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Suecos fazem 'festas do implante' para se transformar em ciborgues. Entusiastas da tecnologia usam chips que permitem abrir portas sem chave e destravar celulares
Já era noite em Estocolmo quando um grupo de oito pessoas chegou ao Swahili Bobs, um estúdio de tatuagem nos becos escuros do bairro de Sodermalm.

Durante o dia, eles são empresários de tecnologia, estudantes, web designers e consultores de TI, mas, naquela noite, eles seriam transformados em ciborgues.

Pode parecer o início de um romance de ficção científica, mas é um relato de acontecimentos reais, protagonizados pelo biohacker Hannes Sjoblad.

Ele organizou o que chama de "festa do implante", que aconteceu no final de novembro e foi um de muitos eventos semelhantes. Durante o encontro, oito voluntários recebem implantes com um pequeno chip de identificação por rádiofrequência (RFID) sob a pele da mão. Sjoblad também tem um.

Ele ainda está pensando pequeno. Tem o plano de conseguir até 100 voluntários nos próximos meses, com 50 implantes já realizados. Mas sua visão para o futuro é muito maior.

"Vamos chegar a mil, depois a 10 mil. Estou convencido de que essa tecnologia veio para ficar e, em breve, não vamos achar estranho ter implantes em nossas mãos."

Portas abertas

BBC/MC10
Chip aplicado sob a pele dá um toque de ciborgue ao usuário
Sjoblad encontra voluntários nas redes sociais e comunidades de hackers na Suécia – pessoas que estão acostumadas a "brincar" com tecnologia.

No momento, o chip implantado na mão age somente como interface de segurança, permitindo que os usuários abram as portas de suas casas sem a chave.

Para fazer isso, no entanto, eles precisam comprar fechaduras novas, que atualmente são caras.

Com um uma pequena adaptação para telefones Android, o implante também consegue desbloqueá-los. Mas há potencial para muito mais funções.

"Acho que estamos apenas começando a descobrir o que podemos fazer com isso. (O chip) tem um potencial muito grande para registrar toda a vida de uma pessoa", diz Sjoblad.

"Com os aplicativos para registrar exerícios e rotinas alimentares que as pessoas estão usando, você precisa digitar tudo o que come ou onde está indo. Mas ao invés de inserir os dados no meu telefone, posso passar meu implante por ele e ele saberá que estou indo dormir."

Ele vai mais além: "Imagine que sensores em uma academia possam reconhecer, por exemplo, quem está segurando um haltere pelo chip na sua mão".

"Vivemos a explosão da internet das coisas – logo haverá sensores ao meu redor que me permitam registrar minhas atividades em relação a eles", acredita.

Homem e máquina

Cada vez mais, as fronteiras entre humanos e máquinas vão sendo borradas. Pessoas que perderam membros já recebem novos membros biônicos, que estão cada vez mais sofisticados. Ninguém acha estranho ter um quadril artificial ou fazer cirurgia a laser para corrigir problemas na visão.

No ano passado, o Google lançou lentes de contato que podem monitorar os níveis de glucose de seu usuário, em uma tentativa de fornecer diagnósticos mais rápidos e melhores para diabéticos.

Os acessórios – desde relógios inteligentes a dispositivos como o bracelete Up, que coleta dados sobre a atividade física do usuário – ficam cada vez mais sofisticados ao monitorar uma série de funções corporais, desde os batimentos cardíacos e o consumo de calorias até os padrões de sono.

Mais algumas empresas já pensam além disso. É o caso da BioStamp, uma tatuagem digital desenvolvida pela empresa americana MC10.

Ela pode ser estampada diretamente no corpo e coleta dados sobre a temperatura corporal, os níveis de hidratação, a exposição a raios UV e outros. Assim como acontece com outros acessórios, os dados podem ser enviados a smartphones.

Outra empresa americana, Proteus, criou uma pílula com um sensor embutido, que funciona em conjunto com uma espécie de adesivo usado na pele e, quando engolida, pode medir uma série de funções corporais.

"Essas coisas já estão aqui, a pergunta real é se elas podem funcionar melhor estando na nossa pele ou dentro de nós – e uma das grandes vantagens delas é que não podemos esquecê-las em casa, como um telefone ou um bracelete", diz David Wood, diretor do grupo London Futurists, que debate cenários radicais para os próximos 40 anos.

Suecos aplicam chips sob a pele que permitem controlar aparatos tecnológicos
Wood acha que os implantes ainda não estão prontos para o grande público, mas acredita que esse é o momento perfeito para um debate sobre o tema.

"Anos atrás havia muito medo das vacinas e agora parece perfeitamente normal injetar outras células em nosso corpo. Isso é um exemplo primitivo de biohacking", afirma.

Hannes Sjoblad também espera que sua "festa do implante" gere um debate sobre nosso possível futuro como ciborgues.

"A ideia é virar uma comunidade, é por isso que fazemos os implantes juntos. As pessoas ficam unidas pela experiência e começam a fazer perguntas sobre o que significa ser homem e máquina", diz.

Para aqueles que decidem deixar de ser ciborgues, o procedimento que Sjoblad realiza para implantar os chips é reversível e dura apenas cinco minutos. Mas ele não pretende remover o seu.

"(O implante) É divertido, é algo que faz as pessoas puxarem papo. Ele abre discussões interessantes sobre o que é ser humano. Não serve só para abrir portas."

Fonte: Tecnologia Uol

Suecos fazem 'festas do implante' para se transformar em ciborgues

Suecos fazem 'festas do implante' para se transformar em ciborgues. Entusiastas da tecnologia usam chips que permitem abrir portas sem chave e destravar celulares
Já era noite em Estocolmo quando um grupo de oito pessoas chegou ao Swahili Bobs, um estúdio de tatuagem nos becos escuros do bairro de Sodermalm.

Durante o dia, eles são empresários de tecnologia, estudantes, web designers e consultores de TI, mas, naquela noite, eles seriam transformados em ciborgues.

Pode parecer o início de um romance de ficção científica, mas é um relato de acontecimentos reais, protagonizados pelo biohacker Hannes Sjoblad.

Ele organizou o que chama de "festa do implante", que aconteceu no final de novembro e foi um de muitos eventos semelhantes. Durante o encontro, oito voluntários recebem implantes com um pequeno chip de identificação por rádiofrequência (RFID) sob a pele da mão. Sjoblad também tem um.

Ele ainda está pensando pequeno. Tem o plano de conseguir até 100 voluntários nos próximos meses, com 50 implantes já realizados. Mas sua visão para o futuro é muito maior.

"Vamos chegar a mil, depois a 10 mil. Estou convencido de que essa tecnologia veio para ficar e, em breve, não vamos achar estranho ter implantes em nossas mãos."

Portas abertas

BBC/MC10
Chip aplicado sob a pele dá um toque de ciborgue ao usuário
Sjoblad encontra voluntários nas redes sociais e comunidades de hackers na Suécia – pessoas que estão acostumadas a "brincar" com tecnologia.

No momento, o chip implantado na mão age somente como interface de segurança, permitindo que os usuários abram as portas de suas casas sem a chave.

Para fazer isso, no entanto, eles precisam comprar fechaduras novas, que atualmente são caras.

Com um uma pequena adaptação para telefones Android, o implante também consegue desbloqueá-los. Mas há potencial para muito mais funções.

"Acho que estamos apenas começando a descobrir o que podemos fazer com isso. (O chip) tem um potencial muito grande para registrar toda a vida de uma pessoa", diz Sjoblad.

"Com os aplicativos para registrar exerícios e rotinas alimentares que as pessoas estão usando, você precisa digitar tudo o que come ou onde está indo. Mas ao invés de inserir os dados no meu telefone, posso passar meu implante por ele e ele saberá que estou indo dormir."

Ele vai mais além: "Imagine que sensores em uma academia possam reconhecer, por exemplo, quem está segurando um haltere pelo chip na sua mão".

"Vivemos a explosão da internet das coisas – logo haverá sensores ao meu redor que me permitam registrar minhas atividades em relação a eles", acredita.

Homem e máquina

Cada vez mais, as fronteiras entre humanos e máquinas vão sendo borradas. Pessoas que perderam membros já recebem novos membros biônicos, que estão cada vez mais sofisticados. Ninguém acha estranho ter um quadril artificial ou fazer cirurgia a laser para corrigir problemas na visão.

No ano passado, o Google lançou lentes de contato que podem monitorar os níveis de glucose de seu usuário, em uma tentativa de fornecer diagnósticos mais rápidos e melhores para diabéticos.

Os acessórios – desde relógios inteligentes a dispositivos como o bracelete Up, que coleta dados sobre a atividade física do usuário – ficam cada vez mais sofisticados ao monitorar uma série de funções corporais, desde os batimentos cardíacos e o consumo de calorias até os padrões de sono.

Mais algumas empresas já pensam além disso. É o caso da BioStamp, uma tatuagem digital desenvolvida pela empresa americana MC10.

Ela pode ser estampada diretamente no corpo e coleta dados sobre a temperatura corporal, os níveis de hidratação, a exposição a raios UV e outros. Assim como acontece com outros acessórios, os dados podem ser enviados a smartphones.

Outra empresa americana, Proteus, criou uma pílula com um sensor embutido, que funciona em conjunto com uma espécie de adesivo usado na pele e, quando engolida, pode medir uma série de funções corporais.

"Essas coisas já estão aqui, a pergunta real é se elas podem funcionar melhor estando na nossa pele ou dentro de nós – e uma das grandes vantagens delas é que não podemos esquecê-las em casa, como um telefone ou um bracelete", diz David Wood, diretor do grupo London Futurists, que debate cenários radicais para os próximos 40 anos.

Suecos aplicam chips sob a pele que permitem controlar aparatos tecnológicos
Wood acha que os implantes ainda não estão prontos para o grande público, mas acredita que esse é o momento perfeito para um debate sobre o tema.

"Anos atrás havia muito medo das vacinas e agora parece perfeitamente normal injetar outras células em nosso corpo. Isso é um exemplo primitivo de biohacking", afirma.

Hannes Sjoblad também espera que sua "festa do implante" gere um debate sobre nosso possível futuro como ciborgues.

"A ideia é virar uma comunidade, é por isso que fazemos os implantes juntos. As pessoas ficam unidas pela experiência e começam a fazer perguntas sobre o que significa ser homem e máquina", diz.

Para aqueles que decidem deixar de ser ciborgues, o procedimento que Sjoblad realiza para implantar os chips é reversível e dura apenas cinco minutos. Mas ele não pretende remover o seu.

"(O implante) É divertido, é algo que faz as pessoas puxarem papo. Ele abre discussões interessantes sobre o que é ser humano. Não serve só para abrir portas."

Fonte: Tecnologia Uol

De acordo com a pesquisa “Working from Mars with an Internet Brain Implant” realizada pela empresa de tecnologia Cisco Systems, cerca de um quarto dos profissionais entre 18 e 50 anos seriam voluntários para receber um implante cerebral que lhes permitisse unir instantaneamente seus pensamentos com à Internet.

Entre outras conclusões, o relatório revela que até 2020, a maioria dos profissionais acredita que os smartphones e os “wearables” (computadores vestíveis) serão os dispositivos mais importantes na força de trabalho.

O estudo foi realizado com 3.700 adultos que possuem cargos executivos de empresas em 15 países, incluindo EUA, Japão, China, Rússia e França. A geração dos profissionais nascidos entre 1980 e 2000, mostram mais interesse, com 26% afirmando que gostariam de fazer a cirurgia. Os mais velhos, que nasceram entre 1960 e 1980, totalizaram 21%.

Liz McIntyre, especialista em privacidade e coautora do livro “Spychips” [Chips espiões], acredita que é uma questão de tempo até que as grandes corporações e o governo consigam rastrear todas as compras e vigiar todos os movimentos da população.

“Seja quem trabalha com tecnologia, ou mesmo as pessoas comuns, penso que eles olham para o fator novidade e não param para observar as implicações sobre sua privacidade e liberdade… Faz parte de toda essa tendência atual da indústria de gerar novas tecnológicas da qual todos querem fazer parte”.

Lamenta que a maioria das pessoas parece ter sofrido uma “lavagem cerebral” a ponto de pensar que são incapazes de viver sem estar conectados à internet. “Observe as pessoas que exibem com orgulho seus smartphones; eles já são aparelhos de rastreamento… Ter sensores implantados em todas as pessoas será o próximo passo”, assevera.

A pesquisa da Cisco mostra que já existe essa possibilidade e eles querem ver como será a reação do público. Em especial por que os dados foram divulgados apenas alguns dias após uma matéria de destaque no jornal The New York Times mostrar o desenvolvimento dos primeiros “computadores vestíveis”. Apple e Samsung afirmam que eles ficarão no pulso, enquanto o Google desenvolve um para o rosto.

Computador vestível


Katherine Albrecht, a outra autora de “Spychips” é diretora da organização Consumidores Contra a Invasão e Numeração da Privacidade pelos Supermercados. Em 2005, Albrecht entrevistou centenas de pessoas enquanto escrevia sua dissertação de doutorado da Universidade de Harvard. O tópico era verificar se elas gostariam de ter um chip RFID implantado.

Na época, havia muita resistência, mas agora é nítido que o número de pessoas abertas a experimentar essa fusão de tecnologia com o corpo humano está crescendo. Em especial para os jovens, que são mais adeptos das chamadas “modificações corporais”.

“Nós temos piercings e tatuagens. Temos pessoas colocando silicones em seus corpos, implantando coisas estranhas”, disse ela. “Essa geração parece desejar mais a modificação corporal.” Mesmo assim, questiona os números apresentados na pesquisa da Cisco.

“Se você acha que a internet está invadindo sua privacidade, esperem até a hora que os implantes eletrônicos chegarem”, dispara. Ela sabe que a Cisco e outras companhias de tecnologia já tentam atrair as pessoas para a ideia de implantes cerebrais. Afinal, chips RFID são muito populares, já sendo usados como implante em animais domésticos.

Aluna evangélica é expulsa da escola por recusar “marca da besta”Cristãos se revoltam contra imposição de uso de chip rastreador.Aos 15 anos de idade, a evangélica Andrea Hernandez, está no centro de um debate nos Estados Unidos sobre segurança e liberdade de expressão. Ela foi expulsa no final de 2012 da escola de ensino médio John Jay, em San Antonio, Texas.

Charlotte Iserbyt, autora do livro “The Delibarate Dumbing Down of America” [A Idiotização Deliberada da América], se diz assustada. “Isso reflete um vício de proporções ainda desconhecidas… Imagine como poderia ser as estatísticas se a gerações atual, cujas vidas são moldadas pelo vício em tecnologia desde a infância forem dominadas por um ‘aprendizado’ cibernético ainda mais invasivo.”

Os números da Cisco surpreendem em outros aspectos. Mais de 40% dos entrevistados permitiriam que seus provedores tivessem acesso a todos os seus dados em troca de um smartphone grátis com um plano de dados ilimitado. Pouco mais de 70% dos profissionais japoneses disseram que seus smartphones são mais importantes que sexo.

Fontes: Prophecy News ,WND , CISCO , Apocalink

Pesquisa da Cisco Systems mostra que 26% da população deseja implantação de chips para acessar a internet

De acordo com a pesquisa “Working from Mars with an Internet Brain Implant” realizada pela empresa de tecnologia Cisco Systems, cerca de um quarto dos profissionais entre 18 e 50 anos seriam voluntários para receber um implante cerebral que lhes permitisse unir instantaneamente seus pensamentos com à Internet.

Entre outras conclusões, o relatório revela que até 2020, a maioria dos profissionais acredita que os smartphones e os “wearables” (computadores vestíveis) serão os dispositivos mais importantes na força de trabalho.

O estudo foi realizado com 3.700 adultos que possuem cargos executivos de empresas em 15 países, incluindo EUA, Japão, China, Rússia e França. A geração dos profissionais nascidos entre 1980 e 2000, mostram mais interesse, com 26% afirmando que gostariam de fazer a cirurgia. Os mais velhos, que nasceram entre 1960 e 1980, totalizaram 21%.

Liz McIntyre, especialista em privacidade e coautora do livro “Spychips” [Chips espiões], acredita que é uma questão de tempo até que as grandes corporações e o governo consigam rastrear todas as compras e vigiar todos os movimentos da população.

“Seja quem trabalha com tecnologia, ou mesmo as pessoas comuns, penso que eles olham para o fator novidade e não param para observar as implicações sobre sua privacidade e liberdade… Faz parte de toda essa tendência atual da indústria de gerar novas tecnológicas da qual todos querem fazer parte”.

Lamenta que a maioria das pessoas parece ter sofrido uma “lavagem cerebral” a ponto de pensar que são incapazes de viver sem estar conectados à internet. “Observe as pessoas que exibem com orgulho seus smartphones; eles já são aparelhos de rastreamento… Ter sensores implantados em todas as pessoas será o próximo passo”, assevera.

A pesquisa da Cisco mostra que já existe essa possibilidade e eles querem ver como será a reação do público. Em especial por que os dados foram divulgados apenas alguns dias após uma matéria de destaque no jornal The New York Times mostrar o desenvolvimento dos primeiros “computadores vestíveis”. Apple e Samsung afirmam que eles ficarão no pulso, enquanto o Google desenvolve um para o rosto.

Computador vestível


Katherine Albrecht, a outra autora de “Spychips” é diretora da organização Consumidores Contra a Invasão e Numeração da Privacidade pelos Supermercados. Em 2005, Albrecht entrevistou centenas de pessoas enquanto escrevia sua dissertação de doutorado da Universidade de Harvard. O tópico era verificar se elas gostariam de ter um chip RFID implantado.

Na época, havia muita resistência, mas agora é nítido que o número de pessoas abertas a experimentar essa fusão de tecnologia com o corpo humano está crescendo. Em especial para os jovens, que são mais adeptos das chamadas “modificações corporais”.

“Nós temos piercings e tatuagens. Temos pessoas colocando silicones em seus corpos, implantando coisas estranhas”, disse ela. “Essa geração parece desejar mais a modificação corporal.” Mesmo assim, questiona os números apresentados na pesquisa da Cisco.

“Se você acha que a internet está invadindo sua privacidade, esperem até a hora que os implantes eletrônicos chegarem”, dispara. Ela sabe que a Cisco e outras companhias de tecnologia já tentam atrair as pessoas para a ideia de implantes cerebrais. Afinal, chips RFID são muito populares, já sendo usados como implante em animais domésticos.

Aluna evangélica é expulsa da escola por recusar “marca da besta”Cristãos se revoltam contra imposição de uso de chip rastreador.Aos 15 anos de idade, a evangélica Andrea Hernandez, está no centro de um debate nos Estados Unidos sobre segurança e liberdade de expressão. Ela foi expulsa no final de 2012 da escola de ensino médio John Jay, em San Antonio, Texas.

Charlotte Iserbyt, autora do livro “The Delibarate Dumbing Down of America” [A Idiotização Deliberada da América], se diz assustada. “Isso reflete um vício de proporções ainda desconhecidas… Imagine como poderia ser as estatísticas se a gerações atual, cujas vidas são moldadas pelo vício em tecnologia desde a infância forem dominadas por um ‘aprendizado’ cibernético ainda mais invasivo.”

Os números da Cisco surpreendem em outros aspectos. Mais de 40% dos entrevistados permitiriam que seus provedores tivessem acesso a todos os seus dados em troca de um smartphone grátis com um plano de dados ilimitado. Pouco mais de 70% dos profissionais japoneses disseram que seus smartphones são mais importantes que sexo.

Fontes: Prophecy News ,WND , CISCO , Apocalink

Será instalado um mecanismo de controle 'biométrico', segundo presidente.País enfrenta a falta de diversos produtos básicos e uma inflação de 60%.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro,
em imagem de arquivo. (Foto: Arquivo / Reuters)
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, a instalação de um mecanismo de controle "biométrico" para limitar as compras de produtos e alimentos nos supermercados e mercados do país.

"A ordem já está dada, através da superintendência de preços, para que se crie um sistema biométrico em todos os estabelecimentos e redes distribuidoras e comerciais da República", disse Maduro durante mensagem em rede nacional de rádio e TV.

O mecanismo utilizará leitores óticos de impressões digitais para reconhecer cada comprador de produtos básicos.

Segundo Maduro, "o sistema biométrico será perfeito" e servirá para evitar o que chamou de "fraude" envolvendo milhões de litros de gasolina e toneladas de alimentos subsidiados pelo governo, no momento em que a Venezuela enfrenta a falta de diversos produtos básicos e uma inflação de 60%.

O sistema visa a impedir que uma pessoa compre o mesmo produto duas vezes na mesma semana, em qualquer das redes governamentais da Venezuela.

Vários funcionários do governo Maduro indicaram que no prazo de 90 dias haverá um 'programa piloto' para iniciar a venda controlada de produtos básicos no país 'de maneira ordenada e justa'.

Maduro também anunciou "um sistema de referência" que processará a informação de tudo o que for distribuído e armazenado "para todos os produtos e insumos que movem a economia do país".

O presidente ordenou ainda o 'confisco, de maneira imediata, de todos os elementos' utilizados para contrabando, incluindo galpões e veículos, que serão revertidos para os programas estatais de alimentos.

Maduro convocou as forças militares e policiais para deter todos os envolvidos em desvios e contrabando.

Fonte: Economia G1

Controle 'biométrico' limitará compras em supermercados na Venezuela

Será instalado um mecanismo de controle 'biométrico', segundo presidente.País enfrenta a falta de diversos produtos básicos e uma inflação de 60%.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro,
em imagem de arquivo. (Foto: Arquivo / Reuters)
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, a instalação de um mecanismo de controle "biométrico" para limitar as compras de produtos e alimentos nos supermercados e mercados do país.

"A ordem já está dada, através da superintendência de preços, para que se crie um sistema biométrico em todos os estabelecimentos e redes distribuidoras e comerciais da República", disse Maduro durante mensagem em rede nacional de rádio e TV.

O mecanismo utilizará leitores óticos de impressões digitais para reconhecer cada comprador de produtos básicos.

Segundo Maduro, "o sistema biométrico será perfeito" e servirá para evitar o que chamou de "fraude" envolvendo milhões de litros de gasolina e toneladas de alimentos subsidiados pelo governo, no momento em que a Venezuela enfrenta a falta de diversos produtos básicos e uma inflação de 60%.

O sistema visa a impedir que uma pessoa compre o mesmo produto duas vezes na mesma semana, em qualquer das redes governamentais da Venezuela.

Vários funcionários do governo Maduro indicaram que no prazo de 90 dias haverá um 'programa piloto' para iniciar a venda controlada de produtos básicos no país 'de maneira ordenada e justa'.

Maduro também anunciou "um sistema de referência" que processará a informação de tudo o que for distribuído e armazenado "para todos os produtos e insumos que movem a economia do país".

O presidente ordenou ainda o 'confisco, de maneira imediata, de todos os elementos' utilizados para contrabando, incluindo galpões e veículos, que serão revertidos para os programas estatais de alimentos.

Maduro convocou as forças militares e policiais para deter todos os envolvidos em desvios e contrabando.

Fonte: Economia G1

Governo acredita que sistema vai impedir a compra de produtos para depois revender no mercado negro ou contrabandear
Clientes fazem fila para pagar por suas compras em um supermercado em Caracas - JORGE SILVA / REUTERS
Por O Globo / Com agências internacionais

Caracas — O presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, ordenou na quarta-feira a instalação de máquinas de leitura de impressões digitais nos supermercados para limitar as compras de produtos e alimentos, diante da escassez que vive o país. Para o governo, a medida deve impedir que uma pessoa compre grandes quantidades de produtos para depois revender no mercado negro ou contrabandear para a Colômbia.

— A ordem já está dada, através da superintendência de Preços, para que se crie um sistema biométrico em todos os estabelecimentos e redes distribuidoras e comerciais da República — disse Maduro durante mensagem em rede nacional de rádio e TV.

O mecanismo utilizará leitores óticos de impressões digitais para reconhecer cada comprador de produtos básicos. O sistema visa a impedir que uma pessoa compre o mesmo produto duas vezes na mesma semana, em qualquer das redes governamentais da Venezuela. Maduro declarou que o sistema biométrico será “perfeito” e servirá para evitar o que chamou de fraude envolvendo milhões de litros de gasolina e toneladas de alimentos subsidiados pelo governo, no momento em que a Venezuela enfrenta a falta de diversos produtos básicos e uma inflação de 60%.

De acordo com o governo, a escassez é causada pelo contrabando especialmente com a Colômbia, o que custaria ao país pelo menos 40% dos alimentos e medicamentos necessários para atender a demanda interna. Do outro lado da fronteira, um quilo de farinha é vendido por um preço até seis vezes maior do que o praticado na Venezuela.

Maduro também anunciou um sistema de referência que processará a informação de tudo o que for distribuído e armazenado para todos os produtos e insumos. O presidente ordenou ainda o confisco, de maneira imediata, de todos os itens utilizados para contrabando, incluindo galpões e veículos, que serão revertidos para os programas estatais de alimentos.

Nas redes sociais, muitos internautas criticaram a medida e a compararam ao sistema de racionamento cubano. Os opositores ao governo defendem que o sistema socialista venezuelano está prestes a ruir e apontam o contrabando e as longas filas por comida como sintomas de uma economia que se baseia em sistemas de controle de câmbio e preços.

Fontes: O Globo , Revellati Online

Controle Social: Maduro anuncia controle biométrico para limitar compras em mercados

Governo acredita que sistema vai impedir a compra de produtos para depois revender no mercado negro ou contrabandear
Clientes fazem fila para pagar por suas compras em um supermercado em Caracas - JORGE SILVA / REUTERS
Por O Globo / Com agências internacionais

Caracas — O presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, ordenou na quarta-feira a instalação de máquinas de leitura de impressões digitais nos supermercados para limitar as compras de produtos e alimentos, diante da escassez que vive o país. Para o governo, a medida deve impedir que uma pessoa compre grandes quantidades de produtos para depois revender no mercado negro ou contrabandear para a Colômbia.

— A ordem já está dada, através da superintendência de Preços, para que se crie um sistema biométrico em todos os estabelecimentos e redes distribuidoras e comerciais da República — disse Maduro durante mensagem em rede nacional de rádio e TV.

O mecanismo utilizará leitores óticos de impressões digitais para reconhecer cada comprador de produtos básicos. O sistema visa a impedir que uma pessoa compre o mesmo produto duas vezes na mesma semana, em qualquer das redes governamentais da Venezuela. Maduro declarou que o sistema biométrico será “perfeito” e servirá para evitar o que chamou de fraude envolvendo milhões de litros de gasolina e toneladas de alimentos subsidiados pelo governo, no momento em que a Venezuela enfrenta a falta de diversos produtos básicos e uma inflação de 60%.

De acordo com o governo, a escassez é causada pelo contrabando especialmente com a Colômbia, o que custaria ao país pelo menos 40% dos alimentos e medicamentos necessários para atender a demanda interna. Do outro lado da fronteira, um quilo de farinha é vendido por um preço até seis vezes maior do que o praticado na Venezuela.

Maduro também anunciou um sistema de referência que processará a informação de tudo o que for distribuído e armazenado para todos os produtos e insumos. O presidente ordenou ainda o confisco, de maneira imediata, de todos os itens utilizados para contrabando, incluindo galpões e veículos, que serão revertidos para os programas estatais de alimentos.

Nas redes sociais, muitos internautas criticaram a medida e a compararam ao sistema de racionamento cubano. Os opositores ao governo defendem que o sistema socialista venezuelano está prestes a ruir e apontam o contrabando e as longas filas por comida como sintomas de uma economia que se baseia em sistemas de controle de câmbio e preços.

Fontes: O Globo , Revellati Online

O sistema utiliza luz infravermelha que escaneia as veias do dedo para identificar o comprador.

Os pagamentos são feitos automaticamente com o cartão de crédito, previamente cadastrado na máquina.

O usuário também pode registrar no sistema seu e-mail e endereço para pedir amostras e brindes personalizados, por meio de um comando da máquina.

Assista ao vídeo abaixo para entender como ela funciona:




Fontes: Evangelista Francisco , Revellati Online

Máquina de Coca-Cola lê mão de usuário para realizar venda

O sistema utiliza luz infravermelha que escaneia as veias do dedo para identificar o comprador.

Os pagamentos são feitos automaticamente com o cartão de crédito, previamente cadastrado na máquina.

O usuário também pode registrar no sistema seu e-mail e endereço para pedir amostras e brindes personalizados, por meio de um comando da máquina.

Assista ao vídeo abaixo para entender como ela funciona:




Fontes: Evangelista Francisco , Revellati Online

Colaborador: JBraga

No fim da tarde desta segunda-feira, a Microsoft publicou uma correção para o problema, mas apenas para as versões 10 e 11 do Internet Explorer.

 Vulnerabilidade pode ser explorada por hackers, pois permite a execução remota de um código

No sábado (26), a Microsoft emitiu um alerta sobre uma vulnerabilidade encontrada em todas as versões do Internet Explorer: 7, 8, 9, 10 e 11. De acordo com a Cnet, a falha foi relatada primeiro pela empresa de segurança FireEye ainda na sexta-feira (25). Segundo a própria Microsoft, a vulnerabilidade, que permite a execução remota de um código, está sendo explorada em ataques “limitados e direcionados”. Segundo a FireEye, no entanto, alguns hackers já estão aproveitando o problema para atacar organizações financeiras e de defesa dos Estados Unidos.

Ainda conforme a FireEye, o descobrimento da falha é importante porque afeta mais de um quarto do mercado de navegadores. A Microsoft explica que a vulnerabilidade pode ser usada para atrair visitantes para uma página especialmente criada por hackers, mas que é preciso que o usuário entre na página infectada para que a falha possa ser explorada.

A Microsoft ainda não corrigiu a falha e por isso recomenda que os usuários tenham cuidado e executem o Internet Explorer no modo restritivo que em muitas versões do Windows já vem como padrão. Ou, ainda, que defina como Alta as configurações de segurança da intranet local para bloquear controles ActiveX e scripts ativos. A Microsoft também recomenda que os usuários adicionem sites confiáveis ​​à zona de Sites confiáveis ​​do Internet Explorer, que configure o Internet Explorer para ser notificado antes da execução de scripts ativos ou desabilite os scripts ativos na Internet e intranet local na zona de segurança.

EUA pedem que pessoas parem de usar Internet Explorer

Alerta pede que usuários procurem outros navegadores até que grave falha de segurança seja resolvida

O governo dos EUA recomendou que usuários do Internet Explorer parem de usar o navegador até que uma falha anunciada no sábado seja reparada pela Microsoft. A advertência foi comunicada hoje pelo departamento governamental responsável pela segurança na internet.

O problema permite que se execute um código através do browser de outro computador e está presente em todas as versões do browser - 6, 7, 8, 9, 10 e 11. Através dela, por exemplo, um invasor pode criar um site falso e induzir o usuário a acessá-lo.

Um órgão de segurança do governo britânico emitiu aviso semelhante no Reino Unido. Pediu aos usuários que procurem outros navegadores e que mantenham seus antivírus atualizados.

Referências: TechNet Microsoft (Inglês) , TechNet Microsoft , CNet

Fontes: Estadão MSN , IG Tecnologia , Zap Aeiou

Microsoft alerta sobre falha presente em todas as versões do Internet Explorer

Colaborador: JBraga

No fim da tarde desta segunda-feira, a Microsoft publicou uma correção para o problema, mas apenas para as versões 10 e 11 do Internet Explorer.

 Vulnerabilidade pode ser explorada por hackers, pois permite a execução remota de um código

No sábado (26), a Microsoft emitiu um alerta sobre uma vulnerabilidade encontrada em todas as versões do Internet Explorer: 7, 8, 9, 10 e 11. De acordo com a Cnet, a falha foi relatada primeiro pela empresa de segurança FireEye ainda na sexta-feira (25). Segundo a própria Microsoft, a vulnerabilidade, que permite a execução remota de um código, está sendo explorada em ataques “limitados e direcionados”. Segundo a FireEye, no entanto, alguns hackers já estão aproveitando o problema para atacar organizações financeiras e de defesa dos Estados Unidos.

Ainda conforme a FireEye, o descobrimento da falha é importante porque afeta mais de um quarto do mercado de navegadores. A Microsoft explica que a vulnerabilidade pode ser usada para atrair visitantes para uma página especialmente criada por hackers, mas que é preciso que o usuário entre na página infectada para que a falha possa ser explorada.

A Microsoft ainda não corrigiu a falha e por isso recomenda que os usuários tenham cuidado e executem o Internet Explorer no modo restritivo que em muitas versões do Windows já vem como padrão. Ou, ainda, que defina como Alta as configurações de segurança da intranet local para bloquear controles ActiveX e scripts ativos. A Microsoft também recomenda que os usuários adicionem sites confiáveis ​​à zona de Sites confiáveis ​​do Internet Explorer, que configure o Internet Explorer para ser notificado antes da execução de scripts ativos ou desabilite os scripts ativos na Internet e intranet local na zona de segurança.

EUA pedem que pessoas parem de usar Internet Explorer

Alerta pede que usuários procurem outros navegadores até que grave falha de segurança seja resolvida

O governo dos EUA recomendou que usuários do Internet Explorer parem de usar o navegador até que uma falha anunciada no sábado seja reparada pela Microsoft. A advertência foi comunicada hoje pelo departamento governamental responsável pela segurança na internet.

O problema permite que se execute um código através do browser de outro computador e está presente em todas as versões do browser - 6, 7, 8, 9, 10 e 11. Através dela, por exemplo, um invasor pode criar um site falso e induzir o usuário a acessá-lo.

Um órgão de segurança do governo britânico emitiu aviso semelhante no Reino Unido. Pediu aos usuários que procurem outros navegadores e que mantenham seus antivírus atualizados.

Referências: TechNet Microsoft (Inglês) , TechNet Microsoft , CNet

Fontes: Estadão MSN , IG Tecnologia , Zap Aeiou

Então, gosta o Leitor da ideia do microchip implantado no corpo dele?

Não? Esquisito, pois a BBC fornece uma série de boas razões para correr e pedir um chip já, sem perder tempo.

Conta o jornalista Frank Swain:

Alguns anos atrás, eu estava sentado na beira da minha cama num pequeno apartamento, respirando uma nuvem de acetona, utilizando um bisturi para pegar no canto de um cartão de viagem electrónico. Mais de 10 milhões de londrinos usam estes cartões Oyster para utilizar a rede de transportes públicos da cidade. Eu tinha decidido dissecar o meu. [...] Escondido dentro havia um minúsculo microchip ligado a um fino fio de cobre fino: a chip de identificação por radiofrequência (RFID).

Aprendemos: todos utilizam microchips (10 milhões só em Londres!), não fazem mal nenhum, até dão para usar os transportes públicos.

O meu objectivo era enterrar o chip sob a minha pele, para que as barreiras da máquina na entrada do metro se abrissem com um aceno de mão, como se eu fosse algum tipo de assistente tecnológico.

O jornalista tem alguns problemas, uma visita pelo menos neurológica não seria mal.

Desde então, as pessoas têm usado a técnica que eu ajudei a popularizar [pois não satisfeito, o simpático Frank fez um vídeo de fundamental importância para a Humanidade: "Como remover o chip RFID do cartão Oyster", um must para a auto-realização, ndt] para colocar o chips libertado em pulseiras, anéis, varinhas mágicas, mesmo frutas.

Em Londres há diversas pessoas com problemas, não apenas o nosso Frank.

As pessoas que fazem isso vão entrar na comunidade dos grindres, que amam modificar o seu próprio corpo com os avanços tecnológicos. [...] Uma das actualizações mais populares é a implantação de um microchip sob a pele, normalmente na parte carnuda entre o polegar e o indicador.

Tomem Amal Graafstra, um "tecnólogo aventureiro" auto-didacta e fundador da empresa biohacking Dangerous Things ["Coisas Perigosas": já o nome é um programa, ndt], em Seattle. Ele tem um duplo implante, um microchip em cada mão.

Na sua mão direita há um chip reprogramável, o mesmo tipo usado no cartão Oyster, que pode ser utilizado para armazenar pequenas quantidades de dados. Pressionando a mão no telefone, a informação pode ser baixada do seu corpo ou enviada. A esquerda contém um simples número de identidade que pode ser utilizado para destravar a porta de casa, fazer login no computador ou até mesmo ligar a moto.

Espalhados pelo globo há um certo número de indivíduos com sérios problemas, pessoas que evidentemente não têm nada que fazer na vida e que precisam de urgente ajuda. Mas por enquanto vamos em frente.

Este mês, na conferência Transhuman Visions em San Francisco, Graafstra apresentou
uma "estação de implantação", oferecendo aos participantes a oportunidade de ser "chipados" por 50 Dólares. Utilizando uma agulha maior daquela concebida para o microchip dos animais, Graafstra injectada uma placa RFID revestida de vidro do tamanho de um grão de arroz para cada voluntário. Até o final do dia, Graafstra tinham criado 15 novos ciborgues.

Mais 15: o total não pára de aumentar...
Diz Graafsta, a raposa de Seattle:

Todos os filme de Hollywood contam de implantes para rastrear as pessoas. As pessoas não percebem que é a mesma tecnologia que o cartão na carteira. Quando alguém usa um cartão de crédito, sem fio ou não, é seguido por várias corporações sabem quem são, quando compram, quanto gastaram e onde vão.

Pois: esta já deveria ser uma boa razão para evitar um microchip na pele, não é? Não, não, pois segundo Graafsta as vantagens são imensas:

Uma vantagem é que você nunca vai perder o chip, e torna o roubo físico impossível.

Sim, sem dúvida, isso justifica a implementação, estúpido eu a não pensar certas cosias...

Em última análise, os microchips implantados oferecem uma maneira de tornar o seu corpo físico legível por uma máquina. Actualmente, não existe um padrão único de comunicar com as máquinas que sustentam a sociedade - desde os painéis de acesso até as caixas electrónicas - mas uma diversidade infinita de sistemas de identificação: bandas magnéticas, senhas, números PIN, perguntas de segurança. Todas essas são tentativas para colmatar o fosso entre a sua identidade física e digital. E se você esquecer ou perder estes dados, de repente fica cortado fora da sua conta bancária, do correio electrónico e muito mais. Um chip implantado, pelo contrário, poderia agir como o nosso cartão de identidade universal para navegar num mundo regulado por máquinas.

E conclúi o jornalista:

É o início dum lento movimento para um mundo onde tudo será acessado com um único microchip RFID. Se aquele dia chegar, não consigo lembrar dum lugar mais seguro do que o meu corpo.

Com certeza e eu até posso sugerir em qual parte do corpo: o caixa craniana, que actualmente parece vazia.

Agora, a sério.
Um artigo no site da BBC, um artigo inócuo, com um par de vídeo inócuos.

É assim que, devagarinho, põe-se em contacto uma pessoa normal com a ideia do chip implementado. Uma pessoa que até hoje provavelmente nunca pensou nesta hipótese e que ainda continua a recusa-la. No entanto, a partir de hoje, num escuro canto do cérebro mora uma ideia, aliás, uma pequena equação que o artigo conseguiu introduzir: microchip = segurança.

Este é o início.

A seguir, um curto vídeo imperdível: Amal Graafstra, a Mente Brilhante de Seattle, que acciona a sua mota com o microchip implantado.



Fontes: BBC , Informação Incorrecta

Todas as vantagens do microchip

Então, gosta o Leitor da ideia do microchip implantado no corpo dele?

Não? Esquisito, pois a BBC fornece uma série de boas razões para correr e pedir um chip já, sem perder tempo.

Conta o jornalista Frank Swain:

Alguns anos atrás, eu estava sentado na beira da minha cama num pequeno apartamento, respirando uma nuvem de acetona, utilizando um bisturi para pegar no canto de um cartão de viagem electrónico. Mais de 10 milhões de londrinos usam estes cartões Oyster para utilizar a rede de transportes públicos da cidade. Eu tinha decidido dissecar o meu. [...] Escondido dentro havia um minúsculo microchip ligado a um fino fio de cobre fino: a chip de identificação por radiofrequência (RFID).

Aprendemos: todos utilizam microchips (10 milhões só em Londres!), não fazem mal nenhum, até dão para usar os transportes públicos.

O meu objectivo era enterrar o chip sob a minha pele, para que as barreiras da máquina na entrada do metro se abrissem com um aceno de mão, como se eu fosse algum tipo de assistente tecnológico.

O jornalista tem alguns problemas, uma visita pelo menos neurológica não seria mal.

Desde então, as pessoas têm usado a técnica que eu ajudei a popularizar [pois não satisfeito, o simpático Frank fez um vídeo de fundamental importância para a Humanidade: "Como remover o chip RFID do cartão Oyster", um must para a auto-realização, ndt] para colocar o chips libertado em pulseiras, anéis, varinhas mágicas, mesmo frutas.

Em Londres há diversas pessoas com problemas, não apenas o nosso Frank.

As pessoas que fazem isso vão entrar na comunidade dos grindres, que amam modificar o seu próprio corpo com os avanços tecnológicos. [...] Uma das actualizações mais populares é a implantação de um microchip sob a pele, normalmente na parte carnuda entre o polegar e o indicador.

Tomem Amal Graafstra, um "tecnólogo aventureiro" auto-didacta e fundador da empresa biohacking Dangerous Things ["Coisas Perigosas": já o nome é um programa, ndt], em Seattle. Ele tem um duplo implante, um microchip em cada mão.

Na sua mão direita há um chip reprogramável, o mesmo tipo usado no cartão Oyster, que pode ser utilizado para armazenar pequenas quantidades de dados. Pressionando a mão no telefone, a informação pode ser baixada do seu corpo ou enviada. A esquerda contém um simples número de identidade que pode ser utilizado para destravar a porta de casa, fazer login no computador ou até mesmo ligar a moto.

Espalhados pelo globo há um certo número de indivíduos com sérios problemas, pessoas que evidentemente não têm nada que fazer na vida e que precisam de urgente ajuda. Mas por enquanto vamos em frente.

Este mês, na conferência Transhuman Visions em San Francisco, Graafstra apresentou
uma "estação de implantação", oferecendo aos participantes a oportunidade de ser "chipados" por 50 Dólares. Utilizando uma agulha maior daquela concebida para o microchip dos animais, Graafstra injectada uma placa RFID revestida de vidro do tamanho de um grão de arroz para cada voluntário. Até o final do dia, Graafstra tinham criado 15 novos ciborgues.

Mais 15: o total não pára de aumentar...
Diz Graafsta, a raposa de Seattle:

Todos os filme de Hollywood contam de implantes para rastrear as pessoas. As pessoas não percebem que é a mesma tecnologia que o cartão na carteira. Quando alguém usa um cartão de crédito, sem fio ou não, é seguido por várias corporações sabem quem são, quando compram, quanto gastaram e onde vão.

Pois: esta já deveria ser uma boa razão para evitar um microchip na pele, não é? Não, não, pois segundo Graafsta as vantagens são imensas:

Uma vantagem é que você nunca vai perder o chip, e torna o roubo físico impossível.

Sim, sem dúvida, isso justifica a implementação, estúpido eu a não pensar certas cosias...

Em última análise, os microchips implantados oferecem uma maneira de tornar o seu corpo físico legível por uma máquina. Actualmente, não existe um padrão único de comunicar com as máquinas que sustentam a sociedade - desde os painéis de acesso até as caixas electrónicas - mas uma diversidade infinita de sistemas de identificação: bandas magnéticas, senhas, números PIN, perguntas de segurança. Todas essas são tentativas para colmatar o fosso entre a sua identidade física e digital. E se você esquecer ou perder estes dados, de repente fica cortado fora da sua conta bancária, do correio electrónico e muito mais. Um chip implantado, pelo contrário, poderia agir como o nosso cartão de identidade universal para navegar num mundo regulado por máquinas.

E conclúi o jornalista:

É o início dum lento movimento para um mundo onde tudo será acessado com um único microchip RFID. Se aquele dia chegar, não consigo lembrar dum lugar mais seguro do que o meu corpo.

Com certeza e eu até posso sugerir em qual parte do corpo: o caixa craniana, que actualmente parece vazia.

Agora, a sério.
Um artigo no site da BBC, um artigo inócuo, com um par de vídeo inócuos.

É assim que, devagarinho, põe-se em contacto uma pessoa normal com a ideia do chip implementado. Uma pessoa que até hoje provavelmente nunca pensou nesta hipótese e que ainda continua a recusa-la. No entanto, a partir de hoje, num escuro canto do cérebro mora uma ideia, aliás, uma pequena equação que o artigo conseguiu introduzir: microchip = segurança.

Este é o início.

A seguir, um curto vídeo imperdível: Amal Graafstra, a Mente Brilhante de Seattle, que acciona a sua mota com o microchip implantado.



Fontes: BBC , Informação Incorrecta

Como algo de um filme de ficção científica, o Pentágono está procurando desenvolver um chip implantado no cérebro para uso em soldados que, se implantado, pode recuperar a memória perdida se ocorrer uma lesão cerebral.

Esta "caixa preta" (chip) seria implantado em um cérebro, possivelmente, provocaria memórias em torno de um evento traumático, que foi de uma forma permanentemente perdida, recuperando da perda de memória de maneira rápida e eficiente.

A Agência de Defesa de Projetos de Pesquisas Avançadas  (DARPA) ficou encarregada de fazer disso uma realidade. A DARPA e o Pentágono querem um dispositivo implantável que pode gravar e estimular a atividade cerebral.

De acordo com o site  Geek.com , qualquer pessoa que apresente uma proposta para um tal dispositivo precisa detalhar cada passo de como ele iria trabalhar, inclusive o procedimento cirúrgico para anexá-lo, os requisitos de energia, uma vez montado, e quanto espaço ela ocuparia e quanto pesaria.

Embora a perda de memória seja comum em alguém que sofre danos cerebrais, tarefas simples, como lembrar o nome próprio ou como se vestir a si mesmo às vezes são afetados também. A DARPA espera que este chip  estimule o cérebro a recuperar memórias recentes e recordar informações.

O implante começaria com os soldados, no entanto, poderia se estender aos cidadãos nas próximas décadas.

Quanto ao que o implante seria semelhante, as imagens incluídas aqui mostram um implante cerebral existente desenvolvido pela Universidade de Utah. Seu objetivo principal é o de fornecer sinais de uma fonte externa diretamente ao cérebro para a interpretação. Obviamente o implante da DARPA vai ser muito mais complexo, mas em última análise, acabam tendo uma forma semelhante

Texto Traduzido do Inglês

Referência: Geek

Fonte: Free Patriot ,  Pakalert Press

Pentágono e DARPA querem implantar chips no cérebro dos soldados

Como algo de um filme de ficção científica, o Pentágono está procurando desenvolver um chip implantado no cérebro para uso em soldados que, se implantado, pode recuperar a memória perdida se ocorrer uma lesão cerebral.

Esta "caixa preta" (chip) seria implantado em um cérebro, possivelmente, provocaria memórias em torno de um evento traumático, que foi de uma forma permanentemente perdida, recuperando da perda de memória de maneira rápida e eficiente.

A Agência de Defesa de Projetos de Pesquisas Avançadas  (DARPA) ficou encarregada de fazer disso uma realidade. A DARPA e o Pentágono querem um dispositivo implantável que pode gravar e estimular a atividade cerebral.

De acordo com o site  Geek.com , qualquer pessoa que apresente uma proposta para um tal dispositivo precisa detalhar cada passo de como ele iria trabalhar, inclusive o procedimento cirúrgico para anexá-lo, os requisitos de energia, uma vez montado, e quanto espaço ela ocuparia e quanto pesaria.

Embora a perda de memória seja comum em alguém que sofre danos cerebrais, tarefas simples, como lembrar o nome próprio ou como se vestir a si mesmo às vezes são afetados também. A DARPA espera que este chip  estimule o cérebro a recuperar memórias recentes e recordar informações.

O implante começaria com os soldados, no entanto, poderia se estender aos cidadãos nas próximas décadas.

Quanto ao que o implante seria semelhante, as imagens incluídas aqui mostram um implante cerebral existente desenvolvido pela Universidade de Utah. Seu objetivo principal é o de fornecer sinais de uma fonte externa diretamente ao cérebro para a interpretação. Obviamente o implante da DARPA vai ser muito mais complexo, mas em última análise, acabam tendo uma forma semelhante

Texto Traduzido do Inglês

Referência: Geek

Fonte: Free Patriot ,  Pakalert Press

O Chip se torna danificado de tal maneira a impedir qualquer aquisição de dados. 
 
 Acordo faz parte de um programa do governo dos EUA para criar tecnologias que evitem a obtenção de informações confidenciais do país.
 
Conforme documenta o Federal Business Opportunities (FBO), a DARPA concretizou recentemente um acordo com a IBM no valor de US$ 3,45 milhões (cerca de R$ 8,25 milhões) para a criação de chips CMOS capazes de se autodestruir através de comandos remotos, transformando o componente em um amontoado de pó de silício.
Para isso, a tecnologia utilizará um substrato de vidro que se quebra quando um fusível ou uma camada reativa de metal anexado recebe um sinal externo de frequência de rádio.
A iniciativa faz parte do Vanishing Programmable Resources (VAPR), programa anunciado em janeiro de 2013 pelo governo estadunidense que visa o desenvolvimento de mecanismos que impeçam outras nações de obter informações confidenciais quando sistemas militares dos EUA caem nos campos de batalha.
De acordo com o órgão de pesquisa e desenvolvimento militar, é quase impossível de rastrear e recuperar todo dispositivo eletrônico perdido em conflito, resultando em um acúmulo não intencional no meio ambiente e o potencial de uso não autorizado de propriedades intelectuais e vantagens tecnológicas.
Por isso o grande interesse das autoridades do país em criar recursos com a capacidade de “desaparecer fisicamente” de maneira controlada. O informativo da DARPA não deu mais detalhes de como a tecnologia vai funcionar, se já existem protótipos em testes ou a previsão de início da utilização de equipamentos com tal mecanismo incorporado.
 
Fontes: Darpa , Grandes Conspirações

Chip com a capacidade de autodestruição

O Chip se torna danificado de tal maneira a impedir qualquer aquisição de dados. 
 
 Acordo faz parte de um programa do governo dos EUA para criar tecnologias que evitem a obtenção de informações confidenciais do país.
 
Conforme documenta o Federal Business Opportunities (FBO), a DARPA concretizou recentemente um acordo com a IBM no valor de US$ 3,45 milhões (cerca de R$ 8,25 milhões) para a criação de chips CMOS capazes de se autodestruir através de comandos remotos, transformando o componente em um amontoado de pó de silício.
Para isso, a tecnologia utilizará um substrato de vidro que se quebra quando um fusível ou uma camada reativa de metal anexado recebe um sinal externo de frequência de rádio.
A iniciativa faz parte do Vanishing Programmable Resources (VAPR), programa anunciado em janeiro de 2013 pelo governo estadunidense que visa o desenvolvimento de mecanismos que impeçam outras nações de obter informações confidenciais quando sistemas militares dos EUA caem nos campos de batalha.
De acordo com o órgão de pesquisa e desenvolvimento militar, é quase impossível de rastrear e recuperar todo dispositivo eletrônico perdido em conflito, resultando em um acúmulo não intencional no meio ambiente e o potencial de uso não autorizado de propriedades intelectuais e vantagens tecnológicas.
Por isso o grande interesse das autoridades do país em criar recursos com a capacidade de “desaparecer fisicamente” de maneira controlada. O informativo da DARPA não deu mais detalhes de como a tecnologia vai funcionar, se já existem protótipos em testes ou a previsão de início da utilização de equipamentos com tal mecanismo incorporado.
 
Fontes: Darpa , Grandes Conspirações

JÁ ESTÃO PREPARANDO TUDO PARA CHEGADO DO ANTI CRISTO E SUA MARCA É HORA DE C PREPARAR

veja este vídeo baixo já é fato na Dinamarca este novo sistema , não usam mais dinheiro

O obje­tivo da Nova Ordem Mun­dial é aca­bar com o dinheiro vivo, é na Dina­marca já esta sendo tes­tado esse novo método econômico.

Usar moe­das e notas para fazer paga­men­tos pode tornar-​se uma coisa obso­leta. Depois dos car­tões de cré­dito, a Dina­marca testa chips em pul­sei­ras, que não neces­si­tam de códi­gos. O sis­tema está sendo tes­tado no fes­ti­val “Smuk­fest”, em Skanderborg.

Para a orga­ni­za­ção do Smuk­fest, esta é uma medida é van­ta­josa pois “depois de algu­mas bebi­das e com a festa, quando tira­mos as notas dos bol­sos, facil­mente as perdemos.

Agora se tem o dinheiro numa pul­seira e sabe­mos onde está,” afirma Betina Lykke Ander­sen, da orga­ni­za­ção do festival.A elite oculta que está a todo custo imple­men­tando a Nova Ordem Mun­dial, bus­cam cons­tan­te­mente por fim ao dinheiro comum e usar Chips em seu lugar.

De acordo com um estudo do ins­ti­tuto norte-​americano Gart­ner, as tran­sa­ções mun­di­ais de paga­men­tos móveis, vão atin­gir, este ano os 176 mil milhões de euros. Estima-​se que o volume e os valo­res das tran­sa­ções móveis tenham um cres­ci­mento médio anual de 35 por cento, entre 2012 e 2017. A tec­no­lo­gia per­mite o paga­mento de peque­nas quan­tias em muito pouco tempo, ape­nas um segundo.





Fontes: Os Illuminati , Youtube - Volte Para o Eterno , Youtube - Eeuronews (em português)

Marca da besta 666 em fase final - fique atento!!!

JÁ ESTÃO PREPARANDO TUDO PARA CHEGADO DO ANTI CRISTO E SUA MARCA É HORA DE C PREPARAR

veja este vídeo baixo já é fato na Dinamarca este novo sistema , não usam mais dinheiro

O obje­tivo da Nova Ordem Mun­dial é aca­bar com o dinheiro vivo, é na Dina­marca já esta sendo tes­tado esse novo método econômico.

Usar moe­das e notas para fazer paga­men­tos pode tornar-​se uma coisa obso­leta. Depois dos car­tões de cré­dito, a Dina­marca testa chips em pul­sei­ras, que não neces­si­tam de códi­gos. O sis­tema está sendo tes­tado no fes­ti­val “Smuk­fest”, em Skanderborg.

Para a orga­ni­za­ção do Smuk­fest, esta é uma medida é van­ta­josa pois “depois de algu­mas bebi­das e com a festa, quando tira­mos as notas dos bol­sos, facil­mente as perdemos.

Agora se tem o dinheiro numa pul­seira e sabe­mos onde está,” afirma Betina Lykke Ander­sen, da orga­ni­za­ção do festival.A elite oculta que está a todo custo imple­men­tando a Nova Ordem Mun­dial, bus­cam cons­tan­te­mente por fim ao dinheiro comum e usar Chips em seu lugar.

De acordo com um estudo do ins­ti­tuto norte-​americano Gart­ner, as tran­sa­ções mun­di­ais de paga­men­tos móveis, vão atin­gir, este ano os 176 mil milhões de euros. Estima-​se que o volume e os valo­res das tran­sa­ções móveis tenham um cres­ci­mento médio anual de 35 por cento, entre 2012 e 2017. A tec­no­lo­gia per­mite o paga­mento de peque­nas quan­tias em muito pouco tempo, ape­nas um segundo.





Fontes: Os Illuminati , Youtube - Volte Para o Eterno , Youtube - Eeuronews (em português)

Para preencher o vazio criado pela «sociedade sem dinheiro», os globalistas terão de inventar um sistema de compras paralelo. Por outras palavras, como é que eles conseguem que as pessoas autorizem a implantação dos chips? Recorrendo ao controlo da Imprensa, para que estes levem até nossa casa uma conclusão do Tavistock Institute for Behaviour Analysis – convencendo as pessoas de que isso é necessário. O cenário, que está a ser testado nos Estados Unidos, será o seguinte.

“Primeiro”, escreve Texe Marrs em «Millenium: Peace Promises and lhe Day They Take our Money Away», “o mundo será obrigado a usar um novo sistema de identificação internacional computadorizado, com dados pessoais digitalizados de acesso imediato, como informações bancárias, classificações de crédito e situação profissional. Pouco depois, todos os bilhetes de identidade existentes, cartões de débito, cartas de condução e cartões de crédito serão consolidados num único cartão inteligente multifuncional e tecnologicamente avançado, equipado com um chip de circuitos integrados que é capaz de armazenar tanto o dinheiro electrónico como os dados de identificação pessoal. Quase ao mesmo tempo, o mundo terá ficado sem dinheiro, e todas as moedas serão ilegalizadas para que sejamos obrigados a comprar tudo por via informática – apenas uma série de números a flutuar no ciberespaço.”

Assim que o dinheiro desaparecer, os cartões inteligentes forem aceites pela população em geral e o sistema electrónico de chips estiver consolidado, todos os problemas podem ser fabricados no seio do sistema NWO de cartões inteligentes. Por exemplo, de vez em quando, as pessoas poderão verificar que o seu dinheiro desaparece no ar, devido a lamentáveis mas inevitáveis erros informáticos. Que se podem registar erros informáticos é um dado adquirido. Que podem ser provocados, também é um dado adquirido. Se acreditarmos que tudo isto conduz inevitavelmente ao objectivo final, que é implantar o microchip, então o cenário que acabo de descrever é bastante plausível. Após vários meses de atraso, telefonemas e processos judiciais, os bancos «devolverão» com a mesma rapidez o dinheiro encontrado ao seu dono. Informar-nos-ão que os nossos novos cartões se podem perder ou ser roubados com facilidade e, se tal acontecer, não conseguiremos funcionar nem efectuar a nossas transacções com segurança.

De acordo com um estudo de mercado Ipsos-Reid, mais de um terço (35 %) dos canadianos têm as suas informações pessoais online comprometidas desde Março de 2003. Em Junho de 2001, este número correspondia a 21 %. Em Dezembro de 2000, era apenas de 18 %. Das pessoas cujos dados estão comprometidos, 95 % tinham assinado inadvertidamente e 29 % afirmaram que os seus dados pessoais foram vendidos ou transferidos para uma terceira parte. Quarenta e três por cento dos participantes no estudo dizem acreditar que as informações estão protegidas.

A Allied Business Intelligence, uma empresa de estudos de mercado, calcula que o valor global de mercado dos microchips destinados a cartões inteligentes ultrapasse 3,1 mil milhões de dólares em 2008.

Actualmente, em França, há 850.000 consumidores que usam regularmente cartões inteligentes. No Japão, encontram-se em circulação 650.000 porta-moedas electrónicos, os chamados cartões «Edy». O cartão francês Moneo (o cartão inteligente que pode ser carregado com dinheiro electrónico e usado para pagar em parquímetros, máquinas de venda automática e estabelecimentos. Protocolos criptográficos protegem a troca de dinheiro entre o cartão inteligente e a máquina de aceitação) pode ser incorporado nos cartões já existentes, algo que nunca foi tentado excepto em França. Aliás, já foi automaticamente integrado em 25 milhões de cartões de crédito aquando da sua renovação, o que nem sempre é do conhecimento dos titulares.

Por último, o Big Brother dir-nos-á que tem a solução perfeita para estes problemas: ligar as pessoas individualmente ao seu cartão. Então, ser-nos-á injectado debaixo da pele das mãos um biochip identificador que substituirá os nossos bilhetes de identidade. Ninguém poderá comprar ou vender seja o que for sem ele6.

E aqui está: o chip de um microcomputador pode ser implantado debaixo da nossa pele, e as estatísticas vitais podem ser lidas por um scanner electrónico. Estará tudo a postos para um governo que quer controlar os movimentos de toda a gente, visto que saberá tudo a nosso respeito.

Fontes: Paradigma da Matrix, , Revellati online

Como passar aos chips no aspecto monetário?

Para preencher o vazio criado pela «sociedade sem dinheiro», os globalistas terão de inventar um sistema de compras paralelo. Por outras palavras, como é que eles conseguem que as pessoas autorizem a implantação dos chips? Recorrendo ao controlo da Imprensa, para que estes levem até nossa casa uma conclusão do Tavistock Institute for Behaviour Analysis – convencendo as pessoas de que isso é necessário. O cenário, que está a ser testado nos Estados Unidos, será o seguinte.

“Primeiro”, escreve Texe Marrs em «Millenium: Peace Promises and lhe Day They Take our Money Away», “o mundo será obrigado a usar um novo sistema de identificação internacional computadorizado, com dados pessoais digitalizados de acesso imediato, como informações bancárias, classificações de crédito e situação profissional. Pouco depois, todos os bilhetes de identidade existentes, cartões de débito, cartas de condução e cartões de crédito serão consolidados num único cartão inteligente multifuncional e tecnologicamente avançado, equipado com um chip de circuitos integrados que é capaz de armazenar tanto o dinheiro electrónico como os dados de identificação pessoal. Quase ao mesmo tempo, o mundo terá ficado sem dinheiro, e todas as moedas serão ilegalizadas para que sejamos obrigados a comprar tudo por via informática – apenas uma série de números a flutuar no ciberespaço.”

Assim que o dinheiro desaparecer, os cartões inteligentes forem aceites pela população em geral e o sistema electrónico de chips estiver consolidado, todos os problemas podem ser fabricados no seio do sistema NWO de cartões inteligentes. Por exemplo, de vez em quando, as pessoas poderão verificar que o seu dinheiro desaparece no ar, devido a lamentáveis mas inevitáveis erros informáticos. Que se podem registar erros informáticos é um dado adquirido. Que podem ser provocados, também é um dado adquirido. Se acreditarmos que tudo isto conduz inevitavelmente ao objectivo final, que é implantar o microchip, então o cenário que acabo de descrever é bastante plausível. Após vários meses de atraso, telefonemas e processos judiciais, os bancos «devolverão» com a mesma rapidez o dinheiro encontrado ao seu dono. Informar-nos-ão que os nossos novos cartões se podem perder ou ser roubados com facilidade e, se tal acontecer, não conseguiremos funcionar nem efectuar a nossas transacções com segurança.

De acordo com um estudo de mercado Ipsos-Reid, mais de um terço (35 %) dos canadianos têm as suas informações pessoais online comprometidas desde Março de 2003. Em Junho de 2001, este número correspondia a 21 %. Em Dezembro de 2000, era apenas de 18 %. Das pessoas cujos dados estão comprometidos, 95 % tinham assinado inadvertidamente e 29 % afirmaram que os seus dados pessoais foram vendidos ou transferidos para uma terceira parte. Quarenta e três por cento dos participantes no estudo dizem acreditar que as informações estão protegidas.

A Allied Business Intelligence, uma empresa de estudos de mercado, calcula que o valor global de mercado dos microchips destinados a cartões inteligentes ultrapasse 3,1 mil milhões de dólares em 2008.

Actualmente, em França, há 850.000 consumidores que usam regularmente cartões inteligentes. No Japão, encontram-se em circulação 650.000 porta-moedas electrónicos, os chamados cartões «Edy». O cartão francês Moneo (o cartão inteligente que pode ser carregado com dinheiro electrónico e usado para pagar em parquímetros, máquinas de venda automática e estabelecimentos. Protocolos criptográficos protegem a troca de dinheiro entre o cartão inteligente e a máquina de aceitação) pode ser incorporado nos cartões já existentes, algo que nunca foi tentado excepto em França. Aliás, já foi automaticamente integrado em 25 milhões de cartões de crédito aquando da sua renovação, o que nem sempre é do conhecimento dos titulares.

Por último, o Big Brother dir-nos-á que tem a solução perfeita para estes problemas: ligar as pessoas individualmente ao seu cartão. Então, ser-nos-á injectado debaixo da pele das mãos um biochip identificador que substituirá os nossos bilhetes de identidade. Ninguém poderá comprar ou vender seja o que for sem ele6.

E aqui está: o chip de um microcomputador pode ser implantado debaixo da nossa pele, e as estatísticas vitais podem ser lidas por um scanner electrónico. Estará tudo a postos para um governo que quer controlar os movimentos de toda a gente, visto que saberá tudo a nosso respeito.

Fontes: Paradigma da Matrix, , Revellati online

O Walmart lançou uma máquina chamada Station One Health , esta tecnologia é projetada para facilitar a compra de medicamentos assegurados com o Obamacare.

 Uma característica muito interessante desta máquina é que ele tem um scanner para ler um microchip RFID em pé sobre a mão direita , se você ficar na frente da máquina.


A Marca da Besta

A primeira coisa que você tem que entender sobre a marca da besta é que é um sistema global que coleta as informações e links para registros pessoais de todos os tipos. Isso culminará em um chip implantado em seu corpo que irá ligá-lo a este sistema. Você pode exibir essas informações já coletadas quando você usa seu cartão de débito , cartão de sócio do supermercado . Hoje tudo é controlado por chips . Seu carro tem um chip de computador que é o que o faz funcionar. Existem centros de armazenamento de dados em todo o mundo , até mesmo a própria Internet é parte deste sistema .

" E naqueles dias os homens buscarão a morte , e não a acharão , e desejarão morrer , mas a morte fugirá deles " Apocalipse 09:06

O que é apresentado nessa página não é fantasia , não é uma idéia de algo que poderia acontecer no futuro próximo. Cada item aqui vai falar sobre os avanços tecnológicos que ocorreram ou estão em fase final de desenvolvimento em ir ao mercado. Cada item aqui não só irá apresentar o plano , mas as ferramentas existentes que a Nova Ordem Mundial começou a controlar.


No livro de Apocalipse chama isso de a marca da besta. O que o apóstolo João viu com admiração , hoje é uma realidade. Estes são os últimos tempos previstos no livro do Apocalipse.

Gradualmente América estão sendo bombardeado com a tecnologia do microchip RFID. O chip está aparecendo em todos os aspectos de nossa vida diária , tornando-se , literalmente, depende da tecnologia que está sendo usado em quase todas as transações : comércio, médica , financeira e afins .



Vídeo gravado por um cidadão e sua esposa na Virgínia para atender a essa nova tecnologia no Wallmart Fonte do video Youtube Kelly Scott

Fonte: Tiempos Proféticos

Walmart introduz a tecnologia Microchip para digitalizar a mão direita em suas farmácias

O Walmart lançou uma máquina chamada Station One Health , esta tecnologia é projetada para facilitar a compra de medicamentos assegurados com o Obamacare.

 Uma característica muito interessante desta máquina é que ele tem um scanner para ler um microchip RFID em pé sobre a mão direita , se você ficar na frente da máquina.


A Marca da Besta

A primeira coisa que você tem que entender sobre a marca da besta é que é um sistema global que coleta as informações e links para registros pessoais de todos os tipos. Isso culminará em um chip implantado em seu corpo que irá ligá-lo a este sistema. Você pode exibir essas informações já coletadas quando você usa seu cartão de débito , cartão de sócio do supermercado . Hoje tudo é controlado por chips . Seu carro tem um chip de computador que é o que o faz funcionar. Existem centros de armazenamento de dados em todo o mundo , até mesmo a própria Internet é parte deste sistema .

" E naqueles dias os homens buscarão a morte , e não a acharão , e desejarão morrer , mas a morte fugirá deles " Apocalipse 09:06

O que é apresentado nessa página não é fantasia , não é uma idéia de algo que poderia acontecer no futuro próximo. Cada item aqui vai falar sobre os avanços tecnológicos que ocorreram ou estão em fase final de desenvolvimento em ir ao mercado. Cada item aqui não só irá apresentar o plano , mas as ferramentas existentes que a Nova Ordem Mundial começou a controlar.


No livro de Apocalipse chama isso de a marca da besta. O que o apóstolo João viu com admiração , hoje é uma realidade. Estes são os últimos tempos previstos no livro do Apocalipse.

Gradualmente América estão sendo bombardeado com a tecnologia do microchip RFID. O chip está aparecendo em todos os aspectos de nossa vida diária , tornando-se , literalmente, depende da tecnologia que está sendo usado em quase todas as transações : comércio, médica , financeira e afins .



Vídeo gravado por um cidadão e sua esposa na Virgínia para atender a essa nova tecnologia no Wallmart Fonte do video Youtube Kelly Scott

Fonte: Tiempos Proféticos

Uma equipe de pesquisadores japoneses anunciou ter inventado um microchip que poderia ser implantado no corpo humano para acompanhar as condições físicas das pessoas.

O microchip é formado por uma película ultrafina e flexível, cinco vezes mais fino que papel-filme, e pode continuar funcionando mesmo depois de ser dobrado, amassado ou esticado.

Segundo os cientistas da Universidade de Tóquio que o idealizaram, o chip pode ser aplicado em qualquer lugar na ou sob a pele e acompanhar todos os tipos de dados do corpo, como a temperatura, pressão, batidas do coração e movimentos musculares.

O único problema ainda não resolvido é a alimentação do chip, pois uma bateria para um dispositivo com este ainda não foi inventada. Leia mais em ansabrasil.com.br (ANSA)

Nota: Único problema entre áspas veja:

A maioria desses Microchips contém um transponder e uma bateria de lítio recarregável. A bateria é carregada por um circuito de termopar que produz uma voltagem de flutuações com a temperatura do corpo. E só existem dois lugares no corpo humano que é capaz de produzir essa corrente eletrica, na mão direita e na fronte (testa).

"E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte." (Apocalipse 13:16)

Fontes: Notícias Uol , Revellati online

Microchip pode monitorar funções do corpo humano

Uma equipe de pesquisadores japoneses anunciou ter inventado um microchip que poderia ser implantado no corpo humano para acompanhar as condições físicas das pessoas.

O microchip é formado por uma película ultrafina e flexível, cinco vezes mais fino que papel-filme, e pode continuar funcionando mesmo depois de ser dobrado, amassado ou esticado.

Segundo os cientistas da Universidade de Tóquio que o idealizaram, o chip pode ser aplicado em qualquer lugar na ou sob a pele e acompanhar todos os tipos de dados do corpo, como a temperatura, pressão, batidas do coração e movimentos musculares.

O único problema ainda não resolvido é a alimentação do chip, pois uma bateria para um dispositivo com este ainda não foi inventada. Leia mais em ansabrasil.com.br (ANSA)

Nota: Único problema entre áspas veja:

A maioria desses Microchips contém um transponder e uma bateria de lítio recarregável. A bateria é carregada por um circuito de termopar que produz uma voltagem de flutuações com a temperatura do corpo. E só existem dois lugares no corpo humano que é capaz de produzir essa corrente eletrica, na mão direita e na fronte (testa).

"E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte." (Apocalipse 13:16)

Fontes: Notícias Uol , Revellati online

Soluções como o Google Wallet e o PayPal querem reduzir o número de cartões na sua carteira, para você usar apenas o smartphone. Mas nem sempre isso é conveniente. Então que tal um cartão que reúne todas as suas opções de débito, crédito e mais?

O Coin quer emagrecer sua carteira: ele imita e substitui os cartões de débito, crédito, de fidelidade, de sócio e até gift cards. E futuras gerações dele podem funcionar no Brasil… mas estamos céticos.

O Coin tem o tamanho de um cartão de crédito normal, mas possui Bluetooth integrado e uma bateria que dura dois anos. Por fora, você verá uma pequena tela e-ink, um botão para alternar entre cartões e uma tarja magnética para fingir ser qualquer cartão em sua carteira.


Usando um app para iOS ou Android, você insere os dados do cartão e, em seguida, envia tudo para o Coin através de um dongle compacto incluso. Para alternar entre crédito, débito etc., basta pressionar o botão do Coin até aparecer na tela e-ink a opção desejada. Em seguida, passe o cartão na leitora, e pronto.

Nos EUA, o chip ainda é pouco usado nos cartões, então lá o Coin faz mais sentido. Mas o FAQ do produto nos dá esperanças, já que ele promete suporte a chip no futuro:

P. O Coin tem suporte a chip e PIN (EMV)?

R. O Coin foi feito para o mercado americano e não suporta chip e PIN (EMV); no entanto, as gerações futuras do dispositivo incluirão EMV.

O Coin se conecta ao smartphone via Bluetooth LE, que consome pouca energia. Isso permite gerenciar os cartões que o Coin pode imitar, e também fornece um pouco de segurança extra. Se você acidentalmente esquecer o cartão em algum lugar, ou se você for roubado, aparece uma notificação no celular de que a conexão Bluetooth foi perdida; o Coin será desativado automaticamente.

Além disso, todas as comunicações sem fio entre o cartão e o telefone são protegidas com criptografia de 256 bits, para impedir que alguém intercepte os detalhes da sua conta.



Há um detalhe potencialmente desagradável: “quando a bateria acabar, você terá que substituir seu Coin”, diz o FAQ. Trocar de cartão a cada 24 meses não é desejável, especialmente porque ele não custa pouco.

O Coin deve estrear em meados de 2014, mas a pré-venda começou hoje, através de uma campanha de crowdfunding. Na pré-venda, ele custa US$ 50 (mais frete), metade do preço sugerido para o lançamento. Mesmo se ele funcionar futuramente no Brasil, será que vale a pena gastar tanto dinheiro, em vez de apenas levar seus cartões gratuitos (ou baratos) por aí?



Ficamos ainda mais céticos porque, ano passado, outro cartão prometia acabar com todos os cartões de crédito e débito: era o Geode.

Ele consistia em um case para iPhone com leitor de impressões digitais e de cartão magnético. Bastava registrar sua digital, passar o cartão no leitor e o app Geode guardava as informações dele. Na parte de trás, havia um compartimento fino com um cartão: o case gravava nele as informações dos seus cartões de crédito, débito e gift cards.

A iCache, criadora do Geode, recebeu US$ 350.000 através do Kickstarter, mais US$ 4 milhões em outros investimentos. Aí a empresa sumiu do mapa. O site está fora do ar, e as contas nas redes sociais foram abandonadas.

Não era golpe: os clientes receberam o Geode, mas ele não era muito durável, parando de funcionar após certo tempo de uso. Alguns receberam novos cartões, outros receberam reembolso, mas houve quem saiu lesado – eles criaram o grupo “Roubados pela iCache” no Facebook.

A ZDNet acredita que o problema esteve em associar o case Geode ao iPhone 4/4S, já que o iPhone 5 abandonou o conector de 30 pinos. O cartão Coin não tem esse problema, mas como é feito por uma empresa nova – fundada em maio de 2012 – não é garantido que o produto sairá perfeito desde sua primeira versão. A ver.

Referência: Only Coin

Fontes: Tribo Gamer ,  Gizmodo

O cartão para acabar com todos os cartões de crédito e débito

Soluções como o Google Wallet e o PayPal querem reduzir o número de cartões na sua carteira, para você usar apenas o smartphone. Mas nem sempre isso é conveniente. Então que tal um cartão que reúne todas as suas opções de débito, crédito e mais?

O Coin quer emagrecer sua carteira: ele imita e substitui os cartões de débito, crédito, de fidelidade, de sócio e até gift cards. E futuras gerações dele podem funcionar no Brasil… mas estamos céticos.

O Coin tem o tamanho de um cartão de crédito normal, mas possui Bluetooth integrado e uma bateria que dura dois anos. Por fora, você verá uma pequena tela e-ink, um botão para alternar entre cartões e uma tarja magnética para fingir ser qualquer cartão em sua carteira.


Usando um app para iOS ou Android, você insere os dados do cartão e, em seguida, envia tudo para o Coin através de um dongle compacto incluso. Para alternar entre crédito, débito etc., basta pressionar o botão do Coin até aparecer na tela e-ink a opção desejada. Em seguida, passe o cartão na leitora, e pronto.

Nos EUA, o chip ainda é pouco usado nos cartões, então lá o Coin faz mais sentido. Mas o FAQ do produto nos dá esperanças, já que ele promete suporte a chip no futuro:

P. O Coin tem suporte a chip e PIN (EMV)?

R. O Coin foi feito para o mercado americano e não suporta chip e PIN (EMV); no entanto, as gerações futuras do dispositivo incluirão EMV.

O Coin se conecta ao smartphone via Bluetooth LE, que consome pouca energia. Isso permite gerenciar os cartões que o Coin pode imitar, e também fornece um pouco de segurança extra. Se você acidentalmente esquecer o cartão em algum lugar, ou se você for roubado, aparece uma notificação no celular de que a conexão Bluetooth foi perdida; o Coin será desativado automaticamente.

Além disso, todas as comunicações sem fio entre o cartão e o telefone são protegidas com criptografia de 256 bits, para impedir que alguém intercepte os detalhes da sua conta.



Há um detalhe potencialmente desagradável: “quando a bateria acabar, você terá que substituir seu Coin”, diz o FAQ. Trocar de cartão a cada 24 meses não é desejável, especialmente porque ele não custa pouco.

O Coin deve estrear em meados de 2014, mas a pré-venda começou hoje, através de uma campanha de crowdfunding. Na pré-venda, ele custa US$ 50 (mais frete), metade do preço sugerido para o lançamento. Mesmo se ele funcionar futuramente no Brasil, será que vale a pena gastar tanto dinheiro, em vez de apenas levar seus cartões gratuitos (ou baratos) por aí?



Ficamos ainda mais céticos porque, ano passado, outro cartão prometia acabar com todos os cartões de crédito e débito: era o Geode.

Ele consistia em um case para iPhone com leitor de impressões digitais e de cartão magnético. Bastava registrar sua digital, passar o cartão no leitor e o app Geode guardava as informações dele. Na parte de trás, havia um compartimento fino com um cartão: o case gravava nele as informações dos seus cartões de crédito, débito e gift cards.

A iCache, criadora do Geode, recebeu US$ 350.000 através do Kickstarter, mais US$ 4 milhões em outros investimentos. Aí a empresa sumiu do mapa. O site está fora do ar, e as contas nas redes sociais foram abandonadas.

Não era golpe: os clientes receberam o Geode, mas ele não era muito durável, parando de funcionar após certo tempo de uso. Alguns receberam novos cartões, outros receberam reembolso, mas houve quem saiu lesado – eles criaram o grupo “Roubados pela iCache” no Facebook.

A ZDNet acredita que o problema esteve em associar o case Geode ao iPhone 4/4S, já que o iPhone 5 abandonou o conector de 30 pinos. O cartão Coin não tem esse problema, mas como é feito por uma empresa nova – fundada em maio de 2012 – não é garantido que o produto sairá perfeito desde sua primeira versão. A ver.

Referência: Only Coin

Fontes: Tribo Gamer ,  Gizmodo

Acesso. Pequeno dispositivo promete facilidade no dia a dia; Amal Graafstra tem um chip em cada mão

Por: Litza Mattos

Imagine um futuro sem chaves, senhas, códigos de barras e, ainda assim, com privacidade e segurança. Essa evolução já está bem perto de virar realidade. Dentro de três semanas, chega a Belo Horizonte a novidade que irá substituir todos esses instrumentos: um chip implantado debaixo da pele, com funções múltiplas. A venda está prevista para começar em fevereiro de 2014.

O dispositivo, que mede cerca de 2 mm – aproximadamente o tamanho de um grão de arroz –, foi desenvolvido pelo norte-americano Amal Graafstra, que queria acessar seu escritório com mais facilidade. Desde 2005, ele possui um chip em cada mão.

Nesse caso, o local escolhido para o implante foi entre a membrana do polegar e o dedo indicador, por ser uma região de fácil acesso, uma vez que o chip funciona por radiofrequência compatível com Near Field Communication (NFC). Essa tecnologia permite comunicação em curta distância entre dispositivos, sem a utilização de fios e configurações adicionais, apenas aproximando a mão ao leitor do chip.

Dessa forma, o dispositivo permite a interação humana com diversos sistemas no dia a dia, como destrancar portas, acessar telefones, fazer login em computadores e ligar veículos. Além disso, ele facilita o compartilhamento de contatos, vídeos do YouTube, páginas do Facebook e outras funções nas redes sociais.

Auxílio. Por exigir poucos movimentos para atender as necessidades do usuário, o chip poderá beneficiar pessoas com deficiência. “O biochip também poderá ser usado com outras finalidades como pagamentos de contas, ou qualquer outra situação na qual pessoas, animais ou plantas precisem ser identificados”, afirma Ewerson Guimarães, um dos fundadores da Área 31 Hackerspace, laboratório comunitário localizado em Belo Horizonte, aberto e colaborativo, que possibilitou a vinda dos primeiros biochips ao país.

Graças a uma parceria, pesquisadores da Área 31 Hackerspace irão realizar testes de utilização do biochip também para a automação residencial (controle da iluminação da casa, por exemplo), credenciamento e monitoramento.

Várias pessoas já manifestaram interesse em testar a novidade e se tornarem “cyborgs” – abreviação de “cybernetic organism”, organismo cibernético, em português –, ou seja, um humano ou animal com partes orgânicas e eletrônicas, diz Guimarães.

Por ser revestido com um vidro biocompatível bastante resistente, não possuir bateria e ter pouca quantidade de liga metálica, o dispositivo não precisa ser trocado ou passar por manutenção, afirma o cientista.

Na capital mineira, um dos focos da pesquisa será aumentar a capacidade de armazenagem de dados que hoje é de até 144 bytes por chip. “Um dos nossos desafios é aumentar a quantidade de dados que podem ser armazenados, sem alterar fisicamente o biochip, desafio esse que já está bem adiantado”, conta.


Procedimento

Pele. O implante do chip deve ser feito apenas sob orientação. O processo dura de 5 a 10 segundos e é como colocar um piercing. A cicatrização pode levar até quatro semanas. Um médico pode removê-lo, se necessário.


Referência: Área 31

Fontes: Forum Anti Nova Ordem Mundial , O Tempo

BH testa chip que faz mão virar um controle remoto universal

Acesso. Pequeno dispositivo promete facilidade no dia a dia; Amal Graafstra tem um chip em cada mão

Por: Litza Mattos

Imagine um futuro sem chaves, senhas, códigos de barras e, ainda assim, com privacidade e segurança. Essa evolução já está bem perto de virar realidade. Dentro de três semanas, chega a Belo Horizonte a novidade que irá substituir todos esses instrumentos: um chip implantado debaixo da pele, com funções múltiplas. A venda está prevista para começar em fevereiro de 2014.

O dispositivo, que mede cerca de 2 mm – aproximadamente o tamanho de um grão de arroz –, foi desenvolvido pelo norte-americano Amal Graafstra, que queria acessar seu escritório com mais facilidade. Desde 2005, ele possui um chip em cada mão.

Nesse caso, o local escolhido para o implante foi entre a membrana do polegar e o dedo indicador, por ser uma região de fácil acesso, uma vez que o chip funciona por radiofrequência compatível com Near Field Communication (NFC). Essa tecnologia permite comunicação em curta distância entre dispositivos, sem a utilização de fios e configurações adicionais, apenas aproximando a mão ao leitor do chip.

Dessa forma, o dispositivo permite a interação humana com diversos sistemas no dia a dia, como destrancar portas, acessar telefones, fazer login em computadores e ligar veículos. Além disso, ele facilita o compartilhamento de contatos, vídeos do YouTube, páginas do Facebook e outras funções nas redes sociais.

Auxílio. Por exigir poucos movimentos para atender as necessidades do usuário, o chip poderá beneficiar pessoas com deficiência. “O biochip também poderá ser usado com outras finalidades como pagamentos de contas, ou qualquer outra situação na qual pessoas, animais ou plantas precisem ser identificados”, afirma Ewerson Guimarães, um dos fundadores da Área 31 Hackerspace, laboratório comunitário localizado em Belo Horizonte, aberto e colaborativo, que possibilitou a vinda dos primeiros biochips ao país.

Graças a uma parceria, pesquisadores da Área 31 Hackerspace irão realizar testes de utilização do biochip também para a automação residencial (controle da iluminação da casa, por exemplo), credenciamento e monitoramento.

Várias pessoas já manifestaram interesse em testar a novidade e se tornarem “cyborgs” – abreviação de “cybernetic organism”, organismo cibernético, em português –, ou seja, um humano ou animal com partes orgânicas e eletrônicas, diz Guimarães.

Por ser revestido com um vidro biocompatível bastante resistente, não possuir bateria e ter pouca quantidade de liga metálica, o dispositivo não precisa ser trocado ou passar por manutenção, afirma o cientista.

Na capital mineira, um dos focos da pesquisa será aumentar a capacidade de armazenagem de dados que hoje é de até 144 bytes por chip. “Um dos nossos desafios é aumentar a quantidade de dados que podem ser armazenados, sem alterar fisicamente o biochip, desafio esse que já está bem adiantado”, conta.


Procedimento

Pele. O implante do chip deve ser feito apenas sob orientação. O processo dura de 5 a 10 segundos e é como colocar um piercing. A cicatrização pode levar até quatro semanas. Um médico pode removê-lo, se necessário.


Referência: Área 31

Fontes: Forum Anti Nova Ordem Mundial , O Tempo


Até a próxima semana, o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) vai incrementar o atendimento para o recadastramento biométrico nos postos do Riomar e da Rui Barbosa que recebem mais quites para biometria. Juntos, os dois pontos terão mais 24 aparelhos, o que aumenta a quantidade de eleitores que pode ser atendida simultaneamente.

Desde setembro até o último sábado (2), o número de pessoas cadastradas em Pernambuco aumentou de 37,37% para 45,68%, mas apesar do acréscimo, ainda faltam muitos eleitores que devem realizar o procedimento. O prazo final para o recadastramento, em todo estado, vai de 29 de novembro até 31 de março, mas esta data depende de cada município. Ao todo, são 2.230.777 eleitores nas 35 cidades, e destes, 1.071.096 ainda não fizeram a biometria. Em Recife, ainda precisam ser recadastrados 702.804 eleitores, até 22 de março.


Segundo a coordenadora do recadastramento biométrico Raquel Salazar, ainda acontecem muitos casos de faltas, apesar do agendamento. “As vagas são oferecidas semanalmente e sempre são preenchidas, mas ainda acontece muita desistência e muitos horários ficam livres”, explicou a coordenadora. Ela ainda lembrou que o eleitorado não deve deixar para marcar o recadatramento no final do prazo para não haver tumulto.

Nos dias 15 e 16 de novembro (sexta e sábado), todos os postos estarão fechados porque o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fará uma manutenção no sistema em todo país.


Referência: TRE

Fontes:Diario de Pernambuco , O Correio de Deus

Biometria: o TRE-PE aumenta o número de atendimentos em Recife

Até a próxima semana, o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) vai incrementar o atendimento para o recadastramento biométrico nos postos do Riomar e da Rui Barbosa que recebem mais quites para biometria. Juntos, os dois pontos terão mais 24 aparelhos, o que aumenta a quantidade de eleitores que pode ser atendida simultaneamente.

Desde setembro até o último sábado (2), o número de pessoas cadastradas em Pernambuco aumentou de 37,37% para 45,68%, mas apesar do acréscimo, ainda faltam muitos eleitores que devem realizar o procedimento. O prazo final para o recadastramento, em todo estado, vai de 29 de novembro até 31 de março, mas esta data depende de cada município. Ao todo, são 2.230.777 eleitores nas 35 cidades, e destes, 1.071.096 ainda não fizeram a biometria. Em Recife, ainda precisam ser recadastrados 702.804 eleitores, até 22 de março.


Segundo a coordenadora do recadastramento biométrico Raquel Salazar, ainda acontecem muitos casos de faltas, apesar do agendamento. “As vagas são oferecidas semanalmente e sempre são preenchidas, mas ainda acontece muita desistência e muitos horários ficam livres”, explicou a coordenadora. Ela ainda lembrou que o eleitorado não deve deixar para marcar o recadatramento no final do prazo para não haver tumulto.

Nos dias 15 e 16 de novembro (sexta e sábado), todos os postos estarão fechados porque o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fará uma manutenção no sistema em todo país.


Referência: TRE

Fontes:Diario de Pernambuco , O Correio de Deus

A NBC está prevendo que o Chip RFID será implantado em americanos em 2017 será esta a peça  inicial da marca da besta?

Se você colocar o Microchip  RFID,eles podem acompanhar todos os seus movimentos, controlar o seu dinheiro, controlar a sua comida e até mesmo possível matá-lo se você não obedecer!

Um certo número de estados como o estado da Virgínia, EUA querem  "impedir a legislação da marca da besta" em um esforço para parar com isso.

Lembre-se, eles fazem as coisas ao longo do tempo para condicionar a população a pensar que isso é normal. Por favor, entenda, você é apenas um número para o governo.

O Chip RFID é para os governos o que significa que querem controlá-lo para o resto de sua vida.



O Bill HR 3962 é uma cópia exata do projeto de lei HR 3200 na aceitação de poucas palavras removidas a respeito do Microchip RFID, mas a capacidade de lascar cada cidadão dos Estados Unidos ainda está em projeto de lei.

Abra Bill e leia as páginas 1501-1510
http://housedocs.house.gov/rules/heal…

Leia Classe II  Controle Especial de Orientação para FDA Staff
http://www.fda.gov/MedicalDevices/Dev…

Leia o artigo Chip Implant Found In The Health Care Bill
http://www.sodahead.com/united-states…

Por favor, ler e fazer a pesquisa você mesmo!

A Agenda do Microchip RFID tem estado em obras por algum tempo e agora a maioria dos sites que afirmam que fizeram a pesquisa para você foram pagos ou ameaçados pelo governo.



O vídeo acima também revela que o Chip RFID  para o cérebro  humano está  desenvolvido, este chip possui uma dose letal de cianeto e a ser ativado a qualquer momento por aqueles no controle.

Baixe este vídeo, re-envie para a web, use essa mesma descrição e título, conte aos amigos e familiares antes que seja tarde!

Fontes: Illuminati Elite Maldita , Before Its News

NBC prediz: Todos os americanos receberão um implante RFID em 2017

A NBC está prevendo que o Chip RFID será implantado em americanos em 2017 será esta a peça  inicial da marca da besta?

Se você colocar o Microchip  RFID,eles podem acompanhar todos os seus movimentos, controlar o seu dinheiro, controlar a sua comida e até mesmo possível matá-lo se você não obedecer!

Um certo número de estados como o estado da Virgínia, EUA querem  "impedir a legislação da marca da besta" em um esforço para parar com isso.

Lembre-se, eles fazem as coisas ao longo do tempo para condicionar a população a pensar que isso é normal. Por favor, entenda, você é apenas um número para o governo.

O Chip RFID é para os governos o que significa que querem controlá-lo para o resto de sua vida.



O Bill HR 3962 é uma cópia exata do projeto de lei HR 3200 na aceitação de poucas palavras removidas a respeito do Microchip RFID, mas a capacidade de lascar cada cidadão dos Estados Unidos ainda está em projeto de lei.

Abra Bill e leia as páginas 1501-1510
http://housedocs.house.gov/rules/heal…

Leia Classe II  Controle Especial de Orientação para FDA Staff
http://www.fda.gov/MedicalDevices/Dev…

Leia o artigo Chip Implant Found In The Health Care Bill
http://www.sodahead.com/united-states…

Por favor, ler e fazer a pesquisa você mesmo!

A Agenda do Microchip RFID tem estado em obras por algum tempo e agora a maioria dos sites que afirmam que fizeram a pesquisa para você foram pagos ou ameaçados pelo governo.



O vídeo acima também revela que o Chip RFID  para o cérebro  humano está  desenvolvido, este chip possui uma dose letal de cianeto e a ser ativado a qualquer momento por aqueles no controle.

Baixe este vídeo, re-envie para a web, use essa mesma descrição e título, conte aos amigos e familiares antes que seja tarde!

Fontes: Illuminati Elite Maldita , Before Its News

Você gosta de O Exterminador do Futuro ou Robocop? Então veja esse modelo de robô andando sobre escombros e prepare-se para o futuro da humanidade.

O futuro é algo que nem a Mãe Dináh consegue prever. Mas a tecnologia talvez saiba ou ao menos brinca com as possibilidades daquilo que podemos presenciar num futuro próximo ou longínquo – e, sob certo ponto de vista, isso pode ser assustador.

O vídeo acima só comprova a tese. Nele, a Boston Dynamics nos dá outro pitaco da visão de futuro que a companhia tem com suas engenhosas criações – financiadas pela DARPA –demonstrando o ATLAS, robô humanoide tão ousado que dá uma de equilibrista ao caminhar sobre escombros nos testes realizados.

Com eficiência e bom equilíbrio, o ATLAS, que lembra bem um modelo derivado de “Robocop” ou do clássico “O Exterminador do Futuro”, aparece andando sobre uma superfície bastante pedregosa sem perder o charme.

Para comprovar a rigidez da lataria (quase) humana, a equipe ainda arremessou um peso de mais de 20 kg na lateral do robô sem que nada acontecesse. ATLAS cambaleou, mas jamais deu sinais de que poderia cair.

Vale lembrar que o robô já havia sido demonstrado em julho e que, de lá para cá, as melhorias foram impressionantes. É bem possível que ele vire o maior presente de Natal que você poderia dar ao seu filho – alguém aí se lembrou de “Um Herói de Brinquedo”, com Arnold Schwarzenegger? Só que sem o fator humano – apenas robô humanoide.



Referência: TecMundo

Fontes:
YouTube/BostonDynamic
O Mensageiro do Fim

Vídeo mostra robô humanoide ATLAS, um possível substituto de humanos

Você gosta de O Exterminador do Futuro ou Robocop? Então veja esse modelo de robô andando sobre escombros e prepare-se para o futuro da humanidade.

O futuro é algo que nem a Mãe Dináh consegue prever. Mas a tecnologia talvez saiba ou ao menos brinca com as possibilidades daquilo que podemos presenciar num futuro próximo ou longínquo – e, sob certo ponto de vista, isso pode ser assustador.

O vídeo acima só comprova a tese. Nele, a Boston Dynamics nos dá outro pitaco da visão de futuro que a companhia tem com suas engenhosas criações – financiadas pela DARPA –demonstrando o ATLAS, robô humanoide tão ousado que dá uma de equilibrista ao caminhar sobre escombros nos testes realizados.

Com eficiência e bom equilíbrio, o ATLAS, que lembra bem um modelo derivado de “Robocop” ou do clássico “O Exterminador do Futuro”, aparece andando sobre uma superfície bastante pedregosa sem perder o charme.

Para comprovar a rigidez da lataria (quase) humana, a equipe ainda arremessou um peso de mais de 20 kg na lateral do robô sem que nada acontecesse. ATLAS cambaleou, mas jamais deu sinais de que poderia cair.

Vale lembrar que o robô já havia sido demonstrado em julho e que, de lá para cá, as melhorias foram impressionantes. É bem possível que ele vire o maior presente de Natal que você poderia dar ao seu filho – alguém aí se lembrou de “Um Herói de Brinquedo”, com Arnold Schwarzenegger? Só que sem o fator humano – apenas robô humanoide.



Referência: TecMundo

Fontes:
YouTube/BostonDynamic
O Mensageiro do Fim

O governo de Israel anunciou a criação de uma comissão que irá estudar formas de eliminar o dinheiro circulando no país. Segundo foi anunciado, seria a melhor maneira de impedir os cidadãos de sonegar impostos. O comitê será presidido por Harel Locker, diretor do Escritório do Primeiro-Ministro.

O dinheiro de papel seria substituído por transações eletrônicas, feitas com cartões de chip. Com as novas tecnologias, os bancos podem controlar quanto as pessoas tem em suas contas e quanto podem retirar. As empresas de cartão atuais registram quanto as pessoas gastam mas o governo não tem controle.

Os membros do grupo de estudo incluem a Polícia Federal de Israel, a Autoridade Tributária, a Autoridade Governamental de Lavagem de Dinheiro e Terror, o Banco Federal de Israel e funcionários da Procuradoria do Estado, entre outros.

O consenso é que o dinheiro como é atualmente usado permite que as pessoas usem subterfúgios para fugir dos impostos. Não há como rastrear muitas das transações feitas em cash e utilizando “laranjas”. Em uma economia sem dinheiro, todos os registros são eletrônicos, e os impostos seriam cobrados em tempo real. Para a economia do país é uma questão muito mais confiável, já que taxas administrativas sobre as transações eletrônicas são comuns em Israel.

Funcionários no gabinete do primeiro-ministro justificam: “em todo o mundo, sabe-se que o dinheiro é um elemento-chave da economia ilegal e da lavagem de dinheiro. Ele permite a existência de uma grande diferença entre os rendimentos relatados e real… Ao eliminar o dinheiro vivo, será possível ampliar a base de tributação e prevenir a lavagem de dinheiro”.

O comitê não estabeleceu um prazo para a decisão final, mas o tamanho do país pode colaborar para que seja rapidamente implantado. Cédulas e moedas representam menos de 10% da economia dos países da zona do Euro e de 7% nos EUA, segundo o Banco de Compensações Internacionais, organização que reúne os bancos centrais do mundo.

Ano passado, a Suécia anunciou que estava criando um sistema de economia totalmente digital, baseado em chips especiais para smartphones. Eles seriam acessados pelas impressões digitais, como o que já está presente na nova geração de iPhones.

Oscar Swartz, fundador do maior provedor de Internet da Suécia, diz que um dos problemas é justamente deixar um “rastro” das transações. “A pessoa deve ser capaz de gastar seu dinheiro sem ser rastreado o tempo todo”, diz ele, levantando a questão da privacidade.

Mas esse exatamente é um dos argumentos dos governos para abdicar do papel-moeda, a capacidade de identificar de onde o dinheiro está saindo e para onde vai.

A Inglaterra já tem um sistema em fase de testes, que funciona tanto em lojas quanto para pagamento de ônibus. Na Ásia, o sistema “payWave” já é popular e acabou com o tempo de espera para pagamento em lanchonetes, postos de gasolina e cinemas, por exemplo. Basta passar com seu cartão com chip perto do caixa eletrônico e clicar um botão concordando com o desconto do valor em sua conta.

A dificuldade, por enquanto, é unificar pagamentos via internet, cartões de crédito e dinheiro vivo. Uma unificação do sistema parece ser o único caminho, mas a questão central é quem controlará a emissão desse dinheiro virtual, elemento básico da economia de um país.

Os especialistas em profecias há muito indicam que o cumprimento de Apocalipse 13:16 viria pela substituição do dinheiro por algum sistema eletrônico e biométrico, entendido assim: “A todos, os pequenos e os grandes e os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte (testa), para que ninguém possa comprar ou vender, se não aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome”. Com informações Israel National News, Inquirer e Independent.

Fontes: Fórum Anti Nova Ordem Mundial , Apocalink

Israel pode substituir todo dinheiro do país por transações com chip

O governo de Israel anunciou a criação de uma comissão que irá estudar formas de eliminar o dinheiro circulando no país. Segundo foi anunciado, seria a melhor maneira de impedir os cidadãos de sonegar impostos. O comitê será presidido por Harel Locker, diretor do Escritório do Primeiro-Ministro.

O dinheiro de papel seria substituído por transações eletrônicas, feitas com cartões de chip. Com as novas tecnologias, os bancos podem controlar quanto as pessoas tem em suas contas e quanto podem retirar. As empresas de cartão atuais registram quanto as pessoas gastam mas o governo não tem controle.

Os membros do grupo de estudo incluem a Polícia Federal de Israel, a Autoridade Tributária, a Autoridade Governamental de Lavagem de Dinheiro e Terror, o Banco Federal de Israel e funcionários da Procuradoria do Estado, entre outros.

O consenso é que o dinheiro como é atualmente usado permite que as pessoas usem subterfúgios para fugir dos impostos. Não há como rastrear muitas das transações feitas em cash e utilizando “laranjas”. Em uma economia sem dinheiro, todos os registros são eletrônicos, e os impostos seriam cobrados em tempo real. Para a economia do país é uma questão muito mais confiável, já que taxas administrativas sobre as transações eletrônicas são comuns em Israel.

Funcionários no gabinete do primeiro-ministro justificam: “em todo o mundo, sabe-se que o dinheiro é um elemento-chave da economia ilegal e da lavagem de dinheiro. Ele permite a existência de uma grande diferença entre os rendimentos relatados e real… Ao eliminar o dinheiro vivo, será possível ampliar a base de tributação e prevenir a lavagem de dinheiro”.

O comitê não estabeleceu um prazo para a decisão final, mas o tamanho do país pode colaborar para que seja rapidamente implantado. Cédulas e moedas representam menos de 10% da economia dos países da zona do Euro e de 7% nos EUA, segundo o Banco de Compensações Internacionais, organização que reúne os bancos centrais do mundo.

Ano passado, a Suécia anunciou que estava criando um sistema de economia totalmente digital, baseado em chips especiais para smartphones. Eles seriam acessados pelas impressões digitais, como o que já está presente na nova geração de iPhones.

Oscar Swartz, fundador do maior provedor de Internet da Suécia, diz que um dos problemas é justamente deixar um “rastro” das transações. “A pessoa deve ser capaz de gastar seu dinheiro sem ser rastreado o tempo todo”, diz ele, levantando a questão da privacidade.

Mas esse exatamente é um dos argumentos dos governos para abdicar do papel-moeda, a capacidade de identificar de onde o dinheiro está saindo e para onde vai.

A Inglaterra já tem um sistema em fase de testes, que funciona tanto em lojas quanto para pagamento de ônibus. Na Ásia, o sistema “payWave” já é popular e acabou com o tempo de espera para pagamento em lanchonetes, postos de gasolina e cinemas, por exemplo. Basta passar com seu cartão com chip perto do caixa eletrônico e clicar um botão concordando com o desconto do valor em sua conta.

A dificuldade, por enquanto, é unificar pagamentos via internet, cartões de crédito e dinheiro vivo. Uma unificação do sistema parece ser o único caminho, mas a questão central é quem controlará a emissão desse dinheiro virtual, elemento básico da economia de um país.

Os especialistas em profecias há muito indicam que o cumprimento de Apocalipse 13:16 viria pela substituição do dinheiro por algum sistema eletrônico e biométrico, entendido assim: “A todos, os pequenos e os grandes e os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte (testa), para que ninguém possa comprar ou vender, se não aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome”. Com informações Israel National News, Inquirer e Independent.

Fontes: Fórum Anti Nova Ordem Mundial , Apocalink

Inovação tecnológica pode substituir os tradicionais documentos de papel

O artista americano Anthony Antonellis decidiu simular na vida real o que sempre foi uma prática comum em filmes de ficção científica. Ele fez um implante de um chip entre seus dedos para ter uma comunicação direta com smartphones.

Para fazer o que o mundo da body art chama de implante transdermal, Antonellis procurou um especialista em modificação corporal habituado a fazer essas pequenas intervenções cirúrgicas para a colocação de adornos subcutâneos.


 O chip de identificação por radiofrequência, ou Rfid, é do tamanho de um grão de areia e foi implantado na mão do artista. O chip tem capacidade de armazenamento de 1 kilobyte (KB) e contém como informação um GIF colorido parecido com um arco-íris.

O arquivo pode ser lido por smartphones. Basta aproximar o celular até dois centímetros da mão do artista para que o aparelho consiga identificar o chip e exibir na tela a imagem do GIF animado.

A curiosa experiência é uma previsão do que está por vir em termos de armazenamento de informações pessoais. É possível que no futuro esses pequenos chips substituam documentos como um RG, um CPF e, quem sabe, até um passaporte.

Fontes: Veja.abril , Revellati online

Artista faz implante de chip na mão que pode ser 'lido' por smartphones

Inovação tecnológica pode substituir os tradicionais documentos de papel

O artista americano Anthony Antonellis decidiu simular na vida real o que sempre foi uma prática comum em filmes de ficção científica. Ele fez um implante de um chip entre seus dedos para ter uma comunicação direta com smartphones.

Para fazer o que o mundo da body art chama de implante transdermal, Antonellis procurou um especialista em modificação corporal habituado a fazer essas pequenas intervenções cirúrgicas para a colocação de adornos subcutâneos.


 O chip de identificação por radiofrequência, ou Rfid, é do tamanho de um grão de areia e foi implantado na mão do artista. O chip tem capacidade de armazenamento de 1 kilobyte (KB) e contém como informação um GIF colorido parecido com um arco-íris.

O arquivo pode ser lido por smartphones. Basta aproximar o celular até dois centímetros da mão do artista para que o aparelho consiga identificar o chip e exibir na tela a imagem do GIF animado.

A curiosa experiência é uma previsão do que está por vir em termos de armazenamento de informações pessoais. É possível que no futuro esses pequenos chips substituam documentos como um RG, um CPF e, quem sabe, até um passaporte.

Fontes: Veja.abril , Revellati online

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