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Este é o resumo do dia 22/02/15. Na Ucrânia continua o clima de tensão. Neste domingo, uma bomba matou pelo menos duas pessoas, incluindo um policial, e deixou pelo menos outros 10 feridos em uma manifestação na cidade de Kharkiv.

A marcha era uma das outras tantas que estão sendo realizadas no país para marcar um ano desde os grandes protestos de 2014 em Kiev que derrubaram o então presidente ucraniano pró-Rússia, Viktor Yanukovych. Forças de segurança prenderam quatro pessoas suspeitas de terem orquestrado o ataque, segundo autoridades locais.

No Oriente Médio, há poucas horas, a Turquia fez uma incursão militar em território do norte da Síria, para retirar as relíquias do século XIII do mausoléu de Suleyman Shah, avô do fundador do Império otomano. O governo sírio protestou por essa incursão em seu território.



A informação que chega é que armas químicas do arsenal do regime de Muammar Kafadi foram roubadas na Líbia e estariam nas mãos de milícias jihadistas do Estado Islâmico. A quantidade exata de armas roubadas não foi divulgada. No entanto, uma fonte do Exército líbio afirmou ao jornal Asharq al-Awsat que "grandes quantidades" foram pegas pelos jihadistas para serem usadas contra as forças do governo.

Ao mesmo tempo, o chefe de Segurança Interna dos Estados Unidos disse neste domingo que leva a sério as ameaças feitas pelos militantes de um grupo islâmico baseado na Somália contra shoppings do país, incluindo o Mall of America, em Minnesota, e pediu para que as pessoas que forem até o local serem cuidadosas.

No gemido da natureza, fortes terremotos ocorreram nas últimas horas no México [6.2º] e no Japão [6.0º]. O sul do Chile continua enfrentando um gigantesco incêndio, considerado o maior dos últimos tempos.



Os sinais continuam ocorrendo em todos os segmentos e lugares. Muitos consideram esses fatos algo cíclico e corriqueiro... Outros, preferem nem sequer saber deles e continuam como se nada estivesse ocorrendo... A maioria prefere viver na contramão das Verdades das Escrituras.

No entanto, cremos que as profecias contidas nas Escrituras estão se concretizando de forma gradual e paulatina. É tempo de arrependimento, santificação e fé nas promessas do Altíssimo para aqueles que crêem e de intercessão por aqueles que não crêem.

Fonte: Projeto Ômega

Resumo de notícias 22/02/15

Este é o resumo do dia 22/02/15. Na Ucrânia continua o clima de tensão. Neste domingo, uma bomba matou pelo menos duas pessoas, incluindo um policial, e deixou pelo menos outros 10 feridos em uma manifestação na cidade de Kharkiv.

A marcha era uma das outras tantas que estão sendo realizadas no país para marcar um ano desde os grandes protestos de 2014 em Kiev que derrubaram o então presidente ucraniano pró-Rússia, Viktor Yanukovych. Forças de segurança prenderam quatro pessoas suspeitas de terem orquestrado o ataque, segundo autoridades locais.

No Oriente Médio, há poucas horas, a Turquia fez uma incursão militar em território do norte da Síria, para retirar as relíquias do século XIII do mausoléu de Suleyman Shah, avô do fundador do Império otomano. O governo sírio protestou por essa incursão em seu território.



A informação que chega é que armas químicas do arsenal do regime de Muammar Kafadi foram roubadas na Líbia e estariam nas mãos de milícias jihadistas do Estado Islâmico. A quantidade exata de armas roubadas não foi divulgada. No entanto, uma fonte do Exército líbio afirmou ao jornal Asharq al-Awsat que "grandes quantidades" foram pegas pelos jihadistas para serem usadas contra as forças do governo.

Ao mesmo tempo, o chefe de Segurança Interna dos Estados Unidos disse neste domingo que leva a sério as ameaças feitas pelos militantes de um grupo islâmico baseado na Somália contra shoppings do país, incluindo o Mall of America, em Minnesota, e pediu para que as pessoas que forem até o local serem cuidadosas.

No gemido da natureza, fortes terremotos ocorreram nas últimas horas no México [6.2º] e no Japão [6.0º]. O sul do Chile continua enfrentando um gigantesco incêndio, considerado o maior dos últimos tempos.



Os sinais continuam ocorrendo em todos os segmentos e lugares. Muitos consideram esses fatos algo cíclico e corriqueiro... Outros, preferem nem sequer saber deles e continuam como se nada estivesse ocorrendo... A maioria prefere viver na contramão das Verdades das Escrituras.

No entanto, cremos que as profecias contidas nas Escrituras estão se concretizando de forma gradual e paulatina. É tempo de arrependimento, santificação e fé nas promessas do Altíssimo para aqueles que crêem e de intercessão por aqueles que não crêem.

Fonte: Projeto Ômega



© YouTube / Solarian Media
Tradução: Caminho Alternativo

(15-10-2014) O Exército dos EUA apresentou um relatório em que proporciona uma “visão dos conflitos armados do futuro” onde Washington estará envolvido nas formas mais sinistras, informam meios estadunidenses.

O documento, “Conceito de operação do Exército” (“Army operating concept”) elaborado pelo Pentágono, descreve as estratégias para destruir os potenciais rivais geopolíticos e econômicos que possam obstaculizar os planos dos EUA de dominar o planeta, informa o portal Infowars.

O relatório foi apresentado nesta semana durante a conferência anual da Associação do Exército dos EUA realizado em Washington, onde deixa clara sua “visão” para as próximas guerras envolvendo o Exército estadunidense.

O documento é uma crua testemunha de uma furiosa corrida militar onde ficam claros os conceitos estratégicos preparados para realizar uma terceira guerra mundial, combinada com uma ditadura militar dentro do própio território estadunidense, asseguram os autores do artigo.

Não obstante, assinala que “o entorno onde vai operar o Exército é desconhecido”. “O inimigo é desconhecido, a localização é desconhecida e as coalizões envolvidas são desconhecidas”, assegura. Partindo destes antecedentes Washington está disposto a eliminar militarmente a qualquer país e povo que se interponha em seu caminho à hegemonia sobre o planeta, seus mercados e recursos.

O documento indica sem rodeios que “o caráter dos conflitos armados” será influenciado principalmente pelas “mudanças na paisagem geopolítica”.

No caso de um enfrentamento com outra potência nuclear, o relatório propõe atacar primeiro e “de forma que o adversário seja incapaz de responder com eficiência”. Enquanto que em países menores planeja realizar operações terrestres para reprimir a resistência popular para assim mantê-la subjugada e dominada.

Depois de mais de uma década da chamada “guerra global contra o terror”, onde a luta contra a supostamente omnipresente ameaça da Al-Qaeda era a missão primordial da inteligência e do aparato militar norteamericano, no novo documento “as organizações terroristas internacionais” parecem ter perdido peso.

Agora a primeira prioridade são os “poderes emergentes”, com China na cabeça seguida da Rússia. No caso de Pequim, o documento põe em evidência a profunda preocupação dos EUA pelos “esforços de modernização de seu Exército” com o objetivo de conseguir “a estabilidade ao longo de suas fronteiras”, com o que Washington está disposto a terminar.

Em relação a Rússia, e a raíz dos recentes acontecimentos na Ucrânia, o dossiê do Pentágono acusa a Moscou de estar “decidido a fortalecer sua influência na Eurásia”. “Só um forte deslocamento de forças terrestres dos EUA pode dissuadir a Rússia e impedir que ganhe influência nos conflitos políticos“, argumenta.

Dentro das “potências regionais”, em primeiro lugar aparece Irã, que “persegue uma modernização integral de suas Forças Armadas”, e argumenta que Teerã “têm o potêncial de enterrar os objetivos regionais” de Washington no Oriente Médio.

Mas a “visão” das futuras operações militares do Pentágono não se limita aos conflitos em outros países, senão que também contempla a necessidade de “responder e mitigar a crise dentro dos EUA”. Uma das missões “do Exército dentro do país inclui o apoio com tropas as autoridades civís”.

Fontes:RT , Caminho Alternativo

O Pentágono apresenta sua estratégia para a “Terceira Guerra Mundial”



© YouTube / Solarian Media
Tradução: Caminho Alternativo

(15-10-2014) O Exército dos EUA apresentou um relatório em que proporciona uma “visão dos conflitos armados do futuro” onde Washington estará envolvido nas formas mais sinistras, informam meios estadunidenses.

O documento, “Conceito de operação do Exército” (“Army operating concept”) elaborado pelo Pentágono, descreve as estratégias para destruir os potenciais rivais geopolíticos e econômicos que possam obstaculizar os planos dos EUA de dominar o planeta, informa o portal Infowars.

O relatório foi apresentado nesta semana durante a conferência anual da Associação do Exército dos EUA realizado em Washington, onde deixa clara sua “visão” para as próximas guerras envolvendo o Exército estadunidense.

O documento é uma crua testemunha de uma furiosa corrida militar onde ficam claros os conceitos estratégicos preparados para realizar uma terceira guerra mundial, combinada com uma ditadura militar dentro do própio território estadunidense, asseguram os autores do artigo.

Não obstante, assinala que “o entorno onde vai operar o Exército é desconhecido”. “O inimigo é desconhecido, a localização é desconhecida e as coalizões envolvidas são desconhecidas”, assegura. Partindo destes antecedentes Washington está disposto a eliminar militarmente a qualquer país e povo que se interponha em seu caminho à hegemonia sobre o planeta, seus mercados e recursos.

O documento indica sem rodeios que “o caráter dos conflitos armados” será influenciado principalmente pelas “mudanças na paisagem geopolítica”.

No caso de um enfrentamento com outra potência nuclear, o relatório propõe atacar primeiro e “de forma que o adversário seja incapaz de responder com eficiência”. Enquanto que em países menores planeja realizar operações terrestres para reprimir a resistência popular para assim mantê-la subjugada e dominada.

Depois de mais de uma década da chamada “guerra global contra o terror”, onde a luta contra a supostamente omnipresente ameaça da Al-Qaeda era a missão primordial da inteligência e do aparato militar norteamericano, no novo documento “as organizações terroristas internacionais” parecem ter perdido peso.

Agora a primeira prioridade são os “poderes emergentes”, com China na cabeça seguida da Rússia. No caso de Pequim, o documento põe em evidência a profunda preocupação dos EUA pelos “esforços de modernização de seu Exército” com o objetivo de conseguir “a estabilidade ao longo de suas fronteiras”, com o que Washington está disposto a terminar.

Em relação a Rússia, e a raíz dos recentes acontecimentos na Ucrânia, o dossiê do Pentágono acusa a Moscou de estar “decidido a fortalecer sua influência na Eurásia”. “Só um forte deslocamento de forças terrestres dos EUA pode dissuadir a Rússia e impedir que ganhe influência nos conflitos políticos“, argumenta.

Dentro das “potências regionais”, em primeiro lugar aparece Irã, que “persegue uma modernização integral de suas Forças Armadas”, e argumenta que Teerã “têm o potêncial de enterrar os objetivos regionais” de Washington no Oriente Médio.

Mas a “visão” das futuras operações militares do Pentágono não se limita aos conflitos em outros países, senão que também contempla a necessidade de “responder e mitigar a crise dentro dos EUA”. Uma das missões “do Exército dentro do país inclui o apoio com tropas as autoridades civís”.

Fontes:RT , Caminho Alternativo

O Ministério da Defesa da Rússia disse na quarta-feira que vai mobilizar mais de 4.000 soldados, 400 unidades técnicas e apoio aéreo principal para um exercício nuclear em grande escala, poucos dias depois do presidente russo, Vladimir Putin fazer uma ameaça velada sobre o arsenal nuclear da Rússia em meio à crise em curso na Ucrânia .

O exercício será realizado em Altai no centro-sul da Rússia, de acordo com o The Moscow Times, e vem um dia antes do início de uma cúpula da Otan, no País de Gales. Ele irá incluir especificamente Supersonic MiG-31 caças-interceptores e Su-24MR aviões de reconhecimento, juntamente com Spetsnaz unidades de forças especiais role-playing como forças inimigas.


O major Dmitry Andreev, das Forças de foguetes estratégicos, disse que a simulação terá unidades para "Realização de missões de combate em condições de interferência de rádio-eletrônica ativa e ações inimigas intensivos em áreas de envio de tropas" para combater "as unidades irregulares" e "armas de alta precisão", de acordo com o relatório.

Andreyev também disse que a escala do poder aéreo incluído seria inédito para tal exercício.

"Eu quero lembrá-lo de que a Rússia é uma das mais poderosas nações nucleares", disse Putin sexta-feira em um fórum da juventude, news.com.au relata . "Esta é uma realidade, e não apenas palavras."

O ministro da Defesa ucraniano Valeriy Geletey escreveu no Facebook no início desta semana que a "grande guerra chegou à nossa porta, sensação de que a Europa não tem vivido desde a Segunda Guerra Mundial", acrescentando que poderia resultar em "dezenas de milhares de mortes."


Em uma teleconferência com jornalistas antes da cúpula da Otan desta semana, da Casa Branca, o diretor sênior para Assuntos Europeus, Charles Kupchan alertou a Rússia contra a interferência em outras ex-repúblicas soviéticas.

"A Rússia, nem sequer pode pensar em mexer na Estônia ou em qualquer uma das áreas do Báltico, da mesma forma que foram mexer na Ucrânia", disse Kupchan, de acordo com a al-Jazeera America .

Fontes: Daily Caller , Sempre Guerra

Rússia anuncia exercícios nucleares de grande escala em resposta a Ucrânia

O Ministério da Defesa da Rússia disse na quarta-feira que vai mobilizar mais de 4.000 soldados, 400 unidades técnicas e apoio aéreo principal para um exercício nuclear em grande escala, poucos dias depois do presidente russo, Vladimir Putin fazer uma ameaça velada sobre o arsenal nuclear da Rússia em meio à crise em curso na Ucrânia .

O exercício será realizado em Altai no centro-sul da Rússia, de acordo com o The Moscow Times, e vem um dia antes do início de uma cúpula da Otan, no País de Gales. Ele irá incluir especificamente Supersonic MiG-31 caças-interceptores e Su-24MR aviões de reconhecimento, juntamente com Spetsnaz unidades de forças especiais role-playing como forças inimigas.


O major Dmitry Andreev, das Forças de foguetes estratégicos, disse que a simulação terá unidades para "Realização de missões de combate em condições de interferência de rádio-eletrônica ativa e ações inimigas intensivos em áreas de envio de tropas" para combater "as unidades irregulares" e "armas de alta precisão", de acordo com o relatório.

Andreyev também disse que a escala do poder aéreo incluído seria inédito para tal exercício.

"Eu quero lembrá-lo de que a Rússia é uma das mais poderosas nações nucleares", disse Putin sexta-feira em um fórum da juventude, news.com.au relata . "Esta é uma realidade, e não apenas palavras."

O ministro da Defesa ucraniano Valeriy Geletey escreveu no Facebook no início desta semana que a "grande guerra chegou à nossa porta, sensação de que a Europa não tem vivido desde a Segunda Guerra Mundial", acrescentando que poderia resultar em "dezenas de milhares de mortes."


Em uma teleconferência com jornalistas antes da cúpula da Otan desta semana, da Casa Branca, o diretor sênior para Assuntos Europeus, Charles Kupchan alertou a Rússia contra a interferência em outras ex-repúblicas soviéticas.

"A Rússia, nem sequer pode pensar em mexer na Estônia ou em qualquer uma das áreas do Báltico, da mesma forma que foram mexer na Ucrânia", disse Kupchan, de acordo com a al-Jazeera America .

Fontes: Daily Caller , Sempre Guerra

Pentágono afirma já ter investido nos conflitos no Iraque um total de US$ 500 milhões, o equivalente a R$ 1,1 bilhão

As operações militares dos EUA contra o Estado Islâmico no Iraque têm custado em média US$ 7,5 milhões - R$ 16,79 milhões - por dia desde que foram iniciadas em meados de junho, afirmou o Pentágono, nesta sexta-feira (29). O departamento ainda afirmou ter investido um total de mais de US$ 500 milhões - R$ 1,120 bilhão - ao longo do conflito.

Secretário de imprensa do Pentágono, o contra-almirante John Kirby lembrou à imprensa que os gastos das operações norte-americanas contra os militantes no território iraquiano variaram desde que as forças dos EUA se envolveram nos combates, em 16 de junho, mas ressaltou que a média é a divulgada nesta sexta.

“Como o ritmo de nossas operações e de nossas atividades se intensificou, os gastos também (aumentaram)”, declarou Kirby, destacando que os números se basearam em uma análise superficial dos custos entre o início das ações e a última terça-feira (26).

Ele não apresentou uma estimativa dos gastos totais do Pentágono até o momento, mas a soma da cifra diária em um período de 71 dias representa aproximadamente US$ 532 milhões de dólares - R$ 1.192 bilhão.

Mas os gastos não são tão altos quanto aparentam. Segundo analistas, semanalmente o departamento investe US$ 1,3 bilhão - R$ 2,91 bilhão - somente no Afeganistão.

Fonte: Ig - Último Segundo

Operações dos EUA contra Estado Islâmico custam quase R$ 17 milhões por dia

Pentágono afirma já ter investido nos conflitos no Iraque um total de US$ 500 milhões, o equivalente a R$ 1,1 bilhão

As operações militares dos EUA contra o Estado Islâmico no Iraque têm custado em média US$ 7,5 milhões - R$ 16,79 milhões - por dia desde que foram iniciadas em meados de junho, afirmou o Pentágono, nesta sexta-feira (29). O departamento ainda afirmou ter investido um total de mais de US$ 500 milhões - R$ 1,120 bilhão - ao longo do conflito.

Secretário de imprensa do Pentágono, o contra-almirante John Kirby lembrou à imprensa que os gastos das operações norte-americanas contra os militantes no território iraquiano variaram desde que as forças dos EUA se envolveram nos combates, em 16 de junho, mas ressaltou que a média é a divulgada nesta sexta.

“Como o ritmo de nossas operações e de nossas atividades se intensificou, os gastos também (aumentaram)”, declarou Kirby, destacando que os números se basearam em uma análise superficial dos custos entre o início das ações e a última terça-feira (26).

Ele não apresentou uma estimativa dos gastos totais do Pentágono até o momento, mas a soma da cifra diária em um período de 71 dias representa aproximadamente US$ 532 milhões de dólares - R$ 1.192 bilhão.

Mas os gastos não são tão altos quanto aparentam. Segundo analistas, semanalmente o departamento investe US$ 1,3 bilhão - R$ 2,91 bilhão - somente no Afeganistão.

Fonte: Ig - Último Segundo

Semana agitada no mundo todo, caças chineses interceptam avião americano no quintal chinês, caças da Otan interceptam bombardeiros nucleares russos na europa, caças japoneses também interceptaram caças russos ao redor do Japão. Exercícios militares dos americanos com a Otan na Eslovênia, Exercícios do SCO (Grupo Anti-Otan) na Mongólia, Exercícios russos em Cazaquistão.Vídeos dos jogos de Guerra e muita informação aqui no Sempre Guerra!
 
Caça Chinês ameaça Avião militar dos EUA!

 Um caça chinês voou perigosamente perto de um P-8, avião de guerra anti-submarino da Marinha dos EUA perto do Japão esta semana, em um encontro que destaca a continuada agressividade da China na região.

O P-8, um novo Boeing-737 militarizada, anti-submarina, foi para a realização de vigilância de rotina da costa chinesa sobre o Mar do Leste da China na segunda-feira quando ocorreu o incidente, disse as autoridades americanas de defesa familiarizadas com relatos do encontro.

O porta-voz do Pentágono, o tenente-coronel Jeffy Pool, não teve nenhum comentário imediato, mas disse que iria fornecer "uma explicação sobre o evento" nesta sexta-feira.


As autoridades de defesa disseram que o jato interceptor chinês Su-27 voou dentro de 50 pés do P-8 e, em seguida, realizou uma derrapada sobre a parte superior da aeronave, um movimento descrito pelas autoridades como perigosa e destina-se a ameaçar a aeronave de vigilância.

A tentativa chinesa de intimidação aérea ocorre em meio a exercícios militares chineses inéditos recentemente realizadas e em andamento no Mar Amarelo, Mar da China Oriental e Mar do Sul da China.

A China também está realizando exercícios militares internacionais na Mongólia Interior com a Rússia e vários estados da Ásia Central, que fazem parte da aliança anti-EUA liderada por Beijing, conhecida como a Organização de Cooperação de Xangai.


EUA protestam contra interceptação de avião por caça da China!

Os Estados Unidos denunciaram nesta sexta-feira uma "interceptação perigosa" de um avião de patrulha da Marinha norte-americana feita por um piloto de um caça chinês em espaço aéreo internacional nesta semana. A aeronave da China ficou a poucos metros do avião dos EUA e realizou manobras acrobáticas à sua volta.

O secretário de imprensa do Pentágono, contra-almirante John Kirby, declarou que os EUA apresentaram um protesto diplomático formal a Pequim por conta do incidente, ocorrido 215 quilômetros ao leste da Ilha Hainan, sede de uma base de submarinos chineses.

O governo Obama repudiou o incidente recente, e o vice-assessor de Segurança Nacional, Ben Rhodes, o classificou como "uma provocação profundamente preocupante".

Os militares dos dois lados intensificaram os contatos nos últimos anos, um reconhecimento de que, à medida que os interesses econômicos da China continuam a se expandir, o gigante asiático terá um papel cada vez maior na segurança mundial e maior interação com o Exército dos EUA.

Japão intercepta bombardeiros nucleares russos!

Caças da Força Aérea japonesa foram acionadas ao ar por causa da aproximação de dois aviões militares russos. Relatado pela ITAR-TASS .

De acordo com informações divulgadas pelo Ministério da Defesa do Japão, aviões russos circulavam ao redor do perímetro do arquipélago japonês.

De acordo com o Ministério da Defesa japonês, russos bombardeiros Tu-95 voaram sobre o Mar do Japão de norte a sul para o Mar da China Oriental.

Em seguida, eles foram ao longo da costa leste do Japão sobre o Oceano Pacífico em direção a Sakhalin.

TREINAMENTO DA SCO - PACTO ANTI-OTAN




OTAN utiliza 16 caças para interceptar dois russos Tu-95!

Dois bombardeiros estratégicos russos Tu-95MS, realizando tarefas na véspera da patrulha sobre águas neutras dos noruegueses e North Sea, acompanhado por apenas 16 caças da OTAN, de acordo com um comunicado oficial do Ministério da Defesa.

Nos estágios individuais da rota, aviões russos foram acompanhados por 16 aeronaves de Estados estrangeiros, entre os que foram os aviões de combate britânicos "Typhoon", bem como os F-16 holandeses, noruegueses e dinamarqueses.

O Ministério da Defesa (Russo) ressaltou que o vôo ocorreu de acordo com o plano aprovado de vôos regulares sobre as águas do Ártico, Atlântico, Mar Negro, Oceano Pacífico, e em estrita conformidade com as regras internacionais para o uso do espaço aéreo sobre águas neutras, sem violar as fronteiras de outros Estados.

Um dia antes, em 21 de agosto, o caça F-16 holandês duas vezes levantada no ar para acompanhar os bombardeiros estratégicos russos Tu-95 (classificação da OTAN - "The Bear"). Ele foi informado pelo Ministério da Defesa da Holanda.

Mais cedo na quinta-feira, também em 21 de agosto, subiram caças japoneses para interceptar dois bombardeiros estratégicos russos Tu-95. Disse o Ministério da Defesa japonês, de acordo com a agência ITAR-TASS.

No início de agosto, o Pentágono informou que os russos Tu-95, em 10 dias, violaram o espaço aéreo dos Estados Unidos na região do Alasca pelo menos 16 vezes. Em vários casos, os norte-americanos em resposta a esta ação da Força Aérea da Rússia, subiram seus caças. Moscou argumentou que os bombardeiros voam em conformidade com os acordos internacionais e não violou.

VÍDEO: RÚSSIA EM JOGOS DE GUERRA NO CAZAQUISTÃO


EXERCÍCIO DE RESPOSTA IMEDIATA
Immediate Response 2014 é um posto de comando trilateral e exercício de treinamento tático de campo que vai envolver mais de 900 pessoas, principalmente dos EUA, eslovenos e forças armadas croatas, com contingentes da Albânia, Bósnia e Herzegovina, Dinamarca, Hungria, Kosovo, Macedônia, Montenegro e Reino Unido.

O exercício ocorrem em 17-30 agosto de 2014. IR 14 é uma parte do programa de treinamento e exercício conjunto de US EUCOM concebidos para melhorar a interoperabilidade conjunta e combinada com nações aliadas e parceiras.

O objetivo principal é preparar as nações participantes para aumento das contribuições para as operações da OTAN em curso e futuras.

VÍDEO: IMMEDIATE RESPONSE de 2012


EUA: a corrida aos mísseis hipersônicos!

O segundo teste pela China de um míssil hipersônico terminou sem sucesso. A falha do dispositivo ocorreu pouco depois do lançamento do míssil, segundo informou a 22 de agosto o jornal de Hong Kong South China Morning Post.

Dois dias antes, a publicação norte-americana Washington Free Beacon relatou esse teste, citando o Pentágono, informando igualmente que na Internet tinham sido publicadas fotos do primeiro estágio do míssil que se despenhou.

Entretanto, o mistério está em a mídia chinesa não ter divulgado nada sobre os testes do míssil. Há igualmente divergências sobre o local de lançamento, apesar de se tratar realmente de um teste realizado a 7 de agosto. O South China Morning Post escreve que ele foi realizado numa plataforma de lançamento perto de Taiyuan na província de Shanxi, no noroeste da China. Já o Washington Free Beacon indica o centro de lançamentos de satélites de Jiuquan na região autônoma da Mongólia Interior.

A publicação norte-americana apresentou a declaração de um porta-voz do Pentágono que este é o segundo teste do ano de um míssil hipersônico. O míssil, equipado com uma ogiva hipersônica planadora destacável, pode realizar ataques nucleares contra os EUA. Entretanto, na opinião do editor principal do jornal russo Voienno-Promyshlenny Kurier (Correio Militar Industrial) Mikhail Khodarenok, a China está desenvolvendo essa arma porque os EUA e a Rússia já a têm, e a China tenciona se juntar ao clube:

“A China não desenvolve armas hipersônicas para ameaçar alguém em concreto, como os EUA, a Índia ou quaisquer outros potenciais adversários geopolíticos e geoestratégicos. Essas armas são desenvolvidas com um único propósito. Se existe a possibilidade de dissuadir um potencial adversário, e se os outros países desenvolvem essas armas, seria completamente imperdoável não participar no seu desenvolvimento e testes. Tanto mais que a China têm capacidades potenciais para desenvolver esse tipo de armas”.

Fontes: SWISSINFO , HROMADSKE , RBC (RÚSSIA) , U.S. ARMY EUROPE , VOZ DA RÚSSIA , Sempre Guerra

Nova guerra fria: Interceptações e jogos de guerra incendeiam o mundo

Semana agitada no mundo todo, caças chineses interceptam avião americano no quintal chinês, caças da Otan interceptam bombardeiros nucleares russos na europa, caças japoneses também interceptaram caças russos ao redor do Japão. Exercícios militares dos americanos com a Otan na Eslovênia, Exercícios do SCO (Grupo Anti-Otan) na Mongólia, Exercícios russos em Cazaquistão.Vídeos dos jogos de Guerra e muita informação aqui no Sempre Guerra!
 
Caça Chinês ameaça Avião militar dos EUA!

 Um caça chinês voou perigosamente perto de um P-8, avião de guerra anti-submarino da Marinha dos EUA perto do Japão esta semana, em um encontro que destaca a continuada agressividade da China na região.

O P-8, um novo Boeing-737 militarizada, anti-submarina, foi para a realização de vigilância de rotina da costa chinesa sobre o Mar do Leste da China na segunda-feira quando ocorreu o incidente, disse as autoridades americanas de defesa familiarizadas com relatos do encontro.

O porta-voz do Pentágono, o tenente-coronel Jeffy Pool, não teve nenhum comentário imediato, mas disse que iria fornecer "uma explicação sobre o evento" nesta sexta-feira.


As autoridades de defesa disseram que o jato interceptor chinês Su-27 voou dentro de 50 pés do P-8 e, em seguida, realizou uma derrapada sobre a parte superior da aeronave, um movimento descrito pelas autoridades como perigosa e destina-se a ameaçar a aeronave de vigilância.

A tentativa chinesa de intimidação aérea ocorre em meio a exercícios militares chineses inéditos recentemente realizadas e em andamento no Mar Amarelo, Mar da China Oriental e Mar do Sul da China.

A China também está realizando exercícios militares internacionais na Mongólia Interior com a Rússia e vários estados da Ásia Central, que fazem parte da aliança anti-EUA liderada por Beijing, conhecida como a Organização de Cooperação de Xangai.


EUA protestam contra interceptação de avião por caça da China!

Os Estados Unidos denunciaram nesta sexta-feira uma "interceptação perigosa" de um avião de patrulha da Marinha norte-americana feita por um piloto de um caça chinês em espaço aéreo internacional nesta semana. A aeronave da China ficou a poucos metros do avião dos EUA e realizou manobras acrobáticas à sua volta.

O secretário de imprensa do Pentágono, contra-almirante John Kirby, declarou que os EUA apresentaram um protesto diplomático formal a Pequim por conta do incidente, ocorrido 215 quilômetros ao leste da Ilha Hainan, sede de uma base de submarinos chineses.

O governo Obama repudiou o incidente recente, e o vice-assessor de Segurança Nacional, Ben Rhodes, o classificou como "uma provocação profundamente preocupante".

Os militares dos dois lados intensificaram os contatos nos últimos anos, um reconhecimento de que, à medida que os interesses econômicos da China continuam a se expandir, o gigante asiático terá um papel cada vez maior na segurança mundial e maior interação com o Exército dos EUA.

Japão intercepta bombardeiros nucleares russos!

Caças da Força Aérea japonesa foram acionadas ao ar por causa da aproximação de dois aviões militares russos. Relatado pela ITAR-TASS .

De acordo com informações divulgadas pelo Ministério da Defesa do Japão, aviões russos circulavam ao redor do perímetro do arquipélago japonês.

De acordo com o Ministério da Defesa japonês, russos bombardeiros Tu-95 voaram sobre o Mar do Japão de norte a sul para o Mar da China Oriental.

Em seguida, eles foram ao longo da costa leste do Japão sobre o Oceano Pacífico em direção a Sakhalin.

TREINAMENTO DA SCO - PACTO ANTI-OTAN




OTAN utiliza 16 caças para interceptar dois russos Tu-95!

Dois bombardeiros estratégicos russos Tu-95MS, realizando tarefas na véspera da patrulha sobre águas neutras dos noruegueses e North Sea, acompanhado por apenas 16 caças da OTAN, de acordo com um comunicado oficial do Ministério da Defesa.

Nos estágios individuais da rota, aviões russos foram acompanhados por 16 aeronaves de Estados estrangeiros, entre os que foram os aviões de combate britânicos "Typhoon", bem como os F-16 holandeses, noruegueses e dinamarqueses.

O Ministério da Defesa (Russo) ressaltou que o vôo ocorreu de acordo com o plano aprovado de vôos regulares sobre as águas do Ártico, Atlântico, Mar Negro, Oceano Pacífico, e em estrita conformidade com as regras internacionais para o uso do espaço aéreo sobre águas neutras, sem violar as fronteiras de outros Estados.

Um dia antes, em 21 de agosto, o caça F-16 holandês duas vezes levantada no ar para acompanhar os bombardeiros estratégicos russos Tu-95 (classificação da OTAN - "The Bear"). Ele foi informado pelo Ministério da Defesa da Holanda.

Mais cedo na quinta-feira, também em 21 de agosto, subiram caças japoneses para interceptar dois bombardeiros estratégicos russos Tu-95. Disse o Ministério da Defesa japonês, de acordo com a agência ITAR-TASS.

No início de agosto, o Pentágono informou que os russos Tu-95, em 10 dias, violaram o espaço aéreo dos Estados Unidos na região do Alasca pelo menos 16 vezes. Em vários casos, os norte-americanos em resposta a esta ação da Força Aérea da Rússia, subiram seus caças. Moscou argumentou que os bombardeiros voam em conformidade com os acordos internacionais e não violou.

VÍDEO: RÚSSIA EM JOGOS DE GUERRA NO CAZAQUISTÃO


EXERCÍCIO DE RESPOSTA IMEDIATA
Immediate Response 2014 é um posto de comando trilateral e exercício de treinamento tático de campo que vai envolver mais de 900 pessoas, principalmente dos EUA, eslovenos e forças armadas croatas, com contingentes da Albânia, Bósnia e Herzegovina, Dinamarca, Hungria, Kosovo, Macedônia, Montenegro e Reino Unido.

O exercício ocorrem em 17-30 agosto de 2014. IR 14 é uma parte do programa de treinamento e exercício conjunto de US EUCOM concebidos para melhorar a interoperabilidade conjunta e combinada com nações aliadas e parceiras.

O objetivo principal é preparar as nações participantes para aumento das contribuições para as operações da OTAN em curso e futuras.

VÍDEO: IMMEDIATE RESPONSE de 2012


EUA: a corrida aos mísseis hipersônicos!

O segundo teste pela China de um míssil hipersônico terminou sem sucesso. A falha do dispositivo ocorreu pouco depois do lançamento do míssil, segundo informou a 22 de agosto o jornal de Hong Kong South China Morning Post.

Dois dias antes, a publicação norte-americana Washington Free Beacon relatou esse teste, citando o Pentágono, informando igualmente que na Internet tinham sido publicadas fotos do primeiro estágio do míssil que se despenhou.

Entretanto, o mistério está em a mídia chinesa não ter divulgado nada sobre os testes do míssil. Há igualmente divergências sobre o local de lançamento, apesar de se tratar realmente de um teste realizado a 7 de agosto. O South China Morning Post escreve que ele foi realizado numa plataforma de lançamento perto de Taiyuan na província de Shanxi, no noroeste da China. Já o Washington Free Beacon indica o centro de lançamentos de satélites de Jiuquan na região autônoma da Mongólia Interior.

A publicação norte-americana apresentou a declaração de um porta-voz do Pentágono que este é o segundo teste do ano de um míssil hipersônico. O míssil, equipado com uma ogiva hipersônica planadora destacável, pode realizar ataques nucleares contra os EUA. Entretanto, na opinião do editor principal do jornal russo Voienno-Promyshlenny Kurier (Correio Militar Industrial) Mikhail Khodarenok, a China está desenvolvendo essa arma porque os EUA e a Rússia já a têm, e a China tenciona se juntar ao clube:

“A China não desenvolve armas hipersônicas para ameaçar alguém em concreto, como os EUA, a Índia ou quaisquer outros potenciais adversários geopolíticos e geoestratégicos. Essas armas são desenvolvidas com um único propósito. Se existe a possibilidade de dissuadir um potencial adversário, e se os outros países desenvolvem essas armas, seria completamente imperdoável não participar no seu desenvolvimento e testes. Tanto mais que a China têm capacidades potenciais para desenvolver esse tipo de armas”.

Fontes: SWISSINFO , HROMADSKE , RBC (RÚSSIA) , U.S. ARMY EUROPE , VOZ DA RÚSSIA , Sempre Guerra

A cena é forte. Um americano foi degolado por um membro da organização terrorista EIIL (Estado Islâmico no Iraque e Levante). A cena foi filmada e divulgada com o objetivo de retaliar os recentes ataques aéreos dos EUA contra terroristas do EIIL.
James Foley: ativista esquerdista pró-islamismo e anti-Israel
James Foley era um americano esquerdista que acreditava que o islamismo é uma religião de paz e amor. A revista FrontPage disse que Foley era de uma nova espécie de ativistas que se autointitulam jornalistas. Por isso, ele não havia ido ao Oriente Médio para noticiar, mas para promover sua agenda. E essa agenda era evidente a partir do que ele mesmo dizia publicamente pelo Twitter.

A perda de toda vida humana é trágica, mas Foley era propagandista de terroristas islâmicos que acabaram cortando-lhe a cabeça. Um homem de princípios morais teria tido mais compaixão dos cristãos, porém a preferência de Foley eram os islâmicos que torturam, estupram e decapitam cristãos. Ele havia ido à Síria para apoiar os rebeldes islâmicos contra o governo sírio.

De acordo com FrontPage, ele aplaudiu quando os terroristas islâmicos estavam lutando para exterminar os cristãos da cidade de Aleppo. No conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamas, os tuítes dele eram pura propaganda pró-terrorismo. Seu entusiasmo pelos rebeldes muçulmanos sírios não parece ter sido correspondido. A ala mais radical desses rebeldes, ligados à al-Qaida e que hoje são o EIIL, o raptou. Pouco tempo antes, quando um real jornalista havia sido sequestrado pelos rebeldes, Foley zombou do caso. Na mente dele, os rebeldes nunca cometeriam tal maldade.

Ele zombava de notícias que tentavam mostrar o horror que os cristãos estavam sofrendo nas mãos dos islâmicos. Para ele, isso não passava de “islamofobia” — ódio aos muçulmanos. De acordo com FrontPage, Foley era fanaticamente anti-Israel.

James Foley e seu executor islâmico
O que é intrigante no episódio não é só a estupidez esquerdista suicida de Foley, que hoje é retratado como “mártir,” mas a atitude da imprensa americana, que sempre escolheu manter os olhos fechados para as atrocidades que os cristãos estão sofrendo dos rebeldes islâmicos. Agora, essa mesma imprensa trata como “herói” um americano que louvava os massacradores islâmicos e nunca imaginava que um dia ele próprio sofreria o mesmo destino de milhares de cristãos que são degolados na Síria e Iraque sem que jornalistas e ativistas esquerdistas demonstrem uma só gota de compaixão.

Com informações do site Shoebat e FrontPage.

Fontes: Julio Severo , Libertar

A decapitação de James Foley: o que a mídia não está dizendo a você

A cena é forte. Um americano foi degolado por um membro da organização terrorista EIIL (Estado Islâmico no Iraque e Levante). A cena foi filmada e divulgada com o objetivo de retaliar os recentes ataques aéreos dos EUA contra terroristas do EIIL.
James Foley: ativista esquerdista pró-islamismo e anti-Israel
James Foley era um americano esquerdista que acreditava que o islamismo é uma religião de paz e amor. A revista FrontPage disse que Foley era de uma nova espécie de ativistas que se autointitulam jornalistas. Por isso, ele não havia ido ao Oriente Médio para noticiar, mas para promover sua agenda. E essa agenda era evidente a partir do que ele mesmo dizia publicamente pelo Twitter.

A perda de toda vida humana é trágica, mas Foley era propagandista de terroristas islâmicos que acabaram cortando-lhe a cabeça. Um homem de princípios morais teria tido mais compaixão dos cristãos, porém a preferência de Foley eram os islâmicos que torturam, estupram e decapitam cristãos. Ele havia ido à Síria para apoiar os rebeldes islâmicos contra o governo sírio.

De acordo com FrontPage, ele aplaudiu quando os terroristas islâmicos estavam lutando para exterminar os cristãos da cidade de Aleppo. No conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamas, os tuítes dele eram pura propaganda pró-terrorismo. Seu entusiasmo pelos rebeldes muçulmanos sírios não parece ter sido correspondido. A ala mais radical desses rebeldes, ligados à al-Qaida e que hoje são o EIIL, o raptou. Pouco tempo antes, quando um real jornalista havia sido sequestrado pelos rebeldes, Foley zombou do caso. Na mente dele, os rebeldes nunca cometeriam tal maldade.

Ele zombava de notícias que tentavam mostrar o horror que os cristãos estavam sofrendo nas mãos dos islâmicos. Para ele, isso não passava de “islamofobia” — ódio aos muçulmanos. De acordo com FrontPage, Foley era fanaticamente anti-Israel.

James Foley e seu executor islâmico
O que é intrigante no episódio não é só a estupidez esquerdista suicida de Foley, que hoje é retratado como “mártir,” mas a atitude da imprensa americana, que sempre escolheu manter os olhos fechados para as atrocidades que os cristãos estão sofrendo dos rebeldes islâmicos. Agora, essa mesma imprensa trata como “herói” um americano que louvava os massacradores islâmicos e nunca imaginava que um dia ele próprio sofreria o mesmo destino de milhares de cristãos que são degolados na Síria e Iraque sem que jornalistas e ativistas esquerdistas demonstrem uma só gota de compaixão.

Com informações do site Shoebat e FrontPage.

Fontes: Julio Severo , Libertar

Ucrânia, Síria, Iraque: tanto os conflitos violentos quanto a constante formação de alianças inesperadas marcam mundo atual. Ocidente precisa reagir a essa realidade, opina o redator-chefe da DW, Alexander Kudascheff.

Alexander Kudascheff, redator-chefe da DW
O mundo está sendo abalado por crises dramáticas. Na Ucrânia. E ainda mais no Oriente Médio, mesmo que um novo cessar-fogo de cinco dias entre Israel e o Hamas permita uma pausa para respirar.

Na Síria, a guerra civil prossegue com intensidade homicida, embora quase que despercebida: em breve se atingirá a marca de 200 mil mortos, num país em dissolução.

E no norte do Iraque, o mapa territorial está sendo retraçado por uma soldadesca inimaginavelmente brutal, que ultrapassa todos os limites em nome de Alá, e cuja área de dominação já se estende da cidade de Aleppo até o Curdistão iraquiano: o chamado "Estado Islâmico" (EI). O EI pretende destruir a ordem vigente, ele não reconhece fronteiras, Estados ou governos: para ele, o que conta é apenas sua própria interpretação do Alcorão.

E isso abala a diplomacia, pois, de repente, as antigas concepções não valem mais. Os Estados Unidos apoiam os curdos – e, portanto, indiretamente, os xiitas em Bagdá e em Teerã – na luta contra os terroristas do EI. O país dá essa ajuda à própria revelia, pois, na realidade, ele quer uma troca de poder e de política no Iraque, e suas relações com o Irã prosseguem tensas e abaladas.

Na Síria, os EUA também não sabem se insistem na queda do tirano Bashar al-Assad, pois isso abriria o caminho para a Frente Al-Nusra, que eles combatem no norte do Iraque. Uma desordem diplomática para a qual não há respostas fáceis.

O prêmio Nobel da Paz Barack Obama decidiu-se cedo por uma retirada de tropas do Iraque. Ele não acredita nos êxitos das intervenções militares e, no entanto, teve que interferir agora. O papel dos EUA no Oriente Médio se desgastou. Antes, o país era considerado insubstituível, devido a suas estreitas conexões estratégicas com Israel e com as monarquias e países árabes conservadores e com lideranças autoritárias, como o Egito, a Jordânia e a Arábia Saudita.

Porém, Obama tem fama de fraco, indeciso, hesitante e incapaz de se impor. Nem mesmo Israel lhe dá ouvidos – como tem mostrado, nos últimos 12 meses, a vã "diplomacia de ponte aérea" do incansável secretário de Estado John Kerry. Israel segue sendo o parceiro dos EUA, porém, age de forma mais autônoma do que nunca.

Na grande crise europeia em torno da Ucrânia, por outro lado, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, se revela um mestre da falta de transparência tática. Depois da anexação da Crimeia, será que ele também pretende avançar sobre o leste ucraniano? Será que só quer desestabilizar a região? Ou quer desestabilizá-la para depois anexá-la?

Será que o desafio de Moscou se dirige apenas ao malquisto governo em Kiev, ou por trás dele se esconde a gritante ambição de poder de um novo imperialismo russo, que se insere no vácuo político aberto pelos EUA, tão ocupados consigo mesmos, e pela hesitante e indecisa União Europeia?

As sanções do Ocidente contra os russos apresentam os primeiros efeitos, mas o clima vai se congelando; e apenas telefonemas, até mesmo da chefe de governo alemã, Angela Merkel, não bastarão para desfazer o nó ucraniano. Como a Rússia foi excluída do círculo do G8, é a UE que precisa, em primeira linha, encontrar uma via de acesso ao Kremlin.

A Alemanha, por sua vez, – que desde o início do ano vem debatendo, com maior ou menor alarde, sobre um maior engajamento político no mundo – é forçada a assumir um novo papel.

O país é uma potência líder e sua opinião é escutada. Contudo, Berlim precisa avançar ainda mais, não pode se esconder por trás da UE na esperança de não ter que assumir nenhuma responsabilidade. A Alemanha precisa assumir uma posição definida: na crise da Ucrânia, sem dúvida, e possivelmente mais ainda no caso do norte do Iraque.

Se o "Estado Islâmico" age com brutalidade quase sem precedentes, se seres humanos são massacrados, assassinados ou expulsos de seus domicílios, então, Berlim não pode se acomodar em seu bem estar e prosperidade e esperar tranquilizar a própria consciência com alguns milhões e entregas de ajuda humanitária.

No entanto, as intervenções militares das últimas duas décadas foram raramente acompanhadas de sucesso. Isso vale tanto para o Afeganistão como para a Líbia – onde a derrubada de Muammar Kadafi transformou a ditadura de um homem só num "Estado caído".

O mundo ficou mais difícil de compreender. A nova ordem mundial é uma ordem em que novas alianças são constantemente formadas. Pois quem poderia ter imaginado, apenas alguns meses atrás, que o mundo se colocaria do lado dos curdos? Ainda mais com a intenção de que combatentes peshmerga vitoriosos desenvolvam uma nova consciência curda e que talvez exijam a fundação de um Estado curdo transfronteiriço!

Entre os polos da superpotência americana em retirada, as pretensões neoimperialistas de Moscou e uma China que, por enquanto, muitas vezes ainda age à sombra da política mundial, é necessária uma política externa nova e livre de preconceitos por parte da UE e, sobretudo, da Alemanha. E isso numa época sem certezas diplomáticas.

Fontes: Illuminati Elite MalditaDW

Ocidente precisa reagir à nova ordem mundial, opina o redator-chefe da DW, Alexander Kudascheff

Ucrânia, Síria, Iraque: tanto os conflitos violentos quanto a constante formação de alianças inesperadas marcam mundo atual. Ocidente precisa reagir a essa realidade, opina o redator-chefe da DW, Alexander Kudascheff.

Alexander Kudascheff, redator-chefe da DW
O mundo está sendo abalado por crises dramáticas. Na Ucrânia. E ainda mais no Oriente Médio, mesmo que um novo cessar-fogo de cinco dias entre Israel e o Hamas permita uma pausa para respirar.

Na Síria, a guerra civil prossegue com intensidade homicida, embora quase que despercebida: em breve se atingirá a marca de 200 mil mortos, num país em dissolução.

E no norte do Iraque, o mapa territorial está sendo retraçado por uma soldadesca inimaginavelmente brutal, que ultrapassa todos os limites em nome de Alá, e cuja área de dominação já se estende da cidade de Aleppo até o Curdistão iraquiano: o chamado "Estado Islâmico" (EI). O EI pretende destruir a ordem vigente, ele não reconhece fronteiras, Estados ou governos: para ele, o que conta é apenas sua própria interpretação do Alcorão.

E isso abala a diplomacia, pois, de repente, as antigas concepções não valem mais. Os Estados Unidos apoiam os curdos – e, portanto, indiretamente, os xiitas em Bagdá e em Teerã – na luta contra os terroristas do EI. O país dá essa ajuda à própria revelia, pois, na realidade, ele quer uma troca de poder e de política no Iraque, e suas relações com o Irã prosseguem tensas e abaladas.

Na Síria, os EUA também não sabem se insistem na queda do tirano Bashar al-Assad, pois isso abriria o caminho para a Frente Al-Nusra, que eles combatem no norte do Iraque. Uma desordem diplomática para a qual não há respostas fáceis.

O prêmio Nobel da Paz Barack Obama decidiu-se cedo por uma retirada de tropas do Iraque. Ele não acredita nos êxitos das intervenções militares e, no entanto, teve que interferir agora. O papel dos EUA no Oriente Médio se desgastou. Antes, o país era considerado insubstituível, devido a suas estreitas conexões estratégicas com Israel e com as monarquias e países árabes conservadores e com lideranças autoritárias, como o Egito, a Jordânia e a Arábia Saudita.

Porém, Obama tem fama de fraco, indeciso, hesitante e incapaz de se impor. Nem mesmo Israel lhe dá ouvidos – como tem mostrado, nos últimos 12 meses, a vã "diplomacia de ponte aérea" do incansável secretário de Estado John Kerry. Israel segue sendo o parceiro dos EUA, porém, age de forma mais autônoma do que nunca.

Na grande crise europeia em torno da Ucrânia, por outro lado, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, se revela um mestre da falta de transparência tática. Depois da anexação da Crimeia, será que ele também pretende avançar sobre o leste ucraniano? Será que só quer desestabilizar a região? Ou quer desestabilizá-la para depois anexá-la?

Será que o desafio de Moscou se dirige apenas ao malquisto governo em Kiev, ou por trás dele se esconde a gritante ambição de poder de um novo imperialismo russo, que se insere no vácuo político aberto pelos EUA, tão ocupados consigo mesmos, e pela hesitante e indecisa União Europeia?

As sanções do Ocidente contra os russos apresentam os primeiros efeitos, mas o clima vai se congelando; e apenas telefonemas, até mesmo da chefe de governo alemã, Angela Merkel, não bastarão para desfazer o nó ucraniano. Como a Rússia foi excluída do círculo do G8, é a UE que precisa, em primeira linha, encontrar uma via de acesso ao Kremlin.

A Alemanha, por sua vez, – que desde o início do ano vem debatendo, com maior ou menor alarde, sobre um maior engajamento político no mundo – é forçada a assumir um novo papel.

O país é uma potência líder e sua opinião é escutada. Contudo, Berlim precisa avançar ainda mais, não pode se esconder por trás da UE na esperança de não ter que assumir nenhuma responsabilidade. A Alemanha precisa assumir uma posição definida: na crise da Ucrânia, sem dúvida, e possivelmente mais ainda no caso do norte do Iraque.

Se o "Estado Islâmico" age com brutalidade quase sem precedentes, se seres humanos são massacrados, assassinados ou expulsos de seus domicílios, então, Berlim não pode se acomodar em seu bem estar e prosperidade e esperar tranquilizar a própria consciência com alguns milhões e entregas de ajuda humanitária.

No entanto, as intervenções militares das últimas duas décadas foram raramente acompanhadas de sucesso. Isso vale tanto para o Afeganistão como para a Líbia – onde a derrubada de Muammar Kadafi transformou a ditadura de um homem só num "Estado caído".

O mundo ficou mais difícil de compreender. A nova ordem mundial é uma ordem em que novas alianças são constantemente formadas. Pois quem poderia ter imaginado, apenas alguns meses atrás, que o mundo se colocaria do lado dos curdos? Ainda mais com a intenção de que combatentes peshmerga vitoriosos desenvolvam uma nova consciência curda e que talvez exijam a fundação de um Estado curdo transfronteiriço!

Entre os polos da superpotência americana em retirada, as pretensões neoimperialistas de Moscou e uma China que, por enquanto, muitas vezes ainda age à sombra da política mundial, é necessária uma política externa nova e livre de preconceitos por parte da UE e, sobretudo, da Alemanha. E isso numa época sem certezas diplomáticas.

Fontes: Illuminati Elite MalditaDW

Foto: AP
A recente declaração de um dos líderes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) que esse movimento tencionava atacar a Arábia Saudita provocou sérias preocupações nesse reino. Para a fronteira com o Iraque, cuja maior parte já é controlada pelo EIIL, foram deslocados mais 30 mil soldados.

Riad pediu garantias de segurança a seus principais aliados no mundo árabe – o Egito e o Paquistão. Parece que o país que ocupa o quarto lugar do mundo em orçamento de defesa não está confiante na eficácia de suas próprias forças armadas. Depois da campanha do EIIL no Iraque se tornou evidente que nem a ciência militar estrangeira, nem os meios de combate modernos, são capazes de travar os processos que foram iniciados há muitos anos, inclusivamente por forças influentes no Reino da Arábia Saudita.


Tal como foi previsto pelos peritos ainda em finais do século passado, a ideia da redução da tensão interna através da exportação dos seus portadores apenas aumentou seus números e agravou a situação.

Claro que todos percebiam o perigo de os cidadãos radicais do reino poderem regressar um dia. Mas, segundo vemos pela reação de Riad, dificilmente alguém pensaria que na própria fronteira do país iria surgir de repente uma força tão grande, organizada, equipada e motivada.

Assim como a eficiência e a flexibilidade da estratégia militar do recém-formado “califado”. Desde o início que a liderança do EIIL executou uma cadeia de tarefas consequentes e realistas. Tendo obtido experiência de combate na Síria, ele concentrou em momento oportuno seus esforços na frente leste.

Tendo obtido no Iraque uma base material suficiente e um território com vias de comunicação, que permitem manobrar tropas e transferir material pesado, o exército do califado agora se dedica à consolidação dos territórios ocupados e ao reagrupamento de forças.

Irá o “califado” continuar tentando atacar na Síria e no Iraque já em territórios com populações que lhe são hostis e com grandes formações de exércitos regulares? Muitos por enquanto esperam que sim. Mas Theodore Karasik, do Instituto de Análise Militar do Oriente Médio e Golfo Pérsico no Dubai, pensa que logo após a consolidação de forças existe um perigo real de “eles tentarem regressar ao reino”. Existem fundamentos para esse ponto de vista.

Tal como no Iraque, o EIIL dificilmente conta apenas com o êxito de uma intervenção exterior. Ainda na primavera no reino surgiram sinais de ativação da “quinta coluna” desse movimento.

De abril a junho o EIIL usou ativamente no reino aplicações móveis para propaganda e recrutamento de apoiantes.

Em maio Riad declarou que foi descoberta uma conspiração de terroristas ligados ao EIIL. Seu objetivo era o assassinato de altas personalidades sauditas e ativistas religiosos.

Desde o verão que o EIIL escreve seus slogans em paredes por todo o reino, em junho na capital também surgiram folhetos do “califado”.

Desde 1 de agosto o EIIL desenrolou nas redes sociais da Arábia Saudita uma campanha para recolha de dados pessoais de funcionários dos serviços secretos sauditas com o objetivo de liquidá-los. O resultado foram as cerca de 30 mil postagens com moradas, fotografias e números de telefone de uma grande quantidade de cidadãos alegadamente associados à Inteligência Geral.

A ativação do EIIL já foi apoiada por seu aliado da “frente sul” – a Al-Qaeda na Península Arábica (AQAP, na sigla em inglês). O vídeo de um atentado em 4 de julho, quando dois terroristas da AQAP se fizeram explodir num posto de controle na fronteira com o Iêmen, terminava com ameaças de novos ataques não apenas na fronteira, mas também no interior do território da Arábia Saudita.

Mas se o “califado” não conseguir sucesso com sua operação militar no reino, suas ameaças de destruir santuários islâmicos são bem reais. Isso já aconteceu antes.

Hoje já poucos se lembram que em 1979, quando no Irã foi criada uma república islâmica depois do derrube do xá, na Arábia Saudita tiveram lugar processos idênticos. No dia 20 de novembro, 500 extremistas religiosos ocuparam, e mantiveram em seu poder, a Grande Mesquita de Meca, exigindo o derrube da monarquia e a expulsão das companhias ocidentais e dos “infiéis” para fora do país.

Durante o assalto a mesquita foi destruída. Foram decapitados publicamente 63 terroristas, mas um dos suspeitos, um tal Mahrous bin Laden, foi liberado. Já o chefe da operação e da Inteligência Geral príncipe Turki bin Faisal Al Saud propôs a seu irmão Osama que viajasse para o Afeganistão para ajudar os mujahedins…

Trinta e cinco anos depois, os que cresceram com as ideias de Oama bin Laden voltam ameaçando destruir a Grande Mesquita de Meca. Mas agora eles podem fazer muito mais.

Fonte: A Voz da Rússia , Surfando No Assude

Guerras e Rumores de Guerras - Arábia Saudita à Beira da Guerra

Foto: AP
A recente declaração de um dos líderes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) que esse movimento tencionava atacar a Arábia Saudita provocou sérias preocupações nesse reino. Para a fronteira com o Iraque, cuja maior parte já é controlada pelo EIIL, foram deslocados mais 30 mil soldados.

Riad pediu garantias de segurança a seus principais aliados no mundo árabe – o Egito e o Paquistão. Parece que o país que ocupa o quarto lugar do mundo em orçamento de defesa não está confiante na eficácia de suas próprias forças armadas. Depois da campanha do EIIL no Iraque se tornou evidente que nem a ciência militar estrangeira, nem os meios de combate modernos, são capazes de travar os processos que foram iniciados há muitos anos, inclusivamente por forças influentes no Reino da Arábia Saudita.


Tal como foi previsto pelos peritos ainda em finais do século passado, a ideia da redução da tensão interna através da exportação dos seus portadores apenas aumentou seus números e agravou a situação.

Claro que todos percebiam o perigo de os cidadãos radicais do reino poderem regressar um dia. Mas, segundo vemos pela reação de Riad, dificilmente alguém pensaria que na própria fronteira do país iria surgir de repente uma força tão grande, organizada, equipada e motivada.

Assim como a eficiência e a flexibilidade da estratégia militar do recém-formado “califado”. Desde o início que a liderança do EIIL executou uma cadeia de tarefas consequentes e realistas. Tendo obtido experiência de combate na Síria, ele concentrou em momento oportuno seus esforços na frente leste.

Tendo obtido no Iraque uma base material suficiente e um território com vias de comunicação, que permitem manobrar tropas e transferir material pesado, o exército do califado agora se dedica à consolidação dos territórios ocupados e ao reagrupamento de forças.

Irá o “califado” continuar tentando atacar na Síria e no Iraque já em territórios com populações que lhe são hostis e com grandes formações de exércitos regulares? Muitos por enquanto esperam que sim. Mas Theodore Karasik, do Instituto de Análise Militar do Oriente Médio e Golfo Pérsico no Dubai, pensa que logo após a consolidação de forças existe um perigo real de “eles tentarem regressar ao reino”. Existem fundamentos para esse ponto de vista.

Tal como no Iraque, o EIIL dificilmente conta apenas com o êxito de uma intervenção exterior. Ainda na primavera no reino surgiram sinais de ativação da “quinta coluna” desse movimento.

De abril a junho o EIIL usou ativamente no reino aplicações móveis para propaganda e recrutamento de apoiantes.

Em maio Riad declarou que foi descoberta uma conspiração de terroristas ligados ao EIIL. Seu objetivo era o assassinato de altas personalidades sauditas e ativistas religiosos.

Desde o verão que o EIIL escreve seus slogans em paredes por todo o reino, em junho na capital também surgiram folhetos do “califado”.

Desde 1 de agosto o EIIL desenrolou nas redes sociais da Arábia Saudita uma campanha para recolha de dados pessoais de funcionários dos serviços secretos sauditas com o objetivo de liquidá-los. O resultado foram as cerca de 30 mil postagens com moradas, fotografias e números de telefone de uma grande quantidade de cidadãos alegadamente associados à Inteligência Geral.

A ativação do EIIL já foi apoiada por seu aliado da “frente sul” – a Al-Qaeda na Península Arábica (AQAP, na sigla em inglês). O vídeo de um atentado em 4 de julho, quando dois terroristas da AQAP se fizeram explodir num posto de controle na fronteira com o Iêmen, terminava com ameaças de novos ataques não apenas na fronteira, mas também no interior do território da Arábia Saudita.

Mas se o “califado” não conseguir sucesso com sua operação militar no reino, suas ameaças de destruir santuários islâmicos são bem reais. Isso já aconteceu antes.

Hoje já poucos se lembram que em 1979, quando no Irã foi criada uma república islâmica depois do derrube do xá, na Arábia Saudita tiveram lugar processos idênticos. No dia 20 de novembro, 500 extremistas religiosos ocuparam, e mantiveram em seu poder, a Grande Mesquita de Meca, exigindo o derrube da monarquia e a expulsão das companhias ocidentais e dos “infiéis” para fora do país.

Durante o assalto a mesquita foi destruída. Foram decapitados publicamente 63 terroristas, mas um dos suspeitos, um tal Mahrous bin Laden, foi liberado. Já o chefe da operação e da Inteligência Geral príncipe Turki bin Faisal Al Saud propôs a seu irmão Osama que viajasse para o Afeganistão para ajudar os mujahedins…

Trinta e cinco anos depois, os que cresceram com as ideias de Oama bin Laden voltam ameaçando destruir a Grande Mesquita de Meca. Mas agora eles podem fazer muito mais.

Fonte: A Voz da Rússia , Surfando No Assude

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, terminará seu segundo mandato na Casa Branca sem avançar um milímetro na questão palestina. Embora tenha sinalizado, quando eleito, que teria uma nova abordagem para o conflito, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, se mostrou tão conservador quanto seus antecessores.

Nesta sexta-feira, ele telefonou para Benjamin Netanyahu, que comanda a ofensiva terrestre contra palestinos na Faixa de Gaza e disse que apoia o "direito de Israel de se defender". Ontem a presidente Dilma Rousseff afirmou, com razão, que a resposta de Israel ao Hamas é totalmente "desproporcional".

(Reportagem Susan Heavey)

Fonte: Brasil 247

Nada mudou com Obama: apoio total a Israel

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, terminará seu segundo mandato na Casa Branca sem avançar um milímetro na questão palestina. Embora tenha sinalizado, quando eleito, que teria uma nova abordagem para o conflito, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, se mostrou tão conservador quanto seus antecessores.

Nesta sexta-feira, ele telefonou para Benjamin Netanyahu, que comanda a ofensiva terrestre contra palestinos na Faixa de Gaza e disse que apoia o "direito de Israel de se defender". Ontem a presidente Dilma Rousseff afirmou, com razão, que a resposta de Israel ao Hamas é totalmente "desproporcional".

(Reportagem Susan Heavey)

Fonte: Brasil 247

Autoridades da Grande São Paulo já registraram diversos casos de ataques a ônibus no início da noite desta terça-feira (8), após a derrota da Seleção diante da Alemanha por 7 a 1, na semifinal da Copa do Mundo. A Polícia Militar informou ainda um relato de saque à uma loja do Ponto Frio na zona sul da capital paulista.

O grande foco de ataque a ônibus aconteceu em uma garagem na Rua Manuel Pinto Guedes, no Jardim São Luiz. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) disse que os oito veículos destruídos já estavam desativados. Não há informações sobre feridos ou presos. Outros incêndios foram vistos em Osasco e Guaianases, Sapopemba.

Violência em BH

Pelo menos cinco pessoas foram detidas em Belo Horizonte. De acordo com informações da Polícia Militar, quatro pessoas foram presas por queimarem uma bandeira do Brasil ainda no intervalo da partida, o que é crime. Um torcedor foi preso por desacatar policiais ao fim da partida.

Na Savassi, principal ponto de encontro de torcedores ao longo de toda a Copa do Mundo na cidade, houve princípios de quebra-quebra e garrafas quebradas. Alguns torcedores, com ânimos mais acirrados, atiraram pedras na PM, o que fez com que a corporação reforçasse o efetivo nas imediações. Porém a região já estava vazia antes mesmo do apito final.

Nos bairros da região Centro-Sul, houve foguetório durante os gols da Alemanha no segundo tempo. Na Fan Fest, no Expominas, quem ficou vibrou com cada gol da seleção alemã. A maior parte da torcida, no entanto, abandonou o espaço ainda no primeiro tempo ou durante o intervalo.

O clima também era tranquilo na saída do Mineirão, apesar da tristeza generalizada. A PM reforçou o efetivo nas avenidas Antônio Carlos e Catalão, principais acessos entre a Pampulha e o Centro. Até o momento não houveram tumultos registrados no entorno do estádio.

Brasília

Em Brasília, a Polícia Militar do Distrito Federal prendeu nesta terça um homem que quebrou um televisor da Rodoviária do Plano Piloto. O incidente ocorreu depois da derrota da seleção brasileira. Segundo informações da Coordenadoria de Comunicação para a Copa (ComCopa) do Governo do Distrito Federal, o envolvido nesse caso está detido na 2ª Delegacia de Polícia, na Asa Norte. A ocorrência está em andamento.

De acordo com informações fornecidas pela ComCopa, a Secretaria de Segurança do DF informa que até este momento a cidade está tranquila, sem registro de ocorrências de destaque.

Segurança reforçada

O ministro-chefe da Secretaria Geral, Gilberto Carvalho, disse ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, que o governo federal está reforçando a segurança em Belo Horizonte, no Rio de Janeiro e em São Paulo, como prevenção a eventuais manifestações violentas após a derrota do Brasil para a Alemanha por 7 a 1.

De acordo com Carvalho, o governo está mapeando onde há manifestações para aumentar o efetivo de homens das forças de segurança pública para evitar maiores problemas.

O ministro pediu "bom senso" aos manifestantes e cabeça fria, lembrando que a Copa continua e que tudo está correndo muito bem.

Fonte: Yahoo , Lado Oculto Nova Ordem Mundial , Notícia Final , Libertar

Panorama Copa: Reinicio do CAOS - Derrota da Seleção motiva distúrbios e violência pelo país

Autoridades da Grande São Paulo já registraram diversos casos de ataques a ônibus no início da noite desta terça-feira (8), após a derrota da Seleção diante da Alemanha por 7 a 1, na semifinal da Copa do Mundo. A Polícia Militar informou ainda um relato de saque à uma loja do Ponto Frio na zona sul da capital paulista.

O grande foco de ataque a ônibus aconteceu em uma garagem na Rua Manuel Pinto Guedes, no Jardim São Luiz. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) disse que os oito veículos destruídos já estavam desativados. Não há informações sobre feridos ou presos. Outros incêndios foram vistos em Osasco e Guaianases, Sapopemba.

Violência em BH

Pelo menos cinco pessoas foram detidas em Belo Horizonte. De acordo com informações da Polícia Militar, quatro pessoas foram presas por queimarem uma bandeira do Brasil ainda no intervalo da partida, o que é crime. Um torcedor foi preso por desacatar policiais ao fim da partida.

Na Savassi, principal ponto de encontro de torcedores ao longo de toda a Copa do Mundo na cidade, houve princípios de quebra-quebra e garrafas quebradas. Alguns torcedores, com ânimos mais acirrados, atiraram pedras na PM, o que fez com que a corporação reforçasse o efetivo nas imediações. Porém a região já estava vazia antes mesmo do apito final.

Nos bairros da região Centro-Sul, houve foguetório durante os gols da Alemanha no segundo tempo. Na Fan Fest, no Expominas, quem ficou vibrou com cada gol da seleção alemã. A maior parte da torcida, no entanto, abandonou o espaço ainda no primeiro tempo ou durante o intervalo.

O clima também era tranquilo na saída do Mineirão, apesar da tristeza generalizada. A PM reforçou o efetivo nas avenidas Antônio Carlos e Catalão, principais acessos entre a Pampulha e o Centro. Até o momento não houveram tumultos registrados no entorno do estádio.

Brasília

Em Brasília, a Polícia Militar do Distrito Federal prendeu nesta terça um homem que quebrou um televisor da Rodoviária do Plano Piloto. O incidente ocorreu depois da derrota da seleção brasileira. Segundo informações da Coordenadoria de Comunicação para a Copa (ComCopa) do Governo do Distrito Federal, o envolvido nesse caso está detido na 2ª Delegacia de Polícia, na Asa Norte. A ocorrência está em andamento.

De acordo com informações fornecidas pela ComCopa, a Secretaria de Segurança do DF informa que até este momento a cidade está tranquila, sem registro de ocorrências de destaque.

Segurança reforçada

O ministro-chefe da Secretaria Geral, Gilberto Carvalho, disse ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, que o governo federal está reforçando a segurança em Belo Horizonte, no Rio de Janeiro e em São Paulo, como prevenção a eventuais manifestações violentas após a derrota do Brasil para a Alemanha por 7 a 1.

De acordo com Carvalho, o governo está mapeando onde há manifestações para aumentar o efetivo de homens das forças de segurança pública para evitar maiores problemas.

O ministro pediu "bom senso" aos manifestantes e cabeça fria, lembrando que a Copa continua e que tudo está correndo muito bem.

Fonte: Yahoo , Lado Oculto Nova Ordem Mundial , Notícia Final , Libertar

Isto é no Brasil: A Mídia Corp não reporta, mas a alternativa faz levar isso a você
Obs: Este é o Brasil que nós brasileiros teimamos em não conhecer.

Carta aberta à Presidência e Ministério da Justiça - Recebemos a notícia da suspensão de reintegração de posse das 14 fazendas em Yvy Katu . Estávamos nem felizes nem tristes com isso . Isso não muda nada para nós Guarani . Para nós, estas 14 fazendas não existem. Tudo isso a terra é parte de um mesmo tekoha , um território chamado tekoha Yvy Katu .

Nós não fomos aliviados com a decisão deste tribunal , porque não muda nada. Continuamos mobilizados às cções dos latifundiários , e exigindo a demarcação de nosso território.

Estamos a mais de 78 dias e 78 noites acampados em nossa própria terra e vamos ficar por dois mil anos e , em seguida, para sempre. Nós não estamos indo embora. Terras indígenas nunca foi terra dos agricultores. Terra indígena sempre foi terra indígena.

Se os agricultores querem comprar terra , vai comprar em outro lugar . Se você deseja cobrar por uso da terra, paga -se para a floresta que estava aqui antes e que foi destruída . Nós temos a nossa oração e nossos guerreiros . Estamos aguardando os guerreiros dos brancos .

Estamos prontos para morrer. Demarcação é agora a guerra.

Nossa oração é quente como o sol. Nossa oração vem da natureza , e o antepassado do sonho. Nos sonhos , temos visto a luta da terra contra os brancos , a árvore a lutar contra os brancos .

Nós comunidade Yvy Katu e do Conselho Aty Guasu , exigimos que a Justiça suspenda todas as reintegrações de posse e do governo federal finalize a demarcação de toda a nossa terra tradicional. Enquanto isso , vamos continuar lutando, e banhar a terra com sangue, se necessário.

Não existe acordo. Não vale a pena pressionar -nos . Não vamos ficar com apenas meros 10 % de Yvy Katu . Agora é 100 % . Parece que ninguém está acreditando na nossa luta . Estamos a falar à toa ? Já fizemos muitos indígenas Guarani Kaiowá e sangramento em nossos braços . Está à espera de mais pessoas a morrer para se preocupar com Yvy Katu ?

Tekoha Yvy Katu , 18 de dezembro de 2013Líderes do tekoha Yvy Katu e do Conselho Aty Guasu
Apoiar essas pessoas e sua luta contra a exploração , o fascismo e o todo-poderoso dólar . Dê sua força a estes guerreiros e encham seus corações com a justiça e a liberdade . Deixem-os em paz e deixe que as forças da ganância esmaguem aqueles e desintegre contra eles próprios como ondas em uma rocha . - Mort.
Idem-UND



Fontes: Um Novo Despertar Horizonte News ,  Before It's News

Brasil: Invasão de terras, Indígenas Declaram Guerra! (Vídeo)

Isto é no Brasil: A Mídia Corp não reporta, mas a alternativa faz levar isso a você
Obs: Este é o Brasil que nós brasileiros teimamos em não conhecer.

Carta aberta à Presidência e Ministério da Justiça - Recebemos a notícia da suspensão de reintegração de posse das 14 fazendas em Yvy Katu . Estávamos nem felizes nem tristes com isso . Isso não muda nada para nós Guarani . Para nós, estas 14 fazendas não existem. Tudo isso a terra é parte de um mesmo tekoha , um território chamado tekoha Yvy Katu .

Nós não fomos aliviados com a decisão deste tribunal , porque não muda nada. Continuamos mobilizados às cções dos latifundiários , e exigindo a demarcação de nosso território.

Estamos a mais de 78 dias e 78 noites acampados em nossa própria terra e vamos ficar por dois mil anos e , em seguida, para sempre. Nós não estamos indo embora. Terras indígenas nunca foi terra dos agricultores. Terra indígena sempre foi terra indígena.

Se os agricultores querem comprar terra , vai comprar em outro lugar . Se você deseja cobrar por uso da terra, paga -se para a floresta que estava aqui antes e que foi destruída . Nós temos a nossa oração e nossos guerreiros . Estamos aguardando os guerreiros dos brancos .

Estamos prontos para morrer. Demarcação é agora a guerra.

Nossa oração é quente como o sol. Nossa oração vem da natureza , e o antepassado do sonho. Nos sonhos , temos visto a luta da terra contra os brancos , a árvore a lutar contra os brancos .

Nós comunidade Yvy Katu e do Conselho Aty Guasu , exigimos que a Justiça suspenda todas as reintegrações de posse e do governo federal finalize a demarcação de toda a nossa terra tradicional. Enquanto isso , vamos continuar lutando, e banhar a terra com sangue, se necessário.

Não existe acordo. Não vale a pena pressionar -nos . Não vamos ficar com apenas meros 10 % de Yvy Katu . Agora é 100 % . Parece que ninguém está acreditando na nossa luta . Estamos a falar à toa ? Já fizemos muitos indígenas Guarani Kaiowá e sangramento em nossos braços . Está à espera de mais pessoas a morrer para se preocupar com Yvy Katu ?

Tekoha Yvy Katu , 18 de dezembro de 2013Líderes do tekoha Yvy Katu e do Conselho Aty Guasu
Apoiar essas pessoas e sua luta contra a exploração , o fascismo e o todo-poderoso dólar . Dê sua força a estes guerreiros e encham seus corações com a justiça e a liberdade . Deixem-os em paz e deixe que as forças da ganância esmaguem aqueles e desintegre contra eles próprios como ondas em uma rocha . - Mort.
Idem-UND



Fontes: Um Novo Despertar Horizonte News ,  Before It's News

Posted at: 17:41, September 21, 2013 By Real Agenda

Aqueles que controlam o governo dos Estados Unidos estão fazendo algo grande.

O que se segue é um conjunto de evidências a partir de fontes convencionais, as quais serão listadas no final do artigo.

Então, vamos ligar os pontos para descobrir o que pode ser o futuro aterrorizante dos Estados Unidos e do Planeta.
A imagem unificada que você verá, uma vez que esses pontos estão conectados, será aterrorizante para algumas pessoas, especialmente para quem nunca foi exposto a este tipo de informação antes.

Assustar as pessoas, no entanto, não é o objetivo desta informação. O objetivo é motivá-lo a agir, e fazê-lo rapidamente, pois o tempo é curto. Mas isso só irá acontecer, se você entender o que está realmente em jogo.

Na última década, o governo dos EUA foi radicalmente transformado. Essas transformações começaram com a aprovação da Lei Patriota, que ocorreu durante a administração Bush. A transformação continuou sob o atual presidente, Barack H. Obama, que veio para consolidar ainda mais o trabalho de Bush, quando assinou o NDAA em 2012 e 2013.

O conteúdo dessas leis eram advertências ameaçadoras do que estava por vir, mas na época, para os americanos, as mudanças que estavam ocorrendo tiveram pouco efeito sobre suas vidas. Pelo menos, isso é o que eles pensavam.

Contagem regressiva para um futuro aterrorizante?

A introdução do Departamento de Segurança Interna e as novas políticas invasivas da TSA em aeroportos eram desconfortáveis, mas para a maioria da população não valia a pena resistir.

Ouvimos histórias que o governo ouvia conversas telefônicas das pessoas, e entrava nas casas sem mandado, mas tudo isso, acontecendo nos bastidores, realmente não afetava a população em geral.

Ocasionalmente, os principais meios de comunicação mencionaram a extraordinária rendição e tortura de suspeitos de terrorismo em prisões militares, e é claro que esses analistas políticos fizeram o possível para convencê-lo de que tudo isso foi justificado e necessário para sua segurança.

Em seguida, Obama veio com a cena de uma esperança promissora e mudança. Mas não demorou muito para ele começar a mostrar suas novas caras, como por exemplo, quando renovou o Patriot Act e desistiu de sua promessa de fechar Guantánamo.

Quando Obama assinou o NDAA dando aos militares o poder de prenderem qualquer pessoa, incluindo cidadãos norte-americanos, por tempo indeterminado e sem qualquer tipo de julgamento, e quando ele reivindicou o direito de matar cidadãos americanos sem julgamento dentro dos EUA ou no exterior, houve alguma indignação, mas essa indignação desapareceu quando novas manchetes puxaram suas atenções para longe.

Superficialmente, você pode ter olhado para essa cena e achar que nada disso iria afetar sua vida. Então você deixou de pensar nisso, simplesmente resolveu deixar pra lá, esquecer.

Mas se você estivesse prestando bastante atenção, teria notado que as coisas estavam, meticulosamente, mudando pouco à pouco. Câmeras estavam começando a aparecer em todos os lugares, a polícia começou a ser militarizada e drones começaram a patrulhar os céus no mundo inteiro, países começaram a adotar os drones usando várias e várias desculpas para fazê-lo. Mas, nos bastidores, algo ainda maior estava acontecendo.

Informações biométricas começaram a ser coletadas a partir de manifestantes não violentos quando eram presos, inclusive de todos os imigrantes que entravam no país, desde crianças em idade escolar sem a permissão dos pais, e até mesmo do público em geral, sem o seu próprio conhecimento.

O governo tem recolhido essas informações e as compilado ao maior banco de dados biométricos do mundo. Esta base de dados referida como NGI será on-line em 2014.

Essas leis e preparações têm vindo a construir os mecanismos para a polícia tornar um estado totalitário pedaço por pedaço do planeta. E agora eles estão tentando colocar as medidas finais no lugar.

A nova lei de imigração proposta, chamada de “Border Security Economic Opportunity and Immigration Modernization Act”, que está em debate, tem os dois elementos finais.

A primeira é a prestação de um banco de dados federal de emprego, em que todos os trabalhadores terão de ser aprovados para que consigam um emprego. Esse banco de dados vai se mesclar com outros bancos de dados do governo, à critério do Departamento de Segurança Interna. O DHS terá autoridade para aumentar unilateralmente os requisitos de identificação à vontade, e exigir que essas normas sejam aplicadas como uma condição de emprego.

O que isto significa é que, uma vez que isso esteja 100% implementado, o DHS decide através dos cartões de identificação, estes que devem conter informações de digitalização da íris ou impressões digitais (fronte ou mão direita), e você terá que dar a eles, caso contrário não terá permissão para trabalhar, comprar ou vender.

Mas, as implicações do banco de dados NGI, combinadas com o novo sistema de identificação vai muito além do local de trabalho.

Na lei de imigração há uma disposição para estabelecer um sistema de leitura biométrica em todos os aeroportos internacionais de chegadas e partidas. O sistema que se propõe a lançar ao longo dos próximos 6 anos é, inicialmente, apenas visando os imigrantes, para em seguida, começar a ser usado em todo o público. Então, a mudança não precisará sequer ser anunciada, porque graças a evolução da tecnologia biométrica, hoje permite que a identificação seja feita à distância.

Eles podem fazer isso com o software ligado às câmeras de segurança usando reconhecimento facial, scanners de íris infravermelho e até mesmo o ritmo de sua caminhada.

Identificação por padrões únicos de movimento, conhecido com reconhecimentos envolvidos, que deverá até ser usado nos drones.

Uma vez que o sistema de verificação biométrica está configurado em todos os portos de entrada e de saída, ligando tudo ao banco de dados NGI, câmeras de vigilância existentes e drones rastreiarão os movimentos dos cidadãos em qualquer lugar, e em todos os lugares, incluindo áreas de deserto.

Uma das características mais importantes de um estado policial é a criação de sistemas de controle de, quem pode entrar e quem pode sair. Tais sistemas são usados ​​frequentemente para evitar que os dissidentes políticos escapem. Isso é muitas vezes combinado com uma vigilância intensiva internamente tanto das comunicações e das atividades pessoais e à força policial brutal que opera acima da lei.

Nunca na história de qualquer ditadura no mundo, houve um sistema de monitoramento de vigilância tão sofisticado e poderoso como o que os Estados Unidos está prestes a concluir. Nunca.

Soviéticos tinham fronteiras elaboradas com duplo arame farpado, campos minados e torres de guarda, mas nada disso se compara a uma fronteira patrulhada por drones de alta tecnologia ligados ao maior banco de dados biométrico do mundo, com scanners biométricos em todos os pontos de entrada e saída.

Quando isso for concluído, eles verdadeiramente superarão George Orwell.

Abuso de poder

O governo nunca abusa do poder, não é?

Afinal, a América é o maior farol do mundo de esperança e liberdade, e a mídia somente lhes conta a verdade, não é mesmo?

Se você acha realmente isso, está totalmente, completamente e absolutamente enganado.

O fato de que o governo dos EUA já estabeleceu uma lista de no-fly maciço e secreto e o fato de que os ativistas anti-guerra já foram colocados na lista por razões políticas, deve ser considerado um sinal de alerta.

Em sua forma atual, já é impossível para os cidadãos descobrirem se o seu nome está ou não na lista, e não há nenhum processo para ter seu nome retirado da lista.

Então aqui está a verdadeira questão, você confia no governo dos EUA com esse poder todo?

Aliás, você confia no seu governo?

Você realmente acredita que seu principal objetivo é protegê-lo?

Se assim for, você realmente, de fato e conclusivamente, não tem mesmo prestado atenção.

Em 2013, nos foi dado um pequeno vislumbre do que está por vir para a América.

No caso Dorner tivemos um homem acusado de assassinato e condenado pela mídia como culpado. Esta condenação foi baseada em um manifesto apertado que ele supostamente havia escrito, embora não houvesse nenhuma evidência real de que Dorner tinha escrito o manifesto à todos.

Uma caçada nacional foi posta em movimento. Estradas completas foram bloqueadas e carros foram revistados, a polícia mudou de bairro em bairro, adentrando em centenas de casas sem mandado e drones foram acionados para caçá-lo. Uma vez que Dorner finalmente foi encontrado, a polícia intencionalmente colocou fogo no edifício onde ele estava supostamente escondido, em estilo Waco, queimando o homem até a morte.

A polícia inicialmente negou que ateou o fogo, mas depois eles foram forçados a admitir que tinham devido à uma gravação em áudio da própria polícia, que vazou para o público. Surpreendentemente, apesar de prova apontando para a polícia como quem ateou o fogo, nada aconteceu.

Ninguém na grande mídia ou o governo sequer piscou.

Então vimos o caso do atentado de Boston, onde dois suspeitos foram caçados com evidências igualmente tênues. Apesar de fotos dos eventos mostrarem um número grande de indivíduos que estavam claramente envolvidos, essas outras pessoas nunca foram mencionadas pelas autoridades ou os principais meios de comunicação. Toda a atenção foi colocada, como se já estivesse provado que os culpados eram os irmão Tsarnaev.

A caçada para capturar esses dois meninos foi sem precedentes. O DHS rolou pelas ruas com veículos blindados à nível militar, buscando de casa em casa, sem justificar absolutamente nada, instituindo uma forma improvisada de lei marcial, porque eles podem, têm esse poder.

Os irmãos Tsarnaev foram finalmente capturados e foram mostrados em imagens sendo presos, vivos e bem, mas mesmo assim, horas depois, ambos estavam cheios de tiros, cheio de parafusos.

O irmão mais velho morreu, o outro ficou incapaz de falar, e o governo e os meios de comunicação ficaram em silêncio.

E a história não termina aí, Ibrahim Todashev, um amigo do irmão de Tsarnaev foi brutalmente assassinado pelo FBI apenas algumas semanas mais tarde. Ele foi baleado seis vezes no corpo e uma vez na parte de trás da cabeça; assassinado em estilo de execução a sangue frio.

Todashev estava desarmado, mas os agentes afirmaram que ele atacou.

É difícil imaginar que um homem desarmado poderia fazer para merecer tantas balas e em principalmente, uma bala na parte de trás da cabeça.

Tudo isso cria um novo precedente na forma em que o governo dos EUA persegue suspeitos, com perseguições militarizadas, instituindo lei marcial, e atuando como juizes, júri e carrascos nas ruas, que se transformaram em campos de batalha.

Eles matam impunemente, com base em suas provas inexistentes, todos com o apoio de um tradicional circo da mídia que televisiona todo o evento para seu entretenimento.

Um documento do Departamento de Defesa, intitulado “Internment and Resettlement Operations”, também conhecido como FM3-39,40, vazou este ano revelando planos detalhados para o estabelecimento de campos de internamento militar dentro dos Estados Unidos.

O documento mostra claramente a coleção de números de segurança social, e significa que será usado para os cidadãos norte-americanos, ele ainda tem diagramas para três diferentes tipos de campos que estão para ser implementados. Esses diagramas mostram salas de interrogatório, torres de vigia espalhadas por todo lado e arames farpados duplos em torno dos acampamentos.

Cobrimos este documento em detalhes em nosso vídeo intitulado, “Leaked Document Military Internment Camps in U.S. to be used for political dissidents”.

Mas espere, tem mais! O Departamento de Segurança Interna passou recentemente por uma onda de compras de balas, compra de mais de 1,6 bilhão em apenas alguns meses. Após o sucesso da mídia em encobrir a grande compra, o DHS pediu mais balas. Uma grande porcentagem dessas balas são pontos ocos e chumbo grosso que não podem ser usadas ​​pelos militares.

É importante dizer que o DHS opera apenas no mercado interno.

O DHS afirma que essas balas serão utilizadas para fins de treinamento, mas qualquer um que entende alguma coisa sobre armas, sabe que não se usa pontos ocos para treinamento. Pontos ocos são muito mais caros do que FMJ. Além disso, esta é a munição oficial que os soldados norte-americanos têm usado na guerra.


Em paralelo tivemos o senador Coburn lançar um artigo sobre gastos desnecessários no DHS, na qual ele apontou um exercício de treinamento bizarro, onde o DHS praticava tiros em civis que foram disfarçados de zumbis. Coburn enfatizou o aspecto dos gastos, mas se você assistir as cenas reais e colocá-las todas dentro de um contexto, verá que o verdadeiro objetivo desses exercícios é muito mais preocupante.

Funcionários do DHS estão sendo condicionados a dispararem sobre civis desarmados. A maquiagem zumbi é apenas uma cortina de fumaça.

Acredite ou não, esta é apenas uma fração da evidência de que podemos apresentar aqui. Há muito mais que você vai encontrar se você fizer sua própria investigação.

Se esta é a primeira vez que você encontra esta informação, a realidade é que, se você olhar a partir de uma perspectiva histórica, verá que não há nada aqui que nós estejamos mostrando que seja incomum. Países escorregam em ditaduras totalitárias o tempo todo, vocês tem apenas sido condicionados a acreditarem que isso nunca poderá acontecer na América.

Mas não só pode acontecer na América, como já está acontecendo, está acontecendo agora e será no mundo todo.

Há três maneiras de lidar com o que você acabou de ler. Um, você pode fingir que tudo isso é uma teoria da conspiração de caras que usam chapéu de papel alumínio. Mas para fazer isso você vai ter que ignorar a própria razão e a extensa documentação dada a partir de fontes convencionais, ou seja, da própria mídia tradicional que todos sabemos que é controlada. Alguns podem chamar isso de ceticismo, mas um termo mais preciso é a ignorância intencional.

A opção número dois é se acovardar, tentar se esconder e fazer tudo que puder para evitar o rastreamento e a atenção do governo.

A opção número três é que você pode lutar para parar com isso. Recordar que este é apenas o plano daqueles poucos que controlam o planeta, mas não necessariamente deve ser esse o destino que precisa chegar.

Os poderes têm um calcanhar de Aquiles, e é aí que devemos aplicar. Estes oficiais do DHS são pessoas comuns, a polícia, os soldados. A maioria deles não são maus, eles são apenas mal informados, sofreram uma lavagem cerebral por sua formação. Você pode alcançá-los, fazer amizade com eles e mostrar-lhes esta informação.

Você pode chegar a polícia e aos militares, até mesmo os veteranos. Fazê-los entender o que está por vir. Fazê-los perceber que eles foram enganados, que eles estão sendo usados ​​para destruir seu próprio país, seu próprio planeta e a si mesmos, está sendo feita uma indução inconsciente à auto-destruição. Se os poderes perderem o controle de seus braços, será game over para esses criminosos.

Agora você pode não conhecer ninguém nas forças armadas, mas você ainda pode ajudar a compartilhar esta mensagem a tantas pessoas quanto possível. O caminho atual para um estado totalitário nos Estados Unidos será lançado no resto do mundo ocidental mais cedo ou mais tarde, se ninguém agir depois de conhecer essa informação.

Compartilhe, publique este artigo no Facebook, Twitter, em seu blog ou onde for, tente alcançar o máximo número de pessoas. Compartilhe com seus amigos via e-mail. Faça o download do vídeo que acompanha postado abaixo, consiga alguém para traduzir e legendá-lo, compartilhe, faça DVDs para as pessoas que você conhece, pois o assunto é seríssimo e de máxima urgência. Quanto mais pessoas você atingir, o mais provável é que cheguemos a alguém que esteja na cadeia de comando, e está em uma posição para ajudar a parar isso.

Este artigo é uma adaptação da transcrição do vídeo postado abaixo. Ele foi republicado na agenda real mediante solicitação feita por StormCloudsGathering.com com o único propósito de fornecer uma versão escrita das informações prestadas em seu vídeo.




Link do vídeo e as fontes mencionadas, abaixo!

NDAA 2013 passes with indefinite detention still intact:
http://rt.com/usa/news/ndaa-indefinit…

The Patriot Act
http://thepage.time.com/2011/02/15/ho…
http://edition.cnn.com/2005/POLITICS/…

Obama extends Patriot Act:
http://www.huffingtonpost.com/2011/05…

Widespread abuse of Patriot Act:
http://www.aclu.org/national-security…

Obama tries to hide information regarding rape and sexual abuse in Abu Ghraib:
http://www.telegraph.co.uk/news/world…

Obama’s kill list:
http://www.nytimes.com/2012/05/29/wor…

FBI finalizing its NGI Biometrics Database:
http://www.fbi.gov/about-us/cjis/fing…

Biometrics at departures:
http://www.usatoday.com/story/news/po…
http://rt.com/usa/us-foreigners-leave…

People placed on no-fly list for political reasons:
http://www.sfgate.com/politics/articl…
http://www.aclu.org/blog/national-sec…

Drones used to hunt Dorner:
http://now.msn.com/christopher-dorner…

Dorner fire set intentionally:
http://www.huffingtonpost.com/2013/02…

The police finally admit it:
http://latimesblogs.latimes.com/lanow…

Leaked Document: Government setting up military detention centers for Activists:
http://www.youtube.com/watch?v=FfkZ1y…

FBI Murdered Todashev execution style:
http://www.usnews.com/news/newsgram/a…
http://rt.com/news/todashev-head-shot…

Senator Coburn points out the DHS “zombie” training exercise as wasteful:
http://www.coburn.senate.gov/public/i…

But if you actually watch it it’s much more disturbing:
http://stormcloudsgathering.com/dhs-t…

Yes this really happened (details about the exercise):
http://washingtonexaminer.com/your-ta…

Police admit Dorner fire was set on purpose:
http://latimesblogs.latimes.com/lanow…

DHS buying billions of bullets (links to some of the purchase orders):
450 million rounds purchased by DHS earlier this year:
http://www.upi.com/Business_News/Secu…

Purchase order for additional 750 million rounds of ammunition
https://www.fbo.gov/index?s=opportuni…

DHS buys even more bullets:
https://www.fbo.gov/index?s=opportuni…
http://news.investors.com/ibd-editori…

Iris scanning from a distance:
http://arstechnica.com/business/2012/…



Fonte: Real Agenda , Os Bastidores do Planeta

O Aterrador Futuro dos EUA e do Mundo!

Posted at: 17:41, September 21, 2013 By Real Agenda

Aqueles que controlam o governo dos Estados Unidos estão fazendo algo grande.

O que se segue é um conjunto de evidências a partir de fontes convencionais, as quais serão listadas no final do artigo.

Então, vamos ligar os pontos para descobrir o que pode ser o futuro aterrorizante dos Estados Unidos e do Planeta.
A imagem unificada que você verá, uma vez que esses pontos estão conectados, será aterrorizante para algumas pessoas, especialmente para quem nunca foi exposto a este tipo de informação antes.

Assustar as pessoas, no entanto, não é o objetivo desta informação. O objetivo é motivá-lo a agir, e fazê-lo rapidamente, pois o tempo é curto. Mas isso só irá acontecer, se você entender o que está realmente em jogo.

Na última década, o governo dos EUA foi radicalmente transformado. Essas transformações começaram com a aprovação da Lei Patriota, que ocorreu durante a administração Bush. A transformação continuou sob o atual presidente, Barack H. Obama, que veio para consolidar ainda mais o trabalho de Bush, quando assinou o NDAA em 2012 e 2013.

O conteúdo dessas leis eram advertências ameaçadoras do que estava por vir, mas na época, para os americanos, as mudanças que estavam ocorrendo tiveram pouco efeito sobre suas vidas. Pelo menos, isso é o que eles pensavam.

Contagem regressiva para um futuro aterrorizante?

A introdução do Departamento de Segurança Interna e as novas políticas invasivas da TSA em aeroportos eram desconfortáveis, mas para a maioria da população não valia a pena resistir.

Ouvimos histórias que o governo ouvia conversas telefônicas das pessoas, e entrava nas casas sem mandado, mas tudo isso, acontecendo nos bastidores, realmente não afetava a população em geral.

Ocasionalmente, os principais meios de comunicação mencionaram a extraordinária rendição e tortura de suspeitos de terrorismo em prisões militares, e é claro que esses analistas políticos fizeram o possível para convencê-lo de que tudo isso foi justificado e necessário para sua segurança.

Em seguida, Obama veio com a cena de uma esperança promissora e mudança. Mas não demorou muito para ele começar a mostrar suas novas caras, como por exemplo, quando renovou o Patriot Act e desistiu de sua promessa de fechar Guantánamo.

Quando Obama assinou o NDAA dando aos militares o poder de prenderem qualquer pessoa, incluindo cidadãos norte-americanos, por tempo indeterminado e sem qualquer tipo de julgamento, e quando ele reivindicou o direito de matar cidadãos americanos sem julgamento dentro dos EUA ou no exterior, houve alguma indignação, mas essa indignação desapareceu quando novas manchetes puxaram suas atenções para longe.

Superficialmente, você pode ter olhado para essa cena e achar que nada disso iria afetar sua vida. Então você deixou de pensar nisso, simplesmente resolveu deixar pra lá, esquecer.

Mas se você estivesse prestando bastante atenção, teria notado que as coisas estavam, meticulosamente, mudando pouco à pouco. Câmeras estavam começando a aparecer em todos os lugares, a polícia começou a ser militarizada e drones começaram a patrulhar os céus no mundo inteiro, países começaram a adotar os drones usando várias e várias desculpas para fazê-lo. Mas, nos bastidores, algo ainda maior estava acontecendo.

Informações biométricas começaram a ser coletadas a partir de manifestantes não violentos quando eram presos, inclusive de todos os imigrantes que entravam no país, desde crianças em idade escolar sem a permissão dos pais, e até mesmo do público em geral, sem o seu próprio conhecimento.

O governo tem recolhido essas informações e as compilado ao maior banco de dados biométricos do mundo. Esta base de dados referida como NGI será on-line em 2014.

Essas leis e preparações têm vindo a construir os mecanismos para a polícia tornar um estado totalitário pedaço por pedaço do planeta. E agora eles estão tentando colocar as medidas finais no lugar.

A nova lei de imigração proposta, chamada de “Border Security Economic Opportunity and Immigration Modernization Act”, que está em debate, tem os dois elementos finais.

A primeira é a prestação de um banco de dados federal de emprego, em que todos os trabalhadores terão de ser aprovados para que consigam um emprego. Esse banco de dados vai se mesclar com outros bancos de dados do governo, à critério do Departamento de Segurança Interna. O DHS terá autoridade para aumentar unilateralmente os requisitos de identificação à vontade, e exigir que essas normas sejam aplicadas como uma condição de emprego.

O que isto significa é que, uma vez que isso esteja 100% implementado, o DHS decide através dos cartões de identificação, estes que devem conter informações de digitalização da íris ou impressões digitais (fronte ou mão direita), e você terá que dar a eles, caso contrário não terá permissão para trabalhar, comprar ou vender.

Mas, as implicações do banco de dados NGI, combinadas com o novo sistema de identificação vai muito além do local de trabalho.

Na lei de imigração há uma disposição para estabelecer um sistema de leitura biométrica em todos os aeroportos internacionais de chegadas e partidas. O sistema que se propõe a lançar ao longo dos próximos 6 anos é, inicialmente, apenas visando os imigrantes, para em seguida, começar a ser usado em todo o público. Então, a mudança não precisará sequer ser anunciada, porque graças a evolução da tecnologia biométrica, hoje permite que a identificação seja feita à distância.

Eles podem fazer isso com o software ligado às câmeras de segurança usando reconhecimento facial, scanners de íris infravermelho e até mesmo o ritmo de sua caminhada.

Identificação por padrões únicos de movimento, conhecido com reconhecimentos envolvidos, que deverá até ser usado nos drones.

Uma vez que o sistema de verificação biométrica está configurado em todos os portos de entrada e de saída, ligando tudo ao banco de dados NGI, câmeras de vigilância existentes e drones rastreiarão os movimentos dos cidadãos em qualquer lugar, e em todos os lugares, incluindo áreas de deserto.

Uma das características mais importantes de um estado policial é a criação de sistemas de controle de, quem pode entrar e quem pode sair. Tais sistemas são usados ​​frequentemente para evitar que os dissidentes políticos escapem. Isso é muitas vezes combinado com uma vigilância intensiva internamente tanto das comunicações e das atividades pessoais e à força policial brutal que opera acima da lei.

Nunca na história de qualquer ditadura no mundo, houve um sistema de monitoramento de vigilância tão sofisticado e poderoso como o que os Estados Unidos está prestes a concluir. Nunca.

Soviéticos tinham fronteiras elaboradas com duplo arame farpado, campos minados e torres de guarda, mas nada disso se compara a uma fronteira patrulhada por drones de alta tecnologia ligados ao maior banco de dados biométrico do mundo, com scanners biométricos em todos os pontos de entrada e saída.

Quando isso for concluído, eles verdadeiramente superarão George Orwell.

Abuso de poder

O governo nunca abusa do poder, não é?

Afinal, a América é o maior farol do mundo de esperança e liberdade, e a mídia somente lhes conta a verdade, não é mesmo?

Se você acha realmente isso, está totalmente, completamente e absolutamente enganado.

O fato de que o governo dos EUA já estabeleceu uma lista de no-fly maciço e secreto e o fato de que os ativistas anti-guerra já foram colocados na lista por razões políticas, deve ser considerado um sinal de alerta.

Em sua forma atual, já é impossível para os cidadãos descobrirem se o seu nome está ou não na lista, e não há nenhum processo para ter seu nome retirado da lista.

Então aqui está a verdadeira questão, você confia no governo dos EUA com esse poder todo?

Aliás, você confia no seu governo?

Você realmente acredita que seu principal objetivo é protegê-lo?

Se assim for, você realmente, de fato e conclusivamente, não tem mesmo prestado atenção.

Em 2013, nos foi dado um pequeno vislumbre do que está por vir para a América.

No caso Dorner tivemos um homem acusado de assassinato e condenado pela mídia como culpado. Esta condenação foi baseada em um manifesto apertado que ele supostamente havia escrito, embora não houvesse nenhuma evidência real de que Dorner tinha escrito o manifesto à todos.

Uma caçada nacional foi posta em movimento. Estradas completas foram bloqueadas e carros foram revistados, a polícia mudou de bairro em bairro, adentrando em centenas de casas sem mandado e drones foram acionados para caçá-lo. Uma vez que Dorner finalmente foi encontrado, a polícia intencionalmente colocou fogo no edifício onde ele estava supostamente escondido, em estilo Waco, queimando o homem até a morte.

A polícia inicialmente negou que ateou o fogo, mas depois eles foram forçados a admitir que tinham devido à uma gravação em áudio da própria polícia, que vazou para o público. Surpreendentemente, apesar de prova apontando para a polícia como quem ateou o fogo, nada aconteceu.

Ninguém na grande mídia ou o governo sequer piscou.

Então vimos o caso do atentado de Boston, onde dois suspeitos foram caçados com evidências igualmente tênues. Apesar de fotos dos eventos mostrarem um número grande de indivíduos que estavam claramente envolvidos, essas outras pessoas nunca foram mencionadas pelas autoridades ou os principais meios de comunicação. Toda a atenção foi colocada, como se já estivesse provado que os culpados eram os irmão Tsarnaev.

A caçada para capturar esses dois meninos foi sem precedentes. O DHS rolou pelas ruas com veículos blindados à nível militar, buscando de casa em casa, sem justificar absolutamente nada, instituindo uma forma improvisada de lei marcial, porque eles podem, têm esse poder.

Os irmãos Tsarnaev foram finalmente capturados e foram mostrados em imagens sendo presos, vivos e bem, mas mesmo assim, horas depois, ambos estavam cheios de tiros, cheio de parafusos.

O irmão mais velho morreu, o outro ficou incapaz de falar, e o governo e os meios de comunicação ficaram em silêncio.

E a história não termina aí, Ibrahim Todashev, um amigo do irmão de Tsarnaev foi brutalmente assassinado pelo FBI apenas algumas semanas mais tarde. Ele foi baleado seis vezes no corpo e uma vez na parte de trás da cabeça; assassinado em estilo de execução a sangue frio.

Todashev estava desarmado, mas os agentes afirmaram que ele atacou.

É difícil imaginar que um homem desarmado poderia fazer para merecer tantas balas e em principalmente, uma bala na parte de trás da cabeça.

Tudo isso cria um novo precedente na forma em que o governo dos EUA persegue suspeitos, com perseguições militarizadas, instituindo lei marcial, e atuando como juizes, júri e carrascos nas ruas, que se transformaram em campos de batalha.

Eles matam impunemente, com base em suas provas inexistentes, todos com o apoio de um tradicional circo da mídia que televisiona todo o evento para seu entretenimento.

Um documento do Departamento de Defesa, intitulado “Internment and Resettlement Operations”, também conhecido como FM3-39,40, vazou este ano revelando planos detalhados para o estabelecimento de campos de internamento militar dentro dos Estados Unidos.

O documento mostra claramente a coleção de números de segurança social, e significa que será usado para os cidadãos norte-americanos, ele ainda tem diagramas para três diferentes tipos de campos que estão para ser implementados. Esses diagramas mostram salas de interrogatório, torres de vigia espalhadas por todo lado e arames farpados duplos em torno dos acampamentos.

Cobrimos este documento em detalhes em nosso vídeo intitulado, “Leaked Document Military Internment Camps in U.S. to be used for political dissidents”.

Mas espere, tem mais! O Departamento de Segurança Interna passou recentemente por uma onda de compras de balas, compra de mais de 1,6 bilhão em apenas alguns meses. Após o sucesso da mídia em encobrir a grande compra, o DHS pediu mais balas. Uma grande porcentagem dessas balas são pontos ocos e chumbo grosso que não podem ser usadas ​​pelos militares.

É importante dizer que o DHS opera apenas no mercado interno.

O DHS afirma que essas balas serão utilizadas para fins de treinamento, mas qualquer um que entende alguma coisa sobre armas, sabe que não se usa pontos ocos para treinamento. Pontos ocos são muito mais caros do que FMJ. Além disso, esta é a munição oficial que os soldados norte-americanos têm usado na guerra.


Em paralelo tivemos o senador Coburn lançar um artigo sobre gastos desnecessários no DHS, na qual ele apontou um exercício de treinamento bizarro, onde o DHS praticava tiros em civis que foram disfarçados de zumbis. Coburn enfatizou o aspecto dos gastos, mas se você assistir as cenas reais e colocá-las todas dentro de um contexto, verá que o verdadeiro objetivo desses exercícios é muito mais preocupante.

Funcionários do DHS estão sendo condicionados a dispararem sobre civis desarmados. A maquiagem zumbi é apenas uma cortina de fumaça.

Acredite ou não, esta é apenas uma fração da evidência de que podemos apresentar aqui. Há muito mais que você vai encontrar se você fizer sua própria investigação.

Se esta é a primeira vez que você encontra esta informação, a realidade é que, se você olhar a partir de uma perspectiva histórica, verá que não há nada aqui que nós estejamos mostrando que seja incomum. Países escorregam em ditaduras totalitárias o tempo todo, vocês tem apenas sido condicionados a acreditarem que isso nunca poderá acontecer na América.

Mas não só pode acontecer na América, como já está acontecendo, está acontecendo agora e será no mundo todo.

Há três maneiras de lidar com o que você acabou de ler. Um, você pode fingir que tudo isso é uma teoria da conspiração de caras que usam chapéu de papel alumínio. Mas para fazer isso você vai ter que ignorar a própria razão e a extensa documentação dada a partir de fontes convencionais, ou seja, da própria mídia tradicional que todos sabemos que é controlada. Alguns podem chamar isso de ceticismo, mas um termo mais preciso é a ignorância intencional.

A opção número dois é se acovardar, tentar se esconder e fazer tudo que puder para evitar o rastreamento e a atenção do governo.

A opção número três é que você pode lutar para parar com isso. Recordar que este é apenas o plano daqueles poucos que controlam o planeta, mas não necessariamente deve ser esse o destino que precisa chegar.

Os poderes têm um calcanhar de Aquiles, e é aí que devemos aplicar. Estes oficiais do DHS são pessoas comuns, a polícia, os soldados. A maioria deles não são maus, eles são apenas mal informados, sofreram uma lavagem cerebral por sua formação. Você pode alcançá-los, fazer amizade com eles e mostrar-lhes esta informação.

Você pode chegar a polícia e aos militares, até mesmo os veteranos. Fazê-los entender o que está por vir. Fazê-los perceber que eles foram enganados, que eles estão sendo usados ​​para destruir seu próprio país, seu próprio planeta e a si mesmos, está sendo feita uma indução inconsciente à auto-destruição. Se os poderes perderem o controle de seus braços, será game over para esses criminosos.

Agora você pode não conhecer ninguém nas forças armadas, mas você ainda pode ajudar a compartilhar esta mensagem a tantas pessoas quanto possível. O caminho atual para um estado totalitário nos Estados Unidos será lançado no resto do mundo ocidental mais cedo ou mais tarde, se ninguém agir depois de conhecer essa informação.

Compartilhe, publique este artigo no Facebook, Twitter, em seu blog ou onde for, tente alcançar o máximo número de pessoas. Compartilhe com seus amigos via e-mail. Faça o download do vídeo que acompanha postado abaixo, consiga alguém para traduzir e legendá-lo, compartilhe, faça DVDs para as pessoas que você conhece, pois o assunto é seríssimo e de máxima urgência. Quanto mais pessoas você atingir, o mais provável é que cheguemos a alguém que esteja na cadeia de comando, e está em uma posição para ajudar a parar isso.

Este artigo é uma adaptação da transcrição do vídeo postado abaixo. Ele foi republicado na agenda real mediante solicitação feita por StormCloudsGathering.com com o único propósito de fornecer uma versão escrita das informações prestadas em seu vídeo.




Link do vídeo e as fontes mencionadas, abaixo!

NDAA 2013 passes with indefinite detention still intact:
http://rt.com/usa/news/ndaa-indefinit…

The Patriot Act
http://thepage.time.com/2011/02/15/ho…
http://edition.cnn.com/2005/POLITICS/…

Obama extends Patriot Act:
http://www.huffingtonpost.com/2011/05…

Widespread abuse of Patriot Act:
http://www.aclu.org/national-security…

Obama tries to hide information regarding rape and sexual abuse in Abu Ghraib:
http://www.telegraph.co.uk/news/world…

Obama’s kill list:
http://www.nytimes.com/2012/05/29/wor…

FBI finalizing its NGI Biometrics Database:
http://www.fbi.gov/about-us/cjis/fing…

Biometrics at departures:
http://www.usatoday.com/story/news/po…
http://rt.com/usa/us-foreigners-leave…

People placed on no-fly list for political reasons:
http://www.sfgate.com/politics/articl…
http://www.aclu.org/blog/national-sec…

Drones used to hunt Dorner:
http://now.msn.com/christopher-dorner…

Dorner fire set intentionally:
http://www.huffingtonpost.com/2013/02…

The police finally admit it:
http://latimesblogs.latimes.com/lanow…

Leaked Document: Government setting up military detention centers for Activists:
http://www.youtube.com/watch?v=FfkZ1y…

FBI Murdered Todashev execution style:
http://www.usnews.com/news/newsgram/a…
http://rt.com/news/todashev-head-shot…

Senator Coburn points out the DHS “zombie” training exercise as wasteful:
http://www.coburn.senate.gov/public/i…

But if you actually watch it it’s much more disturbing:
http://stormcloudsgathering.com/dhs-t…

Yes this really happened (details about the exercise):
http://washingtonexaminer.com/your-ta…

Police admit Dorner fire was set on purpose:
http://latimesblogs.latimes.com/lanow…

DHS buying billions of bullets (links to some of the purchase orders):
450 million rounds purchased by DHS earlier this year:
http://www.upi.com/Business_News/Secu…

Purchase order for additional 750 million rounds of ammunition
https://www.fbo.gov/index?s=opportuni…

DHS buys even more bullets:
https://www.fbo.gov/index?s=opportuni…
http://news.investors.com/ibd-editori…

Iris scanning from a distance:
http://arstechnica.com/business/2012/…



Fonte: Real Agenda , Os Bastidores do Planeta

Posted at: By Michel Chossudovsky

Afeganistão é uma guerra para lucros financeiros sendo uma guerra para recursos naturais

Os Estados Unidos e a OTAN invadiram o Afeganistão a mais de treze anos atrás, em outubro de 2001.

O Afeganistão é definido como um estado financiador de terrorismo.

A guerra do Afeganistão continua a ser apresentada como uma guerra de retribuição, uma guerra em resposta aos ataques de 11 de setembro de 2001, – 9/11na denominação americana..

Esse artigo, primeiramente publicado em junho de 2010, mostra os “verdadeiros motivos econômicos”, a verdadeira razão pela qual as forças EUA-OTAN invadiram o Afeganistão nas águas de 9/11.

O argumento legal que foi usado por Washington e OTAN para invadir e ocupar o Afeganistão abaixo da “doutrina da segurança coletiva” foi que o ataque de 11 de setembro de 2001 constituia um “ataque armado” não declarado “vindo do estrangeiro” por um não denominado “poder estrangeiro” – esse sendo nominadamente então, o Afeganistão.

EUA-OTAN estão agora se preparando para garantir uma presença militar permanente no país.

Os bombardeamentos e a invasão do Afeganistão em 2001 foram apresentados para a opinião pública mundial como uma “Guerra Justa”, uma guerra contra os Talibãs e a Al Qaeda, uma guerra para eliminar o “terrorismo islâmico” e para se instalar então lá uma democracia tipo ocidental.

As dimensões econômicas da “Guerra Global ao Terrorismo”, GWOT na sigla inglesa são raramente mencionadas. A “campanha contra terrorismo” serviu para obscurecer os objetivos reais da guerra EUA-OTAN.

A guerra no Afeganistão faz parte de uma agenda que é motivada pela procura de lucros: uma guerra de conquista econômica e de pilhagem, ou seja de roubo. “Uma guerra para recursos naturais.

Conquanto Afeganistão seja reconhecido como uma nave estratégica na Ásia Central, fazendo fronteira com a ex- União Soviética, a China e o Irã e localizado nas encruzilhadas das rotas dos gás-e-petrodutos e das principais reservas dos mesmos, assim como das enormes riquezas minerais e das ainda não utilizadas reservas de gás e petróleo, as suas riquezas até junho de 2010 eram completamente desconhecidas do público americano.

De acordo com um relatório conjunto do Pentágono, da “US Geological Survey” (USGS) e da USAID, foi agora que no Afeganistão encontraram-se as “préviamente desconhecidas” e não utilizadas reservas minerais, estimadas autoritativamente na ordem de $ 1 trilhão de dólares – (New York Times, U.S. Identifies Vast Mineral Riches in Afghanistan - NYTimes.com, 14 de Junho de 2010. Veja também BBC, 14 de junho de 2010.

“Os depósitos préviamente desconhecidos” – incluindo-se aqui enormas veias de ferro, cobre, cobolto, ouro e metais de importância crítica para a indústria, como o lithium – são tão grandes e incluem tantos minerais que são indispensáveis para a indústria moderna que Afeganistão poderia acabar se transformando num dos mais importantes centros de mineração do mundo, acreditam oficiais dos Estados Unidos.

Num memorandum interno do Pentágono, por exemplo, afirmava-se que o Afeganistão poderia se tornar na “Arábia Saudita do lithium.” Lithium é uma matéria prima chave na manufatura de baterias para computadores, assim como para celulares “BlackBerrys”.

A grande escala da riqueza mineral do Afeganistão teria sido descoberta por um pequeno time de oficiais do Pentágono e de geologistas americanos. O governo afegão e o presidente Hamid Karzai teriam sido recentemente informados, disse um oficial americano.

Conquanto se possa tomar muitos anos para se desenvolver uma indústria de mineração, o potencial aqui é tão grande que oficiais e executivos dessa indústria acreditam que isso poderia atrair investimento pesado mesmo antes de que essas minas estivessem dando lucro. Isso também daria possibilidades de emprego o que poderia desviar as atenções para longe de guerras por generações.

“Há um potencial espantoso aqui,” o General David H. Petraeus, comandante do Comando Central dos Estados Unidos [na ocasião], disse que… “Existe aqui muitos “se for o caso” naturalmente, mas eu acho que o potencial é enorme.”

O valor dos depósitos minerais recentemente descobertos definha, em comparação, a dimensão atual da economia afegã, economia essa encharcada na lama da guerra. A economia está básicamente sendo sustentada pela produção do ópio, assim como pelo tráfico de narcóticos além das ajudas financeiras dos Estados Unidos e de outros países industrializados. O produto interno bruto do Afeganistão, o PIB é de sómente cerca de $ 12 bilhões de dólares.

“Isso virá a ser a coluna mestra da economia afegã,” disse Jalil Jumriany, um conselheiro do ministro de minas do Afeganistão. (New York Times, op.cit.)

De acordo com o New York Times o Afeganistão poderia se tornar na “Arábia Saudita do lithium”. “Lithium está se tornando cada vez mais num recurso essencial. Ele é usado em baterias para tudo, desde celulares a laptops sendo também um produto chave quanto ao futuro dos carros elétricos. Atualmente o Chile, a Austrália, a China e a Argentina são os maiores fornecedores de lithium no mercado internacional. Bolívia e Chile são os países com as maiores reservas conhecidas de lithium. O Pentágono vem conduzindo pesquisas de base no oeste do Afeganistão. “Oficiais do Pentágono disseram que as análises preliminares numa localidade da província de Ghazni mostrava um potencial de lithium tão grandes como os da Bolívia” (U.S. identifica Vasta Riqueza Mineral no Afeganistão – NYTTimes.com, 14 de junho de 2010, veja também Lithium – Wikipedia) – ((U.S. Identifies Vast Mineral Riches in Afghanistan – NYTimes.com, June 14, 2010, see also Lithium – Wikipedia, the free encyclopedia)

“Préviamente Desconhecidos Depósitos” de Minerais no Afeganistão

A “avaliação” do Pentágono de quase um trilhão de dólares quanto aos “préviamente desconhecidos depósitos” é uma útil cortina de fumaça. Essa soma de um trilhão de dólares é mais tirada do ar do que uma real avaliação. “Nós olhamos para o que sabíamos que estaria lá e perguntamos o que isso valeria em termos de dólares, hoje em dia. A soma de um trilhão de dólares não nos pareceu ser material de notícias.” (The Sunday Times, London, 15 de junho de 2010, ênfases acrescentadas)

Ainda mais, os resultados das pesquisas da “US Geological Survey” (citada acima de quando do memorandum do Pentágono) a respeito da riqueza dos minerais raros e comuns no Afeganistão tinha sido revelada três anos antes, numa Conferência organizada pela Câmara do Comércio Afegã-Americana, em 2007. O assunto da riqueza mineral do Afeganistão não foi compreendido como um assunto de valor, na ocasião.

A declaração da Administração dos Estados Unidos de que tinha ficado sabendo das riquezas minerais do Afeganistão pela primeria vez através da apresentação do relatório da USGS, em 2007, é óbviamente uma invenção, ou seja, uma mentira. A riqueza mineral e energética do Afeganistão (incluindo gás) era conhecida tanto pela elite econômica-financeira americana quanto pelo governo dos Estados Unidos, e isso já de antes da guerra Soviet-Afghan (1979-1988).

Pesquisas geológicas conduzidas pela União Soviétcia nos anos setenta e no começo dos anos oitenta confirmavam a existência de grandes reservas de cobre (entre as maiores da Eurásia), ferro, alto-grado minério de cromo, urânio, berilo, chumbo, zinco, flúor, bauxite, lithium, tantalum, esmeraldas, ouro e prata. (Afghanistan, Mining Annual Review, The Mining Journal, June, 1984). Essas pesquisas sugerem que o valor atual dessas reservas poderia ser potencialmente muito maior do que a “avaliação” dada pelo estudo do Pentágono-USCG-USAID.

Mais recentemente, num relatório de 2002, o Kremlin (na Rússia) confirmou o que já era conhecido: “Não é segredo que o Afeganistão tenha ricas reservas, especialmente reservas de cobre no depósito de Aynak, de minério de ferro em Khojagek, além de urânio e poli-metálico minério assim como de petróleo e gás,” (RIA Novosti, 6 de janeiro de 2002):

“Afeganistão nunca foi colônia de ninguém – estrangeiros nunca aqui vieram a tudo absorver e consumir antes dos anos de 1950 .” Os minerais encontram-se junto as montanhas do Hindu Kush que abrangem, conjuntamente com as colinas aos pés das suas montanhas, uma vasta área do Afeganistão. Nos últimos 40 anos, várias dezenas de depósitos foram descobertos no Afeganistão e a maioria dessas descobertas foram sensacionais. Entretanto elas foram mantidas em segredo, mas mesmo assim, certos fatos vieram recentemente a tona.

Mostrou-se que o Afeganistão tinha reservas de metais ferrosos e não ferrosos assim como de pedras preciosas que, se exploradas, poderiam provavelmente dar lucros superiores aos da indústria de drogas. Diz-se que o depósito de cobre em Aynak, na província de Helmand no sul do Afeganistão, seria o maior do continente da Eurásia, sendo que a sua localização (a 40 km de Kabul) faria com que o mesmo fosse barato a desenvolver. O depósito de minério de ferro em Hajigak, na central província de Bamian, rende um minério de uma extraordinária alta qualidade. Essas reservas são avaliadas em 500m toneladas (medida US/Canadá). Um depósito de carvão de pedra também foi descoberto não longe de lá.

Fala-se do Afeganistão como um país de trânsito para gás-e petróleo. Entretanto sómente muito poucas pessoas sabem que foram os especialistas da União Soviética que descobriram enormes reservas de gás no Afeganistão nos anos sessenta, construindo então lá o primeiro gasoduto no país para fornecer gás ao Uzbekistão. Nesse tempo a União Soviética costumava receber anualmente 2.5bn de metros cúbicos (medida US/Canadá) do gás afegão. Durante esse mesmo período grandes depósitos de ouro, fluor, baryte e mármore onyx com padrões muito raros foram descobertos.

Entretanto, os campos de pegmatite (denominação em inglês) ao leste de Kabul são realmente uma sensação. Rubís, berilium, esmeraldas e kunzites e hiddenites – os quais não se encontram em nenhum outro lugar – tem aqui os seus depósitos dessas pedras preciosas extendendo-se por centenas de quilômetros. Tem-se então também as rochas e rochedos que contém raros metais como berilium, thorium, lithium e tantalum, os quais são de importância estratégica uma vez que são usados na construção de naves espaciais.

A guerra vale a pena…. (Olga Borisova, “Afghanistan – the Emerald Country”, [Olga Borisova, “Afeganistão – o País das Esmeraldas”] Karavan, Almaty, original Russian, traduzido [ao inglês] pela BBC News Service, 26 de abril de 2002. p.10, ênfases acrescentada)

Conquanto a opinião pública seja alimentada com imagens de um país em desenvolvimento devastado pela guerra, a realidade é muito simplesmente, outra: Afeganistão é um país rico como foi confirmado pelas pesquisas geológicas da era soviética.

A declaração “depósitos préviamente desconhecidos” é uma falsificação. Ela exclui a vasta riqueza mineral do Afeganistão como motivo de guerra (a justifiable casus belli). Essa declaração apresenta o Pentágono como só recentemente consciente de que o Afeganistão encontrava-se entre as mais ricas economias de minerais do mundo, comparável com a República Democrática do Congo ou a ex-Zaire, da era de Mobutu. Os relatórios geopolíticos da União Soviética eram conhecidos.

Durante a guerra fria, toda essa informação era conhecida em detalhe:

…A extensiva exploração soviética produziu supérbos mapas geológicos e relatórios que enlistavam mais do que 1.4000 outcroppings de minerais [possíveis minerações ?] ao lado de aproximadamente 70 depósitos commercialmente viáveis... A União Soviética colocou a seguir mais de $ 650 milhões de dólares para a exploração e desenvolvimento desses recursos, com projetos que incluiam uma refinaderia de petróleo capaz de produzir meio-milhão de toneladas anualmente, assim como um complexo para fundição do depósito de Ainak, depósito esse que deveria ter produzido 1.5 milhões de toneladas de cobre por ano. Nas águas da retirada dos soviéticos uma análise do Banco Mundial dizia que só a produção de cobre de Ainak poderia vir a tomar cerca de 2% do mercado mundial. O país é também abençoado com massivos depósitos, por ex. os de carvão. O depósito de ferro do Hajigak, na cadeia de montanhas do Hindu Kush, no oeste de Kabul, é avaliado como um dos maiores depósitos de alto-nível do mundo. (John C.K.Daly, Analysis: Afghanistan´s untapped energy, UPI Energy, 24 de outubro de 2008, ênfases acrescentadas)

O Gas Natural do Afeganistão

O Afeganistão é uma ponte terrestre. A invasão e a ocupação do Afeganistão em 2001, dirigida pelos Estados Unidos, foi analisada pelos críticos da política exterior dos Estados Unidos como um meio de assegurar controle sobre o estratégico corredor de transporte trans-Afegão, o qual une a bacia do Mar Cáspio com o Mar Árabe.

Vários projetos (trans-Afghan) de gás-e-petrodutos foram contemplados. Inclui-se aqui o projetado gás-e-petroduto TAPI (Turkmenistão, Afeganistão, Paquistão, Índia) no valor de $8 bilhões de dólares. Esse projeto abrangeria 1.900 km, devendo transportar gás natural do Turkmenistão através do Afeganistão, no que é descrito como um “crucial corredor de trânsito”. (Veja Gary Olson, Afeganistão nunca foi a “justa e necessária guerra”, é sobre o controle do petróleo – Afghanistan has never been the ‘good and necessary’ war; it’s about control of oil, The Morning Call, 1 de outubro de 2009).

A escalação militar abaixo da prolongada guerra Af-Pak relata-se ao gás-epetroduto da TAPI. Turkmenistão tem a terceira maior reserva de gás natural estando, então, depois da Rússia e do Irã. O controle estratégico das rotas de transporte saindo do Turkmenistão tem sido parte da agenda de Washington desde o colápso da União Soviética, em 1991.

O que tem sido raramente contemplado na geopolítica dos dutos energéticos entretanto, é que o Afeganistão está não só adjacente a países ricos em petróleo e gás natural (por ex. Turkmenistão), ele também tem no seu próprio território grandes, ainda não utilizadas, reservas de gás natural, carvão e petróleo. Avaliações soviéticas dos anos setenta põe as “exploradas” (provadas e prováveis) reservas de gás a cerca de 5 trilliões cúbicos – feet (medida US/ Canadá). A reserva inicial Hodja-Gugerdag, foi colocada a pouco mais que 2 tcf (trilliões cúbicos – feet) (Veja The Soviet Union to retain influence in Afghanistan, Oil & Gas Journal, 2 de maio de 1988).

A Administração da Informação Energética dos Estados Unidos – EIA, US Energy Information Administration, reconheceu em 2008 que as reservas de gás natural do Afeganistão eram “substanciais”:

“Como o norte do Afeganistão é uma extensão sul da Ásia Central numa região altamente fertil e produtiva – propensa ao gás natural – Bacia Amu Darya,´ Afeganistão tem comprovadas, prováveis e possíveis reservas de gás natural de cerca de 5 trilhões cúbicos – feet.´ UPI, John C.K. Daly, Analysis: Afghanistan´s untapped energy, 24 de outubro de 2008)

Desde o começo da guerra Soviet-Afghan de 1979, o objetivo de Washington tem sido o de manter a sua posição na Ásia Central.

O Comércio “Golden Crescent” da Droga

A encoberta guerra dos Estados Unidos, nominadamente a de apoiar os “Guerreiros Santos” (alias Al Qaeda) estava dirigida para o desenvolvimento do Comércio Golden Crescente de ópio, que foi usado pelos serviços de inteligência americanos para financiar a insurgência dirigida contra os soviéticos.1

Instalado já no começo da guerra Soviet-Afghan e protegido pela CIA, o comércio de drogas e narcóticos desenvolveu-se ao longo dos anos numa incumbência alto-lucrativa de muitos-bilhões de dólares. Era mesmo a pedra fundamental da encoberta guerra americana no período dos anos oitenta. Hoje, abaixo da ocupação militar US-OTAN, o comércio de drogas dá um lucro, de dinheiro em espécie, nos mercados do ocidente superiores a $200 bilhões de dólares ao ano. [Michel Chossudovsky, A Guerra da América ao Terrorismo; e Heroína é “Boa para a sua Saúde”: As Forças de Ocupação apoiam o angócio Afegão de Narcóticos]- ( See Michel Chossudovsky, America’s War on Terrorism, Global Research, Montreal, 2005, see also Michel Chossudovsky, Heroin is “Good for Your Health”: Occupation Forces support Afghan Narcotics Trade, Global Research, April 29, 2007)

Em direção a uma economia de pilhagem

A mídia norte-americana tem apresentado – em coro – a “recente descoberta” da riqueza mineral do Afeganistão como “uma solução” para o desenvolvimento da economia devastada pela guerra do país, assim como um meio de eliminar a pobreza.

[Na realidade] A invasão e a ocupação US-OTAN de 2001 pôs o cenário para as apropriações ocidentais através dos conglomerados [multinacionais] de minas-e-energia

A guerra no Afeganistão é uma guerra motivada pelo lucro – uma guerra para recursos naturais

Abaixo da ocupação dos Estados Unidos e seus aliados, a riqueza mineral do Afeganistão está sendo preparada para ser pilhada por um pequeno grupo de conglomerados multinacionais de mineração, e isso tão depressa que o país tiver ficado manso para tanto..

De acordo com Olga Barisova, que escreveu nos meses a seguir a invasão de outubro de 2001, a “Guerra ao Terrorismo”, dirigida pelos Estados Unidos, será transformada numa diretiva colonial para influenciar um país fabulosamente rico. (Borisova, op cit)

– [According to Olga Borisova, writing in the months following the October 2001 invasion, the US-led “war on terrorism [will be transformed] into a colonial policy of influencing a fabulously wealthy country.” (Borisova, op cit).]

Parte da agenda US-OTAN é finalmente o de se apoderar das reservas de gás e de impeder o desenvolvimento dos interesses competidores vindo da Rússia, do Irã, e da China no Afeganistão.

Fonte: Real Agenda

A guerra do Afeganistão vale a luta”: Afeganistão e suas vastas reservas minerais e de gás natural

Posted at: By Michel Chossudovsky

Afeganistão é uma guerra para lucros financeiros sendo uma guerra para recursos naturais

Os Estados Unidos e a OTAN invadiram o Afeganistão a mais de treze anos atrás, em outubro de 2001.

O Afeganistão é definido como um estado financiador de terrorismo.

A guerra do Afeganistão continua a ser apresentada como uma guerra de retribuição, uma guerra em resposta aos ataques de 11 de setembro de 2001, – 9/11na denominação americana..

Esse artigo, primeiramente publicado em junho de 2010, mostra os “verdadeiros motivos econômicos”, a verdadeira razão pela qual as forças EUA-OTAN invadiram o Afeganistão nas águas de 9/11.

O argumento legal que foi usado por Washington e OTAN para invadir e ocupar o Afeganistão abaixo da “doutrina da segurança coletiva” foi que o ataque de 11 de setembro de 2001 constituia um “ataque armado” não declarado “vindo do estrangeiro” por um não denominado “poder estrangeiro” – esse sendo nominadamente então, o Afeganistão.

EUA-OTAN estão agora se preparando para garantir uma presença militar permanente no país.

Os bombardeamentos e a invasão do Afeganistão em 2001 foram apresentados para a opinião pública mundial como uma “Guerra Justa”, uma guerra contra os Talibãs e a Al Qaeda, uma guerra para eliminar o “terrorismo islâmico” e para se instalar então lá uma democracia tipo ocidental.

As dimensões econômicas da “Guerra Global ao Terrorismo”, GWOT na sigla inglesa são raramente mencionadas. A “campanha contra terrorismo” serviu para obscurecer os objetivos reais da guerra EUA-OTAN.

A guerra no Afeganistão faz parte de uma agenda que é motivada pela procura de lucros: uma guerra de conquista econômica e de pilhagem, ou seja de roubo. “Uma guerra para recursos naturais.

Conquanto Afeganistão seja reconhecido como uma nave estratégica na Ásia Central, fazendo fronteira com a ex- União Soviética, a China e o Irã e localizado nas encruzilhadas das rotas dos gás-e-petrodutos e das principais reservas dos mesmos, assim como das enormes riquezas minerais e das ainda não utilizadas reservas de gás e petróleo, as suas riquezas até junho de 2010 eram completamente desconhecidas do público americano.

De acordo com um relatório conjunto do Pentágono, da “US Geological Survey” (USGS) e da USAID, foi agora que no Afeganistão encontraram-se as “préviamente desconhecidas” e não utilizadas reservas minerais, estimadas autoritativamente na ordem de $ 1 trilhão de dólares – (New York Times, U.S. Identifies Vast Mineral Riches in Afghanistan - NYTimes.com, 14 de Junho de 2010. Veja também BBC, 14 de junho de 2010.

“Os depósitos préviamente desconhecidos” – incluindo-se aqui enormas veias de ferro, cobre, cobolto, ouro e metais de importância crítica para a indústria, como o lithium – são tão grandes e incluem tantos minerais que são indispensáveis para a indústria moderna que Afeganistão poderia acabar se transformando num dos mais importantes centros de mineração do mundo, acreditam oficiais dos Estados Unidos.

Num memorandum interno do Pentágono, por exemplo, afirmava-se que o Afeganistão poderia se tornar na “Arábia Saudita do lithium.” Lithium é uma matéria prima chave na manufatura de baterias para computadores, assim como para celulares “BlackBerrys”.

A grande escala da riqueza mineral do Afeganistão teria sido descoberta por um pequeno time de oficiais do Pentágono e de geologistas americanos. O governo afegão e o presidente Hamid Karzai teriam sido recentemente informados, disse um oficial americano.

Conquanto se possa tomar muitos anos para se desenvolver uma indústria de mineração, o potencial aqui é tão grande que oficiais e executivos dessa indústria acreditam que isso poderia atrair investimento pesado mesmo antes de que essas minas estivessem dando lucro. Isso também daria possibilidades de emprego o que poderia desviar as atenções para longe de guerras por generações.

“Há um potencial espantoso aqui,” o General David H. Petraeus, comandante do Comando Central dos Estados Unidos [na ocasião], disse que… “Existe aqui muitos “se for o caso” naturalmente, mas eu acho que o potencial é enorme.”

O valor dos depósitos minerais recentemente descobertos definha, em comparação, a dimensão atual da economia afegã, economia essa encharcada na lama da guerra. A economia está básicamente sendo sustentada pela produção do ópio, assim como pelo tráfico de narcóticos além das ajudas financeiras dos Estados Unidos e de outros países industrializados. O produto interno bruto do Afeganistão, o PIB é de sómente cerca de $ 12 bilhões de dólares.

“Isso virá a ser a coluna mestra da economia afegã,” disse Jalil Jumriany, um conselheiro do ministro de minas do Afeganistão. (New York Times, op.cit.)

De acordo com o New York Times o Afeganistão poderia se tornar na “Arábia Saudita do lithium”. “Lithium está se tornando cada vez mais num recurso essencial. Ele é usado em baterias para tudo, desde celulares a laptops sendo também um produto chave quanto ao futuro dos carros elétricos. Atualmente o Chile, a Austrália, a China e a Argentina são os maiores fornecedores de lithium no mercado internacional. Bolívia e Chile são os países com as maiores reservas conhecidas de lithium. O Pentágono vem conduzindo pesquisas de base no oeste do Afeganistão. “Oficiais do Pentágono disseram que as análises preliminares numa localidade da província de Ghazni mostrava um potencial de lithium tão grandes como os da Bolívia” (U.S. identifica Vasta Riqueza Mineral no Afeganistão – NYTTimes.com, 14 de junho de 2010, veja também Lithium – Wikipedia) – ((U.S. Identifies Vast Mineral Riches in Afghanistan – NYTimes.com, June 14, 2010, see also Lithium – Wikipedia, the free encyclopedia)

“Préviamente Desconhecidos Depósitos” de Minerais no Afeganistão

A “avaliação” do Pentágono de quase um trilhão de dólares quanto aos “préviamente desconhecidos depósitos” é uma útil cortina de fumaça. Essa soma de um trilhão de dólares é mais tirada do ar do que uma real avaliação. “Nós olhamos para o que sabíamos que estaria lá e perguntamos o que isso valeria em termos de dólares, hoje em dia. A soma de um trilhão de dólares não nos pareceu ser material de notícias.” (The Sunday Times, London, 15 de junho de 2010, ênfases acrescentadas)

Ainda mais, os resultados das pesquisas da “US Geological Survey” (citada acima de quando do memorandum do Pentágono) a respeito da riqueza dos minerais raros e comuns no Afeganistão tinha sido revelada três anos antes, numa Conferência organizada pela Câmara do Comércio Afegã-Americana, em 2007. O assunto da riqueza mineral do Afeganistão não foi compreendido como um assunto de valor, na ocasião.

A declaração da Administração dos Estados Unidos de que tinha ficado sabendo das riquezas minerais do Afeganistão pela primeria vez através da apresentação do relatório da USGS, em 2007, é óbviamente uma invenção, ou seja, uma mentira. A riqueza mineral e energética do Afeganistão (incluindo gás) era conhecida tanto pela elite econômica-financeira americana quanto pelo governo dos Estados Unidos, e isso já de antes da guerra Soviet-Afghan (1979-1988).

Pesquisas geológicas conduzidas pela União Soviétcia nos anos setenta e no começo dos anos oitenta confirmavam a existência de grandes reservas de cobre (entre as maiores da Eurásia), ferro, alto-grado minério de cromo, urânio, berilo, chumbo, zinco, flúor, bauxite, lithium, tantalum, esmeraldas, ouro e prata. (Afghanistan, Mining Annual Review, The Mining Journal, June, 1984). Essas pesquisas sugerem que o valor atual dessas reservas poderia ser potencialmente muito maior do que a “avaliação” dada pelo estudo do Pentágono-USCG-USAID.

Mais recentemente, num relatório de 2002, o Kremlin (na Rússia) confirmou o que já era conhecido: “Não é segredo que o Afeganistão tenha ricas reservas, especialmente reservas de cobre no depósito de Aynak, de minério de ferro em Khojagek, além de urânio e poli-metálico minério assim como de petróleo e gás,” (RIA Novosti, 6 de janeiro de 2002):

“Afeganistão nunca foi colônia de ninguém – estrangeiros nunca aqui vieram a tudo absorver e consumir antes dos anos de 1950 .” Os minerais encontram-se junto as montanhas do Hindu Kush que abrangem, conjuntamente com as colinas aos pés das suas montanhas, uma vasta área do Afeganistão. Nos últimos 40 anos, várias dezenas de depósitos foram descobertos no Afeganistão e a maioria dessas descobertas foram sensacionais. Entretanto elas foram mantidas em segredo, mas mesmo assim, certos fatos vieram recentemente a tona.

Mostrou-se que o Afeganistão tinha reservas de metais ferrosos e não ferrosos assim como de pedras preciosas que, se exploradas, poderiam provavelmente dar lucros superiores aos da indústria de drogas. Diz-se que o depósito de cobre em Aynak, na província de Helmand no sul do Afeganistão, seria o maior do continente da Eurásia, sendo que a sua localização (a 40 km de Kabul) faria com que o mesmo fosse barato a desenvolver. O depósito de minério de ferro em Hajigak, na central província de Bamian, rende um minério de uma extraordinária alta qualidade. Essas reservas são avaliadas em 500m toneladas (medida US/Canadá). Um depósito de carvão de pedra também foi descoberto não longe de lá.

Fala-se do Afeganistão como um país de trânsito para gás-e petróleo. Entretanto sómente muito poucas pessoas sabem que foram os especialistas da União Soviética que descobriram enormes reservas de gás no Afeganistão nos anos sessenta, construindo então lá o primeiro gasoduto no país para fornecer gás ao Uzbekistão. Nesse tempo a União Soviética costumava receber anualmente 2.5bn de metros cúbicos (medida US/Canadá) do gás afegão. Durante esse mesmo período grandes depósitos de ouro, fluor, baryte e mármore onyx com padrões muito raros foram descobertos.

Entretanto, os campos de pegmatite (denominação em inglês) ao leste de Kabul são realmente uma sensação. Rubís, berilium, esmeraldas e kunzites e hiddenites – os quais não se encontram em nenhum outro lugar – tem aqui os seus depósitos dessas pedras preciosas extendendo-se por centenas de quilômetros. Tem-se então também as rochas e rochedos que contém raros metais como berilium, thorium, lithium e tantalum, os quais são de importância estratégica uma vez que são usados na construção de naves espaciais.

A guerra vale a pena…. (Olga Borisova, “Afghanistan – the Emerald Country”, [Olga Borisova, “Afeganistão – o País das Esmeraldas”] Karavan, Almaty, original Russian, traduzido [ao inglês] pela BBC News Service, 26 de abril de 2002. p.10, ênfases acrescentada)

Conquanto a opinião pública seja alimentada com imagens de um país em desenvolvimento devastado pela guerra, a realidade é muito simplesmente, outra: Afeganistão é um país rico como foi confirmado pelas pesquisas geológicas da era soviética.

A declaração “depósitos préviamente desconhecidos” é uma falsificação. Ela exclui a vasta riqueza mineral do Afeganistão como motivo de guerra (a justifiable casus belli). Essa declaração apresenta o Pentágono como só recentemente consciente de que o Afeganistão encontrava-se entre as mais ricas economias de minerais do mundo, comparável com a República Democrática do Congo ou a ex-Zaire, da era de Mobutu. Os relatórios geopolíticos da União Soviética eram conhecidos.

Durante a guerra fria, toda essa informação era conhecida em detalhe:

…A extensiva exploração soviética produziu supérbos mapas geológicos e relatórios que enlistavam mais do que 1.4000 outcroppings de minerais [possíveis minerações ?] ao lado de aproximadamente 70 depósitos commercialmente viáveis... A União Soviética colocou a seguir mais de $ 650 milhões de dólares para a exploração e desenvolvimento desses recursos, com projetos que incluiam uma refinaderia de petróleo capaz de produzir meio-milhão de toneladas anualmente, assim como um complexo para fundição do depósito de Ainak, depósito esse que deveria ter produzido 1.5 milhões de toneladas de cobre por ano. Nas águas da retirada dos soviéticos uma análise do Banco Mundial dizia que só a produção de cobre de Ainak poderia vir a tomar cerca de 2% do mercado mundial. O país é também abençoado com massivos depósitos, por ex. os de carvão. O depósito de ferro do Hajigak, na cadeia de montanhas do Hindu Kush, no oeste de Kabul, é avaliado como um dos maiores depósitos de alto-nível do mundo. (John C.K.Daly, Analysis: Afghanistan´s untapped energy, UPI Energy, 24 de outubro de 2008, ênfases acrescentadas)

O Gas Natural do Afeganistão

O Afeganistão é uma ponte terrestre. A invasão e a ocupação do Afeganistão em 2001, dirigida pelos Estados Unidos, foi analisada pelos críticos da política exterior dos Estados Unidos como um meio de assegurar controle sobre o estratégico corredor de transporte trans-Afegão, o qual une a bacia do Mar Cáspio com o Mar Árabe.

Vários projetos (trans-Afghan) de gás-e-petrodutos foram contemplados. Inclui-se aqui o projetado gás-e-petroduto TAPI (Turkmenistão, Afeganistão, Paquistão, Índia) no valor de $8 bilhões de dólares. Esse projeto abrangeria 1.900 km, devendo transportar gás natural do Turkmenistão através do Afeganistão, no que é descrito como um “crucial corredor de trânsito”. (Veja Gary Olson, Afeganistão nunca foi a “justa e necessária guerra”, é sobre o controle do petróleo – Afghanistan has never been the ‘good and necessary’ war; it’s about control of oil, The Morning Call, 1 de outubro de 2009).

A escalação militar abaixo da prolongada guerra Af-Pak relata-se ao gás-epetroduto da TAPI. Turkmenistão tem a terceira maior reserva de gás natural estando, então, depois da Rússia e do Irã. O controle estratégico das rotas de transporte saindo do Turkmenistão tem sido parte da agenda de Washington desde o colápso da União Soviética, em 1991.

O que tem sido raramente contemplado na geopolítica dos dutos energéticos entretanto, é que o Afeganistão está não só adjacente a países ricos em petróleo e gás natural (por ex. Turkmenistão), ele também tem no seu próprio território grandes, ainda não utilizadas, reservas de gás natural, carvão e petróleo. Avaliações soviéticas dos anos setenta põe as “exploradas” (provadas e prováveis) reservas de gás a cerca de 5 trilliões cúbicos – feet (medida US/ Canadá). A reserva inicial Hodja-Gugerdag, foi colocada a pouco mais que 2 tcf (trilliões cúbicos – feet) (Veja The Soviet Union to retain influence in Afghanistan, Oil & Gas Journal, 2 de maio de 1988).

A Administração da Informação Energética dos Estados Unidos – EIA, US Energy Information Administration, reconheceu em 2008 que as reservas de gás natural do Afeganistão eram “substanciais”:

“Como o norte do Afeganistão é uma extensão sul da Ásia Central numa região altamente fertil e produtiva – propensa ao gás natural – Bacia Amu Darya,´ Afeganistão tem comprovadas, prováveis e possíveis reservas de gás natural de cerca de 5 trilhões cúbicos – feet.´ UPI, John C.K. Daly, Analysis: Afghanistan´s untapped energy, 24 de outubro de 2008)

Desde o começo da guerra Soviet-Afghan de 1979, o objetivo de Washington tem sido o de manter a sua posição na Ásia Central.

O Comércio “Golden Crescent” da Droga

A encoberta guerra dos Estados Unidos, nominadamente a de apoiar os “Guerreiros Santos” (alias Al Qaeda) estava dirigida para o desenvolvimento do Comércio Golden Crescente de ópio, que foi usado pelos serviços de inteligência americanos para financiar a insurgência dirigida contra os soviéticos.1

Instalado já no começo da guerra Soviet-Afghan e protegido pela CIA, o comércio de drogas e narcóticos desenvolveu-se ao longo dos anos numa incumbência alto-lucrativa de muitos-bilhões de dólares. Era mesmo a pedra fundamental da encoberta guerra americana no período dos anos oitenta. Hoje, abaixo da ocupação militar US-OTAN, o comércio de drogas dá um lucro, de dinheiro em espécie, nos mercados do ocidente superiores a $200 bilhões de dólares ao ano. [Michel Chossudovsky, A Guerra da América ao Terrorismo; e Heroína é “Boa para a sua Saúde”: As Forças de Ocupação apoiam o angócio Afegão de Narcóticos]- ( See Michel Chossudovsky, America’s War on Terrorism, Global Research, Montreal, 2005, see also Michel Chossudovsky, Heroin is “Good for Your Health”: Occupation Forces support Afghan Narcotics Trade, Global Research, April 29, 2007)

Em direção a uma economia de pilhagem

A mídia norte-americana tem apresentado – em coro – a “recente descoberta” da riqueza mineral do Afeganistão como “uma solução” para o desenvolvimento da economia devastada pela guerra do país, assim como um meio de eliminar a pobreza.

[Na realidade] A invasão e a ocupação US-OTAN de 2001 pôs o cenário para as apropriações ocidentais através dos conglomerados [multinacionais] de minas-e-energia

A guerra no Afeganistão é uma guerra motivada pelo lucro – uma guerra para recursos naturais

Abaixo da ocupação dos Estados Unidos e seus aliados, a riqueza mineral do Afeganistão está sendo preparada para ser pilhada por um pequeno grupo de conglomerados multinacionais de mineração, e isso tão depressa que o país tiver ficado manso para tanto..

De acordo com Olga Barisova, que escreveu nos meses a seguir a invasão de outubro de 2001, a “Guerra ao Terrorismo”, dirigida pelos Estados Unidos, será transformada numa diretiva colonial para influenciar um país fabulosamente rico. (Borisova, op cit)

– [According to Olga Borisova, writing in the months following the October 2001 invasion, the US-led “war on terrorism [will be transformed] into a colonial policy of influencing a fabulously wealthy country.” (Borisova, op cit).]

Parte da agenda US-OTAN é finalmente o de se apoderar das reservas de gás e de impeder o desenvolvimento dos interesses competidores vindo da Rússia, do Irã, e da China no Afeganistão.

Fonte: Real Agenda

Promessa de guerra? Rússia adverte América: "nós responderemos coDirigindo-se à ameaça representada pelos planos dos Estados Unidos de instalar um sistema de defesa antimísseis na Europa, o vice-primeiro-ministro da Rússia, Dmitry Rogozin afirmou hoje que a Rússia iria responder com armas nucleares se ele foi alvo de mísseis americanos convencionais.

Os comentários de Rogozin chegam apenas um dia depois de o presidente Vladimir Putin pediu à Rússia para atualizar seus sistemas de armas , a fim de repelir os planos dos EUA para instituir o escudo antimísseis EPAA na Europa , que é ostensivamente projetado para combater o acúmulo de nuclear do Irã mas também é apontado firmemente na Rússia.

Afirmando que a Rússia estava " preparando uma resposta " para o sistema de defesa antimísseis dos EUA, Rogozin advertiu: "Eles podem experimentar com armas convencionais em plataformas de estratégicas , mas eles devem ter em mente que, se formos atacados , em determinadas circunstâncias , vamos de claro responder com armas nucleares. "

A Casa Branca de Obama se recusou a falar sobre os planos para o escudo antimísseis , apesar da administração Bush, inicialmente sinalizar que seria engavetado. Embora Washington indicou que vai abandonar mísseis de longo alcance , interceptores de médio alcance serão instalados em Redzikowo , Polônia em 2018.

Moscou ainda teme que as potências da NATO estão a usar o Irã como uma camuflagem para o verdadeiro alvo dos mísseis - forças nucleares estratégicas da Rússia.

A Rússia tem -se vindo a trabalhar em novos Yars (SS -29) mísseis balísticos intercontinentais que têm a capacidade de penetrar as defesas de mísseis dos Estados Unidos e estão definidos para ser adicionado ao arsenal nuclear de Moscou no próximo ano.

Rússia está atualmente envolvida no maior acúmulo militar desde a guerra fria, incluindo o desenvolvimento de um novo radar de defesa antimísseis no sul e oeste da Rússia, concebido para combater mísseis lançados da Europa, como parte das manobras que representam "uma ameaça estratégica para os Estados Unidos e daliados da OTAN ", de acordo com oficiais militares dos Estados Unidos .

No início deste verão , a Rússia encenou seu maior exercício militar desde a guerra fria , a fim de verificar a disponibilidade de colocar mísseis balísticos intercontinentais em "alto alerta " dentro de um curto espaço de tempo .

A manobra foi rapidamente seguida pela maior broca da OTAN desde a guerra fria, um exercício que foi baseado em torno de resposta da OTAN para uma invasão da Polônia simulado por uma " potência estrangeira ".

Os dois treinos coincidiram com caças japoneses a serem obrigados a interceptar bombardeiros russos que estavam praticando ataques contra bases dos EUA no Pacífico ocidental.

A intensificação das tensões entre os EUA e a Rússia se conjugaria com a ameaça de uma nova corrida armamentista na Ásia entre Japão e China , em resposta à crise em torno das ilhas Senkaku disputadas.

Paul Joseph Watson

Fontes: Anunciando a Verdade , Libertar , Um Novo Despertar Horizonte News , Pakalert Press

Promessa de guerra? Rússia adverte América: "nós responderemos com armas nucleares"

Promessa de guerra? Rússia adverte América: "nós responderemos coDirigindo-se à ameaça representada pelos planos dos Estados Unidos de instalar um sistema de defesa antimísseis na Europa, o vice-primeiro-ministro da Rússia, Dmitry Rogozin afirmou hoje que a Rússia iria responder com armas nucleares se ele foi alvo de mísseis americanos convencionais.

Os comentários de Rogozin chegam apenas um dia depois de o presidente Vladimir Putin pediu à Rússia para atualizar seus sistemas de armas , a fim de repelir os planos dos EUA para instituir o escudo antimísseis EPAA na Europa , que é ostensivamente projetado para combater o acúmulo de nuclear do Irã mas também é apontado firmemente na Rússia.

Afirmando que a Rússia estava " preparando uma resposta " para o sistema de defesa antimísseis dos EUA, Rogozin advertiu: "Eles podem experimentar com armas convencionais em plataformas de estratégicas , mas eles devem ter em mente que, se formos atacados , em determinadas circunstâncias , vamos de claro responder com armas nucleares. "

A Casa Branca de Obama se recusou a falar sobre os planos para o escudo antimísseis , apesar da administração Bush, inicialmente sinalizar que seria engavetado. Embora Washington indicou que vai abandonar mísseis de longo alcance , interceptores de médio alcance serão instalados em Redzikowo , Polônia em 2018.

Moscou ainda teme que as potências da NATO estão a usar o Irã como uma camuflagem para o verdadeiro alvo dos mísseis - forças nucleares estratégicas da Rússia.

A Rússia tem -se vindo a trabalhar em novos Yars (SS -29) mísseis balísticos intercontinentais que têm a capacidade de penetrar as defesas de mísseis dos Estados Unidos e estão definidos para ser adicionado ao arsenal nuclear de Moscou no próximo ano.

Rússia está atualmente envolvida no maior acúmulo militar desde a guerra fria, incluindo o desenvolvimento de um novo radar de defesa antimísseis no sul e oeste da Rússia, concebido para combater mísseis lançados da Europa, como parte das manobras que representam "uma ameaça estratégica para os Estados Unidos e daliados da OTAN ", de acordo com oficiais militares dos Estados Unidos .

No início deste verão , a Rússia encenou seu maior exercício militar desde a guerra fria , a fim de verificar a disponibilidade de colocar mísseis balísticos intercontinentais em "alto alerta " dentro de um curto espaço de tempo .

A manobra foi rapidamente seguida pela maior broca da OTAN desde a guerra fria, um exercício que foi baseado em torno de resposta da OTAN para uma invasão da Polônia simulado por uma " potência estrangeira ".

Os dois treinos coincidiram com caças japoneses a serem obrigados a interceptar bombardeiros russos que estavam praticando ataques contra bases dos EUA no Pacífico ocidental.

A intensificação das tensões entre os EUA e a Rússia se conjugaria com a ameaça de uma nova corrida armamentista na Ásia entre Japão e China , em resposta à crise em torno das ilhas Senkaku disputadas.

Paul Joseph Watson

Fontes: Anunciando a Verdade , Libertar , Um Novo Despertar Horizonte News , Pakalert Press

O Secretário-Geral da Interpol Ronald Kenneth Noble disse à ABC News que uma das únicas maneiras de impedir os terroristas de atingir alvos desarmados (soft-targets no original em inglês) seria armar cidadãos globalmente, observando que o cerco ao shopping Westgate teria sido impedido muito mais rápido se tivesse ocorrido em áreas “amigáveis a armas” como Denver ou Texas.

As declarações de Noble são uma poderosa refutação ao lobistas anti-armas, especialmente tendo em conta o seu passado. O chefe da Interpol era chefe de todos os policiais do Departamento do Tesouro dos EUA.

Salientando que “cidadãos armados” era a única opção além de tornar alvos fáceis, como shopping centers em enclaves cercados por “extraordinários” perímetros de segurança, Noble sugeriu que o cerco no Quênia, que se arrastou por dias e terminou no massacre de 60 civis, representou um grande golpe de relações públicas para os defensores do controle de armas.

“Pergunte a si mesmo: Se fosse Denver-Colorado, se fosse no Texas, esses caras seriam capazes de passar horas, dias, disparando em pessoas ao acaso?” Noble disse, referindo-se aos estados com tradições pró-armas. “O que estou dizendo é que isto faz com que a polícia ao redor do mundo questione as suas opiniões sobre o controle de armas. Isto faz os cidadãos questionarem as suas opiniões sobre o controle de armas. Você tem que perguntar a si mesmo : ‘Seria uma cidadania armada mais necessária agora do que era no passado, com uma ameaça de terrorismo em evolução?’ Isso é algo que tem que ser discutido.“

“Para mim, é uma questão profunda“, continuou ele. “As pessoas são rápidas para dizer ‘controle de armas, as pessoas não devem estar armados’, etc, etc. Eu acho que eles têm que se perguntar : ‘Onde é que você queria estar? Em uma cidade onde havia controle de armas e nenhum cidadão armado se você estiver em um shopping Westgate, ou em um lugar como Denver ou Texas? ”

Como já relatado no mês passado, um soldado da SAS fora de serviço e armado com um revólver ajudou a salvar pelo menos 100 vidas durante o cerco de Westgate, retornando para o prédio uma dúzia de vezes para resgatar reféns.

O argumento de Noble de que armas nas mãos de cidadãos responsáveis ​​podem evitar derramamento de sangue é apoiado por estatísticas sólidas.

De acordo com a Pesquisa Nacional de Defesa Pessoal de 1993 realizado por Gary Kleck, Ph.D., professor da Escola de Criminologia e Justiça Criminal da Universidade do Estado da Flórida, em Tallahassee, os americanos usam armas para se defender contra um confronto com um criminoso até 2,5 milhões de vezes por ano.

Isto significa que todos os dias nos Estados Unidos cerca de 6.800 pessoas usam armas para se proteger.

Estudiosos Clayton E. Cramer e David Burnett documentaram como “um grande número de tragédias – assassinatos, estupros, assaltos, roubos – foram frustrados pelo uso de armas de defesa pessoal.“

Fontes: Verdade Mundial , Os Bastidores do Planeta

Secretário Geral da INTERPOL: "Armem Globalmente os Cidadãos Para Prevenir Ataques Terroristas"!

O Secretário-Geral da Interpol Ronald Kenneth Noble disse à ABC News que uma das únicas maneiras de impedir os terroristas de atingir alvos desarmados (soft-targets no original em inglês) seria armar cidadãos globalmente, observando que o cerco ao shopping Westgate teria sido impedido muito mais rápido se tivesse ocorrido em áreas “amigáveis a armas” como Denver ou Texas.

As declarações de Noble são uma poderosa refutação ao lobistas anti-armas, especialmente tendo em conta o seu passado. O chefe da Interpol era chefe de todos os policiais do Departamento do Tesouro dos EUA.

Salientando que “cidadãos armados” era a única opção além de tornar alvos fáceis, como shopping centers em enclaves cercados por “extraordinários” perímetros de segurança, Noble sugeriu que o cerco no Quênia, que se arrastou por dias e terminou no massacre de 60 civis, representou um grande golpe de relações públicas para os defensores do controle de armas.

“Pergunte a si mesmo: Se fosse Denver-Colorado, se fosse no Texas, esses caras seriam capazes de passar horas, dias, disparando em pessoas ao acaso?” Noble disse, referindo-se aos estados com tradições pró-armas. “O que estou dizendo é que isto faz com que a polícia ao redor do mundo questione as suas opiniões sobre o controle de armas. Isto faz os cidadãos questionarem as suas opiniões sobre o controle de armas. Você tem que perguntar a si mesmo : ‘Seria uma cidadania armada mais necessária agora do que era no passado, com uma ameaça de terrorismo em evolução?’ Isso é algo que tem que ser discutido.“

“Para mim, é uma questão profunda“, continuou ele. “As pessoas são rápidas para dizer ‘controle de armas, as pessoas não devem estar armados’, etc, etc. Eu acho que eles têm que se perguntar : ‘Onde é que você queria estar? Em uma cidade onde havia controle de armas e nenhum cidadão armado se você estiver em um shopping Westgate, ou em um lugar como Denver ou Texas? ”

Como já relatado no mês passado, um soldado da SAS fora de serviço e armado com um revólver ajudou a salvar pelo menos 100 vidas durante o cerco de Westgate, retornando para o prédio uma dúzia de vezes para resgatar reféns.

O argumento de Noble de que armas nas mãos de cidadãos responsáveis ​​podem evitar derramamento de sangue é apoiado por estatísticas sólidas.

De acordo com a Pesquisa Nacional de Defesa Pessoal de 1993 realizado por Gary Kleck, Ph.D., professor da Escola de Criminologia e Justiça Criminal da Universidade do Estado da Flórida, em Tallahassee, os americanos usam armas para se defender contra um confronto com um criminoso até 2,5 milhões de vezes por ano.

Isto significa que todos os dias nos Estados Unidos cerca de 6.800 pessoas usam armas para se proteger.

Estudiosos Clayton E. Cramer e David Burnett documentaram como “um grande número de tragédias – assassinatos, estupros, assaltos, roubos – foram frustrados pelo uso de armas de defesa pessoal.“

Fontes: Verdade Mundial , Os Bastidores do Planeta

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