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Por: Julio Lobo / Sobrevivencialismo

Você já pensou como se deslocaria do seu trabalho até sua casa em caso de um desastre? Se uma enchente ocorrer? Se houver um protesto violento ocorrendo nas ruas? Hoje vamos entender um dos itens menos falados nas comunidades de sobrevivência, a Go Bag.

Como o título diz, a Go Bag é uma mochila que visa fornecer equipamentos e suprimentos para no máximo 12 horas de necessidade. O objetivo desta mochila é muito simples: Levar você de onde estiver até seu abrigo em caso de uma crise, desastre ou qualquer outra situação de risco.

Segue o vídeo onde explico com mais aprofundamento este recurso e também apresento uma mochila exemplo com alguns itens que podem ajudá-lo a montar a sua:



Deixo claro aqui que no vídeo apresento alguns itens gerais, que podem ser adaptados de acordo com sua realidade. Alguns pontos importantes para serem pensados ao montar a sua Go Bag são:

Trecho provável a ser percorrido: Conhecendo os caminhos e locais que você mais frequenta, baseie-se na distância do mais longe deles para decidir seus equipamentos. No meu caso trabalho à 8km de distância de casa, logo, me organizo em termos de suprimentos para percorrer até 12km.

Leveza e praticidade: Esqueça conforto e abrigo. Essa mochila tem de ser um item de deslocamento rápido e eficaz, não contando com paradas prolongadas. Itens como barraca, kits de fogo grandes e semelhantes não fazem parte da proposta. Imagine que você terá de aguentar manter uma corrida leve com esse equipamento nas costas enquanto se esquiva de vários obstáculos, rasteja e tudo mais.

Alimentação e hidratação: Procure carregar bastante água, mais do que acha que precisará. Entenda que você estará em deslocamento rápido e isso envolve esforço físico, o que fará você precisar de uma boa hidratação. O mesmo serve para alimentação, busque por alimentos calóricos e/ou com bastante açúcar. Lembre-se que você deve encarar estes suprimentos como um combustível extra para um período de esforço físico intenso, logo, descarte enlatados e itens semelhantes.

Apesar de breves, acredito que estas dicas já vão ajudar você a ter melhor concepção deste recurso e quem sabe já lhe permitirá construir sua própria configuração de Go Bag.

Espero que tenham gostado do conteúdo. O que você acha desta ferramenta para sua preparação? É algo válido para se ter?

Até.

Fontes: Sobrevivencialismo

Sobrevivencialismo: Go Bag, Mochila de sobrevivência para 12 horas


Por: Julio Lobo / Sobrevivencialismo

Você já pensou como se deslocaria do seu trabalho até sua casa em caso de um desastre? Se uma enchente ocorrer? Se houver um protesto violento ocorrendo nas ruas? Hoje vamos entender um dos itens menos falados nas comunidades de sobrevivência, a Go Bag.

Como o título diz, a Go Bag é uma mochila que visa fornecer equipamentos e suprimentos para no máximo 12 horas de necessidade. O objetivo desta mochila é muito simples: Levar você de onde estiver até seu abrigo em caso de uma crise, desastre ou qualquer outra situação de risco.

Segue o vídeo onde explico com mais aprofundamento este recurso e também apresento uma mochila exemplo com alguns itens que podem ajudá-lo a montar a sua:



Deixo claro aqui que no vídeo apresento alguns itens gerais, que podem ser adaptados de acordo com sua realidade. Alguns pontos importantes para serem pensados ao montar a sua Go Bag são:

Trecho provável a ser percorrido: Conhecendo os caminhos e locais que você mais frequenta, baseie-se na distância do mais longe deles para decidir seus equipamentos. No meu caso trabalho à 8km de distância de casa, logo, me organizo em termos de suprimentos para percorrer até 12km.

Leveza e praticidade: Esqueça conforto e abrigo. Essa mochila tem de ser um item de deslocamento rápido e eficaz, não contando com paradas prolongadas. Itens como barraca, kits de fogo grandes e semelhantes não fazem parte da proposta. Imagine que você terá de aguentar manter uma corrida leve com esse equipamento nas costas enquanto se esquiva de vários obstáculos, rasteja e tudo mais.

Alimentação e hidratação: Procure carregar bastante água, mais do que acha que precisará. Entenda que você estará em deslocamento rápido e isso envolve esforço físico, o que fará você precisar de uma boa hidratação. O mesmo serve para alimentação, busque por alimentos calóricos e/ou com bastante açúcar. Lembre-se que você deve encarar estes suprimentos como um combustível extra para um período de esforço físico intenso, logo, descarte enlatados e itens semelhantes.

Apesar de breves, acredito que estas dicas já vão ajudar você a ter melhor concepção deste recurso e quem sabe já lhe permitirá construir sua própria configuração de Go Bag.

Espero que tenham gostado do conteúdo. O que você acha desta ferramenta para sua preparação? É algo válido para se ter?

Até.

Fontes: Sobrevivencialismo

Se você pensou que a voracidade da imprensa tradicional em atacar o atual Governo se relaciona basicamente em entregar nosso petróleo, no caso o pré-sal, você se enganou.

O BRICS é uma ameaça ao modelo de colonialismo dos EUA e a Europa. Cinco países, trẽs sendo quase que continentais, dois sendo os mais populosos, podem de uma vez por todas acabar com as regalias de uma plutocracia cada vez mais poderosa

Mas por que nossa imprensa faria isso? Basta lembrar que a maior parte dela foi estruturada com dinheiro americano, após a II Guerra Mundial.
Não só o Brasil, mas nessa atual conjuntura outros países do bloco estão sendo sabotados. O processo é sempre o mesmo, inteligência da CIA, financiamento de grupos locais e partidos pró-EUA, e mídia tradicional manipulando fatos, fomentando a mídia social, para que tudo fique com cara de vontade popular.
(docverdade)



Agradecimentos à Antonio S. pela sugestão e link.

Fonte: DocVerdade

Brasil: O Que Está Por Trás do Terceiro Turno?

Se você pensou que a voracidade da imprensa tradicional em atacar o atual Governo se relaciona basicamente em entregar nosso petróleo, no caso o pré-sal, você se enganou.

O BRICS é uma ameaça ao modelo de colonialismo dos EUA e a Europa. Cinco países, trẽs sendo quase que continentais, dois sendo os mais populosos, podem de uma vez por todas acabar com as regalias de uma plutocracia cada vez mais poderosa

Mas por que nossa imprensa faria isso? Basta lembrar que a maior parte dela foi estruturada com dinheiro americano, após a II Guerra Mundial.
Não só o Brasil, mas nessa atual conjuntura outros países do bloco estão sendo sabotados. O processo é sempre o mesmo, inteligência da CIA, financiamento de grupos locais e partidos pró-EUA, e mídia tradicional manipulando fatos, fomentando a mídia social, para que tudo fique com cara de vontade popular.
(docverdade)



Agradecimentos à Antonio S. pela sugestão e link.

Fonte: DocVerdade

Tribuna do Advogado
OAB-RJ, 12/02/2015




As comissões de Direito Ambiental (CDA) e de Bioética e Biodireito (CBB) da OAB/RJ receberam, na última semana, membros da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), que recentemente se manifestaram criticamente à forma como a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou a produção de mosquitos geneticamente modificados para o combate ao Aedes aegypti , inseto transmissor do vírus da dengue.

Na reunião, os pesquisadores Hermano Castro, diretor da Escola Nacional de Saúde Pública, da Fiocruz; Lia Giraldo da Silva Augusto, professora na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); e Carlos dos Santos Silva, que é secretário executivo da Abrasco, relataram estar sofrendo pressão da empresa Oxitec, que produz os mosquitos, em razão de uma nota técnica que a associação teria soltado sobre a questão.

De acordo com o texto, que reflete a posição dos cientistas que integraram o grupo de trabalho para estudo do tema na Abrasco, não foram realizados os estudos dos impactos ambientais da inserção de tal espécime no ambiente, causando surpresa não só a falta de estudos como a rapidez na aprovação.

Representando a OAB/RJ, o presidente da CDA, Flávio Ahmed; a vice-presidente e o membro da CBB, Fernanda Bianco e Gabriel Bianconi Fernandes, respectivamente, manifestaram repúdio a qualquer tentativa de inibir posicionamentos científicos em relação a meio ambiente e saúde pública.

“O direito à informação e a participação são fundamentais quanto tratamos do direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem constitucionalmente protegido e de titularidade difusa, exigindo as discussões que envolvem seu uso ampla reverberação. Daí porque a censura à discussão envolve também a violação ao livre acesso à informação e ao próprio direito ambiental como direito humano fundamental”, afirmou Ahmed. Segundo ele, as comissões pretendem realizar uma série de discussões sobre o tema.

Após o encontro, a Abrasco decidiu publicar uma segunda nota, em que ratifica alguns pontos da original e retifica outros: “Há questões que realmente não precisamos discutir, mas outras reforçamos, porque entendemos que é dever da Abrasco mostrar o posicionamento de seus cientistas”, explicou Lia.

Segundo os pesquisadores da entidade, os dados colhidos nos testes realizados nas cidades de Jacobina e Juazeiro, do estado da Bahia, seriam “insuficientes para um posicionamento consistente e qualquer órgão de pesquisa, muito mais, para a CTNBio”. Eles também alertam para o fato de não existem ainda normas adequadas de liberação planejada para avaliação de insetos e que a alteração na reprodução do Aedes aegypti pode atrair outros insetos, como o A. albopictus, espécie selvagem existente no Brasil e com capacidade vetorial para o vírus da dengue.

OAB-RJ acompanhará alerta da Abrasco sobre mosquitos transgênicos

Tribuna do Advogado
OAB-RJ, 12/02/2015




As comissões de Direito Ambiental (CDA) e de Bioética e Biodireito (CBB) da OAB/RJ receberam, na última semana, membros da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), que recentemente se manifestaram criticamente à forma como a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou a produção de mosquitos geneticamente modificados para o combate ao Aedes aegypti , inseto transmissor do vírus da dengue.

Na reunião, os pesquisadores Hermano Castro, diretor da Escola Nacional de Saúde Pública, da Fiocruz; Lia Giraldo da Silva Augusto, professora na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); e Carlos dos Santos Silva, que é secretário executivo da Abrasco, relataram estar sofrendo pressão da empresa Oxitec, que produz os mosquitos, em razão de uma nota técnica que a associação teria soltado sobre a questão.

De acordo com o texto, que reflete a posição dos cientistas que integraram o grupo de trabalho para estudo do tema na Abrasco, não foram realizados os estudos dos impactos ambientais da inserção de tal espécime no ambiente, causando surpresa não só a falta de estudos como a rapidez na aprovação.

Representando a OAB/RJ, o presidente da CDA, Flávio Ahmed; a vice-presidente e o membro da CBB, Fernanda Bianco e Gabriel Bianconi Fernandes, respectivamente, manifestaram repúdio a qualquer tentativa de inibir posicionamentos científicos em relação a meio ambiente e saúde pública.

“O direito à informação e a participação são fundamentais quanto tratamos do direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem constitucionalmente protegido e de titularidade difusa, exigindo as discussões que envolvem seu uso ampla reverberação. Daí porque a censura à discussão envolve também a violação ao livre acesso à informação e ao próprio direito ambiental como direito humano fundamental”, afirmou Ahmed. Segundo ele, as comissões pretendem realizar uma série de discussões sobre o tema.

Após o encontro, a Abrasco decidiu publicar uma segunda nota, em que ratifica alguns pontos da original e retifica outros: “Há questões que realmente não precisamos discutir, mas outras reforçamos, porque entendemos que é dever da Abrasco mostrar o posicionamento de seus cientistas”, explicou Lia.

Segundo os pesquisadores da entidade, os dados colhidos nos testes realizados nas cidades de Jacobina e Juazeiro, do estado da Bahia, seriam “insuficientes para um posicionamento consistente e qualquer órgão de pesquisa, muito mais, para a CTNBio”. Eles também alertam para o fato de não existem ainda normas adequadas de liberação planejada para avaliação de insetos e que a alteração na reprodução do Aedes aegypti pode atrair outros insetos, como o A. albopictus, espécie selvagem existente no Brasil e com capacidade vetorial para o vírus da dengue.

Assim, agora estabelecemos dois pontos importantes:

Pai Natal não existe (espero não ter criado traumas com esta afirmação)
Pai Natal (Santa Claus) foi criado nos Estados Unidos, mas não é o herdeiro de São Nicolau

Se Pai Natal não derivou de São Nicolau, pode encontrar as suas próprias origens numa outra tradição?

Existia alguém parecido com Pai Natal antes da figura de São Nicolau?
Sim, existia.
Era Thor.

Thor

Quase todos os pesquisadores concordam que a personagem de Papi Natal foi um emprestimo da mitologia nórdica (escandinava).

Encyclopedia Britannica:

Sinterklaas foi adoptado pelos Países de língua inglesa com o nome de Santa Claus e o mito de um gentil homem idoso foi unida com alguns contos de fadas nórdicos, nos quais um mágico punia as crianças desobedientes e premiava as boas com presentes.

R. Crichton, em Who is Santa Claus? The Truth Behind a Living Legend ("Quem é o Pai Natal? A Verdade por trás de uma Lenda Viva"), aponta Odin como a origem de Santa Claus :

Alguns pesquisadores associam Pai Natal ao deus nórdico Odin ou Wotan, o deus que voa pelo céu nas costas de um cavalo branco com oito patas chamado Sleipnir (o carro do Pai Natal era originariamente puxado por oito renas). Odin mora no Valhalla (o Norte) e tem uma longa barba branca. Odin voa pelo céu durante o solstício de Inverno (desde 21 ate 25 de Dezembro), recompensa os filhos bons e pune as crianças desobedientes.

A mitologa da última metade de 800, Helene Adeline Guerber, por sua vez, apresenta argumentos bastante convincentes sobre as semelhanças entre Pai Natal e o deus nórdico Thor:

Thor é o deus das pessoas comuns . Era representado como um homem jovial e amigável, de construção pesada, com uma longa barba branca. O seu elemento é o fogo, a sua cor o vermelho. O rugido dos trovões era causada pelo barulho do seu carro. Thor também é o único deus que não monta um cavalo, mas viaja num carro puxado por dois bodes brancos (Cracker e Gnasher). Thor vive nas terra do Norte, onde é dono de um palácio entre os icebergs. É considerado um deus alegre e amigável, bem-humorado e protector dos seres humanos. Além disso, a tradição diz que a chaminé é particularmente sagrada para Thor, pois ele pode ver as pessoas descendo pela chaminé através do seu elemento, ou seja: o fogo.

M.E.Winge: Tohr (1872)
As semelhanças entre Thor e Pai Natal são demasiado óbvias para ser ignoradas:

  • Um homem jovial e amigável, de construção pesada
  • Com uma longa barba branca
  • O seu elemento é o fogo e a sua cor é o vermelho
  • Conduz um carro puxado por dois bodes brancos chamados Cracker e Gnasher
  • É considerado o deus da Yule (Yule é a época do Natal)
  • Vive na Terras do Norte (Pólo Norte)
  • É considerado um deus benevolente para com os seres humanos
  • A lareira é um dos seus objectos sagrados
  • Desce pela chaminé através do seu elemento, o fogo

E ainda hoje, na Suécia, Thor representa Pai Natal.
E. Barth em Holly, Reindeer, and Colored Lights, The Story of the Christmas Symbols ("Azevinho, rena, e luzes coloridas, A História dos Símbolos de Natal"):

As crianças suecas esperam ansiosamente Jultomten, o gnomo que viaja num trenó puxado pelo Julbocker, ou seja, as cabras do deus do trovão Thor. Com fato e chapéu vermelhos e um saco nas costas, é muito parecido com o Pai Natal americano.

Thor é provavelmente o mais famoso e reverenciado deus pagão da história. A sua ampla influência é evidente no nome do quinto dia da semana na língua inglesa: Thursday (aka Dia de Thor).

É irônico que o símbolo de Thor seja um martelo, porque o martelo também é o instrumento simbólico do carpinteiro Pai Natal. Também vale a pena mencionar que os ajudantes de Thor eram Elfos, exactamente como os assistentes de Santa Claus. Os Elfos de Thor eram artesãos e foram eles que criam o martelo mágico do deus.

F.Weiser em Handbook of Christian Feasts and Custom ("Manual de Festas Cristãs e Costumes"):

Pai Natal é na verdade o deus germânico pagão Thor.

Depois de ter listado algumas das características que unem Thor e Santa Claus, Weiser conclui:

Com o santo cristão do qual tem o nome, no entanto, Pai Natal não tem nada em comum.

Outra característica interessante do Thor é realçada por H.R. Ellis Davidson, no seu Scandinavian Mythology ("Mitologia Escandinava"):
Era apenas Thor, nos últimos dias do paganismo, o primeiro antagonista de Cristo.
E "antagonista" significa inimigo, adversário, concorrente...
O obscuro ajudante

Há um elemento pouco conhecido da tradição de São Nicolau que foi estranhamente apagado.

Segundo a lenda. para grande parte da sua existência, São Nicolau (Sinter Klaas) foi acompanhado por um esquisito ajudante. Este misterioso companheiro teve muitos nomes: era conhecido como Knecht Rupprecht, Pelznickle, Ru-Klas, Obscuro, Tenebroso, Obscuro Ajudante, Ajudante Negro, Black Peter, Hans Trapp, Krampus, Grampus, Zwarte Piets, Furry Nicholas, Ruvid Nicholas, Julebuk.

Embora o nome variasse de acordo com o contexto cultural, a personagem era sempre a mesma. Algumas outras definições, bem conhecidas, eram atribuídas ao ajudante de São Nicolau: demónio, maligno, diabo e Satanás. Uma das suas tarefas era punir as crianças e "alegremente arrastá-las para o inferno".

O "diabo" que acompanhava St. Nicholas é um facto bem documentado: em cada precursor de Pai Natal aparece essa personagem escura.
G. e P. Del Re em The Christmas Almanack ("O Almanaque de Natal"):

É Christkind [Menino Jesus em português, ndt] que traz os presentes, acompanhados por um dos seus companheiros do mal, Knecht Rupprecht, Pelznickle, Ru-Klas.
[...]
Em muitas regiões da Alemanha, Hans Trapp é o demónio que acompanha Christkind durante a troca de presentes.
[...]
Na tradição da Baixa Áustria, um demónio chamado Krampus ou Grampus acompanha São Nicolau no dia 6 de Dezembro.

Krampus, primeiros anos 900
T. Van Renterghem em When Santa Was a Shaman ("Quando pai Natal era um Shaman"):

Como Pai Natal, Sinterklaas e o seu escuro ajudante entram pela chaminé.

P. Siefker em Santa Claus, Last of the Wild Men: The Origins and Evolution of Saint Nicholas ("Santa Claus, o Último dos Homens Selvagens: as Origens e a Evolução de São Nicolau"):

Ruprecht desempenha o papel de bicho-papão, um escuro, peludo, canibal pesadelo com chifres, armado com uma vara. Interpreta o mal supremo, o horror final que poderia voltar-se contra as crianças negligentes.

O historiador do Natal, Clemente Miles, afirma no seu Christmas in Ritual and Tradition Christian and Pagan ("Natal no Ritual e na Tradição Cristã e Pagã"):

Nenhuma explicação satisfatória foi ainda encontrada sobre as origens desses demónios e diabos que aparecem na legenda em conjunto com São Nicolau.

Talvez seja mesmo assim. Ou talvez não.
Em qualquer caso, fica para a terceira parte.


Ipse dixit.

Relacionado: À procura de Pai Natal - Parte I
Bibliografia:
R. Crichton, Who is Santa Claus? The Truth Behind a Living Legend - Bath Press, 1987, pág. 55-56
H.A. Guerber, Myths of Northern Lands - American Book Company, 1895, pág. 61
E. Barth, Holly, Reindeer, and Colored Lights, The Story of the Christmas Symbols - Clarion Books, 1971, pág. 49
F.Weiser, Handbook of Christian Feasts and Customs - Harcourt, Brace & World, 1952, pág. 113-114
H.R.E. Davidson, Scandinavian Mythology - Peter Bedrick Books, 1982, pág. 133
G. e P. Del Re, The Christmas Almanack - Random House, 2004, pág. 70, 75, 94
P. Siefker, Santa Claus, Last of the Wild Men: The Origins and Evolution of Saint Nicholas - McFarland & Company, Inc., 1997, pág. 155
Miles Clement, Christmas in Ritual and Tradition Christian and Pagan - Frederick A. Stokes Company, 1912, pág. 232

Fonte: Informação Incorrecta

À procura de Pai Natal - Parte II

Assim, agora estabelecemos dois pontos importantes:

Pai Natal não existe (espero não ter criado traumas com esta afirmação)
Pai Natal (Santa Claus) foi criado nos Estados Unidos, mas não é o herdeiro de São Nicolau

Se Pai Natal não derivou de São Nicolau, pode encontrar as suas próprias origens numa outra tradição?

Existia alguém parecido com Pai Natal antes da figura de São Nicolau?
Sim, existia.
Era Thor.

Thor

Quase todos os pesquisadores concordam que a personagem de Papi Natal foi um emprestimo da mitologia nórdica (escandinava).

Encyclopedia Britannica:

Sinterklaas foi adoptado pelos Países de língua inglesa com o nome de Santa Claus e o mito de um gentil homem idoso foi unida com alguns contos de fadas nórdicos, nos quais um mágico punia as crianças desobedientes e premiava as boas com presentes.

R. Crichton, em Who is Santa Claus? The Truth Behind a Living Legend ("Quem é o Pai Natal? A Verdade por trás de uma Lenda Viva"), aponta Odin como a origem de Santa Claus :

Alguns pesquisadores associam Pai Natal ao deus nórdico Odin ou Wotan, o deus que voa pelo céu nas costas de um cavalo branco com oito patas chamado Sleipnir (o carro do Pai Natal era originariamente puxado por oito renas). Odin mora no Valhalla (o Norte) e tem uma longa barba branca. Odin voa pelo céu durante o solstício de Inverno (desde 21 ate 25 de Dezembro), recompensa os filhos bons e pune as crianças desobedientes.

A mitologa da última metade de 800, Helene Adeline Guerber, por sua vez, apresenta argumentos bastante convincentes sobre as semelhanças entre Pai Natal e o deus nórdico Thor:

Thor é o deus das pessoas comuns . Era representado como um homem jovial e amigável, de construção pesada, com uma longa barba branca. O seu elemento é o fogo, a sua cor o vermelho. O rugido dos trovões era causada pelo barulho do seu carro. Thor também é o único deus que não monta um cavalo, mas viaja num carro puxado por dois bodes brancos (Cracker e Gnasher). Thor vive nas terra do Norte, onde é dono de um palácio entre os icebergs. É considerado um deus alegre e amigável, bem-humorado e protector dos seres humanos. Além disso, a tradição diz que a chaminé é particularmente sagrada para Thor, pois ele pode ver as pessoas descendo pela chaminé através do seu elemento, ou seja: o fogo.

M.E.Winge: Tohr (1872)
As semelhanças entre Thor e Pai Natal são demasiado óbvias para ser ignoradas:

  • Um homem jovial e amigável, de construção pesada
  • Com uma longa barba branca
  • O seu elemento é o fogo e a sua cor é o vermelho
  • Conduz um carro puxado por dois bodes brancos chamados Cracker e Gnasher
  • É considerado o deus da Yule (Yule é a época do Natal)
  • Vive na Terras do Norte (Pólo Norte)
  • É considerado um deus benevolente para com os seres humanos
  • A lareira é um dos seus objectos sagrados
  • Desce pela chaminé através do seu elemento, o fogo

E ainda hoje, na Suécia, Thor representa Pai Natal.
E. Barth em Holly, Reindeer, and Colored Lights, The Story of the Christmas Symbols ("Azevinho, rena, e luzes coloridas, A História dos Símbolos de Natal"):

As crianças suecas esperam ansiosamente Jultomten, o gnomo que viaja num trenó puxado pelo Julbocker, ou seja, as cabras do deus do trovão Thor. Com fato e chapéu vermelhos e um saco nas costas, é muito parecido com o Pai Natal americano.

Thor é provavelmente o mais famoso e reverenciado deus pagão da história. A sua ampla influência é evidente no nome do quinto dia da semana na língua inglesa: Thursday (aka Dia de Thor).

É irônico que o símbolo de Thor seja um martelo, porque o martelo também é o instrumento simbólico do carpinteiro Pai Natal. Também vale a pena mencionar que os ajudantes de Thor eram Elfos, exactamente como os assistentes de Santa Claus. Os Elfos de Thor eram artesãos e foram eles que criam o martelo mágico do deus.

F.Weiser em Handbook of Christian Feasts and Custom ("Manual de Festas Cristãs e Costumes"):

Pai Natal é na verdade o deus germânico pagão Thor.

Depois de ter listado algumas das características que unem Thor e Santa Claus, Weiser conclui:

Com o santo cristão do qual tem o nome, no entanto, Pai Natal não tem nada em comum.

Outra característica interessante do Thor é realçada por H.R. Ellis Davidson, no seu Scandinavian Mythology ("Mitologia Escandinava"):
Era apenas Thor, nos últimos dias do paganismo, o primeiro antagonista de Cristo.
E "antagonista" significa inimigo, adversário, concorrente...
O obscuro ajudante

Há um elemento pouco conhecido da tradição de São Nicolau que foi estranhamente apagado.

Segundo a lenda. para grande parte da sua existência, São Nicolau (Sinter Klaas) foi acompanhado por um esquisito ajudante. Este misterioso companheiro teve muitos nomes: era conhecido como Knecht Rupprecht, Pelznickle, Ru-Klas, Obscuro, Tenebroso, Obscuro Ajudante, Ajudante Negro, Black Peter, Hans Trapp, Krampus, Grampus, Zwarte Piets, Furry Nicholas, Ruvid Nicholas, Julebuk.

Embora o nome variasse de acordo com o contexto cultural, a personagem era sempre a mesma. Algumas outras definições, bem conhecidas, eram atribuídas ao ajudante de São Nicolau: demónio, maligno, diabo e Satanás. Uma das suas tarefas era punir as crianças e "alegremente arrastá-las para o inferno".

O "diabo" que acompanhava St. Nicholas é um facto bem documentado: em cada precursor de Pai Natal aparece essa personagem escura.
G. e P. Del Re em The Christmas Almanack ("O Almanaque de Natal"):

É Christkind [Menino Jesus em português, ndt] que traz os presentes, acompanhados por um dos seus companheiros do mal, Knecht Rupprecht, Pelznickle, Ru-Klas.
[...]
Em muitas regiões da Alemanha, Hans Trapp é o demónio que acompanha Christkind durante a troca de presentes.
[...]
Na tradição da Baixa Áustria, um demónio chamado Krampus ou Grampus acompanha São Nicolau no dia 6 de Dezembro.

Krampus, primeiros anos 900
T. Van Renterghem em When Santa Was a Shaman ("Quando pai Natal era um Shaman"):

Como Pai Natal, Sinterklaas e o seu escuro ajudante entram pela chaminé.

P. Siefker em Santa Claus, Last of the Wild Men: The Origins and Evolution of Saint Nicholas ("Santa Claus, o Último dos Homens Selvagens: as Origens e a Evolução de São Nicolau"):

Ruprecht desempenha o papel de bicho-papão, um escuro, peludo, canibal pesadelo com chifres, armado com uma vara. Interpreta o mal supremo, o horror final que poderia voltar-se contra as crianças negligentes.

O historiador do Natal, Clemente Miles, afirma no seu Christmas in Ritual and Tradition Christian and Pagan ("Natal no Ritual e na Tradição Cristã e Pagã"):

Nenhuma explicação satisfatória foi ainda encontrada sobre as origens desses demónios e diabos que aparecem na legenda em conjunto com São Nicolau.

Talvez seja mesmo assim. Ou talvez não.
Em qualquer caso, fica para a terceira parte.


Ipse dixit.

Relacionado: À procura de Pai Natal - Parte I
Bibliografia:
R. Crichton, Who is Santa Claus? The Truth Behind a Living Legend - Bath Press, 1987, pág. 55-56
H.A. Guerber, Myths of Northern Lands - American Book Company, 1895, pág. 61
E. Barth, Holly, Reindeer, and Colored Lights, The Story of the Christmas Symbols - Clarion Books, 1971, pág. 49
F.Weiser, Handbook of Christian Feasts and Customs - Harcourt, Brace & World, 1952, pág. 113-114
H.R.E. Davidson, Scandinavian Mythology - Peter Bedrick Books, 1982, pág. 133
G. e P. Del Re, The Christmas Almanack - Random House, 2004, pág. 70, 75, 94
P. Siefker, Santa Claus, Last of the Wild Men: The Origins and Evolution of Saint Nicholas - McFarland & Company, Inc., 1997, pág. 155
Miles Clement, Christmas in Ritual and Tradition Christian and Pagan - Frederick A. Stokes Company, 1912, pág. 232

Fonte: Informação Incorrecta

Uma série de artigos acerca do Pai Natal? Mas não há coisas mais interessantes?
O que há para contar ainda do velhote que entrega prendas às crianças?

Na verdade há. Mais do que um artigo, esta é uma investigação: quem é Pai Natal?

E desde já, fica o recado: nada de espírito natalício por aqui, pois as conclusões podem ser bem surpreendentes...


A história "oficial"

Segundo a versão normalmente aceite, a pessoa real que inspirou a figura de Pai Natal foi um bispo católico que viveu no século IV d.C., São Nicolau. O culto de São Nicolau foi um dos movimentos religiosos mais populares de todos os tempos.

De acordo com Charles W. Jones (medievalista norte-americanos do século passado):

Antes da Reforma, São Nicolau era dos santos mais queridos do cristianismo bíblico [...]. Antes do ano 1500, eram 2.137 as dedicatórias eclesiásticas atribuídas a S. Nicolau entre França, Alemanha e Holanda.

O popular livro The Christam Almanack afirma:

Na Idade Média, S. Nicolau foi provavelmente a figura mais citada nas orações cristãs, com excepção da Virgem Maria e do próprio Cristo.

S. Nicolau é rodeado por uma aura tanto mítica quanto misteriosa. Entre as lendas mais populares, há uma segundo a qual teria salvo três meninas pobres da prostituição. Essas meninas não tinham qualquer dote para casar-se: São Nicolau salvou as meninas duma vida de vergonha, dando-lhes presentes de ouro para que elas pudessem casar-se.

S. Nicolau, ícone russo do séc. XIX

Outro milagre atribuído a São Nicolau diz respeito a três meninos sadicamente mortos por um estalajadeiro mau, o qual teria rasgado em pedaços e armazenados em barris de salmoura os corpos, com a intenção de servi-los como comida para os inocentes clientes. S. Nicolau reconstituiu os corpos mutilados e ressuscitou os três rapazes.

Além disso, assim como o Pai Natal, São Nicolau trazia geralmente presentes caros para as crianças pobres, donde a sua veneração no papel do santo padroeiro das crianças. Durante a Idade Média, centenas de jogos e pinturas repetiam as obras do Santo.

Em meados do século 17, na Holanda, nasceu oficialmente a lenda de Sinter Klaas. As crianças holandesas começaram a tradição de pendurar meias na lareira, na noite de 5 de Dezembro, para celebrar a memória do bispo São Nicolau. Na manhã seguinte, as crianças encontravam presentes e guloseimas nas meias, deixados durante a noite por Sinter Klaas, tal como o actual Pai Natal que desce pela chaminé.

Em holandês, São Nicolau traduz-se Sint Nikolass, depois reduzida em Sinter Klaas: a versão anglicizada é Santa Claus.

Agora um passo atrás. No ano 1626, até o Novo Mundo chamado América.
Em busca do "Sonho Americano", os colonos holandeses partiram da Holanda e desembarcaram nas Américas, onde construíram a primeira colónia, baptizada New Amsterdam (a actual New York), e importar os seus costumes, incluindo o amado Sinter Klaas.

Em Dezembro de 1809, o escritor americano Washington Irving publicou uma sátira popular acerca da fundação de New York, intitulada A Knickerbocker History of New York. E mais do que qualquer outro elemento, parece ter sido a obra de Irving a criar a moderna figura de Pai Natal.

A causa? Os seguintes passos, que inauguraram oficialmente a entrada da Santa Claus na cultura de massa:

E o sábio Oloffe teve um sonho em que o bom São Nicolau veio num carro, por cima das copas das árvores, o mesmo carro no qual carrega as suas prendas anuais para as crianças. [...]

São Nicolau fumava um cachimbo, colocou um dedo ao lado do seu nariz, então voltou novamente ao seu carro e desapareceu sobre as copas das árvores. [...]

Naqueles primeiros dias, foi instituída uma piedosa cerimónia, ainda religiosamente observada em cada antiga família na nossa cultura, para pendurar uma meia na lareira, na noite de São Nicolau, de modo que de manhã possa encontrar-se milagrosamente preenchida com os presentes trazidos pelo bom São Nicolau, especialmente para as crianças.


O primeiro Pai Natal, de Thomas Nast
Agora um salto até 1822, quando um professor de teologia em New York, de nome Clement Clarke Moore, inspirado no retrato de São Nicolau descrito no popular livro de Irving, escreveu como presente de Natal para os seus filhos um poema intitulado: A Visit from St. Nicholas (Uma visita de São Nicolau).

O Dr. Moore não tinha intenção de publicar a obra, mas em 1823 um dos seus amigos decidiu apresentá-la de forma anónima ao jornal Troy Sentinel. O poema de Moore foi publicado e tornou-se tão popular ao ponto de atravessar todos os Estados Unidos, mais tarde conhecido com o título de The Night Before Christmas.

Os últimos retoques para a personagem de Papai Natal foram dados em 1863, pelo cartoonista Thomas Nast, que desenhou muitas versões do Santa Claus na revista Harper's Weekly.

Foi assim que ao mundo inteiro foi apresentada oficialmente a figura de Pai Natal.
O primeiro modelo de Nast era uma espécie de anão robusto, coberto por uma espessa pele cinzenta: bem diferente das versões alegres e coloridas que as décadas (e a Coca Cola) redesenharam mais tarde.

Incongruências

Esta relatada até aqui é a versão geralmente aceite da origem de Pai Natal; mas não é de todo a versão apoiada pelos historiadores. Para explicar as razões, vamos ler novamente a história, desta vez com uma lupa.

Existiu?

A primeira estranheza digna de nota na saga de Pai Natal é devida a dúvidas sobre a existência do bispo São Nicolau. Na realidade, temos bem poucas provas de que ele realmente existiu.
Encyclopedia Britannica:

A existência de St. Nicolau não é atestada por qualquer documento histórico, então não são conhecidos detalhes sobre a sua figura, a não ser que, talvez, fosse o bispo de Myra, no século IV d.C. [...]

Microsoft Encyclopedia Encharta:

São Nicolau (4º séc.), prelado cristão, padroeiro da Rússia, tradicionalmente associado às celebrações de Natal. Os episódios da sua vida estão confusos e historicamente não confirmados.

G. e P. Del Re, The Christmas Almanack, p 130:

Infelizmente, pouco se sabe sobre o real São Nicolau. Inúmeras lendas têm sido desenvolvidas em torno deste Santo muito popular, mas os registos históricos são escassos.

Em 1969, o Vaticano "desligou-se" oficialmente da lenda de São Nicolau . Apesar de estar entre os Santos mais populares e reverenciados do catolicismo romano, o Papa Paulo VI decretou a remoção da festa de São Nicolau do calendário católico romano, juntamente com as de 40 outros Santos, por causa da ausência de provas quanto à sua existência.

Microsoft Encyclopedia Encharta:

Dada a falta de documentação disponível sobre a vida do Santo, o Papa Paulo VI ordenou que a festa de São Nicolau fosse anulada do calendário oficial católico romano em 1969.

Pai Natal, 1875
Holandeses?


A segunda "estranheza" histórica no mito oficial de Papai Natal encontra-se nos escritos de Irving, o autor que apontou os holandeses como os primeiros que importaram na América a lenda de Sinter Klaas. Na verdade, esta é uma informação historicamente falsa.

Em 1954, o eminente historiador de São Nicolau, Charles W. Jones, publicou no New York Society Historical Quarterly uma refutação conclusiva da versão de Irving.

Demonstrou que os primeiros colonos holandeses de New Amsterdam pertenciam à Reforma Holandesa, a qual considera como herético o culto de todos os Santos, mas especialmente o de São Nicolau.

Jones produziu documentos em primeira mão que pertenciam aos primeiros colonos holandeses, documentos que lista as leis que proibiam expressamente qualquer festa de São Nicolau. Jones acrescentou que "não há elementos que alimente a ideia de que as leis fossem ignoradas".
Sempre Jones:

E - para ser mais preciso - Santa Claus não é um nome mutuado do idioma holandês. A expressão foi cunhada muito antes na Suíça e no sul da Alemanha.

São Nicolau e Santa Claus

Mais: muitos elementos levam a acreditar de que não haja nenhuma real conexão entre São Nicolau e Pai Natal. Algo que qualquer bom mitólogo sério poderá confirmar.
A seguir, algumas fontes, entre as muitas disponíveis.

P. Siefker em Santa Claus, Last of the Wild Men: The Origins and Evolution of Saint Nicholas:

Anos de pesquisa confirmaram a validade da dúvida inicial: Pai Natal é uma americanização, tudo bem, mas não um santo católico ( ... ) Apesar de um século de repetição, esta história é simplesmente falsa.

Santa Claus, T. Nast, 1881

F. Weiser em Handbook of Christian Feasts and Customs:

O dilema foi resolvido transferindo para Natal a tradicional 'visita' do 5 de Dezembro que os
holandeses recebiam da figura de Sinter Klaas, e introduzindo uma mudança radical na figura dele. Não foi uma coisa pequena, o antigo santo foi completamente substituído por um novo personagem. Santa Claus não tem nada a ver com o santo cristão do qual ainda leva o nome.

G. e P. Del Re, The Christmas Almanack:

Apesar de, no século 17, os holandeses terem importado o personagem de Sinter Klaas para o Novo Mundo, Santa Claus não nasceu antes do século 19 e foi uma criação toda americana e não holandesa.

Outro obstáculo na comparação entre São Nicolau a Santa Claus é a data da comemoração: São Nicolau era (e ainda é!) comemorado no dia 6 de Dezembro (alegada data da sua morte), não no 25 de Dezembro.

E até no mundo cristão não há unanimidade acerca de São Nicolau.

Na Grécia, São Nicolau é substituído por São Basílio Magno (Vasilis), bispo de Cesareia no IV século d.C., que traz presentes no dia de Ano Novo. E em algumas zonas da Flandres, na Bélgica, é comemorada a figura de St. Martin de Tours (Sint-Maarten).

E ainda antes da era cristã na Europa havia um Pai Natal.
Mas disso vamos falar na segunda parte.


Ipse dixit.

Bibliografia:
C.W. Jones, Knickerbocker: Santa Claus, The New York Historical Society Quarterly, Outubro 1954:
Vol. 28, n. 4, pág. 357, pág. 366
Del Re, Gerard e Patricia: The Christmas Almanack, Random House, 2004, pág. 131, pág. 141
W. Irving, A Knickerbocker History of New York, F. Ungar Publishing, 1928, pág. 68
Encyclopedia Britannica
P. Siefker, Santa Claus, Last of the Wild Men: The Origins and Evolution of Saint Nicholas, McFarland & Company, Inc., 1997, pág. 57
F. Weiser, Handbook of Christian Feasts and Customs, Brace & World, Inc., 1952, pág. 114

Fonte: Informação Incorrecta

À procura de Pai Natal - Parte I

Uma série de artigos acerca do Pai Natal? Mas não há coisas mais interessantes?
O que há para contar ainda do velhote que entrega prendas às crianças?

Na verdade há. Mais do que um artigo, esta é uma investigação: quem é Pai Natal?

E desde já, fica o recado: nada de espírito natalício por aqui, pois as conclusões podem ser bem surpreendentes...


A história "oficial"

Segundo a versão normalmente aceite, a pessoa real que inspirou a figura de Pai Natal foi um bispo católico que viveu no século IV d.C., São Nicolau. O culto de São Nicolau foi um dos movimentos religiosos mais populares de todos os tempos.

De acordo com Charles W. Jones (medievalista norte-americanos do século passado):

Antes da Reforma, São Nicolau era dos santos mais queridos do cristianismo bíblico [...]. Antes do ano 1500, eram 2.137 as dedicatórias eclesiásticas atribuídas a S. Nicolau entre França, Alemanha e Holanda.

O popular livro The Christam Almanack afirma:

Na Idade Média, S. Nicolau foi provavelmente a figura mais citada nas orações cristãs, com excepção da Virgem Maria e do próprio Cristo.

S. Nicolau é rodeado por uma aura tanto mítica quanto misteriosa. Entre as lendas mais populares, há uma segundo a qual teria salvo três meninas pobres da prostituição. Essas meninas não tinham qualquer dote para casar-se: São Nicolau salvou as meninas duma vida de vergonha, dando-lhes presentes de ouro para que elas pudessem casar-se.

S. Nicolau, ícone russo do séc. XIX

Outro milagre atribuído a São Nicolau diz respeito a três meninos sadicamente mortos por um estalajadeiro mau, o qual teria rasgado em pedaços e armazenados em barris de salmoura os corpos, com a intenção de servi-los como comida para os inocentes clientes. S. Nicolau reconstituiu os corpos mutilados e ressuscitou os três rapazes.

Além disso, assim como o Pai Natal, São Nicolau trazia geralmente presentes caros para as crianças pobres, donde a sua veneração no papel do santo padroeiro das crianças. Durante a Idade Média, centenas de jogos e pinturas repetiam as obras do Santo.

Em meados do século 17, na Holanda, nasceu oficialmente a lenda de Sinter Klaas. As crianças holandesas começaram a tradição de pendurar meias na lareira, na noite de 5 de Dezembro, para celebrar a memória do bispo São Nicolau. Na manhã seguinte, as crianças encontravam presentes e guloseimas nas meias, deixados durante a noite por Sinter Klaas, tal como o actual Pai Natal que desce pela chaminé.

Em holandês, São Nicolau traduz-se Sint Nikolass, depois reduzida em Sinter Klaas: a versão anglicizada é Santa Claus.

Agora um passo atrás. No ano 1626, até o Novo Mundo chamado América.
Em busca do "Sonho Americano", os colonos holandeses partiram da Holanda e desembarcaram nas Américas, onde construíram a primeira colónia, baptizada New Amsterdam (a actual New York), e importar os seus costumes, incluindo o amado Sinter Klaas.

Em Dezembro de 1809, o escritor americano Washington Irving publicou uma sátira popular acerca da fundação de New York, intitulada A Knickerbocker History of New York. E mais do que qualquer outro elemento, parece ter sido a obra de Irving a criar a moderna figura de Pai Natal.

A causa? Os seguintes passos, que inauguraram oficialmente a entrada da Santa Claus na cultura de massa:

E o sábio Oloffe teve um sonho em que o bom São Nicolau veio num carro, por cima das copas das árvores, o mesmo carro no qual carrega as suas prendas anuais para as crianças. [...]

São Nicolau fumava um cachimbo, colocou um dedo ao lado do seu nariz, então voltou novamente ao seu carro e desapareceu sobre as copas das árvores. [...]

Naqueles primeiros dias, foi instituída uma piedosa cerimónia, ainda religiosamente observada em cada antiga família na nossa cultura, para pendurar uma meia na lareira, na noite de São Nicolau, de modo que de manhã possa encontrar-se milagrosamente preenchida com os presentes trazidos pelo bom São Nicolau, especialmente para as crianças.


O primeiro Pai Natal, de Thomas Nast
Agora um salto até 1822, quando um professor de teologia em New York, de nome Clement Clarke Moore, inspirado no retrato de São Nicolau descrito no popular livro de Irving, escreveu como presente de Natal para os seus filhos um poema intitulado: A Visit from St. Nicholas (Uma visita de São Nicolau).

O Dr. Moore não tinha intenção de publicar a obra, mas em 1823 um dos seus amigos decidiu apresentá-la de forma anónima ao jornal Troy Sentinel. O poema de Moore foi publicado e tornou-se tão popular ao ponto de atravessar todos os Estados Unidos, mais tarde conhecido com o título de The Night Before Christmas.

Os últimos retoques para a personagem de Papai Natal foram dados em 1863, pelo cartoonista Thomas Nast, que desenhou muitas versões do Santa Claus na revista Harper's Weekly.

Foi assim que ao mundo inteiro foi apresentada oficialmente a figura de Pai Natal.
O primeiro modelo de Nast era uma espécie de anão robusto, coberto por uma espessa pele cinzenta: bem diferente das versões alegres e coloridas que as décadas (e a Coca Cola) redesenharam mais tarde.

Incongruências

Esta relatada até aqui é a versão geralmente aceite da origem de Pai Natal; mas não é de todo a versão apoiada pelos historiadores. Para explicar as razões, vamos ler novamente a história, desta vez com uma lupa.

Existiu?

A primeira estranheza digna de nota na saga de Pai Natal é devida a dúvidas sobre a existência do bispo São Nicolau. Na realidade, temos bem poucas provas de que ele realmente existiu.
Encyclopedia Britannica:

A existência de St. Nicolau não é atestada por qualquer documento histórico, então não são conhecidos detalhes sobre a sua figura, a não ser que, talvez, fosse o bispo de Myra, no século IV d.C. [...]

Microsoft Encyclopedia Encharta:

São Nicolau (4º séc.), prelado cristão, padroeiro da Rússia, tradicionalmente associado às celebrações de Natal. Os episódios da sua vida estão confusos e historicamente não confirmados.

G. e P. Del Re, The Christmas Almanack, p 130:

Infelizmente, pouco se sabe sobre o real São Nicolau. Inúmeras lendas têm sido desenvolvidas em torno deste Santo muito popular, mas os registos históricos são escassos.

Em 1969, o Vaticano "desligou-se" oficialmente da lenda de São Nicolau . Apesar de estar entre os Santos mais populares e reverenciados do catolicismo romano, o Papa Paulo VI decretou a remoção da festa de São Nicolau do calendário católico romano, juntamente com as de 40 outros Santos, por causa da ausência de provas quanto à sua existência.

Microsoft Encyclopedia Encharta:

Dada a falta de documentação disponível sobre a vida do Santo, o Papa Paulo VI ordenou que a festa de São Nicolau fosse anulada do calendário oficial católico romano em 1969.

Pai Natal, 1875
Holandeses?


A segunda "estranheza" histórica no mito oficial de Papai Natal encontra-se nos escritos de Irving, o autor que apontou os holandeses como os primeiros que importaram na América a lenda de Sinter Klaas. Na verdade, esta é uma informação historicamente falsa.

Em 1954, o eminente historiador de São Nicolau, Charles W. Jones, publicou no New York Society Historical Quarterly uma refutação conclusiva da versão de Irving.

Demonstrou que os primeiros colonos holandeses de New Amsterdam pertenciam à Reforma Holandesa, a qual considera como herético o culto de todos os Santos, mas especialmente o de São Nicolau.

Jones produziu documentos em primeira mão que pertenciam aos primeiros colonos holandeses, documentos que lista as leis que proibiam expressamente qualquer festa de São Nicolau. Jones acrescentou que "não há elementos que alimente a ideia de que as leis fossem ignoradas".
Sempre Jones:

E - para ser mais preciso - Santa Claus não é um nome mutuado do idioma holandês. A expressão foi cunhada muito antes na Suíça e no sul da Alemanha.

São Nicolau e Santa Claus

Mais: muitos elementos levam a acreditar de que não haja nenhuma real conexão entre São Nicolau e Pai Natal. Algo que qualquer bom mitólogo sério poderá confirmar.
A seguir, algumas fontes, entre as muitas disponíveis.

P. Siefker em Santa Claus, Last of the Wild Men: The Origins and Evolution of Saint Nicholas:

Anos de pesquisa confirmaram a validade da dúvida inicial: Pai Natal é uma americanização, tudo bem, mas não um santo católico ( ... ) Apesar de um século de repetição, esta história é simplesmente falsa.

Santa Claus, T. Nast, 1881

F. Weiser em Handbook of Christian Feasts and Customs:

O dilema foi resolvido transferindo para Natal a tradicional 'visita' do 5 de Dezembro que os
holandeses recebiam da figura de Sinter Klaas, e introduzindo uma mudança radical na figura dele. Não foi uma coisa pequena, o antigo santo foi completamente substituído por um novo personagem. Santa Claus não tem nada a ver com o santo cristão do qual ainda leva o nome.

G. e P. Del Re, The Christmas Almanack:

Apesar de, no século 17, os holandeses terem importado o personagem de Sinter Klaas para o Novo Mundo, Santa Claus não nasceu antes do século 19 e foi uma criação toda americana e não holandesa.

Outro obstáculo na comparação entre São Nicolau a Santa Claus é a data da comemoração: São Nicolau era (e ainda é!) comemorado no dia 6 de Dezembro (alegada data da sua morte), não no 25 de Dezembro.

E até no mundo cristão não há unanimidade acerca de São Nicolau.

Na Grécia, São Nicolau é substituído por São Basílio Magno (Vasilis), bispo de Cesareia no IV século d.C., que traz presentes no dia de Ano Novo. E em algumas zonas da Flandres, na Bélgica, é comemorada a figura de St. Martin de Tours (Sint-Maarten).

E ainda antes da era cristã na Europa havia um Pai Natal.
Mas disso vamos falar na segunda parte.


Ipse dixit.

Bibliografia:
C.W. Jones, Knickerbocker: Santa Claus, The New York Historical Society Quarterly, Outubro 1954:
Vol. 28, n. 4, pág. 357, pág. 366
Del Re, Gerard e Patricia: The Christmas Almanack, Random House, 2004, pág. 131, pág. 141
W. Irving, A Knickerbocker History of New York, F. Ungar Publishing, 1928, pág. 68
Encyclopedia Britannica
P. Siefker, Santa Claus, Last of the Wild Men: The Origins and Evolution of Saint Nicholas, McFarland & Company, Inc., 1997, pág. 57
F. Weiser, Handbook of Christian Feasts and Customs, Brace & World, Inc., 1952, pág. 114

Fonte: Informação Incorrecta

A principal causa do câncer é por intermédio da comida que comemos. Algum tempo atrás, nós consumíamos uma dieta de alimentos principalmente alcalinos mas isso mudou e a taxa de câncer também. A maioria dos médicos não lhe informa sobre os alimentos corretos para comer para ficar livre do câncer e o que comer para fazer com que o corpo o elimine naturalmente.

Os alimentos que comemos hoje em dia contêm elementos ácidos e alcalinizantes. A dieta com maiores quantidades de alimentos formadores de ácidos pode contribuir para o câncer e é a dieta comum aqui na cultura ocidental. A dieta do americano [assim como do brasileiro] é atualmente mais ácida. Se você está lutando contra o câncer é preciso equilibrar o nível de pH do corpo, pois o câncer prospera em um ambiente ácido ao passo que um ambiente alcalino irá ajudar a remover o câncer.

Nós vemos mais pessoas com câncer hoje do que nunca e é por causa da dieta típica ocidental ser muito rica em alimentos produtores de ácidos, tais como os produtos de origem animal, os quais incluem produtos lácteos.

Os alimentos como frutas e vegetais recém-produzidos eram muito melhores para nós, portanto a melhor solução é fazer algumas mudanças na dieta. A proporção de ácido e alcalino é medida na escala de pH que varia de 0 à 14, com 7 sendo neutro. A extremidade mais baixa da escala que vai de 0 a 7 é ácida e qualquer coisa entre 7 a 14 é alcalino.

A maneira mais fácil de descobrir quais alimentos são alcalinos ou ácidos é pesquisando quais são os alimentos mais alcalinos ou ácidos do que outros, além também de testar o seu nível alcalino frequentemente. Embora um diagnóstico de câncer possa ter outros fatores contribuindo, os alimentos que comemos é uma das principais causas.

Muitos anos atrás, antes de termos supermercados, comíamos uma dieta mais saudável, mas agora por causa dos alimentos processados ​​e a popularidade de lojas de fast food nossas dietas mudaram. Uma dieta de alimentos de um spectro ácido está causando muitos problemas de saúde e o câncer é agora apenas um deles. Por exemplo, muitos dos nossos alimentos são refinados e a maioria dos nossos pães e outros alimentos assados ​​são feitos de farinha branca refinada.

Alguns outros exemplos de alimentos formadores de ácidos; macarrão, queijo, sorvete e manteiga, compotas e geleias, bebidas alcoólicas e refrigerantes. Todos os alimentos ácidos não são necessariamente ruins, é apenas a nossa dieta que está fora de equilíbrio, e se você está lidando com qualquer problema grave de saúde é essencial olhar atentamente para o que você está comendo.

Alguns dos alimentos alcalinos são: frutas frescas e quase todos os legumes recém-produzidos. Também consuma nozes, sementes, grãos e legumes, pois são todos alimentos alcalinos. É importante lembrar que as alterações feitas em uma dieta mais alcalina trás muitos benefícios para a saúde, incluindo a eliminação natural do câncer .

Embora o câncer tenha alguns outros fatores contribuidores, a causa mais influente é o que nós comemos, porque a nossa saúde está diretamente relacionada com as nossas escolhas alimentares. A nossa dieta mudou ao longo dos últimos 40 a 70 anos e a maioria do que comemos agora está disponível em supermercados e os supermercados têm uma enorme influência sobre o que comprar agora.

Muito do que está disponível em supermercados é processado e por causa disso, este alimento é de baixo valor nutritivo e que é sem dúvida a razão pela qual há tanto câncer agora. Faz muito sentido se você está lidando com o câncer que a primeira e mais importante mudança que você faça é com sua dieta e que você a selecione a partir de uma gama de alimentos mais alcalinos. Também certifique-se que ele é fresco e se possível que seja orgânico.

Fonte: Noticias Naturais

Como o Câncer é Causado Principalmente Pela Ingestão de Comida Ácida

A principal causa do câncer é por intermédio da comida que comemos. Algum tempo atrás, nós consumíamos uma dieta de alimentos principalmente alcalinos mas isso mudou e a taxa de câncer também. A maioria dos médicos não lhe informa sobre os alimentos corretos para comer para ficar livre do câncer e o que comer para fazer com que o corpo o elimine naturalmente.

Os alimentos que comemos hoje em dia contêm elementos ácidos e alcalinizantes. A dieta com maiores quantidades de alimentos formadores de ácidos pode contribuir para o câncer e é a dieta comum aqui na cultura ocidental. A dieta do americano [assim como do brasileiro] é atualmente mais ácida. Se você está lutando contra o câncer é preciso equilibrar o nível de pH do corpo, pois o câncer prospera em um ambiente ácido ao passo que um ambiente alcalino irá ajudar a remover o câncer.

Nós vemos mais pessoas com câncer hoje do que nunca e é por causa da dieta típica ocidental ser muito rica em alimentos produtores de ácidos, tais como os produtos de origem animal, os quais incluem produtos lácteos.

Os alimentos como frutas e vegetais recém-produzidos eram muito melhores para nós, portanto a melhor solução é fazer algumas mudanças na dieta. A proporção de ácido e alcalino é medida na escala de pH que varia de 0 à 14, com 7 sendo neutro. A extremidade mais baixa da escala que vai de 0 a 7 é ácida e qualquer coisa entre 7 a 14 é alcalino.

A maneira mais fácil de descobrir quais alimentos são alcalinos ou ácidos é pesquisando quais são os alimentos mais alcalinos ou ácidos do que outros, além também de testar o seu nível alcalino frequentemente. Embora um diagnóstico de câncer possa ter outros fatores contribuindo, os alimentos que comemos é uma das principais causas.

Muitos anos atrás, antes de termos supermercados, comíamos uma dieta mais saudável, mas agora por causa dos alimentos processados ​​e a popularidade de lojas de fast food nossas dietas mudaram. Uma dieta de alimentos de um spectro ácido está causando muitos problemas de saúde e o câncer é agora apenas um deles. Por exemplo, muitos dos nossos alimentos são refinados e a maioria dos nossos pães e outros alimentos assados ​​são feitos de farinha branca refinada.

Alguns outros exemplos de alimentos formadores de ácidos; macarrão, queijo, sorvete e manteiga, compotas e geleias, bebidas alcoólicas e refrigerantes. Todos os alimentos ácidos não são necessariamente ruins, é apenas a nossa dieta que está fora de equilíbrio, e se você está lidando com qualquer problema grave de saúde é essencial olhar atentamente para o que você está comendo.

Alguns dos alimentos alcalinos são: frutas frescas e quase todos os legumes recém-produzidos. Também consuma nozes, sementes, grãos e legumes, pois são todos alimentos alcalinos. É importante lembrar que as alterações feitas em uma dieta mais alcalina trás muitos benefícios para a saúde, incluindo a eliminação natural do câncer .

Embora o câncer tenha alguns outros fatores contribuidores, a causa mais influente é o que nós comemos, porque a nossa saúde está diretamente relacionada com as nossas escolhas alimentares. A nossa dieta mudou ao longo dos últimos 40 a 70 anos e a maioria do que comemos agora está disponível em supermercados e os supermercados têm uma enorme influência sobre o que comprar agora.

Muito do que está disponível em supermercados é processado e por causa disso, este alimento é de baixo valor nutritivo e que é sem dúvida a razão pela qual há tanto câncer agora. Faz muito sentido se você está lidando com o câncer que a primeira e mais importante mudança que você faça é com sua dieta e que você a selecione a partir de uma gama de alimentos mais alcalinos. Também certifique-se que ele é fresco e se possível que seja orgânico.

Fonte: Noticias Naturais

O que antes era apenas uma possibilidade, a cada dia que passa tem ganhado consistência e se aproximando mais da verdade do que a verdade pré-estabelecida sobre oc chemtrails. A ideia de que estamos sendo vítima de uma mega operação global clandestina de pulverização atmosférica tem se mostrado cada vez mais inconsistente, sendo real somente na mente fértil daqueles que caíram no grande conto criado na internet nos últimos três anos. Mas se os rastros permanentes que estão sendo vistos e chamados de chemtrails não são oriundos de aviões clandestinos pulverizadores, o que estaria provocando essas trilhas permanentes no mundo todo?

Uma das possibilidades é esta: a de que a geoengenharia (dispersão de químicos) aconteça num momento anterior ao da passagem dos aviões comerciais. A verdadeira dispersão dos químicos acontece sem nem se quer nós a percebemos. Nós só a percebemos quando os aviões comercias (e demais) transitam pela área contaminada com o agente químico previamente pulverizado (que no caso é transparente). ao transitar pela área contaminada os aviões a jato comuns geram trilhas de condensação anômalas (persistentes), que estão sendo erroneamente chamadas de Trilhas Químicas (chemtrails). Essa é a primeira proposta... já uma segunda e mais radical é a de que nem existem aviões borrifando químicos previamente à passagem dos comercias. O que existe é uma anomalia natural acontecendo no planeta e que tem gerado este fenômeno de trilhas persistentes que estamos vendo no mundo. Ninguém fala nada e tudo se mantem em sigilo pois não querem que saibamos o que está de fato acontecendo no planeta (em sua atmosfera). Podemos estar lidando com problemas naturais, como a fuga do metano na sibéria, efeitos do Sol (radiação), problemas com o campo magnético e assim por diante.

Desta forma, fica mais plausível dizer:

1) Chemtrails não existem, na verdade são contrails persistentes geradas pela passagem de aviões ordinários por regiões, onde aí sim, pode ter havido algum processo prévio de pulverização de químicos.

2) Se existe química deliberadamente pulverizada por humanos, ela já está na atmosfera antes da passagem dos comercias (e demais aviões a jato, todos estão sujeitos).

3) de fato não há química deliberada, o que há é uma anomalia natural sendo mantida em sigilo.

Um dos colaboradores da nossa equipe nos enviou um vídeo muito interessante sobre um estudo que ele está fazendo em relação ao que temos chamado de "nuvens bomba". Nuvens que surgem de forma instantânea no céu (como bombas). Tal estudo está sendo feito no intento de dar suporte à teoria de que "se existe química deliberadamente pulverizada por humanos, ela já está na atmosfera antes da passagem dos comercias (e demais aviões a jato, todos estão sujeitos)."



Fontes: Semeando , Chemtrail Brasil

As Nuvens bomba, Indícios da verdadeira geoengenharia

O que antes era apenas uma possibilidade, a cada dia que passa tem ganhado consistência e se aproximando mais da verdade do que a verdade pré-estabelecida sobre oc chemtrails. A ideia de que estamos sendo vítima de uma mega operação global clandestina de pulverização atmosférica tem se mostrado cada vez mais inconsistente, sendo real somente na mente fértil daqueles que caíram no grande conto criado na internet nos últimos três anos. Mas se os rastros permanentes que estão sendo vistos e chamados de chemtrails não são oriundos de aviões clandestinos pulverizadores, o que estaria provocando essas trilhas permanentes no mundo todo?

Uma das possibilidades é esta: a de que a geoengenharia (dispersão de químicos) aconteça num momento anterior ao da passagem dos aviões comerciais. A verdadeira dispersão dos químicos acontece sem nem se quer nós a percebemos. Nós só a percebemos quando os aviões comercias (e demais) transitam pela área contaminada com o agente químico previamente pulverizado (que no caso é transparente). ao transitar pela área contaminada os aviões a jato comuns geram trilhas de condensação anômalas (persistentes), que estão sendo erroneamente chamadas de Trilhas Químicas (chemtrails). Essa é a primeira proposta... já uma segunda e mais radical é a de que nem existem aviões borrifando químicos previamente à passagem dos comercias. O que existe é uma anomalia natural acontecendo no planeta e que tem gerado este fenômeno de trilhas persistentes que estamos vendo no mundo. Ninguém fala nada e tudo se mantem em sigilo pois não querem que saibamos o que está de fato acontecendo no planeta (em sua atmosfera). Podemos estar lidando com problemas naturais, como a fuga do metano na sibéria, efeitos do Sol (radiação), problemas com o campo magnético e assim por diante.

Desta forma, fica mais plausível dizer:

1) Chemtrails não existem, na verdade são contrails persistentes geradas pela passagem de aviões ordinários por regiões, onde aí sim, pode ter havido algum processo prévio de pulverização de químicos.

2) Se existe química deliberadamente pulverizada por humanos, ela já está na atmosfera antes da passagem dos comercias (e demais aviões a jato, todos estão sujeitos).

3) de fato não há química deliberada, o que há é uma anomalia natural sendo mantida em sigilo.

Um dos colaboradores da nossa equipe nos enviou um vídeo muito interessante sobre um estudo que ele está fazendo em relação ao que temos chamado de "nuvens bomba". Nuvens que surgem de forma instantânea no céu (como bombas). Tal estudo está sendo feito no intento de dar suporte à teoria de que "se existe química deliberadamente pulverizada por humanos, ela já está na atmosfera antes da passagem dos comercias (e demais aviões a jato, todos estão sujeitos)."



Fontes: Semeando , Chemtrail Brasil

Published at: 9:55, October 28, 2014 By Luis R. Miranda
Imagem: www.businessinsider.com
Embora alguns mosquitos podem transmitir alguns vírus, nem todos os vírus que circulam no sangue podem ser transmitidos pela picada do mosquito.

Aqueles víruses que podem ser transmitidos são um tipo específico de vírus chamados de arbovírus. Entre eles estão a febre amarela e o dengue.

Mas outros, como a AIDS ou hepatite C, que também circulam no sangue, mas não são arbovírus, não podem ser transmitidos por picadas de mosquito.

Que garantias temos de que o vírus Ebola não pode agir como um arbovírus?

“Para que um vírus seja transmitido por mosquitos, ele precisa se adaptar ao corpo do mosquito e ser capaz de se multiplicar em suas glândulas salivares. Não há nada que sugira que o vírus Ebola pode fazer isso“, explica Albert Bosch, um microbiologista da Universidade de Barcelona e presidente da Sociedade Espanhola de Virologia.

Além disso, na atual epidemia de Ebola, o contágio ocorre pelo contato direto com pessoas doentes.

Nos casos em que os pacientes com Ebola são isoladas, eles não podem infectar outras pessoas.

Como medidas de isolamento aplicadas na África não incluem o uso de mosquiteiros, isso confirma que o vírus Ebola é um arbovírus.

Há boas razões para evitar os mosquitos, mas o medo de contrair o Ebola não é um deles; pelo menos por agora.

A certeza de que o vírus Ebola não pode adquirir a capacidade de se reproduzir e viver nas glândulas salivares do mosquito poderia mudar se novos testes demonstram o contrário. Por enquanto, ninguém está cuidadosamente estudando se Ebola pode ser capaz de se adaptar a uma glândula salivar salivar para se reproduzir e sobreviver.

A partir de agora, os cientistas [grifo nosso] têm assegurado as pessoas que Ebola só pode ser transmitido através do contato direto, isto é, quando o sangue ou fluidos, como a saliva, muco, vômito, fezes, suor, lágrimas, leite materno, ou a urina de uma pessoa infectada, ter contato com os olhos, o nariz ou entrar na boca de uma pessoa ou uma ferida ou abrasão aberta.

Uma maneira em que Ebola não é transmitido é quando o suor de uma pessoa toca a pele de outra pessoa, a não ser como assinalei antes, que exista uma ferida aberta. Suor, saliva, leite materno ou qualquer outro fluido não pode transmitir Ebola apenas tocando uma pele saudável.

Como relatado anteriormente, é possível que um paciente infectado espalhe Ebola ao tossir ou espirrar, razão pela qual os profissionais de saúde usam equipamentos de proteção.

Os fluidos corporais tais como a saliva ou mucosa de uma pessoa infectada seriam melhores transmissores contanto que eles entram em de uma pessoa saudável pelos olhos, nariz, boca ou uma ferida.

De acordo com a sub-Secretária de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, Dr. Nicole Lurie, Ebola pode ser capaz de sobreviver no que ela chamou “superfícies inertes”, o que confirma que os fluidos do corpo, tais como suor, podem ser potenciais vetores de transmissão.

Em um estudo recente cujos detalhes foram publicados no Mail Online, o Laboratório de Defesa e Ciência e Tecnologia do Reino Unido descobriu que a cepa circulante de Ebola no Zaire pode sobreviver por até 50 dias, mas apenas sob certas condições.

De acordo com o relatório do Mail Online, o estudo de 2010 descobriu que um “filovirus” pode sobreviver em líquidos, em substratos sólidos e em aerossol dinâmico. No entanto, os resultados do estudo são verdadeiras para apenas dois tipos de filoviruses nas situações descritas acima. Os vírus testados foram o Marburgvirus Lago Victoria (Marv) e Zaire ebolavirus (Zebov).
Cada um foi colocado em amostras de tecidos da cobaia e testados quanto à sua capacidade de sobreviver em diferentes líquidos e sobre diferentes superfícies a diferentes temperaturas, durante um período de 50 dias. Quando armazenado a (39 ° F), no dia 26, três vírus das amostras foram extraídas com sucesso; Zebov ainda foi encontrado na amostra de vidro, e o Marv foi encontrado em vidro e plástico. Por volta do dia 50, a única amostra a partir do qual o vírus possa ser recuperada foi a Zebov na superficie de vidro.
Os cientistas têm agora um parâmetro para medir a capacidade destas duas linhagens ‘para permanecer vivas nessas condições muito específicas e se eles podem evoluir para se tornar mais resistentes a condições externa

Fonte: Real Agenda

Podem os mosquitos transmitir Ebola?

Published at: 9:55, October 28, 2014 By Luis R. Miranda
Imagem: www.businessinsider.com
Embora alguns mosquitos podem transmitir alguns vírus, nem todos os vírus que circulam no sangue podem ser transmitidos pela picada do mosquito.

Aqueles víruses que podem ser transmitidos são um tipo específico de vírus chamados de arbovírus. Entre eles estão a febre amarela e o dengue.

Mas outros, como a AIDS ou hepatite C, que também circulam no sangue, mas não são arbovírus, não podem ser transmitidos por picadas de mosquito.

Que garantias temos de que o vírus Ebola não pode agir como um arbovírus?

“Para que um vírus seja transmitido por mosquitos, ele precisa se adaptar ao corpo do mosquito e ser capaz de se multiplicar em suas glândulas salivares. Não há nada que sugira que o vírus Ebola pode fazer isso“, explica Albert Bosch, um microbiologista da Universidade de Barcelona e presidente da Sociedade Espanhola de Virologia.

Além disso, na atual epidemia de Ebola, o contágio ocorre pelo contato direto com pessoas doentes.

Nos casos em que os pacientes com Ebola são isoladas, eles não podem infectar outras pessoas.

Como medidas de isolamento aplicadas na África não incluem o uso de mosquiteiros, isso confirma que o vírus Ebola é um arbovírus.

Há boas razões para evitar os mosquitos, mas o medo de contrair o Ebola não é um deles; pelo menos por agora.

A certeza de que o vírus Ebola não pode adquirir a capacidade de se reproduzir e viver nas glândulas salivares do mosquito poderia mudar se novos testes demonstram o contrário. Por enquanto, ninguém está cuidadosamente estudando se Ebola pode ser capaz de se adaptar a uma glândula salivar salivar para se reproduzir e sobreviver.

A partir de agora, os cientistas [grifo nosso] têm assegurado as pessoas que Ebola só pode ser transmitido através do contato direto, isto é, quando o sangue ou fluidos, como a saliva, muco, vômito, fezes, suor, lágrimas, leite materno, ou a urina de uma pessoa infectada, ter contato com os olhos, o nariz ou entrar na boca de uma pessoa ou uma ferida ou abrasão aberta.

Uma maneira em que Ebola não é transmitido é quando o suor de uma pessoa toca a pele de outra pessoa, a não ser como assinalei antes, que exista uma ferida aberta. Suor, saliva, leite materno ou qualquer outro fluido não pode transmitir Ebola apenas tocando uma pele saudável.

Como relatado anteriormente, é possível que um paciente infectado espalhe Ebola ao tossir ou espirrar, razão pela qual os profissionais de saúde usam equipamentos de proteção.

Os fluidos corporais tais como a saliva ou mucosa de uma pessoa infectada seriam melhores transmissores contanto que eles entram em de uma pessoa saudável pelos olhos, nariz, boca ou uma ferida.

De acordo com a sub-Secretária de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, Dr. Nicole Lurie, Ebola pode ser capaz de sobreviver no que ela chamou “superfícies inertes”, o que confirma que os fluidos do corpo, tais como suor, podem ser potenciais vetores de transmissão.

Em um estudo recente cujos detalhes foram publicados no Mail Online, o Laboratório de Defesa e Ciência e Tecnologia do Reino Unido descobriu que a cepa circulante de Ebola no Zaire pode sobreviver por até 50 dias, mas apenas sob certas condições.

De acordo com o relatório do Mail Online, o estudo de 2010 descobriu que um “filovirus” pode sobreviver em líquidos, em substratos sólidos e em aerossol dinâmico. No entanto, os resultados do estudo são verdadeiras para apenas dois tipos de filoviruses nas situações descritas acima. Os vírus testados foram o Marburgvirus Lago Victoria (Marv) e Zaire ebolavirus (Zebov).
Cada um foi colocado em amostras de tecidos da cobaia e testados quanto à sua capacidade de sobreviver em diferentes líquidos e sobre diferentes superfícies a diferentes temperaturas, durante um período de 50 dias. Quando armazenado a (39 ° F), no dia 26, três vírus das amostras foram extraídas com sucesso; Zebov ainda foi encontrado na amostra de vidro, e o Marv foi encontrado em vidro e plástico. Por volta do dia 50, a única amostra a partir do qual o vírus possa ser recuperada foi a Zebov na superficie de vidro.
Os cientistas têm agora um parâmetro para medir a capacidade destas duas linhagens ‘para permanecer vivas nessas condições muito específicas e se eles podem evoluir para se tornar mais resistentes a condições externa

Fonte: Real Agenda

Ultimamente tenho procurado por meios de como tonar uma propriedade urbana minimamente produtiva. Sabemos que morar na selva de pedra não é fácil e muitas casas não tem sequer um quadradinho de terra para plantar. Pensando nisso, recorri a outras alternativas e cheguei à hidroponia.

Já fiz outro projeto de produção de alimento em zona urbana, que é a horta suspensa. No entanto sabemos que ainda assim ela não era ideal para produção em larga escala e hora ou outra tínhamos que lutar contra pragas e outros incômodos que acabavam por diminuir a eficiência da plantação.

Pensando em como aumentar a produtividade sem exigir que o cuidador tivesse maior trabalho, comecei a pesquisar sobre as hortas hidropônicas.

Após muito ler, percebi que era algo que valia a pena a tentativa! Prefiro que vocês vejam o vídeo para acompanhar o relato inteiro:

Total gasto no projeto: R$220,00



Demorei cerca de um mês pois fiz questão de aguardar a horta dar resultados para mostrar que o sistema está operante e funcional, afinal não seria legal mostrar as plantas em crescimento e deixar o produto final sem aparecer em vídeo.

Digo-lhes que até onde vi, é uma delícia manejar esse cultivo. Praticamente não há trabalho e você raramente tem de mexer no sistema, o que acaba também com as desculpas de que você “não tem tempo” para cultivar alguma coisa em sua casa.

Chega de enrolação, vamos ao vídeo:



Enfim, como conclusão rápida diria que é um projeto que vale a pena ser feito não somente para começar a produzir alimentos de forma independente, mas também pelo prazer de cultivar alguma coisa e depois vê-la alimentando sua família. Tomara que este vídeo ajude você a sanar suas dúvidas sobre o sistema e o incentive a fazer uma horta hidropônica também.

Até.

Fontes: Sobrevivencialismo(1) , Sobrevivencialismo(2)

Sobrevivencialismo:Projeto Horta hidropônica vertical em PVC

Ultimamente tenho procurado por meios de como tonar uma propriedade urbana minimamente produtiva. Sabemos que morar na selva de pedra não é fácil e muitas casas não tem sequer um quadradinho de terra para plantar. Pensando nisso, recorri a outras alternativas e cheguei à hidroponia.

Já fiz outro projeto de produção de alimento em zona urbana, que é a horta suspensa. No entanto sabemos que ainda assim ela não era ideal para produção em larga escala e hora ou outra tínhamos que lutar contra pragas e outros incômodos que acabavam por diminuir a eficiência da plantação.

Pensando em como aumentar a produtividade sem exigir que o cuidador tivesse maior trabalho, comecei a pesquisar sobre as hortas hidropônicas.

Após muito ler, percebi que era algo que valia a pena a tentativa! Prefiro que vocês vejam o vídeo para acompanhar o relato inteiro:

Total gasto no projeto: R$220,00



Demorei cerca de um mês pois fiz questão de aguardar a horta dar resultados para mostrar que o sistema está operante e funcional, afinal não seria legal mostrar as plantas em crescimento e deixar o produto final sem aparecer em vídeo.

Digo-lhes que até onde vi, é uma delícia manejar esse cultivo. Praticamente não há trabalho e você raramente tem de mexer no sistema, o que acaba também com as desculpas de que você “não tem tempo” para cultivar alguma coisa em sua casa.

Chega de enrolação, vamos ao vídeo:



Enfim, como conclusão rápida diria que é um projeto que vale a pena ser feito não somente para começar a produzir alimentos de forma independente, mas também pelo prazer de cultivar alguma coisa e depois vê-la alimentando sua família. Tomara que este vídeo ajude você a sanar suas dúvidas sobre o sistema e o incentive a fazer uma horta hidropônica também.

Até.

Fontes: Sobrevivencialismo(1) , Sobrevivencialismo(2)

Não há nada melhor do que economizar recursos e ainda reciclar ao mesmo tempo. Pensando nisso, hoje lhes ensino a fazer sabão caseiro.

Existem muitas variações da receita na internet, então escolhi a mais simples e que exige menos esforço/recursos para ser feita.

Quando comecei a filmar fiquei me perguntando se seria um conteúdo válido para postar para vocês, mas a verdade é que todo conhecimento tem seu valor e acredito que este é mais um passo dentro da sustentabilidade. Diferente do que muitos pensam, o gosto por alternativas sustentáveis e caseiras vêm de receitas simples como essas, não de grandes investimentos.

Enfim, segue o vídeo:



Para aqueles que estão buscando somente a receita e os passos, não vou obrigá-los a me ver falando mais do que devo em vídeo (rs). Segue abaixo o resumo!

Ingredientes
  • 4 Litros de óleo
  • 1 Kg de Soda Cáustica
  • 2 Litros de água
  • 1/2 Copo de Sabão em Pó
Lembro que você pode dividir a receita pela metade se não quiser fazer tanto sabão assim! Caso queira, também pode inserir na lista entre 100 e 200ml de essência do cheiro que preferir.

Equipamentos
  • Balde (de preferência com medidas marcadas);
  • Jarro de 2 Litros (com medidas marcadas);
  • Pano que possa ser descartado;
  • Panela para 2 Litros;
  • Forma ou Bandeja (de preferência de plástico);
  • Algo que sirva para mexer a mistura (cabo de vassoura, batedeira e afins).
Passos
  1. Coloque o pano sobre o balde e derrame o óleo para filtrá-lo. Assim as partículas grandes que estão no óleo ficarão presas no tecido;
  2. Aqueça os dois litros de água na panela (apenas aqueça, não ferva);
  3. Divida a água em duas medidas, um Jarro com 1,5Litros e 500ml ainda na panela;
  4. Coloque o meio copo de sabão em pó na panela com 500ml de água e mexa somente para dissolver;
  5. Com muito cuidado (preferencialmente com luvas) coloque a soda Cáustica no Jarro de 1,5L de água. Faça-o em local arejado pois a fumaça produzida é tóxica;
  6. Despeje as duas soluções anteriores dentro do balde com óleo vagarosamente (se tiver a essência, coloque-a neste momento);
  7. Mexa a mistura até adquirir aspecto cremoso. Este processo levará mais de 40 minutos se feito à mão, eu utilizo uma batedeira que reduz o tempo para 10 minutos;
  8. Despeje o conteúdo na forma e a coloque para secar em local seco e protegido da chuva;
  9. Verifique conforme a solução vai endurecendo e realize os cortes na bandeja antes desta ficar completamente dura, caso contrário ao cortar o sabão se quebrará;
  10. Desenforme todas as unidades e as coloque para secar. Em cerca de uma semana o sabão estará seco e pronto para uso!
Caso algum dos passos não tenha ficado claro, peço que vejam o vídeo para melhor compreenderem. Espero que tenham gostado dessa receita e que possam economizar em casa. Os sabões que eu faço se mostram ótimos para lavar louça e roupas brancas!

E você, tem alguma variação da receita que possa facilitar a produção?

Até.

Referência: Manual do Mundo

Fonte:Sobrevivencialismo

Sobrevivencialismo: Como fazer sabão caseiro

Não há nada melhor do que economizar recursos e ainda reciclar ao mesmo tempo. Pensando nisso, hoje lhes ensino a fazer sabão caseiro.

Existem muitas variações da receita na internet, então escolhi a mais simples e que exige menos esforço/recursos para ser feita.

Quando comecei a filmar fiquei me perguntando se seria um conteúdo válido para postar para vocês, mas a verdade é que todo conhecimento tem seu valor e acredito que este é mais um passo dentro da sustentabilidade. Diferente do que muitos pensam, o gosto por alternativas sustentáveis e caseiras vêm de receitas simples como essas, não de grandes investimentos.

Enfim, segue o vídeo:



Para aqueles que estão buscando somente a receita e os passos, não vou obrigá-los a me ver falando mais do que devo em vídeo (rs). Segue abaixo o resumo!

Ingredientes
  • 4 Litros de óleo
  • 1 Kg de Soda Cáustica
  • 2 Litros de água
  • 1/2 Copo de Sabão em Pó
Lembro que você pode dividir a receita pela metade se não quiser fazer tanto sabão assim! Caso queira, também pode inserir na lista entre 100 e 200ml de essência do cheiro que preferir.

Equipamentos
  • Balde (de preferência com medidas marcadas);
  • Jarro de 2 Litros (com medidas marcadas);
  • Pano que possa ser descartado;
  • Panela para 2 Litros;
  • Forma ou Bandeja (de preferência de plástico);
  • Algo que sirva para mexer a mistura (cabo de vassoura, batedeira e afins).
Passos
  1. Coloque o pano sobre o balde e derrame o óleo para filtrá-lo. Assim as partículas grandes que estão no óleo ficarão presas no tecido;
  2. Aqueça os dois litros de água na panela (apenas aqueça, não ferva);
  3. Divida a água em duas medidas, um Jarro com 1,5Litros e 500ml ainda na panela;
  4. Coloque o meio copo de sabão em pó na panela com 500ml de água e mexa somente para dissolver;
  5. Com muito cuidado (preferencialmente com luvas) coloque a soda Cáustica no Jarro de 1,5L de água. Faça-o em local arejado pois a fumaça produzida é tóxica;
  6. Despeje as duas soluções anteriores dentro do balde com óleo vagarosamente (se tiver a essência, coloque-a neste momento);
  7. Mexa a mistura até adquirir aspecto cremoso. Este processo levará mais de 40 minutos se feito à mão, eu utilizo uma batedeira que reduz o tempo para 10 minutos;
  8. Despeje o conteúdo na forma e a coloque para secar em local seco e protegido da chuva;
  9. Verifique conforme a solução vai endurecendo e realize os cortes na bandeja antes desta ficar completamente dura, caso contrário ao cortar o sabão se quebrará;
  10. Desenforme todas as unidades e as coloque para secar. Em cerca de uma semana o sabão estará seco e pronto para uso!
Caso algum dos passos não tenha ficado claro, peço que vejam o vídeo para melhor compreenderem. Espero que tenham gostado dessa receita e que possam economizar em casa. Os sabões que eu faço se mostram ótimos para lavar louça e roupas brancas!

E você, tem alguma variação da receita que possa facilitar a produção?

Até.

Referência: Manual do Mundo

Fonte:Sobrevivencialismo

Todos nós sabemos que a maioria dos ataques são realizados remotamente. Os hackers exploram as vulnerabilidades dos máquinas alvo e, em caso de sucesso, podem obter informação privilegiada.

Este é o “processo básico” para se realizar um ataque e enganem-se aqueles que pensam que desligando o cabo de rede passam a estar protegidos.

De acordo com um estudo recente e até há vídeo demonstrativo, é possível roubar dados de um PC mesmo não estando este online.

O assunto deste artigo é bastante assustador do ponto de vista da segurança informática. De acordo com uma investigação levada a cabo pela Universidade Ben-Gurion, é possível roubar dados de um PC mesmo que este esteja desligado da rede.

Tal conclusão vem deitar por terra o conceito de segurança nas “Air-gap networks” que são usadas quando governos ou empresas isolam computadores que mantêm informação muito importante. Estes computadores não têm qualquer ligação à rede logo, “teoricamente”, remotamente ninguém conseguirá tirar dados do mesmo.

Mas, segundo a investigação, e recorrendo a uma “nova” técnica designada de Air Hopper, é possível obter informação de uma máquina que não esteja ligada à rede. A técnica Air Hopper funciona apenas num raio de 1 a 7 metros e com largura de banda efectiva entre os 13-60 Bps (Bytes por segundo).

Para isso, o PC a atacar terá de ter alojado um tipo especial de vírus (que pode ser passado através dos mais diversos suportes digitais) e depois, através de um simples smartphone e de uma app para o efeito, é possível capturar a informação do PC.

Os resultados do estudo estão publicados aqui. Os autores referem que esta técnica para obtenção de dados pode recorrer as frequências rádio ou até à obtenção de sinais que passem via cabo do monitor.



Colaboração das Informnações: Jlbraga

Fontes: Cyber Security Labs , Pplware Sapo

Hackers podem roubar dados de PC’s que nem estão online

Todos nós sabemos que a maioria dos ataques são realizados remotamente. Os hackers exploram as vulnerabilidades dos máquinas alvo e, em caso de sucesso, podem obter informação privilegiada.

Este é o “processo básico” para se realizar um ataque e enganem-se aqueles que pensam que desligando o cabo de rede passam a estar protegidos.

De acordo com um estudo recente e até há vídeo demonstrativo, é possível roubar dados de um PC mesmo não estando este online.

O assunto deste artigo é bastante assustador do ponto de vista da segurança informática. De acordo com uma investigação levada a cabo pela Universidade Ben-Gurion, é possível roubar dados de um PC mesmo que este esteja desligado da rede.

Tal conclusão vem deitar por terra o conceito de segurança nas “Air-gap networks” que são usadas quando governos ou empresas isolam computadores que mantêm informação muito importante. Estes computadores não têm qualquer ligação à rede logo, “teoricamente”, remotamente ninguém conseguirá tirar dados do mesmo.

Mas, segundo a investigação, e recorrendo a uma “nova” técnica designada de Air Hopper, é possível obter informação de uma máquina que não esteja ligada à rede. A técnica Air Hopper funciona apenas num raio de 1 a 7 metros e com largura de banda efectiva entre os 13-60 Bps (Bytes por segundo).

Para isso, o PC a atacar terá de ter alojado um tipo especial de vírus (que pode ser passado através dos mais diversos suportes digitais) e depois, através de um simples smartphone e de uma app para o efeito, é possível capturar a informação do PC.

Os resultados do estudo estão publicados aqui. Os autores referem que esta técnica para obtenção de dados pode recorrer as frequências rádio ou até à obtenção de sinais que passem via cabo do monitor.



Colaboração das Informnações: Jlbraga

Fontes: Cyber Security Labs , Pplware Sapo

Posted at: By Luis R. Miranda

Imagem: www.businessinsider.com
Embora alguns mosquitos podem transmitir alguns vírus, nem todos os vírus que circulam no sangue podem ser transmitidos pela picada do mosquito..

Aqueles víruses que podem ser transmitidos são um tipo específico de vírus chamados de arbovírus. Entre eles estão a febre amarela e o dengue.

Mas outros, como a AIDS ou hepatite C, que também circulam no sangue, mas não são arbovírus, não podem ser transmitidos por picadas de mosquito.

Que garantias temos de que o vírus Ebola não pode agir como um arbovírus?

“Para que um vírus seja transmitido por mosquitos, ele precisa se adaptar ao corpo do mosquito e ser capaz de se multiplicar em suas glândulas salivares. Não há nada que sugira que o vírus Ebola pode fazer isso“, explica Albert Bosch, um microbiologista da Universidade de Barcelona e presidente da Sociedade Espanhola de Virologia.

Além disso, na atual epidemia de Ebola, o contágio ocorre pelo contato direto com pessoas doentes.

Nos casos em que os pacientes com Ebola são isoladas, eles não podem infectar outras pessoas.

Como medidas de isolamento aplicadas na África não incluem o uso de mosquiteiros, isso confirma que o vírus Ebola é um arbovírus.

Há boas razões para evitar os mosquitos, mas o medo de contrair o Ebola não é um deles; pelo menos por agora.

A certeza de que o vírus Ebola não pode adquirir a capacidade de se reproduzir e viver nas glândulas salivares do mosquito poderia mudar se novos testes demonstram o contrário. Por enquanto, ninguém está cuidadosamente estudando se Ebola pode ser capaz de se adaptar a uma glândula salivar salivar para se reproduzir e sobreviver.

A partir de agora, os cientistas [grifo nosso] têm assegurado as pessoas que Ebola só pode ser transmitido através do contato direto, isto é, quando o sangue ou fluidos, como a saliva, muco, vômito, fezes, suor, lágrimas, leite materno, ou a urina de uma pessoa infectada, ter contato com os olhos, o nariz ou entrar na boca de uma pessoa ou uma ferida ou abrasão aberta.

Uma maneira em que Ebola não é transmitido é quando o suor de uma pessoa toca a pele de outra pessoa, a não ser como assinalei antes, que exista uma ferida aberta. Suor, saliva, leite materno ou qualquer outro fluido não pode transmitir Ebola apenas tocando uma pele saudável.

Como relatado anteriormente, é possível que um paciente infectado espalhe Ebola ao tossir ou espirrar, razão pela qual os profissionais de saúde usam equipamentos de proteção.

Os fluidos corporais tais como a saliva ou mucosa de uma pessoa infectada seriam melhores transmissores contanto que eles entram em de uma pessoa saudável pelos olhos, nariz, boca ou uma ferida.

De acordo com a sub-Secretária de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, Dr. Nicole Lurie, Ebola pode ser capaz de sobreviver no que ela chamou “superfícies inertes”, o que confirma que os fluidos do corpo, tais como suor, podem ser potenciais vetores de transmissão.

Em um estudo recente cujos detalhes foram publicados no Mail Online, o Laboratório de Defesa e Ciência e Tecnologia do Reino Unido descobriu que a cepa circulante de Ebola no Zaire pode sobreviver por até 50 dias, mas apenas sob certas condições.

De acordo com o relatório do Mail Online, o estudo de 2010 descobriu que um “filovirus” pode sobreviver em líquidos, em substratos sólidos e em aerossol dinâmico. No entanto, os resultados do estudo são verdadeiras para apenas dois tipos de filoviruses nas situações descritas acima. Os vírus testados foram o Marburgvirus Lago Victoria (Marv) e Zaire ebolavirus (Zebov).
Cada um foi colocado em amostras de tecidos da cobaia e testados quanto à sua capacidade de sobreviver em diferentes líquidos e sobre diferentes superfícies a diferentes temperaturas, durante um período de 50 dias. Quando armazenado a (39 ° F), no dia 26, três vírus das amostras foram extraídas com sucesso; Zebov ainda foi encontrado na amostra de vidro, e o Marv foi encontrado em vidro e plástico. Por volta do dia 50, a única amostra a partir do qual o vírus possa ser recuperada foi a Zebov na superficie de vidro.
Os cientistas têm agora um parâmetro para medir a capacidade destas duas linhagens ‘para permanecer vivas nessas condições muito específicas e se eles podem evoluir para se tornar mais resistentes a condições externas.

Fonte: Real Agenda

Podem os mosquitos transmitir Ebola?

Posted at: By Luis R. Miranda

Imagem: www.businessinsider.com
Embora alguns mosquitos podem transmitir alguns vírus, nem todos os vírus que circulam no sangue podem ser transmitidos pela picada do mosquito..

Aqueles víruses que podem ser transmitidos são um tipo específico de vírus chamados de arbovírus. Entre eles estão a febre amarela e o dengue.

Mas outros, como a AIDS ou hepatite C, que também circulam no sangue, mas não são arbovírus, não podem ser transmitidos por picadas de mosquito.

Que garantias temos de que o vírus Ebola não pode agir como um arbovírus?

“Para que um vírus seja transmitido por mosquitos, ele precisa se adaptar ao corpo do mosquito e ser capaz de se multiplicar em suas glândulas salivares. Não há nada que sugira que o vírus Ebola pode fazer isso“, explica Albert Bosch, um microbiologista da Universidade de Barcelona e presidente da Sociedade Espanhola de Virologia.

Além disso, na atual epidemia de Ebola, o contágio ocorre pelo contato direto com pessoas doentes.

Nos casos em que os pacientes com Ebola são isoladas, eles não podem infectar outras pessoas.

Como medidas de isolamento aplicadas na África não incluem o uso de mosquiteiros, isso confirma que o vírus Ebola é um arbovírus.

Há boas razões para evitar os mosquitos, mas o medo de contrair o Ebola não é um deles; pelo menos por agora.

A certeza de que o vírus Ebola não pode adquirir a capacidade de se reproduzir e viver nas glândulas salivares do mosquito poderia mudar se novos testes demonstram o contrário. Por enquanto, ninguém está cuidadosamente estudando se Ebola pode ser capaz de se adaptar a uma glândula salivar salivar para se reproduzir e sobreviver.

A partir de agora, os cientistas [grifo nosso] têm assegurado as pessoas que Ebola só pode ser transmitido através do contato direto, isto é, quando o sangue ou fluidos, como a saliva, muco, vômito, fezes, suor, lágrimas, leite materno, ou a urina de uma pessoa infectada, ter contato com os olhos, o nariz ou entrar na boca de uma pessoa ou uma ferida ou abrasão aberta.

Uma maneira em que Ebola não é transmitido é quando o suor de uma pessoa toca a pele de outra pessoa, a não ser como assinalei antes, que exista uma ferida aberta. Suor, saliva, leite materno ou qualquer outro fluido não pode transmitir Ebola apenas tocando uma pele saudável.

Como relatado anteriormente, é possível que um paciente infectado espalhe Ebola ao tossir ou espirrar, razão pela qual os profissionais de saúde usam equipamentos de proteção.

Os fluidos corporais tais como a saliva ou mucosa de uma pessoa infectada seriam melhores transmissores contanto que eles entram em de uma pessoa saudável pelos olhos, nariz, boca ou uma ferida.

De acordo com a sub-Secretária de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, Dr. Nicole Lurie, Ebola pode ser capaz de sobreviver no que ela chamou “superfícies inertes”, o que confirma que os fluidos do corpo, tais como suor, podem ser potenciais vetores de transmissão.

Em um estudo recente cujos detalhes foram publicados no Mail Online, o Laboratório de Defesa e Ciência e Tecnologia do Reino Unido descobriu que a cepa circulante de Ebola no Zaire pode sobreviver por até 50 dias, mas apenas sob certas condições.

De acordo com o relatório do Mail Online, o estudo de 2010 descobriu que um “filovirus” pode sobreviver em líquidos, em substratos sólidos e em aerossol dinâmico. No entanto, os resultados do estudo são verdadeiras para apenas dois tipos de filoviruses nas situações descritas acima. Os vírus testados foram o Marburgvirus Lago Victoria (Marv) e Zaire ebolavirus (Zebov).
Cada um foi colocado em amostras de tecidos da cobaia e testados quanto à sua capacidade de sobreviver em diferentes líquidos e sobre diferentes superfícies a diferentes temperaturas, durante um período de 50 dias. Quando armazenado a (39 ° F), no dia 26, três vírus das amostras foram extraídas com sucesso; Zebov ainda foi encontrado na amostra de vidro, e o Marv foi encontrado em vidro e plástico. Por volta do dia 50, a única amostra a partir do qual o vírus possa ser recuperada foi a Zebov na superficie de vidro.
Os cientistas têm agora um parâmetro para medir a capacidade destas duas linhagens ‘para permanecer vivas nessas condições muito específicas e se eles podem evoluir para se tornar mais resistentes a condições externas.

Fonte: Real Agenda

por Julio Lobo

Depois de tanto conhecimento teórico explicado em posts anteriores sobre armazenamento, está na hora de começarmos a colocar a mão na massa! Preparamos então um tutorial de como armazenar grãos dos mais diversos tipos em um objeto simples e encontrado em QUALQUER lugar… a garrafa PET.
O ideal é armazenar alimentos em jarros de vidro, mas convenhamos, ninguém tem acesso fácil a grandes recipientes e ainda temos o inconveniente de serem extremamente frágeis. Então para começar… Porque armazenar comida em garrafas PET?

Este item muitas vezes jogado fora por milhares de famílias todos os dias é um ótimo recipiente para armazenar comida e líquidos por um tempo muito grande, visto que pode ser hermeticamente fechado e tem uma resistência incrível a impactos. Seu custo é irrisório e não ocupa muito espaço quando falamos em armazenagem.

Uma das grandes preocupações em torno desta prática é a possível liberação da toxina Bisfenol A nos alimentos armazenados dentro da garrafa. Esta toxina quando ingerida em grande quantidade de forma constante pode causar problemas nas mais diversas áreas do corpo, porém existem alguns fatores que nos deixam menos preocupados quanto a esta situação:
  • A ANVISA proibiu limites excessivos dessa toxina em todos plásticos que armazenam líquidos e comida desde 2011;
  • O Bisfenol A é liberado no alimento após longo tempo de armazenamento (em locais quentes) e mesmo assim não possui quantidade o suficiente para causar danos ao corpo;
Bom, visto que estamos seguros quanto a essa dúvida, podemos então prosseguir com a idéia. Segue o vídeo:

Neste tutorial ensinamos como armazenar grãos de maneira confiável e barata, utilizando materiais acessíveis à todos.

Este processo de armazenamento pode aumentar a validade dos grãos consideravelmente, fazendo-os durar até por cinco anos.



Caso não seja possível visualizar o vídeo, segue o conteúdo em texto abaixo (com adições e subtrações de conteúdo):

Você pode armazenar qualquer tipo de grão com o processo abaixo e, apesar de parecer trabalhoso, vale a pena fazer seu estoque desta forma fácil e barata. Veja os passos abaixo:

---

Primeiro passo: Higienização

Para iniciar devemos higienizar a garrafa PET. O processo é bastante simples, basta lavar o recipiente com detergente e depois enxaguá-lo com álcool para eliminar qualquer resíduo ou bactéria presente. Depois disso, deixe a garrafa secar no sol.

Tire todo o sabão restante após a lavagem

Antes de prosseguir, certifique-se que a garrafa está completamente seca, pois qualquer umidade presente em seu interior pode estragar os grãos armazenados ali.

Segundo passo: Inserção do alho e grãos

Agora, vamos utilizar dentes de alho para absorver a umidade e agir como bactericida para qualquer tipo de organismo que tente crescer dentro da garrafa. O ideal é utilizar um dente de alho a cada quatro dedos de grãos.

Para facilitar o processo de colocar os grãos na garrafa, faça um funil com a boca de outra garrafa, desta forma:
Corte a parte superior de uma garrafa PET e use como funil

Quando você terminar de encher a garrafa, vamos à próxima etapa.

Terceiro passo: Compactação de grãos

Por mais que a garrafa já pareça cheia, ainda cabem muitos grãos a mais. Pressione os feijões na boca da garrafa e bata ela sobre uma superfície dura, o impacto fará os grãos se ajeitarem melhor fazendo com que o espaço de armazenamento seja otimizado.
Bata com força para que os grãos se acomodem e liberem mais espaço

Você terá de repetir esse processo várias vezes, até não haver mais possibilidade de inserir novos grãos.  

Quatro passo: Armazenando à vácuo

Nesta etapa você precisará de papel alumínio, algodão, álcool e fósforos. Com todos materiais prontos, você deve rasgar um pequeno pedaço de papel alumínio e formar uma espécie de “cama” nele e após molhar o algodão em álcool, insira-o dentro do papel alumínio.

Coloque o algodão molhado com álcool na "cama"
Posicione o alumínio com álcool sobre os grãos da boca da garrafa e com cuidado incendeie o algodão. O alumínio protegerá o plástico do fogo por tempo suficiente até você fechar a garrafa com a tampa.
Cuidado para não queimar os dedos nesta etapa
Ao fechar a garrafa o fogo continuará acesso até consumir todo o oxigênio da embalagem, finalizando esta etapa.

Quinto passo: Vedando à parafina

Apesar de já ter finalizado o armazenamento, sabemos que somente a tampa não é capaz de manter o vácuo por muito tempo. Para garantir que seus grãos durem vamos vedar a fresta entre a tampa e a garrafa utilizando parafina. Para isso, acenda uma vela e vá pingando a parafina derretida no pequeno vão da tampa:
Tente fechar o vão inteiro
Isso ajudará a manter seus grãos devidamente isolados das intempéries externas.

Sexto passo: Finalizando com fita adesiva

Para completar, vede a tampa da garrafa com fita adesiva, tentando cobrir a região superior da garrafa e a tampa por completo:
Gasta fita adesiva, porém vale a pena!
Seu armazenamento está pronto! Trabalhoso, porém simples. Agora vamos à identificação.

Sétimo passo: Identificando com etiquetas


Para você possuir um controle das datas em que armazenou os grãos e até quando vão as validades, insira duas etiquetas na garrafa, uma contendo o prazo de validade original do produto (que está na embalagem) e outra com a data de armazenamento:
Escreva à mão mesmo, só certifique-se de deixar a letra legível!
Pronto! Agora cubra as etiquetas com fita adesiva para protegê-las da sujeira ou água. Armazene as garrafas em um local escuro e de preferência sem umidade excessiva.

---

Seguindo os passos acima você já garantiu 2kg de grãos armazenados por um longo período. O ideal é ter um mês de alimentos em casa e, fazendo mais algumas garrafas destas você atingirá esta meta rapidamente.

Após chegar à quantia que você considera adequada para sua preparação utilize o sistema rotativo em seu estoque, consumindo a garrafa mais velha e inserindo uma nova no local. Isto fará com que você utilize os grãos antes que a validade original expire e ainda assim manterá seu estoque devidamente abastecido!

Algumas correções após postagem:

- Para grãos como o feijão, é interessante escolher os grãos, afim de tirar aqueles que possam estar podres;

- Se caso o local de armazenamento do saco de feijão for propício à umidade, antes de armazenar os grãos deixe-os por duas horas sob sol ou 15 minutos no forno;

- É interessante adicionar também Grãos de pimenta do reino pois elas evitam o surgimento de carunchos.

Fonte:Sobrevivencialismo

Sobrevivencialismo:Tutorial de Armazenando grãos em garrafas PET

por Julio Lobo

Depois de tanto conhecimento teórico explicado em posts anteriores sobre armazenamento, está na hora de começarmos a colocar a mão na massa! Preparamos então um tutorial de como armazenar grãos dos mais diversos tipos em um objeto simples e encontrado em QUALQUER lugar… a garrafa PET.
O ideal é armazenar alimentos em jarros de vidro, mas convenhamos, ninguém tem acesso fácil a grandes recipientes e ainda temos o inconveniente de serem extremamente frágeis. Então para começar… Porque armazenar comida em garrafas PET?

Este item muitas vezes jogado fora por milhares de famílias todos os dias é um ótimo recipiente para armazenar comida e líquidos por um tempo muito grande, visto que pode ser hermeticamente fechado e tem uma resistência incrível a impactos. Seu custo é irrisório e não ocupa muito espaço quando falamos em armazenagem.

Uma das grandes preocupações em torno desta prática é a possível liberação da toxina Bisfenol A nos alimentos armazenados dentro da garrafa. Esta toxina quando ingerida em grande quantidade de forma constante pode causar problemas nas mais diversas áreas do corpo, porém existem alguns fatores que nos deixam menos preocupados quanto a esta situação:
  • A ANVISA proibiu limites excessivos dessa toxina em todos plásticos que armazenam líquidos e comida desde 2011;
  • O Bisfenol A é liberado no alimento após longo tempo de armazenamento (em locais quentes) e mesmo assim não possui quantidade o suficiente para causar danos ao corpo;
Bom, visto que estamos seguros quanto a essa dúvida, podemos então prosseguir com a idéia. Segue o vídeo:

Neste tutorial ensinamos como armazenar grãos de maneira confiável e barata, utilizando materiais acessíveis à todos.

Este processo de armazenamento pode aumentar a validade dos grãos consideravelmente, fazendo-os durar até por cinco anos.



Caso não seja possível visualizar o vídeo, segue o conteúdo em texto abaixo (com adições e subtrações de conteúdo):

Você pode armazenar qualquer tipo de grão com o processo abaixo e, apesar de parecer trabalhoso, vale a pena fazer seu estoque desta forma fácil e barata. Veja os passos abaixo:

---

Primeiro passo: Higienização

Para iniciar devemos higienizar a garrafa PET. O processo é bastante simples, basta lavar o recipiente com detergente e depois enxaguá-lo com álcool para eliminar qualquer resíduo ou bactéria presente. Depois disso, deixe a garrafa secar no sol.

Tire todo o sabão restante após a lavagem

Antes de prosseguir, certifique-se que a garrafa está completamente seca, pois qualquer umidade presente em seu interior pode estragar os grãos armazenados ali.

Segundo passo: Inserção do alho e grãos

Agora, vamos utilizar dentes de alho para absorver a umidade e agir como bactericida para qualquer tipo de organismo que tente crescer dentro da garrafa. O ideal é utilizar um dente de alho a cada quatro dedos de grãos.

Para facilitar o processo de colocar os grãos na garrafa, faça um funil com a boca de outra garrafa, desta forma:
Corte a parte superior de uma garrafa PET e use como funil

Quando você terminar de encher a garrafa, vamos à próxima etapa.

Terceiro passo: Compactação de grãos

Por mais que a garrafa já pareça cheia, ainda cabem muitos grãos a mais. Pressione os feijões na boca da garrafa e bata ela sobre uma superfície dura, o impacto fará os grãos se ajeitarem melhor fazendo com que o espaço de armazenamento seja otimizado.
Bata com força para que os grãos se acomodem e liberem mais espaço

Você terá de repetir esse processo várias vezes, até não haver mais possibilidade de inserir novos grãos.  

Quatro passo: Armazenando à vácuo

Nesta etapa você precisará de papel alumínio, algodão, álcool e fósforos. Com todos materiais prontos, você deve rasgar um pequeno pedaço de papel alumínio e formar uma espécie de “cama” nele e após molhar o algodão em álcool, insira-o dentro do papel alumínio.

Coloque o algodão molhado com álcool na "cama"
Posicione o alumínio com álcool sobre os grãos da boca da garrafa e com cuidado incendeie o algodão. O alumínio protegerá o plástico do fogo por tempo suficiente até você fechar a garrafa com a tampa.
Cuidado para não queimar os dedos nesta etapa
Ao fechar a garrafa o fogo continuará acesso até consumir todo o oxigênio da embalagem, finalizando esta etapa.

Quinto passo: Vedando à parafina

Apesar de já ter finalizado o armazenamento, sabemos que somente a tampa não é capaz de manter o vácuo por muito tempo. Para garantir que seus grãos durem vamos vedar a fresta entre a tampa e a garrafa utilizando parafina. Para isso, acenda uma vela e vá pingando a parafina derretida no pequeno vão da tampa:
Tente fechar o vão inteiro
Isso ajudará a manter seus grãos devidamente isolados das intempéries externas.

Sexto passo: Finalizando com fita adesiva

Para completar, vede a tampa da garrafa com fita adesiva, tentando cobrir a região superior da garrafa e a tampa por completo:
Gasta fita adesiva, porém vale a pena!
Seu armazenamento está pronto! Trabalhoso, porém simples. Agora vamos à identificação.

Sétimo passo: Identificando com etiquetas


Para você possuir um controle das datas em que armazenou os grãos e até quando vão as validades, insira duas etiquetas na garrafa, uma contendo o prazo de validade original do produto (que está na embalagem) e outra com a data de armazenamento:
Escreva à mão mesmo, só certifique-se de deixar a letra legível!
Pronto! Agora cubra as etiquetas com fita adesiva para protegê-las da sujeira ou água. Armazene as garrafas em um local escuro e de preferência sem umidade excessiva.

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Seguindo os passos acima você já garantiu 2kg de grãos armazenados por um longo período. O ideal é ter um mês de alimentos em casa e, fazendo mais algumas garrafas destas você atingirá esta meta rapidamente.

Após chegar à quantia que você considera adequada para sua preparação utilize o sistema rotativo em seu estoque, consumindo a garrafa mais velha e inserindo uma nova no local. Isto fará com que você utilize os grãos antes que a validade original expire e ainda assim manterá seu estoque devidamente abastecido!

Algumas correções após postagem:

- Para grãos como o feijão, é interessante escolher os grãos, afim de tirar aqueles que possam estar podres;

- Se caso o local de armazenamento do saco de feijão for propício à umidade, antes de armazenar os grãos deixe-os por duas horas sob sol ou 15 minutos no forno;

- É interessante adicionar também Grãos de pimenta do reino pois elas evitam o surgimento de carunchos.

Fonte:Sobrevivencialismo

"O açúcar é 8 vezes mais viciante que a cocaína".

A partir dos anos 70, ficamos rodeados de comidas industrializadas cheias de açúcar, amidos e gordura. Elas estão em todos os lugares, desde a fórmula que é dada para bebês, até no molho de salada. As crianças são os principais alvos da indústria alimentícia através da publicidade, para se tornarem desde cedo, viciadas.

O resultado é que, nos EUA, 2/3 da população está obesa ou acima do peso. Saiba dos truques das corporações na arte de enganar o consumidor e das soluções para se livrar de uma obesidade epidêmica.



Fontes: Doc Verdade , Filmes Online Gratis

Documentário: To cheio! / Fed Up (2014)

"O açúcar é 8 vezes mais viciante que a cocaína".

A partir dos anos 70, ficamos rodeados de comidas industrializadas cheias de açúcar, amidos e gordura. Elas estão em todos os lugares, desde a fórmula que é dada para bebês, até no molho de salada. As crianças são os principais alvos da indústria alimentícia através da publicidade, para se tornarem desde cedo, viciadas.

O resultado é que, nos EUA, 2/3 da população está obesa ou acima do peso. Saiba dos truques das corporações na arte de enganar o consumidor e das soluções para se livrar de uma obesidade epidêmica.



Fontes: Doc Verdade , Filmes Online Gratis

Criar e plantar estão entre as muitas atividades do sobrevivencialismo e da autosuficiencia doméstica, bem mais do que ser sustentável, é uma ferramenta de sobrevivência urbana, e esta é uma bela solução para hortas urbanas, ocupando pouco espaço.

Uma parede ou muro se transforma facilmente em um mecanismo produtor de alimentos ou em uma farmácia de ervas medicinais.

Com 20 cm de gaveta você pode plantar em uma varanda vários tipos de folhas e temperos, com a enorme vantagem da economia de agua, já que ocorre um gotejamento por gravidade, diminuindo ainda mais o trabalho de cuidar de sua estrutura.

Com 25 cm e cano de 6 polegadas se consegue um bom recurso para cenouras, rabanetes, beterrabas e até mini abóboras, vajem e feijão !

Bora lá plantar ?

Horta suspensa no cano de PVC


Mais um video falando de nossas experiências rumo a sustentabilidade doméstica.Somenente teoria não basta, pois, nada supera a prática do fazer

Horta suspensa em garrafas Pet


Fonte: Guia do Sobrevivente - Youtube

Sobrevivencialismo:horta suspensa no cano de PVC e garrafa PET

Criar e plantar estão entre as muitas atividades do sobrevivencialismo e da autosuficiencia doméstica, bem mais do que ser sustentável, é uma ferramenta de sobrevivência urbana, e esta é uma bela solução para hortas urbanas, ocupando pouco espaço.

Uma parede ou muro se transforma facilmente em um mecanismo produtor de alimentos ou em uma farmácia de ervas medicinais.

Com 20 cm de gaveta você pode plantar em uma varanda vários tipos de folhas e temperos, com a enorme vantagem da economia de agua, já que ocorre um gotejamento por gravidade, diminuindo ainda mais o trabalho de cuidar de sua estrutura.

Com 25 cm e cano de 6 polegadas se consegue um bom recurso para cenouras, rabanetes, beterrabas e até mini abóboras, vajem e feijão !

Bora lá plantar ?

Horta suspensa no cano de PVC


Mais um video falando de nossas experiências rumo a sustentabilidade doméstica.Somenente teoria não basta, pois, nada supera a prática do fazer

Horta suspensa em garrafas Pet


Fonte: Guia do Sobrevivente - Youtube

Ao ler o termo "campo de concentração", o nosso cérebro logo vai pescar as imagens dos hebreus na
Alemanha nazi. É normal, é a reacção do cão de Pavlov.

O cão de Pavlov com a ilusão de ser autónomo consegue até lembrar-se dos gulags soviéticos. E se o cão de Palvov morar no Brasil, então lembrará de Ceará, dos doze campos dos anos '40, e pouco mais.

Mas depois disso há o nada: na prática, parece que os campos de concentração foram inventados e utilizados só pelos nazis e pelos russos. Será mesmo assim?
Alguém já ouviu falar dos campos de concentração dos Estados Unidos?

A moderna ideia de campo de concentração foi implementada pela primeira vez em 1986, em Cuba: foram os Espanhóis que desta forma "fechavam" pessoas incómodas. Três anos depois os Estados Unidos, para não ficar atrás, fizeram o mesmo nas Filipinas e em 1900 foi a vez dos Britânicos na África do Sul contra os Boers (tristemente famoso era o campo de Krugersdorp). Aqui, os presos viviam em tenda e a maior parte deles morriam de fome e de doenças.

Em 1918, como Comunismo de Lenine, os campos de concentração entram definitivamente na moda com o nome de gulag. Dissidentes, Bolcheviques, reaccionários, burgueses, contra-revolucionários ou simplesmente suspeitos eram transferidos para a Sibéria e raramente voltavam.

(a propósito: na União Soviética foram também mortos entre 1932 e 1933 cerca de 7 milhões de pessoas no Holodrom. Infelizmente eram camponeses, não hebreus, pelo que passaram quase despercebidos)

África do sul: Krugersdorp
Depois, claro, os campos de concentração na Polónia e na Alemanha nazistas.
Mas agora um salto até o outro lado do oceano: já ouviram falar dos campos de concentração dos Estados Unidos?

Durante a Segunda Guerra Mundial, nos campos de concentração americanos, foram internadas crianças, mulheres e homens, japoneses, alemães e italianos, pelo simples fato de ser tais.

Para os japoneses, tudo começou em 1941, quando foram internados 110 mil nipo-americanos que viviam ao longo da costa do Pacífico dos Estados Unidos, facto justificado como retaliação ao ataque de Pearl Harbor. Na verdade, aquelas pessoas eram cidadãos normais, sem cadastros: simplesmente, eram de origens japonesa.

O Presidente Roosevelt autorizou o internamento com a Ordem Executiva 9066 de 19 de Fevereiro de 1942, que permitiu aos comandantes militares locais estabelecer no interior das zonas militares algumas "zonas de exclusão" onde as pessoas podiam ser totalmente ou parcialmente isoladas.

A política de internação durou até 1944 e envolveu na maioria (62%) cidadãos americanos de ascendência japonesa.

Os campos de concentração nos EUA durante a Segunda Guerra Mundial
Se os cidadãos de origem japonesas da costa oeste foram todos internados, nas Ilhas Hawai, onde os nipo-americanos eram 150 mil (um terço da população), só entre 1200 e 1800 foram internados.)

A política de internamento de cidadãos de origem alemã e italiana foi executado um pouco mais tarde, no dia 18 de Março de 1942, com a Ordem Executiva 9102. Também nestes casos, não havia crimes envolvidos: inteiras famílias eram presas só por via das origem.

A qualidade das condições de vida dependiam essencialmente da entidade que geria o campo.

Um campo nos Estados Unidos
Os campos da INS (o serviço de imigração) ofereciam um bom tratamento, com famílias que podiam viver juntas, infraestruturas e alimentação adequada.

Nos campos da WRA (War Relocation Authority) a situação era bem diferente: barracas cobertas de papel e alcatrão, infraestruturas básicas ou ausentes, espaços muito apertados. Aqui o orçamento para alimentação de cada preso era de 45 cêntimos por dia e a maioria dos internados, retirados da Califórnia, nem tinha roupa adequada para enfrentar o rigor do inverno (-18 Cº no caso dos campos no Wyoming).

Mas situação mais triste era aquela dos campos de concentração implementados nos Países europeus libertados. Aqui não havia grande deferências entre um campo nazi e um dos aliados.

O situação mais difícil era sem dúvida aquela dos alemães: cerca de um milhão de alemães morreram nos campos de concentração criados no território dos Estados Unidos e na Europa libertada.

O capitão francês Julien, do 3º Regimento de Fuzileiros argelino, em Julho de 1945 visitou o campo de Dietersheim, onde ficavam os pesos alemães, e notou como o campo parecia povoado por esqueletos vivos, tal como Buchenwald e Dachau. Alguns desses prisioneiros eram soldados, mas a maioria eram cidadãos comuns, incluindo -muitas crianças.

Isso porque o código de guerra aliado permitia que até crianças de 12 anos sofressem julgamentos e sentenças de prisão perpétua por parte dos tribunais militares.

Entrada dum gulag
As raparigas tinham o destino mais atroz: presas, eram torturadas, estupradas e por fim executadas.

Neste aspecto, considerável o trabalho do historiador canadense James Bacque que, ajudado pelo historiador militar Ernest Fisher Jr., fazendo uso de relatórios orais e fontes de arquivo, conseguiu tornar pública as suas descobertas no livro Other Losses, em 1989.

Mas dado que a história é escrita pelo vencedores, pouco ou nada se fala do assunto, apesar dos números envolvidos (de presos, de mortos...).

Para acabar, eis uma lista de Países que ao longo do tempo utilizaram os campos de concentração. A lista inclui apenas as instalações principais:
  • Alemanha: Namíbia (África 1904-1907), Alemanha, Áustria, Polónia (1940-1945)
  • Argentina: centros clandestinos de detenção (1976-1983)
  • Brasil: Ceará, Clevelândia (1915-1932), 2ª Guerra Mundial (até 1945)
  • Chile: Colonia Dignidad (1961-2000)
  • China: os lagolai, ainda em actividade
  • Coreia do Norte: em actividade
  • Cuba: Unidades Militares de Ayuda a la Producción (década do anos '60)
  • Espanha: Cuba (1896), Franquismo (1936-1947)
  • Estados Unidos: Filipinas (1899), EUA (1941-1945), Europa (até 1945), Guantanamo (Cuba, em actividade), Bagram (Afeganistão, em actividade)
  • França: Gurs e Drancy, até 1945
  • Italia: Sirte (África, 1930-1934)
  • Japão: nas Filipinas, Coreia, Taiwan, Hong Kong, Índias Orientais Holandesas, Tailândia, China (1941-1945)
  • Jugoslavia: ilha Goli Otok (período de Tito)
  • México: Isla María Magdalena (1918-1934), Perote (1942-1945)
  • Portugal: Tarrafal, em Cabo Verde (1936-1974)
  • Reino Unido: África do Sul (1900-1902)
  • União Soviética os gulags (1923-1961)
  • Venezuela: Guasina (décadas dos anos '50).

Ipse dixit.

Fontes: Huffington Post (versão italiana), No Censura, Wikipedia (várias páginas em inglês, português, alemão e espanhol, pois há diferenças nas listagens dos campos) , Informacao Incorrecta

Os outros campos de concentração

Ao ler o termo "campo de concentração", o nosso cérebro logo vai pescar as imagens dos hebreus na
Alemanha nazi. É normal, é a reacção do cão de Pavlov.

O cão de Pavlov com a ilusão de ser autónomo consegue até lembrar-se dos gulags soviéticos. E se o cão de Palvov morar no Brasil, então lembrará de Ceará, dos doze campos dos anos '40, e pouco mais.

Mas depois disso há o nada: na prática, parece que os campos de concentração foram inventados e utilizados só pelos nazis e pelos russos. Será mesmo assim?
Alguém já ouviu falar dos campos de concentração dos Estados Unidos?

A moderna ideia de campo de concentração foi implementada pela primeira vez em 1986, em Cuba: foram os Espanhóis que desta forma "fechavam" pessoas incómodas. Três anos depois os Estados Unidos, para não ficar atrás, fizeram o mesmo nas Filipinas e em 1900 foi a vez dos Britânicos na África do Sul contra os Boers (tristemente famoso era o campo de Krugersdorp). Aqui, os presos viviam em tenda e a maior parte deles morriam de fome e de doenças.

Em 1918, como Comunismo de Lenine, os campos de concentração entram definitivamente na moda com o nome de gulag. Dissidentes, Bolcheviques, reaccionários, burgueses, contra-revolucionários ou simplesmente suspeitos eram transferidos para a Sibéria e raramente voltavam.

(a propósito: na União Soviética foram também mortos entre 1932 e 1933 cerca de 7 milhões de pessoas no Holodrom. Infelizmente eram camponeses, não hebreus, pelo que passaram quase despercebidos)

África do sul: Krugersdorp
Depois, claro, os campos de concentração na Polónia e na Alemanha nazistas.
Mas agora um salto até o outro lado do oceano: já ouviram falar dos campos de concentração dos Estados Unidos?

Durante a Segunda Guerra Mundial, nos campos de concentração americanos, foram internadas crianças, mulheres e homens, japoneses, alemães e italianos, pelo simples fato de ser tais.

Para os japoneses, tudo começou em 1941, quando foram internados 110 mil nipo-americanos que viviam ao longo da costa do Pacífico dos Estados Unidos, facto justificado como retaliação ao ataque de Pearl Harbor. Na verdade, aquelas pessoas eram cidadãos normais, sem cadastros: simplesmente, eram de origens japonesa.

O Presidente Roosevelt autorizou o internamento com a Ordem Executiva 9066 de 19 de Fevereiro de 1942, que permitiu aos comandantes militares locais estabelecer no interior das zonas militares algumas "zonas de exclusão" onde as pessoas podiam ser totalmente ou parcialmente isoladas.

A política de internação durou até 1944 e envolveu na maioria (62%) cidadãos americanos de ascendência japonesa.

Os campos de concentração nos EUA durante a Segunda Guerra Mundial
Se os cidadãos de origem japonesas da costa oeste foram todos internados, nas Ilhas Hawai, onde os nipo-americanos eram 150 mil (um terço da população), só entre 1200 e 1800 foram internados.)

A política de internamento de cidadãos de origem alemã e italiana foi executado um pouco mais tarde, no dia 18 de Março de 1942, com a Ordem Executiva 9102. Também nestes casos, não havia crimes envolvidos: inteiras famílias eram presas só por via das origem.

A qualidade das condições de vida dependiam essencialmente da entidade que geria o campo.

Um campo nos Estados Unidos
Os campos da INS (o serviço de imigração) ofereciam um bom tratamento, com famílias que podiam viver juntas, infraestruturas e alimentação adequada.

Nos campos da WRA (War Relocation Authority) a situação era bem diferente: barracas cobertas de papel e alcatrão, infraestruturas básicas ou ausentes, espaços muito apertados. Aqui o orçamento para alimentação de cada preso era de 45 cêntimos por dia e a maioria dos internados, retirados da Califórnia, nem tinha roupa adequada para enfrentar o rigor do inverno (-18 Cº no caso dos campos no Wyoming).

Mas situação mais triste era aquela dos campos de concentração implementados nos Países europeus libertados. Aqui não havia grande deferências entre um campo nazi e um dos aliados.

O situação mais difícil era sem dúvida aquela dos alemães: cerca de um milhão de alemães morreram nos campos de concentração criados no território dos Estados Unidos e na Europa libertada.

O capitão francês Julien, do 3º Regimento de Fuzileiros argelino, em Julho de 1945 visitou o campo de Dietersheim, onde ficavam os pesos alemães, e notou como o campo parecia povoado por esqueletos vivos, tal como Buchenwald e Dachau. Alguns desses prisioneiros eram soldados, mas a maioria eram cidadãos comuns, incluindo -muitas crianças.

Isso porque o código de guerra aliado permitia que até crianças de 12 anos sofressem julgamentos e sentenças de prisão perpétua por parte dos tribunais militares.

Entrada dum gulag
As raparigas tinham o destino mais atroz: presas, eram torturadas, estupradas e por fim executadas.

Neste aspecto, considerável o trabalho do historiador canadense James Bacque que, ajudado pelo historiador militar Ernest Fisher Jr., fazendo uso de relatórios orais e fontes de arquivo, conseguiu tornar pública as suas descobertas no livro Other Losses, em 1989.

Mas dado que a história é escrita pelo vencedores, pouco ou nada se fala do assunto, apesar dos números envolvidos (de presos, de mortos...).

Para acabar, eis uma lista de Países que ao longo do tempo utilizaram os campos de concentração. A lista inclui apenas as instalações principais:
  • Alemanha: Namíbia (África 1904-1907), Alemanha, Áustria, Polónia (1940-1945)
  • Argentina: centros clandestinos de detenção (1976-1983)
  • Brasil: Ceará, Clevelândia (1915-1932), 2ª Guerra Mundial (até 1945)
  • Chile: Colonia Dignidad (1961-2000)
  • China: os lagolai, ainda em actividade
  • Coreia do Norte: em actividade
  • Cuba: Unidades Militares de Ayuda a la Producción (década do anos '60)
  • Espanha: Cuba (1896), Franquismo (1936-1947)
  • Estados Unidos: Filipinas (1899), EUA (1941-1945), Europa (até 1945), Guantanamo (Cuba, em actividade), Bagram (Afeganistão, em actividade)
  • França: Gurs e Drancy, até 1945
  • Italia: Sirte (África, 1930-1934)
  • Japão: nas Filipinas, Coreia, Taiwan, Hong Kong, Índias Orientais Holandesas, Tailândia, China (1941-1945)
  • Jugoslavia: ilha Goli Otok (período de Tito)
  • México: Isla María Magdalena (1918-1934), Perote (1942-1945)
  • Portugal: Tarrafal, em Cabo Verde (1936-1974)
  • Reino Unido: África do Sul (1900-1902)
  • União Soviética os gulags (1923-1961)
  • Venezuela: Guasina (décadas dos anos '50).

Ipse dixit.

Fontes: Huffington Post (versão italiana), No Censura, Wikipedia (várias páginas em inglês, português, alemão e espanhol, pois há diferenças nas listagens dos campos) , Informacao Incorrecta


Por: Felipe Souza da Folha De S.Paulo

Falta de água, racionamento e calor são temas que preocupam o governo paulista nos últimos meses, em meio à maior crise hídrica da história. Para um inventor de Valinhos, a 85 km de São Paulo, a solução para esses problemas veio, literalmente, do ar.

Engenheiro mecatrônico, Pedro Ricardo Paulino patenteou em 2010 a Wateair, máquina que faz água condensando a umidade do ar.

A água produzida -que passa por um sistema de purificação que elimina as bactérias- é tão limpa que seu uso inicial foi em máquinas de hemodiálise. Para ser consumida, ela precisa passar por um segundo filtro, que adiciona sais minerais à solução.

Tudo o que a Wateair precisa para funcionar é estar ligada na tomada. Quanto mais úmido estiver o ambiente, mais ela produz. Porém, se a umidade cair a menos de 10%, ela para de funcionar. Isso elimina o risco de deixar um ambiente fechado muito seco. No dia mais seco deste ano em São Paulo, o nível chegou a 19%.

Salgada A contadora Maria Helena Castro, 31, comprou uma máquina em maio para suprir a falta d'água no sítio dela em Itu (a 101 km de SP). Ela desembolsou R$ 120 mil na versão que produz até mil litros por dia. "Tinha problemas com falta de água desde fevereiro. Hoje, crio minhas galinhas, porcos, coelhos e irrigo minha plantação sem dor de cabeça", diz. Maria Helena conta que o preço compensa e que ainda não precisou fazer nenhuma troca de filtro ou manutenção. O inventor explica que, como os componentes da máquina são importados e a demanda ainda é pequena, os custos são elevados. "Tudo é encomendado e praticamente não existe nada feito em linha de produção", afirma. A menor máquina, que produz 30 litros por dia com a umidade relativa do ar a 80%, custa R$ 7.000. A maior, que chega a 5.000 litros por dia, é vendida por R$ 350 mil. Segundo o criador, o gasto de energia elétrica para fazer um litro de água é equivalente a R$ 0,17 em São Paulo. Portanto, encher uma caixa d'água de mil litros custa R$ 170. A Sabesp cobra em média R$ 7,25 (incluindo a tarifa de esgoto) para distribuir a mesma quantidade a uma família de quatro pessoas. Ainda assim, o inventor diz que a procura pela máquina aumentou exponencialmente nos últimos meses. "Os clientes antes eram escolas ou pessoas que precisavam de água potável em menor quantidade. Agora, vendemos a restaurantes, produtores de remédios e outros prejudicados pelo fornecimento de água e pela dificuldade da captação por poços", diz. Segundo o engenheiro, um aparelho de ar-condicionado comum faz algo semelhante, mas produz água com metais pesados e bactérias. Paulino começou o projeto nos anos 1990, numa multinacional. Em 2006, passou a desenvolver a máquina com o próprio dinheiro. Quatro anos depois, conseguiu atestar a qualidade da água produzida e patenteou a Wateair. Para o inventor, o aparelho pode ser uma das soluções para a crise. "Máquinas como essa em escala gigante e a dessalinização da água do mar são opções para o futuro de São Paulo." Como funciona 1 - Turbinas aspiram o ar para dentro da máquina 2 - As moléculas de água são condensadas e tornam-se líquidas 3 - Filtros e raios ultravioleta purificam a água 4 - Outro filtro adiciona sais minerais 5 - Pronta para ser consumida, a água é armazenada em um reservatório Fonte: Folha De S. Paulo

Engenheiro de São Paulo inventa máquina que 'fabrica' água


Por: Felipe Souza da Folha De S.Paulo

Falta de água, racionamento e calor são temas que preocupam o governo paulista nos últimos meses, em meio à maior crise hídrica da história. Para um inventor de Valinhos, a 85 km de São Paulo, a solução para esses problemas veio, literalmente, do ar.

Engenheiro mecatrônico, Pedro Ricardo Paulino patenteou em 2010 a Wateair, máquina que faz água condensando a umidade do ar.

A água produzida -que passa por um sistema de purificação que elimina as bactérias- é tão limpa que seu uso inicial foi em máquinas de hemodiálise. Para ser consumida, ela precisa passar por um segundo filtro, que adiciona sais minerais à solução.

Tudo o que a Wateair precisa para funcionar é estar ligada na tomada. Quanto mais úmido estiver o ambiente, mais ela produz. Porém, se a umidade cair a menos de 10%, ela para de funcionar. Isso elimina o risco de deixar um ambiente fechado muito seco. No dia mais seco deste ano em São Paulo, o nível chegou a 19%.

Salgada A contadora Maria Helena Castro, 31, comprou uma máquina em maio para suprir a falta d'água no sítio dela em Itu (a 101 km de SP). Ela desembolsou R$ 120 mil na versão que produz até mil litros por dia. "Tinha problemas com falta de água desde fevereiro. Hoje, crio minhas galinhas, porcos, coelhos e irrigo minha plantação sem dor de cabeça", diz. Maria Helena conta que o preço compensa e que ainda não precisou fazer nenhuma troca de filtro ou manutenção. O inventor explica que, como os componentes da máquina são importados e a demanda ainda é pequena, os custos são elevados. "Tudo é encomendado e praticamente não existe nada feito em linha de produção", afirma. A menor máquina, que produz 30 litros por dia com a umidade relativa do ar a 80%, custa R$ 7.000. A maior, que chega a 5.000 litros por dia, é vendida por R$ 350 mil. Segundo o criador, o gasto de energia elétrica para fazer um litro de água é equivalente a R$ 0,17 em São Paulo. Portanto, encher uma caixa d'água de mil litros custa R$ 170. A Sabesp cobra em média R$ 7,25 (incluindo a tarifa de esgoto) para distribuir a mesma quantidade a uma família de quatro pessoas. Ainda assim, o inventor diz que a procura pela máquina aumentou exponencialmente nos últimos meses. "Os clientes antes eram escolas ou pessoas que precisavam de água potável em menor quantidade. Agora, vendemos a restaurantes, produtores de remédios e outros prejudicados pelo fornecimento de água e pela dificuldade da captação por poços", diz. Segundo o engenheiro, um aparelho de ar-condicionado comum faz algo semelhante, mas produz água com metais pesados e bactérias. Paulino começou o projeto nos anos 1990, numa multinacional. Em 2006, passou a desenvolver a máquina com o próprio dinheiro. Quatro anos depois, conseguiu atestar a qualidade da água produzida e patenteou a Wateair. Para o inventor, o aparelho pode ser uma das soluções para a crise. "Máquinas como essa em escala gigante e a dessalinização da água do mar são opções para o futuro de São Paulo." Como funciona 1 - Turbinas aspiram o ar para dentro da máquina 2 - As moléculas de água são condensadas e tornam-se líquidas 3 - Filtros e raios ultravioleta purificam a água 4 - Outro filtro adiciona sais minerais 5 - Pronta para ser consumida, a água é armazenada em um reservatório Fonte: Folha De S. Paulo

Maquete do projeto. Fotos: João Paulo Engelbrecht.
Em encontro com lideranças judaicas, o prefeito Eduardo Paes informou que está montando o processo licitatório para a construção do “Memorial às Vítimas do Holocausto”, na Barra da Tijuca. A previsão é que as obras sejam iniciadas dentro de dois meses e o projeto entregue em abril de 2015, antes do “Yom Hashoá” (“Dia da Lembrança do Holocausto”). “Nunca podemos esquecer o Holocausto, foi um momento muito triste da história da humanidade. O Rio de Janeiro é um lugar em que o ódio não é alimentado, aceitamos o próximo e as diferenças. A liberdade de crença é uma das características da nossa cidade”, afirmou ele, destacando que o local escolhido é de grande visibilidade e deverá receber um significativo público, sobretudo nos “Jogos Olímpicos-Rio 2016”.

O autor do projeto, o deputado estadual Gerson Bergher, comemorou, emocionado, o resultado de um esforço de 14 anos: “Hoje iniciamos a concretização de um sonho! Desde 2000, quando o Instituto de Arquitetos do Brasil fez um concurso ganho pelo arquiteto André Orioli, não paramos sequer um minuto para que pudéssemos chegar a este momento”.

Já a vereadora Teresa Bergher, que durante todo este período também se empenhou dia a dia, destacou a importância da obra: “O Rio de Janeiro merece, estamos muito felizes! O Memorial é um culto à memória. O espaço será tão bonito que sempre que as pessoas passarem por ele vão lembrar da violência que acontece todos os dias no mundo e dizer: holocaustos nunca mais!”. A parlamentar fez questão de ressaltar que a viabilidade do Memorial contou com uma ajuda fundamental do deputado federal Pedro Paulo, que atuou árdua e eficientemente nos bastidores políticos.

O Memorial, cujo investimento será de R$ 4.450.000,00, contará com anfiteatro (80 lugares), galeria para exposição, sala de mídia digital e estacionamento. Terá, ainda, um símbolo de 22 metros de altura que estará em uma base circular com a inscrição “Não matarás”. A programação cultural oferecida aos visitantes será elaborada por uma curadoria a ser criada pela comunidade judaica.

Fontes: CONIB , Blog Web Judaica , Alef News

Rio de Janeiro terá Memorial às Vítimas do Holocausto, monumento deve ficar pronto em 2015

Maquete do projeto. Fotos: João Paulo Engelbrecht.
Em encontro com lideranças judaicas, o prefeito Eduardo Paes informou que está montando o processo licitatório para a construção do “Memorial às Vítimas do Holocausto”, na Barra da Tijuca. A previsão é que as obras sejam iniciadas dentro de dois meses e o projeto entregue em abril de 2015, antes do “Yom Hashoá” (“Dia da Lembrança do Holocausto”). “Nunca podemos esquecer o Holocausto, foi um momento muito triste da história da humanidade. O Rio de Janeiro é um lugar em que o ódio não é alimentado, aceitamos o próximo e as diferenças. A liberdade de crença é uma das características da nossa cidade”, afirmou ele, destacando que o local escolhido é de grande visibilidade e deverá receber um significativo público, sobretudo nos “Jogos Olímpicos-Rio 2016”.

O autor do projeto, o deputado estadual Gerson Bergher, comemorou, emocionado, o resultado de um esforço de 14 anos: “Hoje iniciamos a concretização de um sonho! Desde 2000, quando o Instituto de Arquitetos do Brasil fez um concurso ganho pelo arquiteto André Orioli, não paramos sequer um minuto para que pudéssemos chegar a este momento”.

Já a vereadora Teresa Bergher, que durante todo este período também se empenhou dia a dia, destacou a importância da obra: “O Rio de Janeiro merece, estamos muito felizes! O Memorial é um culto à memória. O espaço será tão bonito que sempre que as pessoas passarem por ele vão lembrar da violência que acontece todos os dias no mundo e dizer: holocaustos nunca mais!”. A parlamentar fez questão de ressaltar que a viabilidade do Memorial contou com uma ajuda fundamental do deputado federal Pedro Paulo, que atuou árdua e eficientemente nos bastidores políticos.

O Memorial, cujo investimento será de R$ 4.450.000,00, contará com anfiteatro (80 lugares), galeria para exposição, sala de mídia digital e estacionamento. Terá, ainda, um símbolo de 22 metros de altura que estará em uma base circular com a inscrição “Não matarás”. A programação cultural oferecida aos visitantes será elaborada por uma curadoria a ser criada pela comunidade judaica.

Fontes: CONIB , Blog Web Judaica , Alef News

Por Julio Lobo

 Com os casos de Ebola continuando a surgir em vários pontos do mundo é importante entender qual o real risco que sofremos em casos de doenças contagiosas. Hoje vamos discutir qual a velocidade que uma doença pode se espalhar e chegar aí, na sua casa.

Nós sabemos que gripes podem se espalhar como fogo selvagem principalmente em escritórios fechados e escolas, porém é virtualmente impossível termos dados de contágio que sejam fiéis a realidade. Isso acontece pois ninguém conseguirá lembrar com quantas pessoas entrou em contato direto ou indireto no dia.

Para obter uma estimativa geral, estudantes da Universidade de Stanford realizaram um experimento bastante interessante. Os pesquisadores selecionaram 788 estudantes voluntários para um projeto de pesquisa onde cada indivíduo carregou consigo um sensor de proximidade do tamanho de uma caixa de fósforo ao redor do pescoço durante o dia.
Sensor utilizado no experimento
O sensor registrou uma interação quando chegava próximo de outro sensor, ou seja, quando um aluno estava em contato próximo com o outro. Os sensores foram configurados para só registrarem quando chegassem a uma distância semelhante a necessária para realizar o contágio da gripe.

Resultado? No final de apenas um dia os pesquisadores coletaram os dados e encontraram um total de 762.868 interações registradas, isso em apenas 788 estudantes! Apesar de haverem algumas diferenças nas quantidades de interações entre cada indivíduo, os números eram muito próximos de maneira geral.

Fato é que, ao aumentarmos estes números em termos de escala global, os dados se tornam impressionantes e preocupantes. Além disso, com velocidade de transporte que temos hoje em dia a distância geográfica se torna irrelevante, visto que em menos de um dia um indivíduo contaminado pode cruzar continentes.

Se vocês quiserem conferir, o site do Financial Times disponibilizou uma simulação de como o contágio aconteceria por meio de viagens internacionais.

Basta clicar aqui para verificar o simulador.

Enfim, com todos estes dados é clara a necessidade dos países tomarem medidas rígidas para controlar o avanço de tais doenças, não é? Infelizmente não é o que acontece. Veja só:

Atualmente 8 países já tiveram casos confirmados de Ebola;
Mais de 200 profissionais da área da saúde já morreram durante a luta contra a pandemia;
Na Espanha um paciente em isolamento acabou por contaminar uma enfermeira que o atendia, mesmo esta usando todas as proteções adequadas, o que evidencia falha nos processos de segurança;
Nos EUA, dos 5.700 hospitais disponíveis em todo o país, somente quatro estão equipados para tratar pacientes com Ebola e nestes quatro só existem 19 leitos.

Preferi manter os dados somente de países mais avançados que o nosso para mostrar que se a realidade deles está ruim, a nossa provavelmente poderá ficar pior se não nos cuidarmos. Se um dos países mais ricos atualmente só pode tratar 19 pessoas contaminadas, quantas nós podemos?

Pois é. O maior ponto de preocupação é que pelo o Ebola é um vírus e, por isso, pode facilmente sofrer uma mutação (dado o contágio persistente entre humanos) e piorar o cenário radicalmente. Não gosto de ser alarmista, mas é fato de que estou severamente preocupado com o aumento dos relatos e principalmente das informações e boatos desencontrados que ouvimos por aí.

Se você quiser entender um pouco mais sobre o Ebola e como se proteger contra uma possível pandemia deste vírus recomendo que veja este vídeo que gravei mês passado. Apesar de ter alguns dados relativamente desatualizados, o contexto ainda é o mesmo. Segue:



Estejam atentos e não se deixem enganar. Procurem por mais de uma fonte quando ouvirem uma notícia preocupante e busquem criar planos de isolamento para você e sua família caso as coisas desandem de vez.

Até.

Fonte: Sobrevivencialismo

Sobrevivencialismo: pandemia, Com que velocidade uma doença pode se espalhar?

Por Julio Lobo

 Com os casos de Ebola continuando a surgir em vários pontos do mundo é importante entender qual o real risco que sofremos em casos de doenças contagiosas. Hoje vamos discutir qual a velocidade que uma doença pode se espalhar e chegar aí, na sua casa.

Nós sabemos que gripes podem se espalhar como fogo selvagem principalmente em escritórios fechados e escolas, porém é virtualmente impossível termos dados de contágio que sejam fiéis a realidade. Isso acontece pois ninguém conseguirá lembrar com quantas pessoas entrou em contato direto ou indireto no dia.

Para obter uma estimativa geral, estudantes da Universidade de Stanford realizaram um experimento bastante interessante. Os pesquisadores selecionaram 788 estudantes voluntários para um projeto de pesquisa onde cada indivíduo carregou consigo um sensor de proximidade do tamanho de uma caixa de fósforo ao redor do pescoço durante o dia.
Sensor utilizado no experimento
O sensor registrou uma interação quando chegava próximo de outro sensor, ou seja, quando um aluno estava em contato próximo com o outro. Os sensores foram configurados para só registrarem quando chegassem a uma distância semelhante a necessária para realizar o contágio da gripe.

Resultado? No final de apenas um dia os pesquisadores coletaram os dados e encontraram um total de 762.868 interações registradas, isso em apenas 788 estudantes! Apesar de haverem algumas diferenças nas quantidades de interações entre cada indivíduo, os números eram muito próximos de maneira geral.

Fato é que, ao aumentarmos estes números em termos de escala global, os dados se tornam impressionantes e preocupantes. Além disso, com velocidade de transporte que temos hoje em dia a distância geográfica se torna irrelevante, visto que em menos de um dia um indivíduo contaminado pode cruzar continentes.

Se vocês quiserem conferir, o site do Financial Times disponibilizou uma simulação de como o contágio aconteceria por meio de viagens internacionais.

Basta clicar aqui para verificar o simulador.

Enfim, com todos estes dados é clara a necessidade dos países tomarem medidas rígidas para controlar o avanço de tais doenças, não é? Infelizmente não é o que acontece. Veja só:

Atualmente 8 países já tiveram casos confirmados de Ebola;
Mais de 200 profissionais da área da saúde já morreram durante a luta contra a pandemia;
Na Espanha um paciente em isolamento acabou por contaminar uma enfermeira que o atendia, mesmo esta usando todas as proteções adequadas, o que evidencia falha nos processos de segurança;
Nos EUA, dos 5.700 hospitais disponíveis em todo o país, somente quatro estão equipados para tratar pacientes com Ebola e nestes quatro só existem 19 leitos.

Preferi manter os dados somente de países mais avançados que o nosso para mostrar que se a realidade deles está ruim, a nossa provavelmente poderá ficar pior se não nos cuidarmos. Se um dos países mais ricos atualmente só pode tratar 19 pessoas contaminadas, quantas nós podemos?

Pois é. O maior ponto de preocupação é que pelo o Ebola é um vírus e, por isso, pode facilmente sofrer uma mutação (dado o contágio persistente entre humanos) e piorar o cenário radicalmente. Não gosto de ser alarmista, mas é fato de que estou severamente preocupado com o aumento dos relatos e principalmente das informações e boatos desencontrados que ouvimos por aí.

Se você quiser entender um pouco mais sobre o Ebola e como se proteger contra uma possível pandemia deste vírus recomendo que veja este vídeo que gravei mês passado. Apesar de ter alguns dados relativamente desatualizados, o contexto ainda é o mesmo. Segue:



Estejam atentos e não se deixem enganar. Procurem por mais de uma fonte quando ouvirem uma notícia preocupante e busquem criar planos de isolamento para você e sua família caso as coisas desandem de vez.

Até.

Fonte: Sobrevivencialismo

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