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Em prol do lucro, câncer e outras doenças, projeto que retira aviso sobre transgênicos é aprovado na Câmara para saciar bolso de bancada ruralista e agroempresariado.

A Câmara dos Deputados aprovou ontem (28) o projeto que acaba com a exigência de afixar o símbolo de transgenia nos rótulos dos mortais produtos geneticamente modificados (OGM) destinados a consumo humano. O texto modifica a Lei 11.105/2005 que determinava a obrigação da informação em todos os produtos destinados a consumo humano que contivessem ou fossem produzidos com OGM ou derivados, por exemplo, milho, soja, arroz, óleo de soja e fubá e tantos outros alimentos industrializados que se consomem atualmente.

Assim como ocorreu com a aprovação do projeto de lei sobre a biodiversidade, o debate sobre o fim da exigência do rótulo colocou em oposição deputados da bancada ruralista e defensores do meio ambiente, que argumentaram que o projeto retira o direito de quem consome de saber o que está comprando.

“O projeto é excelente, garantimos o direito do consumidor de ser informado”, ousou dizer o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), membro da bancada ruralista. Segundo ele, 90% da soja e do milho comercializados no Brasil têm produtos transgênicos em sua composição. “Nós não podemos, nós mesmos, criar obstáculos para o consumo dos nossos produtos. O agronegócio é que alimenta o país”, afirmou o deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), relator da matéria na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio.

“Eu queria alertar que esse projeto visa a diminuir o nível de informações que tem hoje. Ele não está acrescentando nada; ele está retirando o direito do consumidor de saber que produto está levando para a sua casa”, disse o líder do PV, Sarney Filho (MA). “Se hoje o agronegócio é uma das atividades que beneficia o Brasil, se é uma atividade dinâmica, ele tem a responsabilidade de informar corretamente o consumidor”, completou.

“Se todo mundo aqui diz que o transgênico é uma maravilha, porque quer retirar o símbolo [que identifica o produto] do rótulo. Isso é muito contraditório”, ressaltou o vice-líder do PT, Alessandro Molon (RJ).
O deputado Ivan Valente (Psol-SP) afirmou que, enquanto outros países proíbem completamente o uso de alimentos transgênicos, no Brasil se busca “desobrigar a rotulagem dos transgênicos e excluir o símbolo de identificação”. Ivan Valente depois afirmou que não existe consenso se os transgênicos fazem ou não mal à saúde.

Ao fim da votação, os deputados contrários ao projeto conseguiram retirar do texto trecho que determinava que os alimentos que não contêm transgênicos só poderiam inserir na embalagem a informação “livre de transgênicos”, somente se houvesse produtos “similares transgênicos no mercado brasileiro e comprovada a total ausência no produto de organismos geneticamente modificados, por meio de análise específica.” “Não há motivo para inserir essa restrição no projeto”, disse Molon. O texto agora vai para análise e votação dos senadores.

Fontes:EBC e Câmara , Uniomystikaum


Transgênicos: aprovado projeto que acaba com exigência de informação no rótulo

Em prol do lucro, câncer e outras doenças, projeto que retira aviso sobre transgênicos é aprovado na Câmara para saciar bolso de bancada ruralista e agroempresariado.

A Câmara dos Deputados aprovou ontem (28) o projeto que acaba com a exigência de afixar o símbolo de transgenia nos rótulos dos mortais produtos geneticamente modificados (OGM) destinados a consumo humano. O texto modifica a Lei 11.105/2005 que determinava a obrigação da informação em todos os produtos destinados a consumo humano que contivessem ou fossem produzidos com OGM ou derivados, por exemplo, milho, soja, arroz, óleo de soja e fubá e tantos outros alimentos industrializados que se consomem atualmente.

Assim como ocorreu com a aprovação do projeto de lei sobre a biodiversidade, o debate sobre o fim da exigência do rótulo colocou em oposição deputados da bancada ruralista e defensores do meio ambiente, que argumentaram que o projeto retira o direito de quem consome de saber o que está comprando.

“O projeto é excelente, garantimos o direito do consumidor de ser informado”, ousou dizer o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), membro da bancada ruralista. Segundo ele, 90% da soja e do milho comercializados no Brasil têm produtos transgênicos em sua composição. “Nós não podemos, nós mesmos, criar obstáculos para o consumo dos nossos produtos. O agronegócio é que alimenta o país”, afirmou o deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), relator da matéria na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio.

“Eu queria alertar que esse projeto visa a diminuir o nível de informações que tem hoje. Ele não está acrescentando nada; ele está retirando o direito do consumidor de saber que produto está levando para a sua casa”, disse o líder do PV, Sarney Filho (MA). “Se hoje o agronegócio é uma das atividades que beneficia o Brasil, se é uma atividade dinâmica, ele tem a responsabilidade de informar corretamente o consumidor”, completou.

“Se todo mundo aqui diz que o transgênico é uma maravilha, porque quer retirar o símbolo [que identifica o produto] do rótulo. Isso é muito contraditório”, ressaltou o vice-líder do PT, Alessandro Molon (RJ).
O deputado Ivan Valente (Psol-SP) afirmou que, enquanto outros países proíbem completamente o uso de alimentos transgênicos, no Brasil se busca “desobrigar a rotulagem dos transgênicos e excluir o símbolo de identificação”. Ivan Valente depois afirmou que não existe consenso se os transgênicos fazem ou não mal à saúde.

Ao fim da votação, os deputados contrários ao projeto conseguiram retirar do texto trecho que determinava que os alimentos que não contêm transgênicos só poderiam inserir na embalagem a informação “livre de transgênicos”, somente se houvesse produtos “similares transgênicos no mercado brasileiro e comprovada a total ausência no produto de organismos geneticamente modificados, por meio de análise específica.” “Não há motivo para inserir essa restrição no projeto”, disse Molon. O texto agora vai para análise e votação dos senadores.

Fontes:EBC e Câmara , Uniomystikaum



Não é de hoje que alguns pesquisadores estudam a ação de adoçantes artificiais no corpo humano. Já se sabe, por exemplo, que eles têm a capacidade de alterar as bactérias do intestino humano e, por causa disso, fazer com que o consumidor acabe ganhando peso.

Além dos quilinhos extras, alguns adoçantes artificiais podem elevar as taxas de açúcar no sangue e, inclusive, são considerados substâncias cancerígenas.

A Pepsi parece ter reconhecido esses fatores como verdadeiros e anunciou que os refrigerantes dietéticos da marca não terão mais aspartame em sua composição.

A novidade foi divulgada nesta sexta-feira (24) e, de acordo com o jornal The Verge, o ingrediente “do mal” vai ser removido de todos os produtos da marca.

Mudança

Um porta-voz da marca explicou que a mudança foi feita com base em, pedidos dos consumidores de Pepsi Diet dos EUA. O aspartame será substituído por outros adoçantes artificiais: sucralose e acessulfame de potássio.

É verdade que esses adoçantes não são naturais também, mas o que os diferencia do aspartame é o fato de que eles não têm efeitos controversos no corpo humano. A novidade será estampada nas latas da Pepsi, que trarão a mensagem “Agora é livre de aspartame”. Enquanto isso, a Coca-Cola, maior concorrente da marca, continua a fabricar seus produtos com a temida substância e, ao que tudo indica, não há previsão de mudança. E aí, o que você achou dessa ideia?

Fontes: MegaCurioso , The Verge/Chris Welch

Pepsi deixará de fabricar refrigerantes com aspartame

Não é de hoje que alguns pesquisadores estudam a ação de adoçantes artificiais no corpo humano. Já se sabe, por exemplo, que eles têm a capacidade de alterar as bactérias do intestino humano e, por causa disso, fazer com que o consumidor acabe ganhando peso.

Além dos quilinhos extras, alguns adoçantes artificiais podem elevar as taxas de açúcar no sangue e, inclusive, são considerados substâncias cancerígenas.

A Pepsi parece ter reconhecido esses fatores como verdadeiros e anunciou que os refrigerantes dietéticos da marca não terão mais aspartame em sua composição.

A novidade foi divulgada nesta sexta-feira (24) e, de acordo com o jornal The Verge, o ingrediente “do mal” vai ser removido de todos os produtos da marca.

Mudança

Um porta-voz da marca explicou que a mudança foi feita com base em, pedidos dos consumidores de Pepsi Diet dos EUA. O aspartame será substituído por outros adoçantes artificiais: sucralose e acessulfame de potássio.

É verdade que esses adoçantes não são naturais também, mas o que os diferencia do aspartame é o fato de que eles não têm efeitos controversos no corpo humano. A novidade será estampada nas latas da Pepsi, que trarão a mensagem “Agora é livre de aspartame”. Enquanto isso, a Coca-Cola, maior concorrente da marca, continua a fabricar seus produtos com a temida substância e, ao que tudo indica, não há previsão de mudança. E aí, o que você achou dessa ideia?

Fontes: MegaCurioso , The Verge/Chris Welch

Por:Francine Lima

Nunca eu tratei de um tema que fosse tão polêmico aqui no blog ou no canal de vídeos. No vídeo de 2014 sobre a resolução do Conanda, as discussões foram acaloradas. Agora, com meu vídeo sobre os ovos de Páscoa acompanhados de brinquedos licenciados, um ano depois da publicação da Resolução do Conanda no Diário Oficial da União, novamente os ânimos se inflamaram. A restrição à publicidade, seja ela direcionada à criança ou aos adultos, é um tabu enorme na sociedade brasileira. E possivelmente por isso virou tema da redação do Enem. Eu estou aqui mais uma vez para defender o meu ponto de vista.

Parte do público elogia e agradece o ponto dos dois vídeos, por entender que proteger as crianças da publicidade abusiva é uma forma de proporcionar a elas uma infância mais saudável em todos os sentidos. Mas uma parte considerável das pessoas que acompanham minhas publicações acredita que qualquer medida de restrição à publicidade é uma ameaça grave a liberdades individuais que supostamente são direitos humanos inalienáveis.

O argumento principal dessa segunda parcela do público é que somente os pais da criança têm o direito e o dever de educá-la, conforme os valores particulares desse pequeno núcleo familiar. Acredita-se que a visão de mundo desse pequeno núcleo familiar é a única autorizada a formatar o pensamento e as atitudes dessa criança. Pois eu acho que a noção que essas pessoas têm de liberdade individual e da responsabilidade dos pais pela educação das crianças merece uma revisão.

Acho que fica mais fácil defender meu ponto usando como exemplo extremista uma família fictícia do Oriente Médio, cujo chefe seja membro de algum grupo ultrarreligioso e ultraviolento engajado no combate a alguma crença religiosa e política diferente da sua. Vamos supor que esse chefe de família queira treinar o seu filho para ser terrorista. Você acha que nesse caso é válido o argumento de que são os pais e apenas os pais que devem educar a criança? Ou será que nesse exemplo fictício o Estado será bem-vindo no encaminhamento dessa criança a um destino melhor tanto para ela quanto para o seu país e o resto do mundo?

Agora eu volto a um mundo ocidental onde as corporações multinacionais e os supermercados são vistos como templos da civilização. Aqui, as famílias não treinam seus filhos para o terrorismo, mas os preparam para comprar todo tipo de novidade que o mercado oferecer, para defender as corporações e sua alegada “liberdade de expressão” (também conhecida como publicidade sem freios) a todo custo e dar as costas a pequenos produtores que ralam para oferecer produtos muito mais adequados à saúde da população. Está aí uma aberração chamada Kidzania para comprovar o que estou dizendo. Essas famílias, que também foram crianças educadas sob as mesmas leis capitalistas, não enxergam nenhum problema em perpetuar o comportamento consumista e destruidor de recursos naturais, pois acreditam ser livres para isso.

Mas tente enxergar além do núcleo familiar — esse núcleo familiar egoísta que acha que vive numa bolha. Tente enxergar cada criança, cada pai e mãe, cada família, como parte de uma sociedade em um país que foi colonizado primeiro pelos europeus, depois pelos norte-americanos e depois pelas corporações multinacionais que vendem aqui o que já foi proibido na Europa. Tente enxergar uma sociedade que precisa desesperadamente aprender a ser mais esperta e criativa e empreendedora pra sair do buraco eterno da ignorância e do ensino pobre. Essa sociedade precisa que as crianças e os adultos sejam educadas PELA SOCIEDADE, o que inclui os professores, os jornalistas e até os comerciantes, que podem decidir não vender ovo de Páscoa de grife e abrir um comércio justo só com orgânicos, por exemplo, em prol dos pequenos agricultores e do bem comum.

Quem é contra a restrição à publicidade também toma as dores dos publicitários e canais de TV com programação infantil, que ficariam sem mercado.

Mas tente enxergar os publicitários e designers tolhidos em sua “liberdade de criar e se expressar” como membros dessa sociedade que precisa evoluir. Tente enxergá-los não como coitadinhos que estão perdendo trabalho, mas como cúmplices de um sistema colonizador. Tente enxergá-los como profissionais que, se quiserem, podem mudar para o lado branco da força e trabalhar por uma comunicação que incentive práticas individuais mais humanas e cidadãs em vez de estimular o consumo de cigarros (cuja propaganda só foi proibida depois de muita polêmica e mimimi), remédios e refrigerantes.

Tente se lembrar de que somos todos membros de uma nação que vive num mesmo território, dependente da mesma água doce, dos mesmos rios, das mesmas florestas (cada vez mais desmatadas), do mesmo sistema de ensino pobre e estagnado. Tente se lembrar de que, pra ir pra frente, este país precisa de muito mais famílias educando seus filhos para serem pessoas melhores, com atitudes que beneficiem a todos, e não somente a si mesmas. E repense esse negócio de liberdade empresarial para fazer propaganda do que quiser e liberdade individual pra educar a criança como quiser. O país não é um bem individual. É de todos, e a legislação existe para organizar essa vida compartilhada.

Era este o meu recado. Obrigada por ler e compartilhar.





Para saber mais:

http://www.anvisa.gov.br/propaganda/marketing_alimentos_criancas.pdf

-RDC n. 24, de 15 de junho de 2010
http://observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed794_resolucao_para_controle_da_publicidade_e_questionada

Fonte: Canal do Campo a Mesa

Comida de criança ou publicidade abusiva?

Por:Francine Lima

Nunca eu tratei de um tema que fosse tão polêmico aqui no blog ou no canal de vídeos. No vídeo de 2014 sobre a resolução do Conanda, as discussões foram acaloradas. Agora, com meu vídeo sobre os ovos de Páscoa acompanhados de brinquedos licenciados, um ano depois da publicação da Resolução do Conanda no Diário Oficial da União, novamente os ânimos se inflamaram. A restrição à publicidade, seja ela direcionada à criança ou aos adultos, é um tabu enorme na sociedade brasileira. E possivelmente por isso virou tema da redação do Enem. Eu estou aqui mais uma vez para defender o meu ponto de vista.

Parte do público elogia e agradece o ponto dos dois vídeos, por entender que proteger as crianças da publicidade abusiva é uma forma de proporcionar a elas uma infância mais saudável em todos os sentidos. Mas uma parte considerável das pessoas que acompanham minhas publicações acredita que qualquer medida de restrição à publicidade é uma ameaça grave a liberdades individuais que supostamente são direitos humanos inalienáveis.

O argumento principal dessa segunda parcela do público é que somente os pais da criança têm o direito e o dever de educá-la, conforme os valores particulares desse pequeno núcleo familiar. Acredita-se que a visão de mundo desse pequeno núcleo familiar é a única autorizada a formatar o pensamento e as atitudes dessa criança. Pois eu acho que a noção que essas pessoas têm de liberdade individual e da responsabilidade dos pais pela educação das crianças merece uma revisão.

Acho que fica mais fácil defender meu ponto usando como exemplo extremista uma família fictícia do Oriente Médio, cujo chefe seja membro de algum grupo ultrarreligioso e ultraviolento engajado no combate a alguma crença religiosa e política diferente da sua. Vamos supor que esse chefe de família queira treinar o seu filho para ser terrorista. Você acha que nesse caso é válido o argumento de que são os pais e apenas os pais que devem educar a criança? Ou será que nesse exemplo fictício o Estado será bem-vindo no encaminhamento dessa criança a um destino melhor tanto para ela quanto para o seu país e o resto do mundo?

Agora eu volto a um mundo ocidental onde as corporações multinacionais e os supermercados são vistos como templos da civilização. Aqui, as famílias não treinam seus filhos para o terrorismo, mas os preparam para comprar todo tipo de novidade que o mercado oferecer, para defender as corporações e sua alegada “liberdade de expressão” (também conhecida como publicidade sem freios) a todo custo e dar as costas a pequenos produtores que ralam para oferecer produtos muito mais adequados à saúde da população. Está aí uma aberração chamada Kidzania para comprovar o que estou dizendo. Essas famílias, que também foram crianças educadas sob as mesmas leis capitalistas, não enxergam nenhum problema em perpetuar o comportamento consumista e destruidor de recursos naturais, pois acreditam ser livres para isso.

Mas tente enxergar além do núcleo familiar — esse núcleo familiar egoísta que acha que vive numa bolha. Tente enxergar cada criança, cada pai e mãe, cada família, como parte de uma sociedade em um país que foi colonizado primeiro pelos europeus, depois pelos norte-americanos e depois pelas corporações multinacionais que vendem aqui o que já foi proibido na Europa. Tente enxergar uma sociedade que precisa desesperadamente aprender a ser mais esperta e criativa e empreendedora pra sair do buraco eterno da ignorância e do ensino pobre. Essa sociedade precisa que as crianças e os adultos sejam educadas PELA SOCIEDADE, o que inclui os professores, os jornalistas e até os comerciantes, que podem decidir não vender ovo de Páscoa de grife e abrir um comércio justo só com orgânicos, por exemplo, em prol dos pequenos agricultores e do bem comum.

Quem é contra a restrição à publicidade também toma as dores dos publicitários e canais de TV com programação infantil, que ficariam sem mercado.

Mas tente enxergar os publicitários e designers tolhidos em sua “liberdade de criar e se expressar” como membros dessa sociedade que precisa evoluir. Tente enxergá-los não como coitadinhos que estão perdendo trabalho, mas como cúmplices de um sistema colonizador. Tente enxergá-los como profissionais que, se quiserem, podem mudar para o lado branco da força e trabalhar por uma comunicação que incentive práticas individuais mais humanas e cidadãs em vez de estimular o consumo de cigarros (cuja propaganda só foi proibida depois de muita polêmica e mimimi), remédios e refrigerantes.

Tente se lembrar de que somos todos membros de uma nação que vive num mesmo território, dependente da mesma água doce, dos mesmos rios, das mesmas florestas (cada vez mais desmatadas), do mesmo sistema de ensino pobre e estagnado. Tente se lembrar de que, pra ir pra frente, este país precisa de muito mais famílias educando seus filhos para serem pessoas melhores, com atitudes que beneficiem a todos, e não somente a si mesmas. E repense esse negócio de liberdade empresarial para fazer propaganda do que quiser e liberdade individual pra educar a criança como quiser. O país não é um bem individual. É de todos, e a legislação existe para organizar essa vida compartilhada.

Era este o meu recado. Obrigada por ler e compartilhar.





Para saber mais:

http://www.anvisa.gov.br/propaganda/marketing_alimentos_criancas.pdf

-RDC n. 24, de 15 de junho de 2010
http://observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed794_resolucao_para_controle_da_publicidade_e_questionada

Fonte: Canal do Campo a Mesa

Segundo um estudo recente, aditivos comuns em sorvetes, margarina, pão embalado e muitos alimentos processados ​​podem promover a doenças inflamatórias do intestino, colite ulcerativa e doença de Crohn, bem como um grupo de condições relacionadas com a obesidade. Os pesquisadores se concentraram em emulsionantes – substâncias químicas adicionadas aos alimentos para melhorar a textura e aumentar sua duração (validade).

Em experiências com ratos, eles descobriram que emulsionantes podem alterar a composição de espécies de bactérias do intestino e induzir inflamação intestinal. Esta inflamação está associada com a frequentemente debilitante doença de Crohn e colite ulcerativa, assim como a síndrome metabólica, um grupo de condições que aumentam o risco de diabetes tipo 2, doença cardíaca e derrame.

Os camundongos foram alimentados com emulsionantes diluídos em água potável ou adicionados a alimentos. Descobriu-se que eles acionam baixos graus de inflamação intestinal e características da síndrome metabólica, como anormalidades no nível de glicose no sangue, aumento de peso corporal e da gordura abdominal.

De acordo com a pesquisa, consumir emulsionantes aumentou o risco de colite, que imita a doença inflamatória do intestino humano, em camundongos geneticamente suscetíveis à condição. O microbiologista da Universidade Estadual da Georgia (GSU) Benoit Chassaing, cujo estudo foi publicado na revista “Nature”, disse que os efeitos vistos nos ratos também podem ser observados em seres humanos.

O estudo envolveu dois emulsionantes amplamente utilizados, polissorbato 80 e carboximetil celulose. Os pesquisadores estão planejando estudos em humanos e já estão estudando outros emulsionantes.
Emulsionantes são utilizados na margarina, maionese, molhos cremosos, doces, sorvetes, alimentos processados ​​e embalados assados. Eles podem deixar produtos como maionese suaves e cremosos em vez de uma gororoba de água e glóbulos oleosos.

Alteração na flora intestinal

Uma característica fundamental de doenças inflamatórias intestinais e síndrome metabólica é uma alteração na microbiota intestinal – os cerca de 100 trilhões de bactérias que habitam o trato intestinal – de forma a promover a inflamação. Em ratos que receberam emulsionantes, as bactérias foram mais aptas para digerir e infiltrar-se na densa camada de muco que reveste e protege os intestinos.

A incidência de doença inflamatória intestinal e da síndrome metabólica começaram a subir em meados do século XX, mais ou menos ao mesmo tempo em que os fabricantes de alimentos começaram a usar o emulsificante de forma generalizada, disseram os pesquisadores.

“Nós estávamos pensando que havia algum fator não genético aí, algum fator ambiental, que poderia explicar o aumento destas doenças inflamatórias crônicas”, conta o imunologista Andrew Gewirtz da GSU. “E nós achamos que os emulsionantes eram um bom candidato, porque eles são tão onipresentes e sua utilização tem um paralelo aproximado ao aumento destas doenças. Mas eu acho que ficamos surpresos com o quão forte os efeitos foram”, conclui.

Fontes: HypeScience , Reuters

Estes alimentos podem estar MATANDO VOCÊ?

Segundo um estudo recente, aditivos comuns em sorvetes, margarina, pão embalado e muitos alimentos processados ​​podem promover a doenças inflamatórias do intestino, colite ulcerativa e doença de Crohn, bem como um grupo de condições relacionadas com a obesidade. Os pesquisadores se concentraram em emulsionantes – substâncias químicas adicionadas aos alimentos para melhorar a textura e aumentar sua duração (validade).

Em experiências com ratos, eles descobriram que emulsionantes podem alterar a composição de espécies de bactérias do intestino e induzir inflamação intestinal. Esta inflamação está associada com a frequentemente debilitante doença de Crohn e colite ulcerativa, assim como a síndrome metabólica, um grupo de condições que aumentam o risco de diabetes tipo 2, doença cardíaca e derrame.

Os camundongos foram alimentados com emulsionantes diluídos em água potável ou adicionados a alimentos. Descobriu-se que eles acionam baixos graus de inflamação intestinal e características da síndrome metabólica, como anormalidades no nível de glicose no sangue, aumento de peso corporal e da gordura abdominal.

De acordo com a pesquisa, consumir emulsionantes aumentou o risco de colite, que imita a doença inflamatória do intestino humano, em camundongos geneticamente suscetíveis à condição. O microbiologista da Universidade Estadual da Georgia (GSU) Benoit Chassaing, cujo estudo foi publicado na revista “Nature”, disse que os efeitos vistos nos ratos também podem ser observados em seres humanos.

O estudo envolveu dois emulsionantes amplamente utilizados, polissorbato 80 e carboximetil celulose. Os pesquisadores estão planejando estudos em humanos e já estão estudando outros emulsionantes.
Emulsionantes são utilizados na margarina, maionese, molhos cremosos, doces, sorvetes, alimentos processados ​​e embalados assados. Eles podem deixar produtos como maionese suaves e cremosos em vez de uma gororoba de água e glóbulos oleosos.

Alteração na flora intestinal

Uma característica fundamental de doenças inflamatórias intestinais e síndrome metabólica é uma alteração na microbiota intestinal – os cerca de 100 trilhões de bactérias que habitam o trato intestinal – de forma a promover a inflamação. Em ratos que receberam emulsionantes, as bactérias foram mais aptas para digerir e infiltrar-se na densa camada de muco que reveste e protege os intestinos.

A incidência de doença inflamatória intestinal e da síndrome metabólica começaram a subir em meados do século XX, mais ou menos ao mesmo tempo em que os fabricantes de alimentos começaram a usar o emulsificante de forma generalizada, disseram os pesquisadores.

“Nós estávamos pensando que havia algum fator não genético aí, algum fator ambiental, que poderia explicar o aumento destas doenças inflamatórias crônicas”, conta o imunologista Andrew Gewirtz da GSU. “E nós achamos que os emulsionantes eram um bom candidato, porque eles são tão onipresentes e sua utilização tem um paralelo aproximado ao aumento destas doenças. Mas eu acho que ficamos surpresos com o quão forte os efeitos foram”, conclui.

Fontes: HypeScience , Reuters

A principal causa do câncer é por intermédio da comida que comemos. Algum tempo atrás, nós consumíamos uma dieta de alimentos principalmente alcalinos mas isso mudou e a taxa de câncer também. A maioria dos médicos não lhe informa sobre os alimentos corretos para comer para ficar livre do câncer e o que comer para fazer com que o corpo o elimine naturalmente.

Os alimentos que comemos hoje em dia contêm elementos ácidos e alcalinizantes. A dieta com maiores quantidades de alimentos formadores de ácidos pode contribuir para o câncer e é a dieta comum aqui na cultura ocidental. A dieta do americano [assim como do brasileiro] é atualmente mais ácida. Se você está lutando contra o câncer é preciso equilibrar o nível de pH do corpo, pois o câncer prospera em um ambiente ácido ao passo que um ambiente alcalino irá ajudar a remover o câncer.

Nós vemos mais pessoas com câncer hoje do que nunca e é por causa da dieta típica ocidental ser muito rica em alimentos produtores de ácidos, tais como os produtos de origem animal, os quais incluem produtos lácteos.

Os alimentos como frutas e vegetais recém-produzidos eram muito melhores para nós, portanto a melhor solução é fazer algumas mudanças na dieta. A proporção de ácido e alcalino é medida na escala de pH que varia de 0 à 14, com 7 sendo neutro. A extremidade mais baixa da escala que vai de 0 a 7 é ácida e qualquer coisa entre 7 a 14 é alcalino.

A maneira mais fácil de descobrir quais alimentos são alcalinos ou ácidos é pesquisando quais são os alimentos mais alcalinos ou ácidos do que outros, além também de testar o seu nível alcalino frequentemente. Embora um diagnóstico de câncer possa ter outros fatores contribuindo, os alimentos que comemos é uma das principais causas.

Muitos anos atrás, antes de termos supermercados, comíamos uma dieta mais saudável, mas agora por causa dos alimentos processados ​​e a popularidade de lojas de fast food nossas dietas mudaram. Uma dieta de alimentos de um spectro ácido está causando muitos problemas de saúde e o câncer é agora apenas um deles. Por exemplo, muitos dos nossos alimentos são refinados e a maioria dos nossos pães e outros alimentos assados ​​são feitos de farinha branca refinada.

Alguns outros exemplos de alimentos formadores de ácidos; macarrão, queijo, sorvete e manteiga, compotas e geleias, bebidas alcoólicas e refrigerantes. Todos os alimentos ácidos não são necessariamente ruins, é apenas a nossa dieta que está fora de equilíbrio, e se você está lidando com qualquer problema grave de saúde é essencial olhar atentamente para o que você está comendo.

Alguns dos alimentos alcalinos são: frutas frescas e quase todos os legumes recém-produzidos. Também consuma nozes, sementes, grãos e legumes, pois são todos alimentos alcalinos. É importante lembrar que as alterações feitas em uma dieta mais alcalina trás muitos benefícios para a saúde, incluindo a eliminação natural do câncer .

Embora o câncer tenha alguns outros fatores contribuidores, a causa mais influente é o que nós comemos, porque a nossa saúde está diretamente relacionada com as nossas escolhas alimentares. A nossa dieta mudou ao longo dos últimos 40 a 70 anos e a maioria do que comemos agora está disponível em supermercados e os supermercados têm uma enorme influência sobre o que comprar agora.

Muito do que está disponível em supermercados é processado e por causa disso, este alimento é de baixo valor nutritivo e que é sem dúvida a razão pela qual há tanto câncer agora. Faz muito sentido se você está lidando com o câncer que a primeira e mais importante mudança que você faça é com sua dieta e que você a selecione a partir de uma gama de alimentos mais alcalinos. Também certifique-se que ele é fresco e se possível que seja orgânico.

Fonte: Noticias Naturais

Como o Câncer é Causado Principalmente Pela Ingestão de Comida Ácida

A principal causa do câncer é por intermédio da comida que comemos. Algum tempo atrás, nós consumíamos uma dieta de alimentos principalmente alcalinos mas isso mudou e a taxa de câncer também. A maioria dos médicos não lhe informa sobre os alimentos corretos para comer para ficar livre do câncer e o que comer para fazer com que o corpo o elimine naturalmente.

Os alimentos que comemos hoje em dia contêm elementos ácidos e alcalinizantes. A dieta com maiores quantidades de alimentos formadores de ácidos pode contribuir para o câncer e é a dieta comum aqui na cultura ocidental. A dieta do americano [assim como do brasileiro] é atualmente mais ácida. Se você está lutando contra o câncer é preciso equilibrar o nível de pH do corpo, pois o câncer prospera em um ambiente ácido ao passo que um ambiente alcalino irá ajudar a remover o câncer.

Nós vemos mais pessoas com câncer hoje do que nunca e é por causa da dieta típica ocidental ser muito rica em alimentos produtores de ácidos, tais como os produtos de origem animal, os quais incluem produtos lácteos.

Os alimentos como frutas e vegetais recém-produzidos eram muito melhores para nós, portanto a melhor solução é fazer algumas mudanças na dieta. A proporção de ácido e alcalino é medida na escala de pH que varia de 0 à 14, com 7 sendo neutro. A extremidade mais baixa da escala que vai de 0 a 7 é ácida e qualquer coisa entre 7 a 14 é alcalino.

A maneira mais fácil de descobrir quais alimentos são alcalinos ou ácidos é pesquisando quais são os alimentos mais alcalinos ou ácidos do que outros, além também de testar o seu nível alcalino frequentemente. Embora um diagnóstico de câncer possa ter outros fatores contribuindo, os alimentos que comemos é uma das principais causas.

Muitos anos atrás, antes de termos supermercados, comíamos uma dieta mais saudável, mas agora por causa dos alimentos processados ​​e a popularidade de lojas de fast food nossas dietas mudaram. Uma dieta de alimentos de um spectro ácido está causando muitos problemas de saúde e o câncer é agora apenas um deles. Por exemplo, muitos dos nossos alimentos são refinados e a maioria dos nossos pães e outros alimentos assados ​​são feitos de farinha branca refinada.

Alguns outros exemplos de alimentos formadores de ácidos; macarrão, queijo, sorvete e manteiga, compotas e geleias, bebidas alcoólicas e refrigerantes. Todos os alimentos ácidos não são necessariamente ruins, é apenas a nossa dieta que está fora de equilíbrio, e se você está lidando com qualquer problema grave de saúde é essencial olhar atentamente para o que você está comendo.

Alguns dos alimentos alcalinos são: frutas frescas e quase todos os legumes recém-produzidos. Também consuma nozes, sementes, grãos e legumes, pois são todos alimentos alcalinos. É importante lembrar que as alterações feitas em uma dieta mais alcalina trás muitos benefícios para a saúde, incluindo a eliminação natural do câncer .

Embora o câncer tenha alguns outros fatores contribuidores, a causa mais influente é o que nós comemos, porque a nossa saúde está diretamente relacionada com as nossas escolhas alimentares. A nossa dieta mudou ao longo dos últimos 40 a 70 anos e a maioria do que comemos agora está disponível em supermercados e os supermercados têm uma enorme influência sobre o que comprar agora.

Muito do que está disponível em supermercados é processado e por causa disso, este alimento é de baixo valor nutritivo e que é sem dúvida a razão pela qual há tanto câncer agora. Faz muito sentido se você está lidando com o câncer que a primeira e mais importante mudança que você faça é com sua dieta e que você a selecione a partir de uma gama de alimentos mais alcalinos. Também certifique-se que ele é fresco e se possível que seja orgânico.

Fonte: Noticias Naturais

Gabriel Fernandes, da AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia, explica na Tv Itararé, de Campina Grande, o que são sementes transgênicas e debate sobre seu impacto na saúde das pessoas.

Assista ao vídeo, no vimeo a Tv Itararé: vimeo.com/112054456



Fontes: Pratos Limpos , Portal Orgânico

Entrevista com Gabriel Fernandes sobre transgênicos e sementes da paixão

Gabriel Fernandes, da AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia, explica na Tv Itararé, de Campina Grande, o que são sementes transgênicas e debate sobre seu impacto na saúde das pessoas.

Assista ao vídeo, no vimeo a Tv Itararé: vimeo.com/112054456



Fontes: Pratos Limpos , Portal Orgânico

Ultimamente tenho procurado por meios de como tonar uma propriedade urbana minimamente produtiva. Sabemos que morar na selva de pedra não é fácil e muitas casas não tem sequer um quadradinho de terra para plantar. Pensando nisso, recorri a outras alternativas e cheguei à hidroponia.

Já fiz outro projeto de produção de alimento em zona urbana, que é a horta suspensa. No entanto sabemos que ainda assim ela não era ideal para produção em larga escala e hora ou outra tínhamos que lutar contra pragas e outros incômodos que acabavam por diminuir a eficiência da plantação.

Pensando em como aumentar a produtividade sem exigir que o cuidador tivesse maior trabalho, comecei a pesquisar sobre as hortas hidropônicas.

Após muito ler, percebi que era algo que valia a pena a tentativa! Prefiro que vocês vejam o vídeo para acompanhar o relato inteiro:

Total gasto no projeto: R$220,00



Demorei cerca de um mês pois fiz questão de aguardar a horta dar resultados para mostrar que o sistema está operante e funcional, afinal não seria legal mostrar as plantas em crescimento e deixar o produto final sem aparecer em vídeo.

Digo-lhes que até onde vi, é uma delícia manejar esse cultivo. Praticamente não há trabalho e você raramente tem de mexer no sistema, o que acaba também com as desculpas de que você “não tem tempo” para cultivar alguma coisa em sua casa.

Chega de enrolação, vamos ao vídeo:



Enfim, como conclusão rápida diria que é um projeto que vale a pena ser feito não somente para começar a produzir alimentos de forma independente, mas também pelo prazer de cultivar alguma coisa e depois vê-la alimentando sua família. Tomara que este vídeo ajude você a sanar suas dúvidas sobre o sistema e o incentive a fazer uma horta hidropônica também.

Até.

Fontes: Sobrevivencialismo(1) , Sobrevivencialismo(2)

Sobrevivencialismo:Projeto Horta hidropônica vertical em PVC

Ultimamente tenho procurado por meios de como tonar uma propriedade urbana minimamente produtiva. Sabemos que morar na selva de pedra não é fácil e muitas casas não tem sequer um quadradinho de terra para plantar. Pensando nisso, recorri a outras alternativas e cheguei à hidroponia.

Já fiz outro projeto de produção de alimento em zona urbana, que é a horta suspensa. No entanto sabemos que ainda assim ela não era ideal para produção em larga escala e hora ou outra tínhamos que lutar contra pragas e outros incômodos que acabavam por diminuir a eficiência da plantação.

Pensando em como aumentar a produtividade sem exigir que o cuidador tivesse maior trabalho, comecei a pesquisar sobre as hortas hidropônicas.

Após muito ler, percebi que era algo que valia a pena a tentativa! Prefiro que vocês vejam o vídeo para acompanhar o relato inteiro:

Total gasto no projeto: R$220,00



Demorei cerca de um mês pois fiz questão de aguardar a horta dar resultados para mostrar que o sistema está operante e funcional, afinal não seria legal mostrar as plantas em crescimento e deixar o produto final sem aparecer em vídeo.

Digo-lhes que até onde vi, é uma delícia manejar esse cultivo. Praticamente não há trabalho e você raramente tem de mexer no sistema, o que acaba também com as desculpas de que você “não tem tempo” para cultivar alguma coisa em sua casa.

Chega de enrolação, vamos ao vídeo:



Enfim, como conclusão rápida diria que é um projeto que vale a pena ser feito não somente para começar a produzir alimentos de forma independente, mas também pelo prazer de cultivar alguma coisa e depois vê-la alimentando sua família. Tomara que este vídeo ajude você a sanar suas dúvidas sobre o sistema e o incentive a fazer uma horta hidropônica também.

Até.

Fontes: Sobrevivencialismo(1) , Sobrevivencialismo(2)

Por Francine Lima

Muito provavelmente, sim.

Embora tenhamos uma legislação de rotulagem avançada em relação à de outros países nesse quesito, por obrigar as empresas a avisar na embalagem o uso da biotecnologia, ela não garante seu cumprimento por todas as empresas, deixando o consumidor não apenas mal informado, como também mais descrente das instuições. E com razão.

Pra tentar responder à pergunta do título, fiz uma longa pesquisa, iniciada em junho, e obtive respostas parciais que me levavam a perguntar mais e mais e nunca chegar a uma resposta completa. Queria saber se é possível termos certeza da procedência do milho que estamos comendo, e quanto mais eu pesquisava mais lacunas eu identificava. A triste conclusão é que sabemos pouquíssimo e temos poucas chances de saber o suficiente.

O tema é tão complexo e me deu tanto trabalho que precisei, novamente, dividir o vídeo em partes, pra que vocês não se cansem. A segunda parte, que publicarei daqui a uma semana, é ainda mais cheia de informações que a primeira. Eu espero que tenha conseguido traduzir um pouco do que aprendi.

Com vocês, meu primeiro vídeo sobre o milho.



Fonte: Canal do Campo a Mesa

Estamos comendo milho transgênico sem saber?

Por Francine Lima

Muito provavelmente, sim.

Embora tenhamos uma legislação de rotulagem avançada em relação à de outros países nesse quesito, por obrigar as empresas a avisar na embalagem o uso da biotecnologia, ela não garante seu cumprimento por todas as empresas, deixando o consumidor não apenas mal informado, como também mais descrente das instuições. E com razão.

Pra tentar responder à pergunta do título, fiz uma longa pesquisa, iniciada em junho, e obtive respostas parciais que me levavam a perguntar mais e mais e nunca chegar a uma resposta completa. Queria saber se é possível termos certeza da procedência do milho que estamos comendo, e quanto mais eu pesquisava mais lacunas eu identificava. A triste conclusão é que sabemos pouquíssimo e temos poucas chances de saber o suficiente.

O tema é tão complexo e me deu tanto trabalho que precisei, novamente, dividir o vídeo em partes, pra que vocês não se cansem. A segunda parte, que publicarei daqui a uma semana, é ainda mais cheia de informações que a primeira. Eu espero que tenha conseguido traduzir um pouco do que aprendi.

Com vocês, meu primeiro vídeo sobre o milho.



Fonte: Canal do Campo a Mesa

por Julio Lobo

Depois de tanto conhecimento teórico explicado em posts anteriores sobre armazenamento, está na hora de começarmos a colocar a mão na massa! Preparamos então um tutorial de como armazenar grãos dos mais diversos tipos em um objeto simples e encontrado em QUALQUER lugar… a garrafa PET.
O ideal é armazenar alimentos em jarros de vidro, mas convenhamos, ninguém tem acesso fácil a grandes recipientes e ainda temos o inconveniente de serem extremamente frágeis. Então para começar… Porque armazenar comida em garrafas PET?

Este item muitas vezes jogado fora por milhares de famílias todos os dias é um ótimo recipiente para armazenar comida e líquidos por um tempo muito grande, visto que pode ser hermeticamente fechado e tem uma resistência incrível a impactos. Seu custo é irrisório e não ocupa muito espaço quando falamos em armazenagem.

Uma das grandes preocupações em torno desta prática é a possível liberação da toxina Bisfenol A nos alimentos armazenados dentro da garrafa. Esta toxina quando ingerida em grande quantidade de forma constante pode causar problemas nas mais diversas áreas do corpo, porém existem alguns fatores que nos deixam menos preocupados quanto a esta situação:
  • A ANVISA proibiu limites excessivos dessa toxina em todos plásticos que armazenam líquidos e comida desde 2011;
  • O Bisfenol A é liberado no alimento após longo tempo de armazenamento (em locais quentes) e mesmo assim não possui quantidade o suficiente para causar danos ao corpo;
Bom, visto que estamos seguros quanto a essa dúvida, podemos então prosseguir com a idéia. Segue o vídeo:

Neste tutorial ensinamos como armazenar grãos de maneira confiável e barata, utilizando materiais acessíveis à todos.

Este processo de armazenamento pode aumentar a validade dos grãos consideravelmente, fazendo-os durar até por cinco anos.



Caso não seja possível visualizar o vídeo, segue o conteúdo em texto abaixo (com adições e subtrações de conteúdo):

Você pode armazenar qualquer tipo de grão com o processo abaixo e, apesar de parecer trabalhoso, vale a pena fazer seu estoque desta forma fácil e barata. Veja os passos abaixo:

---

Primeiro passo: Higienização

Para iniciar devemos higienizar a garrafa PET. O processo é bastante simples, basta lavar o recipiente com detergente e depois enxaguá-lo com álcool para eliminar qualquer resíduo ou bactéria presente. Depois disso, deixe a garrafa secar no sol.

Tire todo o sabão restante após a lavagem

Antes de prosseguir, certifique-se que a garrafa está completamente seca, pois qualquer umidade presente em seu interior pode estragar os grãos armazenados ali.

Segundo passo: Inserção do alho e grãos

Agora, vamos utilizar dentes de alho para absorver a umidade e agir como bactericida para qualquer tipo de organismo que tente crescer dentro da garrafa. O ideal é utilizar um dente de alho a cada quatro dedos de grãos.

Para facilitar o processo de colocar os grãos na garrafa, faça um funil com a boca de outra garrafa, desta forma:
Corte a parte superior de uma garrafa PET e use como funil

Quando você terminar de encher a garrafa, vamos à próxima etapa.

Terceiro passo: Compactação de grãos

Por mais que a garrafa já pareça cheia, ainda cabem muitos grãos a mais. Pressione os feijões na boca da garrafa e bata ela sobre uma superfície dura, o impacto fará os grãos se ajeitarem melhor fazendo com que o espaço de armazenamento seja otimizado.
Bata com força para que os grãos se acomodem e liberem mais espaço

Você terá de repetir esse processo várias vezes, até não haver mais possibilidade de inserir novos grãos.  

Quatro passo: Armazenando à vácuo

Nesta etapa você precisará de papel alumínio, algodão, álcool e fósforos. Com todos materiais prontos, você deve rasgar um pequeno pedaço de papel alumínio e formar uma espécie de “cama” nele e após molhar o algodão em álcool, insira-o dentro do papel alumínio.

Coloque o algodão molhado com álcool na "cama"
Posicione o alumínio com álcool sobre os grãos da boca da garrafa e com cuidado incendeie o algodão. O alumínio protegerá o plástico do fogo por tempo suficiente até você fechar a garrafa com a tampa.
Cuidado para não queimar os dedos nesta etapa
Ao fechar a garrafa o fogo continuará acesso até consumir todo o oxigênio da embalagem, finalizando esta etapa.

Quinto passo: Vedando à parafina

Apesar de já ter finalizado o armazenamento, sabemos que somente a tampa não é capaz de manter o vácuo por muito tempo. Para garantir que seus grãos durem vamos vedar a fresta entre a tampa e a garrafa utilizando parafina. Para isso, acenda uma vela e vá pingando a parafina derretida no pequeno vão da tampa:
Tente fechar o vão inteiro
Isso ajudará a manter seus grãos devidamente isolados das intempéries externas.

Sexto passo: Finalizando com fita adesiva

Para completar, vede a tampa da garrafa com fita adesiva, tentando cobrir a região superior da garrafa e a tampa por completo:
Gasta fita adesiva, porém vale a pena!
Seu armazenamento está pronto! Trabalhoso, porém simples. Agora vamos à identificação.

Sétimo passo: Identificando com etiquetas


Para você possuir um controle das datas em que armazenou os grãos e até quando vão as validades, insira duas etiquetas na garrafa, uma contendo o prazo de validade original do produto (que está na embalagem) e outra com a data de armazenamento:
Escreva à mão mesmo, só certifique-se de deixar a letra legível!
Pronto! Agora cubra as etiquetas com fita adesiva para protegê-las da sujeira ou água. Armazene as garrafas em um local escuro e de preferência sem umidade excessiva.

---

Seguindo os passos acima você já garantiu 2kg de grãos armazenados por um longo período. O ideal é ter um mês de alimentos em casa e, fazendo mais algumas garrafas destas você atingirá esta meta rapidamente.

Após chegar à quantia que você considera adequada para sua preparação utilize o sistema rotativo em seu estoque, consumindo a garrafa mais velha e inserindo uma nova no local. Isto fará com que você utilize os grãos antes que a validade original expire e ainda assim manterá seu estoque devidamente abastecido!

Algumas correções após postagem:

- Para grãos como o feijão, é interessante escolher os grãos, afim de tirar aqueles que possam estar podres;

- Se caso o local de armazenamento do saco de feijão for propício à umidade, antes de armazenar os grãos deixe-os por duas horas sob sol ou 15 minutos no forno;

- É interessante adicionar também Grãos de pimenta do reino pois elas evitam o surgimento de carunchos.

Fonte:Sobrevivencialismo

Sobrevivencialismo:Tutorial de Armazenando grãos em garrafas PET

por Julio Lobo

Depois de tanto conhecimento teórico explicado em posts anteriores sobre armazenamento, está na hora de começarmos a colocar a mão na massa! Preparamos então um tutorial de como armazenar grãos dos mais diversos tipos em um objeto simples e encontrado em QUALQUER lugar… a garrafa PET.
O ideal é armazenar alimentos em jarros de vidro, mas convenhamos, ninguém tem acesso fácil a grandes recipientes e ainda temos o inconveniente de serem extremamente frágeis. Então para começar… Porque armazenar comida em garrafas PET?

Este item muitas vezes jogado fora por milhares de famílias todos os dias é um ótimo recipiente para armazenar comida e líquidos por um tempo muito grande, visto que pode ser hermeticamente fechado e tem uma resistência incrível a impactos. Seu custo é irrisório e não ocupa muito espaço quando falamos em armazenagem.

Uma das grandes preocupações em torno desta prática é a possível liberação da toxina Bisfenol A nos alimentos armazenados dentro da garrafa. Esta toxina quando ingerida em grande quantidade de forma constante pode causar problemas nas mais diversas áreas do corpo, porém existem alguns fatores que nos deixam menos preocupados quanto a esta situação:
  • A ANVISA proibiu limites excessivos dessa toxina em todos plásticos que armazenam líquidos e comida desde 2011;
  • O Bisfenol A é liberado no alimento após longo tempo de armazenamento (em locais quentes) e mesmo assim não possui quantidade o suficiente para causar danos ao corpo;
Bom, visto que estamos seguros quanto a essa dúvida, podemos então prosseguir com a idéia. Segue o vídeo:

Neste tutorial ensinamos como armazenar grãos de maneira confiável e barata, utilizando materiais acessíveis à todos.

Este processo de armazenamento pode aumentar a validade dos grãos consideravelmente, fazendo-os durar até por cinco anos.



Caso não seja possível visualizar o vídeo, segue o conteúdo em texto abaixo (com adições e subtrações de conteúdo):

Você pode armazenar qualquer tipo de grão com o processo abaixo e, apesar de parecer trabalhoso, vale a pena fazer seu estoque desta forma fácil e barata. Veja os passos abaixo:

---

Primeiro passo: Higienização

Para iniciar devemos higienizar a garrafa PET. O processo é bastante simples, basta lavar o recipiente com detergente e depois enxaguá-lo com álcool para eliminar qualquer resíduo ou bactéria presente. Depois disso, deixe a garrafa secar no sol.

Tire todo o sabão restante após a lavagem

Antes de prosseguir, certifique-se que a garrafa está completamente seca, pois qualquer umidade presente em seu interior pode estragar os grãos armazenados ali.

Segundo passo: Inserção do alho e grãos

Agora, vamos utilizar dentes de alho para absorver a umidade e agir como bactericida para qualquer tipo de organismo que tente crescer dentro da garrafa. O ideal é utilizar um dente de alho a cada quatro dedos de grãos.

Para facilitar o processo de colocar os grãos na garrafa, faça um funil com a boca de outra garrafa, desta forma:
Corte a parte superior de uma garrafa PET e use como funil

Quando você terminar de encher a garrafa, vamos à próxima etapa.

Terceiro passo: Compactação de grãos

Por mais que a garrafa já pareça cheia, ainda cabem muitos grãos a mais. Pressione os feijões na boca da garrafa e bata ela sobre uma superfície dura, o impacto fará os grãos se ajeitarem melhor fazendo com que o espaço de armazenamento seja otimizado.
Bata com força para que os grãos se acomodem e liberem mais espaço

Você terá de repetir esse processo várias vezes, até não haver mais possibilidade de inserir novos grãos.  

Quatro passo: Armazenando à vácuo

Nesta etapa você precisará de papel alumínio, algodão, álcool e fósforos. Com todos materiais prontos, você deve rasgar um pequeno pedaço de papel alumínio e formar uma espécie de “cama” nele e após molhar o algodão em álcool, insira-o dentro do papel alumínio.

Coloque o algodão molhado com álcool na "cama"
Posicione o alumínio com álcool sobre os grãos da boca da garrafa e com cuidado incendeie o algodão. O alumínio protegerá o plástico do fogo por tempo suficiente até você fechar a garrafa com a tampa.
Cuidado para não queimar os dedos nesta etapa
Ao fechar a garrafa o fogo continuará acesso até consumir todo o oxigênio da embalagem, finalizando esta etapa.

Quinto passo: Vedando à parafina

Apesar de já ter finalizado o armazenamento, sabemos que somente a tampa não é capaz de manter o vácuo por muito tempo. Para garantir que seus grãos durem vamos vedar a fresta entre a tampa e a garrafa utilizando parafina. Para isso, acenda uma vela e vá pingando a parafina derretida no pequeno vão da tampa:
Tente fechar o vão inteiro
Isso ajudará a manter seus grãos devidamente isolados das intempéries externas.

Sexto passo: Finalizando com fita adesiva

Para completar, vede a tampa da garrafa com fita adesiva, tentando cobrir a região superior da garrafa e a tampa por completo:
Gasta fita adesiva, porém vale a pena!
Seu armazenamento está pronto! Trabalhoso, porém simples. Agora vamos à identificação.

Sétimo passo: Identificando com etiquetas


Para você possuir um controle das datas em que armazenou os grãos e até quando vão as validades, insira duas etiquetas na garrafa, uma contendo o prazo de validade original do produto (que está na embalagem) e outra com a data de armazenamento:
Escreva à mão mesmo, só certifique-se de deixar a letra legível!
Pronto! Agora cubra as etiquetas com fita adesiva para protegê-las da sujeira ou água. Armazene as garrafas em um local escuro e de preferência sem umidade excessiva.

---

Seguindo os passos acima você já garantiu 2kg de grãos armazenados por um longo período. O ideal é ter um mês de alimentos em casa e, fazendo mais algumas garrafas destas você atingirá esta meta rapidamente.

Após chegar à quantia que você considera adequada para sua preparação utilize o sistema rotativo em seu estoque, consumindo a garrafa mais velha e inserindo uma nova no local. Isto fará com que você utilize os grãos antes que a validade original expire e ainda assim manterá seu estoque devidamente abastecido!

Algumas correções após postagem:

- Para grãos como o feijão, é interessante escolher os grãos, afim de tirar aqueles que possam estar podres;

- Se caso o local de armazenamento do saco de feijão for propício à umidade, antes de armazenar os grãos deixe-os por duas horas sob sol ou 15 minutos no forno;

- É interessante adicionar também Grãos de pimenta do reino pois elas evitam o surgimento de carunchos.

Fonte:Sobrevivencialismo

"O açúcar é 8 vezes mais viciante que a cocaína".

A partir dos anos 70, ficamos rodeados de comidas industrializadas cheias de açúcar, amidos e gordura. Elas estão em todos os lugares, desde a fórmula que é dada para bebês, até no molho de salada. As crianças são os principais alvos da indústria alimentícia através da publicidade, para se tornarem desde cedo, viciadas.

O resultado é que, nos EUA, 2/3 da população está obesa ou acima do peso. Saiba dos truques das corporações na arte de enganar o consumidor e das soluções para se livrar de uma obesidade epidêmica.



Fontes: Doc Verdade , Filmes Online Gratis

Documentário: To cheio! / Fed Up (2014)

"O açúcar é 8 vezes mais viciante que a cocaína".

A partir dos anos 70, ficamos rodeados de comidas industrializadas cheias de açúcar, amidos e gordura. Elas estão em todos os lugares, desde a fórmula que é dada para bebês, até no molho de salada. As crianças são os principais alvos da indústria alimentícia através da publicidade, para se tornarem desde cedo, viciadas.

O resultado é que, nos EUA, 2/3 da população está obesa ou acima do peso. Saiba dos truques das corporações na arte de enganar o consumidor e das soluções para se livrar de uma obesidade epidêmica.



Fontes: Doc Verdade , Filmes Online Gratis

Criar e plantar estão entre as muitas atividades do sobrevivencialismo e da autosuficiencia doméstica, bem mais do que ser sustentável, é uma ferramenta de sobrevivência urbana, e esta é uma bela solução para hortas urbanas, ocupando pouco espaço.

Uma parede ou muro se transforma facilmente em um mecanismo produtor de alimentos ou em uma farmácia de ervas medicinais.

Com 20 cm de gaveta você pode plantar em uma varanda vários tipos de folhas e temperos, com a enorme vantagem da economia de agua, já que ocorre um gotejamento por gravidade, diminuindo ainda mais o trabalho de cuidar de sua estrutura.

Com 25 cm e cano de 6 polegadas se consegue um bom recurso para cenouras, rabanetes, beterrabas e até mini abóboras, vajem e feijão !

Bora lá plantar ?

Horta suspensa no cano de PVC


Mais um video falando de nossas experiências rumo a sustentabilidade doméstica.Somenente teoria não basta, pois, nada supera a prática do fazer

Horta suspensa em garrafas Pet


Fonte: Guia do Sobrevivente - Youtube

Sobrevivencialismo:horta suspensa no cano de PVC e garrafa PET

Criar e plantar estão entre as muitas atividades do sobrevivencialismo e da autosuficiencia doméstica, bem mais do que ser sustentável, é uma ferramenta de sobrevivência urbana, e esta é uma bela solução para hortas urbanas, ocupando pouco espaço.

Uma parede ou muro se transforma facilmente em um mecanismo produtor de alimentos ou em uma farmácia de ervas medicinais.

Com 20 cm de gaveta você pode plantar em uma varanda vários tipos de folhas e temperos, com a enorme vantagem da economia de agua, já que ocorre um gotejamento por gravidade, diminuindo ainda mais o trabalho de cuidar de sua estrutura.

Com 25 cm e cano de 6 polegadas se consegue um bom recurso para cenouras, rabanetes, beterrabas e até mini abóboras, vajem e feijão !

Bora lá plantar ?

Horta suspensa no cano de PVC


Mais um video falando de nossas experiências rumo a sustentabilidade doméstica.Somenente teoria não basta, pois, nada supera a prática do fazer

Horta suspensa em garrafas Pet


Fonte: Guia do Sobrevivente - Youtube


Por: Felipe Souza da Folha De S.Paulo

Falta de água, racionamento e calor são temas que preocupam o governo paulista nos últimos meses, em meio à maior crise hídrica da história. Para um inventor de Valinhos, a 85 km de São Paulo, a solução para esses problemas veio, literalmente, do ar.

Engenheiro mecatrônico, Pedro Ricardo Paulino patenteou em 2010 a Wateair, máquina que faz água condensando a umidade do ar.

A água produzida -que passa por um sistema de purificação que elimina as bactérias- é tão limpa que seu uso inicial foi em máquinas de hemodiálise. Para ser consumida, ela precisa passar por um segundo filtro, que adiciona sais minerais à solução.

Tudo o que a Wateair precisa para funcionar é estar ligada na tomada. Quanto mais úmido estiver o ambiente, mais ela produz. Porém, se a umidade cair a menos de 10%, ela para de funcionar. Isso elimina o risco de deixar um ambiente fechado muito seco. No dia mais seco deste ano em São Paulo, o nível chegou a 19%.

Salgada A contadora Maria Helena Castro, 31, comprou uma máquina em maio para suprir a falta d'água no sítio dela em Itu (a 101 km de SP). Ela desembolsou R$ 120 mil na versão que produz até mil litros por dia. "Tinha problemas com falta de água desde fevereiro. Hoje, crio minhas galinhas, porcos, coelhos e irrigo minha plantação sem dor de cabeça", diz. Maria Helena conta que o preço compensa e que ainda não precisou fazer nenhuma troca de filtro ou manutenção. O inventor explica que, como os componentes da máquina são importados e a demanda ainda é pequena, os custos são elevados. "Tudo é encomendado e praticamente não existe nada feito em linha de produção", afirma. A menor máquina, que produz 30 litros por dia com a umidade relativa do ar a 80%, custa R$ 7.000. A maior, que chega a 5.000 litros por dia, é vendida por R$ 350 mil. Segundo o criador, o gasto de energia elétrica para fazer um litro de água é equivalente a R$ 0,17 em São Paulo. Portanto, encher uma caixa d'água de mil litros custa R$ 170. A Sabesp cobra em média R$ 7,25 (incluindo a tarifa de esgoto) para distribuir a mesma quantidade a uma família de quatro pessoas. Ainda assim, o inventor diz que a procura pela máquina aumentou exponencialmente nos últimos meses. "Os clientes antes eram escolas ou pessoas que precisavam de água potável em menor quantidade. Agora, vendemos a restaurantes, produtores de remédios e outros prejudicados pelo fornecimento de água e pela dificuldade da captação por poços", diz. Segundo o engenheiro, um aparelho de ar-condicionado comum faz algo semelhante, mas produz água com metais pesados e bactérias. Paulino começou o projeto nos anos 1990, numa multinacional. Em 2006, passou a desenvolver a máquina com o próprio dinheiro. Quatro anos depois, conseguiu atestar a qualidade da água produzida e patenteou a Wateair. Para o inventor, o aparelho pode ser uma das soluções para a crise. "Máquinas como essa em escala gigante e a dessalinização da água do mar são opções para o futuro de São Paulo." Como funciona 1 - Turbinas aspiram o ar para dentro da máquina 2 - As moléculas de água são condensadas e tornam-se líquidas 3 - Filtros e raios ultravioleta purificam a água 4 - Outro filtro adiciona sais minerais 5 - Pronta para ser consumida, a água é armazenada em um reservatório Fonte: Folha De S. Paulo

Engenheiro de São Paulo inventa máquina que 'fabrica' água


Por: Felipe Souza da Folha De S.Paulo

Falta de água, racionamento e calor são temas que preocupam o governo paulista nos últimos meses, em meio à maior crise hídrica da história. Para um inventor de Valinhos, a 85 km de São Paulo, a solução para esses problemas veio, literalmente, do ar.

Engenheiro mecatrônico, Pedro Ricardo Paulino patenteou em 2010 a Wateair, máquina que faz água condensando a umidade do ar.

A água produzida -que passa por um sistema de purificação que elimina as bactérias- é tão limpa que seu uso inicial foi em máquinas de hemodiálise. Para ser consumida, ela precisa passar por um segundo filtro, que adiciona sais minerais à solução.

Tudo o que a Wateair precisa para funcionar é estar ligada na tomada. Quanto mais úmido estiver o ambiente, mais ela produz. Porém, se a umidade cair a menos de 10%, ela para de funcionar. Isso elimina o risco de deixar um ambiente fechado muito seco. No dia mais seco deste ano em São Paulo, o nível chegou a 19%.

Salgada A contadora Maria Helena Castro, 31, comprou uma máquina em maio para suprir a falta d'água no sítio dela em Itu (a 101 km de SP). Ela desembolsou R$ 120 mil na versão que produz até mil litros por dia. "Tinha problemas com falta de água desde fevereiro. Hoje, crio minhas galinhas, porcos, coelhos e irrigo minha plantação sem dor de cabeça", diz. Maria Helena conta que o preço compensa e que ainda não precisou fazer nenhuma troca de filtro ou manutenção. O inventor explica que, como os componentes da máquina são importados e a demanda ainda é pequena, os custos são elevados. "Tudo é encomendado e praticamente não existe nada feito em linha de produção", afirma. A menor máquina, que produz 30 litros por dia com a umidade relativa do ar a 80%, custa R$ 7.000. A maior, que chega a 5.000 litros por dia, é vendida por R$ 350 mil. Segundo o criador, o gasto de energia elétrica para fazer um litro de água é equivalente a R$ 0,17 em São Paulo. Portanto, encher uma caixa d'água de mil litros custa R$ 170. A Sabesp cobra em média R$ 7,25 (incluindo a tarifa de esgoto) para distribuir a mesma quantidade a uma família de quatro pessoas. Ainda assim, o inventor diz que a procura pela máquina aumentou exponencialmente nos últimos meses. "Os clientes antes eram escolas ou pessoas que precisavam de água potável em menor quantidade. Agora, vendemos a restaurantes, produtores de remédios e outros prejudicados pelo fornecimento de água e pela dificuldade da captação por poços", diz. Segundo o engenheiro, um aparelho de ar-condicionado comum faz algo semelhante, mas produz água com metais pesados e bactérias. Paulino começou o projeto nos anos 1990, numa multinacional. Em 2006, passou a desenvolver a máquina com o próprio dinheiro. Quatro anos depois, conseguiu atestar a qualidade da água produzida e patenteou a Wateair. Para o inventor, o aparelho pode ser uma das soluções para a crise. "Máquinas como essa em escala gigante e a dessalinização da água do mar são opções para o futuro de São Paulo." Como funciona 1 - Turbinas aspiram o ar para dentro da máquina 2 - As moléculas de água são condensadas e tornam-se líquidas 3 - Filtros e raios ultravioleta purificam a água 4 - Outro filtro adiciona sais minerais 5 - Pronta para ser consumida, a água é armazenada em um reservatório Fonte: Folha De S. Paulo

 O seminário tem como objetivo discutir as politicas públicas e as regulamentações sobre alimentação e nutrição para a prevenção de doenças crônicas, como obesidade, hipertensão e diabetes.
No dia 12 de novembro, o Idec, realiza o Seminário Internacional: “Alimentação na prevenção de doenças crônicas".

O Idec irá apresentar os resultados do projeto sobre políticas públicas de alimentação saudável no Brasil, discutir novas propostas e perspectivas para a prevenção de doenças crônicas transmissíveis e como a sociedade civil pode contribuir e participar mais neste processo.

O seminário irá contar com especialistas do México para compartilhar as estratégias já adotadas sobre o tema em seu país.

O seminário é voltado para profissionais de saúde, pesquisadores, representantes do governo federal, estaduais e municipais, representantes do Poder Legislativo, representantes do Ministério Público Federal e Estaduais, PROCONs, entidades civis de defesa do consumidor, outras entidades civis interessadas e demais interessados.


Data: 12 de novembro de 2014
Hora: 9h30 às 18h30
Local: Auditório João Yunes, Faculdade de Saúde Pública da USP (Avenida Doutor Arnaldo, 715, Metrô Clínicas, São Paulo, SP)
Inscrições gratuitas. Vagas limitadas!

Inscrições até 10 de novembro de 2014.
Programação

09h30 - Credenciamento
10h00 - Abertura
10h30 Painel 1 Panorama atual  e políticas públicas relacionadas à alimentação e nutrição para o enfrentamento das doenças crônicas no Brasil
- Deborah Carvalho Malta, Diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção da Saúde – DANTPS do  Ministério da Saúde
- Elisabetta Recine,  Representante do Consea - Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional
- Carlos Monteiro, Professor Titular da Faculdade de Saúde Pública da USP
- Ana Carolina Feldenheimer, Organização Panamericana de Saúde - OPAS

12h00 às 14h00 - Intervalo para almoço

14h00 Painel 2- Regulação de alimentos como estratégia para a prevenção e redução das doenças crônicas: autorregulação ou regulação obrigatória?
- Rodrigo Martins de Vargas, Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária da Anvisa
- Eduardo Augusto Fernandes Nilson, Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição - Ministério da Saúde
- Lizbeth Tolentino  Pesquisadora em ciências médicas do Centro de Investigación en Nutrición y Salud del El Instituto Nacional de Salud Publica, Mexico
- Ana Paula Bortoletto, nutricionista e pesquisadora do Idec

16h00 às 16h30 - Intervalo

16h30 - Painel 3 - Perspectivas de ações sobre regulação de alimentos no Brasil - papel do governo, academia e sociedade civil
- Michele Lessa, Diretora do Departamento de Estruturação e Integração de Sistemas Públicos - Agroalimentares do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e membro da Caisan Nacional-Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional
- Andiara Braga, Secretaria Nacional do Consumidor - Senacon
- Inês Rugani, Professora Associada do Instituto de Nutrição da Universidade Estado do Rio de Janeiro
- Representante do El Poder del Consumidor (a confirmar)
- Representante do Idec

18h30 Encerramento
 

Fonte: Idec

Seminário “Alimentação na prevenção de doenças crônicas”

 O seminário tem como objetivo discutir as politicas públicas e as regulamentações sobre alimentação e nutrição para a prevenção de doenças crônicas, como obesidade, hipertensão e diabetes.
No dia 12 de novembro, o Idec, realiza o Seminário Internacional: “Alimentação na prevenção de doenças crônicas".

O Idec irá apresentar os resultados do projeto sobre políticas públicas de alimentação saudável no Brasil, discutir novas propostas e perspectivas para a prevenção de doenças crônicas transmissíveis e como a sociedade civil pode contribuir e participar mais neste processo.

O seminário irá contar com especialistas do México para compartilhar as estratégias já adotadas sobre o tema em seu país.

O seminário é voltado para profissionais de saúde, pesquisadores, representantes do governo federal, estaduais e municipais, representantes do Poder Legislativo, representantes do Ministério Público Federal e Estaduais, PROCONs, entidades civis de defesa do consumidor, outras entidades civis interessadas e demais interessados.


Data: 12 de novembro de 2014
Hora: 9h30 às 18h30
Local: Auditório João Yunes, Faculdade de Saúde Pública da USP (Avenida Doutor Arnaldo, 715, Metrô Clínicas, São Paulo, SP)
Inscrições gratuitas. Vagas limitadas!

Inscrições até 10 de novembro de 2014.
Programação

09h30 - Credenciamento
10h00 - Abertura
10h30 Painel 1 Panorama atual  e políticas públicas relacionadas à alimentação e nutrição para o enfrentamento das doenças crônicas no Brasil
- Deborah Carvalho Malta, Diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção da Saúde – DANTPS do  Ministério da Saúde
- Elisabetta Recine,  Representante do Consea - Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional
- Carlos Monteiro, Professor Titular da Faculdade de Saúde Pública da USP
- Ana Carolina Feldenheimer, Organização Panamericana de Saúde - OPAS

12h00 às 14h00 - Intervalo para almoço

14h00 Painel 2- Regulação de alimentos como estratégia para a prevenção e redução das doenças crônicas: autorregulação ou regulação obrigatória?
- Rodrigo Martins de Vargas, Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária da Anvisa
- Eduardo Augusto Fernandes Nilson, Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição - Ministério da Saúde
- Lizbeth Tolentino  Pesquisadora em ciências médicas do Centro de Investigación en Nutrición y Salud del El Instituto Nacional de Salud Publica, Mexico
- Ana Paula Bortoletto, nutricionista e pesquisadora do Idec

16h00 às 16h30 - Intervalo

16h30 - Painel 3 - Perspectivas de ações sobre regulação de alimentos no Brasil - papel do governo, academia e sociedade civil
- Michele Lessa, Diretora do Departamento de Estruturação e Integração de Sistemas Públicos - Agroalimentares do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e membro da Caisan Nacional-Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional
- Andiara Braga, Secretaria Nacional do Consumidor - Senacon
- Inês Rugani, Professora Associada do Instituto de Nutrição da Universidade Estado do Rio de Janeiro
- Representante do El Poder del Consumidor (a confirmar)
- Representante do Idec

18h30 Encerramento
 

Fonte: Idec


Documentário Sementes da Liberdade
Embora não percebamos ou saibamos, consumimos inúmeros alimentos geneticamente modificados. Mas as preocupações vão além da discussão sobre a segurança destes produtos. Estamos indo em direção a uma época em que teremos de pagar para uma empresa para termos o direito de plantar nossa própria comida.

O documentário “Sementes da Liberdade” traz à tona uma nova polêmica que está além daquela que questionava se os alimentos transgênicos ou geneticamente modificados, fazem ou não mal à saúde humana. A nova polêmica diz respeito a pergunta: “quem são os donos das sementes?”

A agricultura é o berço da Humanidade

Antigamente podia-se pegar as sementes que uma planta gerava e plantá-las em outro lugar, cuidar de seu crescimento, regá-las e colhê-las. A isto chamamos de Agricultura e este foi, depois da descoberta do fogo, o ponto central de desenvolvimento do que hoje chamamos de Humanidade.

Este processo foi utilizado por milhares de anos e até hoje está presente, mesmo dentro de nossas casas. Qual mãe ou avó nunca plantou um hortinha no quintal de casa ou mudou uma planta de um vaso para outro? Um agricultor pode colher e guardar, em seu galpão, sementes das plantas que ele mesmo plantou, para utilizá-las no plantio da próxima estação. Em princípio o preço por este processo, ou seja, o quanto devemos à natureza, é basicamente nossa força de trabalho. As sementes são generosamente desenvolvidas por ela.

Mas com o advento da Agricultura não tivemos apenas soluções. Como tudo na vida os problemas também surgiram e um deles foram as pragas.

Mais comida? Mais agrotóxico

A Agricultura, com o passar do tempo, exigia que maiores espaços fossem dedicados a uma mesma cultura. Isto, por um lado, facilitava o seu manejo e a colheita, mas, por outro, dificulta a diversidade de espécies em certas regiões. Isto fez com que a diversidade de plantas e animais, que antes equilibravam o ambiente, desaparecessem.

Imagine uma larva que se alimenta de uma espécie de milho. Como antes este milho ficava em meio a outras plantas isto tornava mais provável que pássaros ou outros insetos que viviam ali comessem esta larva, controlando sua proliferação. Assim o próprio ambiente equilibrava tudo que estava a sua volta.

Mas com as extensas monoculturas, aumentando cada vez mais suas áreas, este equilíbio foi afetado, fazendo com que a humanidade passasse a procurar novos métodos de controle para não perder suas plantações ou as tornar menos rentáveis. Dentre estes métodos o que se expandiu em maior escala foram os defensivos agrícolas ou agrotóxicos, que agora fazem o trabalho que antes era do ambiente em torno. Um exemplo das consequências do uso de agrotóxicos pode ser vista nesta reportagem do Globo Rural clicando aqui.

Porém o documentário "Sementes da Liberdade" traz a tona um segundo motivo para tal expansão.

Trocar um problema por outro. Os transgênicos

Com o desenvolvimento da engenharia genética surge um novo ramo que pretendia ‘eliminar’ os agrotóxicos, fazendo com que as próprias plantas eliminassem as pragas que as atacavam. Estas plantas passaram a ser chamadas de geneticamente modificadas ou transgênicas.

A grande polêmica é que, ao criar uma destas plantas, geneticamente modificadas ou transgênicas, suas sementes ganham patentes, patentes estas que pertencem a mega empresas do ramo. Isto faz com que, não só uma planta, mas aquela espécie geneticamente modificada passe a ser uma propriedade destas empresas.

O que isto implica então? Implica que para plantá-las deve-se pagar à empresa, mesmo que você não tenha adquirido a semente diretamente desta ou daquela. Isto pode parecer algo absurdo, “imagina que vão ficar cobrando este tipo de coisa” afirmaria alguém. Ações na justiça norte americana contra agricultores dizem claramente que isto não só poderia, como está acontecendo neste exato momento.
Quem são os donos das sementes?

Um dos casos retratados no documentário, um agricultor do Canadá que sempre plantou sementes que ele mesmo estocava por gerações, mostra bem este aspecto sombrio.

Em um certo ano uma plantação vizinha contaminou suas sementes com os genes modificados de uma empresa. O agricultor foi processado por utilização das sementes sem haver pago à empresa. Este cenário, em minha opinião, é perigosíssimo porque nos coloca completamente a mercê de corporações sem escrupulos para ganhar dinheiro e pode destruir ou enfraquecer muito gerações de famílias que vivem da terra.

Então a discussão já nem mais é tão técnica quanto a questão dos transgênicos fazerem ou não mal à saúde (apesar deste debate ainda ser atual), é algo mais palpável, que pode ser medido muito mais diretamente, é a questão do direito sobre poder plantar e colher. Estamos falando das pessoas serem obrigadas a pagar à alguém para terem o direito de plantar em sua própria terra, com suas prórias mãos e sem qualquer tipo de benefício, mas tão somente pelas patentes envolvidas.

Assista ao documentário abaixo, tire suas conclusões e comente!




Referências:

Autor
Daniel Pereira Formado em Física / Astrofísica pela Universidade de São Paulo. Fez cursos nas faculdades de Filosofia, Geologia e Matemática na Universidade de São Paulo. Fez cursos na área de artes plásticas e história da arte no Centro Cultural São Paulo. Também frequentou o curso de Introdução a Psicanálise pelo Instituto Sedes Sapientiae. Atua na área de tecnologia e web desenvolvendo soluções voltadas para várias áreas do conhecimento, incluindo pesquisa com redes sociais. Atualmente atua para um grande portal de notícias.
 
Contato

Transgênicos - Quem são os donos das sementes?

Documentário Sementes da Liberdade
Embora não percebamos ou saibamos, consumimos inúmeros alimentos geneticamente modificados. Mas as preocupações vão além da discussão sobre a segurança destes produtos. Estamos indo em direção a uma época em que teremos de pagar para uma empresa para termos o direito de plantar nossa própria comida.

O documentário “Sementes da Liberdade” traz à tona uma nova polêmica que está além daquela que questionava se os alimentos transgênicos ou geneticamente modificados, fazem ou não mal à saúde humana. A nova polêmica diz respeito a pergunta: “quem são os donos das sementes?”

A agricultura é o berço da Humanidade

Antigamente podia-se pegar as sementes que uma planta gerava e plantá-las em outro lugar, cuidar de seu crescimento, regá-las e colhê-las. A isto chamamos de Agricultura e este foi, depois da descoberta do fogo, o ponto central de desenvolvimento do que hoje chamamos de Humanidade.

Este processo foi utilizado por milhares de anos e até hoje está presente, mesmo dentro de nossas casas. Qual mãe ou avó nunca plantou um hortinha no quintal de casa ou mudou uma planta de um vaso para outro? Um agricultor pode colher e guardar, em seu galpão, sementes das plantas que ele mesmo plantou, para utilizá-las no plantio da próxima estação. Em princípio o preço por este processo, ou seja, o quanto devemos à natureza, é basicamente nossa força de trabalho. As sementes são generosamente desenvolvidas por ela.

Mas com o advento da Agricultura não tivemos apenas soluções. Como tudo na vida os problemas também surgiram e um deles foram as pragas.

Mais comida? Mais agrotóxico

A Agricultura, com o passar do tempo, exigia que maiores espaços fossem dedicados a uma mesma cultura. Isto, por um lado, facilitava o seu manejo e a colheita, mas, por outro, dificulta a diversidade de espécies em certas regiões. Isto fez com que a diversidade de plantas e animais, que antes equilibravam o ambiente, desaparecessem.

Imagine uma larva que se alimenta de uma espécie de milho. Como antes este milho ficava em meio a outras plantas isto tornava mais provável que pássaros ou outros insetos que viviam ali comessem esta larva, controlando sua proliferação. Assim o próprio ambiente equilibrava tudo que estava a sua volta.

Mas com as extensas monoculturas, aumentando cada vez mais suas áreas, este equilíbio foi afetado, fazendo com que a humanidade passasse a procurar novos métodos de controle para não perder suas plantações ou as tornar menos rentáveis. Dentre estes métodos o que se expandiu em maior escala foram os defensivos agrícolas ou agrotóxicos, que agora fazem o trabalho que antes era do ambiente em torno. Um exemplo das consequências do uso de agrotóxicos pode ser vista nesta reportagem do Globo Rural clicando aqui.

Porém o documentário "Sementes da Liberdade" traz a tona um segundo motivo para tal expansão.

Trocar um problema por outro. Os transgênicos

Com o desenvolvimento da engenharia genética surge um novo ramo que pretendia ‘eliminar’ os agrotóxicos, fazendo com que as próprias plantas eliminassem as pragas que as atacavam. Estas plantas passaram a ser chamadas de geneticamente modificadas ou transgênicas.

A grande polêmica é que, ao criar uma destas plantas, geneticamente modificadas ou transgênicas, suas sementes ganham patentes, patentes estas que pertencem a mega empresas do ramo. Isto faz com que, não só uma planta, mas aquela espécie geneticamente modificada passe a ser uma propriedade destas empresas.

O que isto implica então? Implica que para plantá-las deve-se pagar à empresa, mesmo que você não tenha adquirido a semente diretamente desta ou daquela. Isto pode parecer algo absurdo, “imagina que vão ficar cobrando este tipo de coisa” afirmaria alguém. Ações na justiça norte americana contra agricultores dizem claramente que isto não só poderia, como está acontecendo neste exato momento.
Quem são os donos das sementes?

Um dos casos retratados no documentário, um agricultor do Canadá que sempre plantou sementes que ele mesmo estocava por gerações, mostra bem este aspecto sombrio.

Em um certo ano uma plantação vizinha contaminou suas sementes com os genes modificados de uma empresa. O agricultor foi processado por utilização das sementes sem haver pago à empresa. Este cenário, em minha opinião, é perigosíssimo porque nos coloca completamente a mercê de corporações sem escrupulos para ganhar dinheiro e pode destruir ou enfraquecer muito gerações de famílias que vivem da terra.

Então a discussão já nem mais é tão técnica quanto a questão dos transgênicos fazerem ou não mal à saúde (apesar deste debate ainda ser atual), é algo mais palpável, que pode ser medido muito mais diretamente, é a questão do direito sobre poder plantar e colher. Estamos falando das pessoas serem obrigadas a pagar à alguém para terem o direito de plantar em sua própria terra, com suas prórias mãos e sem qualquer tipo de benefício, mas tão somente pelas patentes envolvidas.

Assista ao documentário abaixo, tire suas conclusões e comente!




Referências:

Autor
Daniel Pereira Formado em Física / Astrofísica pela Universidade de São Paulo. Fez cursos nas faculdades de Filosofia, Geologia e Matemática na Universidade de São Paulo. Fez cursos na área de artes plásticas e história da arte no Centro Cultural São Paulo. Também frequentou o curso de Introdução a Psicanálise pelo Instituto Sedes Sapientiae. Atua na área de tecnologia e web desenvolvendo soluções voltadas para várias áreas do conhecimento, incluindo pesquisa com redes sociais. Atualmente atua para um grande portal de notícias.
 
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Os benefícios do chocolate para a saúde do coração estão bem documentados na literatura científica. Mas uma nova revisão feita por cientistas da Universidade de Campinas lança uma sombra sobre o chocolate comercial como uma fonte segura para a obtenção destes benefícios, tendo constatado que muitos dos produtos de chocolate vendidos no Brasil contêm quantidades preocupantes de chumbo e cádmio.

Publicado no The American Chemical Society (ACS) Journal of Agricultural and Food Chemistry, a pesquisa analisou 30 diferentes marcas de chocolate ao leite, escuro e de chocolate branco vendidas em todo o Brasil – alguns destes produtos também são vendidos nos EUA. Pesquisadores testaram cada um dos produtos para os dois metais, os quais podem causar danos cerebrais e outros problemas de saúde, especialmente em crianças.

Eles descobriram que muitos deles continham preocupantes níveis de chumbo e cádmio, que se acreditada que entrem nos grãos de cacau através do solo contaminado. Embora todos os produtos verificados estejam abaixo dos limiares máximos de segurança estabelecidos pelo governo brasileiro, a União Europeia e a Organização Mundial de Saúde (OMS), verificaram em dois deles maiores níveis do que os limites estabelecidos pela Food and Drug Administration (FDA) dos EUA.

Com base nos testes, em dois dos chocolates foram detectados níveis de chumbo superior a nível de segurança recomendada pela FDA de 100 nanogramas por grama (ng/g) do produto. De acordo com um anúncio do estudo, o teor de chumbo dessas duas amostras era cerca de 130 ng/g e 140 ng/g. Em geral, as 30 amostras mediram entre menos de 21 ng/g e 138,4 ng/g de chumbo.

Com relação ao conteúdo de cádmio, todas as amostras mediram entre abaixo de 1,7 ng/g e 107,6 ng/g do metal. Com base nos testes realizados, os pesquisadores estimam que uma criança pequena que pesa cerca de 14 quilos, que come apenas 10 gramas de chocolate por dia, ou menos de um quarto de uma barra de chocolate de tamanho padrão, vai consumir cerca de 20 por cento do consumo máximo que a União Europeia recomenda em uma semana.

“Os resultados mostraram que o chocolate pode ser uma fonte de ingestão significativa de Cd [cádmio] e Pb [chumbo] especialmente para as crianças“, concluiu a equipe.

Chocolate escuro e chocolate com níveis elevados de cacau estão entre os piores

Ambos os níveis de chumbo e cádmio pareciam estar diretamente correlacionados com o conteúdo total de cacau, o que indica que os tipos de chocolate amplamente considerados mais saudáveis podem realmente ser mais ameaçadores em termos de contaminação por metais pesados. O chocolate escuro, ao que parece, tinha os níveis mais altos dos dois metais, enquanto os chocolates branco e ao leite, que contêm mais açúcar do que cacau, apresentaram os menores níveis.

Isto parece correlacionar-se diretamente com as conclusões do site Natural News Forense Food Lab, que detectou altos níveis de cádmio em muitos produtos de cacau em pó. Em contraste com o cacau em flocos, que contêm muito menos cádmio e outros metais pesados, com base em testes, o cacau em pó contém frenquentemente altos níveis questionáveis deste metal tóxico.

Os resultados dos testes do Food Forenses Lab sobre o cacau em pó estão disponíveis aqui: NaturalNews.com

O chumbo, como você já deve saber, pode causar danos cerebrais, atrasos de linguagem e problemas comportamentais em crianças em desenvolvimento, bem como dor abdominal, dor de cabeça crônica e anemia em adultos. O cádmio pode causar grandes danos aos órgãos e também foi mostrado como um disruptor de hormônios, tendo um efeito semelhante ao estrogênio.

Um resumo do novo estudo sobre o chocolate, intitulado “Cádmio e Chumbo em Chocolates Comercializados no Brasil”, está disponível aqui: Pubs.ACS.org.

Referências:
- Notícias Naturais: [Estudo] Quantidades Excessivas de Chumbo e Cádmio Encontradas no Chocolate Brasileiro

Natural News: Excessive amounts of lead, cadmium found in Brazilian chocolate

- [ESTUDO] ACS Publications: Cadmium and Lead in Chocolates Commercialized in Brazil

ACS Chemistry for Life: Lead and cadmium found in some chocolate bought in Brazil

Counsel & Heal: Lead and Cadmium Found in Brazilian Chocolate

- Natural News: ConsumerLab, Natural News Labs both confirm high levels of toxic cadmium in popular cacao powders

Science Natural News: Scientific studies on chocolate

Fonte: Fórum Notícias Naturais

Quantidades Excessivas de Chumbo e Cádmio Encontradas no Chocolate Brasileiro

Os benefícios do chocolate para a saúde do coração estão bem documentados na literatura científica. Mas uma nova revisão feita por cientistas da Universidade de Campinas lança uma sombra sobre o chocolate comercial como uma fonte segura para a obtenção destes benefícios, tendo constatado que muitos dos produtos de chocolate vendidos no Brasil contêm quantidades preocupantes de chumbo e cádmio.

Publicado no The American Chemical Society (ACS) Journal of Agricultural and Food Chemistry, a pesquisa analisou 30 diferentes marcas de chocolate ao leite, escuro e de chocolate branco vendidas em todo o Brasil – alguns destes produtos também são vendidos nos EUA. Pesquisadores testaram cada um dos produtos para os dois metais, os quais podem causar danos cerebrais e outros problemas de saúde, especialmente em crianças.

Eles descobriram que muitos deles continham preocupantes níveis de chumbo e cádmio, que se acreditada que entrem nos grãos de cacau através do solo contaminado. Embora todos os produtos verificados estejam abaixo dos limiares máximos de segurança estabelecidos pelo governo brasileiro, a União Europeia e a Organização Mundial de Saúde (OMS), verificaram em dois deles maiores níveis do que os limites estabelecidos pela Food and Drug Administration (FDA) dos EUA.

Com base nos testes, em dois dos chocolates foram detectados níveis de chumbo superior a nível de segurança recomendada pela FDA de 100 nanogramas por grama (ng/g) do produto. De acordo com um anúncio do estudo, o teor de chumbo dessas duas amostras era cerca de 130 ng/g e 140 ng/g. Em geral, as 30 amostras mediram entre menos de 21 ng/g e 138,4 ng/g de chumbo.

Com relação ao conteúdo de cádmio, todas as amostras mediram entre abaixo de 1,7 ng/g e 107,6 ng/g do metal. Com base nos testes realizados, os pesquisadores estimam que uma criança pequena que pesa cerca de 14 quilos, que come apenas 10 gramas de chocolate por dia, ou menos de um quarto de uma barra de chocolate de tamanho padrão, vai consumir cerca de 20 por cento do consumo máximo que a União Europeia recomenda em uma semana.

“Os resultados mostraram que o chocolate pode ser uma fonte de ingestão significativa de Cd [cádmio] e Pb [chumbo] especialmente para as crianças“, concluiu a equipe.

Chocolate escuro e chocolate com níveis elevados de cacau estão entre os piores

Ambos os níveis de chumbo e cádmio pareciam estar diretamente correlacionados com o conteúdo total de cacau, o que indica que os tipos de chocolate amplamente considerados mais saudáveis podem realmente ser mais ameaçadores em termos de contaminação por metais pesados. O chocolate escuro, ao que parece, tinha os níveis mais altos dos dois metais, enquanto os chocolates branco e ao leite, que contêm mais açúcar do que cacau, apresentaram os menores níveis.

Isto parece correlacionar-se diretamente com as conclusões do site Natural News Forense Food Lab, que detectou altos níveis de cádmio em muitos produtos de cacau em pó. Em contraste com o cacau em flocos, que contêm muito menos cádmio e outros metais pesados, com base em testes, o cacau em pó contém frenquentemente altos níveis questionáveis deste metal tóxico.

Os resultados dos testes do Food Forenses Lab sobre o cacau em pó estão disponíveis aqui: NaturalNews.com

O chumbo, como você já deve saber, pode causar danos cerebrais, atrasos de linguagem e problemas comportamentais em crianças em desenvolvimento, bem como dor abdominal, dor de cabeça crônica e anemia em adultos. O cádmio pode causar grandes danos aos órgãos e também foi mostrado como um disruptor de hormônios, tendo um efeito semelhante ao estrogênio.

Um resumo do novo estudo sobre o chocolate, intitulado “Cádmio e Chumbo em Chocolates Comercializados no Brasil”, está disponível aqui: Pubs.ACS.org.

Referências:
- Notícias Naturais: [Estudo] Quantidades Excessivas de Chumbo e Cádmio Encontradas no Chocolate Brasileiro

Natural News: Excessive amounts of lead, cadmium found in Brazilian chocolate

- [ESTUDO] ACS Publications: Cadmium and Lead in Chocolates Commercialized in Brazil

ACS Chemistry for Life: Lead and cadmium found in some chocolate bought in Brazil

Counsel & Heal: Lead and Cadmium Found in Brazilian Chocolate

- Natural News: ConsumerLab, Natural News Labs both confirm high levels of toxic cadmium in popular cacao powders

Science Natural News: Scientific studies on chocolate

Fonte: Fórum Notícias Naturais

Por Francine Lima

Molho de tomate pronto, miojo, nuggets, maionese, salsicha e bebidas lácteas cor de rosa, entre muitos outros itens do supermercado, são o paraíso de quem não tem muita grana e ainda não se interessou em aprender a cozinhar (pelo menos o básico do básico). A indústria alimentícia lucra muito em cima de quem não sabe.

Molho de tomate pronto é muito barato. E fácil e usar. Você abre o pacote, aquece no micro-ondas e joga na macarronada. Só que esse almoço fácil pode aumentar bastante seu consumo de sódio se você não se preocupar em escolher um molho minimamente natural, sem aditivos e com pouco sal (que existem; basta procurar e pagar mais caro). Nesse aspecto, polpas e extratos são mais saudáveis que a maioria dos molhos prontos. Mas você só vai entender a diferença se prestar atenção no que dizem as embalagens.

Apelar sempre para o industrializado, sem prestar atenção aos detalhes, significa confiar sua sobrevivência a uma indústria que não faz a menor questão de que você aprenda a comer melhor.
Eu (Francine Lima) fiz um vídeo para evidenciar algumas diferenças entre um molho de tomate caseiro e os industrializados. Confira a seguir:






Espero que, depois de ver o vídeo, você saiba escolher melhor os produtos feitos a base de tomate no supermercado. Ou então, resolva experimentar fazer molho caseiro a partir de tomates frescos mesmo.

Boas compras!


Francine Lima:Jornalista e acredita que informação clara, transparente e sem conflitos de interesse sobre nosso sistema alimentar pode contribuir para a construção da cidadania. Você é o que você sabe sobre o que come.


Fontes: Saúde Alternativa , Canal Do Campo à Mesa , Canal do Otário

Do que é feito um molho de tomate industrializado?

Por Francine Lima

Molho de tomate pronto, miojo, nuggets, maionese, salsicha e bebidas lácteas cor de rosa, entre muitos outros itens do supermercado, são o paraíso de quem não tem muita grana e ainda não se interessou em aprender a cozinhar (pelo menos o básico do básico). A indústria alimentícia lucra muito em cima de quem não sabe.

Molho de tomate pronto é muito barato. E fácil e usar. Você abre o pacote, aquece no micro-ondas e joga na macarronada. Só que esse almoço fácil pode aumentar bastante seu consumo de sódio se você não se preocupar em escolher um molho minimamente natural, sem aditivos e com pouco sal (que existem; basta procurar e pagar mais caro). Nesse aspecto, polpas e extratos são mais saudáveis que a maioria dos molhos prontos. Mas você só vai entender a diferença se prestar atenção no que dizem as embalagens.

Apelar sempre para o industrializado, sem prestar atenção aos detalhes, significa confiar sua sobrevivência a uma indústria que não faz a menor questão de que você aprenda a comer melhor.
Eu (Francine Lima) fiz um vídeo para evidenciar algumas diferenças entre um molho de tomate caseiro e os industrializados. Confira a seguir:






Espero que, depois de ver o vídeo, você saiba escolher melhor os produtos feitos a base de tomate no supermercado. Ou então, resolva experimentar fazer molho caseiro a partir de tomates frescos mesmo.

Boas compras!


Francine Lima:Jornalista e acredita que informação clara, transparente e sem conflitos de interesse sobre nosso sistema alimentar pode contribuir para a construção da cidadania. Você é o que você sabe sobre o que come.


Fontes: Saúde Alternativa , Canal Do Campo à Mesa , Canal do Otário

Variedade desenvolvida pela FuturaGene / Suzano pode ser a primeira árvore transgênica plantada em todo mundo; estudos apresentados são insuficientes para garantir a segurança. Maior produtor mundial de celulose, o Brasil está perto de despontar como o primeiro país a liberar comercialmente o plantio de eucalipto geneticamente modificado. Experimentos de empresas florestais estão em campo há quase uma década e uma variedade transgênica que promete produtividade 20% maior — em tempo de crescimento — poderá ser aprovada ainda neste ano pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). A introdução de um novo gene na planta reduziu de sete para cinco anos e meio o período entre plantio e colheita e aumentou o diâmetro do tronco.

O Greenpeace participou da audiência pública sobre o eucalipto transgênico, realizada pela CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança). O encontro é parte do processo de liberação comercial da variedade de eucalipto geneticamente modificada da FuturaGene / Suzano Papel e Celulose, desenvolvida com o objetivo de produzir mais celulose em menos tempo.

A audiência contou com a participação de representantes das empresas envolvidas, membros da CTNBio, cientistas autônomos, representantes de Ministérios, apicultores e representantes de ONGs e movimentos sociais. Caso o pedido seja aprovado pela CTNBio, o Brasil será o primeiro país do mundo a plantar árvores transgênicas em escala comercial.

Se o uso indiscriminado de soja, milho e algodão transgênicos já é preocupante, o pedido de liberação comercial feito pela FuturaGene / Suzano polemiza a questão ainda mais. Árvores vivem por muito mais tempo e fazem parte de cadeias alimentares naturais e de ecossistemas complexos, e portanto representam ameaças ambientais de longo prazo para ecossistemas ricos em biodiversidade - ameaças que podem ser difíceis (se não impossíveis) de prever e avaliar. O escape de pólen ou semente de árvores de eucalipto geneticamente modificadas pode colocar em risco a vida natural.

Variedade produzida em laboratório em São Paulo, na Bahia e no Piauí , Foto: Divulgação / Futuragene
“Não é à toa que nenhum país do mundo tenha autorizado o plantio comercial de árvores transgênicas até hoje”, lembra Gabriela Vuolo, coordenadora da campanha de agricultura e alimentação do Greenpeace Brasil. “É importante que a CTNBio tenha realizado esta audiência pública, porque ficou ainda mais claro que a liberação desta variedade transgênica de eucalipto poderá trazer danos seríssimos para o meio ambiente, para a população e para a economia”, acrescenta ela.

Durante a audiência, diversas intervenções pontuaram a insuficiência ou inadequação dos estudos apresentados pela FuturaGene / Suzano. Perguntada, a empresa declarou que não realizou, por exemplo, estudos específicos para comparar o consumo de água da variedade transgênica com a variedade convencional. Representante do Ministério do Meio Ambiente afirmou que não foram apresentados estudos de longa duração, e lembrou que os efeitos da soja e do milho transgênicos no médio e longo prazo não foram positivos. Destacou-se também que a Convenção de Biodiversidade, da qual o Brasil é signatário, recomenda cautela com relação a árvores geneticamente modificadas.

O representante do Ministério do Desenvolvimento Agrário alertou que os estudos realizados para avaliar os efeitos do eucalipto nas abelhas e na produção de mel são insatisfatórios, pois levaram em conta apenas cinco colmeias de uma única localidade. Cerca de 25% do mel produzido no Brasil vem do eucalipto, e a pesquisa apresentada pela FuturaGene / Suzano não avalia os aspectos nutricionais do mel produzido a partir de pólen trangênico, tampouco sua toxicidade ou alergenicidade.

A Associação Brasileira dos Exportadores de Mel (ABEMEL) se mostrou preocupada com a possível liberação: como não há aprovação desta variedade em nenhum outro lugar do mundo, as exportações brasileiras de mel e própolis poderão ser afetadas, numa situação semelhante à ocorrida no México em 2011.

“Com base nos estudos apresentados, não dá pra dizer que o mel produzido a partir destes eucaliptos é seguro para consumo”, alerta Gabriela. E questiona: “O que vai acontecer com os 350 mil apicultores brasileiros que dependem da produção de mel para sobreviver? E a produção orgânica de mel, própolis, pólen e geleia real? Liberar o eucalipto transgênico sem estas respostas é uma temeridade, uma irresponsabilidade”.

Selo FSC

Outra preocupação levantada foi a de que os critérios do FSC (Forest Stewardship Council) não aceitam variedades transgênicas para certificação florestal.

A Assembleia Geral do FSC se reúne na Espanha, na próxima semana, e a Campanha Internacional para Parar Árvores Geneticamente Modificadas (CSGET, na sigla em inglês) irá apresentar uma carta, pedindo que o FSC se desvincule da Suzano caso a liberação do eucalipto transgênico seja aprovada no Brasil.

Vejam estes videos da audiência pública :






Um conjunto de organizações lideradas pelo Movimiento Mundial pelos Bosques (http://www.wrm.org.uy) e pelo Global Justice Ecology Project (http://www.globaljusticeecology.org) lançou no ano de 2008 uma campanha internacional contra a liberação de árvores transgênicas.

Fontes: Greenpeace , Revista Globo Rural , Exame Abril , Pratos Limpos , Gondola Segura , Forum Anti Nova Ordem Mundial

Brasil pode ser o primeiro a aprovar eucalipto transgênico

Variedade desenvolvida pela FuturaGene / Suzano pode ser a primeira árvore transgênica plantada em todo mundo; estudos apresentados são insuficientes para garantir a segurança. Maior produtor mundial de celulose, o Brasil está perto de despontar como o primeiro país a liberar comercialmente o plantio de eucalipto geneticamente modificado. Experimentos de empresas florestais estão em campo há quase uma década e uma variedade transgênica que promete produtividade 20% maior — em tempo de crescimento — poderá ser aprovada ainda neste ano pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). A introdução de um novo gene na planta reduziu de sete para cinco anos e meio o período entre plantio e colheita e aumentou o diâmetro do tronco.

O Greenpeace participou da audiência pública sobre o eucalipto transgênico, realizada pela CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança). O encontro é parte do processo de liberação comercial da variedade de eucalipto geneticamente modificada da FuturaGene / Suzano Papel e Celulose, desenvolvida com o objetivo de produzir mais celulose em menos tempo.

A audiência contou com a participação de representantes das empresas envolvidas, membros da CTNBio, cientistas autônomos, representantes de Ministérios, apicultores e representantes de ONGs e movimentos sociais. Caso o pedido seja aprovado pela CTNBio, o Brasil será o primeiro país do mundo a plantar árvores transgênicas em escala comercial.

Se o uso indiscriminado de soja, milho e algodão transgênicos já é preocupante, o pedido de liberação comercial feito pela FuturaGene / Suzano polemiza a questão ainda mais. Árvores vivem por muito mais tempo e fazem parte de cadeias alimentares naturais e de ecossistemas complexos, e portanto representam ameaças ambientais de longo prazo para ecossistemas ricos em biodiversidade - ameaças que podem ser difíceis (se não impossíveis) de prever e avaliar. O escape de pólen ou semente de árvores de eucalipto geneticamente modificadas pode colocar em risco a vida natural.

Variedade produzida em laboratório em São Paulo, na Bahia e no Piauí , Foto: Divulgação / Futuragene
“Não é à toa que nenhum país do mundo tenha autorizado o plantio comercial de árvores transgênicas até hoje”, lembra Gabriela Vuolo, coordenadora da campanha de agricultura e alimentação do Greenpeace Brasil. “É importante que a CTNBio tenha realizado esta audiência pública, porque ficou ainda mais claro que a liberação desta variedade transgênica de eucalipto poderá trazer danos seríssimos para o meio ambiente, para a população e para a economia”, acrescenta ela.

Durante a audiência, diversas intervenções pontuaram a insuficiência ou inadequação dos estudos apresentados pela FuturaGene / Suzano. Perguntada, a empresa declarou que não realizou, por exemplo, estudos específicos para comparar o consumo de água da variedade transgênica com a variedade convencional. Representante do Ministério do Meio Ambiente afirmou que não foram apresentados estudos de longa duração, e lembrou que os efeitos da soja e do milho transgênicos no médio e longo prazo não foram positivos. Destacou-se também que a Convenção de Biodiversidade, da qual o Brasil é signatário, recomenda cautela com relação a árvores geneticamente modificadas.

O representante do Ministério do Desenvolvimento Agrário alertou que os estudos realizados para avaliar os efeitos do eucalipto nas abelhas e na produção de mel são insatisfatórios, pois levaram em conta apenas cinco colmeias de uma única localidade. Cerca de 25% do mel produzido no Brasil vem do eucalipto, e a pesquisa apresentada pela FuturaGene / Suzano não avalia os aspectos nutricionais do mel produzido a partir de pólen trangênico, tampouco sua toxicidade ou alergenicidade.

A Associação Brasileira dos Exportadores de Mel (ABEMEL) se mostrou preocupada com a possível liberação: como não há aprovação desta variedade em nenhum outro lugar do mundo, as exportações brasileiras de mel e própolis poderão ser afetadas, numa situação semelhante à ocorrida no México em 2011.

“Com base nos estudos apresentados, não dá pra dizer que o mel produzido a partir destes eucaliptos é seguro para consumo”, alerta Gabriela. E questiona: “O que vai acontecer com os 350 mil apicultores brasileiros que dependem da produção de mel para sobreviver? E a produção orgânica de mel, própolis, pólen e geleia real? Liberar o eucalipto transgênico sem estas respostas é uma temeridade, uma irresponsabilidade”.

Selo FSC

Outra preocupação levantada foi a de que os critérios do FSC (Forest Stewardship Council) não aceitam variedades transgênicas para certificação florestal.

A Assembleia Geral do FSC se reúne na Espanha, na próxima semana, e a Campanha Internacional para Parar Árvores Geneticamente Modificadas (CSGET, na sigla em inglês) irá apresentar uma carta, pedindo que o FSC se desvincule da Suzano caso a liberação do eucalipto transgênico seja aprovada no Brasil.

Vejam estes videos da audiência pública :






Um conjunto de organizações lideradas pelo Movimiento Mundial pelos Bosques (http://www.wrm.org.uy) e pelo Global Justice Ecology Project (http://www.globaljusticeecology.org) lançou no ano de 2008 uma campanha internacional contra a liberação de árvores transgênicas.

Fontes: Greenpeace , Revista Globo Rural , Exame Abril , Pratos Limpos , Gondola Segura , Forum Anti Nova Ordem Mundial


Vitória foi conquistada por um pequeno grupo de camponeses apicultores

Um pequeno grupo de apicultores infligiu uma importante derrota à gigante da biotecnologia Monsanto, o que brecou as ambições da empresa de plantar milhares de hectares de grãos de soja geneticamente modificados para resistir a seu próprio pesticida Roundup.

Um juiz distrital do estado de Yucatan derrubou no mês passado uma permissão concedida pelo ministério da agricultura do país e pela agência de proteção ambiental, de junho de 2002, que levaria à plantação comercial da soja.

A permissão autorizava a Monsanto a plantar suas sementes em sete estados, em mais de 235.000 hectares, apesar de protestos de milhares de agricultores, do Greenpeace, da Comissão Nacional do Conhecimento e Utilização da Biodiversidade do México e da Comissão Nacional de Áreas Protegidas, além do Instituto Nacional de Ecologia.

Um grupo de camponeses do grupo indígena maia entrou com uma ação argumentando que a licença colocava em risco a produção tradicional de mel numa região que inclui as comunidades Ticul, Santa Elena, Oxkutzcab, Tzucacab, Tekax, Peto e Tizimin, em Yucatan.

“A decisão do juiz foi uma grande conquista, por não haver reconhecimento de nosso direito legítimo de tomar decisões sobre nosso território e nossa sobrevivência,” disse o apicultor Lorenzo Itzá Ek. “A apicultura é nossa principal atividade econômica tradicional e não queremos nosso mel contaminado com transgênicos ou outros produtos tóxicos, com substâncias químicas que matam nossas abelhas.”

Foi a terceira derrota da Monsanto no leste do México este ano. Em abril e maio um tribunal em Campeche decidiu a favor de apicultores das comunidades locais de Hopelchén e Pac-Chen. As decisões se seguiram às de um juiz federal que, em outubro de 2013, proibiu que o ministério da agricultura e a agência ambiental concedessem mais licenças para plantação de milho transgênico no México.

No Brasil… agricultores estão pedindo que quatro fabricantes de sementes transgênicas os reembolsem pelo pesticida que usaram em suas plantações de milho este ano. De acordo com Ricardo Ricardo Tomczyk, presidente da Aprosoja, no Mato Grosso do Sul, a Spodoptera frugiperda (também conhecida como broca do milho), desenvolveu resistência à proteína venenosa do tipo de milho geneticamente modificado “Bt corn.” As empresas envolvidas são Monsanto, Dow Chemical e Dupont, todas americanas, e a Syngenta, baseada na Suíça, diz o ww4report.

Fontes: Verdade Mundial , Planeta Sustentavel Abril , ww4report , Forum Anti Nova Ordem Mundial

México proíbe uso de sementes transgênicas da Monsanto


Vitória foi conquistada por um pequeno grupo de camponeses apicultores

Um pequeno grupo de apicultores infligiu uma importante derrota à gigante da biotecnologia Monsanto, o que brecou as ambições da empresa de plantar milhares de hectares de grãos de soja geneticamente modificados para resistir a seu próprio pesticida Roundup.

Um juiz distrital do estado de Yucatan derrubou no mês passado uma permissão concedida pelo ministério da agricultura do país e pela agência de proteção ambiental, de junho de 2002, que levaria à plantação comercial da soja.

A permissão autorizava a Monsanto a plantar suas sementes em sete estados, em mais de 235.000 hectares, apesar de protestos de milhares de agricultores, do Greenpeace, da Comissão Nacional do Conhecimento e Utilização da Biodiversidade do México e da Comissão Nacional de Áreas Protegidas, além do Instituto Nacional de Ecologia.

Um grupo de camponeses do grupo indígena maia entrou com uma ação argumentando que a licença colocava em risco a produção tradicional de mel numa região que inclui as comunidades Ticul, Santa Elena, Oxkutzcab, Tzucacab, Tekax, Peto e Tizimin, em Yucatan.

“A decisão do juiz foi uma grande conquista, por não haver reconhecimento de nosso direito legítimo de tomar decisões sobre nosso território e nossa sobrevivência,” disse o apicultor Lorenzo Itzá Ek. “A apicultura é nossa principal atividade econômica tradicional e não queremos nosso mel contaminado com transgênicos ou outros produtos tóxicos, com substâncias químicas que matam nossas abelhas.”

Foi a terceira derrota da Monsanto no leste do México este ano. Em abril e maio um tribunal em Campeche decidiu a favor de apicultores das comunidades locais de Hopelchén e Pac-Chen. As decisões se seguiram às de um juiz federal que, em outubro de 2013, proibiu que o ministério da agricultura e a agência ambiental concedessem mais licenças para plantação de milho transgênico no México.

No Brasil… agricultores estão pedindo que quatro fabricantes de sementes transgênicas os reembolsem pelo pesticida que usaram em suas plantações de milho este ano. De acordo com Ricardo Ricardo Tomczyk, presidente da Aprosoja, no Mato Grosso do Sul, a Spodoptera frugiperda (também conhecida como broca do milho), desenvolveu resistência à proteína venenosa do tipo de milho geneticamente modificado “Bt corn.” As empresas envolvidas são Monsanto, Dow Chemical e Dupont, todas americanas, e a Syngenta, baseada na Suíça, diz o ww4report.

Fontes: Verdade Mundial , Planeta Sustentavel Abril , ww4report , Forum Anti Nova Ordem Mundial

Será instalado um mecanismo de controle 'biométrico', segundo presidente.País enfrenta a falta de diversos produtos básicos e uma inflação de 60%.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro,
em imagem de arquivo. (Foto: Arquivo / Reuters)
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, a instalação de um mecanismo de controle "biométrico" para limitar as compras de produtos e alimentos nos supermercados e mercados do país.

"A ordem já está dada, através da superintendência de preços, para que se crie um sistema biométrico em todos os estabelecimentos e redes distribuidoras e comerciais da República", disse Maduro durante mensagem em rede nacional de rádio e TV.

O mecanismo utilizará leitores óticos de impressões digitais para reconhecer cada comprador de produtos básicos.

Segundo Maduro, "o sistema biométrico será perfeito" e servirá para evitar o que chamou de "fraude" envolvendo milhões de litros de gasolina e toneladas de alimentos subsidiados pelo governo, no momento em que a Venezuela enfrenta a falta de diversos produtos básicos e uma inflação de 60%.

O sistema visa a impedir que uma pessoa compre o mesmo produto duas vezes na mesma semana, em qualquer das redes governamentais da Venezuela.

Vários funcionários do governo Maduro indicaram que no prazo de 90 dias haverá um 'programa piloto' para iniciar a venda controlada de produtos básicos no país 'de maneira ordenada e justa'.

Maduro também anunciou "um sistema de referência" que processará a informação de tudo o que for distribuído e armazenado "para todos os produtos e insumos que movem a economia do país".

O presidente ordenou ainda o 'confisco, de maneira imediata, de todos os elementos' utilizados para contrabando, incluindo galpões e veículos, que serão revertidos para os programas estatais de alimentos.

Maduro convocou as forças militares e policiais para deter todos os envolvidos em desvios e contrabando.

Fonte: Economia G1

Controle 'biométrico' limitará compras em supermercados na Venezuela

Será instalado um mecanismo de controle 'biométrico', segundo presidente.País enfrenta a falta de diversos produtos básicos e uma inflação de 60%.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro,
em imagem de arquivo. (Foto: Arquivo / Reuters)
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, a instalação de um mecanismo de controle "biométrico" para limitar as compras de produtos e alimentos nos supermercados e mercados do país.

"A ordem já está dada, através da superintendência de preços, para que se crie um sistema biométrico em todos os estabelecimentos e redes distribuidoras e comerciais da República", disse Maduro durante mensagem em rede nacional de rádio e TV.

O mecanismo utilizará leitores óticos de impressões digitais para reconhecer cada comprador de produtos básicos.

Segundo Maduro, "o sistema biométrico será perfeito" e servirá para evitar o que chamou de "fraude" envolvendo milhões de litros de gasolina e toneladas de alimentos subsidiados pelo governo, no momento em que a Venezuela enfrenta a falta de diversos produtos básicos e uma inflação de 60%.

O sistema visa a impedir que uma pessoa compre o mesmo produto duas vezes na mesma semana, em qualquer das redes governamentais da Venezuela.

Vários funcionários do governo Maduro indicaram que no prazo de 90 dias haverá um 'programa piloto' para iniciar a venda controlada de produtos básicos no país 'de maneira ordenada e justa'.

Maduro também anunciou "um sistema de referência" que processará a informação de tudo o que for distribuído e armazenado "para todos os produtos e insumos que movem a economia do país".

O presidente ordenou ainda o 'confisco, de maneira imediata, de todos os elementos' utilizados para contrabando, incluindo galpões e veículos, que serão revertidos para os programas estatais de alimentos.

Maduro convocou as forças militares e policiais para deter todos os envolvidos em desvios e contrabando.

Fonte: Economia G1


O recente discurso surpresa do ator e comediante Jim Carrey durante uma formatura na Maharishi University of Management, zombando da gigante dos transgênicos Monstanto, está ressoando por muitas pessoas, de acordo os feeds de redes sociais. Veja só o que ele falou:

O discurso estava cheio de humor, histórias e conselhos espirituais transmitidos por Carrey.

Mas muitas pessoas não compreenderam sua indireta à Monsanto, veja o que Jim Carrey falou:
“Estou aqui hoje para plantar uma semente… uma semente que vai inspirá-los a ir adiante em suas vidas com corações entusiasmados e uma clara sensação de plenitude. A questão é: será que a semente tem a chance de criar raízes … ou será processada pela Monsanto?”
Ele está zombando da agressiva e abusiva natureza da empresa de biotecnologia que processa agricultores por “violação de patentes” – ou seja, seu produto patenteado espalhado pelo vento em um campo sem contrato, quando na verdade está contaminando esse campo. De acordo com o HuffingtonPost, a Monsanto entrou com 144 processos contra 410 agricultores e 56 pequenas empresas agrícolas em pelo menos 27 Estados dos EUA, desde o início do ano passado.

Um caso importante de um tribunal contra a Monsanto, por essa mesma razão, fez todo o caminho até o Supremo Tribunal Federal. Todos os mais de 80 agricultores e grupos envolvidos essencialmente perderam, quando o Tribunal recusou-se a ouvir o caso, selando assim, as decisões anteriores. A Monsanto pode processar com imunidade total se um por cento ou mais da safra de um fazendeiro contém suas sementes patenteadas. Poderia ter algo a ver com o ex-advogado da Monsanto Clarence Thomas estar no tribunal?

Não é realmente muito chocante do franco Carrey ter feito essa observação aos graduados. A Marcha Contra a Monsanto estava ocorrendo quando ele fez o discurso em 24 de maio, e “#EndMonsanto” era uma hashtag top-trending no twitter. Além disso, a Universidade Maharishi é conhecida por suas filosofias ayurvédicas e perspectivas de saúde orgânica. Eles são a primeira faculdade a oferecer refeições vegetarianas orgânicas para seus alunos.

Se o discurso de Carrey não chamou a atenção sobre os atos da Monsanto e empresas de biotecnologia semelhantes, é certo chamar a atenção em uma faculdade que se orgulha de saúde natural, meio ambiente e consciência.

Veja o discurso completo (em Inglês)

Obs: citação sobre a Monsanto a partir dos 2:00 min


Fonte: Notícias Naturais

Ator Jim Carrey Zomba da Monsanto Durante Discurso de Formatura


O recente discurso surpresa do ator e comediante Jim Carrey durante uma formatura na Maharishi University of Management, zombando da gigante dos transgênicos Monstanto, está ressoando por muitas pessoas, de acordo os feeds de redes sociais. Veja só o que ele falou:

O discurso estava cheio de humor, histórias e conselhos espirituais transmitidos por Carrey.

Mas muitas pessoas não compreenderam sua indireta à Monsanto, veja o que Jim Carrey falou:
“Estou aqui hoje para plantar uma semente… uma semente que vai inspirá-los a ir adiante em suas vidas com corações entusiasmados e uma clara sensação de plenitude. A questão é: será que a semente tem a chance de criar raízes … ou será processada pela Monsanto?”
Ele está zombando da agressiva e abusiva natureza da empresa de biotecnologia que processa agricultores por “violação de patentes” – ou seja, seu produto patenteado espalhado pelo vento em um campo sem contrato, quando na verdade está contaminando esse campo. De acordo com o HuffingtonPost, a Monsanto entrou com 144 processos contra 410 agricultores e 56 pequenas empresas agrícolas em pelo menos 27 Estados dos EUA, desde o início do ano passado.

Um caso importante de um tribunal contra a Monsanto, por essa mesma razão, fez todo o caminho até o Supremo Tribunal Federal. Todos os mais de 80 agricultores e grupos envolvidos essencialmente perderam, quando o Tribunal recusou-se a ouvir o caso, selando assim, as decisões anteriores. A Monsanto pode processar com imunidade total se um por cento ou mais da safra de um fazendeiro contém suas sementes patenteadas. Poderia ter algo a ver com o ex-advogado da Monsanto Clarence Thomas estar no tribunal?

Não é realmente muito chocante do franco Carrey ter feito essa observação aos graduados. A Marcha Contra a Monsanto estava ocorrendo quando ele fez o discurso em 24 de maio, e “#EndMonsanto” era uma hashtag top-trending no twitter. Além disso, a Universidade Maharishi é conhecida por suas filosofias ayurvédicas e perspectivas de saúde orgânica. Eles são a primeira faculdade a oferecer refeições vegetarianas orgânicas para seus alunos.

Se o discurso de Carrey não chamou a atenção sobre os atos da Monsanto e empresas de biotecnologia semelhantes, é certo chamar a atenção em uma faculdade que se orgulha de saúde natural, meio ambiente e consciência.

Veja o discurso completo (em Inglês)

Obs: citação sobre a Monsanto a partir dos 2:00 min


Fonte: Notícias Naturais

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