. Fato é que o projeto já está sendo desenvolvido, tem sido testado e continua recebendo incentivos de cientistas e entusiastas de tecnologia. “O projeto Loon é a ideia de que podemos criar um sistema de distribuição de internet usando balões de ar quente a 20 km de altura, dando ao mundo todo acesso à web”, diz Rich DeVaul, arquiteto-chefe do projeto Loon.



Balões flutuando por todo o globo

Conforme se pode notar ao assistir o vídeo postado acima, os balões flutuarão na faixa da estratosfera – ficando a uma altura pelo menos duas vezes mais elevada à utilizada por aviões e bastante afastada também das áreas em que ocorrem os fenômenos climáticos. Correntes específicas de ar, que não contam com grandes variações, serão responsáveis por carregar as centrais flutuantes de distribuição de internet.

Atualmente, um projeto piloto está sendo desenvolvido na Nova Zelândia. Por lá, cerca de 50 testes já foram realizados. Cada bola voadora tem 15 metros de diâmetro, é composta por uma liga de polietileno e pesa, em média, 10 kg. Os sistemas de distribuição de internet via WiFi é alimentado por energia solar e todos os balões são capazes de criar uma frota – uma vez mais próximos uns dos outros, a intensidade e qualidade do sinal são otimizadas.

Os balões, entretanto, não vão funcionar como servidores. Em vez disso, eles vão se comunicar com antenas cravadas no solo capazes de captar e emitir sinais aos balões – criando, assim, um tipo de “network em teia”.

Até o momento, não há previsão para a finalização e plena execução do projeto. Mas, a julgar pelos resultados exibidos pelos vídeos – e considerando também a convicção dos cientistas envolvidos no projeto –, parece que o Loon tem fortes chances de ser emplacado pela Google logo nos próximos anos.




Fontes:
Terra , Tecmundo , Google


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O protótipo da tatuagem eletrônica mostrado por Regina Dugan (Foto: Reperodução/ The Verge)

Tatuagem eletrônica que criptografa senhas e uma pílula que transforma o corpo em “token”. Essas são as duas apostas do Google para aposentar de vez as senhas. Os projetos foram mostrados por Regina Dugan, a atual líder da divisão dos projetos especiais da Motorola e ex-diretora da DARPA, em uma recente entrevista.

Ambas as iniciativas foram desenvolvidas em uma parceria com o instituto MC10 da Motorola e as equipes de engenheiros da Google, que têm se mostrado cada vez mais preocupadas com relação à segurança de seus usuários.

A empresa divulgou em uma recente publicação em seu blog uma série de dicas e medidas para tornar as senhas ainda secretas e eficientes, evitando que as mesmas combinações sejam utilizadas para diferentes serviços e definindo métodos eficazes para recuperar passwords esquecidos.

Entrevista pelo site AllThingsD, Regina exibiu os protótipos que irão aposentar as senhas (Foto: Reprodução/ AllThingsD)

No entanto, uma tatuagem eletrônica poderia ser muito mais rápida e eficiente na autenticação de usuários, como demonstrou a própria Regina, ao exibir a marca do protótipo da pesquisa em seu braço. “Alguns jovens provavelmente não gostariam de usar um relógio”, brinca, “mas com certeza faria uma tatuagem dessas apenas para chatear seus pais”.

A pílula chamada de “autenticação vitamínica”, que já foi até certificada como um “remédio” seguro pela FDA (Foto: Reprodução/ The Verge)

O outro projeto, chamado por Regina de “autenticação vitamínica”, é uma pílula que conta com um minúsculo equipamento alimentado pelo acido estomacal, que funciona transmitindo senhas por um intenso sinal de 18 bits, transformando o corpo do usuário em um token.

Empolgada com a novidade de suas pesquisas, Regina ainda argumentou que não faria sentido desenvolver um sistema de autenticação em vestimentas que podem ser roubadas ou copiadas. “Se você quiser garantir o seu fracasso na inovação, tente remover os riscos”, completa ela, “o tédio é o inimigo da inovação”.

Fontes: AllThingsD , The VergeTechtudo , Tecmundo

Google e Motorola estão desenvolvendo tatuagem e pílulas especiais para aposentar as senhas

O protótipo da tatuagem eletrônica mostrado por Regina Dugan (Foto: Reperodução/ The Verge)

Tatuagem eletrônica que criptografa senhas e uma pílula que transforma o corpo em “token”. Essas são as duas apostas do Google para aposentar de vez as senhas. Os projetos foram mostrados por Regina Dugan, a atual líder da divisão dos projetos especiais da Motorola e ex-diretora da DARPA, em uma recente entrevista.

Ambas as iniciativas foram desenvolvidas em uma parceria com o instituto MC10 da Motorola e as equipes de engenheiros da Google, que têm se mostrado cada vez mais preocupadas com relação à segurança de seus usuários.

A empresa divulgou em uma recente publicação em seu blog uma série de dicas e medidas para tornar as senhas ainda secretas e eficientes, evitando que as mesmas combinações sejam utilizadas para diferentes serviços e definindo métodos eficazes para recuperar passwords esquecidos.

Entrevista pelo site AllThingsD, Regina exibiu os protótipos que irão aposentar as senhas (Foto: Reprodução/ AllThingsD)

No entanto, uma tatuagem eletrônica poderia ser muito mais rápida e eficiente na autenticação de usuários, como demonstrou a própria Regina, ao exibir a marca do protótipo da pesquisa em seu braço. “Alguns jovens provavelmente não gostariam de usar um relógio”, brinca, “mas com certeza faria uma tatuagem dessas apenas para chatear seus pais”.

A pílula chamada de “autenticação vitamínica”, que já foi até certificada como um “remédio” seguro pela FDA (Foto: Reprodução/ The Verge)

O outro projeto, chamado por Regina de “autenticação vitamínica”, é uma pílula que conta com um minúsculo equipamento alimentado pelo acido estomacal, que funciona transmitindo senhas por um intenso sinal de 18 bits, transformando o corpo do usuário em um token.

Empolgada com a novidade de suas pesquisas, Regina ainda argumentou que não faria sentido desenvolver um sistema de autenticação em vestimentas que podem ser roubadas ou copiadas. “Se você quiser garantir o seu fracasso na inovação, tente remover os riscos”, completa ela, “o tédio é o inimigo da inovação”.

Fontes: AllThingsD , The VergeTechtudo , Tecmundo

(Fonte da imagem: Divulgação/D-Wave Systems)

Laboratório na Califórnia pesquisará inteligência artificial e assuntos da agência espacial.

Google e NASA anunciaram nesta quinta-feira (16) a formação de uma parceria para adquirir um supercomputador quântico da D-Wave Systems. O aparelho será instalado no recém-criado Quantum Artificial Intelligence Lab, hospedado pelo Ames Research Center da agência espacial, na Califórnia.

A ideia é pesquisar inteligência artificial – mais precisamente o aprendizado das máquinas. Segundo uma postagem no blog de pesquisas da Google, computadores clássicos não foram feitos para resolver situações usando a criatividade, como encontrar a solução para um problema ou otimizar a si próprio.

O computador quântico seria “uma maneira de trapacear um pouco”, já que é capaz de atingir os objetivos procurados pela empresa. A Google já teria trabalhado em algoritmos para essas máquinas, especialmente na área de processamento e reconhecimento de dados.

Já a NASA deve usar o D-Wave Two, que é o modelo que deve ser enviado ao laboratório, para pesquisas sobre missões espaciais, robótica e controle de tráfego aéreo. Cientistas de todo o mundo serão convidados pela Universities Space Research Association (USRA) para acompanhar o supercomputador de perto – e os rumores são de que ele não custa menos de R$ 20 milhões.

Fontes:Tecmundo , Google

Parceria entre Google e NASA rende supercomputador quântico para estudos

(Fonte da imagem: Divulgação/D-Wave Systems)

Laboratório na Califórnia pesquisará inteligência artificial e assuntos da agência espacial.

Google e NASA anunciaram nesta quinta-feira (16) a formação de uma parceria para adquirir um supercomputador quântico da D-Wave Systems. O aparelho será instalado no recém-criado Quantum Artificial Intelligence Lab, hospedado pelo Ames Research Center da agência espacial, na Califórnia.

A ideia é pesquisar inteligência artificial – mais precisamente o aprendizado das máquinas. Segundo uma postagem no blog de pesquisas da Google, computadores clássicos não foram feitos para resolver situações usando a criatividade, como encontrar a solução para um problema ou otimizar a si próprio.

O computador quântico seria “uma maneira de trapacear um pouco”, já que é capaz de atingir os objetivos procurados pela empresa. A Google já teria trabalhado em algoritmos para essas máquinas, especialmente na área de processamento e reconhecimento de dados.

Já a NASA deve usar o D-Wave Two, que é o modelo que deve ser enviado ao laboratório, para pesquisas sobre missões espaciais, robótica e controle de tráfego aéreo. Cientistas de todo o mundo serão convidados pela Universities Space Research Association (USRA) para acompanhar o supercomputador de perto – e os rumores são de que ele não custa menos de R$ 20 milhões.

Fontes:Tecmundo , Google

O Google acaba de lançar o primeiro vídeo que ensina a usar os óculos com realidade aumentada. Ele pode ser usado através de comando de voz ou usando a sua haste como uma espécie de mouse para navegar nos menus. Infelizmente em 2014 vamos iniciar uma nova era onde a privacidade não existirá mais. A tendência é que o valor do aparelho abaixe de preço e se torne acessível.Isso fará com que qualquer pessoa invada a privacidade da outra em todos os lugares possíveis e imagináveis.

O destaque vai para a possibilidade de realizar vídeo conferências, localização de ruas e encontrar amigos nas redes sociais.

O perigo dessa sociedade digital pode ser visto no curta metragem abaixo chamado de Sight. A personagem principal do filme não usa o óculos do google, mas a tecnologia foi colocada dentro da sua cabeça, dessa forma ele pode acessar todos programas e até jogar com a realidade aumentada, ou seja, transformou-se em um robô.

O curta conta a história de Patrick, um rapaz que marca encontro com uma garota que conheceu em um site de relacionamento. O sistema dá dicas sobre o que ele deve falar e também mede a intensidade da paixão da garota. Quando o casal chega em casa, ela acessa o sistema da sua mente e descobre que ele tinha planejado tudo e tenta sair, mas o rapaz hackeia o software da mente dela e faz com que a moça fique. O software também dá dicas sobre como estão os alimentos na geladeira e ensina o rapaz até a cortar legumes. A mannipulação é tanta que o vídeo ensina até aonde o rapaz deve posicionar o ovo que está fritando.

Um dos objetivos finais do google em transformar humanos em robôs. Claro que isso jamais será publicado na mídia, mas ninguém sabe o que acontece no laboratório secreto do Google, o Google X . É nesse local que são criados os possíveis sucessos e fracassos do gigante de buscas que agora está criando programas para encontrar pessoas.

Além do fim da privacidade, temos também a implantação de uma policia repressora com realidade aumentada. A fábrica de armas de choque Taser está lançando o seu óculos policial chamado AXONflex. Essa tecnologia já mostra como será cruel a perseguição aos cristãos deixados para trás pelo cristo cósmico Baha’u’llah e seu executivo mundial. Por isso, aceite JESUS como seu salvador, lute e se santifique a cada dia para não ficar por aqui, pois não é esse tipo de vida estúpida que DEUS quer para cada um de nós.





Referencias:
Tecnologia Ig , Br taser

Fonte:
Apocalipse total

Google Glass e o fim da privacidade

O Google acaba de lançar o primeiro vídeo que ensina a usar os óculos com realidade aumentada. Ele pode ser usado através de comando de voz ou usando a sua haste como uma espécie de mouse para navegar nos menus. Infelizmente em 2014 vamos iniciar uma nova era onde a privacidade não existirá mais. A tendência é que o valor do aparelho abaixe de preço e se torne acessível.Isso fará com que qualquer pessoa invada a privacidade da outra em todos os lugares possíveis e imagináveis.

O destaque vai para a possibilidade de realizar vídeo conferências, localização de ruas e encontrar amigos nas redes sociais.

O perigo dessa sociedade digital pode ser visto no curta metragem abaixo chamado de Sight. A personagem principal do filme não usa o óculos do google, mas a tecnologia foi colocada dentro da sua cabeça, dessa forma ele pode acessar todos programas e até jogar com a realidade aumentada, ou seja, transformou-se em um robô.

O curta conta a história de Patrick, um rapaz que marca encontro com uma garota que conheceu em um site de relacionamento. O sistema dá dicas sobre o que ele deve falar e também mede a intensidade da paixão da garota. Quando o casal chega em casa, ela acessa o sistema da sua mente e descobre que ele tinha planejado tudo e tenta sair, mas o rapaz hackeia o software da mente dela e faz com que a moça fique. O software também dá dicas sobre como estão os alimentos na geladeira e ensina o rapaz até a cortar legumes. A mannipulação é tanta que o vídeo ensina até aonde o rapaz deve posicionar o ovo que está fritando.

Um dos objetivos finais do google em transformar humanos em robôs. Claro que isso jamais será publicado na mídia, mas ninguém sabe o que acontece no laboratório secreto do Google, o Google X . É nesse local que são criados os possíveis sucessos e fracassos do gigante de buscas que agora está criando programas para encontrar pessoas.

Além do fim da privacidade, temos também a implantação de uma policia repressora com realidade aumentada. A fábrica de armas de choque Taser está lançando o seu óculos policial chamado AXONflex. Essa tecnologia já mostra como será cruel a perseguição aos cristãos deixados para trás pelo cristo cósmico Baha’u’llah e seu executivo mundial. Por isso, aceite JESUS como seu salvador, lute e se santifique a cada dia para não ficar por aqui, pois não é esse tipo de vida estúpida que DEUS quer para cada um de nós.





Referencias:
Tecnologia Ig , Br taser

Fonte:
Apocalipse total

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