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Página da ICA - International Chemtrail Association, Facebook
 Uma boa notícia: Talvez a geoengenharia (tal como está pintada na internet) não exista. Noticia boa? Bem, imagino que para aqueles que querem acreditar numa conspiração global de pulverização, essa não seja uma noticia tão boa assim. Na verdade para muitos dos que estão há anos criando e divulgando material baseado nessa perspectiva, essa notícia pode vir como uma verdadeira rasteira, pois obriga os ativistas a reverem todos os seus conceitos acerca dos chemtrails e, principalmente, abandonar a maioria deles . Mesmo muitos não conseguindo lidar com essa realidade, a verdade mais aproximada é a de que não estamos diante de uma mega operação clandestina global de pulverização, e sim diante de uma anomalia na atmosfera que tem provocado novos padrões na condensação de motores a jato.

Nossa equipe, rastreou, filmou e fotografou algumas centenas de aeronaves num período de mais de dois anos nos estados de São Paulo e Santa Catarina e em 90% dos casos os aviões identificados eram comerciais e de empresas brasileiras, como TAM e GOL. Em outros casos eram aviões comerciais internacionais, como da Lufthansa e Emirates. Aquele 1% de aeronaves que não são possíveis de serem rastreadas, constituem áreas da aviação que foge do âmbito da logística comercial de passageiros. Tal como o âmbito militar ou privado, dentre inúmeros outros. Isso torna claro o fato de que se existe uma operação clandestina de pulverização global, ela supre menos de 1% do total de rastros vistos no céu. O grande montante está sendo gerado pelo trafego aéreo ordinário, principalmente o comercial.

A partir do momento que se tem claro que estamos diante de aviões a jato comuns gerando contrails anômalas (persistentes) e não aviões clandestinos borrifando químicos, conclui-se que, se existe alguma química, ela só pode estar na atmosfera. É interessante observar que essa ideia muda de forma drástica, não só a nossa concepção do que sejam chemtrails, mas toda a pesquisa e investigação que se tem feito acerca do fenômeno. O agente causador dos rastros permanentes não está nos aviões. Mas afinal, se não está nos aviões, está a onde? Bem, é isso que nós temos que descobrir, antes de sairmos por aí falando de conspirações globais, aliens e genocídios. Há de se focar aqui na questão X do problema! E deixar de lado todo o resto de especulações subjetivas que povoam a internet nos dias de hoje. Sim, grande parte do que existe na internet a respeito do assunto trata-se de desinformação. Nos links abaixo, por exemplo, estão contidas duas postagens feitas por nós, onde são desbancadas quase todas as supostas “evidencias” sobre chemtrails que circulam na internet nos últimos anos.

Os Mais Conhecidos Hoax da Geoengenharia, Desbancados! Confira!
http://chemtrailbrasil.blogspot.com.br/2014/11/os-mais-conhecidos-hoax-da.html

Fotos da parte interna dos aviões borrifadores, são FAKES! CONFIRA O HOAX!
http://chemtrailbrasil.blogspot.com.br/2014/11/fotos-da-parte-interna-dos-avioes.html

Mesmo os Hoax apresentados nos links acima não são páreo para ICA – um agente profissional de desinformação – que atua com uma página no Facebook. A ICA (International Chemtrail Association) apresenta-se como uma mega multinacional do ramo da Engenharia Climática que atua no mundo aplicando métodos de Gerenciamento de Radiação Solar (SRM) através da dispersão de aerossóis estratosféricos. Apresentam-se também como uma instituição filantrópica e humanitária, compromissada com o meio ambiente e a qualidade de vida. Mas a grande verdade é que essa suposta instituição não existe fora de sua página no Facebook. Não há somente um registro acerca desta instituição dentro e fora da internet. Trata-se somente de uma página de Facebook criada exclusivamente para desinformar ativistas da geoengenharia. As postagens do ICA, em sua maioria são HOAX extremamente sofisticados, onde são aplicados conhecimentos que vão desde meteorologia e climatologia a marketing e propaganda. Tudo isso para criar a ilusão de que existe uma corporação internacional de pulverização estratosférica.

Nesse contexto a ICA ainda faz questão de dizer em suas postagens que possui ligação com o clube de Bilderberg, e com isso cria-se o cenário conspiratório clássico que vemos na internet acerca da geoengenharia.

Veja um vídeo onde a ICA é totalmente desbancada:



Fonte:Chemtrail Brasil

ICA - um HOAX criado para enganar Ativistas da Geoengenharia!

Página da ICA - International Chemtrail Association, Facebook
 Uma boa notícia: Talvez a geoengenharia (tal como está pintada na internet) não exista. Noticia boa? Bem, imagino que para aqueles que querem acreditar numa conspiração global de pulverização, essa não seja uma noticia tão boa assim. Na verdade para muitos dos que estão há anos criando e divulgando material baseado nessa perspectiva, essa notícia pode vir como uma verdadeira rasteira, pois obriga os ativistas a reverem todos os seus conceitos acerca dos chemtrails e, principalmente, abandonar a maioria deles . Mesmo muitos não conseguindo lidar com essa realidade, a verdade mais aproximada é a de que não estamos diante de uma mega operação clandestina global de pulverização, e sim diante de uma anomalia na atmosfera que tem provocado novos padrões na condensação de motores a jato.

Nossa equipe, rastreou, filmou e fotografou algumas centenas de aeronaves num período de mais de dois anos nos estados de São Paulo e Santa Catarina e em 90% dos casos os aviões identificados eram comerciais e de empresas brasileiras, como TAM e GOL. Em outros casos eram aviões comerciais internacionais, como da Lufthansa e Emirates. Aquele 1% de aeronaves que não são possíveis de serem rastreadas, constituem áreas da aviação que foge do âmbito da logística comercial de passageiros. Tal como o âmbito militar ou privado, dentre inúmeros outros. Isso torna claro o fato de que se existe uma operação clandestina de pulverização global, ela supre menos de 1% do total de rastros vistos no céu. O grande montante está sendo gerado pelo trafego aéreo ordinário, principalmente o comercial.

A partir do momento que se tem claro que estamos diante de aviões a jato comuns gerando contrails anômalas (persistentes) e não aviões clandestinos borrifando químicos, conclui-se que, se existe alguma química, ela só pode estar na atmosfera. É interessante observar que essa ideia muda de forma drástica, não só a nossa concepção do que sejam chemtrails, mas toda a pesquisa e investigação que se tem feito acerca do fenômeno. O agente causador dos rastros permanentes não está nos aviões. Mas afinal, se não está nos aviões, está a onde? Bem, é isso que nós temos que descobrir, antes de sairmos por aí falando de conspirações globais, aliens e genocídios. Há de se focar aqui na questão X do problema! E deixar de lado todo o resto de especulações subjetivas que povoam a internet nos dias de hoje. Sim, grande parte do que existe na internet a respeito do assunto trata-se de desinformação. Nos links abaixo, por exemplo, estão contidas duas postagens feitas por nós, onde são desbancadas quase todas as supostas “evidencias” sobre chemtrails que circulam na internet nos últimos anos.

Os Mais Conhecidos Hoax da Geoengenharia, Desbancados! Confira!
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Fotos da parte interna dos aviões borrifadores, são FAKES! CONFIRA O HOAX!
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Mesmo os Hoax apresentados nos links acima não são páreo para ICA – um agente profissional de desinformação – que atua com uma página no Facebook. A ICA (International Chemtrail Association) apresenta-se como uma mega multinacional do ramo da Engenharia Climática que atua no mundo aplicando métodos de Gerenciamento de Radiação Solar (SRM) através da dispersão de aerossóis estratosféricos. Apresentam-se também como uma instituição filantrópica e humanitária, compromissada com o meio ambiente e a qualidade de vida. Mas a grande verdade é que essa suposta instituição não existe fora de sua página no Facebook. Não há somente um registro acerca desta instituição dentro e fora da internet. Trata-se somente de uma página de Facebook criada exclusivamente para desinformar ativistas da geoengenharia. As postagens do ICA, em sua maioria são HOAX extremamente sofisticados, onde são aplicados conhecimentos que vão desde meteorologia e climatologia a marketing e propaganda. Tudo isso para criar a ilusão de que existe uma corporação internacional de pulverização estratosférica.

Nesse contexto a ICA ainda faz questão de dizer em suas postagens que possui ligação com o clube de Bilderberg, e com isso cria-se o cenário conspiratório clássico que vemos na internet acerca da geoengenharia.

Veja um vídeo onde a ICA é totalmente desbancada:



Fonte:Chemtrail Brasil

Olá, sejam bem vindos ao blog “Chemtrail Brasil”.

Este grupo, a partir de hoje, se estabelecerá como o primeiro blog a tratar a geoengenharia através de um novo prisma. Diferentemente da grande maioria dos internautas, aqui a geoengenharia será tratada de forma objetiva e realista, desconsiderando seus elementos folclóricos e apofênicos.

Tentamos aqui encontrar elementos substanciais acerca da geoengenharia, baseados em fatos observáveis e não em especulações oriundas do caos de informações propagados na internet.

Para compreendermos o que está sendo colocado aqui, precisamos distinguir a "geoengenheria folclore" da "geoengenharia observável".

A Geoengenharia Folclórica:

A geoengenharia folclórica é esta que está aí veiculada na Internet, e que agrega um vasto universo de situações que em sua maioria não condizem com a realidade, pois são fruto da desinformação e caos de informações gerados através da Internet devido justamente ao seu caráter multifacetado, imprevisível e imediatista. Bem, é nesta roupagem folclórica da geoengenharia que encontramos temas como:

1) A existência de um mega projeto global que através de aviões clandestinos especializados visa pulverizar agentes químicos na atmosfera de todo o planeta.

2) Pulverização deliberada de agentes químicos em grandes centros populacionais visando genocídio em massa e redução da população.

3) Pulverização deliberada de agentes biológicos sobre os centros populacionais visando a pandemia e o lucro dos monopólios da vacina.

4) O decréscimo da saúde geral das pessoas devido a ingestão e respiração diária de metais pesados oriundos da pulverização.

5) Evergreen Aviation seria uma das principais responsáveis pela execução da pulverização global

6) O uso de aparatos orgônicos (chembusters) e afins para bloquear a dispersão das trilhas químicas no céu.

7) O envolvimento de raças alienígenas nas operações de engenharia climática.

Todos estes elementos constituem a face folclórica da geoengenharia.

A Geoengenharia Observável

A "geopengenharia observável" descarta todos estes agregados apresentados acima. Trata-se de uma visão mais objetiva e pontual do que realmente seja a geoengenharia, baseada na observação empírica e analise de dados. Nesta visão são rechaçados alguns dos pontos que formam a versão folclórica, gerando assim uma nova concepção acerca do real carácter da geoengenharia. Baseado nisso, algumas das novas prerrogativas são:

1) Os aviões responsáveis por deixar as trilhas no céu não são aviões militares ou aviões comerciais adaptados. São na verdade aeronaves comerciais comuns levando passageiros.

2) As trilhas, ora chamadas de chemtrails (trilhas químicas) não são trilhas de aerossol deliberadamente pulverizadas, mas tratam-se de condensações permanentes oriundas dos motores da aeronave. Ou seja, o termo chemtrail deve ser substituído pelo termo "permanent contrail" (trilha de condensação permanente).

3) As trilhas estão se tornando permanentes não pelo fato de serem aerossóis aspergidos no céu, mas devido possivelmente a um outro fator ainda desconhecido, que altera a condição da atmosfera a nível electromagnético, ou físico-químico, propiciando a condensação permanente das trilhas dos aviões comerciais.

Lembramos que as conclusões expostas acima são passiveis de também estarem equivocadas... trabalhamos com verdades provisórias, ou seja, sabemos que com as novas informações que estão sempre surgindo, a possibilidade de mutação do conhecimento é inevitável.

O que é a geoengenharia? Nós não sabemos, mas a cada dia chegamos a novas conclusões. Esperamos um dia desvendar por fim este mistério.

Saiba o que é em detalhes a Geoengenharia Observável no documentário abaixo:



Fonte: Chemtrail Brasil

A Geoengenharia Observável! Conheça em detalhes o real caráter da geoengenharia

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Este grupo, a partir de hoje, se estabelecerá como o primeiro blog a tratar a geoengenharia através de um novo prisma. Diferentemente da grande maioria dos internautas, aqui a geoengenharia será tratada de forma objetiva e realista, desconsiderando seus elementos folclóricos e apofênicos.

Tentamos aqui encontrar elementos substanciais acerca da geoengenharia, baseados em fatos observáveis e não em especulações oriundas do caos de informações propagados na internet.

Para compreendermos o que está sendo colocado aqui, precisamos distinguir a "geoengenheria folclore" da "geoengenharia observável".

A Geoengenharia Folclórica:

A geoengenharia folclórica é esta que está aí veiculada na Internet, e que agrega um vasto universo de situações que em sua maioria não condizem com a realidade, pois são fruto da desinformação e caos de informações gerados através da Internet devido justamente ao seu caráter multifacetado, imprevisível e imediatista. Bem, é nesta roupagem folclórica da geoengenharia que encontramos temas como:

1) A existência de um mega projeto global que através de aviões clandestinos especializados visa pulverizar agentes químicos na atmosfera de todo o planeta.

2) Pulverização deliberada de agentes químicos em grandes centros populacionais visando genocídio em massa e redução da população.

3) Pulverização deliberada de agentes biológicos sobre os centros populacionais visando a pandemia e o lucro dos monopólios da vacina.

4) O decréscimo da saúde geral das pessoas devido a ingestão e respiração diária de metais pesados oriundos da pulverização.

5) Evergreen Aviation seria uma das principais responsáveis pela execução da pulverização global

6) O uso de aparatos orgônicos (chembusters) e afins para bloquear a dispersão das trilhas químicas no céu.

7) O envolvimento de raças alienígenas nas operações de engenharia climática.

Todos estes elementos constituem a face folclórica da geoengenharia.

A Geoengenharia Observável

A "geopengenharia observável" descarta todos estes agregados apresentados acima. Trata-se de uma visão mais objetiva e pontual do que realmente seja a geoengenharia, baseada na observação empírica e analise de dados. Nesta visão são rechaçados alguns dos pontos que formam a versão folclórica, gerando assim uma nova concepção acerca do real carácter da geoengenharia. Baseado nisso, algumas das novas prerrogativas são:

1) Os aviões responsáveis por deixar as trilhas no céu não são aviões militares ou aviões comerciais adaptados. São na verdade aeronaves comerciais comuns levando passageiros.

2) As trilhas, ora chamadas de chemtrails (trilhas químicas) não são trilhas de aerossol deliberadamente pulverizadas, mas tratam-se de condensações permanentes oriundas dos motores da aeronave. Ou seja, o termo chemtrail deve ser substituído pelo termo "permanent contrail" (trilha de condensação permanente).

3) As trilhas estão se tornando permanentes não pelo fato de serem aerossóis aspergidos no céu, mas devido possivelmente a um outro fator ainda desconhecido, que altera a condição da atmosfera a nível electromagnético, ou físico-químico, propiciando a condensação permanente das trilhas dos aviões comerciais.

Lembramos que as conclusões expostas acima são passiveis de também estarem equivocadas... trabalhamos com verdades provisórias, ou seja, sabemos que com as novas informações que estão sempre surgindo, a possibilidade de mutação do conhecimento é inevitável.

O que é a geoengenharia? Nós não sabemos, mas a cada dia chegamos a novas conclusões. Esperamos um dia desvendar por fim este mistério.

Saiba o que é em detalhes a Geoengenharia Observável no documentário abaixo:



Fonte: Chemtrail Brasil

Published at: 15:30, December 13, 2014 By Luis R. Miranda
(Imagem: www.gqrr.com)
A COP20, patrocinada pelas Nações Unidas e as corporações transnacionais, emite a maior quantidade de CO2 do que nunca.

LIMA - Você poderia pensar que o encontro COP20 em Lima seria um debate entre cientistas e políticos ou que eles teriam conversas francas sobre como melhorar o uso de energia e reduzir significativamente a poluição ambiental.

Bem, isso terá que ser deixado para o próximo encontro ou, talvez, para uma outra época na história humana.

Mesmo sendo os mais poluidores do mundo, representantes das empresas de energia mais poderosas estão e sempre têm estado em todas as reuniões do meio ambiente desde Rio 1992.

Você provavelmente está se perguntando o que fazem os representantes da indústria mais perigosa do mundo, que rivaliza com os poluidores da geo-engenharia e os transgénicos, nas negociações sobre o clima no Peru.

Será que é mesmo possível negociar maneiras de ter um planeta mais limpo quando os poluidores, aqueles que só buscam o lucro para seus acionistas e eles mesmos, estão na mesa de negociação?
Para começar, as empresas petroleiras não estão lá para negociar, mas para cuidar de seus interesses.
O petróleo será a principal fonte de energia para as indústrias do mundo por muito tempo, mas as petroleiras não deveriam estar participando na discussão sobre como ter um planeta mais limpo.
Os petroleiros não estão interessados em um planeta mais limpo. Se estivessem, não teriam causado tanto dano ao meio ambiente, como têm feito.

Se eles estivessem realmente interessados em um planeta mais limpo, estariam investindo tanto dinheiro quanto gastam para opor-se ao surgimento de novas tecnologias e campanhas ambientais falsas - como o falso alarmismo do aquecimento global.

Agora, é importante entender por que eles estão lá.

A razão é que eles financiam o falso movimento ambientalista. Aquelas pessoas que pedem uma redução significativa das emissões de CO2 e que culpam os seres humanos pelo aquecimento global estão associados com BP, Shell, Exxon e Chevron, entre outros. O ambientalismo é um grande negócio e é financiado e dirigido pelos chefes de indústria que controlam os monopólios mais importantes.

“Nas publicações Nos dias de Noé: clima
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Nossa equipe, rastreou, filmou e fotografou algumas centenas de aeronaves num período de mais de dois anos nos estados de São Paulo e Santa Catarina e em 90% dos casos os aviões identificados eram comerciais e de empresas brasileiras, como TAM e GOL. Em outros casos eram aviões comerciais internacionais, como da Lufthansa e Emirates. Aquele 1% de aeronaves que não são possíveis de serem rastreadas, constituem áreas da aviação que foge do âmbito da logística comercial de passageiros. Tal como o âmbito militar ou privado, dentre inúmeros outros. Isso torna claro o fato de que se existe uma operação clandestina de pulverização global, ela supre menos de 1% do total de rastros vistos no céu. O grande montante está sendo gerado pelo trafego aéreo ordinário, principalmente o comercial.

A partir do momento que se tem claro que estamos diante de aviões a jato comuns gerando contrails anômalas (persistentes) e não aviões clandestinos borrifando químicos, conclui-se que, se existe alguma química, ela só pode estar na atmosfera. É interessante observar que essa ideia muda de forma drástica, não só a nossa concepção do que sejam chemtrails, mas toda a pesquisa e investigação que se tem feito acerca do fenômeno. O agente causador dos rastros permanentes não está nos aviões. Mas afinal, se não está nos aviões, está a onde? Bem, é isso que nós temos que descobrir, antes de sairmos por aí falando de conspirações globais, aliens e genocídios. Há de se focar aqui na questão X do problema! E deixar de lado todo o resto de especulações subjetivas que povoam a internet nos dias de hoje. Sim, grande parte do que existe na internet a respeito do assunto trata-se de desinformação. Nos links abaixo, por exemplo, estão contidas duas postagens feitas por nós, onde são desbancadas quase todas as supostas “evidencias” sobre chemtrails que circulam na internet nos últimos anos.

Os Mais Conhecidos Hoax da Geoengenharia, Desbancados! Confira!
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Mesmo os Hoax apresentados nos links acima não são páreo para ICA – um agente profissional de desinformação – que atua com uma página no Facebook. A ICA (International Chemtrail Association) apresenta-se como uma mega multinacional do ramo da Engenharia Climática que atua no mundo aplicando métodos de Gerenciamento de Radiação Solar (SRM) através da dispersão de aerossóis estratosféricos. Apresentam-se também como uma instituição filantrópica e humanitária, compromissada com o meio ambiente e a qualidade de vida. Mas a grande verdade é que essa suposta instituição não existe fora de sua página no Facebook. Não há somente um registro acerca desta instituição dentro e fora da internet. Trata-se somente de uma página de Facebook criada exclusivamente para desinformar ativistas da geoengenharia. As postagens do ICA, em sua maioria são HOAX extremamente sofisticados, onde são aplicados conhecimentos que vão desde meteorologia e climatologia a marketing e propaganda. Tudo isso para criar a ilusão de que existe uma corporação internacional de pulverização estratosférica.

Nesse contexto a ICA ainda faz questão de dizer em suas postagens que possui ligação com o clube de Bilderberg, e com isso cria-se o cenário conspiratório clássico que vemos na internet acerca da geoengenharia.

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Fonte:Chemtrail Brasil

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 Uma boa notícia: Talvez a geoengenharia (tal como está pintada na internet) não exista. Noticia boa? Bem, imagino que para aqueles que querem acreditar numa conspiração global de pulverização, essa não seja uma noticia tão boa assim. Na verdade para muitos dos que estão há anos criando e divulgando material baseado nessa perspectiva, essa notícia pode vir como uma verdadeira rasteira, pois obriga os ativistas a reverem todos os seus conceitos acerca dos chemtrails e, principalmente, abandonar a maioria deles . Mesmo muitos não conseguindo lidar com essa realidade, a verdade mais aproximada é a de que não estamos diante de uma mega operação clandestina global de pulverização, e sim diante de uma anomalia na atmosfera que tem provocado novos padrões na condensação de motores a jato.

Nossa equipe, rastreou, filmou e fotografou algumas centenas de aeronaves num período de mais de dois anos nos estados de São Paulo e Santa Catarina e em 90% dos casos os aviões identificados eram comerciais e de empresas brasileiras, como TAM e GOL. Em outros casos eram aviões comerciais internacionais, como da Lufthansa e Emirates. Aquele 1% de aeronaves que não são possíveis de serem rastreadas, constituem áreas da aviação que foge do âmbito da logística comercial de passageiros. Tal como o âmbito militar ou privado, dentre inúmeros outros. Isso torna claro o fato de que se existe uma operação clandestina de pulverização global, ela supre menos de 1% do total de rastros vistos no céu. O grande montante está sendo gerado pelo trafego aéreo ordinário, principalmente o comercial.

A partir do momento que se tem claro que estamos diante de aviões a jato comuns gerando contrails anômalas (persistentes) e não aviões clandestinos borrifando químicos, conclui-se que, se existe alguma química, ela só pode estar na atmosfera. É interessante observar que essa ideia muda de forma drástica, não só a nossa concepção do que sejam chemtrails, mas toda a pesquisa e investigação que se tem feito acerca do fenômeno. O agente causador dos rastros permanentes não está nos aviões. Mas afinal, se não está nos aviões, está a onde? Bem, é isso que nós temos que descobrir, antes de sairmos por aí falando de conspirações globais, aliens e genocídios. Há de se focar aqui na questão X do problema! E deixar de lado todo o resto de especulações subjetivas que povoam a internet nos dias de hoje. Sim, grande parte do que existe na internet a respeito do assunto trata-se de desinformação. Nos links abaixo, por exemplo, estão contidas duas postagens feitas por nós, onde são desbancadas quase todas as supostas “evidencias” sobre chemtrails que circulam na internet nos últimos anos.

Os Mais Conhecidos Hoax da Geoengenharia, Desbancados! Confira!
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Mesmo os Hoax apresentados nos links acima não são páreo para ICA – um agente profissional de desinformação – que atua com uma página no Facebook. A ICA (International Chemtrail Association) apresenta-se como uma mega multinacional do ramo da Engenharia Climática que atua no mundo aplicando métodos de Gerenciamento de Radiação Solar (SRM) através da dispersão de aerossóis estratosféricos. Apresentam-se também como uma instituição filantrópica e humanitária, compromissada com o meio ambiente e a qualidade de vida. Mas a grande verdade é que essa suposta instituição não existe fora de sua página no Facebook. Não há somente um registro acerca desta instituição dentro e fora da internet. Trata-se somente de uma página de Facebook criada exclusivamente para desinformar ativistas da geoengenharia. As postagens do ICA, em sua maioria são HOAX extremamente sofisticados, onde são aplicados conhecimentos que vão desde meteorologia e climatologia a marketing e propaganda. Tudo isso para criar a ilusão de que existe uma corporação internacional de pulverização estratosférica.

Nesse contexto a ICA ainda faz questão de dizer em suas postagens que possui ligação com o clube de Bilderberg, e com isso cria-se o cenário conspiratório clássico que vemos na internet acerca da geoengenharia.

Veja um vídeo onde a ICA é totalmente desbancada:



Fonte:Chemtrail Brasil

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Este grupo, a partir de hoje, se estabelecerá como o primeiro blog a tratar a geoengenharia através de um novo prisma. Diferentemente da grande maioria dos internautas, aqui a geoengenharia será tratada de forma objetiva e realista, desconsiderando seus elementos folclóricos e apofênicos.

Tentamos aqui encontrar elementos substanciais acerca da geoengenharia, baseados em fatos observáveis e não em especulações oriundas do caos de informações propagados na internet.

Para compreendermos o que está sendo colocado aqui, precisamos distinguir a "geoengenheria folclore" da "geoengenharia observável".

A Geoengenharia Folclórica:

A geoengenharia folclórica é esta que está aí veiculada na Internet, e que agrega um vasto universo de situações que em sua maioria não condizem com a realidade, pois são fruto da desinformação e caos de informações gerados através da Internet devido justamente ao seu caráter multifacetado, imprevisível e imediatista. Bem, é nesta roupagem folclórica da geoengenharia que encontramos temas como:

1) A existência de um mega projeto global que através de aviões clandestinos especializados visa pulverizar agentes químicos na atmosfera de todo o planeta.

2) Pulverização deliberada de agentes químicos em grandes centros populacionais visando genocídio em massa e redução da população.

3) Pulverização deliberada de agentes biológicos sobre os centros populacionais visando a pandemia e o lucro dos monopólios da vacina.

4) O decréscimo da saúde geral das pessoas devido a ingestão e respiração diária de metais pesados oriundos da pulverização.

5) Evergreen Aviation seria uma das principais responsáveis pela execução da pulverização global

6) O uso de aparatos orgônicos (chembusters) e afins para bloquear a dispersão das trilhas químicas no céu.

7) O envolvimento de raças alienígenas nas operações de engenharia climática.

Todos estes elementos constituem a face folclórica da geoengenharia.

A Geoengenharia Observável

A "geopengenharia observável" descarta todos estes agregados apresentados acima. Trata-se de uma visão mais objetiva e pontual do que realmente seja a geoengenharia, baseada na observação empírica e analise de dados. Nesta visão são rechaçados alguns dos pontos que formam a versão folclórica, gerando assim uma nova concepção acerca do real carácter da geoengenharia. Baseado nisso, algumas das novas prerrogativas são:

1) Os aviões responsáveis por deixar as trilhas no céu não são aviões militares ou aviões comerciais adaptados. São na verdade aeronaves comerciais comuns levando passageiros.

2) As trilhas, ora chamadas de chemtrails (trilhas químicas) não são trilhas de aerossol deliberadamente pulverizadas, mas tratam-se de condensações permanentes oriundas dos motores da aeronave. Ou seja, o termo chemtrail deve ser substituído pelo termo "permanent contrail" (trilha de condensação permanente).

3) As trilhas estão se tornando permanentes não pelo fato de serem aerossóis aspergidos no céu, mas devido possivelmente a um outro fator ainda desconhecido, que altera a condição da atmosfera a nível electromagnético, ou físico-químico, propiciando a condensação permanente das trilhas dos aviões comerciais.

Lembramos que as conclusões expostas acima são passiveis de também estarem equivocadas... trabalhamos com verdades provisórias, ou seja, sabemos que com as novas informações que estão sempre surgindo, a possibilidade de mutação do conhecimento é inevitável.

O que é a geoengenharia? Nós não sabemos, mas a cada dia chegamos a novas conclusões. Esperamos um dia desvendar por fim este mistério.

Saiba o que é em detalhes a Geoengenharia Observável no documentário abaixo:



Fonte: Chemtrail Brasil

A Geoengenharia Observável! Conheça em detalhes o real caráter da geoengenharia

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Este grupo, a partir de hoje, se estabelecerá como o primeiro blog a tratar a geoengenharia através de um novo prisma. Diferentemente da grande maioria dos internautas, aqui a geoengenharia será tratada de forma objetiva e realista, desconsiderando seus elementos folclóricos e apofênicos.

Tentamos aqui encontrar elementos substanciais acerca da geoengenharia, baseados em fatos observáveis e não em especulações oriundas do caos de informações propagados na internet.

Para compreendermos o que está sendo colocado aqui, precisamos distinguir a "geoengenheria folclore" da "geoengenharia observável".

A Geoengenharia Folclórica:

A geoengenharia folclórica é esta que está aí veiculada na Internet, e que agrega um vasto universo de situações que em sua maioria não condizem com a realidade, pois são fruto da desinformação e caos de informações gerados através da Internet devido justamente ao seu caráter multifacetado, imprevisível e imediatista. Bem, é nesta roupagem folclórica da geoengenharia que encontramos temas como:

1) A existência de um mega projeto global que através de aviões clandestinos especializados visa pulverizar agentes químicos na atmosfera de todo o planeta.

2) Pulverização deliberada de agentes químicos em grandes centros populacionais visando genocídio em massa e redução da população.

3) Pulverização deliberada de agentes biológicos sobre os centros populacionais visando a pandemia e o lucro dos monopólios da vacina.

4) O decréscimo da saúde geral das pessoas devido a ingestão e respiração diária de metais pesados oriundos da pulverização.

5) Evergreen Aviation seria uma das principais responsáveis pela execução da pulverização global

6) O uso de aparatos orgônicos (chembusters) e afins para bloquear a dispersão das trilhas químicas no céu.

7) O envolvimento de raças alienígenas nas operações de engenharia climática.

Todos estes elementos constituem a face folclórica da geoengenharia.

A Geoengenharia Observável

A "geopengenharia observável" descarta todos estes agregados apresentados acima. Trata-se de uma visão mais objetiva e pontual do que realmente seja a geoengenharia, baseada na observação empírica e analise de dados. Nesta visão são rechaçados alguns dos pontos que formam a versão folclórica, gerando assim uma nova concepção acerca do real carácter da geoengenharia. Baseado nisso, algumas das novas prerrogativas são:

1) Os aviões responsáveis por deixar as trilhas no céu não são aviões militares ou aviões comerciais adaptados. São na verdade aeronaves comerciais comuns levando passageiros.

2) As trilhas, ora chamadas de chemtrails (trilhas químicas) não são trilhas de aerossol deliberadamente pulverizadas, mas tratam-se de condensações permanentes oriundas dos motores da aeronave. Ou seja, o termo chemtrail deve ser substituído pelo termo "permanent contrail" (trilha de condensação permanente).

3) As trilhas estão se tornando permanentes não pelo fato de serem aerossóis aspergidos no céu, mas devido possivelmente a um outro fator ainda desconhecido, que altera a condição da atmosfera a nível electromagnético, ou físico-químico, propiciando a condensação permanente das trilhas dos aviões comerciais.

Lembramos que as conclusões expostas acima são passiveis de também estarem equivocadas... trabalhamos com verdades provisórias, ou seja, sabemos que com as novas informações que estão sempre surgindo, a possibilidade de mutação do conhecimento é inevitável.

O que é a geoengenharia? Nós não sabemos, mas a cada dia chegamos a novas conclusões. Esperamos um dia desvendar por fim este mistério.

Saiba o que é em detalhes a Geoengenharia Observável no documentário abaixo:



Fonte: Chemtrail Brasil

Published at: 15:30, December 13, 2014 By Luis R. Miranda
(Imagem: www.gqrr.com)
A COP20, patrocinada pelas Nações Unidas e as corporações transnacionais, emite a maior quantidade de CO2 do que nunca.

LIMA - Você poderia pensar que o encontro COP20 em Lima seria um debate entre cientistas e políticos ou que eles teriam conversas francas sobre como melhorar o uso de energia e reduzir significativamente a poluição ambiental.

Bem, isso terá que ser deixado para o próximo encontro ou, talvez, para uma outra época na história humana.

Mesmo sendo os mais poluidores do mundo, representantes das empresas de energia mais poderosas estão e sempre têm estado em todas as reuniões do meio ambiente desde Rio 1992.

Você provavelmente está se perguntando o que fazem os representantes da indústria mais perigosa do mundo, que rivaliza com os poluidores da geo-engenharia e os transgénicos, nas negociações sobre o clima no Peru.

Será que é mesmo possível negociar maneiras de ter um planeta mais limpo quando os poluidores, aqueles que só buscam o lucro para seus acionistas e eles mesmos, estão na mesa de negociação?
Para começar, as empresas petroleiras não estão lá para negociar, mas para cuidar de seus interesses.
O petróleo será a principal fonte de energia para as indústrias do mundo por muito tempo, mas as petroleiras não deveriam estar participando na discussão sobre como ter um planeta mais limpo.
Os petroleiros não estão interessados em um planeta mais limpo. Se estivessem, não teriam causado tanto dano ao meio ambiente, como têm feito.

Se eles estivessem realmente interessados em um planeta mais limpo, estariam investindo tanto dinheiro quanto gastam para opor-se ao surgimento de novas tecnologias e campanhas ambientais falsas - como o falso alarmismo do aquecimento global.

Agora, é importante entender por que eles estão lá.

A razão é que eles financiam o falso movimento ambientalista. Aquelas pessoas que pedem uma redução significativa das emissões de CO2 e que culpam os seres humanos pelo aquecimento global estão associados com BP, Shell, Exxon e Chevron, entre outros. O ambientalismo é um grande negócio e é financiado e dirigido pelos chefes de indústria que controlam os monopólios mais importantes.

“Nas publicações do movimento ambiental, afirma-se que o mesmo surgiu a partir de grupos locais. A verdade, porém, é que o financiamento e as políticas vêm das mais prestigiadas instituições de estabelecimento liberal ocidental, centrado em torno do Council on Foreign Relations, a Comissão Trilateral, o Instituto Aspen e uma série de fundações familiares privadas, ” relatam Rogelio A. Maduro e Ralf Schauerhammer no capítulo 10 do seu livro Os Buracos na Camada de Ozônio: A Evidência Científica de que o Céu Não está Caindo.

Surpreendido? Essa é a natureza do monopólio corporativo e da burocracia.

Mas há mais. Segundo os autores, o movimento ambientalista atual, que é seguido por milhões de pessoas, simplesmente porque eles não sabem mais o que fazer, tem intenções muito claras para o presente e o futuro do mundo ocidental. Infelizmente, essas intenções não são as melhores para a humanidade. “Esta rede de fundações tornou o ambientalismo atual em um movimento de massa para apoiar a institucionalização da anticiencia e as políticas de não-crescimento em todos os níveis de governo e da vida pública. Conforme previsto pelo Projeto de 1980 do Council on Foreign Relations, o ambientalismo tem sido usado contra a economia dos Estados Unidos, contra metas tais como a agricultura de alta tecnologia e a indústria de energia nuclear. Este movimento é fundamentalmente uma religião pagãverde’.

Embora os líderes das negociações do clima no Peru e em eventos anteriores patrocinados pela Organização das Nações Unidas utilizam o lema do movimento ambientalista salvemos a Terra” e, enquanto se disfarçam como organizações “sem fins lucrativos” que procuram representar o “interesse público”,  eles são exatamente o oposto.

Todas as organizações ambientais estão compostas de milhares de pequenos grupos ambientalistas que estão direta ou indiretamente financiadas por verbas da ONU ou grandes corporações. Como é que eles consegueriam arrecadar bilhões de dólares por ano se não fosse pelas grandes contribuições de interesses corporativos?

Tomemos por exemplo a Coalition Global Tomorrow, que é composta por mais de 100 grupos ambientais e de controle populacional. Nenhum desses grupos tem um orçamento inferior a 3 milhões de dólares por ano.

Uma pesquisa compilada por Maduro e Schauerhammer mostra que, já em 1980, 35 fundações eram responsáveis por investir fortemente e, literalmente, financiar as operações de dois poderosos grupos ambientais: O Fundo de Defesa do Meio Ambiente e o Conselho de Defesa dos Recursos Naturais.
No início de 1990, fontes públicas disponíveis mostraram que as receitas totais do movimento ambientalista foram mais de 8.500 milhões dólares americanos por ano. Quanto você acha que é o seu orçamento hoje?

Simplificando, o movimento ambientalista é propriedade de um clube de bilionários e suas fundações isentas de impostos que, com suas contribuições financeiras, controlam o movimento ambientalista a um ponto onde até mesmo as agências governamentais parecem incapazes de fazer o seu trabalho de forma independente.

No verão de 2014, um relatório divulgado pelo Comitê do Meio Ambiente e Obras Públicas do Senado confirmou a noção de que as organizações  tais como a WWF e, Greenpeace, Earthjustice, a National Wildlife Federation dos Estados Unidos, The Nature Conservancy, a Fundação Sierra Club e a União dos Cientistas Preocupados receberam quase 8 mil milhões de dólares destes mesmos grupos.

Enquanto os céticos do movimento ambientalista são rotulados como marionetes das corporações petroleiras, aqueles que são efetivamente controlados pela indústria do petróleo, a ONU e as fundações isentas de imposto são os líderes do movimento ambientalista. As acusações infundadas fixadas em qualquer um que se opõe à farsa do aquecimento antropogênico é simplesmente uma projeção de sua própria ganância.

Enquanto os alarmistas do clima apelam para que as grandes massas ignorantes exijam mudanças dos seus líderes políticos, os ambientalistas estão sendo pagos para apoiar o falso movimento ambientalista parasalvar a Terra”, com o único objetivo de limitar o desenvolvimento, manter as pessoas pobres e reduzir drasticamente a população.

Como Chris Williams, do Climate and Capitalism explica, a atual onda de ambientalistas falsos é apenas um grupo de grandes estrategistas que são ótimos com a ciência e a arte de tirar o melhor proveito de uma campanha falsa” em grande escala contra as mesmas massas de pessoas que eles recrutam para exercer pressão sobre os líderes políticos para que eles aprovem legislação que favorece às grandes corporações petroleiras transnacionais.

Se você não entendeu isso antes, agora você sabe porque as grandes corporações petroleiras estão na ‘mesa de negociações’ em Lima, Peru.

Cada documento assinado em reuniões sobre o clima no passado tinha o selo de aprovação dessas corporações. Sem a sua autorização, os acordos não teriam acontecido. Eles são donos do movimento ambientalista. Não haverá decisões que favoreçam o planeta até que essas pessoas sejam expulsas das negociações e, a menos que as organizações ambientais, especialmente as mais importantes, parem de aceitar fundos de doadores corporativos e fundações filantrópicas isentas de impostos.

Fonte: Real Agenda

O que fazem as companhias petroleiras na COP20 em Lima?

Published at: 15:30, December 13, 2014 By Luis R. Miranda
(Imagem: www.gqrr.com)
A COP20, patrocinada pelas Nações Unidas e as corporações transnacionais, emite a maior quantidade de CO2 do que nunca.

LIMA - Você poderia pensar que o encontro COP20 em Lima seria um debate entre cientistas e políticos ou que eles teriam conversas francas sobre como melhorar o uso de energia e reduzir significativamente a poluição ambiental.

Bem, isso terá que ser deixado para o próximo encontro ou, talvez, para uma outra época na história humana.

Mesmo sendo os mais poluidores do mundo, representantes das empresas de energia mais poderosas estão e sempre têm estado em todas as reuniões do meio ambiente desde Rio 1992.

Você provavelmente está se perguntando o que fazem os representantes da indústria mais perigosa do mundo, que rivaliza com os poluidores da geo-engenharia e os transgénicos, nas negociações sobre o clima no Peru.

Será que é mesmo possível negociar maneiras de ter um planeta mais limpo quando os poluidores, aqueles que só buscam o lucro para seus acionistas e eles mesmos, estão na mesa de negociação?
Para começar, as empresas petroleiras não estão lá para negociar, mas para cuidar de seus interesses.
O petróleo será a principal fonte de energia para as indústrias do mundo por muito tempo, mas as petroleiras não deveriam estar participando na discussão sobre como ter um planeta mais limpo.
Os petroleiros não estão interessados em um planeta mais limpo. Se estivessem, não teriam causado tanto dano ao meio ambiente, como têm feito.

Se eles estivessem realmente interessados em um planeta mais limpo, estariam investindo tanto dinheiro quanto gastam para opor-se ao surgimento de novas tecnologias e campanhas ambientais falsas - como o falso alarmismo do aquecimento global.

Agora, é importante entender por que eles estão lá.

A razão é que eles financiam o falso movimento ambientalista. Aquelas pessoas que pedem uma redução significativa das emissões de CO2 e que culpam os seres humanos pelo aquecimento global estão associados com BP, Shell, Exxon e Chevron, entre outros. O ambientalismo é um grande negócio e é financiado e dirigido pelos chefes de indústria que controlam os monopólios mais importantes.

“Nas publicações do movimento ambiental, afirma-se que o mesmo surgiu a partir de grupos locais. A verdade, porém, é que o financiamento e as políticas vêm das mais prestigiadas instituições de estabelecimento liberal ocidental, centrado em torno do Council on Foreign Relations, a Comissão Trilateral, o Instituto Aspen e uma série de fundações familiares privadas, ” relatam Rogelio A. Maduro e Ralf Schauerhammer no capítulo 10 do seu livro Os Buracos na Camada de Ozônio: A Evidência Científica de que o Céu Não está Caindo.

Surpreendido? Essa é a natureza do monopólio corporativo e da burocracia.

Mas há mais. Segundo os autores, o movimento ambientalista atual, que é seguido por milhões de pessoas, simplesmente porque eles não sabem mais o que fazer, tem intenções muito claras para o presente e o futuro do mundo ocidental. Infelizmente, essas intenções não são as melhores para a humanidade. “Esta rede de fundações tornou o ambientalismo atual em um movimento de massa para apoiar a institucionalização da anticiencia e as políticas de não-crescimento em todos os níveis de governo e da vida pública. Conforme previsto pelo Projeto de 1980 do Council on Foreign Relations, o ambientalismo tem sido usado contra a economia dos Estados Unidos, contra metas tais como a agricultura de alta tecnologia e a indústria de energia nuclear. Este movimento é fundamentalmente uma religião pagãverde’.

Embora os líderes das negociações do clima no Peru e em eventos anteriores patrocinados pela Organização das Nações Unidas utilizam o lema do movimento ambientalista salvemos a Terra” e, enquanto se disfarçam como organizações “sem fins lucrativos” que procuram representar o “interesse público”,  eles são exatamente o oposto.

Todas as organizações ambientais estão compostas de milhares de pequenos grupos ambientalistas que estão direta ou indiretamente financiadas por verbas da ONU ou grandes corporações. Como é que eles consegueriam arrecadar bilhões de dólares por ano se não fosse pelas grandes contribuições de interesses corporativos?

Tomemos por exemplo a Coalition Global Tomorrow, que é composta por mais de 100 grupos ambientais e de controle populacional. Nenhum desses grupos tem um orçamento inferior a 3 milhões de dólares por ano.

Uma pesquisa compilada por Maduro e Schauerhammer mostra que, já em 1980, 35 fundações eram responsáveis por investir fortemente e, literalmente, financiar as operações de dois poderosos grupos ambientais: O Fundo de Defesa do Meio Ambiente e o Conselho de Defesa dos Recursos Naturais.
No início de 1990, fontes públicas disponíveis mostraram que as receitas totais do movimento ambientalista foram mais de 8.500 milhões dólares americanos por ano. Quanto você acha que é o seu orçamento hoje?

Simplificando, o movimento ambientalista é propriedade de um clube de bilionários e suas fundações isentas de impostos que, com suas contribuições financeiras, controlam o movimento ambientalista a um ponto onde até mesmo as agências governamentais parecem incapazes de fazer o seu trabalho de forma independente.

No verão de 2014, um relatório divulgado pelo Comitê do Meio Ambiente e Obras Públicas do Senado confirmou a noção de que as organizações  tais como a WWF e, Greenpeace, Earthjustice, a National Wildlife Federation dos Estados Unidos, The Nature Conservancy, a Fundação Sierra Club e a União dos Cientistas Preocupados receberam quase 8 mil milhões de dólares destes mesmos grupos.

Enquanto os céticos do movimento ambientalista são rotulados como marionetes das corporações petroleiras, aqueles que são efetivamente controlados pela indústria do petróleo, a ONU e as fundações isentas de imposto são os líderes do movimento ambientalista. As acusações infundadas fixadas em qualquer um que se opõe à farsa do aquecimento antropogênico é simplesmente uma projeção de sua própria ganância.

Enquanto os alarmistas do clima apelam para que as grandes massas ignorantes exijam mudanças dos seus líderes políticos, os ambientalistas estão sendo pagos para apoiar o falso movimento ambientalista parasalvar a Terra”, com o único objetivo de limitar o desenvolvimento, manter as pessoas pobres e reduzir drasticamente a população.

Como Chris Williams, do Climate and Capitalism explica, a atual onda de ambientalistas falsos é apenas um grupo de grandes estrategistas que são ótimos com a ciência e a arte de tirar o melhor proveito de uma campanha falsa” em grande escala contra as mesmas massas de pessoas que eles recrutam para exercer pressão sobre os líderes políticos para que eles aprovem legislação que favorece às grandes corporações petroleiras transnacionais.

Se você não entendeu isso antes, agora você sabe porque as grandes corporações petroleiras estão na ‘mesa de negociações’ em Lima, Peru.

Cada documento assinado em reuniões sobre o clima no passado tinha o selo de aprovação dessas corporações. Sem a sua autorização, os acordos não teriam acontecido. Eles são donos do movimento ambientalista. Não haverá decisões que favoreçam o planeta até que essas pessoas sejam expulsas das negociações e, a menos que as organizações ambientais, especialmente as mais importantes, parem de aceitar fundos de doadores corporativos e fundações filantrópicas isentas de impostos.

Fonte: Real Agenda


Por: Felipe Souza da Folha De S.Paulo

Falta de água, racionamento e calor são temas que preocupam o governo paulista nos últimos meses, em meio à maior crise hídrica da história. Para um inventor de Valinhos, a 85 km de São Paulo, a solução para esses problemas veio, literalmente, do ar.

Engenheiro mecatrônico, Pedro Ricardo Paulino patenteou em 2010 a Wateair, máquina que faz água condensando a umidade do ar.

A água produzida -que passa por um sistema de purificação que elimina as bactérias- é tão limpa que seu uso inicial foi em máquinas de hemodiálise. Para ser consumida, ela precisa passar por um segundo filtro, que adiciona sais minerais à solução.

Tudo o que a Wateair precisa para funcionar é estar ligada na tomada. Quanto mais úmido estiver o ambiente, mais ela produz. Porém, se a umidade cair a menos de 10%, ela para de funcionar. Isso elimina o risco de deixar um ambiente fechado muito seco. No dia mais seco deste ano em São Paulo, o nível chegou a 19%.

Salgada A contadora Maria Helena Castro, 31, comprou uma máquina em maio para suprir a falta d'água no sítio dela em Itu (a 101 km de SP). Ela desembolsou R$ 120 mil na versão que produz até mil litros por dia. "Tinha problemas com falta de água desde fevereiro. Hoje, crio minhas galinhas, porcos, coelhos e irrigo minha plantação sem dor de cabeça", diz. Maria Helena conta que o preço compensa e que ainda não precisou fazer nenhuma troca de filtro ou manutenção. O inventor explica que, como os componentes da máquina são importados e a demanda ainda é pequena, os custos são elevados. "Tudo é encomendado e praticamente não existe nada feito em linha de produção", afirma. A menor máquina, que produz 30 litros por dia com a umidade relativa do ar a 80%, custa R$ 7.000. A maior, que chega a 5.000 litros por dia, é vendida por R$ 350 mil. Segundo o criador, o gasto de energia elétrica para fazer um litro de água é equivalente a R$ 0,17 em São Paulo. Portanto, encher uma caixa d'água de mil litros custa R$ 170. A Sabesp cobra em média R$ 7,25 (incluindo a tarifa de esgoto) para distribuir a mesma quantidade a uma família de quatro pessoas. Ainda assim, o inventor diz que a procura pela máquina aumentou exponencialmente nos últimos meses. "Os clientes antes eram escolas ou pessoas que precisavam de água potável em menor quantidade. Agora, vendemos a restaurantes, produtores de remédios e outros prejudicados pelo fornecimento de água e pela dificuldade da captação por poços", diz. Segundo o engenheiro, um aparelho de ar-condicionado comum faz algo semelhante, mas produz água com metais pesados e bactérias. Paulino começou o projeto nos anos 1990, numa multinacional. Em 2006, passou a desenvolver a máquina com o próprio dinheiro. Quatro anos depois, conseguiu atestar a qualidade da água produzida e patenteou a Wateair. Para o inventor, o aparelho pode ser uma das soluções para a crise. "Máquinas como essa em escala gigante e a dessalinização da água do mar são opções para o futuro de São Paulo." Como funciona 1 - Turbinas aspiram o ar para dentro da máquina 2 - As moléculas de água são condensadas e tornam-se líquidas 3 - Filtros e raios ultravioleta purificam a água 4 - Outro filtro adiciona sais minerais 5 - Pronta para ser consumida, a água é armazenada em um reservatório Fonte: Folha De S. Paulo

Engenheiro de São Paulo inventa máquina que 'fabrica' água


Por: Felipe Souza da Folha De S.Paulo

Falta de água, racionamento e calor são temas que preocupam o governo paulista nos últimos meses, em meio à maior crise hídrica da história. Para um inventor de Valinhos, a 85 km de São Paulo, a solução para esses problemas veio, literalmente, do ar.

Engenheiro mecatrônico, Pedro Ricardo Paulino patenteou em 2010 a Wateair, máquina que faz água condensando a umidade do ar.

A água produzida -que passa por um sistema de purificação que elimina as bactérias- é tão limpa que seu uso inicial foi em máquinas de hemodiálise. Para ser consumida, ela precisa passar por um segundo filtro, que adiciona sais minerais à solução.

Tudo o que a Wateair precisa para funcionar é estar ligada na tomada. Quanto mais úmido estiver o ambiente, mais ela produz. Porém, se a umidade cair a menos de 10%, ela para de funcionar. Isso elimina o risco de deixar um ambiente fechado muito seco. No dia mais seco deste ano em São Paulo, o nível chegou a 19%.

Salgada A contadora Maria Helena Castro, 31, comprou uma máquina em maio para suprir a falta d'água no sítio dela em Itu (a 101 km de SP). Ela desembolsou R$ 120 mil na versão que produz até mil litros por dia. "Tinha problemas com falta de água desde fevereiro. Hoje, crio minhas galinhas, porcos, coelhos e irrigo minha plantação sem dor de cabeça", diz. Maria Helena conta que o preço compensa e que ainda não precisou fazer nenhuma troca de filtro ou manutenção. O inventor explica que, como os componentes da máquina são importados e a demanda ainda é pequena, os custos são elevados. "Tudo é encomendado e praticamente não existe nada feito em linha de produção", afirma. A menor máquina, que produz 30 litros por dia com a umidade relativa do ar a 80%, custa R$ 7.000. A maior, que chega a 5.000 litros por dia, é vendida por R$ 350 mil. Segundo o criador, o gasto de energia elétrica para fazer um litro de água é equivalente a R$ 0,17 em São Paulo. Portanto, encher uma caixa d'água de mil litros custa R$ 170. A Sabesp cobra em média R$ 7,25 (incluindo a tarifa de esgoto) para distribuir a mesma quantidade a uma família de quatro pessoas. Ainda assim, o inventor diz que a procura pela máquina aumentou exponencialmente nos últimos meses. "Os clientes antes eram escolas ou pessoas que precisavam de água potável em menor quantidade. Agora, vendemos a restaurantes, produtores de remédios e outros prejudicados pelo fornecimento de água e pela dificuldade da captação por poços", diz. Segundo o engenheiro, um aparelho de ar-condicionado comum faz algo semelhante, mas produz água com metais pesados e bactérias. Paulino começou o projeto nos anos 1990, numa multinacional. Em 2006, passou a desenvolver a máquina com o próprio dinheiro. Quatro anos depois, conseguiu atestar a qualidade da água produzida e patenteou a Wateair. Para o inventor, o aparelho pode ser uma das soluções para a crise. "Máquinas como essa em escala gigante e a dessalinização da água do mar são opções para o futuro de São Paulo." Como funciona 1 - Turbinas aspiram o ar para dentro da máquina 2 - As moléculas de água são condensadas e tornam-se líquidas 3 - Filtros e raios ultravioleta purificam a água 4 - Outro filtro adiciona sais minerais 5 - Pronta para ser consumida, a água é armazenada em um reservatório Fonte: Folha De S. Paulo

Medição ocorreu na Zona Norte da capital às 14h desta sexta-feira.Estação da Prefeitura marcou 39,3°C, com sensação térmica de 47ºC.
Paulistanos enfrentam calor no Viaduto do Chá, no centro de São Paulo (SP), no começo da tarde desta sexta-feira (17) (Foto: Renato S. Cerqueira/Futura Press/Estadão Conteúdo)

A cidade de São Paulo registrou temperatura máxima de 37,8ºC às 14h desta sexta-feira (16) e bateu recorde histórico de calor, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Esse é o registro mais alto desde o início das medições, em 1943, na estação do Inmet no Mirante de Santana, Zona Norte.

Até então, a máxima absoluta mais alta na capital havia sido de 37ºC, registrada em 10 de janeiro de 1999, ainda de acordo com o Inmet. Os dados do instituto de meteorologia mostram que 2014 teve cinco das dez temperaturas mais altas na cidade em 71 anos (veja tabela abaixo).

A estação Jaçanã/Tremebé, também na Zona Norte, controlada pelo Centro Gerenciamento de Emergências (CGE), órgão da Prefeitura, marcou temperatura ainda mais alta, de 39,3°C, às 13h50. A sensação térmica na região, segundo os meteorologistas, chegou a 47°C em locais descobertos. Mesmo os números do CGE sendo mais altos que os registros do Inmet, os dados histórios consideram as medições do instituto nacional de meteorologia.

De acordo com a Climatempo, vários municípios que já atingiram recordes de temperatura absolutos, ou as maiores marcas de 2014, podem registrar valores superiores até domingo (19), quando é previsto o ápice de calor por causa de uma massa de ar quente e seca na atmosfera.

Massa de ar seco

O Centro de Gerenciamento de Emergências também registrou umidade relativa do ar mínima de 38% na capital paulista nesta sexta-feira. A massa de ar seco formada é do mesmo tipo que a que atingiu alguns estados brasileiros no começo do ano e provocou um longo período de estiagem no Sudeste – que teve consequências graves para o abastecimento de água na Grande São Paulo. No entanto, ela deve se dissipar ainda na segunda-feira (20) (leia mais abaixo).

De acordo com Vitor Kratz, meteorologista da Climatempo, a “bolha de calor histórica” se formou devido ao fortalecimento do ar seco na atmosfera. Com isso, ela bloqueia desde o início desta semana a entrada de frentes frias, responsáveis por dar um refresco com a derrubada das temperaturas e formação de chuvas.

Segundo ele, o calor teria relação com o surgimento do El Niño, provocado quando a temperatura do Oceano Pacífico aumenta. De acordo com os cientistas, a anomalia na costa pacífica da América do Sul enfraquece os ventos alísios (que sopram de leste para oeste) na região equatorial e provoca uma mudança no padrão de transporte de umidade pelo globo, variações na distribuição de chuvas em regiões tropicais e de latitudes médias e altas, além de inconstância nas temperaturas.

Frio e chuva chegando
Mas a partir da segunda-feira (20), a atmosfera deve ficar mais úmida e o ar seco começa a perder força. A tendência é que a partir da próxima semana, novas frentes frias cheguem ao Sudeste, Centro-Oeste e parte do Nordeste e provoquem chuvas, mas sem grandes acumulados de precipitação.

Entre segunda e sábado, a previsão é que chova na Grande São Paulo em torno de 10 milímetros e 20 milímetros. Para outubro, a meteorologia espera que o nível de chuva seja menor ou igual a 127 mm, média do mês em anos anteriores.

O total, segundo Kratz, não será suficiente para encher os níveis do reservatórios que formam o Sistema Cantareira, que operava com 4,3% da capacidade de abastecimento, segundo balanço divulgado pela Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo (Sabesp) na manhã de quinta-feira (16).

Fonte: G1

SP tem recorde histórico de calor com 37,8°C de temperatura, diz Inmet

Medição ocorreu na Zona Norte da capital às 14h desta sexta-feira.Estação da Prefeitura marcou 39,3°C, com sensação térmica de 47ºC.
Paulistanos enfrentam calor no Viaduto do Chá, no centro de São Paulo (SP), no começo da tarde desta sexta-feira (17) (Foto: Renato S. Cerqueira/Futura Press/Estadão Conteúdo)

A cidade de São Paulo registrou temperatura máxima de 37,8ºC às 14h desta sexta-feira (16) e bateu recorde histórico de calor, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Esse é o registro mais alto desde o início das medições, em 1943, na estação do Inmet no Mirante de Santana, Zona Norte.

Até então, a máxima absoluta mais alta na capital havia sido de 37ºC, registrada em 10 de janeiro de 1999, ainda de acordo com o Inmet. Os dados do instituto de meteorologia mostram que 2014 teve cinco das dez temperaturas mais altas na cidade em 71 anos (veja tabela abaixo).

A estação Jaçanã/Tremebé, também na Zona Norte, controlada pelo Centro Gerenciamento de Emergências (CGE), órgão da Prefeitura, marcou temperatura ainda mais alta, de 39,3°C, às 13h50. A sensação térmica na região, segundo os meteorologistas, chegou a 47°C em locais descobertos. Mesmo os números do CGE sendo mais altos que os registros do Inmet, os dados histórios consideram as medições do instituto nacional de meteorologia.

De acordo com a Climatempo, vários municípios que já atingiram recordes de temperatura absolutos, ou as maiores marcas de 2014, podem registrar valores superiores até domingo (19), quando é previsto o ápice de calor por causa de uma massa de ar quente e seca na atmosfera.

Massa de ar seco

O Centro de Gerenciamento de Emergências também registrou umidade relativa do ar mínima de 38% na capital paulista nesta sexta-feira. A massa de ar seco formada é do mesmo tipo que a que atingiu alguns estados brasileiros no começo do ano e provocou um longo período de estiagem no Sudeste – que teve consequências graves para o abastecimento de água na Grande São Paulo. No entanto, ela deve se dissipar ainda na segunda-feira (20) (leia mais abaixo).

De acordo com Vitor Kratz, meteorologista da Climatempo, a “bolha de calor histórica” se formou devido ao fortalecimento do ar seco na atmosfera. Com isso, ela bloqueia desde o início desta semana a entrada de frentes frias, responsáveis por dar um refresco com a derrubada das temperaturas e formação de chuvas.

Segundo ele, o calor teria relação com o surgimento do El Niño, provocado quando a temperatura do Oceano Pacífico aumenta. De acordo com os cientistas, a anomalia na costa pacífica da América do Sul enfraquece os ventos alísios (que sopram de leste para oeste) na região equatorial e provoca uma mudança no padrão de transporte de umidade pelo globo, variações na distribuição de chuvas em regiões tropicais e de latitudes médias e altas, além de inconstância nas temperaturas.

Frio e chuva chegando
Mas a partir da segunda-feira (20), a atmosfera deve ficar mais úmida e o ar seco começa a perder força. A tendência é que a partir da próxima semana, novas frentes frias cheguem ao Sudeste, Centro-Oeste e parte do Nordeste e provoquem chuvas, mas sem grandes acumulados de precipitação.

Entre segunda e sábado, a previsão é que chova na Grande São Paulo em torno de 10 milímetros e 20 milímetros. Para outubro, a meteorologia espera que o nível de chuva seja menor ou igual a 127 mm, média do mês em anos anteriores.

O total, segundo Kratz, não será suficiente para encher os níveis do reservatórios que formam o Sistema Cantareira, que operava com 4,3% da capacidade de abastecimento, segundo balanço divulgado pela Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo (Sabesp) na manhã de quinta-feira (16).

Fonte: G1

No dia 22, foram encontrados 105 peixes da espécie “Photonectes ” que vivem normalmente em profundidades maiores de 1000 metros, somente um deles estava vivo, nas redes de um barco de pesca que estava em alto mar próximo a costa da província de Kochi.

Um dia antes, 9 peixes da mesma espécie foram encontrados, e um especialista oceanógrafo disse à agência de notícias Kyodo que ” alguma catástrofe está acontecendo nas profundezas do mar “.

De acordo com o NPO Nihon Umigame Kyogikai que investiga o estado da vida marinha nos mares do Japão, nas redes de um barco de pesca que estava em alto mar foi encontrado uma espécie de peixe que não tem muitas informações detalhadas pelos especialistas.

Peixes abissais encontrados

As redes estavam a apenas 70 metros de profundidade. O tamanho do peixe varia de 10 cm. a 25 cm. “ O peixe que sobreviveu, morreu algumas horas depois ““. ”No mesmo dia, segundo relatos passados na prefeitura de Fukui , um tipo raro de baiacu”, “mafugu”, foi encontrando em abundância, totalizando 46 toneladas. O número médio pescado por dia é de 200 quilos.

Os pescadores estavam mais do que satisfeito, mas também estavam incomodados com a grande quantidade. “Eu sou pescador há mais de 50 anos, e eu nunca vi nada parecido com isso”, disse um morador local. “A única maneira de saber o que realmente está acontecendo é perguntar para o peixe.

Alguns especulam que o aparecimento dos peixes raros no raso tem relação com as mudanças climáticas, alterações em correntes oceânicas, erupções vulcânicas em profundidade ou que seja até um aviso da própria natureza para alguma catástrofe que está por vir, como por exemplo, um grande terremoto e um possível tsunami. Por enquanto, o assunto está sendo estudado pelos oceanógrafos e outras cientistas japoneses. 

Fontes:  Dramafever, 47 News (Japa) , Climatologia Geografica , Verdade Mundial

Catástrofe Chegando? Peixes pescados no Japão podem revelar algo assustador

No dia 22, foram encontrados 105 peixes da espécie “Photonectes ” que vivem normalmente em profundidades maiores de 1000 metros, somente um deles estava vivo, nas redes de um barco de pesca que estava em alto mar próximo a costa da província de Kochi.

Um dia antes, 9 peixes da mesma espécie foram encontrados, e um especialista oceanógrafo disse à agência de notícias Kyodo que ” alguma catástrofe está acontecendo nas profundezas do mar “.

De acordo com o NPO Nihon Umigame Kyogikai que investiga o estado da vida marinha nos mares do Japão, nas redes de um barco de pesca que estava em alto mar foi encontrado uma espécie de peixe que não tem muitas informações detalhadas pelos especialistas.

Peixes abissais encontrados

As redes estavam a apenas 70 metros de profundidade. O tamanho do peixe varia de 10 cm. a 25 cm. “ O peixe que sobreviveu, morreu algumas horas depois ““. ”No mesmo dia, segundo relatos passados na prefeitura de Fukui , um tipo raro de baiacu”, “mafugu”, foi encontrando em abundância, totalizando 46 toneladas. O número médio pescado por dia é de 200 quilos.

Os pescadores estavam mais do que satisfeito, mas também estavam incomodados com a grande quantidade. “Eu sou pescador há mais de 50 anos, e eu nunca vi nada parecido com isso”, disse um morador local. “A única maneira de saber o que realmente está acontecendo é perguntar para o peixe.

Alguns especulam que o aparecimento dos peixes raros no raso tem relação com as mudanças climáticas, alterações em correntes oceânicas, erupções vulcânicas em profundidade ou que seja até um aviso da própria natureza para alguma catástrofe que está por vir, como por exemplo, um grande terremoto e um possível tsunami. Por enquanto, o assunto está sendo estudado pelos oceanógrafos e outras cientistas japoneses. 

Fontes:  Dramafever, 47 News (Japa) , Climatologia Geografica , Verdade Mundial

Alternativa para amenizar a crise no abastecimento de água que atinge o Estado de São Paulo, o volume morto traz riscos à saúde dos consumidores caso não seja tratado de forma adequada, de acordo com especialistas ouvidos pelo UOL.

O volume morto é a água que fica no fundo das represas, abaixo do nível de captação das comportas e que acumula sujeira, sedimentos e até metais pesados. A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) informa que o tratamento será o mesmo usado atualmente, "dentro dos rígidos padrões de qualidade seguidos pela Sabesp".

A Sabesp pretende retirar a partir do dia 15 de maio 200 bilhões de litros de água do volume morto do Sistema Cantareira, que tem 400 bilhões de litros de reserva.

Há pouco mais de um mês começaram a ser construídos canais e instaladas bombas para a retirada da água nas represas Atibainha, em Nazaré Paulista, e Jaguari/Jacareí, em Bragança Paulista. De acordo com a companhia, essa água será "suficiente" para abastecer a região até setembro.

 (clique na imagem para ampliar)

Para Sílvia Regina Gobbo, professora de ecologia da Unimep (Universidade Metodista de Piracicaba), o tratamento de água usado atualmente não consegue resolver os problemas dos metais pesados que podem estar acumulados no fundo dos reservatórios.

"O tratamento tradicional não elimina a contaminação por metais pesados, que são provenientes de indústrias de celulose, tecidos, tintas, solventes. Quando não fazem o tratamento adequado, liberam na água metais como mercúrio, chumbo e cádmio", disse.

De acordo com Maria Aparecida Marin Morales, especialista em toxicologia ambiental do campus Rio Claro da Unesp (Universidade Estadual Paulista), o volume morto exige um tratamento "mais delicado, sensível e com técnicas muito mais eficazes".
"Possivelmente, teria de se fazer um tratamento terciário da água, que é mais eficiente porque tira todos os contaminantes que estão na água, deixando-a mais isenta possível", disse.

Fontes: Semeando , Notícias UOL

Brasil:Tratamento inadequado do volume morto traz riscos; entenda

Alternativa para amenizar a crise no abastecimento de água que atinge o Estado de São Paulo, o volume morto traz riscos à saúde dos consumidores caso não seja tratado de forma adequada, de acordo com especialistas ouvidos pelo UOL.

O volume morto é a água que fica no fundo das represas, abaixo do nível de captação das comportas e que acumula sujeira, sedimentos e até metais pesados. A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) informa que o tratamento será o mesmo usado atualmente, "dentro dos rígidos padrões de qualidade seguidos pela Sabesp".

A Sabesp pretende retirar a partir do dia 15 de maio 200 bilhões de litros de água do volume morto do Sistema Cantareira, que tem 400 bilhões de litros de reserva.

Há pouco mais de um mês começaram a ser construídos canais e instaladas bombas para a retirada da água nas represas Atibainha, em Nazaré Paulista, e Jaguari/Jacareí, em Bragança Paulista. De acordo com a companhia, essa água será "suficiente" para abastecer a região até setembro.

 (clique na imagem para ampliar)

Para Sílvia Regina Gobbo, professora de ecologia da Unimep (Universidade Metodista de Piracicaba), o tratamento de água usado atualmente não consegue resolver os problemas dos metais pesados que podem estar acumulados no fundo dos reservatórios.

"O tratamento tradicional não elimina a contaminação por metais pesados, que são provenientes de indústrias de celulose, tecidos, tintas, solventes. Quando não fazem o tratamento adequado, liberam na água metais como mercúrio, chumbo e cádmio", disse.

De acordo com Maria Aparecida Marin Morales, especialista em toxicologia ambiental do campus Rio Claro da Unesp (Universidade Estadual Paulista), o volume morto exige um tratamento "mais delicado, sensível e com técnicas muito mais eficazes".
"Possivelmente, teria de se fazer um tratamento terciário da água, que é mais eficiente porque tira todos os contaminantes que estão na água, deixando-a mais isenta possível", disse.

Fontes: Semeando , Notícias UOL

Posted at: By Luis R. Miranda

A noção de que o aquecimento global pode causar guerra e agitação social não é apenas errada, mas até mesmo retrógrada - isto é, enquanto temperaturas mais frias levaram a guerras e conflitos sociais no passado, o aquecimento global tem coincidido com períodos de paz, prosperidade e estabilidade social.
BRASIL – Em 2008, um relatório intitulado A Natureza, não a Atividade Humana, controla o Clima foi publicado pelo Painel Internacional Não-Governamental sobre Mudanças Climáticas (NIPCC). O relatório foi uma análise de artigos científicos publicados que estudou as mudanças climáticas e como a humanidade contribui com o fenômeno. Um total de 24 cientistas independentes participou da revisão que resultou em um documento de 50 páginas sobre as causas e consequências das mudanças climáticas. Este estudo foi diferente porque incluiu documentos que o IPCC ignorou e também porque não começou com a suposição de que a atividade humana é a principal causa da mudança climática ou o aquecimento global.

A coalisão internacional de cientistas independentes acertou em dois aspectos importantes. Em primeiro lugar, apontaram o fato que o IPCC, uma organização política, “é pré-programada para produzir relatórios que apoiam a hipótese do aquecimento global antropogênico e o controle de gases de efeito estufa como previsto no Tratado Global do Clima. “Em outras palavras, o IPCC não é uma organização científica, mas uma torcedora das Nações Unidas que vê a humanidade como a ameaça no assunto da mudança climática”. O IPCC não é objetivo ao analisar os dados a fim de chegar a uma conclusão científica. Em vez disso, o IPCC escolhe, cuidadosamente, o material que melhor apoia a sua teoria do aquecimento global provocado pelo homem.

A conclusão do relatório de 2008 foi claro como foi o seu título: A Natureza, não a atividade humana, controla o Clima. A análise explica que  fatos como o derretimento de glaciares e do gelo do mar Ártico são irrelevantes para explicar as causas de qualquer aquecimento, pois qualquer tipo de aqueciment, antropogênico ou natural causariam tal derretimento. “A análise da teoria da vara de hóquei está cheia de erros metodológicos como tem sido demonstrado por McIntyre e McKitrick [2003, 2005] e confirmado pelo perito de estatística Edward Wegman [Wegman ET al. 2006]“, diz o relatório. Esta declaração refere-se à teoria infame da vara de hóquei usada por Al Gore em seu documentário “Uma Verdade Inconveniente”. Em vez de julgar a influência humana sobre o clima como a única causa da mudança grave, o estudo da NIPCC mostra que houve períodos de aquecimento extremo que precederam a Pequena Idade do Gelo, como o Medieval Climate Optimum, que, sem qualquer influência humana, resultou em temperaturas mais altas do que nos séculos 20 ou 21.

Outro ponto importante que a NIPCC aponta no seu relatório é a fraca relação entre as emissões de CO2 e o aquecimento planetário. “O IPCC afirma que há uma correlação entre a temperatura média global e o aumento das concentrações atmosféricas de dióxido de carbono (CO2) no século XX para apoiar a sua conclusão. O argumento parece plausível; afinal, o CO2 é um gás de GH e os níveis aumentam. Contudo, a correlação é pobre e, em qualquer caso, não seria a prova”, segundo o documento.

Para explicar a sua conclusão, o NIPCC fornece como exemplo a tendência registrada a partir do comportamento do clima entre 1940-1975. De acordo com dados de satélites, enquanto a quantidade de CO2 subiu rapidamente, o planeta não experimentou uma tendência de aquecimento. Na verdade, não houve nenhum aumento no aquecimento desde 2001, embora as emissões de CO2 continuam a aumentar. Além de analisar a relação entre as emissões de CO2 e do aquecimento, o NIPCC também estudou o papel de modelos de computador para prever o aquecimento global. A conclusão foi que esses modelos não apontam nenhuma evidência do aquecimento global. A razão para esta conclusão é que os parâmetros utilizados nos modelos de computador são muito limitados em comparação com o número total de fatores. Cada modelo de computador usa somente seis parâmetros de um total de 100 ou mais. Além disso, os modelos do IPCC sempre escolhem parâmetros que melhor justificam a teoria comumente divulgada de aquecimento antropogênico, deixando de fora o resto. “O IPCC desvaloriza a influência da atividade solar (vento solar e seus efeitos magnéticos) – provavelmente muito mais importantes do que o efeito do CO2. Incertezas sobre aerossóis, que tendem a esfriar o clima e se opõem ao efeito GH são ainda maiores já que o IPCC reconhece em uma tabela na página 32 do relatório AR4″, diz o relatório NIPCC.

Em 2009, a organização liderada por um painel internacional de cientistas e estudiosos não governamentais publicou outro relatório para rebater o Quarto Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). O relatório levou três anos para ser publicado em junho do mesmo ano. O documento foi co-escrito e editado por S. Fred Singer Ph.D. e Craig Idso , Ph.D. sendo complementado pelo trabalho de contribuições e avaliações de um grupo de cientistas de todo o mundo. O documento intitulado “Considerações sobre as Mudanças Climáticas” não só descreveu as limitações da tentativa do IPCC para prever o clima futuro, mas explicou como os dados empíricos sobre temperaturas passadas, dados de observações sobre o derretimento de glaciares, a área de gelo do oceano, a variação na precipitação e subida do nível do mar, mas resumiu a investigação de um número crescente de cientistas que dizem que variações na atividade solar e não os gases de efeito estufa, são so verdadeiro motores da mudança climática. O estudo também investigou e desmascarou temores generalizados de que o aquecimento global poderia causar um clima mais extremo; examinou os efeitos biológicos da crescente concentração de CO2 e temperaturas mais quentes; examinou a afirmação do IPCC de que o aumento de CO2 e da temperatura acabará na extinção de plantas e animais e desafiou a crença pseudocientífica do IPCC de que o aquecimento global induzido pelo CO2 é prejudicial à saúde humana.

Em sua análise, os cientistas independentes por trás do relatório de 2009 concluíram que “os dados globais sobre os glaciares não suportam as crenças do IPCC de que a maioria dos glaciares está recuando ou derretendo. “Os dados para esta análise vieram de todo o mundo, incluindo lugares como a África, Antártica, o Ártico, Europa, América do Norte e América do Sul. Sobre a questão da influência solar sobre ciclos climáticos, o estudo do NIPCC revisou a literatura recente e antiga que concluiu que a atividade solar é o verdadeiro condutor do clima planetário. De acordo com a literatura, “a variabilidade dos raios cósmicos foi o grande impulsionador das mudanças na temperatura do ar na superfície da Terra durante o milênio passado … e que estas variações foram impulsionadas principalmente por mudanças na atividade solar modulada pela intensidade do campo geomagnético do planeta, o que às vezes reforçou o efeito dos raios solares.” O relatório indica que a poderosa influência dos raios cósmicos deixam pouco espaço para apenas um pequeno impacto das emissões antropogênicas de CO2 nos últimos dois séculos.

Outro ponto importante tocado pelo relatório de 2009 foi a previsão de condições meteorológicas extremas como resultado da atividade antropogênica. Sobre esta questão, o NIPCC pegou o touro da propaganda pelos chifres mostrando informação que contradiz o que os alarmistas do clima gostam de usar para assustar o público. “Quando o registro histórico é revisado, os dados revelam que não houveram aumentos significativos induzidos por aquecimento em eventos climáticos extremos. A evidência científica mostra que o aumento da precipitação, da frequência de inundações, secas ou tempestades não são consequências da atividade antropogênica, como o IPCC afirma.

Mais tarde, em 2011, o NIPCC emitiu uma versão atualizada do seu relatório de 2009. Nessa versa, o NIPCC abordou com mais profundidade o debate sobre se os efeitos que o aquecimento global -que ocorre naturalmente ou não- pode ter um efeito negativo sobre a saúde humana ou do ambiente natural. “Nós encontramos que as últimas pesquisas disponíveis mostram que um mundo mais quente seria um mundo mais seguro e saudável para os seres humanos e, da mesma forma, para animais selvagens. As alterações climáticas vão continuar a ocorrer, independentemente de emissões humanas, e alguns desses efeitos podem ser positivos e alguns negativos para a saúde humana e dos animais selvagens em diferentes áreas do mundo. Mas o efeito geral do aumento das concentrações de dióxido de carbono e o aquecimento contínuo na atmosfera é mais provável que seja benéfico para os seres humanos, plantas e animais selvagens.”

A razão pela qual o NIPCC chegou a esta conclusão é que quanto mais CO2 há disponível, mais as plantas vão crescer, tanto na terra como na água. De acordo com o relatório, o aumento do volume de vida vegetal tem a capacidade de afetar o clima da Terra em vários aspectos, quase todos eles tendendo a neutralizar os efeitos do aquecimento da radiação térmica de CO2. Em outras palavras, as concentrações atuais de CO2 promovem uma vegetação exuberante, o que significa mais alimentos para humanos e animais, enquanto que as mesmas plantas que se tornam em alimento também se tornariam redutoras importantes dos efeitos térmicos que o CO2 pode ter. Soa como um mecanismo natural de auto-regulação bem equipado, não é mesmo? Prova desta conclusão é o Período Quente Medieval, que a Terra experimentou 1000 anos atrás. Durante esse tempo, houve perto de 28 por cento menos CO2 na atmosfera do que existe atualmente, mas o clima era mais quente do que o mundo de hoje. Os registros históricos indicam também que um período de temperaturas de superfície elevadas precedem períodos de clima frio, como aconteceu antes da Pequena Idade de Gelo.

Uma vez que foi demonstrado que não houve nenhum aquecimento, pelo menos desde 2001, apesar do aumento de emissões de CO2 e que os períodos quentes precedem os mais frios, não é por acaso que observações independentes detectaram o esfriamento das temperaturas desde a última vez que o planeta teve qualquer sinal de aquecimento. Isso mesmo. A Terra ficou mais fria, não mais quente, desde 1998. No capítulo 4 do relatório de 2011, o NIPCC indica que as observações sobre “mudanças na criosfera, oceanos, precipitação e rios mostram menos derretimento do gelo no Ártico, Antártida e no topo de montanhas do que se temia anteriormente. Não houve nenhum sinal de aceleração do aumento do nível do mar nas últimas décadas, nenhuma tendência ao longo dos últimos 50 anos em mudanças na circulação no atlântico meridional (MOC) e nenhuma mudança nos padrões de precipitação ou fluxo de rios que pode ser atribuído ao aumento dos níveis de CO2.”

Um aspecto importante de todo o debate sobre a mudança climática e o aquecimento global que o NIPCC não se esqueceu de considerar é o econômico. De acordo com os relatórios publicados e financiados pelos governos, um dos resultados mais terríveis do chamado aquecimento antropogênico será o custo econômico para os países do terceiro mundo. Como se vê, o IPCC também não consegue produzir uma análise precisa sobre esta questão. No capítulo 10 do relatório de 2011, o NIPCC tira conclusões importantes sobre como as previsões econômicas terríveis estão cheias de erros devido à maneira em que o IPCC analisa o impacto em estudos recentes sobre os biocombustíveis e as relações entre o clima, a guerra e a instabilidade social. A análise do NIPCC encontra décadas de tendências empíricas de bem-estar de acordo com as medidas que são sensíveis ao clima. Por que as estimativas do IPCC são errôneas? Porque elas “subestimam a capacidade de adaptação da sociedade ao não levar em conta os avanços tecnológicos e a riqueza maior que existirá no momento em que os impactos devem acontecer”, diz o documento. “Mesmo nos piores cenários, a humanidade estará muito melhor no ano de 2100 do que está hoje e, portanto, será capaz de adaptar-se a quaisquer desafios que as alterações climáticas representarão”. Essa situação será assim supondo que algumas das piores previsões nos relatórios sejam verdadeiras, é claro.
 
A noção de que o aquecimento global pode causar guerra e agitação social não é apenas errada, mas até mesmo retrógrada. Isto é, enquanto temperaturas mais frias levaram a guerras e conflitos sociais no passado, o aquecimento global tem coincidido com períodos de paz, prosperidade e estabilidade social.

O trabalho científico concluído pelo Painel internacional Não-governamental sobre Mudanças Climáticas (NIPCC), que é apoiado pelo Science and Environmental Policy Project (SEPP), the Center for the Study of Carbon Dioxide and Global Change (CO2 Science), and The Heartland Institute, continuou ininterruptamente até hoje com dois novos relatórios emitidos em 2013 e 2014. Em sua última versão, o NIPCC aborda temas que muitas vezes são ignorados pelos alarmistas do clima e ambientalistas falsos. Entre eles estão os impactos biológicos das alterações climáticas, o bem-estar humano, as necessidades de energia e as novas políticas derivadas do debate sobre as mudanças climáticas.

A mais recente edição da série Considerações sobre as Mudanças Climáticas começa com uma declaração que é tão acentuada como a ciência proporcionada pelos cientistas independentes que compõem a organização. O título é “A Crise pelo Aquecimento Global Acabou”. As conclusões deste último documento é um resumo impressionante do que estudos anteriores já confirmaram pelos últimos seis anos. No lado científico das coisas, o NIPCC diz:

• Não há consenso científico sobre o papel humano na mudança climática.
• O futuro do aquecimento devido ao efeito estufa provavelmente será muito menor do que as previsões do IPCC.
• O dióxido de carbono não causou um clima mais extremo, ou o derretimento do gelo polar ou marinho, nem aumentou o nível do mar. Estes foram todos os alarmes falsos.
• Os benefícios prováveis ​​do aquecimento global provocado pelo homem excedem os custos prováveis.

Os impactos das conclusões anteriores podem ser chamadas de tudo, menos exageradas. Na verdade, elas não afetam somente um, mas vários aspectos do desenvolvimento humano. Quando se trata de política pública, a ferramenta de escolha dos burocratas que querem impor as políticas da Agenda 21 e recomendações semelhantes provenientes da própria Organização das Nações Unidas, por exemplo, o NIPCC diz:

• O aquecimento global não é uma crise. A ameaça foi exagerada.
• Não há necessidade de reduzir as emissões de dióxido de carbono já que não tem sentido cientifico.
• É hora de revogar políticas desnecessárias e caras.
• As futuras políticas devem visar a promoção do crescimento econômico para se adaptar à mudança climática natural.

Apesar do fato de que o aquecimento global é, no mínimo, um fenômeno discutível, há aqueles no governo e nas ONGs financiadas e organizações ambientais financiadas pelas corporações que ainda acreditam que o aquecimento global é uma crise, que as mudanças climáticas e o aquecimento global são a mesma coisa, ou que os seres humanos são os culpados por esses dois fenômenos. A esse respeito, o NIPCC diz:

• O novo relatório da ONU usa quase uma dúzia de afirmações antigas, contém mais de uma dúzia de erros e tenta encobrir novas descobertas que contradizem suas afirmações anteriores.
• A Agência de Proteção Ambiental (EPA) baseia-se fortemente em relatórios da ONU para a constatação de que o dióxido de carbono é um poluente. Esta constatação é, agora, falsa.
• Os grupos ambientalistas se recusam a admitir seus erros. Para eles, a ciência nunca foi o mais importante.

Todos os relatórios da NIPCC sobre Mudança Climática podem ser acessado gratuitamente em formato PDF no site do Painel Internacional Não-Governamental da Mudança Climática em http://climatechangereconsidered.org/.

O Relatório do Clima de 2008 pode ser acessado em formato PDF aqui.
O Relatório do Clima de 2009 pode ser acessado ​​aqui.
O Relatório do Clima 2011 pode ser lido aqui.
O Relatório do Clima 2013 pode ser lido em formato PDF aqui.
O Relatório do Clima 2014 pode ser lido em formato PDF aqui.

Fonte: Real Agenda

A Mudança Climática é provocada por causas naturais “dominantes”, não pela atividade humana

Posted at: By Luis R. Miranda

A noção de que o aquecimento global pode causar guerra e agitação social não é apenas errada, mas até mesmo retrógrada - isto é, enquanto temperaturas mais frias levaram a guerras e conflitos sociais no passado, o aquecimento global tem coincidido com períodos de paz, prosperidade e estabilidade social.
BRASIL – Em 2008, um relatório intitulado A Natureza, não a Atividade Humana, controla o Clima foi publicado pelo Painel Internacional Não-Governamental sobre Mudanças Climáticas (NIPCC). O relatório foi uma análise de artigos científicos publicados que estudou as mudanças climáticas e como a humanidade contribui com o fenômeno. Um total de 24 cientistas independentes participou da revisão que resultou em um documento de 50 páginas sobre as causas e consequências das mudanças climáticas. Este estudo foi diferente porque incluiu documentos que o IPCC ignorou e também porque não começou com a suposição de que a atividade humana é a principal causa da mudança climática ou o aquecimento global.

A coalisão internacional de cientistas independentes acertou em dois aspectos importantes. Em primeiro lugar, apontaram o fato que o IPCC, uma organização política, “é pré-programada para produzir relatórios que apoiam a hipótese do aquecimento global antropogênico e o controle de gases de efeito estufa como previsto no Tratado Global do Clima. “Em outras palavras, o IPCC não é uma organização científica, mas uma torcedora das Nações Unidas que vê a humanidade como a ameaça no assunto da mudança climática”. O IPCC não é objetivo ao analisar os dados a fim de chegar a uma conclusão científica. Em vez disso, o IPCC escolhe, cuidadosamente, o material que melhor apoia a sua teoria do aquecimento global provocado pelo homem.

A conclusão do relatório de 2008 foi claro como foi o seu título: A Natureza, não a atividade humana, controla o Clima. A análise explica que  fatos como o derretimento de glaciares e do gelo do mar Ártico são irrelevantes para explicar as causas de qualquer aquecimento, pois qualquer tipo de aqueciment, antropogênico ou natural causariam tal derretimento. “A análise da teoria da vara de hóquei está cheia de erros metodológicos como tem sido demonstrado por McIntyre e McKitrick [2003, 2005] e confirmado pelo perito de estatística Edward Wegman [Wegman ET al. 2006]“, diz o relatório. Esta declaração refere-se à teoria infame da vara de hóquei usada por Al Gore em seu documentário “Uma Verdade Inconveniente”. Em vez de julgar a influência humana sobre o clima como a única causa da mudança grave, o estudo da NIPCC mostra que houve períodos de aquecimento extremo que precederam a Pequena Idade do Gelo, como o Medieval Climate Optimum, que, sem qualquer influência humana, resultou em temperaturas mais altas do que nos séculos 20 ou 21.

Outro ponto importante que a NIPCC aponta no seu relatório é a fraca relação entre as emissões de CO2 e o aquecimento planetário. “O IPCC afirma que há uma correlação entre a temperatura média global e o aumento das concentrações atmosféricas de dióxido de carbono (CO2) no século XX para apoiar a sua conclusão. O argumento parece plausível; afinal, o CO2 é um gás de GH e os níveis aumentam. Contudo, a correlação é pobre e, em qualquer caso, não seria a prova”, segundo o documento.

Para explicar a sua conclusão, o NIPCC fornece como exemplo a tendência registrada a partir do comportamento do clima entre 1940-1975. De acordo com dados de satélites, enquanto a quantidade de CO2 subiu rapidamente, o planeta não experimentou uma tendência de aquecimento. Na verdade, não houve nenhum aumento no aquecimento desde 2001, embora as emissões de CO2 continuam a aumentar. Além de analisar a relação entre as emissões de CO2 e do aquecimento, o NIPCC também estudou o papel de modelos de computador para prever o aquecimento global. A conclusão foi que esses modelos não apontam nenhuma evidência do aquecimento global. A razão para esta conclusão é que os parâmetros utilizados nos modelos de computador são muito limitados em comparação com o número total de fatores. Cada modelo de computador usa somente seis parâmetros de um total de 100 ou mais. Além disso, os modelos do IPCC sempre escolhem parâmetros que melhor justificam a teoria comumente divulgada de aquecimento antropogênico, deixando de fora o resto. “O IPCC desvaloriza a influência da atividade solar (vento solar e seus efeitos magnéticos) – provavelmente muito mais importantes do que o efeito do CO2. Incertezas sobre aerossóis, que tendem a esfriar o clima e se opõem ao efeito GH são ainda maiores já que o IPCC reconhece em uma tabela na página 32 do relatório AR4″, diz o relatório NIPCC.

Em 2009, a organização liderada por um painel internacional de cientistas e estudiosos não governamentais publicou outro relatório para rebater o Quarto Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). O relatório levou três anos para ser publicado em junho do mesmo ano. O documento foi co-escrito e editado por S. Fred Singer Ph.D. e Craig Idso , Ph.D. sendo complementado pelo trabalho de contribuições e avaliações de um grupo de cientistas de todo o mundo. O documento intitulado “Considerações sobre as Mudanças Climáticas” não só descreveu as limitações da tentativa do IPCC para prever o clima futuro, mas explicou como os dados empíricos sobre temperaturas passadas, dados de observações sobre o derretimento de glaciares, a área de gelo do oceano, a variação na precipitação e subida do nível do mar, mas resumiu a investigação de um número crescente de cientistas que dizem que variações na atividade solar e não os gases de efeito estufa, são so verdadeiro motores da mudança climática. O estudo também investigou e desmascarou temores generalizados de que o aquecimento global poderia causar um clima mais extremo; examinou os efeitos biológicos da crescente concentração de CO2 e temperaturas mais quentes; examinou a afirmação do IPCC de que o aumento de CO2 e da temperatura acabará na extinção de plantas e animais e desafiou a crença pseudocientífica do IPCC de que o aquecimento global induzido pelo CO2 é prejudicial à saúde humana.

Em sua análise, os cientistas independentes por trás do relatório de 2009 concluíram que “os dados globais sobre os glaciares não suportam as crenças do IPCC de que a maioria dos glaciares está recuando ou derretendo. “Os dados para esta análise vieram de todo o mundo, incluindo lugares como a África, Antártica, o Ártico, Europa, América do Norte e América do Sul. Sobre a questão da influência solar sobre ciclos climáticos, o estudo do NIPCC revisou a literatura recente e antiga que concluiu que a atividade solar é o verdadeiro condutor do clima planetário. De acordo com a literatura, “a variabilidade dos raios cósmicos foi o grande impulsionador das mudanças na temperatura do ar na superfície da Terra durante o milênio passado … e que estas variações foram impulsionadas principalmente por mudanças na atividade solar modulada pela intensidade do campo geomagnético do planeta, o que às vezes reforçou o efeito dos raios solares.” O relatório indica que a poderosa influência dos raios cósmicos deixam pouco espaço para apenas um pequeno impacto das emissões antropogênicas de CO2 nos últimos dois séculos.

Outro ponto importante tocado pelo relatório de 2009 foi a previsão de condições meteorológicas extremas como resultado da atividade antropogênica. Sobre esta questão, o NIPCC pegou o touro da propaganda pelos chifres mostrando informação que contradiz o que os alarmistas do clima gostam de usar para assustar o público. “Quando o registro histórico é revisado, os dados revelam que não houveram aumentos significativos induzidos por aquecimento em eventos climáticos extremos. A evidência científica mostra que o aumento da precipitação, da frequência de inundações, secas ou tempestades não são consequências da atividade antropogênica, como o IPCC afirma.

Mais tarde, em 2011, o NIPCC emitiu uma versão atualizada do seu relatório de 2009. Nessa versa, o NIPCC abordou com mais profundidade o debate sobre se os efeitos que o aquecimento global -que ocorre naturalmente ou não- pode ter um efeito negativo sobre a saúde humana ou do ambiente natural. “Nós encontramos que as últimas pesquisas disponíveis mostram que um mundo mais quente seria um mundo mais seguro e saudável para os seres humanos e, da mesma forma, para animais selvagens. As alterações climáticas vão continuar a ocorrer, independentemente de emissões humanas, e alguns desses efeitos podem ser positivos e alguns negativos para a saúde humana e dos animais selvagens em diferentes áreas do mundo. Mas o efeito geral do aumento das concentrações de dióxido de carbono e o aquecimento contínuo na atmosfera é mais provável que seja benéfico para os seres humanos, plantas e animais selvagens.”

A razão pela qual o NIPCC chegou a esta conclusão é que quanto mais CO2 há disponível, mais as plantas vão crescer, tanto na terra como na água. De acordo com o relatório, o aumento do volume de vida vegetal tem a capacidade de afetar o clima da Terra em vários aspectos, quase todos eles tendendo a neutralizar os efeitos do aquecimento da radiação térmica de CO2. Em outras palavras, as concentrações atuais de CO2 promovem uma vegetação exuberante, o que significa mais alimentos para humanos e animais, enquanto que as mesmas plantas que se tornam em alimento também se tornariam redutoras importantes dos efeitos térmicos que o CO2 pode ter. Soa como um mecanismo natural de auto-regulação bem equipado, não é mesmo? Prova desta conclusão é o Período Quente Medieval, que a Terra experimentou 1000 anos atrás. Durante esse tempo, houve perto de 28 por cento menos CO2 na atmosfera do que existe atualmente, mas o clima era mais quente do que o mundo de hoje. Os registros históricos indicam também que um período de temperaturas de superfície elevadas precedem períodos de clima frio, como aconteceu antes da Pequena Idade de Gelo.

Uma vez que foi demonstrado que não houve nenhum aquecimento, pelo menos desde 2001, apesar do aumento de emissões de CO2 e que os períodos quentes precedem os mais frios, não é por acaso que observações independentes detectaram o esfriamento das temperaturas desde a última vez que o planeta teve qualquer sinal de aquecimento. Isso mesmo. A Terra ficou mais fria, não mais quente, desde 1998. No capítulo 4 do relatório de 2011, o NIPCC indica que as observações sobre “mudanças na criosfera, oceanos, precipitação e rios mostram menos derretimento do gelo no Ártico, Antártida e no topo de montanhas do que se temia anteriormente. Não houve nenhum sinal de aceleração do aumento do nível do mar nas últimas décadas, nenhuma tendência ao longo dos últimos 50 anos em mudanças na circulação no atlântico meridional (MOC) e nenhuma mudança nos padrões de precipitação ou fluxo de rios que pode ser atribuído ao aumento dos níveis de CO2.”

Um aspecto importante de todo o debate sobre a mudança climática e o aquecimento global que o NIPCC não se esqueceu de considerar é o econômico. De acordo com os relatórios publicados e financiados pelos governos, um dos resultados mais terríveis do chamado aquecimento antropogênico será o custo econômico para os países do terceiro mundo. Como se vê, o IPCC também não consegue produzir uma análise precisa sobre esta questão. No capítulo 10 do relatório de 2011, o NIPCC tira conclusões importantes sobre como as previsões econômicas terríveis estão cheias de erros devido à maneira em que o IPCC analisa o impacto em estudos recentes sobre os biocombustíveis e as relações entre o clima, a guerra e a instabilidade social. A análise do NIPCC encontra décadas de tendências empíricas de bem-estar de acordo com as medidas que são sensíveis ao clima. Por que as estimativas do IPCC são errôneas? Porque elas “subestimam a capacidade de adaptação da sociedade ao não levar em conta os avanços tecnológicos e a riqueza maior que existirá no momento em que os impactos devem acontecer”, diz o documento. “Mesmo nos piores cenários, a humanidade estará muito melhor no ano de 2100 do que está hoje e, portanto, será capaz de adaptar-se a quaisquer desafios que as alterações climáticas representarão”. Essa situação será assim supondo que algumas das piores previsões nos relatórios sejam verdadeiras, é claro.
 
A noção de que o aquecimento global pode causar guerra e agitação social não é apenas errada, mas até mesmo retrógrada. Isto é, enquanto temperaturas mais frias levaram a guerras e conflitos sociais no passado, o aquecimento global tem coincidido com períodos de paz, prosperidade e estabilidade social.

O trabalho científico concluído pelo Painel internacional Não-governamental sobre Mudanças Climáticas (NIPCC), que é apoiado pelo Science and Environmental Policy Project (SEPP), the Center for the Study of Carbon Dioxide and Global Change (CO2 Science), and The Heartland Institute, continuou ininterruptamente até hoje com dois novos relatórios emitidos em 2013 e 2014. Em sua última versão, o NIPCC aborda temas que muitas vezes são ignorados pelos alarmistas do clima e ambientalistas falsos. Entre eles estão os impactos biológicos das alterações climáticas, o bem-estar humano, as necessidades de energia e as novas políticas derivadas do debate sobre as mudanças climáticas.

A mais recente edição da série Considerações sobre as Mudanças Climáticas começa com uma declaração que é tão acentuada como a ciência proporcionada pelos cientistas independentes que compõem a organização. O título é “A Crise pelo Aquecimento Global Acabou”. As conclusões deste último documento é um resumo impressionante do que estudos anteriores já confirmaram pelos últimos seis anos. No lado científico das coisas, o NIPCC diz:

• Não há consenso científico sobre o papel humano na mudança climática.
• O futuro do aquecimento devido ao efeito estufa provavelmente será muito menor do que as previsões do IPCC.
• O dióxido de carbono não causou um clima mais extremo, ou o derretimento do gelo polar ou marinho, nem aumentou o nível do mar. Estes foram todos os alarmes falsos.
• Os benefícios prováveis ​​do aquecimento global provocado pelo homem excedem os custos prováveis.

Os impactos das conclusões anteriores podem ser chamadas de tudo, menos exageradas. Na verdade, elas não afetam somente um, mas vários aspectos do desenvolvimento humano. Quando se trata de política pública, a ferramenta de escolha dos burocratas que querem impor as políticas da Agenda 21 e recomendações semelhantes provenientes da própria Organização das Nações Unidas, por exemplo, o NIPCC diz:

• O aquecimento global não é uma crise. A ameaça foi exagerada.
• Não há necessidade de reduzir as emissões de dióxido de carbono já que não tem sentido cientifico.
• É hora de revogar políticas desnecessárias e caras.
• As futuras políticas devem visar a promoção do crescimento econômico para se adaptar à mudança climática natural.

Apesar do fato de que o aquecimento global é, no mínimo, um fenômeno discutível, há aqueles no governo e nas ONGs financiadas e organizações ambientais financiadas pelas corporações que ainda acreditam que o aquecimento global é uma crise, que as mudanças climáticas e o aquecimento global são a mesma coisa, ou que os seres humanos são os culpados por esses dois fenômenos. A esse respeito, o NIPCC diz:

• O novo relatório da ONU usa quase uma dúzia de afirmações antigas, contém mais de uma dúzia de erros e tenta encobrir novas descobertas que contradizem suas afirmações anteriores.
• A Agência de Proteção Ambiental (EPA) baseia-se fortemente em relatórios da ONU para a constatação de que o dióxido de carbono é um poluente. Esta constatação é, agora, falsa.
• Os grupos ambientalistas se recusam a admitir seus erros. Para eles, a ciência nunca foi o mais importante.

Todos os relatórios da NIPCC sobre Mudança Climática podem ser acessado gratuitamente em formato PDF no site do Painel Internacional Não-Governamental da Mudança Climática em http://climatechangereconsidered.org/.

O Relatório do Clima de 2008 pode ser acessado em formato PDF aqui.
O Relatório do Clima de 2009 pode ser acessado ​​aqui.
O Relatório do Clima 2011 pode ser lido aqui.
O Relatório do Clima 2013 pode ser lido em formato PDF aqui.
O Relatório do Clima 2014 pode ser lido em formato PDF aqui.

Fonte: Real Agenda



Crescimento previsto do consumo fará com que sejam necessários cinco planetas para abastecer a população AFP
RIO - Impérios como Roma e Mesopotâmia entre tantos outros, espalharam-se por territórios imensos, criaram culturas sofisticadas e instituições complexas que influenciaram cada aspecto do cotidiano de seus habitantes - até, séculos depois, e por diversas razões, sucumbirem. A civilização ocidental segue o mesmo caminho e está a um salto do abismo, segundo um estudo divulgado ontem pela Nasa. As raízes do colapso são o crescimento da população e as mudanças climáticas.

O estudo foi baseado em um modelo desenvolvido por um matemático da Universidade de Maryland. Safa Motesharrei analisou ciências ambientais e sociais e concluiu que a modernidade não vai livrar o homem do caos. Segundo ele, "o processo de ascensão-e-colapso é, na verdade, um ciclo recorrente encontrado em toda a História".

"A queda do Império Romano, e também (entre outros) dos impérios Han, Máuria e Gupta, assim como tantos impérios mesopotâmios, são testemunhos do fato de que civilizações baseadas em uma cultura avançada, sofisticada, complexa e criativa também podem ser frágeis e inconstantes", escreveu em seu estudo, financiado pelo Goddard Space Flight Center, da Nasa.

Motesharrei lista os ingredientes para o fim do mundo. O colapso pode vir da falta de controle de aspectos básicos que regem uma civilização, como a população, o clima, o estado das culturas agrícolas e a disponibilidade de água e energia. O Observatório da Nasa já constatou diversas vezes a multiplicação de eventos climáticos extremos, como o frio intenso do último inverno na América do Norte e o calor que, nos últimos meses, afligiu a Austrália e a América do Sul. Seus estragos paralisam setores vitais para o funcionamento da sociedade.

A economia também desempenha um papel importante. Quanto maior for a diferença entre ricos e pobres, maiores as chances de um desastre. Segundo a pesquisa, a desigualdade entre as classes sociais pauta o fim de impérios há mais de cinco mil anos.

Com o desenvolvimento tecnológico, agricultura e indústria registraram um aumento de produtividade nos últimos 200 anos. Ao mesmo tempo, porém, contribuíram para que a demanda crescesse de um modo quase incessante. Hoje, se todos adotassem o estilo de vida dos americanos, seriam necessários cinco planetas para atender as necessidades da população. Por isso, segundo Motesharrei e sua equipe, "achamos difícil evitar o colapso".

A pesquisa da Nasa, no entanto, ressalta que o fim da civilização ainda pode ser evitado, desde que ela passe por grandes modificações. As principais são controlar a taxa de crescimento populacional e diminuir a dependência por recursos naturais - além disso, estes bens deveriam ser distribuídos de um modo mais igualitário.

No documento, a agência lida mais com análises teóricas. Outros estudos mostram como crises no clima ou em setores como o energético podem criar uma convulsão social.

Ignorância sobre o clima

Outra pesquisa, divulgada ontem pela Associação Americana para o Avanço da Ciência, faz uma espécie de cartilha para os principais debates sobre as mudanças climáticas.

Professor da Universidade da Califórnia, Mario Molina (vencedor do Nobel por ter descoberto a camada de ozônio) destaca que, devido às emissões de carbono, o clima é, hoje, mais imprevisível do que há milhões de anos. Molina alerta que os gases-estufa ficarão na atmosfera por mais de uma geração e que, por isso, é preciso tomar ações urgentes para reduz a emissão de gases-estufa.

Mesmo rodeado por fenômenos rigorosos, como nevascas e furacões, apenas 42% dos americanos acreditavam, em 2013, que a maioria dos cientistas estava convencido do aquecimento global. Molina ressalta que 97% da comunidade científica está certa da influência do homem. O relatório conclui que faltam informações básicas para a sociedade entender como é grave o momento atual.

Fontes: Notícias Yahoo  , Fórum Anti-NOM , O Globo

Nasa prevê que planeta está à beira do colapso



Crescimento previsto do consumo fará com que sejam necessários cinco planetas para abastecer a população AFP
RIO - Impérios como Roma e Mesopotâmia entre tantos outros, espalharam-se por territórios imensos, criaram culturas sofisticadas e instituições complexas que influenciaram cada aspecto do cotidiano de seus habitantes - até, séculos depois, e por diversas razões, sucumbirem. A civilização ocidental segue o mesmo caminho e está a um salto do abismo, segundo um estudo divulgado ontem pela Nasa. As raízes do colapso são o crescimento da população e as mudanças climáticas.

O estudo foi baseado em um modelo desenvolvido por um matemático da Universidade de Maryland. Safa Motesharrei analisou ciências ambientais e sociais e concluiu que a modernidade não vai livrar o homem do caos. Segundo ele, "o processo de ascensão-e-colapso é, na verdade, um ciclo recorrente encontrado em toda a História".

"A queda do Império Romano, e também (entre outros) dos impérios Han, Máuria e Gupta, assim como tantos impérios mesopotâmios, são testemunhos do fato de que civilizações baseadas em uma cultura avançada, sofisticada, complexa e criativa também podem ser frágeis e inconstantes", escreveu em seu estudo, financiado pelo Goddard Space Flight Center, da Nasa.

Motesharrei lista os ingredientes para o fim do mundo. O colapso pode vir da falta de controle de aspectos básicos que regem uma civilização, como a população, o clima, o estado das culturas agrícolas e a disponibilidade de água e energia. O Observatório da Nasa já constatou diversas vezes a multiplicação de eventos climáticos extremos, como o frio intenso do último inverno na América do Norte e o calor que, nos últimos meses, afligiu a Austrália e a América do Sul. Seus estragos paralisam setores vitais para o funcionamento da sociedade.

A economia também desempenha um papel importante. Quanto maior for a diferença entre ricos e pobres, maiores as chances de um desastre. Segundo a pesquisa, a desigualdade entre as classes sociais pauta o fim de impérios há mais de cinco mil anos.

Com o desenvolvimento tecnológico, agricultura e indústria registraram um aumento de produtividade nos últimos 200 anos. Ao mesmo tempo, porém, contribuíram para que a demanda crescesse de um modo quase incessante. Hoje, se todos adotassem o estilo de vida dos americanos, seriam necessários cinco planetas para atender as necessidades da população. Por isso, segundo Motesharrei e sua equipe, "achamos difícil evitar o colapso".

A pesquisa da Nasa, no entanto, ressalta que o fim da civilização ainda pode ser evitado, desde que ela passe por grandes modificações. As principais são controlar a taxa de crescimento populacional e diminuir a dependência por recursos naturais - além disso, estes bens deveriam ser distribuídos de um modo mais igualitário.

No documento, a agência lida mais com análises teóricas. Outros estudos mostram como crises no clima ou em setores como o energético podem criar uma convulsão social.

Ignorância sobre o clima

Outra pesquisa, divulgada ontem pela Associação Americana para o Avanço da Ciência, faz uma espécie de cartilha para os principais debates sobre as mudanças climáticas.

Professor da Universidade da Califórnia, Mario Molina (vencedor do Nobel por ter descoberto a camada de ozônio) destaca que, devido às emissões de carbono, o clima é, hoje, mais imprevisível do que há milhões de anos. Molina alerta que os gases-estufa ficarão na atmosfera por mais de uma geração e que, por isso, é preciso tomar ações urgentes para reduz a emissão de gases-estufa.

Mesmo rodeado por fenômenos rigorosos, como nevascas e furacões, apenas 42% dos americanos acreditavam, em 2013, que a maioria dos cientistas estava convencido do aquecimento global. Molina ressalta que 97% da comunidade científica está certa da influência do homem. O relatório conclui que faltam informações básicas para a sociedade entender como é grave o momento atual.

Fontes: Notícias Yahoo  , Fórum Anti-NOM , O Globo

Redação do Site Inovação Tecnológica - 17/03/2014

Alguns cientistas propõem vários tipos de manipulação do clima para tentar frear o aquecimento global.

Contudo, um número cada vez maior deles alerta que isso pode piorar a situação.

Uma das propostas mais populares consiste na pulverização de partículas reflexivas na atmosfera para refletir a luz solar, impedindo que o calor chegue à superfície.

Contudo, se isso começar a ser feito - eventualmente em escala experimental - e depois for interrompido, os efeitos sobre o aquecimento global seriam catastróficos.

A interrupção da geoengenharia faria com que a taxa de aquecimento global se elevasse a uma taxa muito superior à que seria esperada devido ao aquecimento global como este vem sendo monitorado hoje.

"A temperatura absoluta acaba sendo praticamente a mesma que a que teria sido, mas a taxa de mudança é tão drástica que os ecossistemas e organismos têm muito pouco tempo para se adaptar às mudanças," disse Kelly McCusker, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos.

Gestão da radiação solar

O estudo analisou a gestão da radiação solar, um método de geoengenharia que propõe pulverizar partículas à base de enxofre na atmosfera superior para refletir a luz solar. Os proponentes dessa técnica afirmam que ela seria semelhante ao que acontece após uma grande erupção vulcânica.
Mas a implementação contínua ao longo dos anos depende de que a coisa funcione de fato e de que não comecem a surgir efeitos colaterais negativos - sem contar a necessidade da manutenção das fontes de financiamento e os acordos entre os países sobre os efeitos locais.
Este é o maior problema, alertam os pesquisadores: se a geoengenharia começar e for interrompida, tudo fica pior.

A equipe usou um modelo climático global no qual tudo continua como está hoje, com o ritmo das emissões se mantendo até 2035, o que se calcula fará as temperaturas subirem 1° C acima da média 1970-1999.

Nesse caso, se a geoengenharia for implementado durante 25 anos, e então interrompida, a temperatura global poderia subir 4° C nas três décadas seguintes, uma taxa mais do que o dobro da que teria ocorrido se nada tivesse sido feito.

"A taxa de aquecimento global projetada hoje seria realmente prejudicial para um monte de organismos, de modo que se você aumentar por um fator de 2 a 3, então esses organismos encontrarão ainda mais dificuldades para a adaptação ou migração," disse McCusker.

Perigos da geoengenharia

Os resultados vêm se somar a outro trabalho recente feito por pesquisadores britânicos que apontam para o risco de implementação e interrupção da geoengenharia. Os pesquisadores britânicos compararam vários modelos climáticos, mostrando que o resultado é o mesmo nos vários tipos de modelos.

Isso destrói um dos principais argumentos dos defensores da geoengenharia, de que é melhor tentar fazer algo, um argumento que, de resto, não se baseia em conclusões científicas, mas em opiniões pessoais sobre rotas de ação a seguir.

Outros estudos já demonstraram que a geoengenharia pode transformar o aquecimento global em seca global e até destruir o azul do céu.

O exemplo mais esclarecedor, contudo, pode ser encontrado em uma tentativa de manipulação do clima que já resultou em fracasso:
Bibliografia:

Rapid and extensive warming following cessation of solar radiation management
Kelly E McCusker, Kyle C Armour, Cecilia M Bitz, David S Battisti
Environmental Research Letters
Vol.: 9 024005
DOI: 10.1088/1748-9326/9/2/024005

Fonte: Inovação Tecnológica

Geoengenharia pode amplificar efeitos do aquecimento global

Redação do Site Inovação Tecnológica - 17/03/2014

Alguns cientistas propõem vários tipos de manipulação do clima para tentar frear o aquecimento global.

Contudo, um número cada vez maior deles alerta que isso pode piorar a situação.

Uma das propostas mais populares consiste na pulverização de partículas reflexivas na atmosfera para refletir a luz solar, impedindo que o calor chegue à superfície.

Contudo, se isso começar a ser feito - eventualmente em escala experimental - e depois for interrompido, os efeitos sobre o aquecimento global seriam catastróficos.

A interrupção da geoengenharia faria com que a taxa de aquecimento global se elevasse a uma taxa muito superior à que seria esperada devido ao aquecimento global como este vem sendo monitorado hoje.

"A temperatura absoluta acaba sendo praticamente a mesma que a que teria sido, mas a taxa de mudança é tão drástica que os ecossistemas e organismos têm muito pouco tempo para se adaptar às mudanças," disse Kelly McCusker, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos.

Gestão da radiação solar

O estudo analisou a gestão da radiação solar, um método de geoengenharia que propõe pulverizar partículas à base de enxofre na atmosfera superior para refletir a luz solar. Os proponentes dessa técnica afirmam que ela seria semelhante ao que acontece após uma grande erupção vulcânica.
Mas a implementação contínua ao longo dos anos depende de que a coisa funcione de fato e de que não comecem a surgir efeitos colaterais negativos - sem contar a necessidade da manutenção das fontes de financiamento e os acordos entre os países sobre os efeitos locais.
Este é o maior problema, alertam os pesquisadores: se a geoengenharia começar e for interrompida, tudo fica pior.

A equipe usou um modelo climático global no qual tudo continua como está hoje, com o ritmo das emissões se mantendo até 2035, o que se calcula fará as temperaturas subirem 1° C acima da média 1970-1999.

Nesse caso, se a geoengenharia for implementado durante 25 anos, e então interrompida, a temperatura global poderia subir 4° C nas três décadas seguintes, uma taxa mais do que o dobro da que teria ocorrido se nada tivesse sido feito.

"A taxa de aquecimento global projetada hoje seria realmente prejudicial para um monte de organismos, de modo que se você aumentar por um fator de 2 a 3, então esses organismos encontrarão ainda mais dificuldades para a adaptação ou migração," disse McCusker.

Perigos da geoengenharia

Os resultados vêm se somar a outro trabalho recente feito por pesquisadores britânicos que apontam para o risco de implementação e interrupção da geoengenharia. Os pesquisadores britânicos compararam vários modelos climáticos, mostrando que o resultado é o mesmo nos vários tipos de modelos.

Isso destrói um dos principais argumentos dos defensores da geoengenharia, de que é melhor tentar fazer algo, um argumento que, de resto, não se baseia em conclusões científicas, mas em opiniões pessoais sobre rotas de ação a seguir.

Outros estudos já demonstraram que a geoengenharia pode transformar o aquecimento global em seca global e até destruir o azul do céu.

O exemplo mais esclarecedor, contudo, pode ser encontrado em uma tentativa de manipulação do clima que já resultou em fracasso:
Bibliografia:

Rapid and extensive warming following cessation of solar radiation management
Kelly E McCusker, Kyle C Armour, Cecilia M Bitz, David S Battisti
Environmental Research Letters
Vol.: 9 024005
DOI: 10.1088/1748-9326/9/2/024005

Fonte: Inovação Tecnológica

Pois bem, não é de hoje que venho alertado as pessoas de todo o Brasil para o perigo pelo qual estamos silenciosamente passando. A Geoengenharia Estratosférica de Aerossóis (SAG) já é uma realidade há mais de 20 anos e desde 2009 vem se intensificando nos países de terceiro mundo, principalmente no Brasil, na região Centro-Sul. Trata-se da dispersão de aerossóis na alta atmosfera. Isso é feito por aviões comerciais adaptados e já se sabe que os principais elementos químicos pulverizados são o Alumínio, o oxido de Alumínio, o Bário, o Estrôncio e o manganês.

As primeiras amostras foram recolhidas nos EUA na Califórnia, em Shasta Country no início de 2000. Francis Mengels, Bacharel em Ciências de Engenharia Florestais, mestrado em zoologia, um conservacionista do solo e biólogo aposentado que trabalhou durante trinta e cinco anos para o Serviço Florestal dos USA, alertou sobre o rápido declínio dos peixes nos rios e córregos onde foram feitos os testes. Mengels apresentou um riacho que havia oferta abundante de peixes há alguns anos atrás. Porque a dieta principal dos peixes no rio é de insetos aquáticos, ele executou um método de amostra-padrão para medir a quantidade de insetos presentes no rio.

As amostras colhidas antes das pulverizações de Chemtrails havia em média 1000 insetos aquáticos. A atual amostra rendeu apenas 31 insetos. Uma queda espantosa de 96%. Mengels afirmou que os peixes sobrevivem de insetos, então eles estão morrendo de fome. Este rápido declínio na quantidade de insetos é provavelmente devido às mudanças químicas da água. As únicas alterações no rio que Mengels está consciente são aumento dramático de alumínio, bário e estrôncio, que ele acredita ser proveniente das pulverizações atmosféricas (geoengenharia).

Depois de mais de três anos de intensas operações de geoengenharia na capital de Santa Catarina, os primeiros resultados de análises que agora estão saindo, indicam, não por coincidência, o acúmulo das mesmas substâncias ora analisadas nas amostras do estado da Califórnia, principal estado vítima da geoengenharia nos EUA. E a substância química encontrada em excesso não podia ser outra se não o Alumínio, principal elemento usado nas operações de geoengenharia global.

Vejamos a matéria apresentada pelo Diário Catarinense, onde ele revela o aumento do alumínio, mas não relaciona as causas com a geoengenharia global:


Água de Florianópolis tem níveis de alumínio acima do recomendado pelo Ministério da Saúde

A pedido do Diário Catarinense, um laboratório testou a água de Florianópolis em cinco pontos da cidade e constatou valores de alumínio acima do recomendado pelo Ministério da Saúde. No centro, em Coqueiros, no Continente, e no Rio Tavares, no Sul, o valor é quase três vezes acima do permitido. Os bairros Barra da Lagoa, no Leste, e Ingleses, no Norte, também fizeram parte do estudo. Pesquisas ainda em andamento investigam as relações do produto com o surgimento de doenças como depressão, Parkinson e Alzheimer.

As irregularidades da água são a conclusão de um trabalho feito pelo QMC Laboratório de Análises, credenciado à Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico do Estado de Santa Catarina (Agesan). De acordo com a bíoquimica do Laboratório Municipal de Florianópolis Eliana Maria de Almeida, o alumínio é um metal pesado de efeito cumulativo incorporado aos órgãos do corpo humano.

O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental Afonso Veiga Filho explica que as alterações nos níveis de alumínio da água não costumam ser comuns nas cidades brasileiras.
— O produto é usado no tratamento da água, pois o sulfato de alumínio auxilia na coagulação dos materiais em suspensão, para separar as impurezas presentes na água. Se o problema for eventual, não chega a acarretar problemas maiores — explica.

Insuficiência de cloro também é apontada pelo estudo

O relatório encomendado pelo DC apontou irregularidades nos níveis de cloro em dois bairros da capital catarinense. Na Barra da Lagoa, no Leste, a concentração é de menos da metade do exigido por lei (0,07mg por litro, quando o MS estabele o mínimo de 0,2mg). No Rio Tavares, no Sul, a concentração é de 0,17mg.

O engenheiro sanitarista Rodrigo Fagonde Motta chama atenção para a contribuição do cloro abaixo do recomendado para o surgimento de enfermidades como o hipotiroidismo, aumento de peso e fadiga.

O que diz a Casan
Responsável pelo setor de qualidade de água, o engenheiro da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan), José Luciano Soares, contesta o estudo.

— Os resultados apresentados pelo QMC não são verdade absoluta, pois foram coletas pontuais e o relatório da Casan apresenta um histórico de resultados mais representativos para uma análise geral da água da cidade — contesta o técnico da companhia.

Segundo o especialista, a alteração é registrada em altas precipitações, pois nestes casos a quantidade de alumínio é aumentada para remover cor e turbidez da água.

— Como o metal é solúvel, somente mudando a tecnologia atual da Estação de Tratamento de Água seria possível diminuir esses valores. A Casan está investindo em obras de infraestrutura nas unidades de tratamento para aprimorar o processo e garantir que o produto chegue ao consumidor dentro dos padrões estabelecidos pela legislação — explica José Luciano Soares.


Fontes:Verdade Mundial , Anunciando a Verdade

Geoengenharia: Análise revela alto índice de alumínio em amostras de água da capital de Santa Catarina

Pois bem, não é de hoje que venho alertado as pessoas de todo o Brasil para o perigo pelo qual estamos silenciosamente passando. A Geoengenharia Estratosférica de Aerossóis (SAG) já é uma realidade há mais de 20 anos e desde 2009 vem se intensificando nos países de terceiro mundo, principalmente no Brasil, na região Centro-Sul. Trata-se da dispersão de aerossóis na alta atmosfera. Isso é feito por aviões comerciais adaptados e já se sabe que os principais elementos químicos pulverizados são o Alumínio, o oxido de Alumínio, o Bário, o Estrôncio e o manganês.

As primeiras amostras foram recolhidas nos EUA na Califórnia, em Shasta Country no início de 2000. Francis Mengels, Bacharel em Ciências de Engenharia Florestais, mestrado em zoologia, um conservacionista do solo e biólogo aposentado que trabalhou durante trinta e cinco anos para o Serviço Florestal dos USA, alertou sobre o rápido declínio dos peixes nos rios e córregos onde foram feitos os testes. Mengels apresentou um riacho que havia oferta abundante de peixes há alguns anos atrás. Porque a dieta principal dos peixes no rio é de insetos aquáticos, ele executou um método de amostra-padrão para medir a quantidade de insetos presentes no rio.

As amostras colhidas antes das pulverizações de Chemtrails havia em média 1000 insetos aquáticos. A atual amostra rendeu apenas 31 insetos. Uma queda espantosa de 96%. Mengels afirmou que os peixes sobrevivem de insetos, então eles estão morrendo de fome. Este rápido declínio na quantidade de insetos é provavelmente devido às mudanças químicas da água. As únicas alterações no rio que Mengels está consciente são aumento dramático de alumínio, bário e estrôncio, que ele acredita ser proveniente das pulverizações atmosféricas (geoengenharia).

Depois de mais de três anos de intensas operações de geoengenharia na capital de Santa Catarina, os primeiros resultados de análises que agora estão saindo, indicam, não por coincidência, o acúmulo das mesmas substâncias ora analisadas nas amostras do estado da Califórnia, principal estado vítima da geoengenharia nos EUA. E a substância química encontrada em excesso não podia ser outra se não o Alumínio, principal elemento usado nas operações de geoengenharia global.

Vejamos a matéria apresentada pelo Diário Catarinense, onde ele revela o aumento do alumínio, mas não relaciona as causas com a geoengenharia global:


Água de Florianópolis tem níveis de alumínio acima do recomendado pelo Ministério da Saúde

A pedido do Diário Catarinense, um laboratório testou a água de Florianópolis em cinco pontos da cidade e constatou valores de alumínio acima do recomendado pelo Ministério da Saúde. No centro, em Coqueiros, no Continente, e no Rio Tavares, no Sul, o valor é quase três vezes acima do permitido. Os bairros Barra da Lagoa, no Leste, e Ingleses, no Norte, também fizeram parte do estudo. Pesquisas ainda em andamento investigam as relações do produto com o surgimento de doenças como depressão, Parkinson e Alzheimer.

As irregularidades da água são a conclusão de um trabalho feito pelo QMC Laboratório de Análises, credenciado à Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico do Estado de Santa Catarina (Agesan). De acordo com a bíoquimica do Laboratório Municipal de Florianópolis Eliana Maria de Almeida, o alumínio é um metal pesado de efeito cumulativo incorporado aos órgãos do corpo humano.

O presidente da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental Afonso Veiga Filho explica que as alterações nos níveis de alumínio da água não costumam ser comuns nas cidades brasileiras.
— O produto é usado no tratamento da água, pois o sulfato de alumínio auxilia na coagulação dos materiais em suspensão, para separar as impurezas presentes na água. Se o problema for eventual, não chega a acarretar problemas maiores — explica.

Insuficiência de cloro também é apontada pelo estudo

O relatório encomendado pelo DC apontou irregularidades nos níveis de cloro em dois bairros da capital catarinense. Na Barra da Lagoa, no Leste, a concentração é de menos da metade do exigido por lei (0,07mg por litro, quando o MS estabele o mínimo de 0,2mg). No Rio Tavares, no Sul, a concentração é de 0,17mg.

O engenheiro sanitarista Rodrigo Fagonde Motta chama atenção para a contribuição do cloro abaixo do recomendado para o surgimento de enfermidades como o hipotiroidismo, aumento de peso e fadiga.

O que diz a Casan
Responsável pelo setor de qualidade de água, o engenheiro da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan), José Luciano Soares, contesta o estudo.

— Os resultados apresentados pelo QMC não são verdade absoluta, pois foram coletas pontuais e o relatório da Casan apresenta um histórico de resultados mais representativos para uma análise geral da água da cidade — contesta o técnico da companhia.

Segundo o especialista, a alteração é registrada em altas precipitações, pois nestes casos a quantidade de alumínio é aumentada para remover cor e turbidez da água.

— Como o metal é solúvel, somente mudando a tecnologia atual da Estação de Tratamento de Água seria possível diminuir esses valores. A Casan está investindo em obras de infraestrutura nas unidades de tratamento para aprimorar o processo e garantir que o produto chegue ao consumidor dentro dos padrões estabelecidos pela legislação — explica José Luciano Soares.


Fontes:Verdade Mundial , Anunciando a Verdade

Algo estranho se passa com o nosso Sol, um fenômeno que os cientistas admitem não entender completamente. Richard Harrison, diretor de física espacial do Laboratório Rutherford Appleton, em Oxfordshire, na Inglaterra, disse que “nos 30 anos em que tenho trabalhado como físico solar, eu nunca vi nada parecido”.

Mesma impressão tem a pesquisadora Lucie Verde, do Laboratório de Ciência Espacial, da University College London: “para mim e para muitos outros cientistas solares, isso nos tomou de surpresa”. Mas o que será que está acontecendo? Será que o Sol está numa época de “cochilo”? De acordo com os pesquisadores, parece que ele realmente está dormindo, ou tirando uma soneca inesperada.

O certo é que seu período atual de tranquilidade desafia qualquer cálculo. Faz 100 anos que nossa estrela não se mostra tão calma, o que é surpreendente, pois esperava-se que estivesse em uma intensa atividade, já que, teoricamente, atravessa o auge do seu ciclo de onze anos. Os pesquisadores esperavam flagrar labaredas gigantes e grandes erupções de massa coronal, porém nada disso está acontecendo.

O nível de atividade do Sol continua a cair em alta velocidade, uma tranquilidade que provoca uma inquietação inversamente proporcional nos especialistas. Alguns dizem que o Sol pode estar entrando em um período conhecido como o Mínimo de Maunder, um evento ocorrido no século XVII. No entanto, nem mesmo naquela época, a atividade solar havia caído tão rápido como agora: uma análise do núcleo de gelo mostra que esse comportamento não ocorre faz 10 mil anos.

Quando aconteceu, o Mínimo de Maunder foi acompanhado de invernos muito mais frios do que o normal e, por conta disso, o período ficou conhecido como “pequena era do gelo”. De qualquer maneira, essa calmaria do nosso astro preocupa os cientistas, que tentam descobrir os motivos de tamanha tranquilidade do Sol e o que isso nos trará como consequência.

Fontes: O Correio de Deus , Fique Atento , Anunciando a Verdade, Notícias Seu History

Os sinais do fim: Sol apresenta atividade nunca vista antes e intriga cientistas de todo mundo

Algo estranho se passa com o nosso Sol, um fenômeno que os cientistas admitem não entender completamente. Richard Harrison, diretor de física espacial do Laboratório Rutherford Appleton, em Oxfordshire, na Inglaterra, disse que “nos 30 anos em que tenho trabalhado como físico solar, eu nunca vi nada parecido”.

Mesma impressão tem a pesquisadora Lucie Verde, do Laboratório de Ciência Espacial, da University College London: “para mim e para muitos outros cientistas solares, isso nos tomou de surpresa”. Mas o que será que está acontecendo? Será que o Sol está numa época de “cochilo”? De acordo com os pesquisadores, parece que ele realmente está dormindo, ou tirando uma soneca inesperada.

O certo é que seu período atual de tranquilidade desafia qualquer cálculo. Faz 100 anos que nossa estrela não se mostra tão calma, o que é surpreendente, pois esperava-se que estivesse em uma intensa atividade, já que, teoricamente, atravessa o auge do seu ciclo de onze anos. Os pesquisadores esperavam flagrar labaredas gigantes e grandes erupções de massa coronal, porém nada disso está acontecendo.

O nível de atividade do Sol continua a cair em alta velocidade, uma tranquilidade que provoca uma inquietação inversamente proporcional nos especialistas. Alguns dizem que o Sol pode estar entrando em um período conhecido como o Mínimo de Maunder, um evento ocorrido no século XVII. No entanto, nem mesmo naquela época, a atividade solar havia caído tão rápido como agora: uma análise do núcleo de gelo mostra que esse comportamento não ocorre faz 10 mil anos.

Quando aconteceu, o Mínimo de Maunder foi acompanhado de invernos muito mais frios do que o normal e, por conta disso, o período ficou conhecido como “pequena era do gelo”. De qualquer maneira, essa calmaria do nosso astro preocupa os cientistas, que tentam descobrir os motivos de tamanha tranquilidade do Sol e o que isso nos trará como consequência.

Fontes: O Correio de Deus , Fique Atento , Anunciando a Verdade, Notícias Seu History

Perturbações na Austrália e no Pacífico mudam padrões e causam calor no País e no Alasca, neve no leste dos EUA e cheia na Inglaterra

SÃO PAULO - Calor extremo e seca no Sudeste brasileiro. Nevascas e frio intenso na costa leste dos Estados Unidos. Ondas de calor no Alasca e na China em pleno inverno. Enchentes na Inglaterra. Temperaturas escaldantes e incêndios florestais por toda a Austrália. Tudo isso acontecendo ao mesmo tempo; e não é por acaso, segundo os meteorologistas.

"Todos esses eventos estão conectados dentro de um sistema climático global", disse ao Estado a pesquisadora Maria Assunção da Silva Dias, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo. Um sistema que, segundo ela - e a esmagadora maioria dos cientistas - está sendo alterado pelo acúmulo de gases do efeito estufa lançados na atmosfera pelo homem nos últimos 150 anos.

Treze dos 14 anos mais quentes já registrados pelo homem ocorreram nos últimos 14 anos, com a exceção de 1998. O ano passado foi o sexto mais quente. E o clima de 2014 parece ter começado fora dos trilhos também, com eventos extremos de temperatura e precipitação - para mais ou para menos - espalhados por todos os continentes.

O foco dessas perturbações atuais, segundo Assunção, está do outro lado do mundo. Mais especificamente no norte da Austrália e no sul da Indonésia, onde está chovendo muito, e na região central do Oceano Pacífico, onde está chovendo pouco.

Isso altera os padrões das correntes de jato (ventos fortes de altitude) nos dois hemisférios; o que altera os padrões de chuva típicos desta época, tornando o tempo extremamente estável e persistente em regiões de latitudes mais altas. O clima parece que "estacionou" nessas regiões, intensificando todos os efeitos. Um cenário que demonstra claramente como as mudanças climáticas são um problema global, que afetará todos os países, independentemente de sua posição geográfica ou situação econômica, dizem os especialistas.

Os modelos globais de previsão climática variam bastante entre si, mas todos preveem um aumento na ocorrência de eventos climáticos extremos nas próximas décadas, por causa do aquecimento global. "Os extremos vão ficar mais intensos e ocorrer com mais frequência", resume Assunção.
Ligação. O que está acontecendo agora, portanto, é exatamente o que os cientistas do clima preveem que começará a ocorrer com mais frequência daqui para a frente. Estabelecer uma relação direta de causa e efeito entre o aquecimento global e um evento climático qualquer, porém, é extremamente difícil.

"Sempre que há algum fenômeno extremo em curso as pessoas perguntam se isso tem a ver com o aquecimento global, mas essa é uma pergunta muito difícil de responder", explica o meteorologista Marcelo Seluchi, coordenador-geral de pesquisa e desenvolvimento do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

A resposta, segundo ele, depende de um análise estatística do comportamento do clima ao longo de várias décadas, para ter certeza de que se trata de uma mudança sistemática e não apenas de flutuação pontual. "Mesmo dez anos é pouco tempo", avalia Seluchi, com a ressalva de que não é possível esperar por essa certeza para começar a agir, pois já será tarde demais para reverter o processo. O economista Nicholas Stern coloca os fatos de forma contundente. "A mudança climática está aqui, agora", diz o título de um artigo escrito por ele, manchete do jornal britânico The Guardian, dia 14, com uma foto do Rio Tâmisa transbordando sobre Londres.

Fonte: MSN Estadão

Brasil já vive a crise climática global

Perturbações na Austrália e no Pacífico mudam padrões e causam calor no País e no Alasca, neve no leste dos EUA e cheia na Inglaterra

SÃO PAULO - Calor extremo e seca no Sudeste brasileiro. Nevascas e frio intenso na costa leste dos Estados Unidos. Ondas de calor no Alasca e na China em pleno inverno. Enchentes na Inglaterra. Temperaturas escaldantes e incêndios florestais por toda a Austrália. Tudo isso acontecendo ao mesmo tempo; e não é por acaso, segundo os meteorologistas.

"Todos esses eventos estão conectados dentro de um sistema climático global", disse ao Estado a pesquisadora Maria Assunção da Silva Dias, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo. Um sistema que, segundo ela - e a esmagadora maioria dos cientistas - está sendo alterado pelo acúmulo de gases do efeito estufa lançados na atmosfera pelo homem nos últimos 150 anos.

Treze dos 14 anos mais quentes já registrados pelo homem ocorreram nos últimos 14 anos, com a exceção de 1998. O ano passado foi o sexto mais quente. E o clima de 2014 parece ter começado fora dos trilhos também, com eventos extremos de temperatura e precipitação - para mais ou para menos - espalhados por todos os continentes.

O foco dessas perturbações atuais, segundo Assunção, está do outro lado do mundo. Mais especificamente no norte da Austrália e no sul da Indonésia, onde está chovendo muito, e na região central do Oceano Pacífico, onde está chovendo pouco.

Isso altera os padrões das correntes de jato (ventos fortes de altitude) nos dois hemisférios; o que altera os padrões de chuva típicos desta época, tornando o tempo extremamente estável e persistente em regiões de latitudes mais altas. O clima parece que "estacionou" nessas regiões, intensificando todos os efeitos. Um cenário que demonstra claramente como as mudanças climáticas são um problema global, que afetará todos os países, independentemente de sua posição geográfica ou situação econômica, dizem os especialistas.

Os modelos globais de previsão climática variam bastante entre si, mas todos preveem um aumento na ocorrência de eventos climáticos extremos nas próximas décadas, por causa do aquecimento global. "Os extremos vão ficar mais intensos e ocorrer com mais frequência", resume Assunção.
Ligação. O que está acontecendo agora, portanto, é exatamente o que os cientistas do clima preveem que começará a ocorrer com mais frequência daqui para a frente. Estabelecer uma relação direta de causa e efeito entre o aquecimento global e um evento climático qualquer, porém, é extremamente difícil.

"Sempre que há algum fenômeno extremo em curso as pessoas perguntam se isso tem a ver com o aquecimento global, mas essa é uma pergunta muito difícil de responder", explica o meteorologista Marcelo Seluchi, coordenador-geral de pesquisa e desenvolvimento do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

A resposta, segundo ele, depende de um análise estatística do comportamento do clima ao longo de várias décadas, para ter certeza de que se trata de uma mudança sistemática e não apenas de flutuação pontual. "Mesmo dez anos é pouco tempo", avalia Seluchi, com a ressalva de que não é possível esperar por essa certeza para começar a agir, pois já será tarde demais para reverter o processo. O economista Nicholas Stern coloca os fatos de forma contundente. "A mudança climática está aqui, agora", diz o título de um artigo escrito por ele, manchete do jornal britânico The Guardian, dia 14, com uma foto do Rio Tâmisa transbordando sobre Londres.

Fonte: MSN Estadão

Abaixo está uma entrevista com o líder do Partido Verde, o sueco Pernilla Hagberg, ele fala sobre chemtrails e por que ele decidiu mostrar a verdade.

(NaturalNews) Aqueles longos riscos brancos de persistente neblina feitos por  aviões sem identificação geralmente quando o céu  está azul , não são rastros típicos, diz o líder do Partido Verde, o sueco Pernilla Hagberg.

Conforme relatado pelo jornal sueco Katrineholms Kuriren, Hagberg, foi o primeiro líder político a apresentar este assunto, admitindo abertamente que estas trilhas de nuvens incomuns que não conseguem se dissipar como os rastros normais, são na verdade uma mistura tóxica de produtos químicos, vírus e metais.

De acordo com Hagberg, as pulverizações são um esforço em conjunto da Agência Central de Inteligência dos EUA (CIA) e da Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA), bem como o governo sueco em seu próprio país, para alterar as condições atmosféricas via esforços de pulverização.

E incluída nesta mistura "perigosa" de aerossóis estão vários componentes químicos, tais como vírus e fragmentos virais, metais, como alumínio e bário, que já foram encontrados nos abastecimentos de água e solos, em todo o mundo. (http://chemtrails.cc/ )

Rastros normais, que são compostos de apenas vapor de água que se dissipa rapidamente após a emissão dos motores a jato, são muito diferentes dos chemtrails, que gradualmente cobrem todo o céu em um mar de branco. O vídeo a seguir, elaborado pelo programa de rádio FreeTruth Show, contém algumas imagens e informações  dos chemtrails:



Pulverizando o céu para salvar o planeta?

Curiosamente, as Nações Unidas (ONU) e vários grupos  de apoio, como a  Fundação  Bill & Melinda Gates, recentemente foram forçados a admitir que tais pulverizações são reais, e que as partículas emitidas não são rastros normais. Mas a desculpa para pulverizar é que, de alguma forma isso salva o planeta dos efeitos devastadores do chamado "aquecimento global", que está sempre presente na teoria ambiental, pseudocientífica que muitas vezes é usada como justificativa para todos os tipos de estranhas propostas de políticas. (http://www.globalresearch.ca/atmospheric-geoengineering-weather-manipulation-contrails-and-chemtrails )

No caso dos chemtrails, o objetivo é de bloquear o sol, a fim de diminuir as temperaturas médias da Terra, para mudar deliberadamente os padrões climáticos com a finalidade de compensar o suposto derretimento das calotas polares, que têm sido usado como desculpas para tentar legitimar a "semeadura" de veneno no céu.

E se re-eleito para mais um mandato, Hagberg diz que vai continuar na luta contra os chemtrails em seu próprio país, na qual ele diz ter sido cooptado pelo governo sueco.

Para saber melhor o que é chemtrails, Recomendamos assistir aos documentários:

O Que Eles Estão Pulverizando no Mundo – (What In The World Are They Spraying) (http://www.anovaordemmundial.com/2011/04/filme-chemtrails-o-que-andam-pulverizar.html)

Porque eles estão pulverizando o Mundo?
(http://www.verdademundial.org/2013/07/porque-eles-estao-pulverizando-o-mundo.html),

Para saber mais sobre o fenômeno chemtrail. Ambos os filmes completos também podem ser encontrados para visualização gratuita no YouTube.

Referências: A Nova Ordem Mundial , Verdade Mundial , Global Research

Fontes: Conscious Life News , Natural News , Illuminati Elite Maldita

Político sueco admite que 'Chemtrails' são reais e tóxicos [vídeo e artigo]

Abaixo está uma entrevista com o líder do Partido Verde, o sueco Pernilla Hagberg, ele fala sobre chemtrails e por que ele decidiu mostrar a verdade.

(NaturalNews) Aqueles longos riscos brancos de persistente neblina feitos por  aviões sem identificação geralmente quando o céu  está azul , não são rastros típicos, diz o líder do Partido Verde, o sueco Pernilla Hagberg.

Conforme relatado pelo jornal sueco Katrineholms Kuriren, Hagberg, foi o primeiro líder político a apresentar este assunto, admitindo abertamente que estas trilhas de nuvens incomuns que não conseguem se dissipar como os rastros normais, são na verdade uma mistura tóxica de produtos químicos, vírus e metais.

De acordo com Hagberg, as pulverizações são um esforço em conjunto da Agência Central de Inteligência dos EUA (CIA) e da Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA), bem como o governo sueco em seu próprio país, para alterar as condições atmosféricas via esforços de pulverização.

E incluída nesta mistura "perigosa" de aerossóis estão vários componentes químicos, tais como vírus e fragmentos virais, metais, como alumínio e bário, que já foram encontrados nos abastecimentos de água e solos, em todo o mundo. (http://chemtrails.cc/ )

Rastros normais, que são compostos de apenas vapor de água que se dissipa rapidamente após a emissão dos motores a jato, são muito diferentes dos chemtrails, que gradualmente cobrem todo o céu em um mar de branco. O vídeo a seguir, elaborado pelo programa de rádio FreeTruth Show, contém algumas imagens e informações  dos chemtrails:



Pulverizando o céu para salvar o planeta?

Curiosamente, as Nações Unidas (ONU) e vários grupos  de apoio, como a  Fundação  Bill & Melinda Gates, recentemente foram forçados a admitir que tais pulverizações são reais, e que as partículas emitidas não são rastros normais. Mas a desculpa para pulverizar é que, de alguma forma isso salva o planeta dos efeitos devastadores do chamado "aquecimento global", que está sempre presente na teoria ambiental, pseudocientífica que muitas vezes é usada como justificativa para todos os tipos de estranhas propostas de políticas. (http://www.globalresearch.ca/atmospheric-geoengineering-weather-manipulation-contrails-and-chemtrails )

No caso dos chemtrails, o objetivo é de bloquear o sol, a fim de diminuir as temperaturas médias da Terra, para mudar deliberadamente os padrões climáticos com a finalidade de compensar o suposto derretimento das calotas polares, que têm sido usado como desculpas para tentar legitimar a "semeadura" de veneno no céu.

E se re-eleito para mais um mandato, Hagberg diz que vai continuar na luta contra os chemtrails em seu próprio país, na qual ele diz ter sido cooptado pelo governo sueco.

Para saber melhor o que é chemtrails, Recomendamos assistir aos documentários:

O Que Eles Estão Pulverizando no Mundo – (What In The World Are They Spraying) (http://www.anovaordemmundial.com/2011/04/filme-chemtrails-o-que-andam-pulverizar.html)

Porque eles estão pulverizando o Mundo?
(http://www.verdademundial.org/2013/07/porque-eles-estao-pulverizando-o-mundo.html),

Para saber mais sobre o fenômeno chemtrail. Ambos os filmes completos também podem ser encontrados para visualização gratuita no YouTube.

Referências: A Nova Ordem Mundial , Verdade Mundial , Global Research

Fontes: Conscious Life News , Natural News , Illuminati Elite Maldita

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