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Escrito por Lúcio Big

Desde o mês de setembro passado a OPS(OPERAÇÃO POLÍTICA SUPERVISIONADA) tenta contato com os responsáveis pelo gabinete do deputado federal Eudes Xavier (PT/CE), carinhosamente chamado por mim de “O Rei da Papelari

Conforme foi publicado no Canal do Otário, o deputado efetuou compras de material de escritório em quantidades astronômicas e impossíveis de serem utilizadas em toda uma legislatura, quanto mais em três ou quatro meses. Além disso, ainda tem o fato de a loja escolhida pelo parlamentar não abrir suas portas ao público, segundo informações que a OPS obteve de moradores da região onde está localizada a papelaria.

Em uma primeira tentativa, eu pedi aos que me assistem no YouTube, aos que leem meus artigos aqui, no meu blog e também na minha coluna no Congresso em Foco, que enviassem e-mails ao deputado exigindo explicações destes estranhos gastos efetuados com dinheiro público. Infelizmente, ninguém se honrou em responder.

A segunda tentativa ocorreu dias depois após a OPS conseguir, em apenas uma semana, fazer um abaixo assinado com 2105 assinaturas exigindo a mesma coisa, ou seja, explicações. Novamente, sem nenhum remorso aparente, o deputado e assessores mantiveram-se calados.

A terceira tentativa de comunicação foi realizada através de inúmeros telefonemas ao gabinete, mas em nenhum deles obtive qualquer tipo de explicação.

Restou-nos então apelar para o Conselho de Ética da Câmara Federal. Conforme determina a lei, qualquer cidadão deste país pode exigir que seja apurado possível quebra do decoro parlamentar. Com o apoio jurídico da advogada da OPS, Dra. Camila Albuquerque, que elaborou o documento, no dia 19/11/14 eu fui à Câmara e protocolei o documento. Você pode lê-lo aqui.

Segundo informações prestadas pela servidora da Câmara, o processo será encaminhado ao departamento jurídico que analisará toda a documentação. Se este departamento achar que há fundamentos para a denúncia, uma demanda é aberta no Conselho de Ética que irá apurar o caso. Em última consequência, o deputado pode ter seu mandato cassado.

Porém, sem obter êxito nas eleições deste ano, o deputado Eudes Xavier deixará a Casa e isso deve dificultar ou até impossibilitar que ele seja punido pela Câmara Federal. Diante disso, resolvi também entrar com uma Ação Pública contra o deputado na esperança de que os valores utilizados para o pagamento das três suntuosas compras retornem aos cofres públicos.

No vídeo abaixo você poderá ver a entrega do documento na Secretaria Geral da Mesa da Câmara Federal.



Lúcio Big, ativista no combate à corrupção. Morador de Brasília e com uma vontade enorme de ajudar o Brasil a ser mais justo.

Contatos:
luciobig@ops.net.br
https://www.facebook.com/groups/opera...
https://www.facebook.com/groups/notic... 

Fonte: Canal do Otário

Notícias Absurdas:O Rei da Papelaria a caminho do Conselho de Ética

Escrito por Lúcio Big

Desde o mês de setembro passado a OPS(OPERAÇÃO POLÍTICA SUPERVISIONADA) tenta contato com os responsáveis pelo gabinete do deputado federal Eudes Xavier (PT/CE), carinhosamente chamado por mim de “O Rei da Papelari

Conforme foi publicado no Canal do Otário, o deputado efetuou compras de material de escritório em quantidades astronômicas e impossíveis de serem utilizadas em toda uma legislatura, quanto mais em três ou quatro meses. Além disso, ainda tem o fato de a loja escolhida pelo parlamentar não abrir suas portas ao público, segundo informações que a OPS obteve de moradores da região onde está localizada a papelaria.

Em uma primeira tentativa, eu pedi aos que me assistem no YouTube, aos que leem meus artigos aqui, no meu blog e também na minha coluna no Congresso em Foco, que enviassem e-mails ao deputado exigindo explicações destes estranhos gastos efetuados com dinheiro público. Infelizmente, ninguém se honrou em responder.

A segunda tentativa ocorreu dias depois após a OPS conseguir, em apenas uma semana, fazer um abaixo assinado com 2105 assinaturas exigindo a mesma coisa, ou seja, explicações. Novamente, sem nenhum remorso aparente, o deputado e assessores mantiveram-se calados.

A terceira tentativa de comunicação foi realizada através de inúmeros telefonemas ao gabinete, mas em nenhum deles obtive qualquer tipo de explicação.

Restou-nos então apelar para o Conselho de Ética da Câmara Federal. Conforme determina a lei, qualquer cidadão deste país pode exigir que seja apurado possível quebra do decoro parlamentar. Com o apoio jurídico da advogada da OPS, Dra. Camila Albuquerque, que elaborou o documento, no dia 19/11/14 eu fui à Câmara e protocolei o documento. Você pode lê-lo aqui.

Segundo informações prestadas pela servidora da Câmara, o processo será encaminhado ao departamento jurídico que analisará toda a documentação. Se este departamento achar que há fundamentos para a denúncia, uma demanda é aberta no Conselho de Ética que irá apurar o caso. Em última consequência, o deputado pode ter seu mandato cassado.

Porém, sem obter êxito nas eleições deste ano, o deputado Eudes Xavier deixará a Casa e isso deve dificultar ou até impossibilitar que ele seja punido pela Câmara Federal. Diante disso, resolvi também entrar com uma Ação Pública contra o deputado na esperança de que os valores utilizados para o pagamento das três suntuosas compras retornem aos cofres públicos.

No vídeo abaixo você poderá ver a entrega do documento na Secretaria Geral da Mesa da Câmara Federal.



Lúcio Big, ativista no combate à corrupção. Morador de Brasília e com uma vontade enorme de ajudar o Brasil a ser mais justo.

Contatos:
luciobig@ops.net.br
https://www.facebook.com/groups/opera...
https://www.facebook.com/groups/notic... 

Fonte: Canal do Otário

Posted at: 10:55, October 14, 2014 By Luis R. Miranda

Brazilian president, Dilma Rousseff is now facing two threats: Losing the Spring election and dealing with the economic recession Brazil has fallen into in 2014. Photo Credit: www.businessinsider.com
Segundo a declaração de testemunhas, só na construção da refinaria da Petrobrás em Pernambuco, no nordeste do Brasil, o esquema de corrupção levou ao desvio de mais de 10 bilhões de reais.

BRAZIL – Com apenas duas semanas até a votação para elegir presidente no segundo turno, a atual presidente, Dilma Rousseff (PT), e o senador Aécio Neves (PSDB), surfam uma nova onda de suspeitas e acusações de corrupção que parece abalar mais a imagem de Dilma.

O ex-diretor de abastecimento da maior empresa pública do Brasil, a Petrobrás, Paulo Roberto Costa, declarou esta semana perante um juiz que esta empresa tinha um sistema de corrupção institucionalizada e que o PT embolsou entre 1% e 3% de todos os contratos que foram celebrados entre 2004 e 2012.

Mas os esquemas de corrupção não param por aí. O comerciante e experto em lavagem de dinheiro, parceiro de negócios obscuros do Costa, Alberto Youssef, acrescentou que “pelo que me lembro, não houve uma empresa que não pagou o pedágio.”

Ambos Costa e Youssef foram forçados a declarar para evitar passar o resto de suas vidas na prisão. Eles foram presos e acusados​​, entre outras coisas, por peculato e lavagem de dinheiro.

Descobriu-se que Costa tinha uma conta na Suíça com mais de 18 milhões de euros, e a polícia reuniu provas da relação com vários negócios que Costa tinha com Yousseff. Costa também recebeu dinheiro de empresas relacionadas com a gigante brasileira de petróleo.

Ambos concordaram com o juiz que, depois de declarar sobre o sistema de corrupção usado na Petrobrás, suas sentenças seriam reduzidas do mínimo de 40 anos que eles teriam que passar na cadeia.

O choque que as declarações criou surge do fato que toda essa corrupção ocorreu enquanto Dilma Rousseff era presidente do conselho de administração da Petrobrás.

A primeira declaração foi revelada há algumas semanas por uma revista, onde Costa afirmou que mais de uma dúzia de políticos brasileiros, incluindo senadores e ex-ministros tinham se apropriado ilegalmente de dinheiro da Petrobrás.

Agora, a acusação vai um passo além. Yousseff explicou que ele e Costa costumavam se encontrar com o tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT), entre outros, para entregar a parte da propina cobrada pelo partido.

“Nós nos econtramos em hotéis no Rio de Janeiro ou São Paulo, ou na sua própria casa. Discutimos assuntos relacionados com as empresas que iriam participar de projetos liderados pela Petrobrás “, disse Yousseff.

De acordo com ele, as empresas pagaram dinheiro para receber contratos milionários. Por exemplo, na construção da refinaria da Petrobrás em Pernambuco, no nordeste do Brasil, foram pagos subornos por 68 milhões de reais.

Alguns meios de comunicação brasileiros estimam que só neste esquema a corrupção levou ao desvio de mais de 10 bilhões de reais.

Yousseff foi mais longe e disse que um grupo de congressistas pressionaram em 2004 para o presidente Lula nomear Costa como o chefe do Departamento de Abastecimento da Petrobrás, e que eles pressionaram o Lula bloqueando iniciativas políticas no Congresso.

“Na época, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enlouqueceu e teve que finalmente ceder. Ele colocou Paulo Roberto Costa no cargo“.

Em uma reunião com sindicalistas em São Paulo, o próprio Lula negou esses fatos: “Estou farto sobre denúncias de corrupção às vésperas de eleições.” Ele acrescentou: “É sempre a mesma coisa: quando temos eleições, as alegações aparecem, e não parece haver necessidade de provar nada “.

Arlindo Chinaglia, um deputado do PT, especificou que, nos três meses que antecederam a nomeação de Costa em 2004, o Congresso Nacional, longe de reduzir o número de projetos aprovados, apresentou e aprovou um número considerável de leis. Desta forma, Chinaglia tentou desmontar o argumento apresentado por Yousseff.

No entanto, as alegações de corrupção envolvendo o PT, que está no poder há 12 anos, marca e define o ritmo da campanha que acabará na eleição entre Dilma e Aécio Neves no próximo dia 26 de Outubro.

A candidatura de Rousseff acusa Neves de estimular acusações de corrupção e de usar veneno eleitoral como munição.

“O que é estranho é que as acusações saiam duas semanas antes da votação”, disse Lula. Neves

Neves reagiu e disse que as últimas acusações provam que “eles roubaram a maior empresa do país”, e que “a presidente não está indignada com isso, mas com o fato de que as acusações saiam agora“.

Fonte: Real Agenda

A Corrupção Generalizada mina a Presidência Rousseff

Posted at: 10:55, October 14, 2014 By Luis R. Miranda

Brazilian president, Dilma Rousseff is now facing two threats: Losing the Spring election and dealing with the economic recession Brazil has fallen into in 2014. Photo Credit: www.businessinsider.com
Segundo a declaração de testemunhas, só na construção da refinaria da Petrobrás em Pernambuco, no nordeste do Brasil, o esquema de corrupção levou ao desvio de mais de 10 bilhões de reais.

BRAZIL – Com apenas duas semanas até a votação para elegir presidente no segundo turno, a atual presidente, Dilma Rousseff (PT), e o senador Aécio Neves (PSDB), surfam uma nova onda de suspeitas e acusações de corrupção que parece abalar mais a imagem de Dilma.

O ex-diretor de abastecimento da maior empresa pública do Brasil, a Petrobrás, Paulo Roberto Costa, declarou esta semana perante um juiz que esta empresa tinha um sistema de corrupção institucionalizada e que o PT embolsou entre 1% e 3% de todos os contratos que foram celebrados entre 2004 e 2012.

Mas os esquemas de corrupção não param por aí. O comerciante e experto em lavagem de dinheiro, parceiro de negócios obscuros do Costa, Alberto Youssef, acrescentou que “pelo que me lembro, não houve uma empresa que não pagou o pedágio.”

Ambos Costa e Youssef foram forçados a declarar para evitar passar o resto de suas vidas na prisão. Eles foram presos e acusados​​, entre outras coisas, por peculato e lavagem de dinheiro.

Descobriu-se que Costa tinha uma conta na Suíça com mais de 18 milhões de euros, e a polícia reuniu provas da relação com vários negócios que Costa tinha com Yousseff. Costa também recebeu dinheiro de empresas relacionadas com a gigante brasileira de petróleo.

Ambos concordaram com o juiz que, depois de declarar sobre o sistema de corrupção usado na Petrobrás, suas sentenças seriam reduzidas do mínimo de 40 anos que eles teriam que passar na cadeia.

O choque que as declarações criou surge do fato que toda essa corrupção ocorreu enquanto Dilma Rousseff era presidente do conselho de administração da Petrobrás.

A primeira declaração foi revelada há algumas semanas por uma revista, onde Costa afirmou que mais de uma dúzia de políticos brasileiros, incluindo senadores e ex-ministros tinham se apropriado ilegalmente de dinheiro da Petrobrás.

Agora, a acusação vai um passo além. Yousseff explicou que ele e Costa costumavam se encontrar com o tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT), entre outros, para entregar a parte da propina cobrada pelo partido.

“Nós nos econtramos em hotéis no Rio de Janeiro ou São Paulo, ou na sua própria casa. Discutimos assuntos relacionados com as empresas que iriam participar de projetos liderados pela Petrobrás “, disse Yousseff.

De acordo com ele, as empresas pagaram dinheiro para receber contratos milionários. Por exemplo, na construção da refinaria da Petrobrás em Pernambuco, no nordeste do Brasil, foram pagos subornos por 68 milhões de reais.

Alguns meios de comunicação brasileiros estimam que só neste esquema a corrupção levou ao desvio de mais de 10 bilhões de reais.

Yousseff foi mais longe e disse que um grupo de congressistas pressionaram em 2004 para o presidente Lula nomear Costa como o chefe do Departamento de Abastecimento da Petrobrás, e que eles pressionaram o Lula bloqueando iniciativas políticas no Congresso.

“Na época, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enlouqueceu e teve que finalmente ceder. Ele colocou Paulo Roberto Costa no cargo“.

Em uma reunião com sindicalistas em São Paulo, o próprio Lula negou esses fatos: “Estou farto sobre denúncias de corrupção às vésperas de eleições.” Ele acrescentou: “É sempre a mesma coisa: quando temos eleições, as alegações aparecem, e não parece haver necessidade de provar nada “.

Arlindo Chinaglia, um deputado do PT, especificou que, nos três meses que antecederam a nomeação de Costa em 2004, o Congresso Nacional, longe de reduzir o número de projetos aprovados, apresentou e aprovou um número considerável de leis. Desta forma, Chinaglia tentou desmontar o argumento apresentado por Yousseff.

No entanto, as alegações de corrupção envolvendo o PT, que está no poder há 12 anos, marca e define o ritmo da campanha que acabará na eleição entre Dilma e Aécio Neves no próximo dia 26 de Outubro.

A candidatura de Rousseff acusa Neves de estimular acusações de corrupção e de usar veneno eleitoral como munição.

“O que é estranho é que as acusações saiam duas semanas antes da votação”, disse Lula. Neves

Neves reagiu e disse que as últimas acusações provam que “eles roubaram a maior empresa do país”, e que “a presidente não está indignada com isso, mas com o fato de que as acusações saiam agora“.

Fonte: Real Agenda

O site Ano Zero publicou um texto em que analisa o efeito da divulgação de resultados de pesquisas eleitorais sobre a decisão dos eleitores sobre em quem votar.

O texto explica como funcionam as pesquisas e a influência que elas podem ter, e afirma que elas podem ter efeitos surpreendentes. Em uma interpretação extrema, 80 pessoas poderiam decidir previamente o voto de 200 milhões.


Leia abaixo o texto:

E se eu te dissesse que 80 pessoas podem decidir previamente em quem 200 milhões irão votar?
E se eu te dissesse que votando, você está decidindo não só esta eleição, mas a próxima?
Sim, é exatamente isso. Coisas estranhas acontecem em período eleitoral, com a divulgação das pesquisas de intenção de votos.

Talvez você já tenha percebido que as pesquisas de intenção de voto criam um efeito harmônico que se propaga pela sociedade e coloca todos para dançar uma música estranha, que imaginam estar cantando juntos. Como naquelas vezes em que andamos com alguém e acabamos fazendo um trajeto misterioso, simplesmente para acompanhar a outra pessoa, e sem saber que ela estava também simplesmente nos acompanhando.

Isso é um pensamento comum. Mas a verdade possui vários andares, e se olharmos o edifício inteiro – o que inclui um vasto subsolo – veremos que as coisas são bem mais estranhas do que parecem.
Vamos supor que em determinado país, com 1 milhão de habitantes, um instituto de pesquisas seja contratado para fazer uma pesquisa de intenções de voto para cinco candidatos ao cargo de Presidente da nação. Este instituto, obviamente, não entrevistará cada um dos 1 milhão de habitantes do país, o que seria caro e impossível (e tornaria, na verdade, a eleição desnecessária). Em vez disso o instituto faria o que todos os institutos fazem: escolheria uma amostra representativa e variada, de um número adequado de pessoas, e conduziria a entrevista só com elas, esperando que essa amostra corresponda o melhor possível ao conjunto da população. No caso deste país do exemplo, o instituto decide que apenas mil pessoas, de diferentes lugares e com diferentes características, já está de bom tamanho.

As pessoas são entrevistadas e o resultado aparece: 50% dos entrevistados votarão no candidato A, 30% votarão no candidato B, e o restante fica dividido entre C, D, E, branco, nulo ou indeciso. A pesquisa é publicada no jornal, causando comoção. Todos falam sobre ela. Os que torcem pelo candidato A pulam de alegria: somados os votos de todos os outros, mesmo assim ele ganha. Os que torciam por B entram e desespero e partem para o tudo-ou-nada. Quem vota em C, D e E migra para A ou B, para ter alguma chance de interferir no processo eleitoral, preocupados em “não jogar o voto fora”. Vários indecisos se decidem. Os votos tomam a sua forma final na cabeça das pessoas.

Talvez você não tenha percebido, Neo, mas neste instante uma coisa bastante curiosa ocorreu. Um pensamento que, observado com mais calma, vai te mostrar uma coisa espantosa.
O voto de duzentos milhões de habitantes (a população do Brasil, em 2013), é como algo etéreo, incerto, em suspensão no plano das ideias. Relativamente poucos já possuem seu voto definido de início – de regra, apenas aqueles que possuem uma ligação mais forte com algum partido, o que não é o caso do eleitor médio brasileiro. Os demais contemplam possíveis votos, em diferentes candidatos, com níveis diferentes de consideração em diferentes momentos da corrida eleitoral. Como o famoso experimento mental do Gato de Schrödinger, que só descobrimos vivo ou morto ao abrir a caixa, existindo de fato nos dois estados ao mesmo tempo até que a observação elimine a incerteza, o voto também tem essa característica heisenbergiana. Enquanto estou escrevendo este texto, cogito em quem votarei, e a incerteza só se esvairá completamente quando o maldito botão verde for apertado.

Mas, como disse, não só eu faço isso: a maioria da população também é assim. E aqui está o ponto. Literalmente centenas de milhões de votos pairam “no éter”, se solidificando em passos bruscos, principalmente pela observação de resultados de pesquisas de opinião de… quatro mil pessoas.
Não quero dizer, com isso, que quatro mil pessoas têm o poder de decidir o que duzentos milhões farão. Não, Neo, o buraco do coelho é mais profundo ainda. Um número muito MENOR de pessoas já tem esse poder.

Supomos que o candidato A tem 49% de votos, o candidato B tem 25% de votos e o candidato C tem 24% dos votos. Aqui a situação é mais delicada: uma diferença de mísero 1% impede o candidato A de vencer já no primeiro turno. Da mesma forma, uma diferença de 1% impede o candidato C de ir ao 2° turno. O que acontece?
Pode ocorrer uma debandada dos potenciais eleitores de C, que “não querendo jogar o voto fora”, votam em A ou B, para “influir de verdade na democracia”. Um voto em C, pensam, é como atirar o Coração do Oceano no fundo do mar. Um voto é precioso, e deve ser útil.

O que eles falham em ver – estas DEZENAS DE MILHÕES de eleitores falham em ver – é que estão se acovardando perante a mera opinião de… apenas 80 pessoas, o número real que corresponde àqueles 2% na amostragem dos entrevistados. Dezenas de milhões de eleitores solidificam seu voto e abandonam seu candidato por causa da opinião (que nem é tão sólida assim, elas podem muito bem estar dando uma resposta casual e provisória ao entrevistador) de meros 80 pedestres. Opinião que, vejam só, pode ser ela mesma uma resposta influenciada por uma pesquisa anterior. E aquela por outra, e aquela por uma outra ainda, colhida quando os entrevistados nem conheciam bem os candidatos, e todos, com a exceção de um ou dois, eram apenas meros nomes estranhos.
Esse é o poder catalisador das pesquisas, que instituem, aos poucos, uma profecia auto-realizável. As pesquisas desenham as raias por que corremos, balizam nosso processo de formação de opinião, fazem e destroem candidatos.

Esse é o poder catalisador das pesquisas, que instituem, aos poucos, uma profecia auto-realizável.Bom, como sei que a esta hora os estatísticos devem estar malucos de raiva comigo, deixem-me explicar: não estou dizendo que tendências prévias não existem, e que os princípios da estatística estão errados, longe disso. Apenas estou dando um enfoque material ao processo de decisão.
Mas eu tenho uma segunda pílula. E se eu te dissesse que abandonando o voto no seu candidato do coração para obedecer ao destino escolhido a você por aquelas 80 pessoas, você está votando também na próxima eleição? Sim, aquela, daqui a 4 anos?
Vamos supor que você goste de sanduíches. Você ama sanduíches. De noite, assolado por uma vontade incontrolável de comer sanduíches, você vai à lanchonete mais próxima na esperança de matar a fome com sua iguaria favorita.

Chegando lá você olha ao redor, e todos estão comendo pizzas. Ninguém, em mesa alguma, está comendo sanduíches. Você olha no cardápio, e só pizzas. Desolado, você chega no atendente e pede…uma pizza.

A pergunta é: por que você não pediria sanduíches? A sua vontade é de comer sanduíches. Você poderia dizer ao atendente “seria muito bom se vocês servissem também sanduíches”, e ninguém sairia ferido. Na verdade, você sairia com a mesma coisa (uma pizza), mas o atendente sairia com uma coisa adicional muito valiosa: a informação de que você gosta de sanduíches.

Aliás, várias das pessoas que estão ali podem estar comendo pizzas apenas porque não haviam sanduíches sendo oferecidos. E os sanduíches não são oferecidos justamente porque, ao pedir apenas pizzas, as pessoas não sinalizam ao dono do estabelecimento que de fato sanduíches teriam também uma ótima aceitação.

Reclamamos que sempre nos são oferecidas as mesmas opções, mas o fato é que não sinalizamos aos partidos que estamos abertos a outras.Troque o exemplo das pizzas e sanduíches por tipos de candidatos e propostas políticas, e imagine o atendente e o dono do restaurante como os partidos. Reclamamos que sempre nos são oferecidas as mesmas opções, mas o fato é que não sinalizamos aos partidos que estamos abertos a outras. No exemplo dos 2%, acima: se todos abandonarem suas intenções de votar em C e votarem em A e B, no final C não terá de fato quase nada. A eleição, em si, é uma pesquisa, e a mais fiel. Os partidos, no futuro, se lembrarão disso na hora de lançar candidatos, fazer alianças e negociarem apoio: o candidato C (apesar de ser querido por 24%) é um “candidato de 1%”.

Mesmo que um candidato não tenha chances de ganhar uma eleição, há proveito em manter o voto nessa pessoa: é informação útil passada aos partidos. Acreditar que vai jogar o voto fora (mesmo com a certeza de que seu candidato não vai para o 2º turno) é um pensamento simplista demais. Não há vergonha em “perder” a eleição. Ninguém cobrará de nós que nosso candidato não foi adiante.

Seu voto, seja em quem for, é um sinalizador: sinaliza a existência de um público que concorda com aquele programa. Se o candidato acabar o primeiro turno com 25%, 10% ou mesmo 5%, mesmo que não vá para o segundo turno, isso sinaliza à classe política a existência de um público com aqueles valores, o que faz os partidos mudarem seus programas e ações naquele sentido.

A política muda para oferecer produtos (candidatos) que canalizem certas demandas eleitorais. Se não sinalizarmos a demanda, só nos serão oferecidas sempre as mesmas opções – afinal, para que oferecer sanduíches, se só compramos pizzas?

Ano Zero
Editado por Folha Política

Fontes:Folha Política , Ano Zero

A verdade sobre as pesquisas eleitorais

O site Ano Zero publicou um texto em que analisa o efeito da divulgação de resultados de pesquisas eleitorais sobre a decisão dos eleitores sobre em quem votar.

O texto explica como funcionam as pesquisas e a influência que elas podem ter, e afirma que elas podem ter efeitos surpreendentes. Em uma interpretação extrema, 80 pessoas poderiam decidir previamente o voto de 200 milhões.


Leia abaixo o texto:

E se eu te dissesse que 80 pessoas podem decidir previamente em quem 200 milhões irão votar?
E se eu te dissesse que votando, você está decidindo não só esta eleição, mas a próxima?
Sim, é exatamente isso. Coisas estranhas acontecem em período eleitoral, com a divulgação das pesquisas de intenção de votos.

Talvez você já tenha percebido que as pesquisas de intenção de voto criam um efeito harmônico que se propaga pela sociedade e coloca todos para dançar uma música estranha, que imaginam estar cantando juntos. Como naquelas vezes em que andamos com alguém e acabamos fazendo um trajeto misterioso, simplesmente para acompanhar a outra pessoa, e sem saber que ela estava também simplesmente nos acompanhando.

Isso é um pensamento comum. Mas a verdade possui vários andares, e se olharmos o edifício inteiro – o que inclui um vasto subsolo – veremos que as coisas são bem mais estranhas do que parecem.
Vamos supor que em determinado país, com 1 milhão de habitantes, um instituto de pesquisas seja contratado para fazer uma pesquisa de intenções de voto para cinco candidatos ao cargo de Presidente da nação. Este instituto, obviamente, não entrevistará cada um dos 1 milhão de habitantes do país, o que seria caro e impossível (e tornaria, na verdade, a eleição desnecessária). Em vez disso o instituto faria o que todos os institutos fazem: escolheria uma amostra representativa e variada, de um número adequado de pessoas, e conduziria a entrevista só com elas, esperando que essa amostra corresponda o melhor possível ao conjunto da população. No caso deste país do exemplo, o instituto decide que apenas mil pessoas, de diferentes lugares e com diferentes características, já está de bom tamanho.

As pessoas são entrevistadas e o resultado aparece: 50% dos entrevistados votarão no candidato A, 30% votarão no candidato B, e o restante fica dividido entre C, D, E, branco, nulo ou indeciso. A pesquisa é publicada no jornal, causando comoção. Todos falam sobre ela. Os que torcem pelo candidato A pulam de alegria: somados os votos de todos os outros, mesmo assim ele ganha. Os que torciam por B entram e desespero e partem para o tudo-ou-nada. Quem vota em C, D e E migra para A ou B, para ter alguma chance de interferir no processo eleitoral, preocupados em “não jogar o voto fora”. Vários indecisos se decidem. Os votos tomam a sua forma final na cabeça das pessoas.

Talvez você não tenha percebido, Neo, mas neste instante uma coisa bastante curiosa ocorreu. Um pensamento que, observado com mais calma, vai te mostrar uma coisa espantosa.
O voto de duzentos milhões de habitantes (a população do Brasil, em 2013), é como algo etéreo, incerto, em suspensão no plano das ideias. Relativamente poucos já possuem seu voto definido de início – de regra, apenas aqueles que possuem uma ligação mais forte com algum partido, o que não é o caso do eleitor médio brasileiro. Os demais contemplam possíveis votos, em diferentes candidatos, com níveis diferentes de consideração em diferentes momentos da corrida eleitoral. Como o famoso experimento mental do Gato de Schrödinger, que só descobrimos vivo ou morto ao abrir a caixa, existindo de fato nos dois estados ao mesmo tempo até que a observação elimine a incerteza, o voto também tem essa característica heisenbergiana. Enquanto estou escrevendo este texto, cogito em quem votarei, e a incerteza só se esvairá completamente quando o maldito botão verde for apertado.

Mas, como disse, não só eu faço isso: a maioria da população também é assim. E aqui está o ponto. Literalmente centenas de milhões de votos pairam “no éter”, se solidificando em passos bruscos, principalmente pela observação de resultados de pesquisas de opinião de… quatro mil pessoas.
Não quero dizer, com isso, que quatro mil pessoas têm o poder de decidir o que duzentos milhões farão. Não, Neo, o buraco do coelho é mais profundo ainda. Um número muito MENOR de pessoas já tem esse poder.

Supomos que o candidato A tem 49% de votos, o candidato B tem 25% de votos e o candidato C tem 24% dos votos. Aqui a situação é mais delicada: uma diferença de mísero 1% impede o candidato A de vencer já no primeiro turno. Da mesma forma, uma diferença de 1% impede o candidato C de ir ao 2° turno. O que acontece?
Pode ocorrer uma debandada dos potenciais eleitores de C, que “não querendo jogar o voto fora”, votam em A ou B, para “influir de verdade na democracia”. Um voto em C, pensam, é como atirar o Coração do Oceano no fundo do mar. Um voto é precioso, e deve ser útil.

O que eles falham em ver – estas DEZENAS DE MILHÕES de eleitores falham em ver – é que estão se acovardando perante a mera opinião de… apenas 80 pessoas, o número real que corresponde àqueles 2% na amostragem dos entrevistados. Dezenas de milhões de eleitores solidificam seu voto e abandonam seu candidato por causa da opinião (que nem é tão sólida assim, elas podem muito bem estar dando uma resposta casual e provisória ao entrevistador) de meros 80 pedestres. Opinião que, vejam só, pode ser ela mesma uma resposta influenciada por uma pesquisa anterior. E aquela por outra, e aquela por uma outra ainda, colhida quando os entrevistados nem conheciam bem os candidatos, e todos, com a exceção de um ou dois, eram apenas meros nomes estranhos.
Esse é o poder catalisador das pesquisas, que instituem, aos poucos, uma profecia auto-realizável. As pesquisas desenham as raias por que corremos, balizam nosso processo de formação de opinião, fazem e destroem candidatos.

Esse é o poder catalisador das pesquisas, que instituem, aos poucos, uma profecia auto-realizável.Bom, como sei que a esta hora os estatísticos devem estar malucos de raiva comigo, deixem-me explicar: não estou dizendo que tendências prévias não existem, e que os princípios da estatística estão errados, longe disso. Apenas estou dando um enfoque material ao processo de decisão.
Mas eu tenho uma segunda pílula. E se eu te dissesse que abandonando o voto no seu candidato do coração para obedecer ao destino escolhido a você por aquelas 80 pessoas, você está votando também na próxima eleição? Sim, aquela, daqui a 4 anos?
Vamos supor que você goste de sanduíches. Você ama sanduíches. De noite, assolado por uma vontade incontrolável de comer sanduíches, você vai à lanchonete mais próxima na esperança de matar a fome com sua iguaria favorita.

Chegando lá você olha ao redor, e todos estão comendo pizzas. Ninguém, em mesa alguma, está comendo sanduíches. Você olha no cardápio, e só pizzas. Desolado, você chega no atendente e pede…uma pizza.

A pergunta é: por que você não pediria sanduíches? A sua vontade é de comer sanduíches. Você poderia dizer ao atendente “seria muito bom se vocês servissem também sanduíches”, e ninguém sairia ferido. Na verdade, você sairia com a mesma coisa (uma pizza), mas o atendente sairia com uma coisa adicional muito valiosa: a informação de que você gosta de sanduíches.

Aliás, várias das pessoas que estão ali podem estar comendo pizzas apenas porque não haviam sanduíches sendo oferecidos. E os sanduíches não são oferecidos justamente porque, ao pedir apenas pizzas, as pessoas não sinalizam ao dono do estabelecimento que de fato sanduíches teriam também uma ótima aceitação.

Reclamamos que sempre nos são oferecidas as mesmas opções, mas o fato é que não sinalizamos aos partidos que estamos abertos a outras.Troque o exemplo das pizzas e sanduíches por tipos de candidatos e propostas políticas, e imagine o atendente e o dono do restaurante como os partidos. Reclamamos que sempre nos são oferecidas as mesmas opções, mas o fato é que não sinalizamos aos partidos que estamos abertos a outras. No exemplo dos 2%, acima: se todos abandonarem suas intenções de votar em C e votarem em A e B, no final C não terá de fato quase nada. A eleição, em si, é uma pesquisa, e a mais fiel. Os partidos, no futuro, se lembrarão disso na hora de lançar candidatos, fazer alianças e negociarem apoio: o candidato C (apesar de ser querido por 24%) é um “candidato de 1%”.

Mesmo que um candidato não tenha chances de ganhar uma eleição, há proveito em manter o voto nessa pessoa: é informação útil passada aos partidos. Acreditar que vai jogar o voto fora (mesmo com a certeza de que seu candidato não vai para o 2º turno) é um pensamento simplista demais. Não há vergonha em “perder” a eleição. Ninguém cobrará de nós que nosso candidato não foi adiante.

Seu voto, seja em quem for, é um sinalizador: sinaliza a existência de um público que concorda com aquele programa. Se o candidato acabar o primeiro turno com 25%, 10% ou mesmo 5%, mesmo que não vá para o segundo turno, isso sinaliza à classe política a existência de um público com aqueles valores, o que faz os partidos mudarem seus programas e ações naquele sentido.

A política muda para oferecer produtos (candidatos) que canalizem certas demandas eleitorais. Se não sinalizarmos a demanda, só nos serão oferecidas sempre as mesmas opções – afinal, para que oferecer sanduíches, se só compramos pizzas?

Ano Zero
Editado por Folha Política

Fontes:Folha Política , Ano Zero

252 candidatos estão impugnados pela Lei da Ficha Limpa em 2014 (Imagem: Pragmatismo Politico)
Lista dos candidatos Ficha Suja para as eleições de 2014 é composta por 252 nomes. Confira, a seguir, a relação por Estado e partido

252 candidatos a cargos eletivos em todo o Brasil estão barrados pela Lei da Ficha Limpa em 2014. De acordo com a Lei, ficam inelegíveis os candidatos que tiverem suas contas rejeitadas por ato intencional (ou “doloso”) de improbidade administrativa quando exerciam cargos ou funções públicas, ou que foram condenados por determinados crimes em órgãos colegiados.

No caso das contas, é necessária a comprovação de que a irregularidade seja incorrigível, ou “insanável” e que e o ato ilegal seja considerado como improbidade administrativa. Também podem ser barrados os políticos que tiveram mandato cassado ou que renunciaram para escapar de processo de cassação. A palavra final se o candidato é “ficha suja” ou “ficha limpa” é da Justiça eleitoral. Mas o caso pode parar até no Supremo Tribunal Federal (STF).

A rejeição da candidatura não tira o político da corrida eleitoral e permite que ele siga com a campanha até a votação caso não tenham se esgotado todas as possibilidades de recurso. Se a situação dele não for regularizada, seus votos serão considerados inválidos.
Confira abaixo a lista dos 252 impugnados pela Lei da Ficha Limpa por Estado e partido.

Atualização. Antes com 253 nomes, a lista foi reduzida para 251 após o deputado federal Wilson Filho (PTB-PB) e Junji Abe (PSD-SP) conseguir esta semana, junto ao TSE, o deferimento de sua candidatura

Acre 5 candidaturas
PMDB- 1 | PSB- 1 | PSD- 1 | PSL- 1 |PT- 1

Alércio Dias (PSD) – deputado estadual
Dra Grace (PT) – deputada federal (desistiu)
Fagner Sales (PMDB) – deputado federal
Nilson Areal (PSL) – deputado estadual
Jazanias Mendes (PSB) – deputado estadual

Amapá 2 candidaturas
PMN- 1 | PSC- 1

Caetano Bentes (PSC) – deputado estadual
Fran Júnior (PMN) – deputado federal

Amazonas 5 candidaturas
PSB- 1 | DEM- 1 | PMDB-1 | PMN- 1 | PV-1

Antonio Marcos Maciel Fernandes (Marquinhos da Macil) (PSB) – deputado estadual
Dissica Valério Tomaz (PMDB) – deputado estadual
Jorge Ataíde (DEM) – deputado estadual
Platiny Soares (PV) – deputado estadual
Robson Gama (PMN) – deputado estadual

Bahia 5 candidaturas
PMDB- 2 | PRB- 1 | PT- 1 | PTdoB – 1

Beto Lelis (PMDB), deputado federal
Herzem Gusmão (PMDB), deputado estadual
Osmar Torres (PTdoB), deputado estadual
Silvio Ataliba (PT), deputado estadual
Zé Carlos da Pesca (PRB), deputado federal

Ceará 10 candidaturas
PSDC- 1 | PSB- 1 | PCdoB- 1 | PTC- 1 | PRTB- 1| PTN- 1 | PTB- 1 | PROS- 1 | PSL- 1 | PSB- 1

Agenor Manoel Ribeiro (PSDC), deputado estadual
Antônio Roque de Araújo (PSB), deputado estadual
Augusta Brito de Paula (PCdoB), deputada estadual
Francisco José Cunha de Queiroz (PTC), deputado estadual
José Acélio Paulino de Freitas (PRTB), deputado estadual
José Macêdo de Lima (PTN), deputado estadual
José Rocha Neto (PTB), deputado estadual
Mirian de Almeida Rodrigues Sobreira (Pros), deputada estadual
Raimundo Cordeiro de Freitas (PSL), deputada estadual
Raimundo Dias Angelim (PSB), deputado federal

Distrito Federal 7 candidaturas
PMDB- 1 | PMN- 2 | PP- 1 | PR- 2 | PV- 1

Aylton Gomes (PR) – deputado distrital
Célia Sousa (PV) – deputada distrital
Dr. Juarez de Paula (PMN) – deputado distrital
Jaqueline Roriz (PMN) – deputada federal (desistiu)
José Roberto Arruda (PR) – governador (desistiu e lançou a esposa como candidata a vice)
Marco Antonio Leal da Silva (Sgt. BM leal) (PP) – deputado distrital
Vandercy Antônia de Camargos (Professora Vandercy) (PMDB) – deputada distrital

Espírito Santo 11 candidaturas
PR- 1 | PRP- 1 | PTB- 1 | SD- 1 | PV- 1 | PP- 1 | PTB- 1 | DEM- 1 | PTB- 1 |PTdoB- 1 | PRTB- 1

Claudimar Henker (PR) – deputado estadual
Cleone Gomes do Nascimento (PRP) – deputado federal
Edson Henrique Pereira (PTB) – deputado estadual
Hélio Dutra Leal (SD) – deputado federal
Heliomar Costa Novais (PV) – deputado federal
Jackson Rangel (PP) – deputado federal
José Carlos Elias (PTB) – deputado federal
Lauriano Zancanela (DEM) – deputado estadual
Maryhanderson (PTB) – deputado estadual
Modesto Godi (PTdoB) – deputado estadual
Pastor Ivan (PRTB) – deputado federal (desistiu)

Goiás 10 candidaturas
DEM- 1 | PEN- 1 | PHS- 2 | PMDB- 1 | PPS- 1 | PSC- 1 | PSDB- 2 | SD-1

Alex Batista (PHS), deputado estadual
Anázio Airton Bernardes Pereira – Anazão (SD), deputado estadual
André Luiz Gomes de Almeida – Doutor André (PPS), deputado estadual
Cláudio da Unifam (PSC), deputado estadual
Gênio Eurípedes (PSDB), deputado federal
Gisele Silva (PMDB), deputada estadual
Iris Lira (PEN), deputado estadual
Maria da Conceição da Silva Vieira (DEM), deputada estadual
Rui Figueiredo (PHS), deputado estadual
Valdivino de Oliveira (PSDB), deputado federal

Maranhão 9 candidaturas
PDT- 1 | PR- 1 | PRTB- 1 | PSB- 1 | PSL- 1 | PT- 1 | PV- 2 | SD- 1

Chico do Rádio (PDT) – deputado estadual
Francisco Valbert Ferreira de Queiroz (Quininha) (PSB) – deputado estadual
Frank Seba (SD) – deputado estadual (desistiu e lançou o neto Seba no lugar)
Hemétrio Weba (PV) – deputado estadual (candidato à reeleição, ele foi liberado pelo TRE-MA, mas barrado pelo TSE após recurso do Ministério Público Eleitoral)
Jeová Alves (PSL) – deputado federal
Magno Bacelar (PV) – deputado estadual
Manoel Dentista (PRTB) – deputado estadual (desistiu)
Raimundo Louro (PR) – deputado estadual
Raimundo Monteiro (PT) – 1º suplente de senador

Mato Grosso 9 candidaturas
PCdoB-1 | PR-1 | PSD– 4 | PT- 3

Altir Peruzzo (PT) – deputado estadual
Eunice Rodrigues (PT) – deputada estadual
José Antunes de França (Dega) (PSD) – deputado estadual
José Geraldo Riva (PSD) – governador (desistiu e lançou a esposa em seu lugar)
Meraldo Sá (PSD) – deputado estadual
Nelci Capitani (PSD) – deputado estadual
Neldo Egon Weirich (PR) – deputado estadual
Valdir Barranco (PT) – deputado estadual
Zózimo Wellington Chaparral (PCdoB) – deputado estadual

Mato Grosso do Sul 3 candidaturas
PP- 1 | PSB-1 | PT- 1

Alcides Bernal (PP) – senador
Danilo Luiz (PSB) – deputado estadual
Bonelli (PT) – deputado estadual (desistiu)

Minas Gerais 13 candidaturas
PCdoB- 2 | PDT- 1 | PEN- 1 | PMN- 1 | PP- 1 | PRB- 2 | Psol- 1 | PTC- 2 | PTdoB- 2

Anderson Adauto Pereira (PRB), deputado federal
Carlos Alberto Pereira (PMN), deputado federal
Carlos Eduardo de Almeida (PCdoB) deputado estadual (renunciou)
Hélio Pinheiro da Silva (PTC), deputado estadual
Ivo Mendes Filho (PCdoB), deputado estadual
Jorge Tarcísio Torquato (Psol), deputado federal
José do Nascimento Elias (PDT), deputado estadual
Marcos Tolentino da Silva (PEN), deputado federal (renunciou)
Natalício Tenório Cavalcanti (PTdoB), deputado estadual
Neyval José de Andrade (PTC), deputado estadual
Paulo Orlando Rodrigues de Mattos (PTdoB), deputado federal
Pedro Ivo Ferreira Caminhas (PP), deputado estadual
Ronaldo Resende Ribeiro (PRB), deputado federal

Pará 20 candidaturas
PCdoB- 1 | PDT- 1 | PHS– 1 | PMDB– 1 | PP– 2 | PPS– 2 | PR– 1 | PRB– 1 | Pros- 1 | PSB- 1 | PSC– 1 | PSD– 1 | PSDB– 2 | PT– 3 | PV– 1

Artur Tourinho (PMDB) – deputado estadual
Bernadete Ten Caten (PT) – deputada estadual (desistiu)
Chico da Pesca (Pros) – deputado estadual
Edna Lusia de Souza Costa (Bispa Edna) (PR) – deputada estadual
Jordânio Felizardo (PHS) – deputado estadual
Luiz Sefer (PP) – deputado estadual
Luiz Rebelo (PP) – deputado estadual (desistiu e lançou o filho no lugar)
Maura Edwirges Marques dos Santos (PSDB) – deputada federal
Marlene Mateus (PV) – deputada federal
Marta Dionisio Batista (Irmã Batista) (PSC) – deputada estadual
Olávio Rocha (PSB) – deputado estadual
Orlando Lobato (PRB) – deputado estadual
Paulo Rocha (PT) – senador
Pedro Barreirão (PCdoB) – deputado estadual
Ronivaldo Fernandes do Carmo (Rony) (PSDB) – deputado estadual
Rosilane Evangelista (PT) – deputada estadual
Silvio Carlos Bahia Santos (Silvinho Santos) (PSD) – deputado estadual
Vagner Curi (PDT) – deputado estadual (desistiu)
Wanderley Dias Vieira (Dr. Wanderley) (PPS) – deputado estadual
Zé Carlos Galiza (PPS) – deputado estadual

Paraíba 6 candidaturas
PDT- 1  | PMN- 2 | PTB- 1 | PTN- 1 | PV- 1

Balduíno Clementino (PTN) – deputado estadual
Genival Lacerda (PMN) – deputado federal
Lúcia Braga (PV) – deputada estadual (desistiu)
Pastor Luciano Breno (PMN) – deputado estadual
Raoni Barreto (PDT) – deputado estadual
Wilson Filho (PTB), deputado federal [liberado pelo TSE]

Paraná 8 candidaturas
PDT– 2 | PRP- 1 | PSD- 1 | PT- 1 | PTB- 1 | PTN- 1 | PV- 1

Almir Batista (PTB) – deputado estadual (desistiu)
Baka (PDT) – deputado federal
Bispo Costa (PDT) – deputado estadual
Celso Luiz Soares Rocha (PRP), primeiro suplente de senador (desistiu)
Dr. Alecsandro (PT) – deputado estadual
José Augusto Felippe (PSD), deputado estadual (desistiu)
Oscar da ONG Anjos (PTN) – deputado estadual
Sônia Sapata (PV), deputada federal

Pernambuco 4 candidaturas
PP- 1 | PSB- 1 | PSL- 1 | PTB- 1

Carlos Evandro Pereira de Meneses(PSB) – deputado estadual (desistiu)
Clarice Correa de Oliveira (PP) – deputada estadual (desistiu)
Gilson Muniz Dias (PTB) – deputada federal
Tarcísio Dias das Mercês (PSL) – deputado estadual

Piauí 1 candidatura
PRP- 1
Laécio Borges (PRP) – deputado federal

Rio de Janeiro 18 candidaturas
DEM– 1 | PDT– 4 | PMDB– 3 | PMN– 1 | PR- 2 | PRTB– 1 | PSB– 2 | PSD- 1 | PSL- 1 | PTdoB- 2

Ademir Alves de Melo (PSD) – deputado federal (desistiu)
Alciones Cordeiro (PRTB) – deputado federal
Arnaldo Vianna (PDT) – deputado estadual (desistiu)
Carlos Augusto Carvalho Balthazar (PSL) – deputado estadual
Celso Jacob (PMDB) – deputado federal
César Maia (DEM) – senador
David da Costa Villar Filho (PSB) – deputado estadual
Elton da Silva Neves, Cel. Elton Queixada (PSB) – deputado estadual
João Barbosa Bravo (PTdoB) – deputado federal (desistiu)
José Valdezir Pereira de Lima, Kikinho (PMN) – deputado federal
Marcus Lorenz Melo de Abreu (PR) – deputado federal
Maria Aparecida Panisset (PDT) – deputado federal
Maria José Cassane Soares (PMDB) – deputado estadual
Ricardo Martins David (Ricardo Abrão) (PDT) – deputado estadual (desistiu)
Riverton Mussi Ramos (PMDB) – deputado estadual
Rubem Nelson (PDT) – deputado federal
Samuel Correa da Rocha Junior, Samuquinha (PR) – deputado estadual
Werner Benites Saraiva da Fonseca (PTdoB) – deputado federal (desistiu)

Rio Grande do Norte 5 candidaturas
PHS- 1 | PP- 2 | PSD- 1 | PTdoB- 1

Amaro Saturnino (PTdoB) – deputado estadual
Betinho Rosado (PP) – deputado federal (desistiu e lançou a candidatura do filho)
Fernando Fernandes (PP) – deputado estadual
Rivaldo Felix de Lima (Rei Pop Show) (PHS) – deputado federal
Zé Vander (PSD) – deputado estadual

Rio Grande do Sul 3 candidaturas
PDT- 1 | PEN- 1 | PPS- 1

Fábio Rocha (PEN) – deputado federal (desistiu)
Flavio Zacher (PDT) – deputado federal
Sérgio Camps de Morais (PPS) – 2º suplente de senador (desistiu)

Rondônia 5 candidaturas
PDT- 1| PP- 1 | PR- 1 | PT- 1 | SD- 1

Assis Gurgacz (PDT) – 1o suplente de senador
Edvilson Negreiros (PR) – deputado estadual
Joarez Jardim (PP) – deputado federal
Rosália Negona (PT) – deputada estadual
Nilton Caetano (SD) – deputado estadual (desistiu)

Roraima 11 candidaturas
PSB- 1 | PDT- 1 | PRP- 1 | PTN- 1 | PP- 1 | PSDC- 1 | PPS- 1 | PCdoB- 1 | PP- 1 | DEM- 1 | PRP- 1

Alysson Mota Ferreira (PSB) – deputado estadual (desistiu)
Augusto Alberto Iglesias Ferreira (PDT) – deputado federal
Chico das Verduras (PRP) – deputado federal
Denner Ratts (PTN), deputado estadual (desistiu)
Evandro Moreira (PP), deputado estadual (desistiu)
Jalser Renier (PSDC) – deputado estadual
James Batista (PPS) – deputado estadual
Lurenes Cruz do Nascimento (PCdoB) – deputado federal
Neudo Campos (PP) – governador (desistiu e lançou a mulher em seu lugar)
Paulo César Quartiero (DEM) – vice-governador (apesar de contestada, sua candidatura foi deferida pelo TRE-RR. Acabou barrado por compor chapa com Neudo Campos. Seu registro ainda figura como indeferido com recurso na página do TSE)
Teylor Colares Filgueiras (PRP), deputado estadual (desistiu)

Santa Catarina 5 candidaturas
PP- 1 | PSB- 1 | PSDB- 2 | PTB- 1

Dagomar Carneiro (PSB), deputado estadual
Gilmar Knaesel (PSDB), deputado estadual
João Pizzolatti (PP), deputado federal (desistiu da reeleição e indicou o filho no lugar)
Paulo Boeira (PTB), deputado estadual
Saulo Sperotto (PSDB), deputado federal

Sergipe 6 candidaturas
DEM- 1 | PMN- 1 | PP- 1 | PPS- 1 | PSB- 1 | PSC- 1

André Luís Dantas Ferreira (André Moura) (PSC) – deputado federal
Carlos Augusto Ferreira (Carlinhos) (PSB) – deputado federal (desistiu)
Givanildo Batista da Silva (PP) – deputado estadual
José Job de Carvalho Filho (Dr. Job) (PPS) – deputado estadual (desistiu)
Josilda Alice da Graça Monteiro (DEM) – deputado federal (desistiu)
Reinato Rodrigues dos Santos (Shaullim) (PMN) – deputado estadual

São Paulo 69 candidaturas
DEM- 1 | PCdoB- 1 | PDT- 2 | PEN- 8 | PMDB- 4 | PMN- 1 | PP- 4 | PPS- 2 | PR- 2 | PRB- 2 | PRP- 1 | PSB- 7 | PSC- 4 |PSD- 5 | PSDB- 2 | PSDC- 1 | PSL- 1 | PSTU- 1 | PT- 8 | PTB- 5 | PTN- 1 | PV- 4 | SD- 2

Abelardo Camarinha (PSB), deputado estadual
Adauto Aparecido Scardoelli (PT), deputado federal
Adeir Cupertino (PSC), deputado federal
Adelson de Souza Penha (PV), deputado federal
Adler Alfredo Jardim Teixeira (PSC), deputado federal
Alexandre José da Cunha (PP), deputado estadual
Alexandre Simões Pimentel (PT), deputado estadual
Aluizio Leonardo (PDT), deputado federal
Anésia Aparecida Rodrigues Schmidt (PR), deputada estadual
Angelo Augusto Perugini (PT), deputado estadual
Antonio Amaral Junior (PT), deputado estadual
Antonio Aparecido Rodrigues da Silva (PEN), deputado federal
Aparecido Carlos dos Santos (SD), deputado estadual
Aparecido Inacio da Silva (SD), deputado estadual
Aroldo Pereira de Souza (PTB), deputado federal
Balbina de Oliveira de Paula Santos (PMDB), deputada federal
Carlos Antonio Ferreira dos Santos (PEN), deputado federal
Délbio Camargo Teruel (PSD), deputado federal
Edmilson Gonçalves de Souza (PSDC), deputado estadual
Estevam Galvão de Oliveira (DEM), deputado estadual
Francisco Pereira de Sousa Filho (PPS), deputado estadual
Fuad Gabriel Chucre (PSDB), deputado estadual
Isac Franco dos Reis (PT), deputado estadual
Isaías Conceição (PEN), deputado federal
Ivana Camarinha (PV), deputada estadual
Jaime Donizete Pereira (PSC), deputado federal
Jairo Ferreira da Silva (PTB), deputado federal
João Lucio Balduzzi Pereira (PSB), deputado estadual
João Luis Dias Zafalão (PSTU), deputado estadual
Jorge Abissanra (PSB), deputado federal
José Izidro Neto (PMDB), deputado estadual
José Roberto de Oliveira (PEN), deputado federal
José Roberto Tricoli (PV), deputado estadual
José Urias Costa de Oliveira (PRP), deputado federal
Joseph Raffoul (PTB), deputado federal
Joseph Zuza Somaan Abdul Massih (PP), deputado estadual
Júlio César Polaco Zitelli (PEN), deputado estadual
Junji Abe (PSD), deputado federal [liberado pelo TSE]
Leandro de Camargo Barros (PSB), deputado estadual
Luiz Gonzaga Vieira de Camargo (PSDB), deputado estadual
Marcelo Pires Vieira (PTB), deputado estadual
Marco Antonio Marchi (PSD), deputado estadual
Marco Aurélio de Souza (PT), deputado estadual
Maria Helena Borges Vannuchi (PT), deputado estadual
Mazen Ezzat Haidar (PP), deputado estadual
Miguel Francisco Lopes (PSD), deputado estadual
Newton Lima (PT), deputado federal
Odmir Alves Pereira (PSB), deputado federal
Osvaldo Franceschi Junior (PV), deputado federal
Osvaldo Martins (PSL), deputado estadual
Paulo Cesar Neme (PSC), deputado federal
Paulo Maluf (PP), deputado federal
Paulo Sérgio Rodrigues Alves (PR), deputado estadual
Pedro Luiz Viviane (PMN), deputado federal
Pedro Nunes Filho (PDT), deputado estadual
Pedro Tomishigue Mori (PSB), deputado federal
Reinaldo Guimarães Mota (PSB), deputado estadual
Ricardo Moraghi (PMDB), deputado estadual
Roberto Pereira Peixoto (PEN), deputado estadual
Roberto Ramalho Tavares (PRB), deputado federal
Ronaldo Ferreira da Costa (PEN), deputado estadual
Rubens Sanchez Proença (PRB), deputado federal
Sandra Pereira da Silva Lima (PTB), deputada estadual
Sergio Benassi (PCdoB), deputado estadual
Sonia Francine Gaspar Marmo (PPS), deputada federal
Vanessa Damo Orosco (PMDB), deputada estadual
Wagner Ricardo Antunes Filho (PSD), deputado estadual
Wanderley Madeira Adão (PTN), deputado estadual
Welinton José dos Santos (PEN), deputado federal

Tocantins 3 candidaturas
PMDB- 1 | PSD- 1 | PSOL- 1
Amiron José Pinto (PMDB), deputado estadual
Joaquim Rocha Pereira (Psol), 2º suplente de senador
José Viana Povoa Camelo (PSD), deputado estadual (renunciou)

Na Justiça
A palavra final sobre esses casos será dada pela Justiça eleitoral, responsável pela análise dos recursos apresentados pelos candidatos. A legislação permite que os candidatos barrados pela Ficha Limpa continuem em campanha até que se esgotem as possibilidades de apelação.

Fontes: Semeando , Pragmatismo Político

Os 252 candidatos Ficha Suja nas eleições 2014

252 candidatos estão impugnados pela Lei da Ficha Limpa em 2014 (Imagem: Pragmatismo Politico)
Lista dos candidatos Ficha Suja para as eleições de 2014 é composta por 252 nomes. Confira, a seguir, a relação por Estado e partido

252 candidatos a cargos eletivos em todo o Brasil estão barrados pela Lei da Ficha Limpa em 2014. De acordo com a Lei, ficam inelegíveis os candidatos que tiverem suas contas rejeitadas por ato intencional (ou “doloso”) de improbidade administrativa quando exerciam cargos ou funções públicas, ou que foram condenados por determinados crimes em órgãos colegiados.

No caso das contas, é necessária a comprovação de que a irregularidade seja incorrigível, ou “insanável” e que e o ato ilegal seja considerado como improbidade administrativa. Também podem ser barrados os políticos que tiveram mandato cassado ou que renunciaram para escapar de processo de cassação. A palavra final se o candidato é “ficha suja” ou “ficha limpa” é da Justiça eleitoral. Mas o caso pode parar até no Supremo Tribunal Federal (STF).

A rejeição da candidatura não tira o político da corrida eleitoral e permite que ele siga com a campanha até a votação caso não tenham se esgotado todas as possibilidades de recurso. Se a situação dele não for regularizada, seus votos serão considerados inválidos.
Confira abaixo a lista dos 252 impugnados pela Lei da Ficha Limpa por Estado e partido.

Atualização. Antes com 253 nomes, a lista foi reduzida para 251 após o deputado federal Wilson Filho (PTB-PB) e Junji Abe (PSD-SP) conseguir esta semana, junto ao TSE, o deferimento de sua candidatura

Acre 5 candidaturas
PMDB- 1 | PSB- 1 | PSD- 1 | PSL- 1 |PT- 1

Alércio Dias (PSD) – deputado estadual
Dra Grace (PT) – deputada federal (desistiu)
Fagner Sales (PMDB) – deputado federal
Nilson Areal (PSL) – deputado estadual
Jazanias Mendes (PSB) – deputado estadual

Amapá 2 candidaturas
PMN- 1 | PSC- 1

Caetano Bentes (PSC) – deputado estadual
Fran Júnior (PMN) – deputado federal

Amazonas 5 candidaturas
PSB- 1 | DEM- 1 | PMDB-1 | PMN- 1 | PV-1

Antonio Marcos Maciel Fernandes (Marquinhos da Macil) (PSB) – deputado estadual
Dissica Valério Tomaz (PMDB) – deputado estadual
Jorge Ataíde (DEM) – deputado estadual
Platiny Soares (PV) – deputado estadual
Robson Gama (PMN) – deputado estadual

Bahia 5 candidaturas
PMDB- 2 | PRB- 1 | PT- 1 | PTdoB – 1

Beto Lelis (PMDB), deputado federal
Herzem Gusmão (PMDB), deputado estadual
Osmar Torres (PTdoB), deputado estadual
Silvio Ataliba (PT), deputado estadual
Zé Carlos da Pesca (PRB), deputado federal

Ceará 10 candidaturas
PSDC- 1 | PSB- 1 | PCdoB- 1 | PTC- 1 | PRTB- 1| PTN- 1 | PTB- 1 | PROS- 1 | PSL- 1 | PSB- 1

Agenor Manoel Ribeiro (PSDC), deputado estadual
Antônio Roque de Araújo (PSB), deputado estadual
Augusta Brito de Paula (PCdoB), deputada estadual
Francisco José Cunha de Queiroz (PTC), deputado estadual
José Acélio Paulino de Freitas (PRTB), deputado estadual
José Macêdo de Lima (PTN), deputado estadual
José Rocha Neto (PTB), deputado estadual
Mirian de Almeida Rodrigues Sobreira (Pros), deputada estadual
Raimundo Cordeiro de Freitas (PSL), deputada estadual
Raimundo Dias Angelim (PSB), deputado federal

Distrito Federal 7 candidaturas
PMDB- 1 | PMN- 2 | PP- 1 | PR- 2 | PV- 1

Aylton Gomes (PR) – deputado distrital
Célia Sousa (PV) – deputada distrital
Dr. Juarez de Paula (PMN) – deputado distrital
Jaqueline Roriz (PMN) – deputada federal (desistiu)
José Roberto Arruda (PR) – governador (desistiu e lançou a esposa como candidata a vice)
Marco Antonio Leal da Silva (Sgt. BM leal) (PP) – deputado distrital
Vandercy Antônia de Camargos (Professora Vandercy) (PMDB) – deputada distrital

Espírito Santo 11 candidaturas
PR- 1 | PRP- 1 | PTB- 1 | SD- 1 | PV- 1 | PP- 1 | PTB- 1 | DEM- 1 | PTB- 1 |PTdoB- 1 | PRTB- 1

Claudimar Henker (PR) – deputado estadual
Cleone Gomes do Nascimento (PRP) – deputado federal
Edson Henrique Pereira (PTB) – deputado estadual
Hélio Dutra Leal (SD) – deputado federal
Heliomar Costa Novais (PV) – deputado federal
Jackson Rangel (PP) – deputado federal
José Carlos Elias (PTB) – deputado federal
Lauriano Zancanela (DEM) – deputado estadual
Maryhanderson (PTB) – deputado estadual
Modesto Godi (PTdoB) – deputado estadual
Pastor Ivan (PRTB) – deputado federal (desistiu)

Goiás 10 candidaturas
DEM- 1 | PEN- 1 | PHS- 2 | PMDB- 1 | PPS- 1 | PSC- 1 | PSDB- 2 | SD-1

Alex Batista (PHS), deputado estadual
Anázio Airton Bernardes Pereira – Anazão (SD), deputado estadual
André Luiz Gomes de Almeida – Doutor André (PPS), deputado estadual
Cláudio da Unifam (PSC), deputado estadual
Gênio Eurípedes (PSDB), deputado federal
Gisele Silva (PMDB), deputada estadual
Iris Lira (PEN), deputado estadual
Maria da Conceição da Silva Vieira (DEM), deputada estadual
Rui Figueiredo (PHS), deputado estadual
Valdivino de Oliveira (PSDB), deputado federal

Maranhão 9 candidaturas
PDT- 1 | PR- 1 | PRTB- 1 | PSB- 1 | PSL- 1 | PT- 1 | PV- 2 | SD- 1

Chico do Rádio (PDT) – deputado estadual
Francisco Valbert Ferreira de Queiroz (Quininha) (PSB) – deputado estadual
Frank Seba (SD) – deputado estadual (desistiu e lançou o neto Seba no lugar)
Hemétrio Weba (PV) – deputado estadual (candidato à reeleição, ele foi liberado pelo TRE-MA, mas barrado pelo TSE após recurso do Ministério Público Eleitoral)
Jeová Alves (PSL) – deputado federal
Magno Bacelar (PV) – deputado estadual
Manoel Dentista (PRTB) – deputado estadual (desistiu)
Raimundo Louro (PR) – deputado estadual
Raimundo Monteiro (PT) – 1º suplente de senador

Mato Grosso 9 candidaturas
PCdoB-1 | PR-1 | PSD– 4 | PT- 3

Altir Peruzzo (PT) – deputado estadual
Eunice Rodrigues (PT) – deputada estadual
José Antunes de França (Dega) (PSD) – deputado estadual
José Geraldo Riva (PSD) – governador (desistiu e lançou a esposa em seu lugar)
Meraldo Sá (PSD) – deputado estadual
Nelci Capitani (PSD) – deputado estadual
Neldo Egon Weirich (PR) – deputado estadual
Valdir Barranco (PT) – deputado estadual
Zózimo Wellington Chaparral (PCdoB) – deputado estadual

Mato Grosso do Sul 3 candidaturas
PP- 1 | PSB-1 | PT- 1

Alcides Bernal (PP) – senador
Danilo Luiz (PSB) – deputado estadual
Bonelli (PT) – deputado estadual (desistiu)

Minas Gerais 13 candidaturas
PCdoB- 2 | PDT- 1 | PEN- 1 | PMN- 1 | PP- 1 | PRB- 2 | Psol- 1 | PTC- 2 | PTdoB- 2

Anderson Adauto Pereira (PRB), deputado federal
Carlos Alberto Pereira (PMN), deputado federal
Carlos Eduardo de Almeida (PCdoB) deputado estadual (renunciou)
Hélio Pinheiro da Silva (PTC), deputado estadual
Ivo Mendes Filho (PCdoB), deputado estadual
Jorge Tarcísio Torquato (Psol), deputado federal
José do Nascimento Elias (PDT), deputado estadual
Marcos Tolentino da Silva (PEN), deputado federal (renunciou)
Natalício Tenório Cavalcanti (PTdoB), deputado estadual
Neyval José de Andrade (PTC), deputado estadual
Paulo Orlando Rodrigues de Mattos (PTdoB), deputado federal
Pedro Ivo Ferreira Caminhas (PP), deputado estadual
Ronaldo Resende Ribeiro (PRB), deputado federal

Pará 20 candidaturas
PCdoB- 1 | PDT- 1 | PHS– 1 | PMDB– 1 | PP– 2 | PPS– 2 | PR– 1 | PRB– 1 | Pros- 1 | PSB- 1 | PSC– 1 | PSD– 1 | PSDB– 2 | PT– 3 | PV– 1

Artur Tourinho (PMDB) – deputado estadual
Bernadete Ten Caten (PT) – deputada estadual (desistiu)
Chico da Pesca (Pros) – deputado estadual
Edna Lusia de Souza Costa (Bispa Edna) (PR) – deputada estadual
Jordânio Felizardo (PHS) – deputado estadual
Luiz Sefer (PP) – deputado estadual
Luiz Rebelo (PP) – deputado estadual (desistiu e lançou o filho no lugar)
Maura Edwirges Marques dos Santos (PSDB) – deputada federal
Marlene Mateus (PV) – deputada federal
Marta Dionisio Batista (Irmã Batista) (PSC) – deputada estadual
Olávio Rocha (PSB) – deputado estadual
Orlando Lobato (PRB) – deputado estadual
Paulo Rocha (PT) – senador
Pedro Barreirão (PCdoB) – deputado estadual
Ronivaldo Fernandes do Carmo (Rony) (PSDB) – deputado estadual
Rosilane Evangelista (PT) – deputada estadual
Silvio Carlos Bahia Santos (Silvinho Santos) (PSD) – deputado estadual
Vagner Curi (PDT) – deputado estadual (desistiu)
Wanderley Dias Vieira (Dr. Wanderley) (PPS) – deputado estadual
Zé Carlos Galiza (PPS) – deputado estadual

Paraíba 6 candidaturas
PDT- 1  | PMN- 2 | PTB- 1 | PTN- 1 | PV- 1

Balduíno Clementino (PTN) – deputado estadual
Genival Lacerda (PMN) – deputado federal
Lúcia Braga (PV) – deputada estadual (desistiu)
Pastor Luciano Breno (PMN) – deputado estadual
Raoni Barreto (PDT) – deputado estadual
Wilson Filho (PTB), deputado federal [liberado pelo TSE]

Paraná 8 candidaturas
PDT– 2 | PRP- 1 | PSD- 1 | PT- 1 | PTB- 1 | PTN- 1 | PV- 1

Almir Batista (PTB) – deputado estadual (desistiu)
Baka (PDT) – deputado federal
Bispo Costa (PDT) – deputado estadual
Celso Luiz Soares Rocha (PRP), primeiro suplente de senador (desistiu)
Dr. Alecsandro (PT) – deputado estadual
José Augusto Felippe (PSD), deputado estadual (desistiu)
Oscar da ONG Anjos (PTN) – deputado estadual
Sônia Sapata (PV), deputada federal

Pernambuco 4 candidaturas
PP- 1 | PSB- 1 | PSL- 1 | PTB- 1

Carlos Evandro Pereira de Meneses(PSB) – deputado estadual (desistiu)
Clarice Correa de Oliveira (PP) – deputada estadual (desistiu)
Gilson Muniz Dias (PTB) – deputada federal
Tarcísio Dias das Mercês (PSL) – deputado estadual

Piauí 1 candidatura
PRP- 1
Laécio Borges (PRP) – deputado federal

Rio de Janeiro 18 candidaturas
DEM– 1 | PDT– 4 | PMDB– 3 | PMN– 1 | PR- 2 | PRTB– 1 | PSB– 2 | PSD- 1 | PSL- 1 | PTdoB- 2

Ademir Alves de Melo (PSD) – deputado federal (desistiu)
Alciones Cordeiro (PRTB) – deputado federal
Arnaldo Vianna (PDT) – deputado estadual (desistiu)
Carlos Augusto Carvalho Balthazar (PSL) – deputado estadual
Celso Jacob (PMDB) – deputado federal
César Maia (DEM) – senador
David da Costa Villar Filho (PSB) – deputado estadual
Elton da Silva Neves, Cel. Elton Queixada (PSB) – deputado estadual
João Barbosa Bravo (PTdoB) – deputado federal (desistiu)
José Valdezir Pereira de Lima, Kikinho (PMN) – deputado federal
Marcus Lorenz Melo de Abreu (PR) – deputado federal
Maria Aparecida Panisset (PDT) – deputado federal
Maria José Cassane Soares (PMDB) – deputado estadual
Ricardo Martins David (Ricardo Abrão) (PDT) – deputado estadual (desistiu)
Riverton Mussi Ramos (PMDB) – deputado estadual
Rubem Nelson (PDT) – deputado federal
Samuel Correa da Rocha Junior, Samuquinha (PR) – deputado estadual
Werner Benites Saraiva da Fonseca (PTdoB) – deputado federal (desistiu)

Rio Grande do Norte 5 candidaturas
PHS- 1 | PP- 2 | PSD- 1 | PTdoB- 1

Amaro Saturnino (PTdoB) – deputado estadual
Betinho Rosado (PP) – deputado federal (desistiu e lançou a candidatura do filho)
Fernando Fernandes (PP) – deputado estadual
Rivaldo Felix de Lima (Rei Pop Show) (PHS) – deputado federal
Zé Vander (PSD) – deputado estadual

Rio Grande do Sul 3 candidaturas
PDT- 1 | PEN- 1 | PPS- 1

Fábio Rocha (PEN) – deputado federal (desistiu)
Flavio Zacher (PDT) – deputado federal
Sérgio Camps de Morais (PPS) – 2º suplente de senador (desistiu)

Rondônia 5 candidaturas
PDT- 1| PP- 1 | PR- 1 | PT- 1 | SD- 1

Assis Gurgacz (PDT) – 1o suplente de senador
Edvilson Negreiros (PR) – deputado estadual
Joarez Jardim (PP) – deputado federal
Rosália Negona (PT) – deputada estadual
Nilton Caetano (SD) – deputado estadual (desistiu)

Roraima 11 candidaturas
PSB- 1 | PDT- 1 | PRP- 1 | PTN- 1 | PP- 1 | PSDC- 1 | PPS- 1 | PCdoB- 1 | PP- 1 | DEM- 1 | PRP- 1

Alysson Mota Ferreira (PSB) – deputado estadual (desistiu)
Augusto Alberto Iglesias Ferreira (PDT) – deputado federal
Chico das Verduras (PRP) – deputado federal
Denner Ratts (PTN), deputado estadual (desistiu)
Evandro Moreira (PP), deputado estadual (desistiu)
Jalser Renier (PSDC) – deputado estadual
James Batista (PPS) – deputado estadual
Lurenes Cruz do Nascimento (PCdoB) – deputado federal
Neudo Campos (PP) – governador (desistiu e lançou a mulher em seu lugar)
Paulo César Quartiero (DEM) – vice-governador (apesar de contestada, sua candidatura foi deferida pelo TRE-RR. Acabou barrado por compor chapa com Neudo Campos. Seu registro ainda figura como indeferido com recurso na página do TSE)
Teylor Colares Filgueiras (PRP), deputado estadual (desistiu)

Santa Catarina 5 candidaturas
PP- 1 | PSB- 1 | PSDB- 2 | PTB- 1

Dagomar Carneiro (PSB), deputado estadual
Gilmar Knaesel (PSDB), deputado estadual
João Pizzolatti (PP), deputado federal (desistiu da reeleição e indicou o filho no lugar)
Paulo Boeira (PTB), deputado estadual
Saulo Sperotto (PSDB), deputado federal

Sergipe 6 candidaturas
DEM- 1 | PMN- 1 | PP- 1 | PPS- 1 | PSB- 1 | PSC- 1

André Luís Dantas Ferreira (André Moura) (PSC) – deputado federal
Carlos Augusto Ferreira (Carlinhos) (PSB) – deputado federal (desistiu)
Givanildo Batista da Silva (PP) – deputado estadual
José Job de Carvalho Filho (Dr. Job) (PPS) – deputado estadual (desistiu)
Josilda Alice da Graça Monteiro (DEM) – deputado federal (desistiu)
Reinato Rodrigues dos Santos (Shaullim) (PMN) – deputado estadual

São Paulo 69 candidaturas
DEM- 1 | PCdoB- 1 | PDT- 2 | PEN- 8 | PMDB- 4 | PMN- 1 | PP- 4 | PPS- 2 | PR- 2 | PRB- 2 | PRP- 1 | PSB- 7 | PSC- 4 |PSD- 5 | PSDB- 2 | PSDC- 1 | PSL- 1 | PSTU- 1 | PT- 8 | PTB- 5 | PTN- 1 | PV- 4 | SD- 2

Abelardo Camarinha (PSB), deputado estadual
Adauto Aparecido Scardoelli (PT), deputado federal
Adeir Cupertino (PSC), deputado federal
Adelson de Souza Penha (PV), deputado federal
Adler Alfredo Jardim Teixeira (PSC), deputado federal
Alexandre José da Cunha (PP), deputado estadual
Alexandre Simões Pimentel (PT), deputado estadual
Aluizio Leonardo (PDT), deputado federal
Anésia Aparecida Rodrigues Schmidt (PR), deputada estadual
Angelo Augusto Perugini (PT), deputado estadual
Antonio Amaral Junior (PT), deputado estadual
Antonio Aparecido Rodrigues da Silva (PEN), deputado federal
Aparecido Carlos dos Santos (SD), deputado estadual
Aparecido Inacio da Silva (SD), deputado estadual
Aroldo Pereira de Souza (PTB), deputado federal
Balbina de Oliveira de Paula Santos (PMDB), deputada federal
Carlos Antonio Ferreira dos Santos (PEN), deputado federal
Délbio Camargo Teruel (PSD), deputado federal
Edmilson Gonçalves de Souza (PSDC), deputado estadual
Estevam Galvão de Oliveira (DEM), deputado estadual
Francisco Pereira de Sousa Filho (PPS), deputado estadual
Fuad Gabriel Chucre (PSDB), deputado estadual
Isac Franco dos Reis (PT), deputado estadual
Isaías Conceição (PEN), deputado federal
Ivana Camarinha (PV), deputada estadual
Jaime Donizete Pereira (PSC), deputado federal
Jairo Ferreira da Silva (PTB), deputado federal
João Lucio Balduzzi Pereira (PSB), deputado estadual
João Luis Dias Zafalão (PSTU), deputado estadual
Jorge Abissanra (PSB), deputado federal
José Izidro Neto (PMDB), deputado estadual
José Roberto de Oliveira (PEN), deputado federal
José Roberto Tricoli (PV), deputado estadual
José Urias Costa de Oliveira (PRP), deputado federal
Joseph Raffoul (PTB), deputado federal
Joseph Zuza Somaan Abdul Massih (PP), deputado estadual
Júlio César Polaco Zitelli (PEN), deputado estadual
Junji Abe (PSD), deputado federal [liberado pelo TSE]
Leandro de Camargo Barros (PSB), deputado estadual
Luiz Gonzaga Vieira de Camargo (PSDB), deputado estadual
Marcelo Pires Vieira (PTB), deputado estadual
Marco Antonio Marchi (PSD), deputado estadual
Marco Aurélio de Souza (PT), deputado estadual
Maria Helena Borges Vannuchi (PT), deputado estadual
Mazen Ezzat Haidar (PP), deputado estadual
Miguel Francisco Lopes (PSD), deputado estadual
Newton Lima (PT), deputado federal
Odmir Alves Pereira (PSB), deputado federal
Osvaldo Franceschi Junior (PV), deputado federal
Osvaldo Martins (PSL), deputado estadual
Paulo Cesar Neme (PSC), deputado federal
Paulo Maluf (PP), deputado federal
Paulo Sérgio Rodrigues Alves (PR), deputado estadual
Pedro Luiz Viviane (PMN), deputado federal
Pedro Nunes Filho (PDT), deputado estadual
Pedro Tomishigue Mori (PSB), deputado federal
Reinaldo Guimarães Mota (PSB), deputado estadual
Ricardo Moraghi (PMDB), deputado estadual
Roberto Pereira Peixoto (PEN), deputado estadual
Roberto Ramalho Tavares (PRB), deputado federal
Ronaldo Ferreira da Costa (PEN), deputado estadual
Rubens Sanchez Proença (PRB), deputado federal
Sandra Pereira da Silva Lima (PTB), deputada estadual
Sergio Benassi (PCdoB), deputado estadual
Sonia Francine Gaspar Marmo (PPS), deputada federal
Vanessa Damo Orosco (PMDB), deputada estadual
Wagner Ricardo Antunes Filho (PSD), deputado estadual
Wanderley Madeira Adão (PTN), deputado estadual
Welinton José dos Santos (PEN), deputado federal

Tocantins 3 candidaturas
PMDB- 1 | PSD- 1 | PSOL- 1
Amiron José Pinto (PMDB), deputado estadual
Joaquim Rocha Pereira (Psol), 2º suplente de senador
José Viana Povoa Camelo (PSD), deputado estadual (renunciou)

Na Justiça
A palavra final sobre esses casos será dada pela Justiça eleitoral, responsável pela análise dos recursos apresentados pelos candidatos. A legislação permite que os candidatos barrados pela Ficha Limpa continuem em campanha até que se esgotem as possibilidades de apelação.

Fontes: Semeando , Pragmatismo Político

Em entrevista ao portal de notícias Terra, o deputado federal Protógenes Queiroz, candidato à reeleição pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB), afirmou ter provas de que a queda do avião que matou o candidato à presidência Eduardo Campos, do Partido Socialista Brasileiro (PSB), “não foi um acidente normal”, mas sim um atentado.

Além disso, ele também anunciou que está conduzindo uma investigação paralela à das autoridades oficiais e disse que faltam “explicações para as lacunas de dados” que está coletando a fim de “formatar uma convicção e apontar até uma direção dos possíveis responsáveis”.

Várias questões foram levantadas pelo deputado Queiroz para fundamentar a suspeita de atentado. Uma delas diz respeito ao fato de a equipe da Polícia Federal designada para acompanhar as buscas e coletar dados só ter chegado ao local do acidente no dia seguinte à tragédia. Além disso, ele afirma que várias peças da fuselagem do avião não constam nas fotos, e que as câmeras de segurança dos prédios da região indicam que o piloto não estava no controle da aeronave. Por fim, o candidato do PCdoB considera crucial saber quem autorizou o voo em condições climáticas tão adversas. Segundo ele, “os técnicos estão um pouco amedrontados com a situação (...), porque ela converge com uma situação de atentado e eles têm medo de algum tipo de retaliação”.

O candidato Eduardo Campos, quatro assessores de sua campanha e dois tripulantes morreram na manhã de 13 de agosto, quando o jatinho que os transportava do Rio de Janeiro caiu num bairro residencial de Santos, no litoral de São Paulo. Depois do acidente, o PSB lançou como candidata a ex-senadora Marina Silva, que até então era vice na chapa presidencial.


Fontes: Notícia Final , Voz da Rússia

Deputado brasileiro afirma ter provas de que Eduardo Campos sofreu atentado

Em entrevista ao portal de notícias Terra, o deputado federal Protógenes Queiroz, candidato à reeleição pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB), afirmou ter provas de que a queda do avião que matou o candidato à presidência Eduardo Campos, do Partido Socialista Brasileiro (PSB), “não foi um acidente normal”, mas sim um atentado.

Além disso, ele também anunciou que está conduzindo uma investigação paralela à das autoridades oficiais e disse que faltam “explicações para as lacunas de dados” que está coletando a fim de “formatar uma convicção e apontar até uma direção dos possíveis responsáveis”.

Várias questões foram levantadas pelo deputado Queiroz para fundamentar a suspeita de atentado. Uma delas diz respeito ao fato de a equipe da Polícia Federal designada para acompanhar as buscas e coletar dados só ter chegado ao local do acidente no dia seguinte à tragédia. Além disso, ele afirma que várias peças da fuselagem do avião não constam nas fotos, e que as câmeras de segurança dos prédios da região indicam que o piloto não estava no controle da aeronave. Por fim, o candidato do PCdoB considera crucial saber quem autorizou o voo em condições climáticas tão adversas. Segundo ele, “os técnicos estão um pouco amedrontados com a situação (...), porque ela converge com uma situação de atentado e eles têm medo de algum tipo de retaliação”.

O candidato Eduardo Campos, quatro assessores de sua campanha e dois tripulantes morreram na manhã de 13 de agosto, quando o jatinho que os transportava do Rio de Janeiro caiu num bairro residencial de Santos, no litoral de São Paulo. Depois do acidente, o PSB lançou como candidata a ex-senadora Marina Silva, que até então era vice na chapa presidencial.


Fontes: Notícia Final , Voz da Rússia

Imagem: Reprodução / PressTV
Por: Lígia Ferreira - Folha Política

O jornalista Wayne Madsen se especializou em inteligência e relações internacionais, tornando-se conhecido por suas denúncias, de repercussão mundial, a respeito da espionagem empreendida pela NSA - National Security Agency.

Wayne trabalhou, após sair da Marinha dos Estados Unidos, para a RCA como consultor governamental para contratos com a NSA.

O norte-americano acredita que o avião de Eduardo Campos foi derrubado propositalmente, e que nesse acidente houve envolvimento da CIA, agência de inteligência norte-americana.

O artigo

Sua posição é apresentada no artigo "All factors point to CIA aerially assassinating Brazilian presidential candidate", no site da "Strategic Culture Foundation". Como argumentos para sua tese, o jornalista enfatiza três pontos: o modelo do avião tinha um histórico perfeito em relação à segurança de vôo; a caixa-preta do avião não registrou o vôo; e o avião foi comprado com o uso de empresas fantasma, ficando pouco claro quem era o verdadeiro proprietário da aeronave. Este último aspecto, para o jornalista, é o que chama mais a atenção, e seria uma das marcas registradas das ações da CIA - Central Intelligence Agency.

Imagem: Reprodução/Strategic Culture Foundation


Ainda segundo o jornalista, a agência que enviou uma equipe ao Brasil para investigar o acidente seria, na verdade, especializada em acobertar ações criminosas.

Motivação

A motivação para o assassinato de Campos seria sua substituição por Marina Silva, que seria, de acordo com ele, "a George Soros puppet", isto é, uma 'queridinha' do movimento da globalização dirigida e da 'sociedade civil', movimento este financiado pelo bilionário George Soros. Segundo ele, Marina teria mais chances de ser eleita e, uma vez eleita, seria muito mais favorável aos interesses do governo Barack Obama, presidente dos EUA, que o governo atual.

Imagem: Reprodução
"The plane crash that killed Brazilian presidential candidate Eduardo Campos, who was running in second place behind incumbent President Dilma Rousseff, has severely harmed Rousseff’s chances for re-election. Campos’s successor on the ticket, former Green Party leader Marina Silva, a George Soros puppet, now stands a very good chance of unseating Rousseff in an expected run-off election.", introduziu.

Para Madsen, a 'Terceira Via' é um movimento internacional, utilizado por políticos financiados por George Soros, para se infiltrar em partidos históricos de esquerda. O grupo não veria problemas no assassinato de um de seus membros para promover outro, como seria o caso no Brasil. Na opinião do jornalista, a morte de Eduardo Campos é uma cópia exata do assassinato do primeiro-ministro de Portugal Sá-Carneiro. Neste caso, os beneficiários da ação seriam Marina Silva e seus aliados.

Neste artigo, Madsen não apresentou provas, restringindo-se a especulações e comparações com estudos anteriores e informações a respeito do modus operandi da CIA e de supostos interesses da administração Obama e dos EUA na ocorrência.

Controvérsia e histórico

A despeito de ser colunista dos mais diversos jornais e sites, além de ter sido convidado para os mais variados programas de televisão, o jornalista é visto, também, com ceticismo. Devido aos temas que aborda e em razão, também, da maneira como discorre sobre os mais diversos assuntos de política internacional, chegou a ser classificado, por críticos, como "teórico da conspiração". Wayne alega ter trabalhado, também, para a NSA, quando ocupava o cargo de tenente na US Navy (Marinha dos Estados Unidos).

Em 1999, Wayne foi ouvido, como testemunha, pelo Parlamento Europeu a respeito dos programas de espionagem da NSA, em especial o "ECHELON". Na ocasião, declarou acreditar que a prioridade do programa, destinado a interceptações telefônicas, passou a ser levantar informações relevantes para a economia dos Estados Unidos, com o objetivo favorecer as empresas do país.

Fontes: SemeandoFolha Política

Jornalista investigativo dos EUA diz que CIA está envolvida no 'assassinato' de Eduardo Campos

Imagem: Reprodução / PressTV
Por: Lígia Ferreira - Folha Política

O jornalista Wayne Madsen se especializou em inteligência e relações internacionais, tornando-se conhecido por suas denúncias, de repercussão mundial, a respeito da espionagem empreendida pela NSA - National Security Agency.

Wayne trabalhou, após sair da Marinha dos Estados Unidos, para a RCA como consultor governamental para contratos com a NSA.

O norte-americano acredita que o avião de Eduardo Campos foi derrubado propositalmente, e que nesse acidente houve envolvimento da CIA, agência de inteligência norte-americana.

O artigo

Sua posição é apresentada no artigo "All factors point to CIA aerially assassinating Brazilian presidential candidate", no site da "Strategic Culture Foundation". Como argumentos para sua tese, o jornalista enfatiza três pontos: o modelo do avião tinha um histórico perfeito em relação à segurança de vôo; a caixa-preta do avião não registrou o vôo; e o avião foi comprado com o uso de empresas fantasma, ficando pouco claro quem era o verdadeiro proprietário da aeronave. Este último aspecto, para o jornalista, é o que chama mais a atenção, e seria uma das marcas registradas das ações da CIA - Central Intelligence Agency.

Imagem: Reprodução/Strategic Culture Foundation


Ainda segundo o jornalista, a agência que enviou uma equipe ao Brasil para investigar o acidente seria, na verdade, especializada em acobertar ações criminosas.

Motivação

A motivação para o assassinato de Campos seria sua substituição por Marina Silva, que seria, de acordo com ele, "a George Soros puppet", isto é, uma 'queridinha' do movimento da globalização dirigida e da 'sociedade civil', movimento este financiado pelo bilionário George Soros. Segundo ele, Marina teria mais chances de ser eleita e, uma vez eleita, seria muito mais favorável aos interesses do governo Barack Obama, presidente dos EUA, que o governo atual.

Imagem: Reprodução
"The plane crash that killed Brazilian presidential candidate Eduardo Campos, who was running in second place behind incumbent President Dilma Rousseff, has severely harmed Rousseff’s chances for re-election. Campos’s successor on the ticket, former Green Party leader Marina Silva, a George Soros puppet, now stands a very good chance of unseating Rousseff in an expected run-off election.", introduziu.

Para Madsen, a 'Terceira Via' é um movimento internacional, utilizado por políticos financiados por George Soros, para se infiltrar em partidos históricos de esquerda. O grupo não veria problemas no assassinato de um de seus membros para promover outro, como seria o caso no Brasil. Na opinião do jornalista, a morte de Eduardo Campos é uma cópia exata do assassinato do primeiro-ministro de Portugal Sá-Carneiro. Neste caso, os beneficiários da ação seriam Marina Silva e seus aliados.

Neste artigo, Madsen não apresentou provas, restringindo-se a especulações e comparações com estudos anteriores e informações a respeito do modus operandi da CIA e de supostos interesses da administração Obama e dos EUA na ocorrência.

Controvérsia e histórico

A despeito de ser colunista dos mais diversos jornais e sites, além de ter sido convidado para os mais variados programas de televisão, o jornalista é visto, também, com ceticismo. Devido aos temas que aborda e em razão, também, da maneira como discorre sobre os mais diversos assuntos de política internacional, chegou a ser classificado, por críticos, como "teórico da conspiração". Wayne alega ter trabalhado, também, para a NSA, quando ocupava o cargo de tenente na US Navy (Marinha dos Estados Unidos).

Em 1999, Wayne foi ouvido, como testemunha, pelo Parlamento Europeu a respeito dos programas de espionagem da NSA, em especial o "ECHELON". Na ocasião, declarou acreditar que a prioridade do programa, destinado a interceptações telefônicas, passou a ser levantar informações relevantes para a economia dos Estados Unidos, com o objetivo favorecer as empresas do país.

Fontes: SemeandoFolha Política

No jornal Aftonbladet, o primeiro-ministro sueco dá dicas de limpeza.
Claudia Wallin, jornalista brasileira radicada na Suécia, acaba de lançar um livro sobre os políticos suecos – “Um País Sem Excelências e Mordomias” (Geração Editorial). Abaixo, um trecho que retrata, em detalhes, a cultura escandinava.

”É preciso aceitar os sacrifícios que se avizinham”, murmura para si próprio um sueco no momento revelador em que a sua real vocação para a carreira política se manifesta como um desejo irrefreável. ”Serão abomináveis os desafios”, alerta um forasteiro: os cintos apertados como os da amorfa massa do povo, a ausência de alegres comitivas de inúteis, os apartamentos funcionais que lembram quartos de hotéis de duas estrelas, a falta que hão de fazer os batalhões de assessores e parasitas. Quando tal provação parecer insuportável, será prudente invocar Mímir, o deus venerado pelos vikings por sua sabedoria infinita e pela cabeça que, mesmo decepada pelos inimigos, continua a pensar.

A Suécia não oferece luxo aos seus políticos: nesta sociedade essencialmente igualitária, a classe política não tem o status de uma elite bajulada e nem os privilégios de uma nobreza encastelada no poder. Sem direito a imunidade, políticos suecos podem ser processados e condenados como qualquer cidadão. Sem carros oficiais e motoristas particulares, deputados se acotovelam em ônibus e trens, como a maioria dos cidadãos que representam.

Sem salários vitalícios, não ganham a merecida aposentadoria após alguns poucos anos de trabalho pelo bem do povo. Sem secretária particular na porta, banheiro privativo ou copa com cafezinho, os gabinetes parlamentares são espartanos e diminutos como a sala de um funcionário de repartição pública. Sem verbas indenizatórias para alugar escritório nas bases eleitorais, deputados suecos usam a própria casa, a sede local do partido ou a biblioteca pública para trabalhar quando estão em suas regiões de origem.

”Está bom, mas pode ficar melhor”, resmunga o motorista de táxi que me leva do aeroporto de Arlanda ao centro de Estocolmo, a capital sueca. Ele reclama indignado, como tantos outros, do valor do salário líquido de um deputado do Parlamento sueco: horror dos horrores, é cerca de 50 por cento a mais do que ganha em média um professor primário no país. Um privilégio indefensável, que na lógica do motorista deveria estar em processo acelerado de extinção. Não é preciso consultar a cabeça de Mímir para deduzir que este é um povo que sabe quem é o patrão.

”Sou eu que pago os políticos”, resumiu o cidadão sueco Joakim Holm, durante entrevista gravada em uma rua de Estocolmo para reportagem do Jornal da Band. ”Não vejo razão alguma para dar a eles uma vida de luxo”.

”Os políticos são eleitos para trabalhar para mim e para todos os outros cidadãos que pagam impostos. Aqui ninguém acha que os políticos são uma classe superior com direito a privilégios”, disse outro entrevistado, Mikael Forslund.

A nível municipal, o desejo de exercer a atividade política poderia ser mal interpretado, fora da Suécia, como um caso clínico: vereadores suecos não ganham sequer salários, e também não têm direito a gabinete – trabalham de casa. Estarão os seus nervos em desordem?
O que o modelo sueco demonstra é que as camisas de força se ajustariam melhor ao figurino das platéias entorpecidas de outras latitudes, que assistem, bovinizadas, ao fascinante espetáculo diário dos abusos do poder. A experiência da Suécia subverte o desconexo conceito de que aos políticos deve-se dispensar um tratamento reverencial digno de uma casta superior, formada por cavalheiros e damas mais ilustres do que a média, e portanto com direitos quase divinos a benesses jamais alcançáveis pelos cidadãos que vivem sob o Olimpo político.

Ainda lembro da estranha sensação de estar presenciando um fenônemo extraterreno quando encontrei, pela primeira vez, o ex-primeiro-ministro e atual ministro das Relações Exteriores, Carl Bildt, empurrando seu carrinho de compras no supermercado que frequento em Estocolmo. E o prefeito de Estocolmo, Sten Nordin, na fila do ônibus. E o presidente do Parlamento, Per Westerberg, em um vagão do metrô.

Sem desesquilíbrios sociais monstruosos, este é sem dúvida um país mais seguro e menos violento, onde provavelmente os únicos carros blindados que circulam pelas ruas são guiados pelas forças de segurança. Mas mais que isso, esta é uma sociedade que elege políticos mais próximos da realidade e das dores do cidadão comum. Políticos que em geral não colocam a vaidade ou os interesses próprios na frente dos bois, em uma sociedade que mostra que o exercício da função política pode ser digno.

”Na Suécia, os políticos vivem uma vida simples, em condições semelhantes às que vivem os cidadãos. É uma tradição”, diz o jornalista Mats Knutson, apresentador e comentarista político da TV pública SVT.

Na década de 70, o então primeiro-ministro Olof Palme morava em sua própria casa no subúrbio de Vällinby, e costumava dirigir para a sede do Governo em um velho Fiat vermelho.

”Era um Fiat 600, fabricado na antiga Alemanha Oriental”, conta Mårten Palme, filho de Olof Palme e professor de Economia da Universidade de Estocolmo. ”Meu pai prezava a igualdade e a simplicidade, e vivíamos uma vida normal. Nossa casa de verão na ilha de Fårö era bastante primitiva, e não havia sequer água ou eletricidade”, ele me diz.

O antecessor de Palme, Tage Erlander, tomava o bonde para a sede do Governo. Ou ia de carona com a mulher, que trabalhava perto dali.

Os suecos só decidiram criar uma residência oficial para o primeiro-ministro depois de 1986, quando Olof Palme foi assassinado a tiros na saída do cinema quando caminhava para casa sem escolta, em um crime brutal e nunca solucionado. Seu sucessor, o também social-democrata Ingvar Carlsson, mudou-se aparentemente contrariado para a nova residência oficial. Diz-se que Carlsson, que renunciaria ao poder tempos depois, achava inapropriado para um primeiro-ministro sueco morar num lugar chamado de Palácio – ao construir a casa em 1884, a abastada família Sager a batizara de Palácio Sagerska.

Turistas menos atentos pisam, sem se dar conta, a um metro da porta de entrada da casa do primeiro-ministro sueco. Sem portões externos, a residência oficial de Sagerska está situada na Strömgatan, a rua de pedestres que margeia o Mar Báltico e o lago Mälaren nas proximidades do Parlamento. Com uma área de 305 metros quadrados, os aposentos privados do premier ocupam o andar superior da residência de 1,195 metros quadrados, vigiada do lado de fora por duas câmeras disfarçadas e pela presença ocasional de um Volvo das forças de segurança suecas.

Sagerska é uma bela mansão. Mas não há serviçais no apartamento do primeiro-ministro sueco, Fredrik Reinfeldt.

”A limpeza dos aposentos privados do primeiro-ministro é feita uma vez por semana. Por este serviço, o primeiro-ministro deve pagar impostos em sua declaração de renda”, diz Anna Dahlén, assessora de imprensa do governo sueco.

Sem provocar reações de espanto sobrenatural entre a população, Fredrik Reinfeldt fala com naturalidade que lava, passa e cozinha como a maioria dos cidadãos deste país. ”E por que ele não faria isso, se todos nós fazemos?”, ouço de vários suecos.

Há quem vá sentir o cheiro acre da demogagia populista ao saber que na Suécia o primeiro-ministro dá dicas de limpeza em reportagens de jornal, e aconselha seus concidadãos a ajoelhar para raspar a sujeira. Mas a verdade é que cuidar das tarefas domésticas por aqui é tão natural como beber snaps, o destilado consumido em quantidades imoderadas no país.
Na Suécia, como em tantos outros países do mundo, a instituição da empregada doméstica não existe. Entre os suecos mais radicais, o zelo pela igualdade e o medo do ressurgimento de uma subclasse social chega a provocar reações exaltadas. Em um debate da campanha eleitoral de 2006, flechas voaram contra a então líder do Partido de Centro (Centerpartiet), Maud Olofsson, quando ela defendeu a introdução de abatimentos fiscais para permitir aos suecos contratar faxineiras e aliviar assim sua dupla jornada.

”E quem limpa o banheiro da empregada?”, perguntou, irritado, o intermediador do debate na TV4, Göran Rosenberg.

”E quem pinta a casa do pintor?”, retrucou Maud. ”A faxineira também pode contratar ajuda quando precisar”, argumentou ela.

A inesperada proposta de Maud também foi atacada pelo primeiro-ministro da época, o social-democrata Göran Persson.

”Cada pessoa deve cuidar das próprias tarefas domésticas, é o que eu digo”, falou o primeiro-ministro.

Persson disse mais: contou, com orgulho indisfarçável, que era capaz de passar sua camisa social em um minuto. Foi, então, rapidamente convidado para provar a façanha ao vivo no estúdio de um programa de TV, onde foi montada uma tábua de passar roupa. O feito, devidamente cronometrado pelo apresentador do programa, pode ser visto no Youtube .

As peripécias com o ferro renderam picos de audiência ao primeiro-ministro. Mas naquele ano, depois de dez anos no poder, Persson perdeu as eleições. Maud tornou-se vice-primeira-ministra, e muitos suecos passaram a ter a ajuda ocasional de faxineiras, em sua maioria imigrantes polonesas. Praticamente todos continuam no entanto a lavar, cozinhar e passar, como Göran Persson.

Ministros também vivem sem luxo: eleito pelo jornal britânico Financial Times como o melhor ministro das Finanças da Europa em 2011, o sueco Anders Borg mora em Estocolmo durante a semana, segundo confirma seu porta-voz, em um apartamento funcional conjugado de cerca de 25 metros quadrados.

”Políticos suecos são despretensiosos”, comenta o porta-voz de Borg, Peter Larsson.
O apartamento de um só cômodo do ministro das Finanças, segundo o porta-voz, fica em um edifício que serve de acomodação para estudantes da Escola Superior de Guerra sueca (Försvarshögskolan). No prédio vivem ainda alguns funcionários do Ministério sueco das Relações Exteriores. Nos finais de semana, Borg vive com a família em sua casa na região de Katrineholm, ao sul de Estocolmo.

Nem ministros, nem prefeitos e nem o presidente do Parlamento têm direito a residência oficial. Apenas políticos com base eleitoral fora da capital recebem auxílio-moradia para viver em apartamentos ou mesmo quitinetes funcionais, que têm em média 18 metros quadrados.
Parece pouco para criaturas tão excelsas, mas está melhor do que nunca: até o fim dos anos 80, apartamentos funcionais sequer existiam na Suécia. Todos os parlamentares dormiam em sofás-cama, em seus próprios gabinetes. Hoje, todos têm um apartamento garantido. E esta garantia é, para muitos suecos que disputam um imóvel no centro da capital, uma mordomia inexplicável.

”Por que os deputados não precisam entrar na fila das imobiliárias para conseguir um apartamento, como todos nós?”, diz uma funcionária da creche que funciona dentro do Parlamento. Sim, há uma creche no Parlamento para cuidar de filhos de deputados.
O apartamento funcional pode ser um direito garantido. Mas a cama, não. Em grande parte dos imóveis parlamantares, onde um único cômodo serve como sala e quarto de dormir, há apenas um sofá-cama.

Qual é a origem da frugal existência dos políticos suecos? Vou ao encontro da jornalista Lena Mehlin na sede do jornal Aftonbladet, onde ela assina uma das colunas políticas mais lidas do país.

”Mas eles têm privilégios”, reage Lena.

”Quais?”, quero saber.

”Os políticos não precisam pagar suas contas de telefone. Eles têm direito a viver de graça em apartamentos no centro de Estocolmo. Eles recebem um computador para levar para casa, e não pagam pela assistência técnica. Eles ganham mais do que a média dos cidadãos. E os parlamentares que vêm de outras bases eleitorais também viajam de graça para suas casas, nos finais de semana”, enumera a jornalista. ”Se algum cidadão arranjar emprego em outra cidade, nenhum empregador vai pagar suas viagens no fim de semana”.

Pergunto a Lena se estes são benefícios considerados razoavelmente modestos na Suécia, em comparação às benesses que políticos recebem em outros países.

”Pode ser. Os políticos suecos não têm luxo, pois somos uma sociedade que elegeu a igualdade entre os cidadãos como um valor fundamental. Mas eles têm privilégios”, ela insiste.

”Mas não privilégios como, por exemplo, parlamentares circulando em carros oficiais com motoristas particulares?”, digo.

”Carros com motorista para deputados? Meus Deus, não!”, sobressalta-se Lena. ”Benesses deste gênero criam problemas que você não precisa ter. Como a corrupção. Para obter um emprego desses na política, muitos não hesitariam em cometer atos sujos”, pondera Lena.

Pergunto qual seria a reação dos suecos se os políticos do país decidissem, em uum devaneio impensado e incontrolável, aumentar seus próprios salários, ter direito a pensão vitalícia, ocupar espaçosos gabinetes com copa e cafezinho servido por secretárias, empregar dezenas de assistentes particulares e parentes, andar de jatinhos e circular em carros oficiais com motorista. Tudo pago com o dinheiro dos cidadãos.

”A sociedade sueca jamais toleraria a concessão de privilégios aos seus políticos”, ela diz.

”Isto é uma das poucas coisas que poderiam causar uma revolução aqui na Suécia.”

Fontes: A Nova Ordem Mundial , Outras Palavras

Como Vivem os Políticos na Suécia: um Trecho Revelador de um Novo Livro

No jornal Aftonbladet, o primeiro-ministro sueco dá dicas de limpeza.
Claudia Wallin, jornalista brasileira radicada na Suécia, acaba de lançar um livro sobre os políticos suecos – “Um País Sem Excelências e Mordomias” (Geração Editorial). Abaixo, um trecho que retrata, em detalhes, a cultura escandinava.

”É preciso aceitar os sacrifícios que se avizinham”, murmura para si próprio um sueco no momento revelador em que a sua real vocação para a carreira política se manifesta como um desejo irrefreável. ”Serão abomináveis os desafios”, alerta um forasteiro: os cintos apertados como os da amorfa massa do povo, a ausência de alegres comitivas de inúteis, os apartamentos funcionais que lembram quartos de hotéis de duas estrelas, a falta que hão de fazer os batalhões de assessores e parasitas. Quando tal provação parecer insuportável, será prudente invocar Mímir, o deus venerado pelos vikings por sua sabedoria infinita e pela cabeça que, mesmo decepada pelos inimigos, continua a pensar.

A Suécia não oferece luxo aos seus políticos: nesta sociedade essencialmente igualitária, a classe política não tem o status de uma elite bajulada e nem os privilégios de uma nobreza encastelada no poder. Sem direito a imunidade, políticos suecos podem ser processados e condenados como qualquer cidadão. Sem carros oficiais e motoristas particulares, deputados se acotovelam em ônibus e trens, como a maioria dos cidadãos que representam.

Sem salários vitalícios, não ganham a merecida aposentadoria após alguns poucos anos de trabalho pelo bem do povo. Sem secretária particular na porta, banheiro privativo ou copa com cafezinho, os gabinetes parlamentares são espartanos e diminutos como a sala de um funcionário de repartição pública. Sem verbas indenizatórias para alugar escritório nas bases eleitorais, deputados suecos usam a própria casa, a sede local do partido ou a biblioteca pública para trabalhar quando estão em suas regiões de origem.

”Está bom, mas pode ficar melhor”, resmunga o motorista de táxi que me leva do aeroporto de Arlanda ao centro de Estocolmo, a capital sueca. Ele reclama indignado, como tantos outros, do valor do salário líquido de um deputado do Parlamento sueco: horror dos horrores, é cerca de 50 por cento a mais do que ganha em média um professor primário no país. Um privilégio indefensável, que na lógica do motorista deveria estar em processo acelerado de extinção. Não é preciso consultar a cabeça de Mímir para deduzir que este é um povo que sabe quem é o patrão.

”Sou eu que pago os políticos”, resumiu o cidadão sueco Joakim Holm, durante entrevista gravada em uma rua de Estocolmo para reportagem do Jornal da Band. ”Não vejo razão alguma para dar a eles uma vida de luxo”.

”Os políticos são eleitos para trabalhar para mim e para todos os outros cidadãos que pagam impostos. Aqui ninguém acha que os políticos são uma classe superior com direito a privilégios”, disse outro entrevistado, Mikael Forslund.

A nível municipal, o desejo de exercer a atividade política poderia ser mal interpretado, fora da Suécia, como um caso clínico: vereadores suecos não ganham sequer salários, e também não têm direito a gabinete – trabalham de casa. Estarão os seus nervos em desordem?
O que o modelo sueco demonstra é que as camisas de força se ajustariam melhor ao figurino das platéias entorpecidas de outras latitudes, que assistem, bovinizadas, ao fascinante espetáculo diário dos abusos do poder. A experiência da Suécia subverte o desconexo conceito de que aos políticos deve-se dispensar um tratamento reverencial digno de uma casta superior, formada por cavalheiros e damas mais ilustres do que a média, e portanto com direitos quase divinos a benesses jamais alcançáveis pelos cidadãos que vivem sob o Olimpo político.

Ainda lembro da estranha sensação de estar presenciando um fenônemo extraterreno quando encontrei, pela primeira vez, o ex-primeiro-ministro e atual ministro das Relações Exteriores, Carl Bildt, empurrando seu carrinho de compras no supermercado que frequento em Estocolmo. E o prefeito de Estocolmo, Sten Nordin, na fila do ônibus. E o presidente do Parlamento, Per Westerberg, em um vagão do metrô.

Sem desesquilíbrios sociais monstruosos, este é sem dúvida um país mais seguro e menos violento, onde provavelmente os únicos carros blindados que circulam pelas ruas são guiados pelas forças de segurança. Mas mais que isso, esta é uma sociedade que elege políticos mais próximos da realidade e das dores do cidadão comum. Políticos que em geral não colocam a vaidade ou os interesses próprios na frente dos bois, em uma sociedade que mostra que o exercício da função política pode ser digno.

”Na Suécia, os políticos vivem uma vida simples, em condições semelhantes às que vivem os cidadãos. É uma tradição”, diz o jornalista Mats Knutson, apresentador e comentarista político da TV pública SVT.

Na década de 70, o então primeiro-ministro Olof Palme morava em sua própria casa no subúrbio de Vällinby, e costumava dirigir para a sede do Governo em um velho Fiat vermelho.

”Era um Fiat 600, fabricado na antiga Alemanha Oriental”, conta Mårten Palme, filho de Olof Palme e professor de Economia da Universidade de Estocolmo. ”Meu pai prezava a igualdade e a simplicidade, e vivíamos uma vida normal. Nossa casa de verão na ilha de Fårö era bastante primitiva, e não havia sequer água ou eletricidade”, ele me diz.

O antecessor de Palme, Tage Erlander, tomava o bonde para a sede do Governo. Ou ia de carona com a mulher, que trabalhava perto dali.

Os suecos só decidiram criar uma residência oficial para o primeiro-ministro depois de 1986, quando Olof Palme foi assassinado a tiros na saída do cinema quando caminhava para casa sem escolta, em um crime brutal e nunca solucionado. Seu sucessor, o também social-democrata Ingvar Carlsson, mudou-se aparentemente contrariado para a nova residência oficial. Diz-se que Carlsson, que renunciaria ao poder tempos depois, achava inapropriado para um primeiro-ministro sueco morar num lugar chamado de Palácio – ao construir a casa em 1884, a abastada família Sager a batizara de Palácio Sagerska.

Turistas menos atentos pisam, sem se dar conta, a um metro da porta de entrada da casa do primeiro-ministro sueco. Sem portões externos, a residência oficial de Sagerska está situada na Strömgatan, a rua de pedestres que margeia o Mar Báltico e o lago Mälaren nas proximidades do Parlamento. Com uma área de 305 metros quadrados, os aposentos privados do premier ocupam o andar superior da residência de 1,195 metros quadrados, vigiada do lado de fora por duas câmeras disfarçadas e pela presença ocasional de um Volvo das forças de segurança suecas.

Sagerska é uma bela mansão. Mas não há serviçais no apartamento do primeiro-ministro sueco, Fredrik Reinfeldt.

”A limpeza dos aposentos privados do primeiro-ministro é feita uma vez por semana. Por este serviço, o primeiro-ministro deve pagar impostos em sua declaração de renda”, diz Anna Dahlén, assessora de imprensa do governo sueco.

Sem provocar reações de espanto sobrenatural entre a população, Fredrik Reinfeldt fala com naturalidade que lava, passa e cozinha como a maioria dos cidadãos deste país. ”E por que ele não faria isso, se todos nós fazemos?”, ouço de vários suecos.

Há quem vá sentir o cheiro acre da demogagia populista ao saber que na Suécia o primeiro-ministro dá dicas de limpeza em reportagens de jornal, e aconselha seus concidadãos a ajoelhar para raspar a sujeira. Mas a verdade é que cuidar das tarefas domésticas por aqui é tão natural como beber snaps, o destilado consumido em quantidades imoderadas no país.
Na Suécia, como em tantos outros países do mundo, a instituição da empregada doméstica não existe. Entre os suecos mais radicais, o zelo pela igualdade e o medo do ressurgimento de uma subclasse social chega a provocar reações exaltadas. Em um debate da campanha eleitoral de 2006, flechas voaram contra a então líder do Partido de Centro (Centerpartiet), Maud Olofsson, quando ela defendeu a introdução de abatimentos fiscais para permitir aos suecos contratar faxineiras e aliviar assim sua dupla jornada.

”E quem limpa o banheiro da empregada?”, perguntou, irritado, o intermediador do debate na TV4, Göran Rosenberg.

”E quem pinta a casa do pintor?”, retrucou Maud. ”A faxineira também pode contratar ajuda quando precisar”, argumentou ela.

A inesperada proposta de Maud também foi atacada pelo primeiro-ministro da época, o social-democrata Göran Persson.

”Cada pessoa deve cuidar das próprias tarefas domésticas, é o que eu digo”, falou o primeiro-ministro.

Persson disse mais: contou, com orgulho indisfarçável, que era capaz de passar sua camisa social em um minuto. Foi, então, rapidamente convidado para provar a façanha ao vivo no estúdio de um programa de TV, onde foi montada uma tábua de passar roupa. O feito, devidamente cronometrado pelo apresentador do programa, pode ser visto no Youtube .

As peripécias com o ferro renderam picos de audiência ao primeiro-ministro. Mas naquele ano, depois de dez anos no poder, Persson perdeu as eleições. Maud tornou-se vice-primeira-ministra, e muitos suecos passaram a ter a ajuda ocasional de faxineiras, em sua maioria imigrantes polonesas. Praticamente todos continuam no entanto a lavar, cozinhar e passar, como Göran Persson.

Ministros também vivem sem luxo: eleito pelo jornal britânico Financial Times como o melhor ministro das Finanças da Europa em 2011, o sueco Anders Borg mora em Estocolmo durante a semana, segundo confirma seu porta-voz, em um apartamento funcional conjugado de cerca de 25 metros quadrados.

”Políticos suecos são despretensiosos”, comenta o porta-voz de Borg, Peter Larsson.
O apartamento de um só cômodo do ministro das Finanças, segundo o porta-voz, fica em um edifício que serve de acomodação para estudantes da Escola Superior de Guerra sueca (Försvarshögskolan). No prédio vivem ainda alguns funcionários do Ministério sueco das Relações Exteriores. Nos finais de semana, Borg vive com a família em sua casa na região de Katrineholm, ao sul de Estocolmo.

Nem ministros, nem prefeitos e nem o presidente do Parlamento têm direito a residência oficial. Apenas políticos com base eleitoral fora da capital recebem auxílio-moradia para viver em apartamentos ou mesmo quitinetes funcionais, que têm em média 18 metros quadrados.
Parece pouco para criaturas tão excelsas, mas está melhor do que nunca: até o fim dos anos 80, apartamentos funcionais sequer existiam na Suécia. Todos os parlamentares dormiam em sofás-cama, em seus próprios gabinetes. Hoje, todos têm um apartamento garantido. E esta garantia é, para muitos suecos que disputam um imóvel no centro da capital, uma mordomia inexplicável.

”Por que os deputados não precisam entrar na fila das imobiliárias para conseguir um apartamento, como todos nós?”, diz uma funcionária da creche que funciona dentro do Parlamento. Sim, há uma creche no Parlamento para cuidar de filhos de deputados.
O apartamento funcional pode ser um direito garantido. Mas a cama, não. Em grande parte dos imóveis parlamantares, onde um único cômodo serve como sala e quarto de dormir, há apenas um sofá-cama.

Qual é a origem da frugal existência dos políticos suecos? Vou ao encontro da jornalista Lena Mehlin na sede do jornal Aftonbladet, onde ela assina uma das colunas políticas mais lidas do país.

”Mas eles têm privilégios”, reage Lena.

”Quais?”, quero saber.

”Os políticos não precisam pagar suas contas de telefone. Eles têm direito a viver de graça em apartamentos no centro de Estocolmo. Eles recebem um computador para levar para casa, e não pagam pela assistência técnica. Eles ganham mais do que a média dos cidadãos. E os parlamentares que vêm de outras bases eleitorais também viajam de graça para suas casas, nos finais de semana”, enumera a jornalista. ”Se algum cidadão arranjar emprego em outra cidade, nenhum empregador vai pagar suas viagens no fim de semana”.

Pergunto a Lena se estes são benefícios considerados razoavelmente modestos na Suécia, em comparação às benesses que políticos recebem em outros países.

”Pode ser. Os políticos suecos não têm luxo, pois somos uma sociedade que elegeu a igualdade entre os cidadãos como um valor fundamental. Mas eles têm privilégios”, ela insiste.

”Mas não privilégios como, por exemplo, parlamentares circulando em carros oficiais com motoristas particulares?”, digo.

”Carros com motorista para deputados? Meus Deus, não!”, sobressalta-se Lena. ”Benesses deste gênero criam problemas que você não precisa ter. Como a corrupção. Para obter um emprego desses na política, muitos não hesitariam em cometer atos sujos”, pondera Lena.

Pergunto qual seria a reação dos suecos se os políticos do país decidissem, em uum devaneio impensado e incontrolável, aumentar seus próprios salários, ter direito a pensão vitalícia, ocupar espaçosos gabinetes com copa e cafezinho servido por secretárias, empregar dezenas de assistentes particulares e parentes, andar de jatinhos e circular em carros oficiais com motorista. Tudo pago com o dinheiro dos cidadãos.

”A sociedade sueca jamais toleraria a concessão de privilégios aos seus políticos”, ela diz.

”Isto é uma das poucas coisas que poderiam causar uma revolução aqui na Suécia.”

Fontes: A Nova Ordem Mundial , Outras Palavras

Postado por: Wenderson Wanzeller

 Em todas as eleições a mesma história se repete. Candidatos bizarros invadem os nossos lares através dos programas eleitorais gratuitos.

Apesar de ser um entretenimento a parte, não devemos compactuar com esses shows de horrores. Eleger incompetentes para representar nossos interesses em Brasília é, no mínimo, um endosso de nossa própria incompetência.

Tiririca

Eleito com 1.353.820 votos por São Paulo, “Tiririca” é um excelente estudo de caso. Em 04 anos de mandato, ele já custou aos cofres públicos quase 2 milhões de reais! Sendo que cerca de R$ 1.282.710,24, foram apenas em salários, e R$ 656.938,43 foram gastos com verbas de gabinete (e olha que ele nem é um dos que mais gastam!).

Apesar de ser considerado como um dos 10 melhores deputados no congresso, o palhaço fez pouca coisa em prol de seus eleitores. Veja a seguir algumas de suas principais conquistas e propostas:
  • Conseguiu a aprovação de seu Projeto de Lei (PL-5095/2013), na Comissão de Cultura, que altera a Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) para reconhecer a atividade circense como manifestação cultural.
  • criação do projeto de lei que tem por objetivo estender os benefícios do programa federal Minha Casa Minha Vida às comunidades itinerantes, entre elas as circenses, que poderiam comprar trailers  e motor-homes, já que são seus meios de sobrevivência. O projeto está em analise na Comissão de Desenvolvimento Urbano e divide opiniões.
  • Sugere ao Ministro da Educação a inclusão de atividades circenses entre os conteúdos a serem desenvolvidos na disciplina Educação Física na educação básica.
  • Sugere o envio de Indicação ao Poder Executivo, para sugerir a criação do Programa APADRINHARTE, para estímulo a artistas desconhecidos.

Veja a lista completa dos Projetos de Lei e outras proposições do deputado aqui.

Será que valeu a penas gastarmos tanto dinheiro (cerca de 2 milhões de reais) para termos apenas isto de retorno?!
Eleições 2014

Que nas eleições de 2014 a história seja diferente. Não vote no palhaço, no superman, no batman… e muito menos nos idiotas que não possuem, sequer, a mínima condição para concluir uma frase que tenha início, meio e fim.

Chega de bancar o abestado, não desperdice mais o seu voto com palhaços.



Referências:

Projetos de Lei e outras proposições do deputado Tiririca: http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_lista.asp?Pagina=1&Autor=530193&Limite=N

Prêmio Congresso em Foco (2013): http://premiocongressoemfoco.com.br/ResultadoFinal.aspx?val=D#D

Conquistas de tiririca: http://www.tiririca2222.com.br/primeiro-mandato-de-conquistas-para-tiririca/

Salário de Deputados http://www2.camara.leg.br/comunicacao/assessoria-de-imprensa/salario-de-deputados

Verba de Gabinete http://www2.camara.leg.br/comunicacao/assessoria-de-imprensa/verba-de-gabinete

Fonte: Canal do Otário

Chega de palhaçada

Postado por: Wenderson Wanzeller

 Em todas as eleições a mesma história se repete. Candidatos bizarros invadem os nossos lares através dos programas eleitorais gratuitos.

Apesar de ser um entretenimento a parte, não devemos compactuar com esses shows de horrores. Eleger incompetentes para representar nossos interesses em Brasília é, no mínimo, um endosso de nossa própria incompetência.

Tiririca

Eleito com 1.353.820 votos por São Paulo, “Tiririca” é um excelente estudo de caso. Em 04 anos de mandato, ele já custou aos cofres públicos quase 2 milhões de reais! Sendo que cerca de R$ 1.282.710,24, foram apenas em salários, e R$ 656.938,43 foram gastos com verbas de gabinete (e olha que ele nem é um dos que mais gastam!).

Apesar de ser considerado como um dos 10 melhores deputados no congresso, o palhaço fez pouca coisa em prol de seus eleitores. Veja a seguir algumas de suas principais conquistas e propostas:
  • Conseguiu a aprovação de seu Projeto de Lei (PL-5095/2013), na Comissão de Cultura, que altera a Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet) para reconhecer a atividade circense como manifestação cultural.
  • criação do projeto de lei que tem por objetivo estender os benefícios do programa federal Minha Casa Minha Vida às comunidades itinerantes, entre elas as circenses, que poderiam comprar trailers  e motor-homes, já que são seus meios de sobrevivência. O projeto está em analise na Comissão de Desenvolvimento Urbano e divide opiniões.
  • Sugere ao Ministro da Educação a inclusão de atividades circenses entre os conteúdos a serem desenvolvidos na disciplina Educação Física na educação básica.
  • Sugere o envio de Indicação ao Poder Executivo, para sugerir a criação do Programa APADRINHARTE, para estímulo a artistas desconhecidos.

Veja a lista completa dos Projetos de Lei e outras proposições do deputado aqui.

Será que valeu a penas gastarmos tanto dinheiro (cerca de 2 milhões de reais) para termos apenas isto de retorno?!
Eleições 2014

Que nas eleições de 2014 a história seja diferente. Não vote no palhaço, no superman, no batman… e muito menos nos idiotas que não possuem, sequer, a mínima condição para concluir uma frase que tenha início, meio e fim.

Chega de bancar o abestado, não desperdice mais o seu voto com palhaços.



Referências:

Projetos de Lei e outras proposições do deputado Tiririca: http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_lista.asp?Pagina=1&Autor=530193&Limite=N

Prêmio Congresso em Foco (2013): http://premiocongressoemfoco.com.br/ResultadoFinal.aspx?val=D#D

Conquistas de tiririca: http://www.tiririca2222.com.br/primeiro-mandato-de-conquistas-para-tiririca/

Salário de Deputados http://www2.camara.leg.br/comunicacao/assessoria-de-imprensa/salario-de-deputados

Verba de Gabinete http://www2.camara.leg.br/comunicacao/assessoria-de-imprensa/verba-de-gabinete

Fonte: Canal do Otário

Imagem: Nacho Doce / Reuters
O resultado das pesquisas de intenção de voto do Ibope e do Datafolha, que serão divulgadas nesta quarta-feira, 3, pode trazer de volta, num último ímpeto, o fantasma do “Volta, Lula”, ameaçando a candidatura da presidente Dilma Rousseff à reeleição.

Até o dia 15 de setembro, o PT poderia trocar de candidato, substituindo Dilma pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. E como se aproxima o prazo final dado pela legislação para uma troca de candidatos, em caso de renúncia, parcela da cúpula petista, além de boa parte dos militantes do “chão de fábrica”, pode fazer uma última investida no acalentado desejo de ver Lula concorrer à eleição presidencial.

Esse movimento voltou à ativa depois das últimas pesquisas Datafolha e Ibope, em particular a que mostrou Marina Silva, do PSB, empatada com Dilma na simulação do primeiro turno e vencendo com vantagem de dez pontos porcentuais num eventual segundo turno.

As pesquisas que serão divulgadas amanhã são cruciais.

Primeiro, porque elas medirão o impacto das duas primeiras semanas de propaganda eleitoral na TV e no rádio, período considerado suficiente para aferir a escolha do eleitor que estava indeciso ou que, porventura, iria anular seu voto.

Segundo, porque mostrarão se a tendência do forte ganho de Marina no apoio de eleitores consolidou-se ou se houve um desgaste com as recentes polêmicas envolvendo a candidatura do PSB, entre elas as acusações de uso de caixa dois para financiar o jato que transportava o ex-candidato Eduardo Campos; os ganhos com palestras proferidas por Marina nos últimos três anos; e os recuos dela no seu programa de governo, em particular aos direitos dos movimentos LGBT.

“Para setores do PT, só a volta do Lula salvaria a eleição para o partido neste momento”, diz o cientista político e professor do Insper, Carlos Melo.

Assim, faz sentido se setores do PT, via alguma instituição ou sindicato ligado ao partido, tivessem contratado pesquisas qualitativas para medir o potencial do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva num cenário de embate direto com Marina Silva.

“O PT já tem medido a capacidade de Lula em atrair voto, mas ainda não mensurou essa capacidade numa disputa direta com a candidata do PSB”, argumenta Melo. Diante da proximidade do prazo legal para se fazer a troca de candidato, agora é o momento para realizar tal pesquisa e, dependendo do resultado, conseguir pressionar o partido inteiro por uma troca, diz ele.

Para os analistas da consultoria política Arko Advice, em relatório a clientes, os defensores do “Volta Lula”, ainda em minoria, acreditam que essa é a única forma de reverter o risco de derrota.

“A sensação no PT é de que é preciso fazer ‘algo grande’, pois se Dilma perder, o maior derrotado será Lula”, afirmam os analistas da Arko Advice.

Para eles, o ex-presidente tem grande prestígio junto ao eleitorado e deixou o governo com aprovação elevadíssima. Lula também conta com o apoio do setor empresarial, entidades sindicais e mercado financeiro, acrescentam.

“O problema é que mesmo a substituição de Dilma por Lula não necessariamente mudaria o quadro”, dizem os analistas da Arko Advice.

Na opinião de Carlos Melo, do Insper, a troca de candidatos do PT ainda tem como obstáculo o próprio Lula.

“Lula não se arriscaria a substituir Dilma se as pesquisas qualitativas mostrarem que ele também perderia para Marina”, afirma Melo. “Assim, o PT manteria a candidatura de Dilma em dois cenários: se a vitória dela for certa ou se a derrota dela ou de Lula frente a Marina for inevitável.”

Outro inconveniente a ser enfrentado por Lula numa eventual troca é que o ex-presidente foi ao programa eleitoral na TV do partido garantindo ao eleitor que Dilma faria um segundo mandato melhor do que o primeiro.

Ou seja, como evitar o desgaste – e também o uso político por seus adversários – junto ao eleitorado se Lula tentar salvar o PT de uma percepção de derrota pelo comando do País, substituindo Dilma, sem conseguir passar a impressão de fracasso do governo que ele endossou em 2010?

De qualquer forma, lembra a Arko Advice em nota a seus clientes, até o prazo final da troca, “Dilma terá que conviver com esse fantasma. Mais um elemento perturbador justamente num momento crucial para sua campanha.”

Se os resultados das pesquisas Ibope e Datafolha mostrarem, por acaso, uma liderança de Marina ainda no primeiro turno e uma vantagem maior num eventual segundo turno frente a Dilma, o fantasma do “Volta, Lula” rondará o PT com força.

Fábio Alves
Estadão
Editado por Folha Política

Fonte:Folha Política

Fantasma do 'Volta, Lula' ganha força no PT; partido analisa cenário

Imagem: Nacho Doce / Reuters
O resultado das pesquisas de intenção de voto do Ibope e do Datafolha, que serão divulgadas nesta quarta-feira, 3, pode trazer de volta, num último ímpeto, o fantasma do “Volta, Lula”, ameaçando a candidatura da presidente Dilma Rousseff à reeleição.

Até o dia 15 de setembro, o PT poderia trocar de candidato, substituindo Dilma pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. E como se aproxima o prazo final dado pela legislação para uma troca de candidatos, em caso de renúncia, parcela da cúpula petista, além de boa parte dos militantes do “chão de fábrica”, pode fazer uma última investida no acalentado desejo de ver Lula concorrer à eleição presidencial.

Esse movimento voltou à ativa depois das últimas pesquisas Datafolha e Ibope, em particular a que mostrou Marina Silva, do PSB, empatada com Dilma na simulação do primeiro turno e vencendo com vantagem de dez pontos porcentuais num eventual segundo turno.

As pesquisas que serão divulgadas amanhã são cruciais.

Primeiro, porque elas medirão o impacto das duas primeiras semanas de propaganda eleitoral na TV e no rádio, período considerado suficiente para aferir a escolha do eleitor que estava indeciso ou que, porventura, iria anular seu voto.

Segundo, porque mostrarão se a tendência do forte ganho de Marina no apoio de eleitores consolidou-se ou se houve um desgaste com as recentes polêmicas envolvendo a candidatura do PSB, entre elas as acusações de uso de caixa dois para financiar o jato que transportava o ex-candidato Eduardo Campos; os ganhos com palestras proferidas por Marina nos últimos três anos; e os recuos dela no seu programa de governo, em particular aos direitos dos movimentos LGBT.

“Para setores do PT, só a volta do Lula salvaria a eleição para o partido neste momento”, diz o cientista político e professor do Insper, Carlos Melo.

Assim, faz sentido se setores do PT, via alguma instituição ou sindicato ligado ao partido, tivessem contratado pesquisas qualitativas para medir o potencial do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva num cenário de embate direto com Marina Silva.

“O PT já tem medido a capacidade de Lula em atrair voto, mas ainda não mensurou essa capacidade numa disputa direta com a candidata do PSB”, argumenta Melo. Diante da proximidade do prazo legal para se fazer a troca de candidato, agora é o momento para realizar tal pesquisa e, dependendo do resultado, conseguir pressionar o partido inteiro por uma troca, diz ele.

Para os analistas da consultoria política Arko Advice, em relatório a clientes, os defensores do “Volta Lula”, ainda em minoria, acreditam que essa é a única forma de reverter o risco de derrota.

“A sensação no PT é de que é preciso fazer ‘algo grande’, pois se Dilma perder, o maior derrotado será Lula”, afirmam os analistas da Arko Advice.

Para eles, o ex-presidente tem grande prestígio junto ao eleitorado e deixou o governo com aprovação elevadíssima. Lula também conta com o apoio do setor empresarial, entidades sindicais e mercado financeiro, acrescentam.

“O problema é que mesmo a substituição de Dilma por Lula não necessariamente mudaria o quadro”, dizem os analistas da Arko Advice.

Na opinião de Carlos Melo, do Insper, a troca de candidatos do PT ainda tem como obstáculo o próprio Lula.

“Lula não se arriscaria a substituir Dilma se as pesquisas qualitativas mostrarem que ele também perderia para Marina”, afirma Melo. “Assim, o PT manteria a candidatura de Dilma em dois cenários: se a vitória dela for certa ou se a derrota dela ou de Lula frente a Marina for inevitável.”

Outro inconveniente a ser enfrentado por Lula numa eventual troca é que o ex-presidente foi ao programa eleitoral na TV do partido garantindo ao eleitor que Dilma faria um segundo mandato melhor do que o primeiro.

Ou seja, como evitar o desgaste – e também o uso político por seus adversários – junto ao eleitorado se Lula tentar salvar o PT de uma percepção de derrota pelo comando do País, substituindo Dilma, sem conseguir passar a impressão de fracasso do governo que ele endossou em 2010?

De qualquer forma, lembra a Arko Advice em nota a seus clientes, até o prazo final da troca, “Dilma terá que conviver com esse fantasma. Mais um elemento perturbador justamente num momento crucial para sua campanha.”

Se os resultados das pesquisas Ibope e Datafolha mostrarem, por acaso, uma liderança de Marina ainda no primeiro turno e uma vantagem maior num eventual segundo turno frente a Dilma, o fantasma do “Volta, Lula” rondará o PT com força.

Fábio Alves
Estadão
Editado por Folha Política

Fonte:Folha Política

Você sabe como é possível retirar 35 milhões de brasileiros da miséria e transformá-los em classe média do dia para a noite?!

- Não?! Mas o governo sabe!

Afinal, de acordo com os critérios estipulados pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE), são de classe média famílias que vivem com renda per capita entre R$ 291 e R$ 1.019 por mês (conforme definição estabelecida em abril de 2012)

- Não, vc não leu errado! Bastou uma única canetada para transformar milhões de brasileiros, os quais sequer recebem 1 salário mínimo, em classe média!

Pois é… se “em terra de cego, quem tem um olho é rei”… em terra de miseráveis, quem ganha 2 salários mínimos é rico ;-)

Milagre Econômico

Isso sim é o que eu chamo de verdadeiro “milagre econômico”! Pois conseguiram transformar miseráveis em classe média com apenas uma canetada! ;-)

E é graças a esse “milagre econômico” que a classe média brasileira já representa mais da metade da população do país, ou seja, cerca de 100 milhões de pessoas! Lembrando que, somente nos últimos 12 anos, mais de 35 milhões de brasileiros ingressaram nesse estrato social (veja mais nos gráficos a seguir).

As Classes de Renda segundo o governo


Veja a seguir como são dividas as Classes Baixa, Média e Alta para os “especialistas” do governo.

Fonte: SAE (valores expressos em R$ de abril de 2012)

Para entender melhor quem está na classe média e quem está fora, veja alguns exemplos a seguir:
Caso 1: Uma pessoa que vive sozinha e recebe apenas quatro salários mínimos (R$2.896,00), estaria na faixa Baixa Classe Alta.

Caso 2: Um casal, sem filhos, que recebe conjuntamente R$2.000, possui renda familiar per capita de R$1.000. Portanto, estaria na faixa Alta Classe Média.

Caso 3: Um casal, com um filho, que recebe conjuntamente o equivalente a três salários mínimos (R$2.172), possui renda familiar per capita de R$724,00. Portanto, estaria na faixa Média Classe Média.

Caso 4: Uma pessoa solteira, sem filhos, que recebe um salário mínimo (R$724), sem benefícios (13º, férias, etc.) estaria na Média Classe Média.

Caso 5: Um casal, com dois filhos, que recebe conjuntamente R$1.660, possui renda familiar per capita de R$415,00. Portanto, estaria na faixa Baixa Classe Média.

Caso 6: Um casal, sem filhos, que recebe conjuntamente R$500, possui renda familiar per capita de R$250. Portanto, estaria na faixa Vulnerável.

Dúvida: em que classe será que um deputado federal, que recebe R$26.723,13 mensais, estaria classificado?! Será que o governo precisaria criar uma nova classe social exclusiva para eles?! Que tal, Marajás Ricos ?
O tamanho da Classe Média

De acordo com o SAE, em 2012, cerca de 53% da população brasileira (104 milhões de pessoas) pertenciam a nova classe média!

O gráfico a seguir mostra o tamanho da população brasileira distribuída entre as diferentes classes sociais, em 2012.

Fonte: SAE, estimativas produzidas com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD)

Para o governo, o Brasil deixou de ter uma população de quase 49% de miseráveis (classe baixa), em 2002, para menos de 28% em 2012! Ou ainda, um aumento no número de pessoas na classe média, que saltou de 38% para mais de 53%, neste mesmo período.

Inflação


É importante observar que estes valores são de abril de 2012. Portanto, para fazer uma comparação um pouco mais justa, deveríamos corrigir estes números de acordo com a inflação no período.
A variação da inflação (IGP-M) no período de abril/2012 a julho/2014 foi de: 15,83% (pelo menos, isto é o que os “especialistas” do governo afirmam). Portanto, atualizando-se os valores acima, são considerados de classe média famílias que vivem com renda per capita entre R$ 335 e R$ 1.173 por mês!

- Ooooh que legaaaal!

- Que orgulho de ser brasileiro e viver em um país com tanta igualdade social, onde a maior parte da população pode bater no peito com orgulho e dizer que pertence à classe média!

- Viva a classe média! Viva o Brasil!

Otário Anonymous

Fonte: Canal do Otário

Classe média no Brasil tem renda entre R$ 291 e R$ 1.019

Você sabe como é possível retirar 35 milhões de brasileiros da miséria e transformá-los em classe média do dia para a noite?!

- Não?! Mas o governo sabe!

Afinal, de acordo com os critérios estipulados pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE), são de classe média famílias que vivem com renda per capita entre R$ 291 e R$ 1.019 por mês (conforme definição estabelecida em abril de 2012)

- Não, vc não leu errado! Bastou uma única canetada para transformar milhões de brasileiros, os quais sequer recebem 1 salário mínimo, em classe média!

Pois é… se “em terra de cego, quem tem um olho é rei”… em terra de miseráveis, quem ganha 2 salários mínimos é rico ;-)

Milagre Econômico

Isso sim é o que eu chamo de verdadeiro “milagre econômico”! Pois conseguiram transformar miseráveis em classe média com apenas uma canetada! ;-)

E é graças a esse “milagre econômico” que a classe média brasileira já representa mais da metade da população do país, ou seja, cerca de 100 milhões de pessoas! Lembrando que, somente nos últimos 12 anos, mais de 35 milhões de brasileiros ingressaram nesse estrato social (veja mais nos gráficos a seguir).

As Classes de Renda segundo o governo


Veja a seguir como são dividas as Classes Baixa, Média e Alta para os “especialistas” do governo.

Fonte: SAE (valores expressos em R$ de abril de 2012)

Para entender melhor quem está na classe média e quem está fora, veja alguns exemplos a seguir:
Caso 1: Uma pessoa que vive sozinha e recebe apenas quatro salários mínimos (R$2.896,00), estaria na faixa Baixa Classe Alta.

Caso 2: Um casal, sem filhos, que recebe conjuntamente R$2.000, possui renda familiar per capita de R$1.000. Portanto, estaria na faixa Alta Classe Média.

Caso 3: Um casal, com um filho, que recebe conjuntamente o equivalente a três salários mínimos (R$2.172), possui renda familiar per capita de R$724,00. Portanto, estaria na faixa Média Classe Média.

Caso 4: Uma pessoa solteira, sem filhos, que recebe um salário mínimo (R$724), sem benefícios (13º, férias, etc.) estaria na Média Classe Média.

Caso 5: Um casal, com dois filhos, que recebe conjuntamente R$1.660, possui renda familiar per capita de R$415,00. Portanto, estaria na faixa Baixa Classe Média.

Caso 6: Um casal, sem filhos, que recebe conjuntamente R$500, possui renda familiar per capita de R$250. Portanto, estaria na faixa Vulnerável.

Dúvida: em que classe será que um deputado federal, que recebe R$26.723,13 mensais, estaria classificado?! Será que o governo precisaria criar uma nova classe social exclusiva para eles?! Que tal, Marajás Ricos ?
O tamanho da Classe Média

De acordo com o SAE, em 2012, cerca de 53% da população brasileira (104 milhões de pessoas) pertenciam a nova classe média!

O gráfico a seguir mostra o tamanho da população brasileira distribuída entre as diferentes classes sociais, em 2012.

Fonte: SAE, estimativas produzidas com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD)

Para o governo, o Brasil deixou de ter uma população de quase 49% de miseráveis (classe baixa), em 2002, para menos de 28% em 2012! Ou ainda, um aumento no número de pessoas na classe média, que saltou de 38% para mais de 53%, neste mesmo período.

Inflação


É importante observar que estes valores são de abril de 2012. Portanto, para fazer uma comparação um pouco mais justa, deveríamos corrigir estes números de acordo com a inflação no período.
A variação da inflação (IGP-M) no período de abril/2012 a julho/2014 foi de: 15,83% (pelo menos, isto é o que os “especialistas” do governo afirmam). Portanto, atualizando-se os valores acima, são considerados de classe média famílias que vivem com renda per capita entre R$ 335 e R$ 1.173 por mês!

- Ooooh que legaaaal!

- Que orgulho de ser brasileiro e viver em um país com tanta igualdade social, onde a maior parte da população pode bater no peito com orgulho e dizer que pertence à classe média!

- Viva a classe média! Viva o Brasil!

Otário Anonymous

Fonte: Canal do Otário

Deputado Anthony Garotinho PR/RJ (Leonardo Prado/Agência Câmara/VEJA)
Por: Daniel Haidar Veja

Editado por Folha Política

Na primeira incursão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) no Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro, fiscais encontraram nesta quarta-feira material de campanha do candidato ao governo do estado pelo PR, Anthony Garotinho, junto de cem caixas de amostras grátis de remédios e 200 formulários do programa Cheque Cidadão.

A ação encontrou indícios de que o projeto – mantido pela prefeita de Campos dos Goytacazes e mulher de Garotinho, Rosinha Matheus – é usado com finalidade eleitoral pela campanha dele. Mas esse não é o único problema de Garotinho com a Justiça Eleitoral nestas eleições. O ex-governador é investigado pela Polícia Federal por distribuir, em uma semana, quase 60.000 reais em eletrodoméstico no programa "Fala Garotinho", da Rádio Manchete. Técnicos coordenados pela juíza Daniela Barbosa, chefe de fiscalização do TRE, monitoraram o programa de rádio de Garotinho e se espantaram com os vultuosos valores gastos para distribuir máquinas de lavar, fogões, geladeiras e smartphones.

O valor foi estimado pelo tribunal a partir dos preços desses produtos em duas grandes redes varejistas. A tabela foi anexada à decisão judicial. A magistrada ordenou que a distribuição de brindes fosse interrompida e questionou como o candidato conseguiu distribuir tantos produtos sem patrocínio. Garotinho declarou à Justiça Eleitoral patrimônio de 303.538,65 reais e gastou o equivalente a 16% desse patrimônio em apenas uma semana. Hoje, Rosinha é a apresentadora do programa.

"Neste embalo, a cada semana o candidato distribui, no mínimo, um sexto do valor de seu patrimônio declarado. É preciso analisar se a distribuição desmesurada de brindes e vantagens ao eleitor em potencial não é mero disfarce para aliciar o eleitor mais humilde e, assim, angariar votos. O programa não tem contrapartida financeira nem por meio de patrocinadores, tampouco por meio de intervalos comerciais", afirma a juíza na decisão.

Outra conduta ilegal do candidato foi detectada em Campos dos Goytacazes, onde fiscais fizeram uma vistoria no Centro Cultural Anthony Garotinho. No local, foram apreendidas cerca de cem fraldas, 350 calendários com a foto do candidato, pastas, cartões de visita e um caderno com um cadastro de grávidas e data provável do parto.

Em entrevista ao site de VEJA, a juíza Daniela Barbosa destacou a importância de ser investigada pelo Ministério Público Eleitoral a origem dos recursos em casos como o de Garotinho. "O assistencialismo vai cooptando as pessoas. Centros sociais começaram a ser muito reprimidos, então candidatos criaram outras práticas assistencialistas. Tem que ser investigado se há origem ilícita nessas verbas", afirmou.

Garotinho é líder na disputa pelo Palácio Guanabara, com 28% das intenções de voto na última pesquisa Ibope. Com uma ampla rede de distribuição de benesses a eleitores, o Ministério Público Eleitoral investiga quanto desse apoio é legítimo. A juíza Daniela Barbosa menciona indícios de "propaganda eleitoral irregular, abuso do poder econômico e/ou político, captação ilícita de sufrágio (compra de votos), captação e emprego indevidos de recursos de campanha (uso de caixa dois), condutas vedadas a agentes públicos e improbidade administrativa".


Fontes: Folha Política , Semeando , Revista Veja

Campanha de Garotinho é investigada por doação de fraldas, remédios e eletrodomésticos

Deputado Anthony Garotinho PR/RJ (Leonardo Prado/Agência Câmara/VEJA)
Por: Daniel Haidar Veja

Editado por Folha Política

Na primeira incursão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) no Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro, fiscais encontraram nesta quarta-feira material de campanha do candidato ao governo do estado pelo PR, Anthony Garotinho, junto de cem caixas de amostras grátis de remédios e 200 formulários do programa Cheque Cidadão.

A ação encontrou indícios de que o projeto – mantido pela prefeita de Campos dos Goytacazes e mulher de Garotinho, Rosinha Matheus – é usado com finalidade eleitoral pela campanha dele. Mas esse não é o único problema de Garotinho com a Justiça Eleitoral nestas eleições. O ex-governador é investigado pela Polícia Federal por distribuir, em uma semana, quase 60.000 reais em eletrodoméstico no programa "Fala Garotinho", da Rádio Manchete. Técnicos coordenados pela juíza Daniela Barbosa, chefe de fiscalização do TRE, monitoraram o programa de rádio de Garotinho e se espantaram com os vultuosos valores gastos para distribuir máquinas de lavar, fogões, geladeiras e smartphones.

O valor foi estimado pelo tribunal a partir dos preços desses produtos em duas grandes redes varejistas. A tabela foi anexada à decisão judicial. A magistrada ordenou que a distribuição de brindes fosse interrompida e questionou como o candidato conseguiu distribuir tantos produtos sem patrocínio. Garotinho declarou à Justiça Eleitoral patrimônio de 303.538,65 reais e gastou o equivalente a 16% desse patrimônio em apenas uma semana. Hoje, Rosinha é a apresentadora do programa.

"Neste embalo, a cada semana o candidato distribui, no mínimo, um sexto do valor de seu patrimônio declarado. É preciso analisar se a distribuição desmesurada de brindes e vantagens ao eleitor em potencial não é mero disfarce para aliciar o eleitor mais humilde e, assim, angariar votos. O programa não tem contrapartida financeira nem por meio de patrocinadores, tampouco por meio de intervalos comerciais", afirma a juíza na decisão.

Outra conduta ilegal do candidato foi detectada em Campos dos Goytacazes, onde fiscais fizeram uma vistoria no Centro Cultural Anthony Garotinho. No local, foram apreendidas cerca de cem fraldas, 350 calendários com a foto do candidato, pastas, cartões de visita e um caderno com um cadastro de grávidas e data provável do parto.

Em entrevista ao site de VEJA, a juíza Daniela Barbosa destacou a importância de ser investigada pelo Ministério Público Eleitoral a origem dos recursos em casos como o de Garotinho. "O assistencialismo vai cooptando as pessoas. Centros sociais começaram a ser muito reprimidos, então candidatos criaram outras práticas assistencialistas. Tem que ser investigado se há origem ilícita nessas verbas", afirmou.

Garotinho é líder na disputa pelo Palácio Guanabara, com 28% das intenções de voto na última pesquisa Ibope. Com uma ampla rede de distribuição de benesses a eleitores, o Ministério Público Eleitoral investiga quanto desse apoio é legítimo. A juíza Daniela Barbosa menciona indícios de "propaganda eleitoral irregular, abuso do poder econômico e/ou político, captação ilícita de sufrágio (compra de votos), captação e emprego indevidos de recursos de campanha (uso de caixa dois), condutas vedadas a agentes públicos e improbidade administrativa".


Fontes: Folha Política , Semeando , Revista Veja

Por que o candidato à presidência da República, Eduardo Campos morreu de uma forma tão trágica e inesperada? Às vésperas das eleições presidenciais de 2014.

A tragédia foi de fato um lastimável acidente ou sua aliança com Marina Silva passou a representar uma ameaça para alguns setores da política?

A primeira vista, o lamentável acontecimento do dia 13 de agosto de 2014 pode, de fato, nos parecer um triste e coincidente acidente aéreo que vitimou fatalmente o candidato considerado uma terceira via de escolha do eleitorado brasileiro, além dos outros dois partidos que vem se alternado no poder nos últimos anos.

Contudo, este vídeo propõe mostrar que pode existir fortes evidencias de que a queda do Cessna, em Santos – SP, tenha sido, na verdade, um maquiavélico e premeditado atentado político.



Fonte: Youtube - Oculto Revelado

A morte de Eduardo Campos - Acidente ou atentado?

Por que o candidato à presidência da República, Eduardo Campos morreu de uma forma tão trágica e inesperada? Às vésperas das eleições presidenciais de 2014.

A tragédia foi de fato um lastimável acidente ou sua aliança com Marina Silva passou a representar uma ameaça para alguns setores da política?

A primeira vista, o lamentável acontecimento do dia 13 de agosto de 2014 pode, de fato, nos parecer um triste e coincidente acidente aéreo que vitimou fatalmente o candidato considerado uma terceira via de escolha do eleitorado brasileiro, além dos outros dois partidos que vem se alternado no poder nos últimos anos.

Contudo, este vídeo propõe mostrar que pode existir fortes evidencias de que a queda do Cessna, em Santos – SP, tenha sido, na verdade, um maquiavélico e premeditado atentado político.



Fonte: Youtube - Oculto Revelado

Por: Augusto Nunes

Em 2009, Lula voltou a jurar de morte o fenômeno que atormenta o Nordeste desde o século 19: a seca acabaria para sempre. Não em 2010, como prometera em 2008, mas dali a três anos, assim que fosse concluída a transposição das águas do Rio São Francisco: “Vai sê inaugurada definitivamente em 2012, a não sê que aconteça um dilúvio ou qualquer coisa”, garantiu o palanque ambulante.

Em 2012, Dilma Rousseff confirmou que, como avisara o padrinho, o sertão iria mesmo virar mar. Mas só em 2014. Dilúvio não houve, nem se soube de qualquer coisa suficientemente poderosa para ordenar ao São Francisco que permanecesse onde sempre esteve. O que teria acontecido? A obra foi subestimada pelos responsáveis, explicou a responsável pela obra.

Meses atrás, convidada a justificar o prosseguimento dos trabalhos de parto iniciados há cinco anos sob a supervisão da Mãe do PAC, Dilma irritou-se com Dilma: “Num acredito que uma obra dessas em qualquer lugar do mundo leve dois anos pra sê feita”. Só no Brasil Maravilha que o padrinho criou e a afilhada aperfeiçoa. Tanto assim que, na semana passada, a candidata à reeleição confessou que o deslumbramento fluvial não se tornará visível tão cedo.

De volta ao São Francisco para gravar cenas planejadas pelo marqueteiro João Santana, a supergerente caprichou no dilmês de comício para explicar os motivos de mais um adiamento: Tente entender o palavrório reproduzido sem retoques nem correções:

“Acho que uma parte significou a chamada curva de aprendizado, você tem de aprender a fazer. A segunda parte, eu acho que a complexidade da obra é maior do que se supunha, principalmente quando você considera que não é pura e simples a abertura de canal. É também estações de bombeamento”.

Cenas da visita ao rio que teima em não sair do leito ilustraram a ressurreição da vigarice franciscana no horário eleitoral da TV. Além de exterminar a seca, o milagre das águas agora também vai “irrigar esperanças e secar muita lágrima dos nordestinos”. Basta votar em Dilma e ter paciência para esperar mais um ano e pouco. Ou mais um mandato. Ou mais um século. Haja cinismo.



Fonte: Revista Veja

Promessas não cumpridas de Dilma - São Francisco

Por: Augusto Nunes

Em 2009, Lula voltou a jurar de morte o fenômeno que atormenta o Nordeste desde o século 19: a seca acabaria para sempre. Não em 2010, como prometera em 2008, mas dali a três anos, assim que fosse concluída a transposição das águas do Rio São Francisco: “Vai sê inaugurada definitivamente em 2012, a não sê que aconteça um dilúvio ou qualquer coisa”, garantiu o palanque ambulante.

Em 2012, Dilma Rousseff confirmou que, como avisara o padrinho, o sertão iria mesmo virar mar. Mas só em 2014. Dilúvio não houve, nem se soube de qualquer coisa suficientemente poderosa para ordenar ao São Francisco que permanecesse onde sempre esteve. O que teria acontecido? A obra foi subestimada pelos responsáveis, explicou a responsável pela obra.

Meses atrás, convidada a justificar o prosseguimento dos trabalhos de parto iniciados há cinco anos sob a supervisão da Mãe do PAC, Dilma irritou-se com Dilma: “Num acredito que uma obra dessas em qualquer lugar do mundo leve dois anos pra sê feita”. Só no Brasil Maravilha que o padrinho criou e a afilhada aperfeiçoa. Tanto assim que, na semana passada, a candidata à reeleição confessou que o deslumbramento fluvial não se tornará visível tão cedo.

De volta ao São Francisco para gravar cenas planejadas pelo marqueteiro João Santana, a supergerente caprichou no dilmês de comício para explicar os motivos de mais um adiamento: Tente entender o palavrório reproduzido sem retoques nem correções:

“Acho que uma parte significou a chamada curva de aprendizado, você tem de aprender a fazer. A segunda parte, eu acho que a complexidade da obra é maior do que se supunha, principalmente quando você considera que não é pura e simples a abertura de canal. É também estações de bombeamento”.

Cenas da visita ao rio que teima em não sair do leito ilustraram a ressurreição da vigarice franciscana no horário eleitoral da TV. Além de exterminar a seca, o milagre das águas agora também vai “irrigar esperanças e secar muita lágrima dos nordestinos”. Basta votar em Dilma e ter paciência para esperar mais um ano e pouco. Ou mais um mandato. Ou mais um século. Haja cinismo.



Fonte: Revista Veja

Semana agitada no mundo todo, caças chineses interceptam avião americano no quintal chinês, caças da Otan interceptam bombardeiros nucleares russos na europa, caças japoneses também interceptaram caças russos ao redor do Japão. Exercícios militares dos americanos com a Otan na Eslovênia, Exercícios do SCO (Grupo Anti-Otan) na Mongólia, Exercícios russos em Cazaquistão.Vídeos dos jogos de Guerra e muita informação aqui no Sempre Guerra!
 
Caça Chinês ameaça Avião militar dos EUA!

 Um caça chinês voou perigosamente perto de um P-8, avião de guerra anti-submarino da Marinha dos EUA perto do Japão esta semana, em um encontro que destaca a continuada agressividade da China na região.

O P-8, um novo Boeing-737 militarizada, anti-submarina, foi para a realização de vigilância de rotina da costa chinesa sobre o Mar do Leste da China na segunda-feira quando ocorreu o incidente, disse as autoridades americanas de defesa familiarizadas com relatos do encontro.

O porta-voz do Pentágono, o tenente-coronel Jeffy Pool, não teve nenhum comentário imediato, mas disse que iria fornecer "uma explicação sobre o evento" nesta sexta-feira.


As autoridades de defesa disseram que o jato interceptor chinês Su-27 voou dentro de 50 pés do P-8 e, em seguida, realizou uma derrapada sobre a parte superior da aeronave, um movimento descrito pelas autoridades como perigosa e destina-se a ameaçar a aeronave de vigilância.

A tentativa chinesa de intimidação aérea ocorre em meio a exercícios militares chineses inéditos recentemente realizadas e em andamento no Mar Amarelo, Mar da China Oriental e Mar do Sul da China.

A China também está realizando exercícios militares internacionais na Mongólia Interior com a Rússia e vários estados da Ásia Central, que fazem parte da aliança anti-EUA liderada por Beijing, conhecida como a Organização de Cooperação de Xangai.


EUA protestam contra interceptação de avião por caça da China!

Os Estados Unidos denunciaram nesta sexta-feira uma "interceptação perigosa" de um avião de patrulha da Marinha norte-americana feita por um piloto de um caça chinês em espaço aéreo internacional nesta semana. A aeronave da China ficou a poucos metros do avião dos EUA e realizou manobras acrobáticas à sua volta.

O secretário de imprensa do Pentágono, contra-almirante John Kirby, declarou que os EUA apresentaram um protesto diplomático formal a Pequim por conta do incidente, ocorrido 215 quilômetros ao leste da Ilha Hainan, sede de uma base de submarinos chineses.

O governo Obama repudiou o incidente recente, e o vice-assessor de Segurança Nacional, Ben Rhodes, o classificou como "uma provocação profundamente preocupante".

Os militares dos dois lados intensificaram os contatos nos últimos anos, um reconhecimento de que, à medida que os interesses econômicos da China continuam a se expandir, o gigante asiático terá um papel cada vez maior na segurança mundial e maior interação com o Exército dos EUA.

Japão intercepta bombardeiros nucleares russos!

Caças da Força Aérea japonesa foram acionadas ao ar por causa da aproximação de dois aviões militares russos. Relatado pela ITAR-TASS .

De acordo com informações divulgadas pelo Ministério da Defesa do Japão, aviões russos circulavam ao redor do perímetro do arquipélago japonês.

De acordo com o Ministério da Defesa japonês, russos bombardeiros Tu-95 voaram sobre o Mar do Japão de norte a sul para o Mar da China Oriental.

Em seguida, eles foram ao longo da costa leste do Japão sobre o Oceano Pacífico em direção a Sakhalin.

TREINAMENTO DA SCO - PACTO ANTI-OTAN




OTAN utiliza 16 caças para interceptar dois russos Tu-95!

Dois bombardeiros estratégicos russos Tu-95MS, realizando tarefas na véspera da patrulha sobre águas neutras dos noruegueses e North Sea, acompanhado por apenas 16 caças da OTAN, de acordo com um comunicado oficial do Ministério da Defesa.

Nos estágios individuais da rota, aviões russos foram acompanhados por 16 aeronaves de Estados estrangeiros, entre os que foram os aviões de combate britânicos "Typhoon", bem como os F-16 holandeses, noruegueses e dinamarqueses.

O Ministério da Defesa (Russo) ressaltou que o vôo ocorreu de acordo com o plano aprovado de vôos regulares sobre as águas do Ártico, Atlântico, Mar Negro, Oceano Pacífico, e em estrita conformidade com as regras internacionais para o uso do espaço aéreo sobre águas neutras, sem violar as fronteiras de outros Estados.

Um dia antes, em 21 de agosto, o caça F-16 holandês duas vezes levantada no ar para acompanhar os bombardeiros estratégicos russos Tu-95 (classificação da OTAN - "The Bear"). Ele foi informado pelo Ministério da Defesa da Holanda.

Mais cedo na quinta-feira, também em 21 de agosto, subiram caças japoneses para interceptar dois bombardeiros estratégicos russos Tu-95. Disse o Ministério da Defesa japonês, de acordo com a agência ITAR-TASS.

No início de agosto, o Pentágono informou que os russos Tu-95, em 10 dias, violaram o espaço aéreo dos Estados Unidos na região do Alasca pelo menos 16 vezes. Em vários casos, os norte-americanos em resposta a esta ação da Força Aérea da Rússia, subiram seus caças. Moscou argumentou que os bombardeiros voam em conformidade com os acordos internacionais e não violou.

VÍDEO: RÚSSIA EM JOGOS DE GUERRA NO CAZAQUISTÃO


EXERCÍCIO DE RESPOSTA IMEDIATA
Immediate Response 2014 é um posto de comando trilateral e exercício de treinamento tático de campo que vai envolver mais de 900 pessoas, principalmente dos EUA, eslovenos e forças armadas croatas, com contingentes da Albânia, Bósnia e Herzegovina, Dinamarca, Hungria, Kosovo, Macedônia, Montenegro e Reino Unido.

O exercício ocorrem em 17-30 agosto de 2014. IR 14 é uma parte do programa de treinamento e exercício conjunto de US EUCOM concebidos para melhorar a interoperabilidade conjunta e combinada com nações aliadas e parceiras.

O objetivo principal é preparar as nações participantes para aumento das contribuições para as operações da OTAN em curso e futuras.

VÍDEO: IMMEDIATE RESPONSE de 2012


EUA: a corrida aos mísseis hipersônicos!

O segundo teste pela China de um míssil hipersônico terminou sem sucesso. A falha do dispositivo ocorreu pouco depois do lançamento do míssil, segundo informou a 22 de agosto o jornal de Hong Kong South China Morning Post.

Dois dias antes, a publicação norte-americana Washington Free Beacon relatou esse teste, citando o Pentágono, informando igualmente que na Internet tinham sido publicadas fotos do primeiro estágio do míssil que se despenhou.

Entretanto, o mistério está em a mídia chinesa não ter divulgado nada sobre os testes do míssil. Há igualmente divergências sobre o local de lançamento, apesar de se tratar realmente de um teste realizado a 7 de agosto. O South China Morning Post escreve que ele foi realizado numa plataforma de lançamento perto de Taiyuan na província de Shanxi, no noroeste da China. Já o Washington Free Beacon indica o centro de lançamentos de satélites de Jiuquan na região autônoma da Mongólia Interior.

A publicação norte-americana apresentou a declaração de um porta-voz do Pentágono que este é o segundo teste do ano de um míssil hipersônico. O míssil, equipado com uma ogiva hipersônica planadora destacável, pode realizar ataques nucleares contra os EUA. Entretanto, na opinião do editor principal do jornal russo Voienno-Promyshlenny Kurier (Correio Militar Industrial) Mikhail Khodarenok, a China está desenvolvendo essa arma porque os EUA e a Rússia já a têm, e a China tenciona se juntar ao clube:

“A China não desenvolve armas hipersônicas para ameaçar alguém em concreto, como os EUA, a Índia ou quaisquer outros potenciais adversários geopolíticos e geoestratégicos. Essas armas são desenvolvidas com um único propósito. Se existe a possibilidade de dissuadir um potencial adversário, e se os outros países desenvolvem essas armas, seria completamente imperdoável não participar no seu desenvolvimento e testes. Tanto mais que a China têm capacidades potenciais para desenvolver esse tipo de armas”.

Fontes: SWISSINFO , HROMADSKE , RBC (RÚSSIA) , U.S. ARMY EUROPE , VOZ DA RÚSSIA , Sempre Guerra

Nova guerra fria: Interceptações e jogos de guerra incendeiam o mundo

Semana agitada no mundo todo, caças chineses interceptam avião americano no quintal chinês, caças da Otan interceptam bombardeiros nucleares russos na europa, caças japoneses também interceptaram caças russos ao redor do Japão. Exercícios militares dos americanos com a Otan na Eslovênia, Exercícios do SCO (Grupo Anti-Otan) na Mongólia, Exercícios russos em Cazaquistão.Vídeos dos jogos de Guerra e muita informação aqui no Sempre Guerra!
 
Caça Chinês ameaça Avião militar dos EUA!

 Um caça chinês voou perigosamente perto de um P-8, avião de guerra anti-submarino da Marinha dos EUA perto do Japão esta semana, em um encontro que destaca a continuada agressividade da China na região.

O P-8, um novo Boeing-737 militarizada, anti-submarina, foi para a realização de vigilância de rotina da costa chinesa sobre o Mar do Leste da China na segunda-feira quando ocorreu o incidente, disse as autoridades americanas de defesa familiarizadas com relatos do encontro.

O porta-voz do Pentágono, o tenente-coronel Jeffy Pool, não teve nenhum comentário imediato, mas disse que iria fornecer "uma explicação sobre o evento" nesta sexta-feira.


As autoridades de defesa disseram que o jato interceptor chinês Su-27 voou dentro de 50 pés do P-8 e, em seguida, realizou uma derrapada sobre a parte superior da aeronave, um movimento descrito pelas autoridades como perigosa e destina-se a ameaçar a aeronave de vigilância.

A tentativa chinesa de intimidação aérea ocorre em meio a exercícios militares chineses inéditos recentemente realizadas e em andamento no Mar Amarelo, Mar da China Oriental e Mar do Sul da China.

A China também está realizando exercícios militares internacionais na Mongólia Interior com a Rússia e vários estados da Ásia Central, que fazem parte da aliança anti-EUA liderada por Beijing, conhecida como a Organização de Cooperação de Xangai.


EUA protestam contra interceptação de avião por caça da China!

Os Estados Unidos denunciaram nesta sexta-feira uma "interceptação perigosa" de um avião de patrulha da Marinha norte-americana feita por um piloto de um caça chinês em espaço aéreo internacional nesta semana. A aeronave da China ficou a poucos metros do avião dos EUA e realizou manobras acrobáticas à sua volta.

O secretário de imprensa do Pentágono, contra-almirante John Kirby, declarou que os EUA apresentaram um protesto diplomático formal a Pequim por conta do incidente, ocorrido 215 quilômetros ao leste da Ilha Hainan, sede de uma base de submarinos chineses.

O governo Obama repudiou o incidente recente, e o vice-assessor de Segurança Nacional, Ben Rhodes, o classificou como "uma provocação profundamente preocupante".

Os militares dos dois lados intensificaram os contatos nos últimos anos, um reconhecimento de que, à medida que os interesses econômicos da China continuam a se expandir, o gigante asiático terá um papel cada vez maior na segurança mundial e maior interação com o Exército dos EUA.

Japão intercepta bombardeiros nucleares russos!

Caças da Força Aérea japonesa foram acionadas ao ar por causa da aproximação de dois aviões militares russos. Relatado pela ITAR-TASS .

De acordo com informações divulgadas pelo Ministério da Defesa do Japão, aviões russos circulavam ao redor do perímetro do arquipélago japonês.

De acordo com o Ministério da Defesa japonês, russos bombardeiros Tu-95 voaram sobre o Mar do Japão de norte a sul para o Mar da China Oriental.

Em seguida, eles foram ao longo da costa leste do Japão sobre o Oceano Pacífico em direção a Sakhalin.

TREINAMENTO DA SCO - PACTO ANTI-OTAN




OTAN utiliza 16 caças para interceptar dois russos Tu-95!

Dois bombardeiros estratégicos russos Tu-95MS, realizando tarefas na véspera da patrulha sobre águas neutras dos noruegueses e North Sea, acompanhado por apenas 16 caças da OTAN, de acordo com um comunicado oficial do Ministério da Defesa.

Nos estágios individuais da rota, aviões russos foram acompanhados por 16 aeronaves de Estados estrangeiros, entre os que foram os aviões de combate britânicos "Typhoon", bem como os F-16 holandeses, noruegueses e dinamarqueses.

O Ministério da Defesa (Russo) ressaltou que o vôo ocorreu de acordo com o plano aprovado de vôos regulares sobre as águas do Ártico, Atlântico, Mar Negro, Oceano Pacífico, e em estrita conformidade com as regras internacionais para o uso do espaço aéreo sobre águas neutras, sem violar as fronteiras de outros Estados.

Um dia antes, em 21 de agosto, o caça F-16 holandês duas vezes levantada no ar para acompanhar os bombardeiros estratégicos russos Tu-95 (classificação da OTAN - "The Bear"). Ele foi informado pelo Ministério da Defesa da Holanda.

Mais cedo na quinta-feira, também em 21 de agosto, subiram caças japoneses para interceptar dois bombardeiros estratégicos russos Tu-95. Disse o Ministério da Defesa japonês, de acordo com a agência ITAR-TASS.

No início de agosto, o Pentágono informou que os russos Tu-95, em 10 dias, violaram o espaço aéreo dos Estados Unidos na região do Alasca pelo menos 16 vezes. Em vários casos, os norte-americanos em resposta a esta ação da Força Aérea da Rússia, subiram seus caças. Moscou argumentou que os bombardeiros voam em conformidade com os acordos internacionais e não violou.

VÍDEO: RÚSSIA EM JOGOS DE GUERRA NO CAZAQUISTÃO


EXERCÍCIO DE RESPOSTA IMEDIATA
Immediate Response 2014 é um posto de comando trilateral e exercício de treinamento tático de campo que vai envolver mais de 900 pessoas, principalmente dos EUA, eslovenos e forças armadas croatas, com contingentes da Albânia, Bósnia e Herzegovina, Dinamarca, Hungria, Kosovo, Macedônia, Montenegro e Reino Unido.

O exercício ocorrem em 17-30 agosto de 2014. IR 14 é uma parte do programa de treinamento e exercício conjunto de US EUCOM concebidos para melhorar a interoperabilidade conjunta e combinada com nações aliadas e parceiras.

O objetivo principal é preparar as nações participantes para aumento das contribuições para as operações da OTAN em curso e futuras.

VÍDEO: IMMEDIATE RESPONSE de 2012


EUA: a corrida aos mísseis hipersônicos!

O segundo teste pela China de um míssil hipersônico terminou sem sucesso. A falha do dispositivo ocorreu pouco depois do lançamento do míssil, segundo informou a 22 de agosto o jornal de Hong Kong South China Morning Post.

Dois dias antes, a publicação norte-americana Washington Free Beacon relatou esse teste, citando o Pentágono, informando igualmente que na Internet tinham sido publicadas fotos do primeiro estágio do míssil que se despenhou.

Entretanto, o mistério está em a mídia chinesa não ter divulgado nada sobre os testes do míssil. Há igualmente divergências sobre o local de lançamento, apesar de se tratar realmente de um teste realizado a 7 de agosto. O South China Morning Post escreve que ele foi realizado numa plataforma de lançamento perto de Taiyuan na província de Shanxi, no noroeste da China. Já o Washington Free Beacon indica o centro de lançamentos de satélites de Jiuquan na região autônoma da Mongólia Interior.

A publicação norte-americana apresentou a declaração de um porta-voz do Pentágono que este é o segundo teste do ano de um míssil hipersônico. O míssil, equipado com uma ogiva hipersônica planadora destacável, pode realizar ataques nucleares contra os EUA. Entretanto, na opinião do editor principal do jornal russo Voienno-Promyshlenny Kurier (Correio Militar Industrial) Mikhail Khodarenok, a China está desenvolvendo essa arma porque os EUA e a Rússia já a têm, e a China tenciona se juntar ao clube:

“A China não desenvolve armas hipersônicas para ameaçar alguém em concreto, como os EUA, a Índia ou quaisquer outros potenciais adversários geopolíticos e geoestratégicos. Essas armas são desenvolvidas com um único propósito. Se existe a possibilidade de dissuadir um potencial adversário, e se os outros países desenvolvem essas armas, seria completamente imperdoável não participar no seu desenvolvimento e testes. Tanto mais que a China têm capacidades potenciais para desenvolver esse tipo de armas”.

Fontes: SWISSINFO , HROMADSKE , RBC (RÚSSIA) , U.S. ARMY EUROPE , VOZ DA RÚSSIA , Sempre Guerra

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