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O ex-presidente israelense Shimon Peres, recebido nesta quinta-feira pelo Vaticano em audiência privada pelo papa Francisco, declarou que propôs a criação de uma "ONU das religiões" diante da ineficácia da atual ONU política.

"Atualmente as guerras explodem com a desculpa da religião. Enfrentamos centenas, quase milhares de movimentos terroristas que pretendem matar em nome de Deus", declarou Peres, de 91 anos, em uma entrevista ao semanário italiano católico Famiglia Cristiana.

"Para lutar contra esta deriva temos a Organização das Nações Unidas. É uma instituição política que não tem nem as armas que as nações dispõem, nem a convicção que a religião produz", acrescentou o ex-presidente israelense, cujo mandato terminou no fim de julho.

"Devido ao fato de a ONU já ter tido o seu momento, o que nos serviria agora seria uma Organização de religiões unidas, uma ONU das religiões. Seria a melhor maneira de se opor aos terroristas que matam em nome da fé", acrescentou Peres.

Peres, que visitou em muitas ocasiões o Vaticano, disse que gostaria de ver o papa Francisco à frente desta "ONU das religiões".

"Talvez pela primeira vez na história o Santo Padre é um líder respeitado como tal pelas religiões mais diferentes. Diria ainda mais, talvez seja o único líder respeitado", declarou Peres.

O Vaticano não forneceu nenhuma informação sobre o encontro privado entre os dois homens.

No início de junho, pouco depois de sua viagem ao Oriente Médio, o papa Francisco recebeu Shimon Peres e o presidente palestino Mahmud Abbas no Vaticano para uma oração conjunta.

Fonte: Isto é Dinheiro

Ex-presidente israelense sugere ao Papa uma 'ONU das religiões'

O ex-presidente israelense Shimon Peres, recebido nesta quinta-feira pelo Vaticano em audiência privada pelo papa Francisco, declarou que propôs a criação de uma "ONU das religiões" diante da ineficácia da atual ONU política.

"Atualmente as guerras explodem com a desculpa da religião. Enfrentamos centenas, quase milhares de movimentos terroristas que pretendem matar em nome de Deus", declarou Peres, de 91 anos, em uma entrevista ao semanário italiano católico Famiglia Cristiana.

"Para lutar contra esta deriva temos a Organização das Nações Unidas. É uma instituição política que não tem nem as armas que as nações dispõem, nem a convicção que a religião produz", acrescentou o ex-presidente israelense, cujo mandato terminou no fim de julho.

"Devido ao fato de a ONU já ter tido o seu momento, o que nos serviria agora seria uma Organização de religiões unidas, uma ONU das religiões. Seria a melhor maneira de se opor aos terroristas que matam em nome da fé", acrescentou Peres.

Peres, que visitou em muitas ocasiões o Vaticano, disse que gostaria de ver o papa Francisco à frente desta "ONU das religiões".

"Talvez pela primeira vez na história o Santo Padre é um líder respeitado como tal pelas religiões mais diferentes. Diria ainda mais, talvez seja o único líder respeitado", declarou Peres.

O Vaticano não forneceu nenhuma informação sobre o encontro privado entre os dois homens.

No início de junho, pouco depois de sua viagem ao Oriente Médio, o papa Francisco recebeu Shimon Peres e o presidente palestino Mahmud Abbas no Vaticano para uma oração conjunta.

Fonte: Isto é Dinheiro

Quem chegou ao local equipado com o telefone móvel teve de colocar o aparelho em um dos 5 mil cofres individuais da igreja

Em nenhum um festival de rock, estádio de futebol ou fórum de Justiça a revista feita pelos seguranças é tão severa e minuciosa. Aberto nesta sexta para o público após funcionar 21 dias apenas para convidados e caravanas, o Templo de Salomão da Igreja Universal do Reino de Deus, no Brás, região central de São Paulo, impôs um "pente-fino" aos seus fiéis antes da entrada e dentro da igreja. Para evitar qualquer celular ou foto, existe uma revista até na saída dos banheiros.

Nos dois primeiros cultos realizados para o público em geral, o maior espaço religioso do País passou o dia lotado de fiéis que tinham conseguido senha durante o mês de julho. Mas quem chegou com celular teve de colocar o aparelho em um dos 5 mil cofres individuais que a igreja oferece em seu subsolo. Por volta das 18h30, os cofres acabaram e dezenas de fiéis de outras cidades que estavam com aparelho telefônico ficaram do lado de fora, assistindo ao culto pelo telão.

"O bispo Edir (Macedo) vai demitir toda a equipe de segurança se uma única foto for feita lá dentro", argumentou um segurança sobre a proibição. A revista demorava cerca de dois minutos, incluindo a passagem por barras de sensores iguais às de aeroportos e a abertura da carteira de documentos. Quem saía para ir ao banheiro precisava passar por uma nova revista e por uma barra de sensores antes de voltar para o culto.

A proibição irritou alguns fiéis. "Se eu soubesse teria ido no culto aqui na igreja do lado mesmo. Poxa, nem precisava tirar foto, mas onde agora vou deixar meu celular?", reclamava Isilda Gerônimo, de 34 anos, costureira e fiel da Universal há 17 anos. As portas do templo também foram fechadas cinco minutos antes do início do culto das 19 horas - dezenas de fiéis que chegaram atrasados também assistiram ao culto pelo telão externo.

Mesmo para quem chegou duas horas antes, a entrada também não era tão simples. Quem tinha a senha ganhava uma pulseira colorida na outra Universal vizinha ao megatemplo, também localizada na Avenida Celso Garcia. A reportagem foi até o balcão da confirmação e conseguiu uma senha com a fiel Maria Conceição da Silva, doméstica de 56 anos. "Era da minha filha, que está doente, com bebê pequeno. Foi Deus que está dando isso pra você, não sou eu, não. Isso vai mudar sua vida", previu a ela.

Culto. Dentro do templo, homens e mulheres em roupas largas e brancas recepcionavam os fiéis dizendo "shalon", cumprimento entre judeus que significa paz em hebraico. Momentos antes do culto, o sultuoso salão com paredes de mármore branco italiano, onde cabem 10 mil pessoas sentadas, tem luz baixa e cantos líricos nos telões. O áudio é perfeito e muitos fiéis choram ajoelhados, emocionados com a presença no local. "Só Deus mesmo para fazer um lugar desses", dizia um fiel à reportagem.

As poltronas acolchoadas do templo, vermelhas e de veludo, são mais confortáveis que as da maior parte dos cinemas da cidade. Todos os assentos têm um envelope com caneta em uma repartição pequena à frente, para os fiéis fazerem as doações. O altar fica fechado por uma cortina rosa transparente e, quando o bispo aparece, as cortinas são abertas como em uma apresentação de musical ou teatro.

Quando entra um bispo de quipá azul e fortíssimo sotaque carioca, os fiéis logo se levantam e começam a cantar emocionados. Em sua fala, o bispo começa dizendo que, "quando o Estado de Israel baixava sua guarda, ele era atacado pelo inimigo. Nós também precisamos levantar as mãos e mostrar para Deus que temos fé, que somos clementes."

Logo após dizer isso sobre o Estado de Israel, o bispo diz que todos agora podem pegar os envelopes à frente das poltronas, "colocar a décima parte do que têm na carteira" e levantar as mãos, dizendo que são clementes a Deus.

"Para as pessoas lá fora somos ignorantes. Mas para Deus somos aliados", discursava o bispo, enquanto cerca de 8 mil fiéis erguiam os envelopes já preenchidos com o dízimo. "Vocês não vão sair daqui diferentes só porque vieram ao templo. Vocês vão sair daqui diferentes pela fé que vão demonstrar que possuem", acrescentou o bispo.

Após 90 minutos, o culto acaba com fiéis se abraçando emocionados, prometendo uma nova visita ao templo. Muitos correm para pegar seus celulares nos cofres do subsolo. "Tem uma energia diferente, é realmente a casa de Deus. Ele estava aqui, deu pra sentir isso a todo momento", disse Valéria Teodoro de Sousa, de 41 anos, de Resende, no Rio de Janeiro. "Vou voltar agora, sete horas de ônibus. E amanhã cedo já vou na Universal lá ao lado de casa para agradecer pela visita que Deus preparou a essa casa tão linda", acrescentou.

Fonte: MSN Estadão

Para evitar celular, Templo de Salomão tem revista até na saída do banheiro

Quem chegou ao local equipado com o telefone móvel teve de colocar o aparelho em um dos 5 mil cofres individuais da igreja

Em nenhum um festival de rock, estádio de futebol ou fórum de Justiça a revista feita pelos seguranças é tão severa e minuciosa. Aberto nesta sexta para o público após funcionar 21 dias apenas para convidados e caravanas, o Templo de Salomão da Igreja Universal do Reino de Deus, no Brás, região central de São Paulo, impôs um "pente-fino" aos seus fiéis antes da entrada e dentro da igreja. Para evitar qualquer celular ou foto, existe uma revista até na saída dos banheiros.

Nos dois primeiros cultos realizados para o público em geral, o maior espaço religioso do País passou o dia lotado de fiéis que tinham conseguido senha durante o mês de julho. Mas quem chegou com celular teve de colocar o aparelho em um dos 5 mil cofres individuais que a igreja oferece em seu subsolo. Por volta das 18h30, os cofres acabaram e dezenas de fiéis de outras cidades que estavam com aparelho telefônico ficaram do lado de fora, assistindo ao culto pelo telão.

"O bispo Edir (Macedo) vai demitir toda a equipe de segurança se uma única foto for feita lá dentro", argumentou um segurança sobre a proibição. A revista demorava cerca de dois minutos, incluindo a passagem por barras de sensores iguais às de aeroportos e a abertura da carteira de documentos. Quem saía para ir ao banheiro precisava passar por uma nova revista e por uma barra de sensores antes de voltar para o culto.

A proibição irritou alguns fiéis. "Se eu soubesse teria ido no culto aqui na igreja do lado mesmo. Poxa, nem precisava tirar foto, mas onde agora vou deixar meu celular?", reclamava Isilda Gerônimo, de 34 anos, costureira e fiel da Universal há 17 anos. As portas do templo também foram fechadas cinco minutos antes do início do culto das 19 horas - dezenas de fiéis que chegaram atrasados também assistiram ao culto pelo telão externo.

Mesmo para quem chegou duas horas antes, a entrada também não era tão simples. Quem tinha a senha ganhava uma pulseira colorida na outra Universal vizinha ao megatemplo, também localizada na Avenida Celso Garcia. A reportagem foi até o balcão da confirmação e conseguiu uma senha com a fiel Maria Conceição da Silva, doméstica de 56 anos. "Era da minha filha, que está doente, com bebê pequeno. Foi Deus que está dando isso pra você, não sou eu, não. Isso vai mudar sua vida", previu a ela.

Culto. Dentro do templo, homens e mulheres em roupas largas e brancas recepcionavam os fiéis dizendo "shalon", cumprimento entre judeus que significa paz em hebraico. Momentos antes do culto, o sultuoso salão com paredes de mármore branco italiano, onde cabem 10 mil pessoas sentadas, tem luz baixa e cantos líricos nos telões. O áudio é perfeito e muitos fiéis choram ajoelhados, emocionados com a presença no local. "Só Deus mesmo para fazer um lugar desses", dizia um fiel à reportagem.

As poltronas acolchoadas do templo, vermelhas e de veludo, são mais confortáveis que as da maior parte dos cinemas da cidade. Todos os assentos têm um envelope com caneta em uma repartição pequena à frente, para os fiéis fazerem as doações. O altar fica fechado por uma cortina rosa transparente e, quando o bispo aparece, as cortinas são abertas como em uma apresentação de musical ou teatro.

Quando entra um bispo de quipá azul e fortíssimo sotaque carioca, os fiéis logo se levantam e começam a cantar emocionados. Em sua fala, o bispo começa dizendo que, "quando o Estado de Israel baixava sua guarda, ele era atacado pelo inimigo. Nós também precisamos levantar as mãos e mostrar para Deus que temos fé, que somos clementes."

Logo após dizer isso sobre o Estado de Israel, o bispo diz que todos agora podem pegar os envelopes à frente das poltronas, "colocar a décima parte do que têm na carteira" e levantar as mãos, dizendo que são clementes a Deus.

"Para as pessoas lá fora somos ignorantes. Mas para Deus somos aliados", discursava o bispo, enquanto cerca de 8 mil fiéis erguiam os envelopes já preenchidos com o dízimo. "Vocês não vão sair daqui diferentes só porque vieram ao templo. Vocês vão sair daqui diferentes pela fé que vão demonstrar que possuem", acrescentou o bispo.

Após 90 minutos, o culto acaba com fiéis se abraçando emocionados, prometendo uma nova visita ao templo. Muitos correm para pegar seus celulares nos cofres do subsolo. "Tem uma energia diferente, é realmente a casa de Deus. Ele estava aqui, deu pra sentir isso a todo momento", disse Valéria Teodoro de Sousa, de 41 anos, de Resende, no Rio de Janeiro. "Vou voltar agora, sete horas de ônibus. E amanhã cedo já vou na Universal lá ao lado de casa para agradecer pela visita que Deus preparou a essa casa tão linda", acrescentou.

Fonte: MSN Estadão


Qual o futuro da igreja evangélica no Brasil?

Quando olho o atual cenário da igreja evangélica brasileira – estou usando o termo “evangélica” de maneira ampla – confesso que me sinto incapaz de prever o que vem pela frente. Há muitas e diferentes forças em operação em nosso meio hoje, boa parte delas conflitantes e opostas. Olho para frente e não consigo perceber um padrão, uma indicação que seja, do futuro da igreja.

Há, em primeiro lugar, o crescimento das seitas neopentecostais. Embora estatísticas recentes tenham apontado para uma queda na membresia de seitas como a Universal do Reino do Deus - que ressurge das cinzas com o "templo de Salomão" - , outras estão surgindo no lugar, como na lenda grega da Hidra de Lerna, monstro de sete cabeças que se regeneravam quando cortadas.

A enorme quantidade de adeptos destes movimentos que pregam prosperidade, cura, libertação e solução imediata para os problemas pessoais acaba moldando a imagem pública dos evangélicos e a percepção que o restante do Brasil tem de nós. Na África do Sul conheci uma seita que mistura pontos da fé cristã com pontos das religiões africanas, um sincretismo que acaba por tornar irreconhecível qualquer traço de cristianismo restante.

Temo que a continuar o crescimento das seitas neopentecostais e seus desvios cada vez maiores do cristianismo histórico, poderemos ter uma nova religião sincrética no Brasil, uma seita que mistura traços de cristianismo com elementos de religiões afro-brasileiras, teologia da prosperidade e batalha espiritual em pouquíssimo tempo.

Depois há o movimento “gospel”, que mostrou sua popularidade ao ter o festival “Promessas” veiculado pela emissora de maior audiência do país. Não me preocupa tanto o fato de que a Rede Globo exibiu o show, mas a mensagem que foi passada ali. A teologia gospel confunde “adoração” com pregação, exalta o louvor como o principal elemento do culto público, anuncia um evangelho que não chama pecadores e crentes ao arrependimento e mudança de vida, que promete vitórias mediante o louvor e a declaração de frases de efeito e que ignora boa parte do que a Bíblia ensina sobre humildade, modéstia, sobriedade e separação do mundo.

Para muitos jovens, os shows gospel viraram a única forma de culto que conhecem, com pouca Bíblia e quase nenhum discipulado. O impacto negativo da superficialidade deste movimento se fará sentir nesta próxima geração, especialmente na incapacidade de impedir a entrada de falsos ensinamentos e doutrinas erradas.

Notemos ainda o crescimento do interesse pela fé reformada, não nas igrejas históricas, mas fora delas, no meio pentecostal. Não são poucos os pentecostais que têm descoberto a teologia reformada – particularmente as doutrinas da graça, os cinco slogans (“solas”) e os chamados cinco pontos do calvinismo. Boa parte destes tem tentado preservar algumas idéias e práticas características do pentecostalismo, como a contemporaneidade dos dons de línguas, profecia e milagres, além de uma escatologia dispensacionalista.

Outros têm entendido – corretamente – que a teologia reformada inevitavelmente cobra pedágio também nestas áreas e já passaram para a reforma completa. Mas o tipo de movimento, igrejas ou denominações resultantes desta surpreendente integração ainda não é previsível.

O impacto das mídias sociais também não pode ser ignorado. E há também o número crescente de desigrejados, que aumenta na mesma proporção da apropriação das mídias sociais pelos evangélicos. Com a possibilidade de se ouvir sermões, fazer estudos e cursos de teologia online, além de bate-papo e discipulado pela internet, aumenta o número de pessoas que se dizem evangélicas mas que não se congregam em uma igreja local.

São cristãos virtuais que “freqüentam” igrejas virtuais e têm comunhão virtual com pessoas que nunca realmente chegam a conhecer. Admito o benefício da tecnologia em favor do Reino. Eu mesmo sou professor a quinze anos de um curso de teologia online e sei a benção que pode ser.

Mas, não há substituto para a igreja local, para a comunhão real com os santos, para a celebração da Ceia e do batismo, para a oração conjunta, para a leitura em uníssono das Escrituras e para a recitação em conjunto da oração do Pai Nosso, dos Dez Mandamentos. Isto não dá para fazer pela internet. Uma igreja virtual composta de desigrejados não será forte o suficiente em tempos de perseguição.

Eu poderia ainda mencionar a influência do liberalismo teológico, que tem aberto picadas nas igrejas históricas e pentecostais e a falta de maior rapidez e eficiência das igrejas históricas em retomar o crescimento numérico, aproveitando o momento extremamente oportuno no país. Afinal, o cristianismo tem experimentado um crescimento fenomenal no chamado Sul Global, do qual o Brasil faz parte.

Algumas coisas me ocorrem diante deste quadro, quando tento organizar minha cabeça e entender o que se passa.

1 – Historicamente, as igrejas cristãs em todos os lugares aqui neste mundo atravessaram períodos de grande confusão, aridez e decadência espiritual. Depois, ergueram-se e experimentaram períodos de grande efervescência e eficácia espiritual, chegando a mudar países. Pode ser que estejamos a caminho do fundo do poço, mas não perderemos a esperança. A promessa de Jesus quanto à Sua Igreja (Mateus 16:18) e a história dos avivamentos espirituais nos dão confiança.

2 – Apesar de toda a mistura de erro e verdade que testemunhamos na sincretização cada vez maior das igrejas, é inegável que Deus tem agido salvadoramente e não são poucos os que têm sido chamados das trevas para a luz, regenerados e justificados mediante a fé em Cristo Jesus, apesar das ênfases erradas, das distorções doutrinárias e da negligência das grandes doutrinas da graça.

Ainda assim, parece que o Espírito Santo se compraz em usar o mínimo de verdade que encontra, mesmo em igrejas com pouca luz, na salvação dos eleitos. Não digo isto para justificar o erro. É apenas uma constatação da misericórdia de Deus e da nossa corrupção. Se a salvação fosse pela precisão doutrinária em todos os pontos da teologia cristã, nenhum de nós seria salvo.

3 – Deus sempre surpreende o Seu povo. É totalmente impossível antecipar as guinadas na história da Igreja. Muito menos, fazer com que aconteçam. Há fatores em operação que estão muito acima dos poderes humanos. Resta-nos ser fiéis à Palavra de Deus, pregar o Evangelho completo – expositivamente, de preferência – viver uma vida reta e santa, usar de todos os recursos lícitos para propagar o Reino e plantar igrejas bíblicas e orar para que nosso Deus seja misericordioso com os seus eleitos, com a Sua igreja, com aqueles que Ele predestinou antes da fundação do mundo e soberanamente chamou pela Sua graça, pela pregação do Evangelho.

Fontes: Surfando no Assude , O Tempora

O futuro da igreja no brasil


Qual o futuro da igreja evangélica no Brasil?

Quando olho o atual cenário da igreja evangélica brasileira – estou usando o termo “evangélica” de maneira ampla – confesso que me sinto incapaz de prever o que vem pela frente. Há muitas e diferentes forças em operação em nosso meio hoje, boa parte delas conflitantes e opostas. Olho para frente e não consigo perceber um padrão, uma indicação que seja, do futuro da igreja.

Há, em primeiro lugar, o crescimento das seitas neopentecostais. Embora estatísticas recentes tenham apontado para uma queda na membresia de seitas como a Universal do Reino do Deus - que ressurge das cinzas com o "templo de Salomão" - , outras estão surgindo no lugar, como na lenda grega da Hidra de Lerna, monstro de sete cabeças que se regeneravam quando cortadas.

A enorme quantidade de adeptos destes movimentos que pregam prosperidade, cura, libertação e solução imediata para os problemas pessoais acaba moldando a imagem pública dos evangélicos e a percepção que o restante do Brasil tem de nós. Na África do Sul conheci uma seita que mistura pontos da fé cristã com pontos das religiões africanas, um sincretismo que acaba por tornar irreconhecível qualquer traço de cristianismo restante.

Temo que a continuar o crescimento das seitas neopentecostais e seus desvios cada vez maiores do cristianismo histórico, poderemos ter uma nova religião sincrética no Brasil, uma seita que mistura traços de cristianismo com elementos de religiões afro-brasileiras, teologia da prosperidade e batalha espiritual em pouquíssimo tempo.

Depois há o movimento “gospel”, que mostrou sua popularidade ao ter o festival “Promessas” veiculado pela emissora de maior audiência do país. Não me preocupa tanto o fato de que a Rede Globo exibiu o show, mas a mensagem que foi passada ali. A teologia gospel confunde “adoração” com pregação, exalta o louvor como o principal elemento do culto público, anuncia um evangelho que não chama pecadores e crentes ao arrependimento e mudança de vida, que promete vitórias mediante o louvor e a declaração de frases de efeito e que ignora boa parte do que a Bíblia ensina sobre humildade, modéstia, sobriedade e separação do mundo.

Para muitos jovens, os shows gospel viraram a única forma de culto que conhecem, com pouca Bíblia e quase nenhum discipulado. O impacto negativo da superficialidade deste movimento se fará sentir nesta próxima geração, especialmente na incapacidade de impedir a entrada de falsos ensinamentos e doutrinas erradas.

Notemos ainda o crescimento do interesse pela fé reformada, não nas igrejas históricas, mas fora delas, no meio pentecostal. Não são poucos os pentecostais que têm descoberto a teologia reformada – particularmente as doutrinas da graça, os cinco slogans (“solas”) e os chamados cinco pontos do calvinismo. Boa parte destes tem tentado preservar algumas idéias e práticas características do pentecostalismo, como a contemporaneidade dos dons de línguas, profecia e milagres, além de uma escatologia dispensacionalista.

Outros têm entendido – corretamente – que a teologia reformada inevitavelmente cobra pedágio também nestas áreas e já passaram para a reforma completa. Mas o tipo de movimento, igrejas ou denominações resultantes desta surpreendente integração ainda não é previsível.

O impacto das mídias sociais também não pode ser ignorado. E há também o número crescente de desigrejados, que aumenta na mesma proporção da apropriação das mídias sociais pelos evangélicos. Com a possibilidade de se ouvir sermões, fazer estudos e cursos de teologia online, além de bate-papo e discipulado pela internet, aumenta o número de pessoas que se dizem evangélicas mas que não se congregam em uma igreja local.

São cristãos virtuais que “freqüentam” igrejas virtuais e têm comunhão virtual com pessoas que nunca realmente chegam a conhecer. Admito o benefício da tecnologia em favor do Reino. Eu mesmo sou professor a quinze anos de um curso de teologia online e sei a benção que pode ser.

Mas, não há substituto para a igreja local, para a comunhão real com os santos, para a celebração da Ceia e do batismo, para a oração conjunta, para a leitura em uníssono das Escrituras e para a recitação em conjunto da oração do Pai Nosso, dos Dez Mandamentos. Isto não dá para fazer pela internet. Uma igreja virtual composta de desigrejados não será forte o suficiente em tempos de perseguição.

Eu poderia ainda mencionar a influência do liberalismo teológico, que tem aberto picadas nas igrejas históricas e pentecostais e a falta de maior rapidez e eficiência das igrejas históricas em retomar o crescimento numérico, aproveitando o momento extremamente oportuno no país. Afinal, o cristianismo tem experimentado um crescimento fenomenal no chamado Sul Global, do qual o Brasil faz parte.

Algumas coisas me ocorrem diante deste quadro, quando tento organizar minha cabeça e entender o que se passa.

1 – Historicamente, as igrejas cristãs em todos os lugares aqui neste mundo atravessaram períodos de grande confusão, aridez e decadência espiritual. Depois, ergueram-se e experimentaram períodos de grande efervescência e eficácia espiritual, chegando a mudar países. Pode ser que estejamos a caminho do fundo do poço, mas não perderemos a esperança. A promessa de Jesus quanto à Sua Igreja (Mateus 16:18) e a história dos avivamentos espirituais nos dão confiança.

2 – Apesar de toda a mistura de erro e verdade que testemunhamos na sincretização cada vez maior das igrejas, é inegável que Deus tem agido salvadoramente e não são poucos os que têm sido chamados das trevas para a luz, regenerados e justificados mediante a fé em Cristo Jesus, apesar das ênfases erradas, das distorções doutrinárias e da negligência das grandes doutrinas da graça.

Ainda assim, parece que o Espírito Santo se compraz em usar o mínimo de verdade que encontra, mesmo em igrejas com pouca luz, na salvação dos eleitos. Não digo isto para justificar o erro. É apenas uma constatação da misericórdia de Deus e da nossa corrupção. Se a salvação fosse pela precisão doutrinária em todos os pontos da teologia cristã, nenhum de nós seria salvo.

3 – Deus sempre surpreende o Seu povo. É totalmente impossível antecipar as guinadas na história da Igreja. Muito menos, fazer com que aconteçam. Há fatores em operação que estão muito acima dos poderes humanos. Resta-nos ser fiéis à Palavra de Deus, pregar o Evangelho completo – expositivamente, de preferência – viver uma vida reta e santa, usar de todos os recursos lícitos para propagar o Reino e plantar igrejas bíblicas e orar para que nosso Deus seja misericordioso com os seus eleitos, com a Sua igreja, com aqueles que Ele predestinou antes da fundação do mundo e soberanamente chamou pela Sua graça, pela pregação do Evangelho.

Fontes: Surfando no Assude , O Tempora

De maneira inédita, o Papa Francisco conversou com jornalistas sobre sua saúde e perspectiva de vida. 
O papa Francisco concede entrevista coletiva durante voo de volta de viagem a Seul, na Coreia do Sul(Vincenzo Pinto/AFP)
De volta ao Vaticano de uma viagem à Coreia do Sul, Francisco disse ser possível querer se aposentar - assim como fez seu antecessor, Bento XVI

Durante coletiva de imprensa que aconteceu no voo de retorno ao Vaticano da viagem à Coreia do Sul, nesta segunda-feira, ele disse que tenta observar seus erros e pecados para não ser orgulhoso, já que lhe restam apenas “dois ou três anos de vida”. As informações são do Daily Mail.

Francisco tem 77 anos e, apesar da idade avançada, é um dos mais ativos que já passaram pelo cargo. Na entrevista, ele considerou a possibilidade de se aposentar, caso suas condições de saúde física e mental lhe sirvam como obstáculo para concluir suas ações. No ano passado, o Papa Bento XVI renunciou ao cargo, sendo o primeiro em mais de 600 anos a tomar tal atitude (o último que havia abdicado foi Celestino V, em 1294, por causas políticas). Francisco disse que “há 60 anos, era praticamente impossível um bispo católico se aposentar, mas hoje em dia é comum”.

O Papa argentino teve de retirar um de seus pulmões durante a adolescência por causa de uma infecção grave. Porém, ele contou aos jornalistas nesta segunda-feira, que sofre por doenças de nervos e que, de vez em quando, precisa tratá-los com mate (o chá bastante tomado em seu país de origem). “Uma dessas minhas neuroses é ser muito caseiro”, brincou já que suas últimas férias fora da Argentina foram em 1975, quando visitou uma comunidade jesuíta.

Ainda nesta viagem, ele afirmou que pretende se aproximar dos católicos na China, que, desde a instauração do comunismo, não obedecem à autoridade máxima de sua Igreja e, sim, à supervisão da Administração Estatal para Assuntos Religiosos.


(Com agência France Presse)

Fontes: Notícias Terra , Revista Veja , Illuminati Elite Maldita

Papa menciona perspectiva de sua morte pela 1ª vez e admite possível renúncia

De maneira inédita, o Papa Francisco conversou com jornalistas sobre sua saúde e perspectiva de vida. 
O papa Francisco concede entrevista coletiva durante voo de volta de viagem a Seul, na Coreia do Sul(Vincenzo Pinto/AFP)
De volta ao Vaticano de uma viagem à Coreia do Sul, Francisco disse ser possível querer se aposentar - assim como fez seu antecessor, Bento XVI

Durante coletiva de imprensa que aconteceu no voo de retorno ao Vaticano da viagem à Coreia do Sul, nesta segunda-feira, ele disse que tenta observar seus erros e pecados para não ser orgulhoso, já que lhe restam apenas “dois ou três anos de vida”. As informações são do Daily Mail.

Francisco tem 77 anos e, apesar da idade avançada, é um dos mais ativos que já passaram pelo cargo. Na entrevista, ele considerou a possibilidade de se aposentar, caso suas condições de saúde física e mental lhe sirvam como obstáculo para concluir suas ações. No ano passado, o Papa Bento XVI renunciou ao cargo, sendo o primeiro em mais de 600 anos a tomar tal atitude (o último que havia abdicado foi Celestino V, em 1294, por causas políticas). Francisco disse que “há 60 anos, era praticamente impossível um bispo católico se aposentar, mas hoje em dia é comum”.

O Papa argentino teve de retirar um de seus pulmões durante a adolescência por causa de uma infecção grave. Porém, ele contou aos jornalistas nesta segunda-feira, que sofre por doenças de nervos e que, de vez em quando, precisa tratá-los com mate (o chá bastante tomado em seu país de origem). “Uma dessas minhas neuroses é ser muito caseiro”, brincou já que suas últimas férias fora da Argentina foram em 1975, quando visitou uma comunidade jesuíta.

Ainda nesta viagem, ele afirmou que pretende se aproximar dos católicos na China, que, desde a instauração do comunismo, não obedecem à autoridade máxima de sua Igreja e, sim, à supervisão da Administração Estatal para Assuntos Religiosos.


(Com agência France Presse)

Fontes: Notícias Terra , Revista Veja , Illuminati Elite Maldita

Imagem: Reprodução/Youtube
O jornalista Paulo Eduardo Martins, do Jornal da Massa, programa da Rede Massa, afiliada ao SBT, publicou um vídeo no qual critica a conduta da presidente e candidata Dilma Rousseff para com a população cristã.

Em ultimo vídeo divulgado pelo jornalista em seu canal no youtube, ele fala do ‘cinismo’ de Dilma, ateia declarada, defensora do aborto, que agora tenta entrar nas igrejas e procurar os evangélicos para fazer uma captação de votos para sua reeleição.

Paulo não poupa críticas à presidenta e candidata Dilma e finaliza dizendo - “No Brasil está claro, que o cidadão de bem precisa cometer um aborto, tem que abortar o petismo da política nacional”

De acordo com Martins, Dilma engana a população religiosa, oculta as posições anti-cristãs de seu partido e torna sub-reptícia a "agenda" em defesa da legalização do aborto. Assista abaixo e comente com sua opinião a respeito:



Referências: Notícias Gospel Prime ,

Fontes: Folha Política , Revolta Brasil

Jornalista acusa Dilma de enganar cristãos para captar votos – “Está aberta a temporada de cinismo”

Imagem: Reprodução/Youtube
O jornalista Paulo Eduardo Martins, do Jornal da Massa, programa da Rede Massa, afiliada ao SBT, publicou um vídeo no qual critica a conduta da presidente e candidata Dilma Rousseff para com a população cristã.

Em ultimo vídeo divulgado pelo jornalista em seu canal no youtube, ele fala do ‘cinismo’ de Dilma, ateia declarada, defensora do aborto, que agora tenta entrar nas igrejas e procurar os evangélicos para fazer uma captação de votos para sua reeleição.

Paulo não poupa críticas à presidenta e candidata Dilma e finaliza dizendo - “No Brasil está claro, que o cidadão de bem precisa cometer um aborto, tem que abortar o petismo da política nacional”

De acordo com Martins, Dilma engana a população religiosa, oculta as posições anti-cristãs de seu partido e torna sub-reptícia a "agenda" em defesa da legalização do aborto. Assista abaixo e comente com sua opinião a respeito:



Referências: Notícias Gospel Prime ,

Fontes: Folha Política , Revolta Brasil

Este ministério online tem por objetivo divulgar o Evangelho de Jesus Cristo. Como também defender as sãs doutrinas de Cristo. Que você seja edificado através deste ministério e que ele seja para a glória de Deus. Essa é a nossa oração.

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Mensagem à Igreja Brasileira - Paulo Junior


Fonte: Youtube - Defesa do Evangelho

Mensagem à Igreja Brasileira - Paulo Junior

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Mensagem à Igreja Brasileira - Paulo Junior


Fonte: Youtube - Defesa do Evangelho

A Igreja precisa disto?

Chama a atenção o absurdo dessa proposta: a construção do que a Igreja Universal chama de "Templo de Salomão", em São Paulo. Segundo informações do blog do líder da denominação, “bispo” Edir Macedo (http://bispomacedo.com.br/2010/07/15/projeto-do-templo-da-iurd/), o edifício será uma ‘mega-igreja’ para 10.000 pessoas, com 126 metros de comprimento e 104 metros de largura, mais do que um campo de futebol e do que o maior templo católico da cidade, a Catedral da Sé. A altura de 55 metros é quase o dobro do Cristo Redentor, no Rio. Para mais detalhes, veja no endereço do blog. Entretanto, alguns absurdos saltam aos olhos de quem tem olhos para enxergar.
Pedras de Israel – Diz o “bispo” que “vamos revestir as paredes do templo com elas. Nós queremos que as pessoas tenham um lugar bonito par buscar a Deus e também a oportunidade de tocar nessas pedras e fazer orações nelas”.

A "arca da aliança" - será colocada sobre o altar com o objetivo de proporcionar um efeito tridimensional, que, quando aberta, poderá ser observada totalmente em seu interior e também refletirá no batistério, criando a sensação, durante o batismo, de que a pessoa estará se batizando dentro da Arca.

Altar - ladeado por duas colunas chamadas Joaquim e Boaz (sic), terá doze pedras representando as tribos de Israel.

Justificativas e explicações não faltam. Escolas bíblicas para 1,3 mil crianças, estúdios de tevê e rádio, auditórios, estacionamento para mais de mil carros, e ecologicamente correto, não será “apenas um templo”: Macedo aposta que o local se tornará um ponto turístico e cultural, que atrairá pessoas do mundo todo. Ou seja, todo investimento tem que ter retorno.


Qualquer pessoa que já tenha lido a Bíblia algum dia sabe que Davi desejava erguer um templo, pois até sua época a Arca da Aliança era abrigada pelo Tabernáculo, uma estrutura móvel que podia ser transportada para praticamente qualquer lugar. Caberia uma reflexão? Será que o desejo de Deus não seria, talvez, mostrar a Seu povo que Ele não poderia estar restrito a um lugar físico? Os teólogos que nos respondam. O fato concreto é que Deus não permitiu que Davi realizasse essa obra, mas sim Salomão. Lemos em II Crônicas a descrição do edifício. E aí começamos a perceber que esse prédio da IURD não é, como se afirma, uma réplica do templo “de Salomão”; ele é, na verdade, cópia do templo “de Herodes”, mandado construir pelo sanguinário governante dos tempos de Jesus, 800 anos depois do “de Salomão”, e completamente diferente do primeiro.

Uma pesquisa relativamente simples nos mostrará que o projeto não tem nada a ver com o templo “de Salomão”. Falta de informação? Ou divulgação deliberadamente equivocada? “Templo de Salomão” soa bem melhor do que “Templo de Herodes”, convenhamos.

O autor do projeto da IURD é o arquiteto Rogério Silva de Araújo, que, segundo se veiculou, acredita ter seguido à risca as instruções divinas para a construção do Templo. Pura falácia. Segundo a Wikipédia, “o templo [de Salomão] tinha uma planta muito similar à tenda ou tabernáculo que anteriormente servia de centro da adoração ao Deus de Israel. A diferença residia nas dimensões internas do Santo Lugar e do Santo dos Santos ou Santíssimo Lugar, sendo maiores do que as do Tabernáculo. O Santo tinha 60 côvados (27 m) de comprimento, 20 côvados (8,9 m) de largura e, evidentemente, 30 côvados (13,4 m) de altura. (I Reis 6:2) O Santo dos Santos, ou Santíssimo, era um cubo de 20 côvados de lado. (I Reis 6:20; II Crônicas 3:8)” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Templo_de_Salomão). Assim, vemos que o tamanho exagerado do novo prédio já configura um desejo de se sobrepor a outras edificações. Em outras palavras, o sujeito não "seguiu à risca" as determinações bíblicas, mas fez um projeot muito, mas muito maior. Ele acha que o projeto de Deus era pequeno demais, tímido demais, mixuruca demais. O dele é maior, mais glorioso, mais moderno. Coisa do Homem. Carne. Sistema "mundo", kosmos.

Minha modesta opinião é de que não necessitamos de templos, pois nesta dispensação o templo de Deus é o nosso corpo, onde habita o Espírito Santo, cf. I Coríntios 6:19. Deus não habita em templos humanos, como lemos em Atos 7:48-54: mas o Altíssimo não habita em templos feitos por mãos de homens, como diz o profeta: O céu é meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés. Que casa me edificareis, diz o Senhor, ou qual o lugar do meu repouso? Não fez, porventura, a minha mão todas estas coisas? Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; como o fizeram os vossos pais, assim também vós… Ouvindo eles isto, enfureciam-se em seus corações, e rangiam os dentes...

Infelizmente, parece que exigir esse entendimento hoje em dia já é um pouco demais… não se sabe diferenciar nem o Velho Testamento do Novo! A IURD, por exemplo, vem há anos apresentando um "evangelho" baseado em fórmulas, amuletos, objetos, copos de água, vale do sal, jogar pedras em gigantes, enfim, repleto de inovações estranhas ao Evangelho genuíno. Outras "igrejas", embora rejeitem parte desse misticismo, misturam elementos do culto judaico, que não mais se aplica à presente dispensação. Vemos hoje reuniões com levitas, sacerdotes, dízimos, ofertas “alçadas”, “de primícias”, toque de shofar, unção com óleo de diversas procedências e finalidades, até mesmo para “ungir pastores” (a Bíblia ensina que pastor se consagra com imposição de mãos e não com unção com óleo – esta é apenas para enfermos); de modo que até patriarca já tem na igreja evangélica.
Experimentemos tirar todas essas coisas da IURD e outras "igrejas", para ver quem fica e quem sai. Quem desiste da caminhada. Seria ou não um culto com base em elementos externos, sensoriais? Pedras de Israel, Arca da Aliança, e até mesmo o véu que Jesus rasgou! A cristandade como um todo vive hoje no estado de Laodicéia, a última carta de Apocalipse. Rica e abastada – mas o Senhor está à porta, do lado de fora.

Quem tem o Espírito de Deus possui também a mente de Cristo, e com ela o entendimento para diferenciar o Velho do Novo Testamento. No Evangelho cristão não há espaço para templos, dízimos, levitas, sacerdotes, rosa ungida, vale do sal, copo de água benta, vuvuzela de Josué; não há mais a arca nem véu! Nunca houve correntes de sete semanas, peregrinações a Israel, queima de papéis no monte, banho de sete águas, toque de shofar. Não vemos nenhum desses ensinos nos Evangelhos, nas cartas dos Apóstolos (os verdadeiros, não os modernos). É tudo invenção humana! O Evangelho da Nova Aliança não combina com essas coisas. Isso tudo ou é herança do judaísmo ou da umbanda. Evangelho estranho, ou seja: heresia. Voltemos ao Evangelho, mas ao Evangelho puro, sem mistura, sem inovações humanas.

Esse “templo” da IURD nem mesmo é uma igreja: é um ponto turístico, uma atração urbana, uma curiosidade; portanto, um empreendimento comercial, e com isso o cristão não pode concordar. A megalomania tem que ter limites: um dia é superar a Rede Globo, depois a Catedral da Sé ou o Cristo Redentor... chega!

Precisamos de uma nova reforma, que venha abolir todas essas baboseiras. Foi contra essas coisas que homens como Lutero, Calvino, Melanchton, Huss, Wycliffe e muitos outros deram a vida. Homens dos quais, infelizmente, pouco se fala hoje em dia.

Gálatas 1:6 – Estou admirado de que tão depressa estejais desertando daquele que vos chamou na graça de Cristo, para outro evangelho.

Colossenses 2:8 – Tendo cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo.

PS.: as colunas do templo de Salomão se chamavam “Jaquim e Boaz”, e não “Joaquim e Boaz” (II Cr 3:17). Mas... exigir esse entendimento hoje em dia já é um pouco demais…



Fontes: Doa a Quem Doer , Youtube Libertar

Templo de Salomão ou de Herodes?

A Igreja precisa disto?

Chama a atenção o absurdo dessa proposta: a construção do que a Igreja Universal chama de "Templo de Salomão", em São Paulo. Segundo informações do blog do líder da denominação, “bispo” Edir Macedo (http://bispomacedo.com.br/2010/07/15/projeto-do-templo-da-iurd/), o edifício será uma ‘mega-igreja’ para 10.000 pessoas, com 126 metros de comprimento e 104 metros de largura, mais do que um campo de futebol e do que o maior templo católico da cidade, a Catedral da Sé. A altura de 55 metros é quase o dobro do Cristo Redentor, no Rio. Para mais detalhes, veja no endereço do blog. Entretanto, alguns absurdos saltam aos olhos de quem tem olhos para enxergar.
Pedras de Israel – Diz o “bispo” que “vamos revestir as paredes do templo com elas. Nós queremos que as pessoas tenham um lugar bonito par buscar a Deus e também a oportunidade de tocar nessas pedras e fazer orações nelas”.

A "arca da aliança" - será colocada sobre o altar com o objetivo de proporcionar um efeito tridimensional, que, quando aberta, poderá ser observada totalmente em seu interior e também refletirá no batistério, criando a sensação, durante o batismo, de que a pessoa estará se batizando dentro da Arca.

Altar - ladeado por duas colunas chamadas Joaquim e Boaz (sic), terá doze pedras representando as tribos de Israel.

Justificativas e explicações não faltam. Escolas bíblicas para 1,3 mil crianças, estúdios de tevê e rádio, auditórios, estacionamento para mais de mil carros, e ecologicamente correto, não será “apenas um templo”: Macedo aposta que o local se tornará um ponto turístico e cultural, que atrairá pessoas do mundo todo. Ou seja, todo investimento tem que ter retorno.


Qualquer pessoa que já tenha lido a Bíblia algum dia sabe que Davi desejava erguer um templo, pois até sua época a Arca da Aliança era abrigada pelo Tabernáculo, uma estrutura móvel que podia ser transportada para praticamente qualquer lugar. Caberia uma reflexão? Será que o desejo de Deus não seria, talvez, mostrar a Seu povo que Ele não poderia estar restrito a um lugar físico? Os teólogos que nos respondam. O fato concreto é que Deus não permitiu que Davi realizasse essa obra, mas sim Salomão. Lemos em II Crônicas a descrição do edifício. E aí começamos a perceber que esse prédio da IURD não é, como se afirma, uma réplica do templo “de Salomão”; ele é, na verdade, cópia do templo “de Herodes”, mandado construir pelo sanguinário governante dos tempos de Jesus, 800 anos depois do “de Salomão”, e completamente diferente do primeiro.

Uma pesquisa relativamente simples nos mostrará que o projeto não tem nada a ver com o templo “de Salomão”. Falta de informação? Ou divulgação deliberadamente equivocada? “Templo de Salomão” soa bem melhor do que “Templo de Herodes”, convenhamos.

O autor do projeto da IURD é o arquiteto Rogério Silva de Araújo, que, segundo se veiculou, acredita ter seguido à risca as instruções divinas para a construção do Templo. Pura falácia. Segundo a Wikipédia, “o templo [de Salomão] tinha uma planta muito similar à tenda ou tabernáculo que anteriormente servia de centro da adoração ao Deus de Israel. A diferença residia nas dimensões internas do Santo Lugar e do Santo dos Santos ou Santíssimo Lugar, sendo maiores do que as do Tabernáculo. O Santo tinha 60 côvados (27 m) de comprimento, 20 côvados (8,9 m) de largura e, evidentemente, 30 côvados (13,4 m) de altura. (I Reis 6:2) O Santo dos Santos, ou Santíssimo, era um cubo de 20 côvados de lado. (I Reis 6:20; II Crônicas 3:8)” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Templo_de_Salomão). Assim, vemos que o tamanho exagerado do novo prédio já configura um desejo de se sobrepor a outras edificações. Em outras palavras, o sujeito não "seguiu à risca" as determinações bíblicas, mas fez um projeot muito, mas muito maior. Ele acha que o projeto de Deus era pequeno demais, tímido demais, mixuruca demais. O dele é maior, mais glorioso, mais moderno. Coisa do Homem. Carne. Sistema "mundo", kosmos.

Minha modesta opinião é de que não necessitamos de templos, pois nesta dispensação o templo de Deus é o nosso corpo, onde habita o Espírito Santo, cf. I Coríntios 6:19. Deus não habita em templos humanos, como lemos em Atos 7:48-54: mas o Altíssimo não habita em templos feitos por mãos de homens, como diz o profeta: O céu é meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés. Que casa me edificareis, diz o Senhor, ou qual o lugar do meu repouso? Não fez, porventura, a minha mão todas estas coisas? Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; como o fizeram os vossos pais, assim também vós… Ouvindo eles isto, enfureciam-se em seus corações, e rangiam os dentes...

Infelizmente, parece que exigir esse entendimento hoje em dia já é um pouco demais… não se sabe diferenciar nem o Velho Testamento do Novo! A IURD, por exemplo, vem há anos apresentando um "evangelho" baseado em fórmulas, amuletos, objetos, copos de água, vale do sal, jogar pedras em gigantes, enfim, repleto de inovações estranhas ao Evangelho genuíno. Outras "igrejas", embora rejeitem parte desse misticismo, misturam elementos do culto judaico, que não mais se aplica à presente dispensação. Vemos hoje reuniões com levitas, sacerdotes, dízimos, ofertas “alçadas”, “de primícias”, toque de shofar, unção com óleo de diversas procedências e finalidades, até mesmo para “ungir pastores” (a Bíblia ensina que pastor se consagra com imposição de mãos e não com unção com óleo – esta é apenas para enfermos); de modo que até patriarca já tem na igreja evangélica.
Experimentemos tirar todas essas coisas da IURD e outras "igrejas", para ver quem fica e quem sai. Quem desiste da caminhada. Seria ou não um culto com base em elementos externos, sensoriais? Pedras de Israel, Arca da Aliança, e até mesmo o véu que Jesus rasgou! A cristandade como um todo vive hoje no estado de Laodicéia, a última carta de Apocalipse. Rica e abastada – mas o Senhor está à porta, do lado de fora.

Quem tem o Espírito de Deus possui também a mente de Cristo, e com ela o entendimento para diferenciar o Velho do Novo Testamento. No Evangelho cristão não há espaço para templos, dízimos, levitas, sacerdotes, rosa ungida, vale do sal, copo de água benta, vuvuzela de Josué; não há mais a arca nem véu! Nunca houve correntes de sete semanas, peregrinações a Israel, queima de papéis no monte, banho de sete águas, toque de shofar. Não vemos nenhum desses ensinos nos Evangelhos, nas cartas dos Apóstolos (os verdadeiros, não os modernos). É tudo invenção humana! O Evangelho da Nova Aliança não combina com essas coisas. Isso tudo ou é herança do judaísmo ou da umbanda. Evangelho estranho, ou seja: heresia. Voltemos ao Evangelho, mas ao Evangelho puro, sem mistura, sem inovações humanas.

Esse “templo” da IURD nem mesmo é uma igreja: é um ponto turístico, uma atração urbana, uma curiosidade; portanto, um empreendimento comercial, e com isso o cristão não pode concordar. A megalomania tem que ter limites: um dia é superar a Rede Globo, depois a Catedral da Sé ou o Cristo Redentor... chega!

Precisamos de uma nova reforma, que venha abolir todas essas baboseiras. Foi contra essas coisas que homens como Lutero, Calvino, Melanchton, Huss, Wycliffe e muitos outros deram a vida. Homens dos quais, infelizmente, pouco se fala hoje em dia.

Gálatas 1:6 – Estou admirado de que tão depressa estejais desertando daquele que vos chamou na graça de Cristo, para outro evangelho.

Colossenses 2:8 – Tendo cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo.

PS.: as colunas do templo de Salomão se chamavam “Jaquim e Boaz”, e não “Joaquim e Boaz” (II Cr 3:17). Mas... exigir esse entendimento hoje em dia já é um pouco demais…



Fontes: Doa a Quem Doer , Youtube Libertar

No vídeo abaixo, inspirada nos ensinamentos do cristo cósmico Baha’u’llah sobre o fim de toda forma preconceito, a eurodeputada Ana Gomes sugere que a União Européia assuma o controle da diversidade cultural no mundo:

A diversidade cultural é conhecida na forma jurídica como “Direitos humanos Universais”, um documento da ONU que tenta implantar a diversidade de Baha’u’llah, mas ainda não possui uma base sólida ou mesmo conseguiu descobrir um método universalista. Esta corrente filosófica acredita em um fator comum para unificar as religiões, porém através da razão.

Essa idéia de colocar a União Européia no centro do universo não é nova e um dos filósofos responsáveis pelo eurocentrismo foi Emmanuel Kant, mas quando se lê um pouco de sua obra dá para entender que tipo de eurocentrismo estamos próximos. Abaixo segue dois trechos da criatura:

Veja a percepção de Kant sobre os europeus:

“Na minha opinião, escreve Kant, entre os povos do nosso continente, os italianos e os franceses são aqueles que se distinguem pelo sentimento do belo; já os alemães, os ingleses e espanhóis, pelo sentimento de sublime [...] O espanhol é sério, reservado e sincero [...] O francês possui um sentimento dominante para o belo moral. É cortês, atencioso e amável [...] No início de qualquer relação o inglês é frio, mantendo-se indiferente a todo estranho. Possui pouca inclinação a pequenas delicadezas; todavia, tão logo é um amigo, se dispõe a grandes favores [...] O alemão no amor, tanto quanto nas outras espécies de gosto, é assaz metódico, e, unindo o belo e o nobre, é suficientemente frio no sentimento de ambos para ocupar a mente com considerações acerca do decoro, do luxo ou daquilo que chama a atenção [...]” (KANT, 1993, pág. 65-70)

E agora sobre os negros:

“Os negros da África não possuem, por natureza, nenhum sentimento que se eleve acima do ridículo. O senhor Hume desafia qualquer um a citar um único exemplo em que um Negro tenha mostrado talentos, e afirma: dentre os milhões de pretos que foram deportados de seus países, não obstante muitos deles terem sido postos em liberdade, não se encontrou um único sequer que apresentasse algo grandioso na arte ou na ciência(…) Os negros são muito vaidosos, mas à sua própria maneira, e tão matraqueadores, que se deve dispersá-los a pauladas.” (KANT, 1993: pág. 75-76)

Traduzindo para o contexto Bíblico, essa deputada acabou de sugerir uma das funções da besta de 10 chifres que é zelar pelos direitos humanos, porém as escrituras nos mostram um reino dividido entre o forte e o fraco. Os fracos como vimos serão os povos do terceiro mundo (Brasil, África…) .

“E, quanto ao que viste dos pés e dos dedos, em parte de barro de oleiro, e em parte de ferro, isso será um reino dividido; contudo haverá nele alguma coisa da firmeza do ferro, pois viste o ferro misturado com barro de lodo.” (Daniel 2 : 41)

Como uma ideologia racista européia pode ter o controle sobre os direitos humanos? Infelizmente é isso que acontecerá, pois a “perfeição européia”, através dos direitos humanos acabará muito mais exterminando o que não é belo (a parte de barro) para eles. Por isso, vamos acompanhar melhor essa nova forma de racismo que substitui o conceito de raça por cultura. É por isso que ofender a raça negra está se tornando rotina (seja por cotas raciais ou ofensas públicas).

Até quando a comunidade Bahá’i vai demorar para entender os erros de Baha’u’llah? O bahaismo sempre será adaptável seja pela filosofia, maçonaria e até mesmo falsos cristãos. O que essa senhora fez no parlamento foi um absurdo, uma falta de ética, especialmente no que se diz na questão do conhecimento, pois deveria prestar mais atenção no genocídio filosófico europeu com ar de caridade como nas citações acima e nessa:

“Entre os selvagens, os fracos de corpo e mente são logo eliminados. Nós, civilizados, fazemos o possível para evitar essa eliminação; construímos asilos para os imbecis, os aleijados, os doentes; instituímos leis para proteger os pobres… Isso é altamente prejudicial à raça humana.”, Charles Darwin.



Fontes: Apocalipse Total , Portal.MJ

Eurodeputada quer União Européia controlando a diversidade cultural

No vídeo abaixo, inspirada nos ensinamentos do cristo cósmico Baha’u’llah sobre o fim de toda forma preconceito, a eurodeputada Ana Gomes sugere que a União Européia assuma o controle da diversidade cultural no mundo:

A diversidade cultural é conhecida na forma jurídica como “Direitos humanos Universais”, um documento da ONU que tenta implantar a diversidade de Baha’u’llah, mas ainda não possui uma base sólida ou mesmo conseguiu descobrir um método universalista. Esta corrente filosófica acredita em um fator comum para unificar as religiões, porém através da razão.

Essa idéia de colocar a União Européia no centro do universo não é nova e um dos filósofos responsáveis pelo eurocentrismo foi Emmanuel Kant, mas quando se lê um pouco de sua obra dá para entender que tipo de eurocentrismo estamos próximos. Abaixo segue dois trechos da criatura:

Veja a percepção de Kant sobre os europeus:

“Na minha opinião, escreve Kant, entre os povos do nosso continente, os italianos e os franceses são aqueles que se distinguem pelo sentimento do belo; já os alemães, os ingleses e espanhóis, pelo sentimento de sublime [...] O espanhol é sério, reservado e sincero [...] O francês possui um sentimento dominante para o belo moral. É cortês, atencioso e amável [...] No início de qualquer relação o inglês é frio, mantendo-se indiferente a todo estranho. Possui pouca inclinação a pequenas delicadezas; todavia, tão logo é um amigo, se dispõe a grandes favores [...] O alemão no amor, tanto quanto nas outras espécies de gosto, é assaz metódico, e, unindo o belo e o nobre, é suficientemente frio no sentimento de ambos para ocupar a mente com considerações acerca do decoro, do luxo ou daquilo que chama a atenção [...]” (KANT, 1993, pág. 65-70)

E agora sobre os negros:

“Os negros da África não possuem, por natureza, nenhum sentimento que se eleve acima do ridículo. O senhor Hume desafia qualquer um a citar um único exemplo em que um Negro tenha mostrado talentos, e afirma: dentre os milhões de pretos que foram deportados de seus países, não obstante muitos deles terem sido postos em liberdade, não se encontrou um único sequer que apresentasse algo grandioso na arte ou na ciência(…) Os negros são muito vaidosos, mas à sua própria maneira, e tão matraqueadores, que se deve dispersá-los a pauladas.” (KANT, 1993: pág. 75-76)

Traduzindo para o contexto Bíblico, essa deputada acabou de sugerir uma das funções da besta de 10 chifres que é zelar pelos direitos humanos, porém as escrituras nos mostram um reino dividido entre o forte e o fraco. Os fracos como vimos serão os povos do terceiro mundo (Brasil, África…) .

“E, quanto ao que viste dos pés e dos dedos, em parte de barro de oleiro, e em parte de ferro, isso será um reino dividido; contudo haverá nele alguma coisa da firmeza do ferro, pois viste o ferro misturado com barro de lodo.” (Daniel 2 : 41)

Como uma ideologia racista européia pode ter o controle sobre os direitos humanos? Infelizmente é isso que acontecerá, pois a “perfeição européia”, através dos direitos humanos acabará muito mais exterminando o que não é belo (a parte de barro) para eles. Por isso, vamos acompanhar melhor essa nova forma de racismo que substitui o conceito de raça por cultura. É por isso que ofender a raça negra está se tornando rotina (seja por cotas raciais ou ofensas públicas).

Até quando a comunidade Bahá’i vai demorar para entender os erros de Baha’u’llah? O bahaismo sempre será adaptável seja pela filosofia, maçonaria e até mesmo falsos cristãos. O que essa senhora fez no parlamento foi um absurdo, uma falta de ética, especialmente no que se diz na questão do conhecimento, pois deveria prestar mais atenção no genocídio filosófico europeu com ar de caridade como nas citações acima e nessa:

“Entre os selvagens, os fracos de corpo e mente são logo eliminados. Nós, civilizados, fazemos o possível para evitar essa eliminação; construímos asilos para os imbecis, os aleijados, os doentes; instituímos leis para proteger os pobres… Isso é altamente prejudicial à raça humana.”, Charles Darwin.



Fontes: Apocalipse Total , Portal.MJ

Fonte da imagem: Facebook
Por Fabrízia Ribeiro

O principal objetivo da organização ao buscar a instalação do monumento é exercer e expressar a liberdade religiosa no país

Em dezembro de 2013, o grupo religioso The Satanic Temple – baseado em Nova York – deu início a uma campanha de crowdfunding para reunir fundos para construir um monumento público para ser instalado no Capitólio da cidade de Oklahoma, nos Estados Unidos. Em pouco mais de um mês, a campanha – que tinha como meta alcançar 20 mil dólares – conseguiu bater a marca de 28 mil dólares.

Na página do Indiegogo, Lucien Greaves, o responsável pela campanha, comenta que a estátua é um monumento histórico e importante para a diversidade religiosa, cujo “propósito é complementar e contrastar com o monumento dos Dez Mandamentos que já se encontra ao norte do prédio”.

O polêmico monumento citado por Greaves foi instalado em 2012, tendo sido doado à Comissão de Preservação do Capitólio de Oklahoma pelo político republicano Mike Ritze, que usou o próprio dinheiro para custear a peça. Seguindo a mesma lógica, o Satanic Temple também pretende doar sua estátua para o órgão estadual. “Se eles abriram a porta para um, abriram para todos”, comenta o responsável pelo grupo.

Desde que o projeto teve seu financiamento aprovado, um artista especializado em esculturas clássicas está trabalhando em Nova York. O monumento deve trazer a figura de Baphomet acompanhado de duas crianças que o admiram sentado sob um pentagrama invertido. A estátua – que deve ser finalizada dentro de alguns meses – terá mais de dois metros de altura e será revestida em bronze.

Não é nem preciso comentar que o projeto se transformou em uma grande polêmica e repercutiu na mídia internacional, dividindo opiniões e arrancando reações calorosas de muitas pessoas. Mas mesmo com todo o debate que a estátua suscitou, o grupo espera conseguir ter sua doação aprovada e finalmente instalar o monumento na cidade.

Referência: Facebook The Satanic Temple


Fonte: Mega Curioso  , Los Angeles Times

Grupo satânico pretende levantar uma estátua de Baphomet nos Estados Unidos

Fonte da imagem: Facebook
Por Fabrízia Ribeiro

O principal objetivo da organização ao buscar a instalação do monumento é exercer e expressar a liberdade religiosa no país

Em dezembro de 2013, o grupo religioso The Satanic Temple – baseado em Nova York – deu início a uma campanha de crowdfunding para reunir fundos para construir um monumento público para ser instalado no Capitólio da cidade de Oklahoma, nos Estados Unidos. Em pouco mais de um mês, a campanha – que tinha como meta alcançar 20 mil dólares – conseguiu bater a marca de 28 mil dólares.

Na página do Indiegogo, Lucien Greaves, o responsável pela campanha, comenta que a estátua é um monumento histórico e importante para a diversidade religiosa, cujo “propósito é complementar e contrastar com o monumento dos Dez Mandamentos que já se encontra ao norte do prédio”.

O polêmico monumento citado por Greaves foi instalado em 2012, tendo sido doado à Comissão de Preservação do Capitólio de Oklahoma pelo político republicano Mike Ritze, que usou o próprio dinheiro para custear a peça. Seguindo a mesma lógica, o Satanic Temple também pretende doar sua estátua para o órgão estadual. “Se eles abriram a porta para um, abriram para todos”, comenta o responsável pelo grupo.

Desde que o projeto teve seu financiamento aprovado, um artista especializado em esculturas clássicas está trabalhando em Nova York. O monumento deve trazer a figura de Baphomet acompanhado de duas crianças que o admiram sentado sob um pentagrama invertido. A estátua – que deve ser finalizada dentro de alguns meses – terá mais de dois metros de altura e será revestida em bronze.

Não é nem preciso comentar que o projeto se transformou em uma grande polêmica e repercutiu na mídia internacional, dividindo opiniões e arrancando reações calorosas de muitas pessoas. Mas mesmo com todo o debate que a estátua suscitou, o grupo espera conseguir ter sua doação aprovada e finalmente instalar o monumento na cidade.

Referência: Facebook The Satanic Temple


Fonte: Mega Curioso  , Los Angeles Times

O megatemplo vetará a entrada de aparelhos eletrônicos, de pessoas com roupas curtas, óculos escuros e bonés

A Igreja Universal do Reino de Deus está contando os dias para a inauguração de sua réplica do Templo de Salomão, megatemplo construído no bairro do Brás, em São Paulo.

Por ter capacidade para apenas 10 mil pessoas, a denominação liderada pelo bispo Edir Macedo divulgou um vídeo com algumas regras importantes para quem quer conhecer o espaço, que deve ser aberto no mês de junho deste ano.

No vídeo a igreja afirma que o espaço “é um lugar sagrado” e que as regras servem para respeitar a Casa de Deus e os outros visitantes, fazendo alertas sobre as regras para visitação, mostrando que o templo não estará aberto para quaisquer pessoas nesses primeiros meses de funcionamento.

“Nos primeiros meses de inauguração, o acesso aos cultos será através de caravanas que sairão de todas as Igrejas Universal”, diz o locutor ao mostrar a primeira regra.

A segunda regra fala sobre a vestimenta ideal para poder frequentar os cultos do Templo de Salomão. As mulheres que desejarem conhecer o megatemplo devem evitar o uso de minissaias e roupas curtas ou sensuais. Os homens não podem usar bermudas ou uniformes de clubes esportivos ou outras instituições. Também está proibido o uso de chinelos, camisetas sem mangas, bonés e óculos escuros.

“Vista-se como faria se fosse encontrar socialmente uma pessoa importante”, diz o vídeo.

Antes de entrar os visitantes serão revistados, pois aparelhos de áudio, vídeo, telefones ou aparelhos de captação de dados, incluindo smartphones estão proibidos mesmo que desligados. Haverá um local fora do templo para guardá-los.

Para manter a ordem, as portas do templo serão fechadas cinco minutos antes do início de cada reunião, quem estiver atrasado não poderá entrar.

O vídeo adverte os frequentadores a não conversarem durante a permanência dentro do templo, pedindo reverência e respeito ao culto. Não se pode guardar lugar para amigos ou familiares e as crianças menores de 10 anos serão direcionadas para a escola bíblica infanto-juvenil do Templo de Salomão.

Ao justificar as regras, a liderança da IURD lembra que na Bíblia apenas os sacerdotes podiam entrar no templo e que para isso eles precisavam se purificar.

“Tenha cuidado quando for ao templo. Não ofereça o seu sacrifício como fazem os tolos, que nem sabem que não estão fazendo isso da maneira certa. Vá pronto para ouvir e obedecer a Deus.”

Veja o vídeo com todas as regras para entrar no Templo de Salomão:



Fonte: Gospel Prime , Eclésia , IURD Tube

Igreja Universal divulga regras para entrar no Templo de Salomão

O megatemplo vetará a entrada de aparelhos eletrônicos, de pessoas com roupas curtas, óculos escuros e bonés

A Igreja Universal do Reino de Deus está contando os dias para a inauguração de sua réplica do Templo de Salomão, megatemplo construído no bairro do Brás, em São Paulo.

Por ter capacidade para apenas 10 mil pessoas, a denominação liderada pelo bispo Edir Macedo divulgou um vídeo com algumas regras importantes para quem quer conhecer o espaço, que deve ser aberto no mês de junho deste ano.

No vídeo a igreja afirma que o espaço “é um lugar sagrado” e que as regras servem para respeitar a Casa de Deus e os outros visitantes, fazendo alertas sobre as regras para visitação, mostrando que o templo não estará aberto para quaisquer pessoas nesses primeiros meses de funcionamento.

“Nos primeiros meses de inauguração, o acesso aos cultos será através de caravanas que sairão de todas as Igrejas Universal”, diz o locutor ao mostrar a primeira regra.

A segunda regra fala sobre a vestimenta ideal para poder frequentar os cultos do Templo de Salomão. As mulheres que desejarem conhecer o megatemplo devem evitar o uso de minissaias e roupas curtas ou sensuais. Os homens não podem usar bermudas ou uniformes de clubes esportivos ou outras instituições. Também está proibido o uso de chinelos, camisetas sem mangas, bonés e óculos escuros.

“Vista-se como faria se fosse encontrar socialmente uma pessoa importante”, diz o vídeo.

Antes de entrar os visitantes serão revistados, pois aparelhos de áudio, vídeo, telefones ou aparelhos de captação de dados, incluindo smartphones estão proibidos mesmo que desligados. Haverá um local fora do templo para guardá-los.

Para manter a ordem, as portas do templo serão fechadas cinco minutos antes do início de cada reunião, quem estiver atrasado não poderá entrar.

O vídeo adverte os frequentadores a não conversarem durante a permanência dentro do templo, pedindo reverência e respeito ao culto. Não se pode guardar lugar para amigos ou familiares e as crianças menores de 10 anos serão direcionadas para a escola bíblica infanto-juvenil do Templo de Salomão.

Ao justificar as regras, a liderança da IURD lembra que na Bíblia apenas os sacerdotes podiam entrar no templo e que para isso eles precisavam se purificar.

“Tenha cuidado quando for ao templo. Não ofereça o seu sacrifício como fazem os tolos, que nem sabem que não estão fazendo isso da maneira certa. Vá pronto para ouvir e obedecer a Deus.”

Veja o vídeo com todas as regras para entrar no Templo de Salomão:



Fonte: Gospel Prime , Eclésia , IURD Tube

Resumo: A diversidade cultural, tema muito utilizado nas escolas por ordem da UNESCO, abrange uma reforma mundial nas áreas sociais, políticas, econômicas e religiosas; porém o seu conceito vai muito além do respeito e abre caminho para a implantação da cidadania mundial de uma forma violenta.

Desde que foi criada a “Declaração Mundial da Diversidade Cultural” pela UNESCO em 2002, a escolas se transformaram em fábrica de agentes facilitadores da nova ordem mundial de Baha’u’llah. O conceito de racismo de cor, por exemplo, é substituído por formas de soluções para os problemas de etnia (grupos humanos que compartilham mesmos conceitos), ou seja, a diversidade cultural omite o racismo em nome do bem comum. É por isso que a cada dia a televisão tenta ensinar os telespectadores a considerar algo natural quando um jogador de futebol negro é chamado de macaco, por exemplo: O árbitro venezuelano José Argote considerou normal ser chamado de macaco durante um jogo.

A palavra diversidade cultural nos dias atuais está relacionada a etnia e não a qualquer manifestação de cultura ou arte de um povo, ou seja, dentro dela fazem parte manifestações religiosas místicas, políticas de saúde pública e uma série de idéias que compartilham algo em comum, como por exemplo a agenda da diversidade gay. Dessa forma, a ONU-UNESCO-BANCO MUNDIAL, FMI e a comunidade Bahá’i tem criado uma linha de empréstimos para que cada país tente achar uma forma de conviver com todas as diferenças culturais étnicas. A busca por essa convivência entre os bizarros recebe o nome de cidadania mundial:

“A cidadania mundial engloba os princípios de justiça social e econômica, entre as nações e dentro das mesmas; a tomada de decisões de maneira cooperativa em todos os níveis da sociedade; a igualdade dos sexos; a harmonia racial, étnica, nacional e religiosa; e, a disposição de sacrificar-se pelo bem comum….” (Comunidade Bahá’i)


Entende-se por sacrifício em nome do bem comum a exterminação de todas as pessoas que se opõem a essa tal cidadania mundial É aqui que um ritual tão bárbaro do passado voltando a ser praticado em nome da diversidade cultural como a degolação (Apocalipse 20:4). Podemos usar como exemplo o islã. Em uma nova notícia recente, os Xiitas do Irã retornaram com a profecia sobre o Imã Mahdi (link nas referências). Dessa vez o cristo da nova era (mal sabem ele que é Baha’’u’llah), através de seu executivo mundial, usará o islã para degolar os líderes ocidentais, mais adiante nesse texto a notícia é corrigida e adicionaram todos os infiéis. Afinal, trata-se de um costume do Islã degolar e enforcar pessoas. Isso também se transformará em diversidade cultural em um mundo etupidamente globalizado e deve ser respeitado.

Ora, o verdadeiro cristianismo vai praticamente contra muitos dos princípios da diversidade cultural como: religiões esotéricas, ecumenismo, agenda gay, ecumenismo, culto a mãe gaya… O cristianismo atrapalhará também a criação do idioma universal e o governo do cristo cósmico terá mais um motivo para usar a diversidade do islã no futuro. Observe que os ítens tribo, língua e nação estão totalmente ligados a cidadania mundial e a diversidade cultural (tribo e língua= etnia / nação=raça) , dessa forma o reinado de Baha’u'llah usará leis globais que serão criadas:

“E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação.” (Apocalipse 13 : 7)

Matérias como geografia, sociologia e filosofia estão sendo usadas nas escolas com essa meta. Dessa forma, prepara-se o futuro cidadão na cidadania mundial e na diversidade para cooperar e entregar qualquer um que se opor ao sistema. É principalmente na diversidade religiosa e na agenda gay que o bahaismo tem conseguido aliados contra o verdadeiro cristianismo. É claro que devemos respeitar as pessoas pelos seus sotaques e alguns costumes, mas tudo sobre o ponto de vista Bíblico.

Referências:

http://statements.bahai.org/add/95-0303port.htm

http://statements.bahai.org/add/93-0614port.htm

http://www.timeanddate.com/holidays/un/world-day-cultural-diversity-dialogue

http://www.examiner.com/article/iranian-muslim-leader-the-returning-messiah-will-behead-the-western-leaders?cid=rsshttp://www.examiner.com/article/iranian-muslim-leader-the-returning-messiah-will-behead-the-western-leaders?cid=rss

Fonte: Apocalipse Total

Diversidade cultural e a cidadania mundial

Resumo: A diversidade cultural, tema muito utilizado nas escolas por ordem da UNESCO, abrange uma reforma mundial nas áreas sociais, políticas, econômicas e religiosas; porém o seu conceito vai muito além do respeito e abre caminho para a implantação da cidadania mundial de uma forma violenta.

Desde que foi criada a “Declaração Mundial da Diversidade Cultural” pela UNESCO em 2002, a escolas se transformaram em fábrica de agentes facilitadores da nova ordem mundial de Baha’u’llah. O conceito de racismo de cor, por exemplo, é substituído por formas de soluções para os problemas de etnia (grupos humanos que compartilham mesmos conceitos), ou seja, a diversidade cultural omite o racismo em nome do bem comum. É por isso que a cada dia a televisão tenta ensinar os telespectadores a considerar algo natural quando um jogador de futebol negro é chamado de macaco, por exemplo: O árbitro venezuelano José Argote considerou normal ser chamado de macaco durante um jogo.

A palavra diversidade cultural nos dias atuais está relacionada a etnia e não a qualquer manifestação de cultura ou arte de um povo, ou seja, dentro dela fazem parte manifestações religiosas místicas, políticas de saúde pública e uma série de idéias que compartilham algo em comum, como por exemplo a agenda da diversidade gay. Dessa forma, a ONU-UNESCO-BANCO MUNDIAL, FMI e a comunidade Bahá’i tem criado uma linha de empréstimos para que cada país tente achar uma forma de conviver com todas as diferenças culturais étnicas. A busca por essa convivência entre os bizarros recebe o nome de cidadania mundial:

“A cidadania mundial engloba os princípios de justiça social e econômica, entre as nações e dentro das mesmas; a tomada de decisões de maneira cooperativa em todos os níveis da sociedade; a igualdade dos sexos; a harmonia racial, étnica, nacional e religiosa; e, a disposição de sacrificar-se pelo bem comum….” (Comunidade Bahá’i)


Entende-se por sacrifício em nome do bem comum a exterminação de todas as pessoas que se opõem a essa tal cidadania mundial É aqui que um ritual tão bárbaro do passado voltando a ser praticado em nome da diversidade cultural como a degolação (Apocalipse 20:4). Podemos usar como exemplo o islã. Em uma nova notícia recente, os Xiitas do Irã retornaram com a profecia sobre o Imã Mahdi (link nas referências). Dessa vez o cristo da nova era (mal sabem ele que é Baha’’u’llah), através de seu executivo mundial, usará o islã para degolar os líderes ocidentais, mais adiante nesse texto a notícia é corrigida e adicionaram todos os infiéis. Afinal, trata-se de um costume do Islã degolar e enforcar pessoas. Isso também se transformará em diversidade cultural em um mundo etupidamente globalizado e deve ser respeitado.

Ora, o verdadeiro cristianismo vai praticamente contra muitos dos princípios da diversidade cultural como: religiões esotéricas, ecumenismo, agenda gay, ecumenismo, culto a mãe gaya… O cristianismo atrapalhará também a criação do idioma universal e o governo do cristo cósmico terá mais um motivo para usar a diversidade do islã no futuro. Observe que os ítens tribo, língua e nação estão totalmente ligados a cidadania mundial e a diversidade cultural (tribo e língua= etnia / nação=raça) , dessa forma o reinado de Baha’u'llah usará leis globais que serão criadas:

“E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação.” (Apocalipse 13 : 7)

Matérias como geografia, sociologia e filosofia estão sendo usadas nas escolas com essa meta. Dessa forma, prepara-se o futuro cidadão na cidadania mundial e na diversidade para cooperar e entregar qualquer um que se opor ao sistema. É principalmente na diversidade religiosa e na agenda gay que o bahaismo tem conseguido aliados contra o verdadeiro cristianismo. É claro que devemos respeitar as pessoas pelos seus sotaques e alguns costumes, mas tudo sobre o ponto de vista Bíblico.

Referências:

http://statements.bahai.org/add/95-0303port.htm

http://statements.bahai.org/add/93-0614port.htm

http://www.timeanddate.com/holidays/un/world-day-cultural-diversity-dialogue

http://www.examiner.com/article/iranian-muslim-leader-the-returning-messiah-will-behead-the-western-leaders?cid=rsshttp://www.examiner.com/article/iranian-muslim-leader-the-returning-messiah-will-behead-the-western-leaders?cid=rss

Fonte: Apocalipse Total

A tradição de caça entre os norte-americanos e a cultura de exercer o direito à posse de armas tornou-se uma ferramenta de atração a fiéis da Primeira Igreja Batista de Lone Walk, no Kentucky.
Num vídeo de 30 segundos, o pastor e caçador Chuck McAlister convida os fiéis para um evento nada convencional: a Celebração da Segunda Emenda, onde será distribuído um jantar para os 1000 primeiros fiéis a comparecerem e o sorteio de 25 armas de fogo.

A Segunda Emenda é um dispositivo da Constituição dos Estados Unidos que dá ao povo o direito à posse de armas de fogo em suas casas. Essa emenda foi aprovada em 1791 “como um direito auxiliar, de apoio aos direitos naturais de autodefesa e resistência à opressão e ao dever cívico de agir coletivamente na defesa do Estado”, segundo a Wikipedia.
Atualmente, o pastor McAlister atua como líder evangelístico da Convenção Batista do Kentucky, e acredita que a estratégia atrairá os jovens “sem igreja” que são apaixonados por caça.

“Nós temos expectativa de que o número de homens sem igreja que vai aparecer será na proporção direta ao número de armas que você doar”, disse o pastor ao Courier-Journal. Ele afirma que em 50 eventos semelhantes realizado em 2013, aproximadamente 1.678 pessoas se converteram e fizeram suas “profissões de fé”.

Nem todas as igrejas da Convenção Batista do estado aprovam a tática. O pastor Joe Phelps, titular da Igreja Batista Independente Highland, em Louisville, criticou a ideia: “É uma ironia usar armas para atrair os homens para ouvir uma mensagem sobre Jesus, que disse: ‘Tirai a espada’”.

Entretanto, McAlister defende-se das críticas afirmando que sua estratégia baseia-se no “evangelismo de afinidade” a partir do interesse pela caça: “Nós vamos lá arrotar, coçar e falar sobre o direito de portar armas e essas coisas”, disse ele, acrescentando: “Há apenas um caminho para conhecer o Deus que fez os grandes ao ar livre, e que é através de seu filho, Jesus Cristo”.

Assista à convocação do pastor Chuck McAlister:



Fontes: Notícias Gospel Mais , Pronto Luke

Igreja distribui armas de fogo para atrair jovens apaixonados por caça

A tradição de caça entre os norte-americanos e a cultura de exercer o direito à posse de armas tornou-se uma ferramenta de atração a fiéis da Primeira Igreja Batista de Lone Walk, no Kentucky.
Num vídeo de 30 segundos, o pastor e caçador Chuck McAlister convida os fiéis para um evento nada convencional: a Celebração da Segunda Emenda, onde será distribuído um jantar para os 1000 primeiros fiéis a comparecerem e o sorteio de 25 armas de fogo.

A Segunda Emenda é um dispositivo da Constituição dos Estados Unidos que dá ao povo o direito à posse de armas de fogo em suas casas. Essa emenda foi aprovada em 1791 “como um direito auxiliar, de apoio aos direitos naturais de autodefesa e resistência à opressão e ao dever cívico de agir coletivamente na defesa do Estado”, segundo a Wikipedia.
Atualmente, o pastor McAlister atua como líder evangelístico da Convenção Batista do Kentucky, e acredita que a estratégia atrairá os jovens “sem igreja” que são apaixonados por caça.

“Nós temos expectativa de que o número de homens sem igreja que vai aparecer será na proporção direta ao número de armas que você doar”, disse o pastor ao Courier-Journal. Ele afirma que em 50 eventos semelhantes realizado em 2013, aproximadamente 1.678 pessoas se converteram e fizeram suas “profissões de fé”.

Nem todas as igrejas da Convenção Batista do estado aprovam a tática. O pastor Joe Phelps, titular da Igreja Batista Independente Highland, em Louisville, criticou a ideia: “É uma ironia usar armas para atrair os homens para ouvir uma mensagem sobre Jesus, que disse: ‘Tirai a espada’”.

Entretanto, McAlister defende-se das críticas afirmando que sua estratégia baseia-se no “evangelismo de afinidade” a partir do interesse pela caça: “Nós vamos lá arrotar, coçar e falar sobre o direito de portar armas e essas coisas”, disse ele, acrescentando: “Há apenas um caminho para conhecer o Deus que fez os grandes ao ar livre, e que é através de seu filho, Jesus Cristo”.

Assista à convocação do pastor Chuck McAlister:



Fontes: Notícias Gospel Mais , Pronto Luke

Por: Eguinaldo Hélio Souza

Medo, não. Tenho pavor. Se a paz mundial fosse natural ela já teria acontecido. A guerra, local e global é uma constante histórica e se nem sempre se traduz em conflito bélico se perpetua por outros meios. Sua raiz não está nos tipos de governo que são estabelecidos. Estão no próprio ser humano, que não pode conviver com Deus, consigo mesmo e com seu próximo. As guerras começam no âmago do homem decaído e se expandem entre os povos e as nações. Donde vêm as guerras e pelejas entre vós? Porventura, não vêm disto, a saber, dos vossos deleites, que nos vossos membros guerreiam? (Tiago 4.1).

Há conferências de paz, há discursos pela paz, há organizações trabalhando por essa “paz”. Só não há paz de fato, nunca houve. E quando houve paz, ela não nasceu de entendimentos harmônicos entre os grupos conflitantes. Muito pelo contrário. Ela nasceu da imposição de grupos mais fortes sobre os grupos mais fracos.

O que foi a Pax Romana? Não foi o fruto da transformação do coração humano. Foi uma unidade criada através de domínio e da imposição. Os povos ao redor do Mediterrâneo pararam de lutar entre si, não porque de fato queriam paz, mas porque um Império Universal, como lhe chamou Arnold Toynbee, impôs essa paz. Em diferentes espaços geográficos e em diferentes tempos históricos, esses Impérios Universais de Toynbee tiveram lugar. Unidades de povos foram criadas pela força, não pela consciência. Ninguém ousava contestar o poder central porque isso significava destruição.

O que seria a Pax Mundial, senão uma unidade nascida da imposição tirânica de um Governo Mundial, forçada sobre o mundo inteiro e pronta para aniquilar qualquer um que se oponha a ele? Ou alguém acredita que em algum momento os cabeças das nações simplesmente concordarão em tudo e se unirão pelos laços de fraternidade e amor? Utopia. Essa unidade mundial pode até nascer de consensos, mas só pode se perpetuar pela força, e força brutal e impiedosa.

Ficção? Não, a Pax Mundial nesses termos é um discurso silencioso que tem fluído da mente de pensadores eminentes, que conhecem a história e conhecem o mundo em que vivem. E que não conhecem Deus, portanto, não esperam Dele a paz, mas acreditam que sistemas políticos e estruturas humanas podem produzir tal mundo pacífico através desse governo mundial.

A sociedade do futuro, foi um livro de Arnold Toynbee, filósofo e historiador, escrito há mais de quarenta anos, em 1971. Algumas ideias nele expostas são ideias compartilhadas por muitos pensadores. Alguns trechos dessa obra demonstram que o conceito da Pax Mundial está bem arraigado nessas mentes:

Os governantes de cada Estado soberano terão de renunciar a sua soberania local para se submeterem a uma soberania superior de um governo literalmente mundial. [grifo meu]

Entretanto, creio numa possibilidade real de que no próximo capítulo da história mundial tenhamos de nos submetera um governo autoritário [tirânico?] se quisermos continuar a viver.

E talvez o texto mais sinistro de todos:

Imagino o mundo integrado e em paz no ano 2.000 através de uma ditadura que não hesitaria em matar ou torturar aqueles que, no seu entender, constituíssem uma ameaça à aceitação passiva de sua autoridade absoluta. Podemos prever o provável caráter de uma futura ditadura mundial a partir dos atuais regimes existentes na Grécia, África do Sul, Rodésia e União Soviética e dos anteriores regimes fascista e nazista da Itália e Alemanha.

Sim, a Pax Mundial, proclamada e invocada nada tem haver com a paz real. Essa unidade universal será construída sobre a tirania impiedosa. Escapamos dela no ano 2.000, mas não sabemos ainda quanto tempo conseguiremos escapar. Apocalipse 13 nada mais é do que história antecipada, escrita pelo Espírito de Deus que perscruta todas as coisas (1 Co 2.10) – passado, presente, futuro, Deus, homem.

Há detalhes e pontos importantes que o espaço aqui não nos permite tratar. Entretanto, qualquer que pense em uma unidade a qualquer preço e qualquer que use o nome de Deus para proclamá-la, está esquecendo a lição da Torre de Babel. Nem toda unidade é de Deus. E existe sim, unidade contra Deus. Os governantes conspiram unidos contra o Senhor e contra o seu Ungido (Sl 2.2)

Só posso terminar com as palavras sempre apropriadas de A. W. Tozer:

“Divida e conquiste” é o refrão cínico dos líderes políticos ma­quiavélicos, mas Satanás sabe também como unir e conquistar. A fim de colocar uma nação de joelhos o ditador em potencial precisa primeiro uni-la. Através de apelos repetidos ao orgulho nacional ou à necessidade de vingar-se de alguma injustiça passada ou presente, o demagogo consegue unir a população à sua volta. Depois disso é fácil dominar os militares e submeter o legislativo. Segue-se então, na verdade, uma unidade quase perfeita, mas trata-se da unidade do curral ou do campo de concentração. Vimos isto acontecer várias vezes neste século [XX], e o mundo irá vê-la uma vez mais quando as nações da terra se unirem sob o Anticristo. (Do texto As divisões nem sempre são más, O melhor de A. W. Tozer)

Deus nos livre dessa Pax Mundial.

Fontes: Julio Severo , Gospel Prime , Surfando no Assude

Porque tenho medo da paz mundial

Por: Eguinaldo Hélio Souza

Medo, não. Tenho pavor. Se a paz mundial fosse natural ela já teria acontecido. A guerra, local e global é uma constante histórica e se nem sempre se traduz em conflito bélico se perpetua por outros meios. Sua raiz não está nos tipos de governo que são estabelecidos. Estão no próprio ser humano, que não pode conviver com Deus, consigo mesmo e com seu próximo. As guerras começam no âmago do homem decaído e se expandem entre os povos e as nações. Donde vêm as guerras e pelejas entre vós? Porventura, não vêm disto, a saber, dos vossos deleites, que nos vossos membros guerreiam? (Tiago 4.1).

Há conferências de paz, há discursos pela paz, há organizações trabalhando por essa “paz”. Só não há paz de fato, nunca houve. E quando houve paz, ela não nasceu de entendimentos harmônicos entre os grupos conflitantes. Muito pelo contrário. Ela nasceu da imposição de grupos mais fortes sobre os grupos mais fracos.

O que foi a Pax Romana? Não foi o fruto da transformação do coração humano. Foi uma unidade criada através de domínio e da imposição. Os povos ao redor do Mediterrâneo pararam de lutar entre si, não porque de fato queriam paz, mas porque um Império Universal, como lhe chamou Arnold Toynbee, impôs essa paz. Em diferentes espaços geográficos e em diferentes tempos históricos, esses Impérios Universais de Toynbee tiveram lugar. Unidades de povos foram criadas pela força, não pela consciência. Ninguém ousava contestar o poder central porque isso significava destruição.

O que seria a Pax Mundial, senão uma unidade nascida da imposição tirânica de um Governo Mundial, forçada sobre o mundo inteiro e pronta para aniquilar qualquer um que se oponha a ele? Ou alguém acredita que em algum momento os cabeças das nações simplesmente concordarão em tudo e se unirão pelos laços de fraternidade e amor? Utopia. Essa unidade mundial pode até nascer de consensos, mas só pode se perpetuar pela força, e força brutal e impiedosa.

Ficção? Não, a Pax Mundial nesses termos é um discurso silencioso que tem fluído da mente de pensadores eminentes, que conhecem a história e conhecem o mundo em que vivem. E que não conhecem Deus, portanto, não esperam Dele a paz, mas acreditam que sistemas políticos e estruturas humanas podem produzir tal mundo pacífico através desse governo mundial.

A sociedade do futuro, foi um livro de Arnold Toynbee, filósofo e historiador, escrito há mais de quarenta anos, em 1971. Algumas ideias nele expostas são ideias compartilhadas por muitos pensadores. Alguns trechos dessa obra demonstram que o conceito da Pax Mundial está bem arraigado nessas mentes:

Os governantes de cada Estado soberano terão de renunciar a sua soberania local para se submeterem a uma soberania superior de um governo literalmente mundial. [grifo meu]

Entretanto, creio numa possibilidade real de que no próximo capítulo da história mundial tenhamos de nos submetera um governo autoritário [tirânico?] se quisermos continuar a viver.

E talvez o texto mais sinistro de todos:

Imagino o mundo integrado e em paz no ano 2.000 através de uma ditadura que não hesitaria em matar ou torturar aqueles que, no seu entender, constituíssem uma ameaça à aceitação passiva de sua autoridade absoluta. Podemos prever o provável caráter de uma futura ditadura mundial a partir dos atuais regimes existentes na Grécia, África do Sul, Rodésia e União Soviética e dos anteriores regimes fascista e nazista da Itália e Alemanha.

Sim, a Pax Mundial, proclamada e invocada nada tem haver com a paz real. Essa unidade universal será construída sobre a tirania impiedosa. Escapamos dela no ano 2.000, mas não sabemos ainda quanto tempo conseguiremos escapar. Apocalipse 13 nada mais é do que história antecipada, escrita pelo Espírito de Deus que perscruta todas as coisas (1 Co 2.10) – passado, presente, futuro, Deus, homem.

Há detalhes e pontos importantes que o espaço aqui não nos permite tratar. Entretanto, qualquer que pense em uma unidade a qualquer preço e qualquer que use o nome de Deus para proclamá-la, está esquecendo a lição da Torre de Babel. Nem toda unidade é de Deus. E existe sim, unidade contra Deus. Os governantes conspiram unidos contra o Senhor e contra o seu Ungido (Sl 2.2)

Só posso terminar com as palavras sempre apropriadas de A. W. Tozer:

“Divida e conquiste” é o refrão cínico dos líderes políticos ma­quiavélicos, mas Satanás sabe também como unir e conquistar. A fim de colocar uma nação de joelhos o ditador em potencial precisa primeiro uni-la. Através de apelos repetidos ao orgulho nacional ou à necessidade de vingar-se de alguma injustiça passada ou presente, o demagogo consegue unir a população à sua volta. Depois disso é fácil dominar os militares e submeter o legislativo. Segue-se então, na verdade, uma unidade quase perfeita, mas trata-se da unidade do curral ou do campo de concentração. Vimos isto acontecer várias vezes neste século [XX], e o mundo irá vê-la uma vez mais quando as nações da terra se unirem sob o Anticristo. (Do texto As divisões nem sempre são más, O melhor de A. W. Tozer)

Deus nos livre dessa Pax Mundial.

Fontes: Julio Severo , Gospel Prime , Surfando no Assude

DISPENSACIONALISMO PROGRESSIVO
 
Neste tópico, buscamos oferecer aos nossos leitores algumas informações para que haja uma real compreensão dos postulados do dispensacionalismo progressivo, que é o método interpretativo adotado como base pelo Projeto Ômega para entender o plano do Eterno e a correta aplicação das profecias bíblicas nesse plano. Faremos algumas abordagens de métodos diferentes ao dispensacionalismo progressivo, como o dispensacionalismo tradicional e o não-dispensacionalismo, também conhecido como "Teologia da Substituição".
 
O presente artigo foi elaborado tomando como base o trabalho de vários defensores do dispensacionalismo progressivo e, em alguns pontos específicos, tem a posição particular do Projeto Ômega. Podemos dizer que não somos dispensacionalistas (considerando como "dispensacionalismo" a forma tradicional surgida no século XIX) e tampouco somos não-dispensacionalistas. Cremos que o dispensacionalismo progressivo oferece uma forma mais equilibrada de entendimento das profecias.
 
Queremos deixar registrado que usamos o método dispensacionalista progressivo apenas como uma base para uma compreensão geral do plano do Altísimo para a humanidade, o qual não pode ser conhecido em sua totalidade e profundidade, pelo menos nesta dispensação (Romanos 11:33-36). O Projeto Ômega não possui uma concordância total com todas as premissas do dispensacionalismo progressivo, mas cremos que esse é o método que mais se adapta ao entendimento global das profecias.
 
O dispensacionalismo progressivo tem como base uma interpretação histórico-gramatical da Bíblia, a qual leva a uma interpretação literal das Escrituras (até o ponto em que tal literalismo não se contraponha à própria essência delas) e considera a interpretação dada às profecias do Antigo Testamento pelos escritores do Novo Testamento como uma base apropriada de compreensão geral.
 
Ao defender a existência de várias dispensações interativas dentro do plano do Altíssimo para a humanidade, que espera uma futura tribulação, após a qual Jesus virá para instaurar seu Reino milenal, que considera a nação israelense como alvo de promessas específicas a respeito dela como semente de Abraão e que defende uma compreensão literal das promessas vetero-testamentárias referentes ao Reino do Messias, o dispensacionalismo progressivo se opõe firmemente à "Teologia da Substituição", a qual defende o princípio de substituição entre Israel e Igreja e nega qualquer existência de dispensações ou de uma extensão do plano do Eternor à nação israelense após a sua volta.
 
O dispensacionalismo progressivo não comunga com a idéia de que Israel foi substituído pela Igreja e que as profecias vetero-testamentárias que se referem a Israel estão se concretizando ou se concretizarão única e exclusivamente na Igreja, tirando a nação israelense de todo contexto terrestre após a vinda de Jesus... Ao mesmo tempo, não comunga com muitas premissas do dispensacionalismo tradicional, como veremos mais adiante.
 
O dispensacionalismo progressivo defende a progressão de algumas dispensações dentro de um único plano divino para redimir sua criação, sustentando que a forma de salvação é a mesma para todas as eras: a salvação pela graça do Pai através da fé em Jesus. Essas dispensações interrelacionadas e consecutivas vêm acompanhadas de revelações progressivas a respeito da graça divina e seu plano de salvação, processo que terá seu cumprimento final na vinda de Jesus.
 
Os efeitos redentores do sacrifício de Cristo são retroativos e alcançam os santos do Antigo Testamento, que morreram crendo nas promessas (Hebreus 9:15, Hebreus 11:40). A Palavra é clara ao revelar que é vontade do Eterno "tornar a congregar em Cristo todas as coisas, na dispensação da plenitude dos tempos, tanto as que estão nos céus como as que estão na terra" (Efésios 1:10). O texto não pode ser dissociado da união entre os santos da Antiga e da Nova Aliança em Cristo Jesus, os quais estão unidos pela fé nas promessas divinas.

DIFERENÇAS ENTRE OS DISPENSACIONALISMOS TRADICIONAL E PROGRESSIVO

1. DISPENSACIONALISMO TRADICIONAL

O dispensacionalismo tradicional sustenta que a Igreja é uma interrupção dentro do plano do Senhor para Israel. A esse período, compreendido entre o ministério de Jesus e o arrebatamento, o dispensacionalismo dá o nome de "dispensação da graça" ou "era da Igreja". Para esse modelo, as promessas contidas em Jeremias 31:31-34, as quais referem-se a um novo pacto com Israel, ficam restritas ao momento imediatamente posterior à vinda de Jesus, quando Ele exercerá Seu reino terrestre no Milênio e se referem exclusivamente à nação israelense.
 
No modelo dispensacionalista tradicional, os que crêem em Jesus nesta dispensação passam a pertencer ao um Corpo totalmente aparte de Israel no aspecto profético, separando os crentes dessa dispensação dos crentes de outras dispensações, tanto no propósito quanto no destino dos mesmos. Esse conceito de separação fica nítido quando é usado o termo "noiva de Cristo" apenas para aqueles que crêem em Jesus na "era da Igreja", deixando os outros santos, a exemplo daqueles do Antigo Testamento e daqueles da Tribulação (para os pre-tribulacionistas), "fora da noiva".

2. DISPENSACIONALISMO PROGRESSIVO

O dispensacionalismo progressivo defende que a "era da Igreja" é o cumprimento total de certas promessas do Velho Testamento e se refere ao novo pacto profetizado em Jeremias 31:31-34, o qual se aplica também à salvação dos gentios. No modelo dispensacionalista progressivo, a Igreja não é uma interrupção dentro do tratamento do Senhor com a nação israelense e sim uma parte integral desse plano, propiciando que os gentios que crêem possam participar das bençãos concernentes ao novo pacto.
 
É ponto comum entre os dispensacionalistas progressivos afirmar que o novo pacto foi inaugurado pelo próprio Jesus, através de seu sangue (Lucas 22:20, Hebreus 8:6, Hebreus 9:15). Ou seja, através de Seu sacrifício redentor, completo e suficiente na cruz, o Altíssimo propiciou a validação do novo pacto para todos aqueles que crêem, sejam gentios ou judeus, decretando o início literal da aplicabilidade da Nova Aliança descrita em Jeremias 31:31-34. O escritor aos hebreus deixa isso relatado de uma forma claríssima, relacionando o cumprimento do Novo Pacto a todos aqueles que são salvos através do sacrifício de Jesus:

"Porque com uma só oblação aperfeiçoou para sempre os que são santificados. E também o Espírito Santo no-lo testifica, porque depois de haver dito: Esta é a aliança que farei com eles. Depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei as minhas leis em seus corações, e as escreverei em seus entendimentos; acrescenta: E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniquidades" (Hebreus 10:14-17, compare com Jeremias 31:31-34)

Quando olhamos para os evangelhos, descobrimos que as boas novas foram, num momento inicial, oferecidas à nação israelense. A graça divina foi oferecida à nação israelense como ponto de partida. Isso fica patente nas primeiras ordens ministeriais de Jesus. Quando Ele comissionou pela primeira vez seus discípulos para um trabalho missionário, Ele determinou que tal mensagem não fosse pregada aos gentios (Mateus 10:5-6). Anos depois, Paulo confirma esse fato ao revelar que o evangelho é poder do Pai para salvação de todo aquele que crê "primeiro do judeu, depois do grego" (Romanos 1:16, Romanos 2:9-10).
 
Cremos que a grande diferença entre o dispensacionalismo progressivo e o tradicional é que, ao contrário do tradicional, o dispensacionalismo progressivo vê a Igreja como um cumprimento pleno das profecias do Velho Testamento (sem negar as futuras concretizações literais referentes ao Reino Milenal de Jesus sobre as nações, assentando-se sobre o Trono de Israel em Jerusalém) e vê os santos de todas as épocas como pertencentes a um mesmo Corpo: O Israel do Criador. Enquanto o dispensacionalismo tradicional vê a Igreja como um parêntese temporário no plano do Altíssimo com Israel, o dispensacionalismo progressivo vê a Igreja como uma progressão do plano do Senhor para a redenção da humanidade, com a salvação sendo oferecida pela graça a todo aquele que crê e obedece ao evangelho.

ISRAEL E O NOVO PACTO

Como destacamos anteriormente, cremos que Jesus inaugurou o novo pacto nos dias de seu ministério terrestre. Não cremos que o Senhor "reteve" o novo pacto diante da rejeição da nação israelense e abriu um gigantesco parêntese em seu relacionamento com a nação judia, como afirmam muitos dispensacionalistas tradicionais, nem rejeitou definitivamente Israel, como sustentam os não-dispensacionalistas, mas escolheu um remanescente israelense (os discípulos que creram em sua mensagem), para estabelecer Seu novo pacto. Note as palavras do Mestre, momentos antes da crucificação:

"Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós" (Lucas 22:20)

Já na carta aos romanos, fica descartada qualquer rejeição definitiva à nação israelense, ao mesmo tempo em que se afirma a participação ativa de Israel na presente dispensação através de um remanescente:

"Digo, pois: Porventura rejeitou Deus o seu povo? De modo nenhum; porque também eu sou israelita, da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim. Deus não rejeitou o seu povo, que antes conheceu...Assim, pois, também agora neste tempo ficou um remanescente, segundo a eleição da graça" (Romanos 11:1-2,5)

A questão central levantada por Paulo é que o programa do Criador com Israel, como nação, não foi suspenso temporariamente, como afirma o dispensacionalismo tradicional. Também, Paulo não afirma que Israel foi definitivamente substituído pela Igreja, como a firma a Teologia da Substituição. Vejamos:

"Porque não quero, irmãos, que ignoreis este segredo (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado" (Romanos 11:25)

Conseqüentemente, parte de Israel não foi endurecida e essa parte é formada pelos discípulos que se tornaram os primeiros cristãos e com os quais Jesus fez o pacto que abrange todas as épocas (Romanos 11:16-29).
 
A Palavra deixa claro que os gentios foram agraciados com as promessas que pertencem aos crentes judeus. Paulo escreve que os gentios são "participantes dos bens espirituais dos judeus" (Romanos 15:27). Paulo de forma alguma sugere ou afirma que os gentios "assumiram" os bens espirituais que pertenciam aos judeus, substituindo-os de forma momentânea (dispensacionalismo tradicional) ou de forma permanente (teologia da substituição). Escrevendo para uma igreja essencialmente gentílica em Éfeso, o apóstolo ensina, ao falar sobre o ministério do Salvador:

"E, vindo, ele evangelizou a paz, a vós que estáveis longe, e aos que estavam perto; Porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito" (Efésios 2:16-17)

Note que o "vós que estáveis longe" usado por Paulo refere-se aos gentios, enquanto que "os que estavam perto" se refere à comunidade judaica, como fica patente ao ler o contexto (Efésios 2:11-17). Paulo mostra que ambas as comunidades têm acesso ao Pai em um mesmo Espírito, mostrando como o plano do Altíssimo se concretiza. Em primeiro lugar, o endurecimento de parte de Israel propicia a extensão da salvação e das promessas aos gentios.
 
Em segundo lugar, a glorificação da Igreja está associada à conversão da nação israelense (Romanos 11:15), concordando com os acontecimentos que ocorrerão "quando a plenitude dos gentios haja entrado" (Romanos 11:25). Fica bastante claro também na abordagem de Paulo que o critério para ser salvo e usufruir as promessas divinas, tanto para judeus e gentios, não é o fato de pertencer a um grupo étnico ou não, mas ser alvo da graça através da fé e a perseverança pessoal (Romanos 11:17-22).

O TRONO DE DAVI E O MILÊNIO

A forma de entender as promessas feitas a Davi, referentes à permanência de seu trono eternamente através de sua descendência (Jesus) e a forma de entender a promessa referente ao Milênio é crucial para estabelecer a diferença entre os diversos modelos que lidam com o cenário profético.
 
Enquanto os adeptos da Teologia da Substituição tendem a alegorizar as profecias vetero-testamentárias referentes à supremacia de Israel sobre as outras nações da Terra (Isaias 2:1-4, Miquéias 4:1-4, Jeremias 36:33-36, Zacarias 14:1-21) e a profecia referente ao Milênio (Apocalipse 20:1-6), colocando essas promessas como uma alegoria do reinado da Igreja na presente era e adotando o amilenismo como base interpretativa, os dispensacionalismos tradicional e progressivo utilizam a literalidade para entender tais profecias. Tanto para o dispensacionalismo tradicional quanto para o progressivo, o Milênio será um período literal de mil anos, o qual começará na volta de Jesus e se prolongará até a criação dos novos céus e nova Terra, no qual Jesus reinará em Jerusalém exercendo soberania sobre as nações logo após a Sua volta, assentando-se literalmente no trono de Davi.
 
As promessas referentes ao Trono de Davi estão expostas no livro dos salmos:

"Fiz uma aliança com o meu escolhido, e jurei ao meu servo Davi, dizendo: A tua semente estabelecerei para sempre, e edificarei o teu trono de geração em geração" (Salmos 89:3-4)

"Uma vez jurei pela minha santidade que não mentirei a Davi. A sua semente durará para sempre, e o seu trono, como o sol diante de mim. Será estabelecido para sempre como a lua e como uma testemunha fiel no céu" (Salmos 89:35-37)

"O Senhor jurou com verdade a Davi, e não se apartará dela: Do fruto do teu ventre porei sobre o teu trono" (Salmos 132:11)

Para alguns dispensacionalistas progressistas, as promessas feitas a Davi estão tendo seu cumprimento parcial já na presente época, com Jesus assentado em seu trono à direita do Pai, sem negar a futura presença de Jesus em seu trono terrestre. Já para outros, entre os quais nos incluímos, as promessas feitas a Davi se concretizarão a partir do momento da vinda de Cristo.
 
É interessante notar que, alguns dias antes da crucificação de Cristo, quando Ele entrava em Jerusalém, as multidões clamavam: "Hosana ao Filho de Davi; bendito o que vem em nome do Senhor. Hosana nas alturas!" (Mateus 21:9). Sem dúvidas, aquela multidão esperava que Jesus, como descendente de Davi e como um homem admirado por suas obras, assumisse já naquele momento a posição de líder da nação israelense, libertando o povo judeu do domínio romano. No entanto, Jesus, dias após, deixou claro que a concretização dessa profecia se daria em sua volta gloriosa. Ao dirigir-se às principais autoridades religiosas judaicas da época, Ele disse: "Porque eu vos digo que desde agora me não vereis mais, até que digais: Bendito o que vem em nome do Senhor" (Mateus 23:39).     
                       
Implicitamente, Jesus deixou estabelecidos dois fatos: que Ele reinaria literalmente em Jerusalém a partir do momento de sua volta e que haveria uma futura conversão em massa da nação israelense (Zacarias 12:10, Romanos 11:26). Até mesmo no momento de sua ascensão, essa era a expectativa de seus discípulos. Eles indagaram ao Mestre se era naquele tempo que Ele restauraria o reino de Israel (Atos 1:7). Note que os discípulos não tinham qualquer noção "alegórica" do reino do Messias, mas esperavam sua concretização literal. O Mestre, em vez de repreendê-los por sua esperança literal e terrena, revela que o tempo para que aquela promessa fosse concretizada pertencia aos desígnios do Pai (Atos 1:8).
 
Uma outra passagem que aponta claramente para a concretização futura da promessa feita a Davi, se encontra em Apocalipse 3:21:

"Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono"

Note a diferença entre o trono do Pai, no qual Jesus se encontra após sua vitória na cruz, e o trono de Jesus, o qual será literalmente estabelecido na Terra em sua volta, como fica claro ao comparar o tempo em que a promessa está contida: os salvos se assentarão com Jesus após vencerem, assim como Jesus se assentou no trono do Pai após a sua vitória pessoal. Se considerarmos que Jesus obteve sua vitória na ressurreição, fica subentendido, por comparação, que nossa vitória definitiva será alcançada na glorificação. Tudo isso nos remete à concepção de que o Trono de Davi sobre a Terra será estabelecido por Jesus logo após a sua vinda e nós participaremos ativamente desse Reino.

PROBLEMAS DO DISPENSACIONALISMO TRADICIONAL

1. Aplicação das profecias do Antigo Testamento à Igreja, por parte dos escritores do Novo Testamento.
 
A partir do momento em que os escritores neo-testamentários aplicam muitas profecias do Velho Testamento à Igreja, cria-se um confronto com o dispensacionalismo tradicional, o qual defende a idéia de que a Igreja é uma "intercalação" temporária dentro do plano do Eterno para Israel, sendo uma comunidade totalmente aparte de Israel. Se o Antigo Testamento traz um conjunto de profecias dirigidas à nação israelense, como é defendido tanto pelo dispensacionalismo tradicional quanto pelo progressivo, então o dispensacionalismo tradicional, ao defender a total separação profética entre "Igreja" e "Israel", fica diante de um grande impasse quando é considerada a aplicação que os escritores do Novo Testamento fazem das profecias vetero-testamentárias à Igreja.
 
O dispensacionalismo progressivo, por sua vez, não encontra nenhum problema nesse contexto. O maior exemplo dessa aplicação se encontra em Atos 2:15-21, onde Pedro associa a Igreja com a profecia de Joel 2:28-32. Outras claras aplicações de profecias vetero-testamentárias à Igreja encontram-se em Romanos 1:1-2, Atos 10:43, Atos 15:14-18, Romanos 4:13-17,23,24, Romanos 9:32-33, II Coríntios 6:16, entre outros.

2. O Novo Pacto, prometido a Israel, não está atualmente suspenso.
 
Ao afirmar que a promessa do Novo Pacto, contida em Jeremias 31:31-34, se refere exclusivamente à nação israelense e se concretizará na volta de Jesus, o dispensacionalismo tradicional parece esquecer de passagens como I Coríntios 11:25-26, onde, o apóstolo Paulo, ao instruir os irmãos em Corinto a respeito da celebração da ceia do Senhor, cita as Palavras de Jesus na última ceia do Mestre: "Este cálice é o novo pacto no meu sangue"... Se há um novo pacto, é lógico afirmar que houve um velho pacto. O próprio Paulo se identifica como "ministro de um novo pacto" (II Coríntios 3:6). O novo pacto foi estabelecido pelo próprio Senhor e já vigora desde a sua morte (Lucas 22:20), sendo usufruído pela Igreja (Hebreus 8:6-13), opondo-se à premissa do dispensacionalismo tradicional que defende a concretização do novo pacto exclusivamente com a nação israelense após a volta de Jesus.
 
É óbvio que nem todas as conseqüências proféticas do novo pacto estabelecido por Jesus já se cumpriram. Certamente algumas delas se cumprirão após a volta do Mestre e serão destinadas especificamente à nação israelense, quando o endurecimento parcial dos judeus for retirado. Porém, isso não justifica sustentar que o novo pacto está atualmente suspenso. As Escrituras afirmam o contrário.

3. Deus continua agindo profeticamente com a nação israelense.

Esse é, talvez, o principal empecilho ao dispensacionalismo tradicional. Como afirmar que o Altíssimo cessou de atuar momentaneamente no aspecto profético com Israel, se vemos na história o contrário? Por exemplo, a destruição de Jerusalém, ocorrida em 70 D.C (de acordo com o dispensacionalismo tradicional, em plena "dispensação da graça"), é um cabal cumprimento profético de Daniel 9:26 e se referiu diretamente à nação israelense! A reunião de Israel como um país, a partir de 1948, é um claro cumprimento de Ezequiel 47. Até mesmo a salvação destinada aos gentios, veio para incitar o povo judeu à emulação (Romanos 11:11).
 
De acordo com os precedentes históricos, não há como afirmar que o Senhor deixou, provisoriamente, de agir profeticamente com Israel durante a "era da Igreja".

4. Não há várias formas de salvação.
 
Muitos dispensacionalistas tradicionais tendem a sustentar diferentes planos de salvação para a Igreja e para Israel. Os pré-tribulacionistas, por exemplo, defendem algum tipo de boas obras ou força de vontade por parte dos "deixados para trás" na tribulação para enfrentar esse período, manter a fé e ser salvo. Para o dispensacionalismo progressivo, existe apenas uma forma de salvação eterna: através da graça do Pai, mediante o sacrifício de Cristo. Todos os santos, não importa se viveram antes ou após esse sacrifício, são salvos através do sangue de Jesus. O sacrifício de Jesus abrange uma redenção atemporal, como fica claro em Hebreus 9:15.
 
Paulo deixa uma forte mensagem que leva a um entendimento progressivo do plano do Eterno. Em seu diálogo com Agripa, ele diz:

"E agora estou aqui para ser julgado por causa da esperança da promessa feita por Deus a nossos pais, a qual as nossas doze tribos, servindo a Deus fervorosamente noite e dia, esperam alcançar; é por causa dessa esperança, ó rei, que eu sou acusado pelos judeus" (Atos 26:6-7)

"Pelo que, ó rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial, antes anunciei primeiramente aos que estão em Damasco, e depois em Jerusalém, e por toda Judéia e também aos gentios, que se arrependessem e se convertessem a Deus, praticando obras dignas do arrependimento. Por causa disto os judeus me prenderam no templo e procuravam matar-me. Tendo, pois, alcançado socorro da parte de Deus, ainda até o dia de hoje permaneço, dando testemunho tanto a pequenos como a grandes, não dizendo nada senão o que os profetas e Moisés disseram que devia acontecer; isto é, como o Cristo devia padecer, e como seria ele o primeiro que, pela ressurreição dos mortos, devia anunciar a luz a este povo e também aos gentios" (Atos 26:19-23)

Ou seja, o apóstolo deixa claro que seu trabalho evangelístico, inclusive entre os gentios, parte de uma promessa original dada a Israel e é o cumprimento cabal da esperança de Israel. Não há razões para separar terminantemente Israel da Igreja, como o faz o dispensacionalismo tradicional, nem para substituir terminantemente Israel pela Igreja, como o faz o não-dispensacionalismo tradicional. De acordo com as palavras de Paulo, o evangelho pregado aos gentios é uma conseqüência progressiva das promessas destinadas aos judeus, reunindo ambos em um só corpo, porém, mantendo abertas as concretizações específicas futuras para a nação israelense (Zacarias 12:10, Romanos 11:15, Romanos 11:25).
 
Neste ponto, deixamos expressa nossa concepção a respeito do estado dos judeus que crerem em Jesus no momento de sua vinda. O profeta Zacarias nos relata o impacto que a volta do Messias terá sobre os judeus:

"Mas sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o Espírito de graça e de súplicas; e olharão para mim, a quem traspassaram; e pranteá-lo-ão sobre ele, como quem pranteia pelo filho unigênito; e chorarão amargamente por ele, como se chora amargamente pelo primogênito. Naquele dia será grande o pranto em Jerusalém, como o pranto de Hadade-Rimom no vale de Megido. E a terra pranteará, cada família à parte: a família da casa de Davi à parte, e suas mulheres à parte; e a família da casa de Natã à parte, e suas mulheres à parte; A família da casa de Levi à parte, e suas mulheres à parte; a família de Simei à parte, e suas mulheres à parte. Todas as mais famílias remanescentes, cada família à parte, e suas mulheres à parte" (Zacarias 12:10-14)

Notamos que na profecia citada não há uma promessa de glorificação, mas sim de uma conversão de pessoas diante da presença física de Jesus em sua vinda, as quais serão alvos do Espírito de graça e de súplicas, numa alusão bastante clara à atuação do Espírito Santo. A promessa é específica para "a casa de Davi", ou seja, para a nação israelense. A maior parte dos dispensacionalistas progressivos sustenta a glorificação de todos eles. O Projeto Ômega, porém, adota uma linha diferente nesse quesito. Com o objetivo de manter nossa coerência com a compreensão literal das profecias, cremos que a promessa feita pelo Eterno a Abraão se concretizará também de forma literal. Vejamos:

"E eis que veio a palavra do SENHOR a ele dizendo: Este não será o teu herdeiro; mas aquele que de tuas entranhas sair, este será o teu herdeiro. Então o levou fora, e disse: Olha agora para os céus, e conta as estrelas, se as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua descendência" (Gênesis 15:5)

Cremos que há um propósito eterno do Senhor com a raça humana e que esse propósito será concretizado com a permanência física dos judeus que crerem em Jesus em Sua gloriosa volta. A literalidade da promessa feita a Abraão, ao qual foi prometido que sua descendência seria tão vasta como o número de estrelas ou como a areia da praia (Gênesis 22:17), deve ser considerada. Na profecia de Zacarias 12:10-14, vemos a presença de "famílias remanescentes" e de "mulheres". Tudo isso aponta para uma perpetuação física da descendência de Abraão e de uma multiplicação constante.
 
Consequentemente, o plano de salvação para os judeus é o mesmo e a forma é a mesma (o sacrifício redentor de Jesus), diferindo apenas em suas conseqüências. Usando a literalidade, sustentamos que, para os judeus que creram na presente dispensação, há uma promessa específica de glorificação corpórea. Para aqueles judeus que crerem no momento da volta de Jesus, existe a promessa física de multiplicação da descendência de Abraão.

PRINCIPAIS PREMISSAS DO DISPENSACIONALISMO PROGRESSIVO

1. O Novo Pacto, prometido a Israel, está atualmente em vigor e se aplica também à Igreja (Jeremias 31:31-34, Hebreus 8:6-13, 9:14-15 e 10:9-17)
 
2. A partir do momento que os líderes judeus rejeitaram em peso a mensagem de Jesus, as posições de autoridade no Reino Milenal de Cristo foram dadas aos Seus discípulos judeus (Mateus 21:33-44, Lucas 12:31-32, Lucas 22:28-30)
 
3. O Reino também é prometido aos salvos entre os gentios, os quais reinarão juntamente com os salvos entre o remanescente israelita. Nesse contexto, tanto os santos do Antigo quanto os do Novo Testamento fazem parte de um único Corpo (Mateus 8:11-12, Mateus 19:27-29, Lucas 13:26-29, João 10:16, Hebreus 11:39-40)
 
4. Os gentios que crêem são herdeiros, através da fé, de Abraão (Romanos 2:28-29, Romanos 4:13-16, Romanos 9:6-8, Hebreus 6:12-20)
 
5. Israel, como nação, não foi rejeitado pelo Senhor nem substituído pela Igreja. Parte dos judeus (um remanescente) crê no evangelho e serviu como a base inicial para pregação das boas novas, pertencendo ao Corpo de Cristo. Outra parte permaneceu endurecida até o momento da volta de Jesus. Desses dois grupos (os endurecidos e os não endurecidos), apenas os que crerem em Jesus e perseverarem serão salvos. Nesse contexto, é a posição do Projeto Ômega acreditar que aqueles israelitas que crerem logo após a vinda de Jesus, quando Ele pousar seus pés no Monte das Oliveiras, não serão glorificados, mas permanecerão em seus corpos físicos, perpetuando a espécie humana e concretizando literalmente a promessa feita a Abraão em Gênesis 15:5 (Romanos 11:1-7, Romanos 11-26)
 
6. Jesus veio primeiramente aos judeus. Os gentios foram agregados ao remanescente fiel judeu do Antigo e Novo Testamentos, de acordo com o plano do Senhor. Os gentios são participantes das bençãos judias (Salmos 18:49, Deuteronômio 32:43, Isaias 11:1-10, João 10:16, Romanos 1:16, Romanos 15:8-12,26-27)
 
7. Os santos do Antigo e do Velho Testamento estão em Cristo, através de seu sacrifício abrangente a todas as épocas (Efésios 1:4-14, Efésios 3:14-15, Efésios 4:4-10)


Em Cristo,
  
PROJETO ÔMEGA


Referência: Got Questions
  



Fonte: PROJETO ÔMEGA

Dispensacionalismo - parte II

DISPENSACIONALISMO PROGRESSIVO
 
Neste tópico, buscamos oferecer aos nossos leitores algumas informações para que haja uma real compreensão dos postulados do dispensacionalismo progressivo, que é o método interpretativo adotado como base pelo Projeto Ômega para entender o plano do Eterno e a correta aplicação das profecias bíblicas nesse plano. Faremos algumas abordagens de métodos diferentes ao dispensacionalismo progressivo, como o dispensacionalismo tradicional e o não-dispensacionalismo, também conhecido como "Teologia da Substituição".
 
O presente artigo foi elaborado tomando como base o trabalho de vários defensores do dispensacionalismo progressivo e, em alguns pontos específicos, tem a posição particular do Projeto Ômega. Podemos dizer que não somos dispensacionalistas (considerando como "dispensacionalismo" a forma tradicional surgida no século XIX) e tampouco somos não-dispensacionalistas. Cremos que o dispensacionalismo progressivo oferece uma forma mais equilibrada de entendimento das profecias.
 
Queremos deixar registrado que usamos o método dispensacionalista progressivo apenas como uma base para uma compreensão geral do plano do Altísimo para a humanidade, o qual não pode ser conhecido em sua totalidade e profundidade, pelo menos nesta dispensação (Romanos 11:33-36). O Projeto Ômega não possui uma concordância total com todas as premissas do dispensacionalismo progressivo, mas cremos que esse é o método que mais se adapta ao entendimento global das profecias.
 
O dispensacionalismo progressivo tem como base uma interpretação histórico-gramatical da Bíblia, a qual leva a uma interpretação literal das Escrituras (até o ponto em que tal literalismo não se contraponha à própria essência delas) e considera a interpretação dada às profecias do Antigo Testamento pelos escritores do Novo Testamento como uma base apropriada de compreensão geral.
 
Ao defender a existência de várias dispensações interativas dentro do plano do Altíssimo para a humanidade, que espera uma futura tribulação, após a qual Jesus virá para instaurar seu Reino milenal, que considera a nação israelense como alvo de promessas específicas a respeito dela como semente de Abraão e que defende uma compreensão literal das promessas vetero-testamentárias referentes ao Reino do Messias, o dispensacionalismo progressivo se opõe firmemente à "Teologia da Substituição", a qual defende o princípio de substituição entre Israel e Igreja e nega qualquer existência de dispensações ou de uma extensão do plano do Eternor à nação israelense após a sua volta.
 
O dispensacionalismo progressivo não comunga com a idéia de que Israel foi substituído pela Igreja e que as profecias vetero-testamentárias que se referem a Israel estão se concretizando ou se concretizarão única e exclusivamente na Igreja, tirando a nação israelense de todo contexto terrestre após a vinda de Jesus... Ao mesmo tempo, não comunga com muitas premissas do dispensacionalismo tradicional, como veremos mais adiante.
 
O dispensacionalismo progressivo defende a progressão de algumas dispensações dentro de um único plano divino para redimir sua criação, sustentando que a forma de salvação é a mesma para todas as eras: a salvação pela graça do Pai através da fé em Jesus. Essas dispensações interrelacionadas e consecutivas vêm acompanhadas de revelações progressivas a respeito da graça divina e seu plano de salvação, processo que terá seu cumprimento final na vinda de Jesus.
 
Os efeitos redentores do sacrifício de Cristo são retroativos e alcançam os santos do Antigo Testamento, que morreram crendo nas promessas (Hebreus 9:15, Hebreus 11:40). A Palavra é clara ao revelar que é vontade do Eterno "tornar a congregar em Cristo todas as coisas, na dispensação da plenitude dos tempos, tanto as que estão nos céus como as que estão na terra" (Efésios 1:10). O texto não pode ser dissociado da união entre os santos da Antiga e da Nova Aliança em Cristo Jesus, os quais estão unidos pela fé nas promessas divinas.

DIFERENÇAS ENTRE OS DISPENSACIONALISMOS TRADICIONAL E PROGRESSIVO

1. DISPENSACIONALISMO TRADICIONAL

O dispensacionalismo tradicional sustenta que a Igreja é uma interrupção dentro do plano do Senhor para Israel. A esse período, compreendido entre o ministério de Jesus e o arrebatamento, o dispensacionalismo dá o nome de "dispensação da graça" ou "era da Igreja". Para esse modelo, as promessas contidas em Jeremias 31:31-34, as quais referem-se a um novo pacto com Israel, ficam restritas ao momento imediatamente posterior à vinda de Jesus, quando Ele exercerá Seu reino terrestre no Milênio e se referem exclusivamente à nação israelense.
 
No modelo dispensacionalista tradicional, os que crêem em Jesus nesta dispensação passam a pertencer ao um Corpo totalmente aparte de Israel no aspecto profético, separando os crentes dessa dispensação dos crentes de outras dispensações, tanto no propósito quanto no destino dos mesmos. Esse conceito de separação fica nítido quando é usado o termo "noiva de Cristo" apenas para aqueles que crêem em Jesus na "era da Igreja", deixando os outros santos, a exemplo daqueles do Antigo Testamento e daqueles da Tribulação (para os pre-tribulacionistas), "fora da noiva".

2. DISPENSACIONALISMO PROGRESSIVO

O dispensacionalismo progressivo defende que a "era da Igreja" é o cumprimento total de certas promessas do Velho Testamento e se refere ao novo pacto profetizado em Jeremias 31:31-34, o qual se aplica também à salvação dos gentios. No modelo dispensacionalista progressivo, a Igreja não é uma interrupção dentro do tratamento do Senhor com a nação israelense e sim uma parte integral desse plano, propiciando que os gentios que crêem possam participar das bençãos concernentes ao novo pacto.
 
É ponto comum entre os dispensacionalistas progressivos afirmar que o novo pacto foi inaugurado pelo próprio Jesus, através de seu sangue (Lucas 22:20, Hebreus 8:6, Hebreus 9:15). Ou seja, através de Seu sacrifício redentor, completo e suficiente na cruz, o Altíssimo propiciou a validação do novo pacto para todos aqueles que crêem, sejam gentios ou judeus, decretando o início literal da aplicabilidade da Nova Aliança descrita em Jeremias 31:31-34. O escritor aos hebreus deixa isso relatado de uma forma claríssima, relacionando o cumprimento do Novo Pacto a todos aqueles que são salvos através do sacrifício de Jesus:

"Porque com uma só oblação aperfeiçoou para sempre os que são santificados. E também o Espírito Santo no-lo testifica, porque depois de haver dito: Esta é a aliança que farei com eles. Depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei as minhas leis em seus corações, e as escreverei em seus entendimentos; acrescenta: E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniquidades" (Hebreus 10:14-17, compare com Jeremias 31:31-34)

Quando olhamos para os evangelhos, descobrimos que as boas novas foram, num momento inicial, oferecidas à nação israelense. A graça divina foi oferecida à nação israelense como ponto de partida. Isso fica patente nas primeiras ordens ministeriais de Jesus. Quando Ele comissionou pela primeira vez seus discípulos para um trabalho missionário, Ele determinou que tal mensagem não fosse pregada aos gentios (Mateus 10:5-6). Anos depois, Paulo confirma esse fato ao revelar que o evangelho é poder do Pai para salvação de todo aquele que crê "primeiro do judeu, depois do grego" (Romanos 1:16, Romanos 2:9-10).
 
Cremos que a grande diferença entre o dispensacionalismo progressivo e o tradicional é que, ao contrário do tradicional, o dispensacionalismo progressivo vê a Igreja como um cumprimento pleno das profecias do Velho Testamento (sem negar as futuras concretizações literais referentes ao Reino Milenal de Jesus sobre as nações, assentando-se sobre o Trono de Israel em Jerusalém) e vê os santos de todas as épocas como pertencentes a um mesmo Corpo: O Israel do Criador. Enquanto o dispensacionalismo tradicional vê a Igreja como um parêntese temporário no plano do Altíssimo com Israel, o dispensacionalismo progressivo vê a Igreja como uma progressão do plano do Senhor para a redenção da humanidade, com a salvação sendo oferecida pela graça a todo aquele que crê e obedece ao evangelho.

ISRAEL E O NOVO PACTO

Como destacamos anteriormente, cremos que Jesus inaugurou o novo pacto nos dias de seu ministério terrestre. Não cremos que o Senhor "reteve" o novo pacto diante da rejeição da nação israelense e abriu um gigantesco parêntese em seu relacionamento com a nação judia, como afirmam muitos dispensacionalistas tradicionais, nem rejeitou definitivamente Israel, como sustentam os não-dispensacionalistas, mas escolheu um remanescente israelense (os discípulos que creram em sua mensagem), para estabelecer Seu novo pacto. Note as palavras do Mestre, momentos antes da crucificação:

"Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós" (Lucas 22:20)

Já na carta aos romanos, fica descartada qualquer rejeição definitiva à nação israelense, ao mesmo tempo em que se afirma a participação ativa de Israel na presente dispensação através de um remanescente:

"Digo, pois: Porventura rejeitou Deus o seu povo? De modo nenhum; porque também eu sou israelita, da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim. Deus não rejeitou o seu povo, que antes conheceu...Assim, pois, também agora neste tempo ficou um remanescente, segundo a eleição da graça" (Romanos 11:1-2,5)

A questão central levantada por Paulo é que o programa do Criador com Israel, como nação, não foi suspenso temporariamente, como afirma o dispensacionalismo tradicional. Também, Paulo não afirma que Israel foi definitivamente substituído pela Igreja, como a firma a Teologia da Substituição. Vejamos:

"Porque não quero, irmãos, que ignoreis este segredo (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado" (Romanos 11:25)

Conseqüentemente, parte de Israel não foi endurecida e essa parte é formada pelos discípulos que se tornaram os primeiros cristãos e com os quais Jesus fez o pacto que abrange todas as épocas (Romanos 11:16-29).
 
A Palavra deixa claro que os gentios foram agraciados com as promessas que pertencem aos crentes judeus. Paulo escreve que os gentios são "participantes dos bens espirituais dos judeus" (Romanos 15:27). Paulo de forma alguma sugere ou afirma que os gentios "assumiram" os bens espirituais que pertenciam aos judeus, substituindo-os de forma momentânea (dispensacionalismo tradicional) ou de forma permanente (teologia da substituição). Escrevendo para uma igreja essencialmente gentílica em Éfeso, o apóstolo ensina, ao falar sobre o ministério do Salvador:

"E, vindo, ele evangelizou a paz, a vós que estáveis longe, e aos que estavam perto; Porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito" (Efésios 2:16-17)

Note que o "vós que estáveis longe" usado por Paulo refere-se aos gentios, enquanto que "os que estavam perto" se refere à comunidade judaica, como fica patente ao ler o contexto (Efésios 2:11-17). Paulo mostra que ambas as comunidades têm acesso ao Pai em um mesmo Espírito, mostrando como o plano do Altíssimo se concretiza. Em primeiro lugar, o endurecimento de parte de Israel propicia a extensão da salvação e das promessas aos gentios.
 
Em segundo lugar, a glorificação da Igreja está associada à conversão da nação israelense (Romanos 11:15), concordando com os acontecimentos que ocorrerão "quando a plenitude dos gentios haja entrado" (Romanos 11:25). Fica bastante claro também na abordagem de Paulo que o critério para ser salvo e usufruir as promessas divinas, tanto para judeus e gentios, não é o fato de pertencer a um grupo étnico ou não, mas ser alvo da graça através da fé e a perseverança pessoal (Romanos 11:17-22).

O TRONO DE DAVI E O MILÊNIO

A forma de entender as promessas feitas a Davi, referentes à permanência de seu trono eternamente através de sua descendência (Jesus) e a forma de entender a promessa referente ao Milênio é crucial para estabelecer a diferença entre os diversos modelos que lidam com o cenário profético.
 
Enquanto os adeptos da Teologia da Substituição tendem a alegorizar as profecias vetero-testamentárias referentes à supremacia de Israel sobre as outras nações da Terra (Isaias 2:1-4, Miquéias 4:1-4, Jeremias 36:33-36, Zacarias 14:1-21) e a profecia referente ao Milênio (Apocalipse 20:1-6), colocando essas promessas como uma alegoria do reinado da Igreja na presente era e adotando o amilenismo como base interpretativa, os dispensacionalismos tradicional e progressivo utilizam a literalidade para entender tais profecias. Tanto para o dispensacionalismo tradicional quanto para o progressivo, o Milênio será um período literal de mil anos, o qual começará na volta de Jesus e se prolongará até a criação dos novos céus e nova Terra, no qual Jesus reinará em Jerusalém exercendo soberania sobre as nações logo após a Sua volta, assentando-se literalmente no trono de Davi.
 
As promessas referentes ao Trono de Davi estão expostas no livro dos salmos:

"Fiz uma aliança com o meu escolhido, e jurei ao meu servo Davi, dizendo: A tua semente estabelecerei para sempre, e edificarei o teu trono de geração em geração" (Salmos 89:3-4)

"Uma vez jurei pela minha santidade que não mentirei a Davi. A sua semente durará para sempre, e o seu trono, como o sol diante de mim. Será estabelecido para sempre como a lua e como uma testemunha fiel no céu" (Salmos 89:35-37)

"O Senhor jurou com verdade a Davi, e não se apartará dela: Do fruto do teu ventre porei sobre o teu trono" (Salmos 132:11)

Para alguns dispensacionalistas progressistas, as promessas feitas a Davi estão tendo seu cumprimento parcial já na presente época, com Jesus assentado em seu trono à direita do Pai, sem negar a futura presença de Jesus em seu trono terrestre. Já para outros, entre os quais nos incluímos, as promessas feitas a Davi se concretizarão a partir do momento da vinda de Cristo.
 
É interessante notar que, alguns dias antes da crucificação de Cristo, quando Ele entrava em Jerusalém, as multidões clamavam: "Hosana ao Filho de Davi; bendito o que vem em nome do Senhor. Hosana nas alturas!" (Mateus 21:9). Sem dúvidas, aquela multidão esperava que Jesus, como descendente de Davi e como um homem admirado por suas obras, assumisse já naquele momento a posição de líder da nação israelense, libertando o povo judeu do domínio romano. No entanto, Jesus, dias após, deixou claro que a concretização dessa profecia se daria em sua volta gloriosa. Ao dirigir-se às principais autoridades religiosas judaicas da época, Ele disse: "Porque eu vos digo que desde agora me não vereis mais, até que digais: Bendito o que vem em nome do Senhor" (Mateus 23:39).     
                       
Implicitamente, Jesus deixou estabelecidos dois fatos: que Ele reinaria literalmente em Jerusalém a partir do momento de sua volta e que haveria uma futura conversão em massa da nação israelense (Zacarias 12:10, Romanos 11:26). Até mesmo no momento de sua ascensão, essa era a expectativa de seus discípulos. Eles indagaram ao Mestre se era naquele tempo que Ele restauraria o reino de Israel (Atos 1:7). Note que os discípulos não tinham qualquer noção "alegórica" do reino do Messias, mas esperavam sua concretização literal. O Mestre, em vez de repreendê-los por sua esperança literal e terrena, revela que o tempo para que aquela promessa fosse concretizada pertencia aos desígnios do Pai (Atos 1:8).
 
Uma outra passagem que aponta claramente para a concretização futura da promessa feita a Davi, se encontra em Apocalipse 3:21:

"Ao que vencer lhe concederei que se assente comigo no meu trono; assim como eu venci, e me assentei com meu Pai no seu trono"

Note a diferença entre o trono do Pai, no qual Jesus se encontra após sua vitória na cruz, e o trono de Jesus, o qual será literalmente estabelecido na Terra em sua volta, como fica claro ao comparar o tempo em que a promessa está contida: os salvos se assentarão com Jesus após vencerem, assim como Jesus se assentou no trono do Pai após a sua vitória pessoal. Se considerarmos que Jesus obteve sua vitória na ressurreição, fica subentendido, por comparação, que nossa vitória definitiva será alcançada na glorificação. Tudo isso nos remete à concepção de que o Trono de Davi sobre a Terra será estabelecido por Jesus logo após a sua vinda e nós participaremos ativamente desse Reino.

PROBLEMAS DO DISPENSACIONALISMO TRADICIONAL

1. Aplicação das profecias do Antigo Testamento à Igreja, por parte dos escritores do Novo Testamento.
 
A partir do momento em que os escritores neo-testamentários aplicam muitas profecias do Velho Testamento à Igreja, cria-se um confronto com o dispensacionalismo tradicional, o qual defende a idéia de que a Igreja é uma "intercalação" temporária dentro do plano do Eterno para Israel, sendo uma comunidade totalmente aparte de Israel. Se o Antigo Testamento traz um conjunto de profecias dirigidas à nação israelense, como é defendido tanto pelo dispensacionalismo tradicional quanto pelo progressivo, então o dispensacionalismo tradicional, ao defender a total separação profética entre "Igreja" e "Israel", fica diante de um grande impasse quando é considerada a aplicação que os escritores do Novo Testamento fazem das profecias vetero-testamentárias à Igreja.
 
O dispensacionalismo progressivo, por sua vez, não encontra nenhum problema nesse contexto. O maior exemplo dessa aplicação se encontra em Atos 2:15-21, onde Pedro associa a Igreja com a profecia de Joel 2:28-32. Outras claras aplicações de profecias vetero-testamentárias à Igreja encontram-se em Romanos 1:1-2, Atos 10:43, Atos 15:14-18, Romanos 4:13-17,23,24, Romanos 9:32-33, II Coríntios 6:16, entre outros.

2. O Novo Pacto, prometido a Israel, não está atualmente suspenso.
 
Ao afirmar que a promessa do Novo Pacto, contida em Jeremias 31:31-34, se refere exclusivamente à nação israelense e se concretizará na volta de Jesus, o dispensacionalismo tradicional parece esquecer de passagens como I Coríntios 11:25-26, onde, o apóstolo Paulo, ao instruir os irmãos em Corinto a respeito da celebração da ceia do Senhor, cita as Palavras de Jesus na última ceia do Mestre: "Este cálice é o novo pacto no meu sangue"... Se há um novo pacto, é lógico afirmar que houve um velho pacto. O próprio Paulo se identifica como "ministro de um novo pacto" (II Coríntios 3:6). O novo pacto foi estabelecido pelo próprio Senhor e já vigora desde a sua morte (Lucas 22:20), sendo usufruído pela Igreja (Hebreus 8:6-13), opondo-se à premissa do dispensacionalismo tradicional que defende a concretização do novo pacto exclusivamente com a nação israelense após a volta de Jesus.
 
É óbvio que nem todas as conseqüências proféticas do novo pacto estabelecido por Jesus já se cumpriram. Certamente algumas delas se cumprirão após a volta do Mestre e serão destinadas especificamente à nação israelense, quando o endurecimento parcial dos judeus for retirado. Porém, isso não justifica sustentar que o novo pacto está atualmente suspenso. As Escrituras afirmam o contrário.

3. Deus continua agindo profeticamente com a nação israelense.

Esse é, talvez, o principal empecilho ao dispensacionalismo tradicional. Como afirmar que o Altíssimo cessou de atuar momentaneamente no aspecto profético com Israel, se vemos na história o contrário? Por exemplo, a destruição de Jerusalém, ocorrida em 70 D.C (de acordo com o dispensacionalismo tradicional, em plena "dispensação da graça"), é um cabal cumprimento profético de Daniel 9:26 e se referiu diretamente à nação israelense! A reunião de Israel como um país, a partir de 1948, é um claro cumprimento de Ezequiel 47. Até mesmo a salvação destinada aos gentios, veio para incitar o povo judeu à emulação (Romanos 11:11).
 
De acordo com os precedentes históricos, não há como afirmar que o Senhor deixou, provisoriamente, de agir profeticamente com Israel durante a "era da Igreja".

4. Não há várias formas de salvação.
 
Muitos dispensacionalistas tradicionais tendem a sustentar diferentes planos de salvação para a Igreja e para Israel. Os pré-tribulacionistas, por exemplo, defendem algum tipo de boas obras ou força de vontade por parte dos "deixados para trás" na tribulação para enfrentar esse período, manter a fé e ser salvo. Para o dispensacionalismo progressivo, existe apenas uma forma de salvação eterna: através da graça do Pai, mediante o sacrifício de Cristo. Todos os santos, não importa se viveram antes ou após esse sacrifício, são salvos através do sangue de Jesus. O sacrifício de Jesus abrange uma redenção atemporal, como fica claro em Hebreus 9:15.
 
Paulo deixa uma forte mensagem que leva a um entendimento progressivo do plano do Eterno. Em seu diálogo com Agripa, ele diz:

"E agora estou aqui para ser julgado por causa da esperança da promessa feita por Deus a nossos pais, a qual as nossas doze tribos, servindo a Deus fervorosamente noite e dia, esperam alcançar; é por causa dessa esperança, ó rei, que eu sou acusado pelos judeus" (Atos 26:6-7)

"Pelo que, ó rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial, antes anunciei primeiramente aos que estão em Damasco, e depois em Jerusalém, e por toda Judéia e também aos gentios, que se arrependessem e se convertessem a Deus, praticando obras dignas do arrependimento. Por causa disto os judeus me prenderam no templo e procuravam matar-me. Tendo, pois, alcançado socorro da parte de Deus, ainda até o dia de hoje permaneço, dando testemunho tanto a pequenos como a grandes, não dizendo nada senão o que os profetas e Moisés disseram que devia acontecer; isto é, como o Cristo devia padecer, e como seria ele o primeiro que, pela ressurreição dos mortos, devia anunciar a luz a este povo e também aos gentios" (Atos 26:19-23)

Ou seja, o apóstolo deixa claro que seu trabalho evangelístico, inclusive entre os gentios, parte de uma promessa original dada a Israel e é o cumprimento cabal da esperança de Israel. Não há razões para separar terminantemente Israel da Igreja, como o faz o dispensacionalismo tradicional, nem para substituir terminantemente Israel pela Igreja, como o faz o não-dispensacionalismo tradicional. De acordo com as palavras de Paulo, o evangelho pregado aos gentios é uma conseqüência progressiva das promessas destinadas aos judeus, reunindo ambos em um só corpo, porém, mantendo abertas as concretizações específicas futuras para a nação israelense (Zacarias 12:10, Romanos 11:15, Romanos 11:25).
 
Neste ponto, deixamos expressa nossa concepção a respeito do estado dos judeus que crerem em Jesus no momento de sua vinda. O profeta Zacarias nos relata o impacto que a volta do Messias terá sobre os judeus:

"Mas sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o Espírito de graça e de súplicas; e olharão para mim, a quem traspassaram; e pranteá-lo-ão sobre ele, como quem pranteia pelo filho unigênito; e chorarão amargamente por ele, como se chora amargamente pelo primogênito. Naquele dia será grande o pranto em Jerusalém, como o pranto de Hadade-Rimom no vale de Megido. E a terra pranteará, cada família à parte: a família da casa de Davi à parte, e suas mulheres à parte; e a família da casa de Natã à parte, e suas mulheres à parte; A família da casa de Levi à parte, e suas mulheres à parte; a família de Simei à parte, e suas mulheres à parte. Todas as mais famílias remanescentes, cada família à parte, e suas mulheres à parte" (Zacarias 12:10-14)

Notamos que na profecia citada não há uma promessa de glorificação, mas sim de uma conversão de pessoas diante da presença física de Jesus em sua vinda, as quais serão alvos do Espírito de graça e de súplicas, numa alusão bastante clara à atuação do Espírito Santo. A promessa é específica para "a casa de Davi", ou seja, para a nação israelense. A maior parte dos dispensacionalistas progressivos sustenta a glorificação de todos eles. O Projeto Ômega, porém, adota uma linha diferente nesse quesito. Com o objetivo de manter nossa coerência com a compreensão literal das profecias, cremos que a promessa feita pelo Eterno a Abraão se concretizará também de forma literal. Vejamos:

"E eis que veio a palavra do SENHOR a ele dizendo: Este não será o teu herdeiro; mas aquele que de tuas entranhas sair, este será o teu herdeiro. Então o levou fora, e disse: Olha agora para os céus, e conta as estrelas, se as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua descendência" (Gênesis 15:5)

Cremos que há um propósito eterno do Senhor com a raça humana e que esse propósito será concretizado com a permanência física dos judeus que crerem em Jesus em Sua gloriosa volta. A literalidade da promessa feita a Abraão, ao qual foi prometido que sua descendência seria tão vasta como o número de estrelas ou como a areia da praia (Gênesis 22:17), deve ser considerada. Na profecia de Zacarias 12:10-14, vemos a presença de "famílias remanescentes" e de "mulheres". Tudo isso aponta para uma perpetuação física da descendência de Abraão e de uma multiplicação constante.
 
Consequentemente, o plano de salvação para os judeus é o mesmo e a forma é a mesma (o sacrifício redentor de Jesus), diferindo apenas em suas conseqüências. Usando a literalidade, sustentamos que, para os judeus que creram na presente dispensação, há uma promessa específica de glorificação corpórea. Para aqueles judeus que crerem no momento da volta de Jesus, existe a promessa física de multiplicação da descendência de Abraão.

PRINCIPAIS PREMISSAS DO DISPENSACIONALISMO PROGRESSIVO

1. O Novo Pacto, prometido a Israel, está atualmente em vigor e se aplica também à Igreja (Jeremias 31:31-34, Hebreus 8:6-13, 9:14-15 e 10:9-17)
 
2. A partir do momento que os líderes judeus rejeitaram em peso a mensagem de Jesus, as posições de autoridade no Reino Milenal de Cristo foram dadas aos Seus discípulos judeus (Mateus 21:33-44, Lucas 12:31-32, Lucas 22:28-30)
 
3. O Reino também é prometido aos salvos entre os gentios, os quais reinarão juntamente com os salvos entre o remanescente israelita. Nesse contexto, tanto os santos do Antigo quanto os do Novo Testamento fazem parte de um único Corpo (Mateus 8:11-12, Mateus 19:27-29, Lucas 13:26-29, João 10:16, Hebreus 11:39-40)
 
4. Os gentios que crêem são herdeiros, através da fé, de Abraão (Romanos 2:28-29, Romanos 4:13-16, Romanos 9:6-8, Hebreus 6:12-20)
 
5. Israel, como nação, não foi rejeitado pelo Senhor nem substituído pela Igreja. Parte dos judeus (um remanescente) crê no evangelho e serviu como a base inicial para pregação das boas novas, pertencendo ao Corpo de Cristo. Outra parte permaneceu endurecida até o momento da volta de Jesus. Desses dois grupos (os endurecidos e os não endurecidos), apenas os que crerem em Jesus e perseverarem serão salvos. Nesse contexto, é a posição do Projeto Ômega acreditar que aqueles israelitas que crerem logo após a vinda de Jesus, quando Ele pousar seus pés no Monte das Oliveiras, não serão glorificados, mas permanecerão em seus corpos físicos, perpetuando a espécie humana e concretizando literalmente a promessa feita a Abraão em Gênesis 15:5 (Romanos 11:1-7, Romanos 11-26)
 
6. Jesus veio primeiramente aos judeus. Os gentios foram agregados ao remanescente fiel judeu do Antigo e Novo Testamentos, de acordo com o plano do Senhor. Os gentios são participantes das bençãos judias (Salmos 18:49, Deuteronômio 32:43, Isaias 11:1-10, João 10:16, Romanos 1:16, Romanos 15:8-12,26-27)
 
7. Os santos do Antigo e do Velho Testamento estão em Cristo, através de seu sacrifício abrangente a todas as épocas (Efésios 1:4-14, Efésios 3:14-15, Efésios 4:4-10)


Em Cristo,
  
PROJETO ÔMEGA


Referência: Got Questions
  



Fonte: PROJETO ÔMEGA

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