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Suecos fazem 'festas do implante' para se transformar em ciborgues. Entusiastas da tecnologia usam chips que permitem abrir portas sem chave e destravar celulares
Já era noite em Estocolmo quando um grupo de oito pessoas chegou ao Swahili Bobs, um estúdio de tatuagem nos becos escuros do bairro de Sodermalm.

Durante o dia, eles são empresários de tecnologia, estudantes, web designers e consultores de TI, mas, naquela noite, eles seriam transformados em ciborgues.

Pode parecer o início de um romance de ficção científica, mas é um relato de acontecimentos reais, protagonizados pelo biohacker Hannes Sjoblad.

Ele organizou o que chama de "festa do implante", que aconteceu no final de novembro e foi um de muitos eventos semelhantes. Durante o encontro, oito voluntários recebem implantes com um pequeno chip de identificação por rádiofrequência (RFID) sob a pele da mão. Sjoblad também tem um.

Ele ainda está pensando pequeno. Tem o plano de conseguir até 100 voluntários nos próximos meses, com 50 implantes já realizados. Mas sua visão para o futuro é muito maior.

"Vamos chegar a mil, depois a 10 mil. Estou convencido de que essa tecnologia veio para ficar e, em breve, não vamos achar estranho ter implantes em nossas mãos."

Portas abertas

BBC/MC10
Chip aplicado sob a pele dá um toque de ciborgue ao usuário
Sjoblad encontra voluntários nas redes sociais e comunidades de hackers na Suécia – pessoas que estão acostumadas a "brincar" com tecnologia.

No momento, o chip implantado na mão age somente como interface de segurança, permitindo que os usuários abram as portas de suas casas sem a chave.

Para fazer isso, no entanto, eles precisam comprar fechaduras novas, que atualmente são caras.

Com um uma pequena adaptação para telefones Android, o implante também consegue desbloqueá-los. Mas há potencial para muito mais funções.

"Acho que estamos apenas começando a descobrir o que podemos fazer com isso. (O chip) tem um potencial muito grande para registrar toda a vida de uma pessoa", diz Sjoblad.

"Com os aplicativos para registrar exerícios e rotinas alimentares que as pessoas estão usando, você precisa digitar tudo o que come ou onde está indo. Mas ao invés de inserir os dados no meu telefone, posso passar meu implante por ele e ele saberá que estou indo dormir."

Ele vai mais além: "Imagine que sensores em uma academia possam reconhecer, por exemplo, quem está segurando um haltere pelo chip na sua mão".

"Vivemos a explosão da internet das coisas – logo haverá sensores ao meu redor que me permitam registrar minhas atividades em relação a eles", acredita.

Homem e máquina

Cada vez mais, as fronteiras entre humanos e máquinas vão sendo borradas. Pessoas que perderam membros já recebem novos membros biônicos, que estão cada vez mais sofisticados. Ninguém acha estranho ter um quadril artificial ou fazer cirurgia a laser para corrigir problemas na visão.

No ano passado, o Google lançou lentes de contato que podem monitorar os níveis de glucose de seu usuário, em uma tentativa de fornecer diagnósticos mais rápidos e melhores para diabéticos.

Os acessórios – desde relógios inteligentes a dispositivos como o bracelete Up, que coleta dados sobre a atividade física do usuário – ficam cada vez mais sofisticados ao monitorar uma série de funções corporais, desde os batimentos cardíacos e o consumo de calorias até os padrões de sono.

Mais algumas empresas já pensam além disso. É o caso da BioStamp, uma tatuagem digital desenvolvida pela empresa americana MC10.

Ela pode ser estampada diretamente no corpo e coleta dados sobre a temperatura corporal, os níveis de hidratação, a exposição a raios UV e outros. Assim como acontece com outros acessórios, os dados podem ser enviados a smartphones.

Outra empresa americana, Proteus, criou uma pílula com um sensor embutido, que funciona em conjunto com uma espécie de adesivo usado na pele e, quando engolida, pode medir uma série de funções corporais.

"Essas coisas já estão aqui, a pergunta real é se elas podem funcionar melhor estando na nossa pele ou dentro de nós – e uma das grandes vantagens delas é que não podemos esquecê-las em casa, como um telefone ou um bracelete", diz David Wood, diretor do grupo London Futurists, que debate cenários radicais para os próximos 40 anos.

Suecos aplicam chips sob a pele que permitem controlar aparatos tecnológicos
Wood acha que os implantes ainda não estão prontos para o grande público, mas acredita que esse é o momento perfeito para um debate sobre o tema.

"Anos atrás havia muito medo das vacinas e agora parece perfeitamente normal injetar outras células em nosso corpo. Isso é um exemplo primitivo de biohacking", afirma.

Hannes Sjoblad também espera que sua "festa do implante" gere um debate sobre nosso possível futuro como ciborgues.

"A ideia é virar uma comunidade, é por isso que fazemos os implantes juntos. As pessoas ficam unidas pela experiência e começam a fazer perguntas sobre o que significa ser homem e máquina", diz.

Para aqueles que decidem deixar de ser ciborgues, o procedimento que Sjoblad realiza para implantar os chips é reversível e dura apenas cinco minutos. Mas ele não pretende remover o seu.

"(O implante) É divertido, é algo que faz as pessoas puxarem papo. Ele abre discussões interessantes sobre o que é ser humano. Não serve só para abrir portas."

Fonte: Tecnologia Uol

Suecos fazem 'festas do implante' para se transformar em ciborgues

Suecos fazem 'festas do implante' para se transformar em ciborgues. Entusiastas da tecnologia usam chips que permitem abrir portas sem chave e destravar celulares
Já era noite em Estocolmo quando um grupo de oito pessoas chegou ao Swahili Bobs, um estúdio de tatuagem nos becos escuros do bairro de Sodermalm.

Durante o dia, eles são empresários de tecnologia, estudantes, web designers e consultores de TI, mas, naquela noite, eles seriam transformados em ciborgues.

Pode parecer o início de um romance de ficção científica, mas é um relato de acontecimentos reais, protagonizados pelo biohacker Hannes Sjoblad.

Ele organizou o que chama de "festa do implante", que aconteceu no final de novembro e foi um de muitos eventos semelhantes. Durante o encontro, oito voluntários recebem implantes com um pequeno chip de identificação por rádiofrequência (RFID) sob a pele da mão. Sjoblad também tem um.

Ele ainda está pensando pequeno. Tem o plano de conseguir até 100 voluntários nos próximos meses, com 50 implantes já realizados. Mas sua visão para o futuro é muito maior.

"Vamos chegar a mil, depois a 10 mil. Estou convencido de que essa tecnologia veio para ficar e, em breve, não vamos achar estranho ter implantes em nossas mãos."

Portas abertas

BBC/MC10
Chip aplicado sob a pele dá um toque de ciborgue ao usuário
Sjoblad encontra voluntários nas redes sociais e comunidades de hackers na Suécia – pessoas que estão acostumadas a "brincar" com tecnologia.

No momento, o chip implantado na mão age somente como interface de segurança, permitindo que os usuários abram as portas de suas casas sem a chave.

Para fazer isso, no entanto, eles precisam comprar fechaduras novas, que atualmente são caras.

Com um uma pequena adaptação para telefones Android, o implante também consegue desbloqueá-los. Mas há potencial para muito mais funções.

"Acho que estamos apenas começando a descobrir o que podemos fazer com isso. (O chip) tem um potencial muito grande para registrar toda a vida de uma pessoa", diz Sjoblad.

"Com os aplicativos para registrar exerícios e rotinas alimentares que as pessoas estão usando, você precisa digitar tudo o que come ou onde está indo. Mas ao invés de inserir os dados no meu telefone, posso passar meu implante por ele e ele saberá que estou indo dormir."

Ele vai mais além: "Imagine que sensores em uma academia possam reconhecer, por exemplo, quem está segurando um haltere pelo chip na sua mão".

"Vivemos a explosão da internet das coisas – logo haverá sensores ao meu redor que me permitam registrar minhas atividades em relação a eles", acredita.

Homem e máquina

Cada vez mais, as fronteiras entre humanos e máquinas vão sendo borradas. Pessoas que perderam membros já recebem novos membros biônicos, que estão cada vez mais sofisticados. Ninguém acha estranho ter um quadril artificial ou fazer cirurgia a laser para corrigir problemas na visão.

No ano passado, o Google lançou lentes de contato que podem monitorar os níveis de glucose de seu usuário, em uma tentativa de fornecer diagnósticos mais rápidos e melhores para diabéticos.

Os acessórios – desde relógios inteligentes a dispositivos como o bracelete Up, que coleta dados sobre a atividade física do usuário – ficam cada vez mais sofisticados ao monitorar uma série de funções corporais, desde os batimentos cardíacos e o consumo de calorias até os padrões de sono.

Mais algumas empresas já pensam além disso. É o caso da BioStamp, uma tatuagem digital desenvolvida pela empresa americana MC10.

Ela pode ser estampada diretamente no corpo e coleta dados sobre a temperatura corporal, os níveis de hidratação, a exposição a raios UV e outros. Assim como acontece com outros acessórios, os dados podem ser enviados a smartphones.

Outra empresa americana, Proteus, criou uma pílula com um sensor embutido, que funciona em conjunto com uma espécie de adesivo usado na pele e, quando engolida, pode medir uma série de funções corporais.

"Essas coisas já estão aqui, a pergunta real é se elas podem funcionar melhor estando na nossa pele ou dentro de nós – e uma das grandes vantagens delas é que não podemos esquecê-las em casa, como um telefone ou um bracelete", diz David Wood, diretor do grupo London Futurists, que debate cenários radicais para os próximos 40 anos.

Suecos aplicam chips sob a pele que permitem controlar aparatos tecnológicos
Wood acha que os implantes ainda não estão prontos para o grande público, mas acredita que esse é o momento perfeito para um debate sobre o tema.

"Anos atrás havia muito medo das vacinas e agora parece perfeitamente normal injetar outras células em nosso corpo. Isso é um exemplo primitivo de biohacking", afirma.

Hannes Sjoblad também espera que sua "festa do implante" gere um debate sobre nosso possível futuro como ciborgues.

"A ideia é virar uma comunidade, é por isso que fazemos os implantes juntos. As pessoas ficam unidas pela experiência e começam a fazer perguntas sobre o que significa ser homem e máquina", diz.

Para aqueles que decidem deixar de ser ciborgues, o procedimento que Sjoblad realiza para implantar os chips é reversível e dura apenas cinco minutos. Mas ele não pretende remover o seu.

"(O implante) É divertido, é algo que faz as pessoas puxarem papo. Ele abre discussões interessantes sobre o que é ser humano. Não serve só para abrir portas."

Fonte: Tecnologia Uol

De acordo com a pesquisa “Working from Mars with an Internet Brain Implant” realizada pela empresa de tecnologia Cisco Systems, cerca de um quarto dos profissionais entre 18 e 50 anos seriam voluntários para receber um implante cerebral que lhes permitisse unir instantaneamente seus pensamentos com à Internet.

Entre outras conclusões, o relatório revela que até 2020, a maioria dos profissionais acredita que os smartphones e os “wearables” (computadores vestíveis) serão os dispositivos mais importantes na força de trabalho.

O estudo foi realizado com 3.700 adultos que possuem cargos executivos de empresas em 15 países, incluindo EUA, Japão, China, Rússia e França. A geração dos profissionais nascidos entre 1980 e 2000, mostram mais interesse, com 26% afirmando que gostariam de fazer a cirurgia. Os mais velhos, que nasceram entre 1960 e 1980, totalizaram 21%.

Liz McIntyre, especialista em privacidade e coautora do livro “Spychips” [Chips espiões], acredita que é uma questão de tempo até que as grandes corporações e o governo consigam rastrear todas as compras e vigiar todos os movimentos da população.

“Seja quem trabalha com tecnologia, ou mesmo as pessoas comuns, penso que eles olham para o fator novidade e não param para observar as implicações sobre sua privacidade e liberdade… Faz parte de toda essa tendência atual da indústria de gerar novas tecnológicas da qual todos querem fazer parte”.

Lamenta que a maioria das pessoas parece ter sofrido uma “lavagem cerebral” a ponto de pensar que são incapazes de viver sem estar conectados à internet. “Observe as pessoas que exibem com orgulho seus smartphones; eles já são aparelhos de rastreamento… Ter sensores implantados em todas as pessoas será o próximo passo”, assevera.

A pesquisa da Cisco mostra que já existe essa possibilidade e eles querem ver como será a reação do público. Em especial por que os dados foram divulgados apenas alguns dias após uma matéria de destaque no jornal The New York Times mostrar o desenvolvimento dos primeiros “computadores vestíveis”. Apple e Samsung afirmam que eles ficarão no pulso, enquanto o Google desenvolve um para o rosto.

Computador vestível


Katherine Albrecht, a outra autora de “Spychips” é diretora da organização Consumidores Contra a Invasão e Numeração da Privacidade pelos Supermercados. Em 2005, Albrecht entrevistou centenas de pessoas enquanto escrevia sua dissertação de doutorado da Universidade de Harvard. O tópico era verificar se elas gostariam de ter um chip RFID implantado.

Na época, havia muita resistência, mas agora é nítido que o número de pessoas abertas a experimentar essa fusão de tecnologia com o corpo humano está crescendo. Em especial para os jovens, que são mais adeptos das chamadas “modificações corporais”.

“Nós temos piercings e tatuagens. Temos pessoas colocando silicones em seus corpos, implantando coisas estranhas”, disse ela. “Essa geração parece desejar mais a modificação corporal.” Mesmo assim, questiona os números apresentados na pesquisa da Cisco.

“Se você acha que a internet está invadindo sua privacidade, esperem até a hora que os implantes eletrônicos chegarem”, dispara. Ela sabe que a Cisco e outras companhias de tecnologia já tentam atrair as pessoas para a ideia de implantes cerebrais. Afinal, chips RFID são muito populares, já sendo usados como implante em animais domésticos.

Aluna evangélica é expulsa da escola por recusar “marca da besta”Cristãos se revoltam contra imposição de uso de chip rastreador.Aos 15 anos de idade, a evangélica Andrea Hernandez, está no centro de um debate nos Estados Unidos sobre segurança e liberdade de expressão. Ela foi expulsa no final de 2012 da escola de ensino médio John Jay, em San Antonio, Texas.

Charlotte Iserbyt, autora do livro “The Delibarate Dumbing Down of America” [A Idiotização Deliberada da América], se diz assustada. “Isso reflete um vício de proporções ainda desconhecidas… Imagine como poderia ser as estatísticas se a gerações atual, cujas vidas são moldadas pelo vício em tecnologia desde a infância forem dominadas por um ‘aprendizado’ cibernético ainda mais invasivo.”

Os números da Cisco surpreendem em outros aspectos. Mais de 40% dos entrevistados permitiriam que seus provedores tivessem acesso a todos os seus dados em troca de um smartphone grátis com um plano de dados ilimitado. Pouco mais de 70% dos profissionais japoneses disseram que seus smartphones são mais importantes que sexo.

Fontes: Prophecy News ,WND , CISCO , Apocalink

Pesquisa da Cisco Systems mostra que 26% da população deseja implantação de chips para acessar a internet

De acordo com a pesquisa “Working from Mars with an Internet Brain Implant” realizada pela empresa de tecnologia Cisco Systems, cerca de um quarto dos profissionais entre 18 e 50 anos seriam voluntários para receber um implante cerebral que lhes permitisse unir instantaneamente seus pensamentos com à Internet.

Entre outras conclusões, o relatório revela que até 2020, a maioria dos profissionais acredita que os smartphones e os “wearables” (computadores vestíveis) serão os dispositivos mais importantes na força de trabalho.

O estudo foi realizado com 3.700 adultos que possuem cargos executivos de empresas em 15 países, incluindo EUA, Japão, China, Rússia e França. A geração dos profissionais nascidos entre 1980 e 2000, mostram mais interesse, com 26% afirmando que gostariam de fazer a cirurgia. Os mais velhos, que nasceram entre 1960 e 1980, totalizaram 21%.

Liz McIntyre, especialista em privacidade e coautora do livro “Spychips” [Chips espiões], acredita que é uma questão de tempo até que as grandes corporações e o governo consigam rastrear todas as compras e vigiar todos os movimentos da população.

“Seja quem trabalha com tecnologia, ou mesmo as pessoas comuns, penso que eles olham para o fator novidade e não param para observar as implicações sobre sua privacidade e liberdade… Faz parte de toda essa tendência atual da indústria de gerar novas tecnológicas da qual todos querem fazer parte”.

Lamenta que a maioria das pessoas parece ter sofrido uma “lavagem cerebral” a ponto de pensar que são incapazes de viver sem estar conectados à internet. “Observe as pessoas que exibem com orgulho seus smartphones; eles já são aparelhos de rastreamento… Ter sensores implantados em todas as pessoas será o próximo passo”, assevera.

A pesquisa da Cisco mostra que já existe essa possibilidade e eles querem ver como será a reação do público. Em especial por que os dados foram divulgados apenas alguns dias após uma matéria de destaque no jornal The New York Times mostrar o desenvolvimento dos primeiros “computadores vestíveis”. Apple e Samsung afirmam que eles ficarão no pulso, enquanto o Google desenvolve um para o rosto.

Computador vestível


Katherine Albrecht, a outra autora de “Spychips” é diretora da organização Consumidores Contra a Invasão e Numeração da Privacidade pelos Supermercados. Em 2005, Albrecht entrevistou centenas de pessoas enquanto escrevia sua dissertação de doutorado da Universidade de Harvard. O tópico era verificar se elas gostariam de ter um chip RFID implantado.

Na época, havia muita resistência, mas agora é nítido que o número de pessoas abertas a experimentar essa fusão de tecnologia com o corpo humano está crescendo. Em especial para os jovens, que são mais adeptos das chamadas “modificações corporais”.

“Nós temos piercings e tatuagens. Temos pessoas colocando silicones em seus corpos, implantando coisas estranhas”, disse ela. “Essa geração parece desejar mais a modificação corporal.” Mesmo assim, questiona os números apresentados na pesquisa da Cisco.

“Se você acha que a internet está invadindo sua privacidade, esperem até a hora que os implantes eletrônicos chegarem”, dispara. Ela sabe que a Cisco e outras companhias de tecnologia já tentam atrair as pessoas para a ideia de implantes cerebrais. Afinal, chips RFID são muito populares, já sendo usados como implante em animais domésticos.

Aluna evangélica é expulsa da escola por recusar “marca da besta”Cristãos se revoltam contra imposição de uso de chip rastreador.Aos 15 anos de idade, a evangélica Andrea Hernandez, está no centro de um debate nos Estados Unidos sobre segurança e liberdade de expressão. Ela foi expulsa no final de 2012 da escola de ensino médio John Jay, em San Antonio, Texas.

Charlotte Iserbyt, autora do livro “The Delibarate Dumbing Down of America” [A Idiotização Deliberada da América], se diz assustada. “Isso reflete um vício de proporções ainda desconhecidas… Imagine como poderia ser as estatísticas se a gerações atual, cujas vidas são moldadas pelo vício em tecnologia desde a infância forem dominadas por um ‘aprendizado’ cibernético ainda mais invasivo.”

Os números da Cisco surpreendem em outros aspectos. Mais de 40% dos ent Nos dias de Noé: transumanismo
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Suecos fazem 'festas do implante' para se transformar em ciborgues. Entusiastas da tecnologia usam chips que permitem abrir portas sem chave e destravar celulares
Já era noite em Estocolmo quando um grupo de oito pessoas chegou ao Swahili Bobs, um estúdio de tatuagem nos becos escuros do bairro de Sodermalm.

Durante o dia, eles são empresários de tecnologia, estudantes, web designers e consultores de TI, mas, naquela noite, eles seriam transformados em ciborgues.

Pode parecer o início de um romance de ficção científica, mas é um relato de acontecimentos reais, protagonizados pelo biohacker Hannes Sjoblad.

Ele organizou o que chama de "festa do implante", que aconteceu no final de novembro e foi um de muitos eventos semelhantes. Durante o encontro, oito voluntários recebem implantes com um pequeno chip de identificação por rádiofrequência (RFID) sob a pele da mão. Sjoblad também tem um.

Ele ainda está pensando pequeno. Tem o plano de conseguir até 100 voluntários nos próximos meses, com 50 implantes já realizados. Mas sua visão para o futuro é muito maior.

"Vamos chegar a mil, depois a 10 mil. Estou convencido de que essa tecnologia veio para ficar e, em breve, não vamos achar estranho ter implantes em nossas mãos."

Portas abertas

BBC/MC10
Chip aplicado sob a pele dá um toque de ciborgue ao usuário
Sjoblad encontra voluntários nas redes sociais e comunidades de hackers na Suécia – pessoas que estão acostumadas a "brincar" com tecnologia.

No momento, o chip implantado na mão age somente como interface de segurança, permitindo que os usuários abram as portas de suas casas sem a chave.

Para fazer isso, no entanto, eles precisam comprar fechaduras novas, que atualmente são caras.

Com um uma pequena adaptação para telefones Android, o implante também consegue desbloqueá-los. Mas há potencial para muito mais funções.

"Acho que estamos apenas começando a descobrir o que podemos fazer com isso. (O chip) tem um potencial muito grande para registrar toda a vida de uma pessoa", diz Sjoblad.

"Com os aplicativos para registrar exerícios e rotinas alimentares que as pessoas estão usando, você precisa digitar tudo o que come ou onde está indo. Mas ao invés de inserir os dados no meu telefone, posso passar meu implante por ele e ele saberá que estou indo dormir."

Ele vai mais além: "Imagine que sensores em uma academia possam reconhecer, por exemplo, quem está segurando um haltere pelo chip na sua mão".

"Vivemos a explosão da internet das coisas – logo haverá sensores ao meu redor que me permitam registrar minhas atividades em relação a eles", acredita.

Homem e máquina

Cada vez mais, as fronteiras entre humanos e máquinas vão sendo borradas. Pessoas que perderam membros já recebem novos membros biônicos, que estão cada vez mais sofisticados. Ninguém acha estranho ter um quadril artificial ou fazer cirurgia a laser para corrigir problemas na visão.

No ano passado, o Google lançou lentes de contato que podem monitorar os níveis de glucose de seu usuário, em uma tentativa de fornecer diagnósticos mais rápidos e melhores para diabéticos.

Os acessórios – desde relógios inteligentes a dispositivos como o bracelete Up, que coleta dados sobre a atividade física do usuário – ficam cada vez mais sofisticados ao monitorar uma série de funções corporais, desde os batimentos cardíacos e o consumo de calorias até os padrões de sono.

Mais algumas empresas já pensam além disso. É o caso da BioStamp, uma tatuagem digital desenvolvida pela empresa americana MC10.

Ela pode ser estampada diretamente no corpo e coleta dados sobre a temperatura corporal, os níveis de hidratação, a exposição a raios UV e outros. Assim como acontece com outros acessórios, os dados podem ser enviados a smartphones.

Outra empresa americana, Proteus, criou uma pílula com um sensor embutido, que funciona em conjunto com uma espécie de adesivo usado na pele e, quando engolida, pode medir uma série de funções corporais.

"Essas coisas já estão aqui, a pergunta real é se elas podem funcionar melhor estando na nossa pele ou dentro de nós – e uma das grandes vantagens delas é que não podemos esquecê-las em casa, como um telefone ou um bracelete", diz David Wood, diretor do grupo London Futurists, que debate cenários radicais para os próximos 40 anos.

Suecos aplicam chips sob a pele que permitem controlar aparatos tecnológicos
Wood acha que os implantes ainda não estão prontos para o grande público, mas acredita que esse é o momento perfeito para um debate sobre o tema.

"Anos atrás havia muito medo das vacinas e agora parece perfeitamente normal injetar outras células em nosso corpo. Isso é um exemplo primitivo de biohacking", afirma.

Hannes Sjoblad também espera que sua "festa do implante" gere um debate sobre nosso possível futuro como ciborgues.

"A ideia é virar uma comunidade, é por isso que fazemos os implantes juntos. As pessoas ficam unidas pela experiência e começam a fazer perguntas sobre o que significa ser homem e máquina", diz.

Para aqueles que decidem deixar de ser ciborgues, o procedimento que Sjoblad realiza para implantar os chips é reversível e dura apenas cinco minutos. Mas ele não pretende remover o seu.

"(O implante) É divertido, é algo que faz as pessoas puxarem papo. Ele abre discussões interessantes sobre o que é ser humano. Não serve só para abrir portas."

Fonte: Tecnologia Uol

Suecos fazem 'festas do implante' para se transformar em ciborgues

Suecos fazem 'festas do implante' para se transformar em ciborgues. Entusiastas da tecnologia usam chips que permitem abrir portas sem chave e destravar celulares
Já era noite em Estocolmo quando um grupo de oito pessoas chegou ao Swahili Bobs, um estúdio de tatuagem nos becos escuros do bairro de Sodermalm.

Durante o dia, eles são empresários de tecnologia, estudantes, web designers e consultores de TI, mas, naquela noite, eles seriam transformados em ciborgues.

Pode parecer o início de um romance de ficção científica, mas é um relato de acontecimentos reais, protagonizados pelo biohacker Hannes Sjoblad.

Ele organizou o que chama de "festa do implante", que aconteceu no final de novembro e foi um de muitos eventos semelhantes. Durante o encontro, oito voluntários recebem implantes com um pequeno chip de identificação por rádiofrequência (RFID) sob a pele da mão. Sjoblad também tem um.

Ele ainda está pensando pequeno. Tem o plano de conseguir até 100 voluntários nos próximos meses, com 50 implantes já realizados. Mas sua visão para o futuro é muito maior.

"Vamos chegar a mil, depois a 10 mil. Estou convencido de que essa tecnologia veio para ficar e, em breve, não vamos achar estranho ter implantes em nossas mãos."

Portas abertas

BBC/MC10
Chip aplicado sob a pele dá um toque de ciborgue ao usuário
Sjoblad encontra voluntários nas redes sociais e comunidades de hackers na Suécia – pessoas que estão acostumadas a "brincar" com tecnologia.

No momento, o chip implantado na mão age somente como interface de segurança, permitindo que os usuários abram as portas de suas casas sem a chave.

Para fazer isso, no entanto, eles precisam comprar fechaduras novas, que atualmente são caras.

Com um uma pequena adaptação para telefones Android, o implante também consegue desbloqueá-los. Mas há potencial para muito mais funções.

"Acho que estamos apenas começando a descobrir o que podemos fazer com isso. (O chip) tem um potencial muito grande para registrar toda a vida de uma pessoa", diz Sjoblad.

"Com os aplicativos para registrar exerícios e rotinas alimentares que as pessoas estão usando, você precisa digitar tudo o que come ou onde está indo. Mas ao invés de inserir os dados no meu telefone, posso passar meu implante por ele e ele saberá que estou indo dormir."

Ele vai mais além: "Imagine que sensores em uma academia possam reconhecer, por exemplo, quem está segurando um haltere pelo chip na sua mão".

"Vivemos a explosão da internet das coisas – logo haverá sensores ao meu redor que me permitam registrar minhas atividades em relação a eles", acredita.

Homem e máquina

Cada vez mais, as fronteiras entre humanos e máquinas vão sendo borradas. Pessoas que perderam membros já recebem novos membros biônicos, que estão cada vez mais sofisticados. Ninguém acha estranho ter um quadril artificial ou fazer cirurgia a laser para corrigir problemas na visão.

No ano passado, o Google lançou lentes de contato que podem monitorar os níveis de glucose de seu usuário, em uma tentativa de fornecer diagnósticos mais rápidos e melhores para diabéticos.

Os acessórios – desde relógios inteligentes a dispositivos como o bracelete Up, que coleta dados sobre a atividade física do usuário – ficam cada vez mais sofisticados ao monitorar uma série de funções corporais, desde os batimentos cardíacos e o consumo de calorias até os padrões de sono.

Mais algumas empresas já pensam além disso. É o caso da BioStamp, uma tatuagem digital desenvolvida pela empresa americana MC10.

Ela pode ser estampada diretamente no corpo e coleta dados sobre a temperatura corporal, os níveis de hidratação, a exposição a raios UV e outros. Assim como acontece com outros acessórios, os dados podem ser enviados a smartphones.

Outra empresa americana, Proteus, criou uma pílula com um sensor embutido, que funciona em conjunto com uma espécie de adesivo usado na pele e, quando engolida, pode medir uma série de funções corporais.

"Essas coisas já estão aqui, a pergunta real é se elas podem funcionar melhor estando na nossa pele ou dentro de nós – e uma das grandes vantagens delas é que não podemos esquecê-las em casa, como um telefone ou um bracelete", diz David Wood, diretor do grupo London Futurists, que debate cenários radicais para os próximos 40 anos.

Suecos aplicam chips sob a pele que permitem controlar aparatos tecnológicos
Wood acha que os implantes ainda não estão prontos para o grande público, mas acredita que esse é o momento perfeito para um debate sobre o tema.

"Anos atrás havia muito medo das vacinas e agora parece perfeitamente normal injetar outras células em nosso corpo. Isso é um exemplo primitivo de biohacking", afirma.

Hannes Sjoblad também espera que sua "festa do implante" gere um debate sobre nosso possível futuro como ciborgues.

"A ideia é virar uma comunidade, é por isso que fazemos os implantes juntos. As pessoas ficam unidas pela experiência e começam a fazer perguntas sobre o que significa ser homem e máquina", diz.

Para aqueles que decidem deixar de ser ciborgues, o procedimento que Sjoblad realiza para implantar os chips é reversível e dura apenas cinco minutos. Mas ele não pretende remover o seu.

"(O implante) É divertido, é algo que faz as pessoas puxarem papo. Ele abre discussões interessantes sobre o que é ser humano. Não serve só para abrir portas."

Fonte: Tecnologia Uol

De acordo com a pesquisa “Working from Mars with an Internet Brain Implant” realizada pela empresa de tecnologia Cisco Systems, cerca de um quarto dos profissionais entre 18 e 50 anos seriam voluntários para receber um implante cerebral que lhes permitisse unir instantaneamente seus pensamentos com à Internet.

Entre outras conclusões, o relatório revela que até 2020, a maioria dos profissionais acredita que os smartphones e os “wearables” (computadores vestíveis) serão os dispositivos mais importantes na força de trabalho.

O estudo foi realizado com 3.700 adultos que possuem cargos executivos de empresas em 15 países, incluindo EUA, Japão, China, Rússia e França. A geração dos profissionais nascidos entre 1980 e 2000, mostram mais interesse, com 26% afirmando que gostariam de fazer a cirurgia. Os mais velhos, que nasceram entre 1960 e 1980, totalizaram 21%.

Liz McIntyre, especialista em privacidade e coautora do livro “Spychips” [Chips espiões], acredita que é uma questão de tempo até que as grandes corporações e o governo consigam rastrear todas as compras e vigiar todos os movimentos da população.

“Seja quem trabalha com tecnologia, ou mesmo as pessoas comuns, penso que eles olham para o fator novidade e não param para observar as implicações sobre sua privacidade e liberdade… Faz parte de toda essa tendência atual da indústria de gerar novas tecnológicas da qual todos querem fazer parte”.

Lamenta que a maioria das pessoas parece ter sofrido uma “lavagem cerebral” a ponto de pensar que são incapazes de viver sem estar conectados à internet. “Observe as pessoas que exibem com orgulho seus smartphones; eles já são aparelhos de rastreamento… Ter sensores implantados em todas as pessoas será o próximo passo”, assevera.

A pesquisa da Cisco mostra que já existe essa possibilidade e eles querem ver como será a reação do público. Em especial por que os dados foram divulgados apenas alguns dias após uma matéria de destaque no jornal The New York Times mostrar o desenvolvimento dos primeiros “computadores vestíveis”. Apple e Samsung afirmam que eles ficarão no pulso, enquanto o Google desenvolve um para o rosto.

Computador vestível


Katherine Albrecht, a outra autora de “Spychips” é diretora da organização Consumidores Contra a Invasão e Numeração da Privacidade pelos Supermercados. Em 2005, Albrecht entrevistou centenas de pessoas enquanto escrevia sua dissertação de doutorado da Universidade de Harvard. O tópico era verificar se elas gostariam de ter um chip RFID implantado.

Na época, havia muita resistência, mas agora é nítido que o número de pessoas abertas a experimentar essa fusão de tecnologia com o corpo humano está crescendo. Em especial para os jovens, que são mais adeptos das chamadas “modificações corporais”.

“Nós temos piercings e tatuagens. Temos pessoas colocando silicones em seus corpos, implantando coisas estranhas”, disse ela. “Essa geração parece desejar mais a modificação corporal.” Mesmo assim, questiona os números apresentados na pesquisa da Cisco.

“Se você acha que a internet está invadindo sua privacidade, esperem até a hora que os implantes eletrônicos chegarem”, dispara. Ela sabe que a Cisco e outras companhias de tecnologia já tentam atrair as pessoas para a ideia de implantes cerebrais. Afinal, chips RFID são muito populares, já sendo usados como implante em animais domésticos.

Aluna evangélica é expulsa da escola por recusar “marca da besta”Cristãos se revoltam contra imposição de uso de chip rastreador.Aos 15 anos de idade, a evangélica Andrea Hernandez, está no centro de um debate nos Estados Unidos sobre segurança e liberdade de expressão. Ela foi expulsa no final de 2012 da escola de ensino médio John Jay, em San Antonio, Texas.

Charlotte Iserbyt, autora do livro “The Delibarate Dumbing Down of America” [A Idiotização Deliberada da América], se diz assustada. “Isso reflete um vício de proporções ainda desconhecidas… Imagine como poderia ser as estatísticas se a gerações atual, cujas vidas são moldadas pelo vício em tecnologia desde a infância forem dominadas por um ‘aprendizado’ cibernético ainda mais invasivo.”

Os números da Cisco surpreendem em outros aspectos. Mais de 40% dos entrevistados permitiriam que seus provedores tivessem acesso a todos os seus dados em troca de um smartphone grátis com um plano de dados ilimitado. Pouco mais de 70% dos profissionais japoneses disseram que seus smartphones são mais importantes que sexo.

Fontes: Prophecy News ,WND , CISCO , Apocalink

Pesquisa da Cisco Systems mostra que 26% da população deseja implantação de chips para acessar a internet

De acordo com a pesquisa “Working from Mars with an Internet Brain Implant” realizada pela empresa de tecnologia Cisco Systems, cerca de um quarto dos profissionais entre 18 e 50 anos seriam voluntários para receber um implante cerebral que lhes permitisse unir instantaneamente seus pensamentos com à Internet.

Entre outras conclusões, o relatório revela que até 2020, a maioria dos profissionais acredita que os smartphones e os “wearables” (computadores vestíveis) serão os dispositivos mais importantes na força de trabalho.

O estudo foi realizado com 3.700 adultos que possuem cargos executivos de empresas em 15 países, incluindo EUA, Japão, China, Rússia e França. A geração dos profissionais nascidos entre 1980 e 2000, mostram mais interesse, com 26% afirmando que gostariam de fazer a cirurgia. Os mais velhos, que nasceram entre 1960 e 1980, totalizaram 21%.

Liz McIntyre, especialista em privacidade e coautora do livro “Spychips” [Chips espiões], acredita que é uma questão de tempo até que as grandes corporações e o governo consigam rastrear todas as compras e vigiar todos os movimentos da população.

“Seja quem trabalha com tecnologia, ou mesmo as pessoas comuns, penso que eles olham para o fator novidade e não param para observar as implicações sobre sua privacidade e liberdade… Faz parte de toda essa tendência atual da indústria de gerar novas tecnológicas da qual todos querem fazer parte”.

Lamenta que a maioria das pessoas parece ter sofrido uma “lavagem cerebral” a ponto de pensar que são incapazes de viver sem estar conectados à internet. “Observe as pessoas que exibem com orgulho seus smartphones; eles já são aparelhos de rastreamento… Ter sensores implantados em todas as pessoas será o próximo passo”, assevera.

A pesquisa da Cisco mostra que já existe essa possibilidade e eles querem ver como será a reação do público. Em especial por que os dados foram divulgados apenas alguns dias após uma matéria de destaque no jornal The New York Times mostrar o desenvolvimento dos primeiros “computadores vestíveis”. Apple e Samsung afirmam que eles ficarão no pulso, enquanto o Google desenvolve um para o rosto.

Computador vestível


Katherine Albrecht, a outra autora de “Spychips” é diretora da organização Consumidores Contra a Invasão e Numeração da Privacidade pelos Supermercados. Em 2005, Albrecht entrevistou centenas de pessoas enquanto escrevia sua dissertação de doutorado da Universidade de Harvard. O tópico era verificar se elas gostariam de ter um chip RFID implantado.

Na época, havia muita resistência, mas agora é nítido que o número de pessoas abertas a experimentar essa fusão de tecnologia com o corpo humano está crescendo. Em especial para os jovens, que são mais adeptos das chamadas “modificações corporais”.

“Nós temos piercings e tatuagens. Temos pessoas colocando silicones em seus corpos, implantando coisas estranhas”, disse ela. “Essa geração parece desejar mais a modificação corporal.” Mesmo assim, questiona os números apresentados na pesquisa da Cisco.

“Se você acha que a internet está invadindo sua privacidade, esperem até a hora que os implantes eletrônicos chegarem”, dispara. Ela sabe que a Cisco e outras companhias de tecnologia já tentam atrair as pessoas para a ideia de implantes cerebrais. Afinal, chips RFID são muito populares, já sendo usados como implante em animais domésticos.

Aluna evangélica é expulsa da escola por recusar “marca da besta”Cristãos se revoltam contra imposição de uso de chip rastreador.Aos 15 anos de idade, a evangélica Andrea Hernandez, está no centro de um debate nos Estados Unidos sobre segurança e liberdade de expressão. Ela foi expulsa no final de 2012 da escola de ensino médio John Jay, em San Antonio, Texas.

Charlotte Iserbyt, autora do livro “The Delibarate Dumbing Down of America” [A Idiotização Deliberada da América], se diz assustada. “Isso reflete um vício de proporções ainda desconhecidas… Imagine como poderia ser as estatísticas se a gerações atual, cujas vidas são moldadas pelo vício em tecnologia desde a infância forem dominadas por um ‘aprendizado’ cibernético ainda mais invasivo.”

Os números da Cisco surpreendem em outros aspectos. Mais de 40% dos entrevistados permitiriam que seus provedores tivessem acesso a todos os seus dados em troca de um smartphone grátis com um plano de dados ilimitado. Pouco mais de 70% dos profissionais japoneses disseram que seus smartphones são mais importantes que sexo.

Fontes: Prophecy News ,WND , CISCO , Apocalink

O nanorrobô, formado por fitas de DNA (em cima) abre-se para liberar o medicamento que "cura" a barata (embaixo). [Imagem: Yaniv Amir et al./10.1038/nnano.2014.58]

Computadores de DNA

Nanorrobôs feitos de moléculas de DNA, capazes de realizar o mesmo tipo de operações lógicas que um computador, foram introduzidos em um animal vivo.

É como um computador no interior de uma barata.

Esses "computadores de DNA" - conhecidos como robôs-origami, porque funcionam através da dobragem e desdobragem de cadeias de DNA - viajam pelo corpo do inseto e interagem uns com os outros.

Quando se desdobram, eles podem liberar os compostos químicos - que podem ser drogas ou medicamentos - guardados em suas dobras.

"Os nanorrobôs de DNA podem potencialmente realizar programas complexos que poderão no futuro ser usados para diagnosticar ou tratar doenças com uma sofisticação sem precedentes," disse Daniel Levner, bioengenheiro da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

Tomando a decisão

Levner e seus colegas construíram os nanorrobôs explorando as propriedades de ligação das moléculas de DNA - quando encontra um certo tipo de proteína, o DNA desenrola-se em duas fitas complementares.

Criando sequências bem definidas, as fitas podem ser programadas para desenrolar quando entram em contato com moléculas específicas, sejam elas do corpo ou de outros nanorrobôs.

O processo pode ser iniciado por moléculas, ou biomarcadores, presentes em uma célula doente, por exemplo, mas não se trata simplesmente de encontrar um biomarcador e liberar uma molécula de medicamento - a "decisão" sobre o que e onde liberar é calculada em tempo real dependendo das condições encontradas.

Biorrobôs de 8 bits

A equipe injetou vários tipos de nanorrobôs em baratas.

Como cada tipo de nanorrobô é etiquetado com marcadores fluorescentes, os pesquisadores podem segui-los e analisar como diferentes combinações deles afetam onde e como as substâncias são entregues.

A equipe afirma que a precisão da entrega e o controle dos nanorrobôs é equivalente a um sistema de computador.

Eles garantem ser possível ampliar a capacidade de cálculo dentro de uma barata ao nível de um computador de 8 bits - um Commodore 64 ou um Atari 800 dos anos 1980.

Com informações da New Scientist - 15/05/2014

Bibliografia:
Universal computing by DNA origami robots in a living animal
Yaniv Amir, Eldad Ben-Ishay, Daniel Levner, Shmulik Ittah, Almogit Abu-Horowitz, Ido Bachelet
Nature Nanotechnology
Vol.: Published online
DOI: 10.1038/nnano.2014.58


Fonte: Inovação Tecnológica

Nanorrobôs formam computador dentro de uma barata

O nanorrobô, formado por fitas de DNA (em cima) abre-se para liberar o medicamento que "cura" a barata (embaixo). [Imagem: Yaniv Amir et al./10.1038/nnano.2014.58]

Computadores de DNA

Nanorrobôs feitos de moléculas de DNA, capazes de realizar o mesmo tipo de operações lógicas que um computador, foram introduzidos em um animal vivo.

É como um computador no interior de uma barata.

Esses "computadores de DNA" - conhecidos como robôs-origami, porque funcionam através da dobragem e desdobragem de cadeias de DNA - viajam pelo corpo do inseto e interagem uns com os outros.

Quando se desdobram, eles podem liberar os compostos químicos - que podem ser drogas ou medicamentos - guardados em suas dobras.

"Os nanorrobôs de DNA podem potencialmente realizar programas complexos que poderão no futuro ser usados para diagnosticar ou tratar doenças com uma sofisticação sem precedentes," disse Daniel Levner, bioengenheiro da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

Tomando a decisão

Levner e seus colegas construíram os nanorrobôs explorando as propriedades de ligação das moléculas de DNA - quando encontra um certo tipo de proteína, o DNA desenrola-se em duas fitas complementares.

Criando sequências bem definidas, as fitas podem ser programadas para desenrolar quando entram em contato com moléculas específicas, sejam elas do corpo ou de outros nanorrobôs.

O processo pode ser iniciado por moléculas, ou biomarcadores, presentes em uma célula doente, por exemplo, mas não se trata simplesmente de encontrar um biomarcador e liberar uma molécula de medicamento - a "decisão" sobre o que e onde liberar é calculada em tempo real dependendo das condições encontradas.

Biorrobôs de 8 bits

A equipe injetou vários tipos de nanorrobôs em baratas.

Como cada tipo de nanorrobô é etiquetado com marcadores fluorescentes, os pesquisadores podem segui-los e analisar como diferentes combinações deles afetam onde e como as substâncias são entregues.

A equipe afirma que a precisão da entrega e o controle dos nanorrobôs é equivalente a um sistema de computador.

Eles garantem ser possível ampliar a capacidade de cálculo dentro de uma barata ao nível de um computador de 8 bits - um Commodore 64 ou um Atari 800 dos anos 1980.

Com informações da New Scientist - 15/05/2014

Bibliografia:
Universal computing by DNA origami robots in a living animal
Yaniv Amir, Eldad Ben-Ishay, Daniel Levner, Shmulik Ittah, Almogit Abu-Horowitz, Ido Bachelet
Nature Nanotechnology
Vol.: Published online
DOI: 10.1038/nnano.2014.58


Fonte: Inovação Tecnológica

Boas notícias hoje.

O Leitor acha bem manipular geneticamente as plantas? Qual direito temos de fazer isso? Não seria mais correcto começar a manipular os seres humanos?

Dito, feito: os primeiros seres humanos geneticamente modificados foram criados.

Trinta crianças saudáveis ​​nasceram após uma série de experimentos nos Estados Unidos (óbvio...). Até agora, duas das crianças foram testadas e verificou-se que contêm os genes de três pais. No pleno respeito da Natureza, evidentemente.

Quinze dos filhos nasceram nos últimos três anos, como resultado dum programa experimental do Instituto de Medicina Reprodutiva e Ciências de São Barnaba, New Jersey. Um hospital non-profit? Muito bem, tudo cientificamente controlado e longe dos lucros, esta é uma garantia.

As crianças nasceram de mulheres que tinham problemas para conceber. Assim, genes extra de dadores de sexo feminino foram inseridos nos óvulos antes de serem fertilizados, num esforço para permitir a concepção.

Evidências da impressão digital genética em duas crianças com um ano de idade confirmam que estas herdaram o DNA de três adultos, duas mulheres e um homem. Mas a coisa maravilhosa é o facto de que as crianças que herdaram estes genes, conseguiram integra-los na "linhagem germinal" e, portanto, serão capazes de transmiti-los aos filhos.

Alterar a linha germinal humana, isso é, o facto de mexer com a constituição das nossa espécie, é uma técnica evitada pela grande maioria dos cientistas do mundo. Os geneticistas temem que um dia este método possa ser usado para criar novas raças de seres humanos, com recursos extras, como força ou inteligência. No entanto, não há almoços grátis: isso pode trazer consequências no organismo e não se sabe ainda quais.

Mas nada retira a glória aos pesquisadores do Instituto: num artigo na revista Human Reproduction, o líder do grupo, o Professor Jacques Cohen, diz que este "é o primeiro caso de modificação genética germinal humana, resultando em "normais crianças saudáveis".

Quanto "normais" podem ser definidas crianças com três dadores de DNA?
Pormenores, típicos duma mente provinciana e limitada.

Alguns especialistas criticam severamente os experimentos. O dr. Winston, do Hospital Hammersmith (Londres), disse à BBC:

No que diz respeito ao tratamento da infertilidade, não há evidências de que esta técnica seja eficaz [...] Estou muito surpreso que tenha sido efectuado nesta altura. Certamente não seria permitido na Grã-Bretanha.

Pois, mas a Grã Bretanha é provinciana e limitada também.
John Smeaton, director nacional da Sociedade para a Protecção de Crianças Não Nascidas:

É necessário simpatizar com os casais que sofrem de problemas de infertilidade. Mas este parece ser um exemplo adicional do facto de todo o processo de fertilização in vitro, como meio de conceber bebés, levam a que as crianças sejam consideradas como objectos numa linha de produção. Para a humanidade, é mais um preocupante passo em frente no caminho errado.

Patético. O que pode haver de mais natural e mais fofo duma mãe que abraça o filho com três DNA
misturados? Além de que esta ideia nem é assim tão nova, pois já em 1817 Mary Shelley tinha proposto o mesmo: um pedaço aqui, um pedaço aí, junta-se tudo e pronto, eis o novo ser.

Só que a Ciência evoluiu desde então, já não é preciso colar membros de várias origens, hoje pode-se intervir directamente nos genes. E entretanto o nome Frankestein caiu em desuso.

Mas como funciona a técnica?
Simples: o Professor Cohen e os seus dignos colegas diagnosticaram que as mulheres eram inférteis porque tinham defeitos nas pequenas estruturas dos seus óvulos, chamadas mitocôndrias.

Adopção? Afinal há tantas crianças que precisam...Nem pensar! Porque adoptar uma solução lógica e altruísta quando é possível escolher a estrada mais complicada, egoísta e eticamente (muito) dúbia? Foram buscar os óvulos das doadoras e, com uma pequena agulha, sugaram o material interno (que continha as mitocôndrias "saudáveis"), injectando tudo nos óvulos das mulheres que queriam engravidar. Dado que os mitocôndrias continham os genes das doadoras, as crianças resultantes têm herdado o DNA das duas mulheres.

Jacques Cohen é considerado como um cientista brilhante mas controverso, que tem empurrado os limites das tecnologias da reprodução assistida. Desenvolveu uma técnica que permite que homens inférteis tenham os seus próprios filhos, injectando o DNA do esperma directamente num óvulo em laboratório.

No ano passado, Cohen disse que a sua experiência lhe permitiria clonar crianças, uma perspectiva tratada com horror pela comunidade científica.
Cohen:

Seria o trabalho de uma tarde para um dos meus alunos.
Justo. Pelo contrário, concentrar-se no estudo do DNA para prevenir as doenças genéticas ou as malformações dos nascituros deve dar muito mais trabalho, não compensa não é? Ups, esquecia-me: é non-profit. Nada de lucro aqui, tudo feito em nome da Ciência e da sociedade.

Doutro lado, quem consegue resistir ao choro duma mãe que não pode ter filhos? O Leitor não tem coração? Que venham os novos Frankestein.

Ipse dixit.

Fontes: Daily Mail, The New York Times , Informação Incorrecta

As primeiras crianças OGM

Boas notícias hoje.

O Leitor acha bem manipular geneticamente as plantas? Qual direito temos de fazer isso? Não seria mais correcto começar a manipular os seres humanos?

Dito, feito: os primeiros seres humanos geneticamente modificados foram criados.

Trinta crianças saudáveis ​​nasceram após uma série de experimentos nos Estados Unidos (óbvio...). Até agora, duas das crianças foram testadas e verificou-se que contêm os genes de três pais. No pleno respeito da Natureza, evidentemente.

Quinze dos filhos nasceram nos últimos três anos, como resultado dum programa experimental do Instituto de Medicina Reprodutiva e Ciências de São Barnaba, New Jersey. Um hospital non-profit? Muito bem, tudo cientificamente controlado e longe dos lucros, esta é uma garantia.

As crianças nasceram de mulheres que tinham problemas para conceber. Assim, genes extra de dadores de sexo feminino foram inseridos nos óvulos antes de serem fertilizados, num esforço para permitir a concepção.

Evidências da impressão digital genética em duas crianças com um ano de idade confirmam que estas herdaram o DNA de três adultos, duas mulheres e um homem. Mas a coisa maravilhosa é o facto de que as crianças que herdaram estes genes, conseguiram integra-los na "linhagem germinal" e, portanto, serão capazes de transmiti-los aos filhos.

Alterar a linha germinal humana, isso é, o facto de mexer com a constituição das nossa espécie, é uma técnica evitada pela grande maioria dos cientistas do mundo. Os geneticistas temem que um dia este método possa ser usado para criar novas raças de seres humanos, com recursos extras, como força ou inteligência. No entanto, não há almoços grátis: isso pode trazer consequências no organismo e não se sabe ainda quais.

Mas nada retira a glória aos pesquisadores do Instituto: num artigo na revista Human Reproduction, o líder do grupo, o Professor Jacques Cohen, diz que este "é o primeiro caso de modificação genética germinal humana, resultando em "normais crianças saudáveis".

Quanto "normais" podem ser definidas crianças com três dadores de DNA?
Pormenores, típicos duma mente provinciana e limitada.

Alguns especialistas criticam severamente os experimentos. O dr. Winston, do Hospital Hammersmith (Londres), disse à BBC:

No que diz respeito ao tratamento da infertilidade, não há evidências de que esta técnica seja eficaz [...] Estou muito surpreso que tenha sido efectuado nesta altura. Certamente não seria permitido na Grã-Bretanha.

Pois, mas a Grã Bretanha é provinciana e limitada também.
John Smeaton, director nacional da Sociedade para a Protecção de Crianças Não Nascidas:

É necessário simpatizar com os casais que sofrem de problemas de infertilidade. Mas este parece ser um exemplo adicional do facto de todo o processo de fertilização in vitro, como meio de conceber bebés, levam a que as crianças sejam consideradas como objectos numa linha de produção. Para a humanidade, é mais um preocupante passo em frente no caminho errado.

Patético. O que pode haver de mais natural e mais fofo duma mãe que abraça o filho com três DNA
misturados? Além de que esta ideia nem é assim tão nova, pois já em 1817 Mary Shelley tinha proposto o mesmo: um pedaço aqui, um pedaço aí, junta-se tudo e pronto, eis o novo ser.

Só que a Ciência evoluiu desde então, já não é preciso colar membros de várias origens, hoje pode-se intervir directamente nos genes. E entretanto o nome Frankestein caiu em desuso.

Mas como funciona a técnica?
Simples: o Professor Cohen e os seus dignos colegas diagnosticaram que as mulheres eram inférteis porque tinham defeitos nas pequenas estruturas dos seus óvulos, chamadas mitocôndrias.

Adopção? Afinal há tantas crianças que precisam...Nem pensar! Porque adoptar uma solução lógica e altruísta quando é possível escolher a estrada mais complicada, egoísta e eticamente (muito) dúbia? Foram buscar os óvulos das doadoras e, com uma pequena agulha, sugaram o material interno (que continha as mitocôndrias "saudáveis"), injectando tudo nos óvulos das mulheres que queriam engravidar. Dado que os mitocôndrias continham os genes das doadoras, as crianças resultantes têm herdado o DNA das duas mulheres.

Jacques Cohen é considerado como um cientista brilhante mas controverso, que tem empurrado os limites das tecnologias da reprodução assistida. Desenvolveu uma técnica que permite que homens inférteis tenham os seus próprios filhos, injectando o DNA do esperma directamente num óvulo em laboratório.

No ano passado, Cohen disse que a sua experiência lhe permitiria clonar crianças, uma perspectiva tratada com horror pela comunidade científica.
Cohen:

Seria o trabalho de uma tarde para um dos meus alunos.
Justo. Pelo contrário, concentrar-se no estudo do DNA para prevenir as doenças genéticas ou as malformações dos nascituros deve dar muito mais trabalho, não compensa não é? Ups, esquecia-me: é non-profit. Nada de lucro aqui, tudo feito em nome da Ciência e da sociedade.

Doutro lado, quem consegue resistir ao choro duma mãe que não pode ter filhos? O Leitor não tem coração? Que venham os novos Frankestein.

Ipse dixit.

Fontes: Daily Mail, The New York Times , Informação Incorrecta

Então, gosta o Leitor da ideia do microchip implantado no corpo dele?

Não? Esquisito, pois a BBC fornece uma série de boas razões para correr e pedir um chip já, sem perder tempo.

Conta o jornalista Frank Swain:

Alguns anos atrás, eu estava sentado na beira da minha cama num pequeno apartamento, respirando uma nuvem de acetona, utilizando um bisturi para pegar no canto de um cartão de viagem electrónico. Mais de 10 milhões de londrinos usam estes cartões Oyster para utilizar a rede de transportes públicos da cidade. Eu tinha decidido dissecar o meu. [...] Escondido dentro havia um minúsculo microchip ligado a um fino fio de cobre fino: a chip de identificação por radiofrequência (RFID).

Aprendemos: todos utilizam microchips (10 milhões só em Londres!), não fazem mal nenhum, até dão para usar os transportes públicos.

O meu objectivo era enterrar o chip sob a minha pele, para que as barreiras da máquina na entrada do metro se abrissem com um aceno de mão, como se eu fosse algum tipo de assistente tecnológico.

O jornalista tem alguns problemas, uma visita pelo menos neurológica não seria mal.

Desde então, as pessoas têm usado a técnica que eu ajudei a popularizar [pois não satisfeito, o simpático Frank fez um vídeo de fundamental importância para a Humanidade: "Como remover o chip RFID do cartão Oyster", um must para a auto-realização, ndt] para colocar o chips libertado em pulseiras, anéis, varinhas mágicas, mesmo frutas.

Em Londres há diversas pessoas com problemas, não apenas o nosso Frank.

As pessoas que fazem isso vão entrar na comunidade dos grindres, que amam modificar o seu próprio corpo com os avanços tecnológicos. [...] Uma das actualizações mais populares é a implantação de um microchip sob a pele, normalmente na parte carnuda entre o polegar e o indicador.

Tomem Amal Graafstra, um "tecnólogo aventureiro" auto-didacta e fundador da empresa biohacking Dangerous Things ["Coisas Perigosas": já o nome é um programa, ndt], em Seattle. Ele tem um duplo implante, um microchip em cada mão.

Na sua mão direita há um chip reprogramável, o mesmo tipo usado no cartão Oyster, que pode ser utilizado para armazenar pequenas quantidades de dados. Pressionando a mão no telefone, a informação pode ser baixada do seu corpo ou enviada. A esquerda contém um simples número de identidade que pode ser utilizado para destravar a porta de casa, fazer login no computador ou até mesmo ligar a moto.

Espalhados pelo globo há um certo número de indivíduos com sérios problemas, pessoas que evidentemente não têm nada que fazer na vida e que precisam de urgente ajuda. Mas por enquanto vamos em frente.

Este mês, na conferência Transhuman Visions em San Francisco, Graafstra apresentou
uma "estação de implantação", oferecendo aos participantes a oportunidade de ser "chipados" por 50 Dólares. Utilizando uma agulha maior daquela concebida para o microchip dos animais, Graafstra injectada uma placa RFID revestida de vidro do tamanho de um grão de arroz para cada voluntário. Até o final do dia, Graafstra tinham criado 15 novos ciborgues.

Mais 15: o total não pára de aumentar...
Diz Graafsta, a raposa de Seattle:

Todos os filme de Hollywood contam de implantes para rastrear as pessoas. As pessoas não percebem que é a mesma tecnologia que o cartão na carteira. Quando alguém usa um cartão de crédito, sem fio ou não, é seguido por várias corporações sabem quem são, quando compram, quanto gastaram e onde vão.

Pois: esta já deveria ser uma boa razão para evitar um microchip na pele, não é? Não, não, pois segundo Graafsta as vantagens são imensas:

Uma vantagem é que você nunca vai perder o chip, e torna o roubo físico impossível.

Sim, sem dúvida, isso justifica a implementação, estúpido eu a não pensar certas cosias...

Em última análise, os microchips implantados oferecem uma maneira de tornar o seu corpo físico legível por uma máquina. Actualmente, não existe um padrão único de comunicar com as máquinas que sustentam a sociedade - desde os painéis de acesso até as caixas electrónicas - mas uma diversidade infinita de sistemas de identificação: bandas magnéticas, senhas, números PIN, perguntas de segurança. Todas essas são tentativas para colmatar o fosso entre a sua identidade física e digital. E se você esquecer ou perder estes dados, de repente fica cortado fora da sua conta bancária, do correio electrónico e muito mais. Um chip implantado, pelo contrário, poderia agir como o nosso cartão de identidade universal para navegar num mundo regulado por máquinas.

E conclúi o jornalista:

É o início dum lento movimento para um mundo onde tudo será acessado com um único microchip RFID. Se aquele dia chegar, não consigo lembrar dum lugar mais seguro do que o meu corpo.

Com certeza e eu até posso sugerir em qual parte do corpo: o caixa craniana, que actualmente parece vazia.

Agora, a sério.
Um artigo no site da BBC, um artigo inócuo, com um par de vídeo inócuos.

É assim que, devagarinho, põe-se em contacto uma pessoa normal com a ideia do chip implementado. Uma pessoa que até hoje provavelmente nunca pensou nesta hipótese e que ainda continua a recusa-la. No entanto, a partir de hoje, num escuro canto do cérebro mora uma ideia, aliás, uma pequena equação que o artigo conseguiu introduzir: microchip = segurança.

Este é o início.

A seguir, um curto vídeo imperdível: Amal Graafstra, a Mente Brilhante de Seattle, que acciona a sua mota com o microchip implantado.



Fontes: BBC , Informação Incorrecta

Todas as vantagens do microchip

Então, gosta o Leitor da ideia do microchip implantado no corpo dele?

Não? Esquisito, pois a BBC fornece uma série de boas razões para correr e pedir um chip já, sem perder tempo.

Conta o jornalista Frank Swain:

Alguns anos atrás, eu estava sentado na beira da minha cama num pequeno apartamento, respirando uma nuvem de acetona, utilizando um bisturi para pegar no canto de um cartão de viagem electrónico. Mais de 10 milhões de londrinos usam estes cartões Oyster para utilizar a rede de transportes públicos da cidade. Eu tinha decidido dissecar o meu. [...] Escondido dentro havia um minúsculo microchip ligado a um fino fio de cobre fino: a chip de identificação por radiofrequência (RFID).

Aprendemos: todos utilizam microchips (10 milhões só em Londres!), não fazem mal nenhum, até dão para usar os transportes públicos.

O meu objectivo era enterrar o chip sob a minha pele, para que as barreiras da máquina na entrada do metro se abrissem com um aceno de mão, como se eu fosse algum tipo de assistente tecnológico.

O jornalista tem alguns problemas, uma visita pelo menos neurológica não seria mal.

Desde então, as pessoas têm usado a técnica que eu ajudei a popularizar [pois não satisfeito, o simpático Frank fez um vídeo de fundamental importância para a Humanidade: "Como remover o chip RFID do cartão Oyster", um must para a auto-realização, ndt] para colocar o chips libertado em pulseiras, anéis, varinhas mágicas, mesmo frutas.

Em Londres há diversas pessoas com problemas, não apenas o nosso Frank.

As pessoas que fazem isso vão entrar na comunidade dos grindres, que amam modificar o seu próprio corpo com os avanços tecnológicos. [...] Uma das actualizações mais populares é a implantação de um microchip sob a pele, normalmente na parte carnuda entre o polegar e o indicador.

Tomem Amal Graafstra, um "tecnólogo aventureiro" auto-didacta e fundador da empresa biohacking Dangerous Things ["Coisas Perigosas": já o nome é um programa, ndt], em Seattle. Ele tem um duplo implante, um microchip em cada mão.

Na sua mão direita há um chip reprogramável, o mesmo tipo usado no cartão Oyster, que pode ser utilizado para armazenar pequenas quantidades de dados. Pressionando a mão no telefone, a informação pode ser baixada do seu corpo ou enviada. A esquerda contém um simples número de identidade que pode ser utilizado para destravar a porta de casa, fazer login no computador ou até mesmo ligar a moto.

Espalhados pelo globo há um certo número de indivíduos com sérios problemas, pessoas que evidentemente não têm nada que fazer na vida e que precisam de urgente ajuda. Mas por enquanto vamos em frente.

Este mês, na conferência Transhuman Visions em San Francisco, Graafstra apresentou
uma "estação de implantação", oferecendo aos participantes a oportunidade de ser "chipados" por 50 Dólares. Utilizando uma agulha maior daquela concebida para o microchip dos animais, Graafstra injectada uma placa RFID revestida de vidro do tamanho de um grão de arroz para cada voluntário. Até o final do dia, Graafstra tinham criado 15 novos ciborgues.

Mais 15: o total não pára de aumentar...
Diz Graafsta, a raposa de Seattle:

Todos os filme de Hollywood contam de implantes para rastrear as pessoas. As pessoas não percebem que é a mesma tecnologia que o cartão na carteira. Quando alguém usa um cartão de crédito, sem fio ou não, é seguido por várias corporações sabem quem são, quando compram, quanto gastaram e onde vão.

Pois: esta já deveria ser uma boa razão para evitar um microchip na pele, não é? Não, não, pois segundo Graafsta as vantagens são imensas:

Uma vantagem é que você nunca vai perder o chip, e torna o roubo físico impossível.

Sim, sem dúvida, isso justifica a implementação, estúpido eu a não pensar certas cosias...

Em última análise, os microchips implantados oferecem uma maneira de tornar o seu corpo físico legível por uma máquina. Actualmente, não existe um padrão único de comunicar com as máquinas que sustentam a sociedade - desde os painéis de acesso até as caixas electrónicas - mas uma diversidade infinita de sistemas de identificação: bandas magnéticas, senhas, números PIN, perguntas de segurança. Todas essas são tentativas para colmatar o fosso entre a sua identidade física e digital. E se você esquecer ou perder estes dados, de repente fica cortado fora da sua conta bancária, do correio electrónico e muito mais. Um chip implantado, pelo contrário, poderia agir como o nosso cartão de identidade universal para navegar num mundo regulado por máquinas.

E conclúi o jornalista:

É o início dum lento movimento para um mundo onde tudo será acessado com um único microchip RFID. Se aquele dia chegar, não consigo lembrar dum lugar mais seguro do que o meu corpo.

Com certeza e eu até posso sugerir em qual parte do corpo: o caixa craniana, que actualmente parece vazia.

Agora, a sério.
Um artigo no site da BBC, um artigo inócuo, com um par de vídeo inócuos.

É assim que, devagarinho, põe-se em contacto uma pessoa normal com a ideia do chip implementado. Uma pessoa que até hoje provavelmente nunca pensou nesta hipótese e que ainda continua a recusa-la. No entanto, a partir de hoje, num escuro canto do cérebro mora uma ideia, aliás, uma pequena equação que o artigo conseguiu introduzir: microchip = segurança.

Este é o início.

A seguir, um curto vídeo imperdível: Amal Graafstra, a Mente Brilhante de Seattle, que acciona a sua mota com o microchip implantado.



Fontes: BBC , Informação Incorrecta

O robô policial pode ser controlado à distância e demanda a utilização do Oculus Rift para ser controlado

Por Renan Hamann

Ele não é um policial que ganhou partes cibernéticas, mas no futuro pode fazer o mesmo nome de um dos maiores ícones da cultura pop no cinema: RoboCop. Criado pelo Discovery Labs da Universidade Internacional da Flórida (Estados Unidos), o robô policial foi apresentado à imprensa na última quarta-feira e vem chamando a atenção desde então. O vídeo acima mostra o porquê.

O RoboCop da vida real se chama TeleBot, possui 1,82 metros — uma altura regular para um policial de patrulha dos Estados Unidos — e pesa apenas 34 quilogramas. Ao contrário do robô dos cinemas, o RoboCop da Universidade da Flórida não possui raciocínio autônomo, demandando exclusivamente os comandos de um controlador remoto. Para isso, um outro policial deve utilizar um Oculus Rift para ter a mesma visão que o robô.
Para os movimentos dos braços e mãos, os controladores recebem uma série de sensores que conseguem identificar instantaneamente os movimentos — reproduzindo cada um deles no robô. Dessa forma, é possível interagir com uma série de objetos que estejam localizados nos cenários em que o TeleBot opere. Ainda não se sabe se ele poderá utilizar armas de fogo algum dia.

Segundo o NBC Miami, o projeto do TeleBot teve início em 2012 e foi financiado por meio de doações de um comandante da Marinha dos Estados Unidos da América. Se algum dia será possível ver o TeleBot funcionando como um RoboCop da vida real, ainda é cedo demais para afirmar. O que se sabe é que, por enquanto, o robô deve ser mantido apenas como um protótipo que pode ser base para uma série de aprimoramentos para o futuro.



Fontes: Tecmundo , NBC Miami , Illuminati Elite Maldita

Protótipo robocop: Robô policial é criado em universidade americana

O robô policial pode ser controlado à distância e demanda a utilização do Oculus Rift para ser controlado

Por Renan Hamann

Ele não é um policial que ganhou partes cibernéticas, mas no futuro pode fazer o mesmo nome de um dos maiores ícones da cultura pop no cinema: RoboCop. Criado pelo Discovery Labs da Universidade Internacional da Flórida (Estados Unidos), o robô policial foi apresentado à imprensa na última quarta-feira e vem chamando a atenção desde então. O vídeo acima mostra o porquê.

O RoboCop da vida real se chama TeleBot, possui 1,82 metros — uma altura regular para um policial de patrulha dos Estados Unidos — e pesa apenas 34 quilogramas. Ao contrário do robô dos cinemas, o RoboCop da Universidade da Flórida não possui raciocínio autônomo, demandando exclusivamente os comandos de um controlador remoto. Para isso, um outro policial deve utilizar um Oculus Rift para ter a mesma visão que o robô.
Para os movimentos dos braços e mãos, os controladores recebem uma série de sensores que conseguem identificar instantaneamente os movimentos — reproduzindo cada um deles no robô. Dessa forma, é possível interagir com uma série de objetos que estejam localizados nos cenários em que o TeleBot opere. Ainda não se sabe se ele poderá utilizar armas de fogo algum dia.

Segundo o NBC Miami, o projeto do TeleBot teve início em 2012 e foi financiado por meio de doações de um comandante da Marinha dos Estados Unidos da América. Se algum dia será possível ver o TeleBot funcionando como um RoboCop da vida real, ainda é cedo demais para afirmar. O que se sabe é que, por enquanto, o robô deve ser mantido apenas como um protótipo que pode ser base para uma série de aprimoramentos para o futuro.



Fontes: Tecmundo , NBC Miami , Illuminati Elite Maldita

Redação do Site Inovação Tecnológica - 24/02/2014
Tanto o robô quanto o cérebro simulado são muito simples - mas os resultados impressionaram. [Imagem: Lovisa Irpa Helgadottir et al.]
Robô com cérebro de abelha
Graças a um brasileiro, abelhas ciborgues já estão voando na Austrália, implantadas com mochilas eletrônicas.

Lovisa Helgadottir, da Universidade Livre de Berlim, na Alemanha, preferiu fazer o contrário, usando o cérebro das abelhas para controlar seu robô.

O resultado é um marco no campo da inteligência artificial e da reprodução de redes neurais em computador.

Usando um modelo relativamente simples do sistema nervoso das abelhas, Helgadottir criou um robô que é capaz de perceber estímulos ambientais e reagir a eles.

Cérebro simulado

O cérebro do robô é uma simulação em computador da rede sensório-motora do cérebro da abelha. O programa coordena os motores do robô, definindo a direção do seu movimento.

O grande destaque do trabalho é a capacidade desse cérebro simulado, muito rudimentar, de aprender a partir de princípios simples.

"De forma muito semelhante a como as abelhas aprendem a associar certas cores de flores a um néctar mais saboroso, o robô aprende a abordar determinados objetos coloridos e a evitar outros," explicou Martin Nawrot, orientador do trabalho.

Inicialmente, quando a câmera do robô focou em um objeto com a cor desejada - vermelha - os cientistas acenderam uma luz que funcionava como um prêmio para o robô, algo como se ele tivesse localizado comida ou feito algo da maneira correta. Para isso, um sensor no robô detecta a luz e aciona a célula nervosa do sistema de recompensa do cérebro artificial.

Com o sistema de recompensa ativado, quando o robô viu um outro objeto vermelho, ele começou a se mover em direção a ele. Itens azuis, por outro lado, o faziam andar para trás.

"Em uma questão de segundos o robô realizou a tarefa de encontrar um objeto na cor desejada e se aproximar dele," explicou Nawrot. "Só foi necessário um único exercício de aprendizagem, o mesmo observado experimentalmente com as abelhas."

Os cientistas estão planejando agora expandir a rede neural do cérebro artificial, inserindo nele mais princípios de aprendizagem.

Assim, o minicérebro vai se tornar ainda mais poderoso, e o robô mais autônomo.

Bibliografia:

Conditioned behavior in a robot controlled by a spiking neural network
Lovisa Irpa Helgadottir, Joachim Haenicke, Tim Landgraf, Raul Rojas, Martin Paul Nawrot
6th International IEEE/EMBS Conference on Neural Engineering
Vol.: NER 891-894
DOI: 10.1109/NER.2013.6696078

Fonte: Inovação Tecnológica

Cérebro artificial de abelha faz robô aprender na hora

Redação do Site Inovação Tecnológica - 24/02/2014
Tanto o robô quanto o cérebro simulado são muito simples - mas os resultados impressionaram. [Imagem: Lovisa Irpa Helgadottir et al.]
Robô com cérebro de abelha
Graças a um brasileiro, abelhas ciborgues já estão voando na Austrália, implantadas com mochilas eletrônicas.

Lovisa Helgadottir, da Universidade Livre de Berlim, na Alemanha, preferiu fazer o contrário, usando o cérebro das abelhas para controlar seu robô.

O resultado é um marco no campo da inteligência artificial e da reprodução de redes neurais em computador.

Usando um modelo relativamente simples do sistema nervoso das abelhas, Helgadottir criou um robô que é capaz de perceber estímulos ambientais e reagir a eles.

Cérebro simulado

O cérebro do robô é uma simulação em computador da rede sensório-motora do cérebro da abelha. O programa coordena os motores do robô, definindo a direção do seu movimento.

O grande destaque do trabalho é a capacidade desse cérebro simulado, muito rudimentar, de aprender a partir de princípios simples.

"De forma muito semelhante a como as abelhas aprendem a associar certas cores de flores a um néctar mais saboroso, o robô aprende a abordar determinados objetos coloridos e a evitar outros," explicou Martin Nawrot, orientador do trabalho.

Inicialmente, quando a câmera do robô focou em um objeto com a cor desejada - vermelha - os cientistas acenderam uma luz que funcionava como um prêmio para o robô, algo como se ele tivesse localizado comida ou feito algo da maneira correta. Para isso, um sensor no robô detecta a luz e aciona a célula nervosa do sistema de recompensa do cérebro artificial.

Com o sistema de recompensa ativado, quando o robô viu um outro objeto vermelho, ele começou a se mover em direção a ele. Itens azuis, por outro lado, o faziam andar para trás.

"Em uma questão de segundos o robô realizou a tarefa de encontrar um objeto na cor desejada e se aproximar dele," explicou Nawrot. "Só foi necessário um único exercício de aprendizagem, o mesmo observado experimentalmente com as abelhas."

Os cientistas estão planejando agora expandir a rede neural do cérebro artificial, inserindo nele mais princípios de aprendizagem.

Assim, o minicérebro vai se tornar ainda mais poderoso, e o robô mais autônomo.

Bibliografia:

Conditioned behavior in a robot controlled by a spiking neural network
Lovisa Irpa Helgadottir, Joachim Haenicke, Tim Landgraf, Raul Rojas, Martin Paul Nawrot
6th International IEEE/EMBS Conference on Neural Engineering
Vol.: NER 891-894
DOI: 10.1109/NER.2013.6696078

Fonte: Inovação Tecnológica

Um dos maiores futurólogos da atualidade diz que os computadores ?pensarão? como os humanos

Por Julio Wiziack

O americano Raymond Kurzweil, 57 anos, apareceu na tevê pela primeira vez num programa de calouros dos EUA chamado I?ve got a secret (Eu tenho um segredo), apresentado por Steve Allen, na década de 60. Tocou piano e, no final, revelou seu segredo: ?Construí meu próprio computador.? Allen, que ficou sem entender, perguntou: ?O que isso tem a ver com a música que você executou??

A resposta surpreendeu: ?Foi ele quem a compôs.? Estava assim apresentado, em cadeia nacional, o primeiro sintetizador musical, um teclado que imita os sons dos instrumentos de uma orquestra e, se não bastasse, ainda compõe canções. Ray, como ele gosta de ser chamado, não parou mais de inventar. São dele equipamentos como o scaner e o tradutor de textos para deficientes visuais.

Revistas especializadas e instituições científicas o consideram o sucessor de Thomas Edison (o inventor da lâmpada) e o definem como o maior futurólogo do mundo. Premiado com a National Medal (maior honraria que o governo americano concede a um cientista) e com uma dúzia de doutorados honoríficos internacionais, ele escreveu seu quinto livro: The singularity is near: when humans transcend biology (A singularidade está próxima: quando os humanos transcendem a biologia).

O livro chega às prateleiras americanas causando reboliço. Não é para menos: Kurzweil prevê que os humanos se fundirão aos computadores e aprenderão fazendo um simples download da internet diretamente no cérebro.
ISTOÉ -
Como aumentar nossa capacidade cerebral?

RAY KURZWEIL -
O uso dos computadores já nos permite ampliar nossa inteligência. Muitos programas aceleram o raciocínio lógico. Cálculos astronômicos, que antes levavam horas para ficar prontos, são feitos em segundos graças a softwares específicos. Isso dinamiza a produção do conhecimento humano que pode ser acessado imediatamente pela internet. Em duas décadas, teremos à nossa disposição a tecnologia dos nanorrobôs que terão o tamanho de uma célula e serão dotados de habilidades computacionais e de comunicação.

ISTOÉ -
Eles vão interagir conosco?

RAY KURZWEIL -
Injetados na corrente sangüínea, eles chegarão aos capilares nervosos do cérebro para interagir com nosso corpo criando um ambiente de realidade virtual. Poderiam, por exemplo, fornecer conhecimento para o cérebro por um simples download.

ISTOÉ -
A ficção descrita no filme Matrix vai se tornar realidade?

RAY KURZWEIL -
A propósito, os irmãos Wachowski (diretores do filme) pediram que todos os envolvidos na produção de Matrix lessem meus livros. O download de conhecimentos é uma das possibilidades da inteligência não biológica. A tecnologia dos nanorrobôs proporcionará uma imersão plena na realidade virtual através dos próprios nervos. Para quem quiser experimentar, bastará um comando e os nanorrobôs cortarão os sinais enviados pelo sistema biológico passando a fornecer os comandos da realidade virtual. Será possível também mesclar os dois universos, como aparece no filme Minority report, em que uma biblioteca é acessada virtualmente.

ISTOÉ -
Os humanos serão meio máquinas. E os computadores, serão mais humanos?

RAY KURZWEIL -
Os robôs, e as máquinas em geral, serão cada vez mais parecidos com os humanos. E isso vai acontecer devido aos avanços nas pesquisas de engenharia reversa do corpo humano. Ao decifrar o funcionamento dos órgãos humanos é possível reconstruí-los. Os equipamentos que escaneiam o cérebro, por exemplo, já oferecem imagens cada vez mais definidas e em três dimensões. A quantidade de informações que obtemos sobre nossa natureza dobra a cada ano de estudo.

ISTOÉ -
O que já se sabe sobre o funcionamento do cérebro?

RAY KURZWEIL -
Atualmente, cerca de 20 regiões cerebrais (entre as centenas que existem) foram mapeadas, incluindo o cerebelo, o arquivo de nosso conhecimento. Sozinho, ele concentra metade de todos os neurônios do cérebro. À medida que progredimos nessas pesquisas podemos converter o funcionamento dos órgãos em modelos matemáticos para criar simuladores. Acredito que desvendaremos o cérebro e a inteligência humana nas próximas duas décadas. Para fazer esse cálculo também levamos em conta o crescimento da capacidade dos computadores, que serão bilhões de vezes mais potentes.

ISTOÉ -
Entender como o cérebro opera permitirá fazer exatamente o quê?

RAY KURZWEIL -
Criar programas que simulam as funções vitais, que poderiam ser desempenhadas por computadores. Um portador de deficiência múltipla, voluntário em uma nova linha de pesquisa, já executa algumas tarefas com a ajuda de máquinas conectadas diretamente em seu cérebro. Isso indica que nos fundiremos com os computadores. Ê a chance de nos tornarmos mais inteligentes, porque teremos a potência de cálculo das máquinas dentro de nós. Os nanorrobôs viajarão pela corrente sangüínea para nos manter saudáveis. Eles destruirão patogenias, removerão placas de gordura e corrigirão erros do DNA.

ISTOÉ -
Haverá o risco de os humanos serem dominados por sua porção não biológica?

RAY KURZWEIL -
Em 2040, a porção não biológica da inteligência humana será bilhões de vezes superior, mas estaremos no comando em tempo integral. Uma curiosidade dessa revolução é que a ciência trará a possibilidade para as pessoas diferenciarem seus corpos. Hoje os humanos são organicamente iguais. Existe muito mais diversidade genética num grupo de macacos do que entre os humanos. Acontece que as pessoas têm vontade de se diferenciar e fazem isso por meio da moda, usando maquiagem, tatuagens, piercings e cirurgias plásticas. Esses são os recursos tecnológicos disponíveis.

ISTOÉ -
Quais são as possibilidades futuras?

RAY KURZWEIL -
Em duas décadas, vamos interferir na organização cerebral e no substrato bioquímico que transmite todos os sinais e impulsos em nosso corpo. Esse “serviço” passará a ser executado por componentes eletrônicos a uma velocidade milhões de vezes superior.

ISTOÉ -
Por que precisamos mudar nossa configuração corporal para continuar evoluindo?

RAY KURZWEIL -
A primeira geração de ferramentas, incluindo as da Revolução Industrial, expandiu o alcance de nossos corpos. A era da informação, que é o segundo estágio da Revolução, está expandindo o alcance de nossas mentes. A terceira fase, que será marcada pela nossa fusão com as máquinas, ampliará a capacidade de nossos corpos e cérebros. No meu ponto de vista, este é o próximo passo da evolução. A tecnologia é, ela própria, um processo evolutivo em constante e acelerado fluxo que aumenta a complexidade e a inteligência do mundo.

ISTOÉ -
De que forma isso acontece?

RAY KURZWEIL -
Se tivermos uma tecnologia para capturar apenas 0,0001% da luz que incide na Terra, poderemos obter a energia de que precisamos para nos livrar dos combustíveis fósseis e dos poluentes atmosféricos. Painéis solares obtidos por meio de nanoestruturas e células de combustível tornarão essa realidade possível. Estou convencido de que será o fim do aquecimento global e da escassez atual de energia.

ISTOÉ -
Não há risco de as novas tecnologias criarem um mundo de excluídos?

RAY KURZWEIL -
Em sua fase inicial, uma nova tecnologia é de fato muito cara e, pior, não funciona direito. Só com tempo de uso é que ela fica mais barata e apresenta bom desempenho. As drogas contra a Aids, por exemplo, começaram a ser vendidas a US$ 30 mil por pessoa ao ano sem fazer o efeito desejado. Hoje, custam menos de US$ 100 anuais e chegam aos locais mais distantes da África. Um levantamento do Banco Mundial mostra que a pobreza na Ásia caiu pela metade nos últimos dez anos devido aos avanços promovidos pela tecnologia da informação e será cortada em 90% nos próximos dez anos se for mantida sua taxa atual de crescimento.

ISTOÉ -
Quantos anos poderemos viver a mais se essas tecnologias forem incorporadas ao nosso dia-a-dia?

RAY KURZWEIL -
Ampliar a longevidade humana é um processo em andamento. No ano passado publiquei um livro com o médico Terry Grossmann para avaliar o impacto da nova onda tecnológica na expectativa de vida. Ainda não dá para saber quanto esticaremos nosso prazo de validade, mas é certo que viveremos muito mais. Não dispomos hoje dos recursos que teremos em 15 anos, mas dá para tomar algumas medidas que desaceleram o envelhecimento.

ISTOÉ -
O sr. já conseguiu retardar seu envelhecimento?

RAY KURZWEIL -
Sim. Com um controle de suplementos nutricionais, diminuí meu colesterol ruim de 280 para 130. Eu tinha diabete tipo 2 e há 20 anos não tenho mais. Também faço exercícios regularmente e uma batelada de 40 exames que me dizem como estão os indicadores sangüíneos e hormonais. De acordo com os testes médicos, quando eu tinha 40 anos meu corpo era como o de uma pessoa de 38. Completei 57 anos e ele está mais ou menos com 40. Meu objetivo é chegar aos 60 com um organismo de 38. Em breve haverá uma revolução nessa área.

ISTOÉ -
Que revolução é essa?

RAY KURZWEIL -
O amadurecimento da biotecnologia. O atual desafio da ciência é interferir nos mecanismos biológicos para reprogramar o RNA e melhorar a produção de enzimas e proteínas. Essa evolução nos permitirá alcançar um fantástico estágio de transformação imposto pela nanotecnologia. Aqueles robôs do tamanho de uma célula vasculharão nosso organismo para fazer reparos em tempo integral. Aí sim, o homem viverá muito mais porque será possível curar doenças antes mesmo que elas se manifestem.

ISTOÉ -
A idéia de interferir na data da morte não cria resistência entre os religiosos?

RAY KURZWEIL -
Muitos religiosos encontram paralelos entre minhas previsões e os textos sagrados. Há atualmente mais resistência entre os fundamentalistas humanistas. Essa turma defende a não mudança de nossa humanidade biológica, da mesma forma que prega que não devemos modificar os tomates.

ISTOÉ -
Quais são os efeitos negativos dessa nova onda de inovações?

RAY KURZWEIL -
A mesma biotecnologia que cura um câncer poderá munir um terrorista na criação de uma arma biológica. Mas responderemos à altura. Quando a internet foi criada, surgiram os vírus e desenvolvemos programas para exterminá-los. A boa notícia é que existe tecnologia contra as novas ameaças e está em curso a proposta de criação de um programa de US$ 100 bilhões para desenvolver os antídotos.

ISTOÉ -
Os humanos estão prontos para todos esses avanços?

RAY KURZWEIL -
As pesquisas nessa área continuam a passos rápidos. O fato de o governo estabelecer restrições para esses estudos, bem como para as pesquisas com células-tronco, nunca teve grande impacto. E cada vez mais há dezenas de métodos de pesquisas biotecnológicas que são conduzidas em um caminho que não enfrentam resistência. Essas controvérsias acabam sendo como pedras no fundo de um rio: a corrente do progresso apenas flui sobre elas. É assim que será com a nova revolução que se anuncia.

Fontes: Fórum Anti Nova Ordem Mundial , Revista Isto É

Ray Kurzweil "Seremos meio máquinas"

Um dos maiores futurólogos da atualidade diz que os computadores ?pensarão? como os humanos

Por Julio Wiziack

O americano Raymond Kurzweil, 57 anos, apareceu na tevê pela primeira vez num programa de calouros dos EUA chamado I?ve got a secret (Eu tenho um segredo), apresentado por Steve Allen, na década de 60. Tocou piano e, no final, revelou seu segredo: ?Construí meu próprio computador.? Allen, que ficou sem entender, perguntou: ?O que isso tem a ver com a música que você executou??

A resposta surpreendeu: ?Foi ele quem a compôs.? Estava assim apresentado, em cadeia nacional, o primeiro sintetizador musical, um teclado que imita os sons dos instrumentos de uma orquestra e, se não bastasse, ainda compõe canções. Ray, como ele gosta de ser chamado, não parou mais de inventar. São dele equipamentos como o scaner e o tradutor de textos para deficientes visuais.

Revistas especializadas e instituições científicas o consideram o sucessor de Thomas Edison (o inventor da lâmpada) e o definem como o maior futurólogo do mundo. Premiado com a National Medal (maior honraria que o governo americano concede a um cientista) e com uma dúzia de doutorados honoríficos internacionais, ele escreveu seu quinto livro: The singularity is near: when humans transcend biology (A singularidade está próxima: quando os humanos transcendem a biologia).

O livro chega às prateleiras americanas causando reboliço. Não é para menos: Kurzweil prevê que os humanos se fundirão aos computadores e aprenderão fazendo um simples download da internet diretamente no cérebro.
ISTOÉ -
Como aumentar nossa capacidade cerebral?

RAY KURZWEIL -
O uso dos computadores já nos permite ampliar nossa inteligência. Muitos programas aceleram o raciocínio lógico. Cálculos astronômicos, que antes levavam horas para ficar prontos, são feitos em segundos graças a softwares específicos. Isso dinamiza a produção do conhecimento humano que pode ser acessado imediatamente pela internet. Em duas décadas, teremos à nossa disposição a tecnologia dos nanorrobôs que terão o tamanho de uma célula e serão dotados de habilidades computacionais e de comunicação.

ISTOÉ -
Eles vão interagir conosco?

RAY KURZWEIL -
Injetados na corrente sangüínea, eles chegarão aos capilares nervosos do cérebro para interagir com nosso corpo criando um ambiente de realidade virtual. Poderiam, por exemplo, fornecer conhecimento para o cérebro por um simples download.

ISTOÉ -
A ficção descrita no filme Matrix vai se tornar realidade?

RAY KURZWEIL -
A propósito, os irmãos Wachowski (diretores do filme) pediram que todos os envolvidos na produção de Matrix lessem meus livros. O download de conhecimentos é uma das possibilidades da inteligência não biológica. A tecnologia dos nanorrobôs proporcionará uma imersão plena na realidade virtual através dos próprios nervos. Para quem quiser experimentar, bastará um comando e os nanorrobôs cortarão os sinais enviados pelo sistema biológico passando a fornecer os comandos da realidade virtual. Será possível também mesclar os dois universos, como aparece no filme Minority report, em que uma biblioteca é acessada virtualmente.

ISTOÉ -
Os humanos serão meio máquinas. E os computadores, serão mais humanos?

RAY KURZWEIL -
Os robôs, e as máquinas em geral, serão cada vez mais parecidos com os humanos. E isso vai acontecer devido aos avanços nas pesquisas de engenharia reversa do corpo humano. Ao decifrar o funcionamento dos órgãos humanos é possível reconstruí-los. Os equipamentos que escaneiam o cérebro, por exemplo, já oferecem imagens cada vez mais definidas e em três dimensões. A quantidade de informações que obtemos sobre nossa natureza dobra a cada ano de estudo.

ISTOÉ -
O que já se sabe sobre o funcionamento do cérebro?

RAY KURZWEIL -
Atualmente, cerca de 20 regiões cerebrais (entre as centenas que existem) foram mapeadas, incluindo o cerebelo, o arquivo de nosso conhecimento. Sozinho, ele concentra metade de todos os neurônios do cérebro. À medida que progredimos nessas pesquisas podemos converter o funcionamento dos órgãos em modelos matemáticos para criar simuladores. Acredito que desvendaremos o cérebro e a inteligência humana nas próximas duas décadas. Para fazer esse cálculo também levamos em conta o crescimento da capacidade dos computadores, que serão bilhões de vezes mais potentes.

ISTOÉ -
Entender como o cérebro opera permitirá fazer exatamente o quê?

RAY KURZWEIL -
Criar programas que simulam as funções vitais, que poderiam ser desempenhadas por computadores. Um portador de deficiência múltipla, voluntário em uma nova linha de pesquisa, já executa algumas tarefas com a ajuda de máquinas conectadas diretamente em seu cérebro. Isso indica que nos fundiremos com os computadores. Ê a chance de nos tornarmos mais inteligentes, porque teremos a potência de cálculo das máquinas dentro de nós. Os nanorrobôs viajarão pela corrente sangüínea para nos manter saudáveis. Eles destruirão patogenias, removerão placas de gordura e corrigirão erros do DNA.

ISTOÉ -
Haverá o risco de os humanos serem dominados por sua porção não biológica?

RAY KURZWEIL -
Em 2040, a porção não biológica da inteligência humana será bilhões de vezes superior, mas estaremos no comando em tempo integral. Uma curiosidade dessa revolução é que a ciência trará a possibilidade para as pessoas diferenciarem seus corpos. Hoje os humanos são organicamente iguais. Existe muito mais diversidade genética num grupo de macacos do que entre os humanos. Acontece que as pessoas têm vontade de se diferenciar e fazem isso por meio da moda, usando maquiagem, tatuagens, piercings e cirurgias plásticas. Esses são os recursos tecnológicos disponíveis.

ISTOÉ -
Quais são as possibilidades futuras?

RAY KURZWEIL -
Em duas décadas, vamos interferir na organização cerebral e no substrato bioquímico que transmite todos os sinais e impulsos em nosso corpo. Esse “serviço” passará a ser executado por componentes eletrônicos a uma velocidade milhões de vezes superior.

ISTOÉ -
Por que precisamos mudar nossa configuração corporal para continuar evoluindo?

RAY KURZWEIL -
A primeira geração de ferramentas, incluindo as da Revolução Industrial, expandiu o alcance de nossos corpos. A era da informação, que é o segundo estágio da Revolução, está expandindo o alcance de nossas mentes. A terceira fase, que será marcada pela nossa fusão com as máquinas, ampliará a capacidade de nossos corpos e cérebros. No meu ponto de vista, este é o próximo passo da evolução. A tecnologia é, ela própria, um processo evolutivo em constante e acelerado fluxo que aumenta a complexidade e a inteligência do mundo.

ISTOÉ -
De que forma isso acontece?

RAY KURZWEIL -
Se tivermos uma tecnologia para capturar apenas 0,0001% da luz que incide na Terra, poderemos obter a energia de que precisamos para nos livrar dos combustíveis fósseis e dos poluentes atmosféricos. Painéis solares obtidos por meio de nanoestruturas e células de combustível tornarão essa realidade possível. Estou convencido de que será o fim do aquecimento global e da escassez atual de energia.

ISTOÉ -
Não há risco de as novas tecnologias criarem um mundo de excluídos?

RAY KURZWEIL -
Em sua fase inicial, uma nova tecnologia é de fato muito cara e, pior, não funciona direito. Só com tempo de uso é que ela fica mais barata e apresenta bom desempenho. As drogas contra a Aids, por exemplo, começaram a ser vendidas a US$ 30 mil por pessoa ao ano sem fazer o efeito desejado. Hoje, custam menos de US$ 100 anuais e chegam aos locais mais distantes da África. Um levantamento do Banco Mundial mostra que a pobreza na Ásia caiu pela metade nos últimos dez anos devido aos avanços promovidos pela tecnologia da informação e será cortada em 90% nos próximos dez anos se for mantida sua taxa atual de crescimento.

ISTOÉ -
Quantos anos poderemos viver a mais se essas tecnologias forem incorporadas ao nosso dia-a-dia?

RAY KURZWEIL -
Ampliar a longevidade humana é um processo em andamento. No ano passado publiquei um livro com o médico Terry Grossmann para avaliar o impacto da nova onda tecnológica na expectativa de vida. Ainda não dá para saber quanto esticaremos nosso prazo de validade, mas é certo que viveremos muito mais. Não dispomos hoje dos recursos que teremos em 15 anos, mas dá para tomar algumas medidas que desaceleram o envelhecimento.

ISTOÉ -
O sr. já conseguiu retardar seu envelhecimento?

RAY KURZWEIL -
Sim. Com um controle de suplementos nutricionais, diminuí meu colesterol ruim de 280 para 130. Eu tinha diabete tipo 2 e há 20 anos não tenho mais. Também faço exercícios regularmente e uma batelada de 40 exames que me dizem como estão os indicadores sangüíneos e hormonais. De acordo com os testes médicos, quando eu tinha 40 anos meu corpo era como o de uma pessoa de 38. Completei 57 anos e ele está mais ou menos com 40. Meu objetivo é chegar aos 60 com um organismo de 38. Em breve haverá uma revolução nessa área.

ISTOÉ -
Que revolução é essa?

RAY KURZWEIL -
O amadurecimento da biotecnologia. O atual desafio da ciência é interferir nos mecanismos biológicos para reprogramar o RNA e melhorar a produção de enzimas e proteínas. Essa evolução nos permitirá alcançar um fantástico estágio de transformação imposto pela nanotecnologia. Aqueles robôs do tamanho de uma célula vasculharão nosso organismo para fazer reparos em tempo integral. Aí sim, o homem viverá muito mais porque será possível curar doenças antes mesmo que elas se manifestem.

ISTOÉ -
A idéia de interferir na data da morte não cria resistência entre os religiosos?

RAY KURZWEIL -
Muitos religiosos encontram paralelos entre minhas previsões e os textos sagrados. Há atualmente mais resistência entre os fundamentalistas humanistas. Essa turma defende a não mudança de nossa humanidade biológica, da mesma forma que prega que não devemos modificar os tomates.

ISTOÉ -
Quais são os efeitos negativos dessa nova onda de inovações?

RAY KURZWEIL -
A mesma biotecnologia que cura um câncer poderá munir um terrorista na criação de uma arma biológica. Mas responderemos à altura. Quando a internet foi criada, surgiram os vírus e desenvolvemos programas para exterminá-los. A boa notícia é que existe tecnologia contra as novas ameaças e está em curso a proposta de criação de um programa de US$ 100 bilhões para desenvolver os antídotos.

ISTOÉ -
Os humanos estão prontos para todos esses avanços?

RAY KURZWEIL -
As pesquisas nessa área continuam a passos rápidos. O fato de o governo estabelecer restrições para esses estudos, bem como para as pesquisas com células-tronco, nunca teve grande impacto. E cada vez mais há dezenas de métodos de pesquisas biotecnológicas que são conduzidas em um caminho que não enfrentam resistência. Essas controvérsias acabam sendo como pedras no fundo de um rio: a corrente do progresso apenas flui sobre elas. É assim que será com a nova revolução que se anuncia.

Fontes: Fórum Anti Nova Ordem Mundial , Revista Isto É

Um coração artificial autônomo, concebido pela empresa francesa Carmat, foi implantado nesta quarta-feira em um paciente que sofria de insuficiência cardíaca terminal por uma equipe do hospital Georges Pompidou, em Paris, anunciou a empresa nesta sexta-feira, qualificando esta intervenção de um feito inédito no mundo.

"Este primeiro implante foi realizado de forma satisfatória (...). O paciente se encontra atualmente sob vigilância em cuidados intensivos, acordado e falando com a família", acrescentou Carmat.

No final de setembro, as autoridades de saúde francesas deram luz verde para essa cirurgia, abrindo novas perspectivas a pacientes condenados pela escassez de órgãos disponíveis para transplante.

"Comemoramos este primeiro implante, mas seria prematuro tirar conclusões, já que se trata de um único implante e de um pós-operatório ainda muito breve", comentou o diretor geral da Carmat, Marcello Conviti, citado em um comunicado.

A empresa, fundada pelo cirurgião Alain Carpentier, conhecido mundialmente por ter inventado as válvulas cardíacas Carpentier-Edwards, quer atenuar a falta de órgãos com que sofrem milhares de pessoas com insuficiência cardíaca avançada.

Segundo a empresa, sua prótese, elaborada sobre bases científicas "sólidas", tem "uma funcionalidade e uma duração exemplares".

"Imita totalmente um coração humano normal, com dois ventrículos que movimentam o sangue como faria o músculo cardíaco, com sensores que permitem acelerar o coração, desacelerar, aumentar a cadência, diminuir a cadência. O doente dorme, diminui. Sobe escadas, acelera, por isso não tem nada a vez com uma bomba mecânica", havia explicado em setembro Philippe Pouletty, co-fundador do grupo.

O paciente implantado, cuja identidade não foi divulgada, deveria sofrer de insuficiência cardíaca terminal, com um prognóstico vital comprometido e sem alternativa terapêutica, segundo as condições propostas pelas autoridades sanitárias francesas.

A Carmat assegura que seu coração artificial poderia salvar a cada ano dezenas de milhares de vidas, sem risco de rejeição aos pacientes e garantindo-lhes uma qualidade de vida sem precedentes.

Fontes: O Correio de Deus , Info Abril , Em

Coração artificial autônomo é implantado em paciente pela primeira vez

Um coração artificial autônomo, concebido pela empresa francesa Carmat, foi implantado nesta quarta-feira em um paciente que sofria de insuficiência cardíaca terminal por uma equipe do hospital Georges Pompidou, em Paris, anunciou a empresa nesta sexta-feira, qualificando esta intervenção de um feito inédito no mundo.

"Este primeiro implante foi realizado de forma satisfatória (...). O paciente se encontra atualmente sob vigilância em cuidados intensivos, acordado e falando com a família", acrescentou Carmat.

No final de setembro, as autoridades de saúde francesas deram luz verde para essa cirurgia, abrindo novas perspectivas a pacientes condenados pela escassez de órgãos disponíveis para transplante.

"Comemoramos este primeiro implante, mas seria prematuro tirar conclusões, já que se trata de um único implante e de um pós-operatório ainda muito breve", comentou o diretor geral da Carmat, Marcello Conviti, citado em um comunicado.

A empresa, fundada pelo cirurgião Alain Carpentier, conhecido mundialmente por ter inventado as válvulas cardíacas Carpentier-Edwards, quer atenuar a falta de órgãos com que sofrem milhares de pessoas com insuficiência cardíaca avançada.

Segundo a empresa, sua prótese, elaborada sobre bases científicas "sólidas", tem "uma funcionalidade e uma duração exemplares".

"Imita totalmente um coração humano normal, com dois ventrículos que movimentam o sangue como faria o músculo cardíaco, com sensores que permitem acelerar o coração, desacelerar, aumentar a cadência, diminuir a cadência. O doente dorme, diminui. Sobe escadas, acelera, por isso não tem nada a vez com uma bomba mecânica", havia explicado em setembro Philippe Pouletty, co-fundador do grupo.

O paciente implantado, cuja identidade não foi divulgada, deveria sofrer de insuficiência cardíaca terminal, com um prognóstico vital comprometido e sem alternativa terapêutica, segundo as condições propostas pelas autoridades sanitárias francesas.

A Carmat assegura que seu coração artificial poderia salvar a cada ano dezenas de milhares de vidas, sem risco de rejeição aos pacientes e garantindo-lhes uma qualidade de vida sem precedentes.

Fontes: O Correio de Deus , Info Abril , Em

Cachorros robóticos que andam em qualquer terreno e gatos mais rápidos que Usain Bolt fazem parte do portfólio da Boston Dynamics, comprada pelo Google nesta sexta.

Robô LS3, da Boston Dynamics, comprada pelo Google: "animais" chegam em qualquer lugar - e conseguem ser ao mesmo tempo espetaculares e amedrontadores.

O Google comprou nesta sexta-feira a Boston Dynamics, empresa conhecida por desenvolver robôs ao mesmo tempo espetaculares e levemente amedrontadores (veja vídeos abaixo).

A aquisição foi adiantada pelo The New York Times, mas o valor não foi revelado.

De acordo com o jornal norte-americano, é a oitava aquisição da gigante da internet na área da robótica em seis meses, o que só aumenta as suspeitas de que ela estaria planejando algo grande no desenvolvimento de sistemas autômatos.

Entre as principais criações da Boston Dynamics, está o “Big Dog” (Cachorro Grande, em português). Vídeo no YouTube de 2008, com mais de 15 milhões de acessos, mostra o que ele é capaz.

A barulhenta máquina anda na neve, se recusa a cair mesmo em piso enlameado ou quando chutada e ainda atravessa obstáculos.

A Boston Dynamics trabalha com o Pentágono e a Darpa, agência de tecnologia de defesa dos Estados Unidos. Foi criada em 1992 por estudantes do MIT.

O Google afirmou que não irá publicar informações financeiras sobre esta ou as últimas aquisições. Segundo o NYT, os contratos em vigor serão respeitados, mas não há intenção de prosseguir na área militar.

Um dos robôs da empresa, chamado de Cheetah, corre mais que o medalhista olímpico Usain Bolt, atingindo 46 quilômetros por hora.

Outros, como o LS3 (que ilustra esta matéria), andam em qualquer terreno e foram criados para carregar suprimentos para militares em missões oficiais. Detalhe: ele segue o “líder” do grupo automaticamente. Não é necessário controlá-lo.

Veja a seguir vídeos de três criações da empresa:

BigDog:


Fontes: Anunciando a Verdade , Publico Pt , Illuminati Elite Maldita , Activist Post

Google compra empresa que criou robots para o exército americano

Cachorros robóticos que andam em qualquer terreno e gatos mais rápidos que Usain Bolt fazem parte do portfólio da Boston Dynamics, comprada pelo Google nesta sexta.

Robô LS3, da Boston Dynamics, comprada pelo Google: "animais" chegam em qualquer lugar - e conseguem ser ao mesmo tempo espetaculares e amedrontadores.

O Google comprou nesta sexta-feira a Boston Dynamics, empresa conhecida por desenvolver robôs ao mesmo tempo espetaculares e levemente amedrontadores (veja vídeos abaixo).

A aquisição foi adiantada pelo The New York Times, mas o valor não foi revelado.

De acordo com o jornal norte-americano, é a oitava aquisição da gigante da internet na área da robótica em seis meses, o que só aumenta as suspeitas de que ela estaria planejando algo grande no desenvolvimento de sistemas autômatos.

Entre as principais criações da Boston Dynamics, está o “Big Dog” (Cachorro Grande, em português). Vídeo no YouTube de 2008, com mais de 15 milhões de acessos, mostra o que ele é capaz.

A barulhenta máquina anda na neve, se recusa a cair mesmo em piso enlameado ou quando chutada e ainda atravessa obstáculos.

A Boston Dynamics trabalha com o Pentágono e a Darpa, agência de tecnologia de defesa dos Estados Unidos. Foi criada em 1992 por estudantes do MIT.

O Google afirmou que não irá publicar informações financeiras sobre esta ou as últimas aquisições. Segundo o NYT, os contratos em vigor serão respeitados, mas não há intenção de prosseguir na área militar.

Um dos robôs da empresa, chamado de Cheetah, corre mais que o medalhista olímpico Usain Bolt, atingindo 46 quilômetros por hora.

Outros, como o LS3 (que ilustra esta matéria), andam em qualquer terreno e foram criados para carregar suprimentos para militares em missões oficiais. Detalhe: ele segue o “líder” do grupo automaticamente. Não é necessário controlá-lo.

Veja a seguir vídeos de três criações da empresa:

BigDog:


Fontes: Anunciando a Verdade , Publico Pt , Illuminati Elite Maldita , Activist Post

Miguel Nicolelis, um dos mais célebres neurocientistas do mundo, demonstrou recentemente imagens de um exoesqueleto robótico que ajudará um paciente tetraplégico a dar o pontapé inicial da Copa do Mundo de 2014, no dia 12 de junho de 2014, em São Paulo.

O exoesqueleto é conectado ao cérebro do paciente, que então controla normalmente as partes mecânicas como se fossem membros do corpo. O equipamento faz parte do projeto “Walk Again Project”, e tem como objetivo construir no Brasil a primeira neuroprótese que permitirá com que um paciente tenha de volta a mobilidade mesmo após paralisias graves.

No começo de novembro, candidatos a usar o equipamento na partida de abertura da Copa já estão fazendo exercícios e preparação física em São Paulo, na AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente). Os escolhidos serão jovens com lesão medular incompleta, isto é, que ainda permitem uma certa locomoção.

O Walk Again Project engloba aproximadamente 100 cientistas norte-americanos, europeus e brasileiros. O projeto é uma parceria entre a Universidade Duke (EUA), instituições de Lausanne (Suíça), Berlim, Munique, Natal e São Paulo.


Fontes:Exame , G1 , Mistérios do Mundo

Brasileiro divulga imagens de exoesqueleto controlado pela mente

Miguel Nicolelis, um dos mais célebres neurocientistas do mundo, demonstrou recentemente imagens de um exoesqueleto robótico que ajudará um paciente tetraplégico a dar o pontapé inicial da Copa do Mundo de 2014, no dia 12 de junho de 2014, em São Paulo.

O exoesqueleto é conectado ao cérebro do paciente, que então controla normalmente as partes mecânicas como se fossem membros do corpo. O equipamento faz parte do projeto “Walk Again Project”, e tem como objetivo construir no Brasil a primeira neuroprótese que permitirá com que um paciente tenha de volta a mobilidade mesmo após paralisias graves.

No começo de novembro, candidatos a usar o equipamento na partida de abertura da Copa já estão fazendo exercícios e preparação física em São Paulo, na AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente). Os escolhidos serão jovens com lesão medular incompleta, isto é, que ainda permitem uma certa locomoção.

O Walk Again Project engloba aproximadamente 100 cientistas norte-americanos, europeus e brasileiros. O projeto é uma parceria entre a Universidade Duke (EUA), instituições de Lausanne (Suíça), Berlim, Munique, Natal e São Paulo.


Fontes:Exame , G1 , Mistérios do Mundo

Em junho de 2013, a iniciativa recebeu GF2045, o futuro Congresso Internacional Mundial 2045: Rumo a uma Nova Estratégia para a Evolução Humana, em Nova York. A estratégia, como Itskov ressaltou, envolvem um projeto de grande-retrato ambicioso chamado Avatar para permitir a transferência da personalidade individual em portadores artificiais sofisticadas.

O 2045 Iniciativa Estratégica Social fundada pelo empresário russo Dmitry Itskov visa construir e realizar uma nova estratégia para o desenvolvimento da humanidade, que aborda os desafios globais para a civilização humana. A visão de futuro enfatiza grandes valores espirituais, culturais, éticos, científicos e tecnológicos. Sobrevivência a longo prazo de nossa espécie e civilização é fundamental, mas a questão fundamental é também onde é que a nossa civilização pode se desenvolver? A nova estratégia envolve a união de desenvolvimento biológico e não-biológico da humanidade e do advento da era cibernética. Em junho de 2013, a iniciativa recebeu GF2045, o futuro Congresso Internacional Mundial 2045: Rumo a uma Nova Estratégia para a Evolução Humana, em Nova York. Os temas do congresso incluiu corpos android, interfaces cérebro-computador, neurociência cognitiva, engenharia mente e muito mais.

A estratégia, como Itskov ressaltou, envolvem um projeto de grande-retrato ambicioso chamado Avatar para permitir a transferência da personalidade individual em portadores artificiais sofisticadas. Tal realização irá reduzir o sofrimento humano, estender tempo de vida saudável, e livre-se nossa atenção para enfrentar os desafios que fogem ao nosso mortalidade, para que possamos participar na criação de um novo significado e objetivos. Ele vai facilitar uma transição de fome à abundância, a partir de tensão nacional e guerra para a liberdade de criar e de se concentrar em (espiritual) auto-aperfeiçoamento. A seleção natural permitiu a vida na Terra, adaptação mais rápida através da tecnologia vai trazê-lo para o Cosmos. A iniciativa funciona de forma transparente e, a fim de envolver a população global, fá-lo em diálogo com as tradições culturais e espirituais do mundo. Para este propósito, o Dr. Robert Thurman , professor de estudos budistas indo-tibetana na Universidade de Columbia, abriu anInterfaith Diálogo sobre Ciência, Espiritualidade, Evolução da Humanidade e do Projeto Avatar no congresso. Os participantes foram Mahayogi 'Piloto' Baba , mestre de Yoga, Dr. Alan Brill , um rabino e professor na Seton Hall University, Dr. William Bushell , Fellow na Universidade de Harvard, Phakyab Rinpoche , Lama budista tibetano e Lazar Puhalo , aposentou-se arcebispo ortodoxo de Ottawa.

Crises globais exigem soluções globais

O crescimento da humanidade certamente teve consequências desejáveis: Nossa população e tecnologia afeta diretamente a taxa de produção criativa e científica, a nossa força econômica pode ser exercida sobre questões e projetos tão ambiciosos como o envio de sondas espaciais para além do nosso sistema solar ou sondar a segredos do universo por esmagamento partículas super-aceleradores. Mas, o crescimento também envolve a fase-mudanças na complexidade da sociedade, e que as crises globais ameaçam toda a nossa espécie. Os recursos necessários pelo crescimento eventualmente superar um ambiente limitado. Uma grande parte da população tem uma grande chance de epidemias, enquanto as estruturas sociais atuais, combinadas com a competição por recursos é susceptível de conduzir a conflitos. Terremotos, tsunamis, secas, inundações, assim como desastres de nossa própria fabricação porções greve da humanidade em todos os lugares do globo. No longo prazo, a humanidade enfrenta ameaças cataclísmicos como o impacto de asteróides. O espectro da extinção paira, porque a nossa biologia é frágil e depende totalmente em um ambiente bem afinada.

Dr. James Martin , fundador da Martin School da Universidade de Oxford Oxford

O falecido Dr. James Martin , fundador da Martin School da Universidade de Oxford Oxford, trouxe essa percepção para GF2045 em sua palestra, a transformação da Humanidade - Mudanças de paradigma extremos estão à nossa frente. De acordo com o Dr. Martin, os efeitos da indústria e do crescimento populacional sobre o meio ambiente estão agora perto de irreversível, e devemos empregar tecnologias e estratégias que podem evitar as piores conseqüências. Recente falecimento do Dr. Martin é em si uma forte lembrança dos efeitos devastadores quando a morte de repente, leva nossos campeões e especialistas. Em, o objetivo da biotecnologia é o fim da morte, Dr. Martine Rothblatt , CEO fundador da United Therapeutics, dirigiu-se ao taboe discussões em torno de que as biotecnologias como finalidade última a acabar com a morte. Biotecnólogos comprometem-se a cura de doenças, e porque a morte é geralmente a vitória da doença ao longo da vida, o objetivo final da biotecnologia é o fim da morte indesejada, não-violenta e não-acidental.

Dr. Martine Rothblatt, CEO fundador da United Therapeutics

As interações em nossa crescente população tornar-se mais complexo à medida que a transição da família, a tribo, a aldeia, cidade, nação e sociedade global. Métodos que trabalhavam em fases anteriores, em seguida, levar a problemas, tais como a divisão entre os que têm e os que não têm. Para resolver estes problemas, bem como os riscos existenciais, sofrendo com incapacidade, decrepitude e morte é uma obrigação moral.

Durante crises físicas e sociais do passado, a sociedade teve de amadurecer e se reinventar, um processo de seleção dentro de uma civilização em desenvolvimento. Dr. David Dubrovsky , chefe conselheiro científico da Academia Russa de Ciências do Instituto de Filosofia, descreveu a influência de preconceitos e limitações que levam a excessos e agravar problemas globais, natureza inumana, as crises antropológicos eo futuro global biológicos. Remédios tradicionais e política tentativas de desenvolvimento sustentável são míope e estreita do escopo.

A evolução é gradual, mas a seleção natural é rápido! Trata-se de uma série interminável de provações e de vida ou morte, não sobreviveu por aqueles cuja biologia se adapta, mas por aqueles que a sorte de já estar adaptada à altura do desafio. Para cada vencedor da seleção natural há muitos perdedores mortos e becos sem saída empilhados em montes eras de idade de carnificina e sofrimento.

Mr. Itskov explicou que o objetivo principal da iniciativa 2045 é investir em uma transição positiva para um futuro além crises atuais e sofrimento, poupando vidas. Isso não substitui o desenvolvimento sustentável, mas ele aborda suas exigências lógicas mais amplas. A iniciativa depende de sólidos fundamentos científicos e os alto-falantes em GF2045 metodicamente demonstradas aterramento em metas realistas ea viabilidade tecnológica, bem como componentes tecnológicos já estão sendo implementadas.

A adaptação evoluído ou engenharia se adaptando?

Os sistemas biológicos são extremamente sofisticados, mas eles não são projetados para fácil acesso, diagnóstico, back-up, recuperação ou modificação de novos desafios. O impacto do raio X, ressonância magnética e tecnologias semelhantes no tratamento de lesões corporais é difícil superestimar. Infelizmente, aqueles que não podem resolver os problemas no cérebro onde as diferenças específicas e microscópicas dentro do tecido neural são cruciais. Então, não existe ainda nenhuma maneira de restaurar as mentes dos pacientes que sofrem de acidente vascular cerebral, doença de Alzheimer, etc

A característica mais humana é que aumentar a nós mesmos através da tecnologia. Podemos adaptar e projetar aptidão evolutiva através dos nossos aumentos de lanças de pacemakers. A evolução biológica não permite que a humanidade para acompanhar o ritmo da mudança social e ambiental. Se somos capazes de migrar nossas personalidades para uma implementação onde são facilmente possível o acesso, recuperação e adaptação, então, que substrato-independência nos dá muito mais do que apenas a vida prolongada e saúde. Em sua palestra, o substrato Autónomas, em rede avatares Bodies by Design, Dr. Natasha Vita-More , Professor na Universidade de Advancing Technology no Arizona, explicou que ela prevê competição entre designers e engenheiros para construir próteses de corpo inteiro.

Dr. Natasha Vita-More ,Professor na Universidade de Advancing Technology no Arizona

A evolução pode ocorrer de diferentes maneiras. Pressões seletivas podem atuar em uma sociedade de consumo, quase caótica, mas podemos também aplicar o poder do conhecimento e raciocínio para superar o desempenho de simples comportamento de ação recompensa. Um vector histórico do desenvolvimento humano com transições, separados por logaritmicamente diminuindo-intervalos de tempo foi demonstrada pelo Dr. Akop Nazaretyan , Diretor do Centro de euro-asiático por Big History and Forecasting Sistema em sua palestra intitulada meados da década de 21 do século Puzzle: Na perspectiva cósmica da Mente. Dr. Peter H. Diamandis , fundador e presidente da Fundação X Prize, propôs uma fase seguinte em sua palestra, Metamorphosis Intelligent auto-dirigida Evolução Guias da humanidade em um Imortal Planetary Meta-inteligência.

Dr. Peter H. Diamandis , fundador e presidente da Fundação X Prize

A humanidade pode apresentar grande vontade e exercer um esforço imenso, como por exemplo, a libertação, durante a Segunda Guerra Mundial, chegando a lua, ou fechar o buraco na camada de ozônio. Devemos reconhecer nossas capacidades, eo grande motor que é a humanidade precisa ser destinado a um grande propósito, para os quais a Iniciativa 2045 propõe projeto theAvatar. Olhando para ser eticamente pró-ativa sobre o projeto e as questões da morte e identidade em seu discurso 2045 Avatar, Fazer Minds Moralmente: Comitê de Ética da emulação do cérebro, Dr. Anders Sandberg , James Martin Research Fellow no Future of Humanity Institute da Universidade de Oxford, acrescentou, "[...] o futuro melhor que seja um bom lugar." Então, "[...] os métodos que vamos usar para chegar ao futuro melhor que seja bom também. "

Nossa experiência de ser, a identidade pessoal e da consciência dependem crucialmente processos mentais individualmente únicos. Precisamos libertar a mente de seu único, frágil e difícil de restaurar substrato. Em sua palestra, Facing the Future, Dr. Marvin Minsky , Inteligência Artificial (AI) pioneiro, Toshiba Professor of Media Arts and Sciences do MIT, deixou claro que não há nenhuma objeção teórica para a possibilidade de copiar a mente humana em outras plataformas funcionais. A possibilidade de transferir a mente ea consciência para outra operadora, bem como as perspectivas para a vida em um corpo cibernético, foram ainda discutidos no futuro desejável da humanidade de acordo com a cultura védica e tecnologias cibernéticas: A Evolução da Consciência em Filosofia Vedanta, uma palestra de Swami Vishnudevananda Giri Maharaj Ji , Yoga Mestre e Fundador da Sociedade mundial de Laya Yoga.

Aumentando integrando a tecnologia

Durante décadas fomos off-loading tarefas mentais para computadores. Desempenho melhorou exponencialmente, conforme expresso na Lei de Moore eo algoritmo Snooks-Panov, como explicado pelo Dr. Alexander Panov , Senior Research Fellow no Departamento de Moscow State University, em seu discurso, Singularidade Tecnológica eo Teorema Penrose em Inteligência Artificial Física. É importante notar que os processos mentais também pode ser expressa por meio de análise de informações. Ray Kurzweil , futurista e Diretor de Engenharia da Google, apoiou esta visão em sua palestra, Imortalidade Em 2045, apontando para a importância do reconhecimento de padrões em funções mentais.

De robótica antropomórficas a prótese de corpo inteiro

Continuando estes desenvolvimentos, será possível para restaurar a mobilidade de pacientes paralisados ​​e para tratar aqueles onde o corpo (mas não do cérebro) é medicamente incurável. Hoje é que podemos fornecer os pacientes com robôs de telepresença e corpos robóticos, eventualmente, antropomórficas, permitindo uma prótese de corpo inteiro. Em sua palestra, a vida futura Apoiado por avatares robóticos, Dr. Hiroshi Ishiguro , diretor do Laboratório de Robótica Inteligente, em Osaka, no Japão, explicou que a nossa sensação de "presença", pode ser reproduzido através da tecnologia android. Ele demonstrou um de seus Androids teleoperado Geminoid, uma réplica de si mesmo. Dr. David Hanson , fundador da Hanson Robotics, foca os rostos robóticos realistas e emocional. Dr. Hanson está construindo a cabeça robótica antropomórfica mais avançado e controle facial em uma réplica para o Sr. Itskov.

Fontes: Olhar SolitárioGF 2045

Congresso 2045 em Nova York (Futuro Global de 2045: Rumo a uma Nova Estratégia para a Evolução Humana)

Em junho de 2013, a iniciativa recebeu GF2045, o futuro Congresso Internacional Mundial 2045: Rumo a uma Nova Estratégia para a Evolução Humana, em Nova York. A estratégia, como Itskov ressaltou, envolvem um projeto de grande-retrato ambicioso chamado Avatar para permitir a transferência da personalidade individual em portadores artificiais sofisticadas.

O 2045 Iniciativa Estratégica Social fundada pelo empresário russo Dmitry Itskov visa construir e realizar uma nova estratégia para o desenvolvimento da humanidade, que aborda os desafios globais para a civilização humana. A visão de futuro enfatiza grandes valores espirituais, culturais, éticos, científicos e tecnológicos. Sobrevivência a longo prazo de nossa espécie e civilização é fundamental, mas a questão fundamental é também onde é que a nossa civilização pode se desenvolver? A nova estratégia envolve a união de desenvolvimento biológico e não-biológico da humanidade e do advento da era cibernética. Em junho de 2013, a iniciativa recebeu GF2045, o futuro Congresso Internacional Mundial 2045: Rumo a uma Nova Estratégia para a Evolução Humana, em Nova York. Os temas do congresso incluiu corpos android, interfaces cérebro-computador, neurociência cognitiva, engenharia mente e muito mais.

A estratégia, como Itskov ressaltou, envolvem um projeto de grande-retrato ambicioso chamado Avatar para permitir a transferência da personalidade individual em portadores artificiais sofisticadas. Tal realização irá reduzir o sofrimento humano, estender tempo de vida saudável, e livre-se nossa atenção para enfrentar os desafios que fogem ao nosso mortalidade, para que possamos participar na criação de um novo significado e objetivos. Ele vai facilitar uma transição de fome à abundância, a partir de tensão nacional e guerra para a liberdade de criar e de se concentrar em (espiritual) auto-aperfeiçoamento. A seleção natural permitiu a vida na Terra, adaptação mais rápida através da tecnologia vai trazê-lo para o Cosmos. A iniciativa funciona de forma transparente e, a fim de envolver a população global, fá-lo em diálogo com as tradições culturais e espirituais do mundo. Para este propósito, o Dr. Robert Thurman , professor de estudos budistas indo-tibetana na Universidade de Columbia, abriu anInterfaith Diálogo sobre Ciência, Espiritualidade, Evolução da Humanidade e do Projeto Avatar no congresso. Os participantes foram Mahayogi 'Piloto' Baba , mestre de Yoga, Dr. Alan Brill , um rabino e professor na Seton Hall University, Dr. William Bushell , Fellow na Universidade de Harvard, Phakyab Rinpoche , Lama budista tibetano e Lazar Puhalo , aposentou-se arcebispo ortodoxo de Ottawa.

Crises globais exigem soluções globais

O crescimento da humanidade certamente teve consequências desejáveis: Nossa população e tecnologia afeta diretamente a taxa de produção criativa e científica, a nossa força econômica pode ser exercida sobre questões e projetos tão ambiciosos como o envio de sondas espaciais para além do nosso sistema solar ou sondar a segredos do universo por esmagamento partículas super-aceleradores. Mas, o crescimento também envolve a fase-mudanças na complexidade da sociedade, e que as crises globais ameaçam toda a nossa espécie. Os recursos necessários pelo crescimento eventualmente superar um ambiente limitado. Uma grande parte da população tem uma grande chance de epidemias, enquanto as estruturas sociais atuais, combinadas com a competição por recursos é susceptível de conduzir a conflitos. Terremotos, tsunamis, secas, inundações, assim como desastres de nossa própria fabricação porções greve da humanidade em todos os lugares do globo. No longo prazo, a humanidade enfrenta ameaças cataclísmicos como o impacto de asteróides. O espectro da extinção paira, porque a nossa biologia é frágil e depende totalmente em um ambiente bem afinada.

Dr. James Martin , fundador da Martin School da Universidade de Oxford Oxford

O falecido Dr. James Martin , fundador da Martin School da Universidade de Oxford Oxford, trouxe essa percepção para GF2045 em sua palestra, a transformação da Humanidade - Mudanças de paradigma extremos estão à nossa frente. De acordo com o Dr. Martin, os efeitos da indústria e do crescimento populacional sobre o meio ambiente estão agora perto de irreversível, e devemos empregar tecnologias e estratégias que podem evitar as piores conseqüências. Recente falecimento do Dr. Martin é em si uma forte lembrança dos efeitos devastadores quando a morte de repente, leva nossos campeões e especialistas. Em, o objetivo da biotecnologia é o fim da morte, Dr. Martine Rothblatt , CEO fundador da United Therapeutics, dirigiu-se ao taboe discussões em torno de que as biotecnologias como finalidade última a acabar com a morte. Biotecnólogos comprometem-se a cura de doenças, e porque a morte é geralmente a vitória da doença ao longo da vida, o objetivo final da biotecnologia é o fim da morte indesejada, não-violenta e não-acidental.

Dr. Martine Rothblatt, CEO fundador da United Therapeutics

As interações em nossa crescente população tornar-se mais complexo à medida que a transição da família, a tribo, a aldeia, cidade, nação e sociedade global. Métodos que trabalhavam em fases anteriores, em seguida, levar a problemas, tais como a divisão entre os que têm e os que não têm. Para resolver estes problemas, bem como os riscos existenciais, sofrendo com incapacidade, decrepitude e morte é uma obrigação moral.

Durante crises físicas e sociais do passado, a sociedade teve de amadurecer e se reinventar, um processo de seleção dentro de uma civilização em desenvolvimento. Dr. David Dubrovsky , chefe conselheiro científico da Academia Russa de Ciências do Instituto de Filosofia, descreveu a influência de preconceitos e limitações que levam a excessos e agravar problemas globais, natureza inumana, as crises antropológicos eo futuro global biológicos. Remédios tradicionais e política tentativas de desenvolvimento sustentável são míope e estreita do escopo.

A evolução é gradual, mas a seleção natural é rápido! Trata-se de uma série interminável de provações e de vida ou morte, não sobreviveu por aqueles cuja biologia se adapta, mas por aqueles que a sorte de já estar adaptada à altura do desafio. Para cada vencedor da seleção natural há muitos perdedores mortos e becos sem saída empilhados em montes eras de idade de carnificina e sofrimento.

Mr. Itskov explicou que o objetivo principal da iniciativa 2045 é investir em uma transição positiva para um futuro além crises atuais e sofrimento, poupando vidas. Isso não substitui o desenvolvimento sustentável, mas ele aborda suas exigências lógicas mais amplas. A iniciativa depende de sólidos fundamentos científicos e os alto-falantes em GF2045 metodicamente demonstradas aterramento em metas realistas ea viabilidade tecnológica, bem como componentes tecnológicos já estão sendo implementadas.

A adaptação evoluído ou engenharia se adaptando?

Os sistemas biológicos são extremamente sofisticados, mas eles não são projetados para fácil acesso, diagnóstico, back-up, recuperação ou modificação de novos desafios. O impacto do raio X, ressonância magnética e tecnologias semelhantes no tratamento de lesões corporais é difícil superestimar. Infelizmente, aqueles que não podem resolver os problemas no cérebro onde as diferenças específicas e microscópicas dentro do tecido neural são cruciais. Então, não existe ainda nenhuma maneira de restaurar as mentes dos pacientes que sofrem de acidente vascular cerebral, doença de Alzheimer, etc

A característica mais humana é que aumentar a nós mesmos através da tecnologia. Podemos adaptar e projetar aptidão evolutiva através dos nossos aumentos de lanças de pacemakers. A evolução biológica não permite que a humanidade para acompanhar o ritmo da mudança social e ambiental. Se somos capazes de migrar nossas personalidades para uma implementação onde são facilmente possível o acesso, recuperação e adaptação, então, que substrato-independência nos dá muito mais do que apenas a vida prolongada e saúde. Em sua palestra, o substrato Autónomas, em rede avatares Bodies by Design, Dr. Natasha Vita-More , Professor na Universidade de Advancing Technology no Arizona, explicou que ela prevê competição entre designers e engenheiros para construir próteses de corpo inteiro.

Dr. Natasha Vita-More ,Professor na Universidade de Advancing Technology no Arizona

A evolução pode ocorrer de diferentes maneiras. Pressões seletivas podem atuar em uma sociedade de consumo, quase caótica, mas podemos também aplicar o poder do conhecimento e raciocínio para superar o desempenho de simples comportamento de ação recompensa. Um vector histórico do desenvolvimento humano com transições, separados por logaritmicamente diminuindo-intervalos de tempo foi demonstrada pelo Dr. Akop Nazaretyan , Diretor do Centro de euro-asiático por Big History and Forecasting Sistema em sua palestra intitulada meados da década de 21 do século Puzzle: Na perspectiva cósmica da Mente. Dr. Peter H. Diamandis , fundador e presidente da Fundação X Prize, propôs uma fase seguinte em sua palestra, Metamorphosis Intelligent auto-dirigida Evolução Guias da humanidade em um Imortal Planetary Meta-inteligência.

Dr. Peter H. Diamandis , fundador e presidente da Fundação X Prize

A humanidade pode apresentar grande vontade e exercer um esforço imenso, como por exemplo, a libertação, durante a Segunda Guerra Mundial, chegando a lua, ou fechar o buraco na camada de ozônio. Devemos reconhecer nossas capacidades, eo grande motor que é a humanidade precisa ser destinado a um grande propósito, para os quais a Iniciativa 2045 propõe projeto theAvatar. Olhando para ser eticamente pró-ativa sobre o projeto e as questões da morte e identidade em seu discurso 2045 Avatar, Fazer Minds Moralmente: Comitê de Ética da emulação do cérebro, Dr. Anders Sandberg , James Martin Research Fellow no Future of Humanity Institute da Universidade de Oxford, acrescentou, "[...] o futuro melhor que seja um bom lugar." Então, "[...] os métodos que vamos usar para chegar ao futuro melhor que seja bom também. "

Nossa experiência de ser, a identidade pessoal e da consciência dependem crucialmente processos mentais individualmente únicos. Precisamos libertar a mente de seu único, frágil e difícil de restaurar substrato. Em sua palestra, Facing the Future, Dr. Marvin Minsky , Inteligência Artificial (AI) pioneiro, Toshiba Professor of Media Arts and Sciences do MIT, deixou claro que não há nenhuma objeção teórica para a possibilidade de copiar a mente humana em outras plataformas funcionais. A possibilidade de transferir a mente ea consciência para outra operadora, bem como as perspectivas para a vida em um corpo cibernético, foram ainda discutidos no futuro desejável da humanidade de acordo com a cultura védica e tecnologias cibernéticas: A Evolução da Consciência em Filosofia Vedanta, uma palestra de Swami Vishnudevananda Giri Maharaj Ji , Yoga Mestre e Fundador da Sociedade mundial de Laya Yoga.

Aumentando integrando a tecnologia

Durante décadas fomos off-loading tarefas mentais para computadores. Desempenho melhorou exponencialmente, conforme expresso na Lei de Moore eo algoritmo Snooks-Panov, como explicado pelo Dr. Alexander Panov , Senior Research Fellow no Departamento de Moscow State University, em seu discurso, Singularidade Tecnológica eo Teorema Penrose em Inteligência Artificial Física. É importante notar que os processos mentais também pode ser expressa por meio de análise de informações. Ray Kurzweil , futurista e Diretor de Engenharia da Google, apoiou esta visão em sua palestra, Imortalidade Em 2045, apontando para a importância do reconhecimento de padrões em funções mentais.

De robótica antropomórficas a prótese de corpo inteiro

Continuando estes desenvolvimentos, será possível para restaurar a mobilidade de pacientes paralisados ​​e para tratar aqueles onde o corpo (mas não do cérebro) é medicamente incurável. Hoje é que podemos fornecer os pacientes com robôs de telepresença e corpos robóticos, eventualmente, antropomórficas, permitindo uma prótese de corpo inteiro. Em sua palestra, a vida futura Apoiado por avatares robóticos, Dr. Hiroshi Ishiguro , diretor do Laboratório de Robótica Inteligente, em Osaka, no Japão, explicou que a nossa sensação de "presença", pode ser reproduzido através da tecnologia android. Ele demonstrou um de seus Androids teleoperado Geminoid, uma réplica de si mesmo. Dr. David Hanson , fundador da Hanson Robotics, foca os rostos robóticos realistas e emocional. Dr. Hanson está construindo a cabeça robótica antropomórfica mais avançado e controle facial em uma réplica para o Sr. Itskov.

Fontes: Olhar SolitárioGF 2045

Com a vida de volta ao “normal” em Washington DC depois de um desligamento parcial do governo dos EUA de 16 dias, O National Air and Space Museum (NASM), reabriu.

Entre as exposições se destacou o primeiro homem biônico do mundo, Frank.

‘Frank’, nome dado ao robô, foi desenvolvido pela Universidade de Zurique, para mostrar como a tecnologia biônica tem avançado nos últimos anos. “Isto não é um golpe de propaganda. É um desenvolvimento científico real”, disse John Dailey, diretor do museu.

Construído inteiramente com partes corporais sintéticas, um completo sistema circulatório, mais de um milhão de sensores e 200 processadores, Frank tem 1,83m de altura e pesa 77 kg e pode andar, falar e ver. Ele irá ainda protagonizar um documentário que será chamado de “The Incredible Bionic Man” (“o incrível homem biônico”).





Fontes: Chega 2012BBC , Kioskea

Conheça Frank, o primeiro home biônico do mundo

Com a vida de volta ao “normal” em Washington DC depois de um desligamento parcial do governo dos EUA de 16 dias, O National Air and Space Museum (NASM), reabriu.

Entre as exposições se destacou o primeiro homem biônico do mundo, Frank.

‘Frank’, nome dado ao robô, foi desenvolvido pela Universidade de Zurique, para mostrar como a tecnologia biônica tem avançado nos últimos anos. “Isto não é um golpe de propaganda. É um desenvolvimento científico real”, disse John Dailey, diretor do museu.

Construído inteiramente com partes corporais sintéticas, um completo sistema circulatório, mais de um milhão de sensores e 200 processadores, Frank tem 1,83m de altura e pesa 77 kg e pode andar, falar e ver. Ele irá ainda protagonizar um documentário que será chamado de “The Incredible Bionic Man” (“o incrível homem biônico”).





Fontes: Chega 2012BBC , Kioskea

São Paulo -- A Boston Dynamics, empresa que já criou uma série de robôs quadrúpedes, divulgou um vídeo com sua mais nova criação. O WildCat é capaz de trotar e galopar a mais de 25 km/h.

Nessa velocidade, esse felino robótico não ganharia do Usain Bolt numa prova de 100 metros rasos. Mas superaria um corredor mediano num percurso mais longo.

A Boston Dynamics tem outro robô, o Cheetah, que é capaz de correr mais rápido que Bolt. Mas o Cheetah precisar ficar conectado por um cabo a uma fonte de energia. É um corredor de esteira rolante. Já o WildCat se movimenta solto em qualquer terreno razoavelmente plano.

A empresa, que nasceu no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, também já demonstrou robôs capazes de andar em terrenos irregulares e até um que escala paredes.

Seus projetos são financiados pelas forças armadas americanas, que vislumbram aplicações para esses robôs em campos de batalha. Confira o vídeo que mostra o barulhento WildCat em ação:



Fontes: Os Illuminati , Revista Exame

WildCat: O futuro da guerra na Nova Ordem Mundial

São Paulo -- A Boston Dynamics, empresa que já criou uma série de robôs quadrúpedes, divulgou um vídeo com sua mais nova criação. O WildCat é capaz de trotar e galopar a mais de 25 km/h.

Nessa velocidade, esse felino robótico não ganharia do Usain Bolt numa prova de 100 metros rasos. Mas superaria um corredor mediano num percurso mais longo.

A Boston Dynamics tem outro robô, o Cheetah, que é capaz de correr mais rápido que Bolt. Mas o Cheetah precisar ficar conectado por um cabo a uma fonte de energia. É um corredor de esteira rolante. Já o WildCat se movimenta solto em qualquer terreno razoavelmente plano.

A empresa, que nasceu no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, também já demonstrou robôs capazes de andar em terrenos irregulares e até um que escala paredes.

Seus projetos são financiados pelas forças armadas americanas, que vislumbram aplicações para esses robôs em campos de batalha. Confira o vídeo que mostra o barulhento WildCat em ação:



Fontes: Os Illuminati , Revista Exame

Elysium, ficção científica dirigida por Neill Blomkamp que dirigiu também o filme Distrito 9.

O filme se passa no ano de 2154, quando a população pobre vive oprimida numa Terra dizimada, enquanto os ricos habitam a estação orbital Elysium. São poucas as pessoas com passe livre entre o planeta e a estrutura no espaço. Funcionário de uma fábrica de policiais androides no Condado de Los Angeles, o ex-condenado Max da Costa (Matt Damon) sofre um acidente químico que o deixa à beira da morte - e só em Elysium existe uma cura.

Ainda estão no elenco Wagner Moura, Alice Braga, Jodie Foster, William Fichtner, Diego Luna e Sharlto Copley, entre outros. A Sony Pictures lançaria Elysium em setembro no Brasil, mas a estreia foi adiantada para 16 de agosto, porque a partir do dia 9 de agosto o filme será exibido em salas IMAX no mundo todo. Por enquanto não foi confirmado se os IMAX no Brasil também passarão Elysium a partir do dia 9.

Wagner Moura sobre o seu personagem:

"Meu personagem é um misto de revolucionário e hacker, um completo fora da lei", afirmou Moura, durante evento na segunda-feira (dia 8), em São Paulo, do qual o iG participou. Também realizado em Berlim e em Los Angeles, o encontro desvendou alguns dos mistérios que cercam "Elysium", filmado sob sigilo no Canadá e no México.

Moura recebeu o convite para integrar o elenco após Blomkamp assistir a "Tropa de Elite" e teve grande liberdade para criar o personagem, que manca de uma perna, usa bengala e, segundo o próprio ator, tem uma voz "de desenho" que ele nunca usou antes. Há, também, um nítido sotaque que o brasileiro não tentou disfarçar.

"Trabalhar em inglês é realmente muito difícil. Não queria ter mais uma preocupação", contou o ator, que se beneficiou do fato de "Elysium" ter elenco e enredo multicultural. "Na minha cabeça, meu personagem é brasileiro. Não conseguiria fazer de outra forma."

A trama

Um clipe de dez minutos exibido durante o evento mostra que, assim como em "Distrito 9", Blomkamp usa efeitos especiais, robôs e criaturas fictícias para abordar a desigualdade.

Desta vez, a trama se passa em 2154, quando a humanidade está dividida em duas classes: os ricos vivem em uma estação espacial chamada Elysium, enquanto os demais tentam sobreviver em uma Terra abandonada e superpovoada.

Ex-presidiário e doente, Max da Costa (Damon) precisa se infiltrar no mundo dos ricos para salvar sua vida. Para isso, procura Spider, que transporta "ilegais" para a estação. O encontro resulta no início de uma missão que, se bem-sucedida, pode trazer igualdade aos dois mundos.

Além de Moura e Damon, o elenco também inclui a norte-americana Jodie Foster, o mexicano Diego Luna e a brasileira Alice Braga, que interpreta Fray. Mãe e mocinha do filme, ela é amiga de Max da Costa, com quem se reencontra em um hospital após anos de distanciamento. "É uma jovem mulher que a vida pressionou a amadurecer muito cedo", definiu a atriz.

Divulgação: Alice Braga e Wagner Moura lançam 'Elysium' em SP

Os brasileiros têm poucas cenas juntos, mas Moura disse que a presença de Alice - ou Lili, como se refere a ela - foi fundamental para ajudá-lo a superar a dificuldade de ficar longe da família durante o longo tempo de filmagem (cinco meses, com intervalos).

"Foi muito bom porque é uma atriz brasileira com experiência em filmar em inglês. Conversamos muito, ela me ajudou bastante", disse o ator, que já tem outro projeto internacional, "Fellini Black and White" , no qual interpretará o cineasta italiano Federico Fellini.

Para a experiente Braga, a principal distinção entre fazer filmes nos EUA e no Brasil é o dinheiro envolvido. "Cinema é um só em qualquer lugar do mundo. As relações humanas, o contato com o diretor, a paixão é a mesma", opinou. "A diferença que sinto (fora de Hollywood) é não ter tanto tempo para fazer a cena, essa rotina de filmar durante três meses. São sempre seis, sete semanas."
Moura apontou outra: "Lá, a comida do set é melhor".

Com informações dos sites: IG e UOL


Agora o blog Lado Oculto Nova Ordem mundial irá da a sua opinião sobre o filme. Mais é claro que não dá para fazer uma analise completa do filme, pois temos pouco material até o filme ser lançado.

Bom, o filme, segundo podemos ver nos trailles, é um mundo dominado pelo TransHumanismo.

TransHumanismo é a mistura do homem e da maquina, um fundimento literal entre os dois, onde a vida desse ser transHumano irá depende da tecnologia para viver. O transHumanismo é também uma tentativa do homem quer ser um tipo de deus, uma tentativa de ser mais poderoso, ter outras habilidades não humanas. Isso é o TransHumanismo físico, pois há também o TransHumanismo espiritual, mas isso já é outro assunto.

No trailler podemos ver também uma alusão clara do domínio da elite global, onde eles (da elite) vivem no paraíso, com assistência médica qualificada, segurança e alimentos de qualidade, livre dos transgênicos e o resto da humanidade vive aqui na terra, no caos e na miséria, ou seja, isso é uma alusão, agora apontando para a pirâmide, onde à elite se põe no topo (figurado pela estação espacial Elysium) e nos põem abaixo da pirâmide (aqui figurado pelo planeta terra).

Como as informações nos mostram, há um personagem no filme, spider, que faz transporte "ilegal" de pessoas para a estação espacial Elysium. Seria uma alusão às pessoas que nos levam até o mundo da elite?

E uns dos transportados para esse mundo é o personagem Max, que será um tipo de "salvador", que precisa salvar a sua vida e fazer "vingança" pelo povo. Não irei afirmar, mas será mais um "messias" TransHumano fazendo alusão ao anti-messias? Bom, só depois do filme ser lançado que podemos falar algo sobre isso.

Outro ponto que estou sentindo que o filme irá mostrar é um sentimento de revolução, igual a qual estamos vendo nos dias de hoje, como um exemplo, aqui mesmo no Brasil. Como já sabemos, esses protestos que estamos vendo aqui não são espontâneos, são organizados e financiados pelos próprios globalistas, onde os mesmos usam a regra de 3:

1- Onde eles criam o problema, ou os problemas, como corrupção, falta de hospitais, salários baixos e etc.

2 - Vão cansando o povo através de anos, ou até décadas, com os mesmos problemas.

Criando grupos que se dizem a favor do povo, mas que na verdade trabalham para a elite. E depois vão instigando o povo a criar seus próprios grupos "revolucionários", assim deixando um ar de algo "espontâneo", uma revolta do próprio povo, mas no fundo é isso mesmo que eles querem, MASSAS DE MANOBRA.

3 - E enfim, depois do "clamar espontâneo" do povo, eles apresentam as "soluções" criadas por eles mesmos. Mais para isso eles precisaram que o povo clamasse por mudanças.

Se o filme abordar esse tema não sei como será apresentado esse sentimento de "revolução".

Uma outra informação interessante é:

Na mitologia grega, o Elísio, ou os Campos Elísios (em grego, Ἠλύσιον πέδιον, transl. Êlýsion pédion) é o paraíso, um lugar do mundo dos mortos governado por Hades, oposto ao Tártaro (lugar de eterno tormento e sofrimento). Nos Campos Elísios, os homens virtuosos repousavam dignamente após a morte, rodeados por paisagens verdes e floridas, dançando e se divertindo noite e dia, descrição semelhante ao céu dos cristãos e muçulmanos. Neste lugar, só entram as almas dos heróis, santos, sacerdotes, poetas e deuses. As pessoas que residiam nos Campos Elísios tinham a oportunidade de regressar ao mundo dos vivos, coisa que só alguns conseguiam.

Em algumas versões, é cercado por um muro gigantesco, parecido com o muro das lamentações, para separá-lo do Tártaro. Certas versões obsoletas colocam o juiz Radamanto como um dos "protetores" dos Campos Elísios, e um de seus servos seria Cronos (anteriormente o líder dos titãs), um deus maligno e cruel. Mesmo assim, Cronos nunca incomodou ninguém no paraíso.

Lá, também, havia um vale por onde corria o rio Lete, o rio do esquecimento. Segunda algumas versões, seus habitantes ficavam ali por 1000 anos, até apagar-se tudo de terreno neles; depois disto, esqueciam de toda a sua vida (provavelmente bebendo do rio Lete) e reencarnavam ou realizavam metempsicose - reencarnar em animais.

Elísio é um nome obscuro e misterioso, que pode ter evoluído de uma descrição de um lugar ou pessoa atingido por um raio, ἐνηλύσιον (enêlýsion).1

Alguns estudiosos também sugeriram que o elysion grego pode, ao invés disso, ter vindo do termo egípcio ialu (anteriormente iaru), que significava "juncos", numa referência específica aos "campos de junco" (em egípcio sekhet iaru / ialu), uma terra paradisíaca de fartura onde os mortos esperavam passar a eternidade.

Já estudiosos [necessita de fontes] da Bíblia também especularam que Elysion possa ter vindo de Elisá, que foi, de acordo com o Livro de Gênesis - 10.2, juntamente com seus irmãos Társis (Tartessos - Espanha ou Ásia Menor), Quitim (Chipre ou Itália) e Dodanim ou Rodanim (Rodes ou Macedônia), um dos filhos de Javã (Íon, mítico fundador dos jônicos) e um dos ancestrais dos gregos. Elisá, portanto, poderia ter sido venerado como um deus por seus primeiros descendentes.

Informação: Wikipédia.

Podemos ver que o nome do filme é sugestivo, onde mostra que a elite vive em um tipo de paraíso, uma outra realidade, entrando em contraste com a nossa.

Bom, vamos esperar até o filme ser lançado para fazer mais analises. Muitos podem ignorar, mas os filmes falam muito sobre a agenda da elite global, claro, de uma forma subliminar.

Confira os traillers:



2° Vídeo:



Referência: Devastação

Fonte: Lado Oculto Nova Ordem Mundial

Filme Elysium - TransHumanismo e Nova Ordem Mundial

Elysium, ficção científica dirigida por Neill Blomkamp que dirigiu também o filme Distrito 9.

O filme se passa no ano de 2154, quando a população pobre vive oprimida numa Terra dizimada, enquanto os ricos habitam a estação orbital Elysium. São poucas as pessoas com passe livre entre o planeta e a estrutura no espaço. Funcionário de uma fábrica de policiais androides no Condado de Los Angeles, o ex-condenado Max da Costa (Matt Damon) sofre um acidente químico que o deixa à beira da morte - e só em Elysium existe uma cura.

Ainda estão no elenco Wagner Moura, Alice Braga, Jodie Foster, William Fichtner, Diego Luna e Sharlto Copley, entre outros. A Sony Pictures lançaria Elysium em setembro no Brasil, mas a estreia foi adiantada para 16 de agosto, porque a partir do dia 9 de agosto o filme será exibido em salas IMAX no mundo todo. Por enquanto não foi confirmado se os IMAX no Brasil também passarão Elysium a partir do dia 9.

Wagner Moura sobre o seu personagem:

"Meu personagem é um misto de revolucionário e hacker, um completo fora da lei", afirmou Moura, durante evento na segunda-feira (dia 8), em São Paulo, do qual o iG participou. Também realizado em Berlim e em Los Angeles, o encontro desvendou alguns dos mistérios que cercam "Elysium", filmado sob sigilo no Canadá e no México.

Moura recebeu o convite para integrar o elenco após Blomkamp assistir a "Tropa de Elite" e teve grande liberdade para criar o personagem, que manca de uma perna, usa bengala e, segundo o próprio ator, tem uma voz "de desenho" que ele nunca usou antes. Há, também, um nítido sotaque que o brasileiro não tentou disfarçar.

"Trabalhar em inglês é realmente muito difícil. Não queria ter mais uma preocupação", contou o ator, que se beneficiou do fato de "Elysium" ter elenco e enredo multicultural. "Na minha cabeça, meu personagem é brasileiro. Não conseguiria fazer de outra forma."

A trama

Um clipe de dez minutos exibido durante o evento mostra que, assim como em "Distrito 9", Blomkamp usa efeitos especiais, robôs e criaturas fictícias para abordar a desigualdade.

Desta vez, a trama se passa em 2154, quando a humanidade está dividida em duas classes: os ricos vivem em uma estação espacial chamada Elysium, enquanto os demais tentam sobreviver em uma Terra abandonada e superpovoada.

Ex-presidiário e doente, Max da Costa (Damon) precisa se infiltrar no mundo dos ricos para salvar sua vida. Para isso, procura Spider, que transporta "ilegais" para a estação. O encontro resulta no início de uma missão que, se bem-sucedida, pode trazer igualdade aos dois mundos.

Além de Moura e Damon, o elenco também inclui a norte-americana Jodie Foster, o mexicano Diego Luna e a brasileira Alice Braga, que interpreta Fray. Mãe e mocinha do filme, ela é amiga de Max da Costa, com quem se reencontra em um hospital após anos de distanciamento. "É uma jovem mulher que a vida pressionou a amadurecer muito cedo", definiu a atriz.

Divulgação: Alice Braga e Wagner Moura lançam 'Elysium' em SP

Os brasileiros têm poucas cenas juntos, mas Moura disse que a presença de Alice - ou Lili, como se refere a ela - foi fundamental para ajudá-lo a superar a dificuldade de ficar longe da família durante o longo tempo de filmagem (cinco meses, com intervalos).

"Foi muito bom porque é uma atriz brasileira com experiência em filmar em inglês. Conversamos muito, ela me ajudou bastante", disse o ator, que já tem outro projeto internacional, "Fellini Black and White" , no qual interpretará o cineasta italiano Federico Fellini.

Para a experiente Braga, a principal distinção entre fazer filmes nos EUA e no Brasil é o dinheiro envolvido. "Cinema é um só em qualquer lugar do mundo. As relações humanas, o contato com o diretor, a paixão é a mesma", opinou. "A diferença que sinto (fora de Hollywood) é não ter tanto tempo para fazer a cena, essa rotina de filmar durante três meses. São sempre seis, sete semanas."
Moura apontou outra: "Lá, a comida do set é melhor".

Com informações dos sites: IG e UOL


Agora o blog Lado Oculto Nova Ordem mundial irá da a sua opinião sobre o filme. Mais é claro que não dá para fazer uma analise completa do filme, pois temos pouco material até o filme ser lançado.

Bom, o filme, segundo podemos ver nos trailles, é um mundo dominado pelo TransHumanismo.

TransHumanismo é a mistura do homem e da maquina, um fundimento literal entre os dois, onde a vida desse ser transHumano irá depende da tecnologia para viver. O transHumanismo é também uma tentativa do homem quer ser um tipo de deus, uma tentativa de ser mais poderoso, ter outras habilidades não humanas. Isso é o TransHumanismo físico, pois há também o TransHumanismo espiritual, mas isso já é outro assunto.

No trailler podemos ver também uma alusão clara do domínio da elite global, onde eles (da elite) vivem no paraíso, com assistência médica qualificada, segurança e alimentos de qualidade, livre dos transgênicos e o resto da humanidade vive aqui na terra, no caos e na miséria, ou seja, isso é uma alusão, agora apontando para a pirâmide, onde à elite se põe no topo (figurado pela estação espacial Elysium) e nos põem abaixo da pirâmide (aqui figurado pelo planeta terra).

Como as informações nos mostram, há um personagem no filme, spider, que faz transporte "ilegal" de pessoas para a estação espacial Elysium. Seria uma alusão às pessoas que nos levam até o mundo da elite?

E uns dos transportados para esse mundo é o personagem Max, que será um tipo de "salvador", que precisa salvar a sua vida e fazer "vingança" pelo povo. Não irei afirmar, mas será mais um "messias" TransHumano fazendo alusão ao anti-messias? Bom, só depois do filme ser lançado que podemos falar algo sobre isso.

Outro ponto que estou sentindo que o filme irá mostrar é um sentimento de revolução, igual a qual estamos vendo nos dias de hoje, como um exemplo, aqui mesmo no Brasil. Como já sabemos, esses protestos que estamos vendo aqui não são espontâneos, são organizados e financiados pelos próprios globalistas, onde os mesmos usam a regra de 3:

1- Onde eles criam o problema, ou os problemas, como corrupção, falta de hospitais, salários baixos e etc.

2 - Vão cansando o povo através de anos, ou até décadas, com os mesmos problemas.

Criando grupos que se dizem a favor do povo, mas que na verdade trabalham para a elite. E depois vão instigando o povo a criar seus próprios grupos "revolucionários", assim deixando um ar de algo "espontâneo", uma revolta do próprio povo, mas no fundo é isso mesmo que eles querem, MASSAS DE MANOBRA.

3 - E enfim, depois do "clamar espontâneo" do povo, eles apresentam as "soluções" criadas por eles mesmos. Mais para isso eles precisaram que o povo clamasse por mudanças.

Se o filme abordar esse tema não sei como será apresentado esse sentimento de "revolução".

Uma outra informação interessante é:

Na mitologia grega, o Elísio, ou os Campos Elísios (em grego, Ἠλύσιον πέδιον, transl. Êlýsion pédion) é o paraíso, um lugar do mundo dos mortos governado por Hades, oposto ao Tártaro (lugar de eterno tormento e sofrimento). Nos Campos Elísios, os homens virtuosos repousavam dignamente após a morte, rodeados por paisagens verdes e floridas, dançando e se divertindo noite e dia, descrição semelhante ao céu dos cristãos e muçulmanos. Neste lugar, só entram as almas dos heróis, santos, sacerdotes, poetas e deuses. As pessoas que residiam nos Campos Elísios tinham a oportunidade de regressar ao mundo dos vivos, coisa que só alguns conseguiam.

Em algumas versões, é cercado por um muro gigantesco, parecido com o muro das lamentações, para separá-lo do Tártaro. Certas versões obsoletas colocam o juiz Radamanto como um dos "protetores" dos Campos Elísios, e um de seus servos seria Cronos (anteriormente o líder dos titãs), um deus maligno e cruel. Mesmo assim, Cronos nunca incomodou ninguém no paraíso.

Lá, também, havia um vale por onde corria o rio Lete, o rio do esquecimento. Segunda algumas versões, seus habitantes ficavam ali por 1000 anos, até apagar-se tudo de terreno neles; depois disto, esqueciam de toda a sua vida (provavelmente bebendo do rio Lete) e reencarnavam ou realizavam metempsicose - reencarnar em animais.

Elísio é um nome obscuro e misterioso, que pode ter evoluído de uma descrição de um lugar ou pessoa atingido por um raio, ἐνηλύσιον (enêlýsion).1

Alguns estudiosos também sugeriram que o elysion grego pode, ao invés disso, ter vindo do termo egípcio ialu (anteriormente iaru), que significava "juncos", numa referência específica aos "campos de junco" (em egípcio sekhet iaru / ialu), uma terra paradisíaca de fartura onde os mortos esperavam passar a eternidade.

Já estudiosos [necessita de fontes] da Bíblia também especularam que Elysion possa ter vindo de Elisá, que foi, de acordo com o Livro de Gênesis - 10.2, juntamente com seus irmãos Társis (Tartessos - Espanha ou Ásia Menor), Quitim (Chipre ou Itália) e Dodanim ou Rodanim (Rodes ou Macedônia), um dos filhos de Javã (Íon, mítico fundador dos jônicos) e um dos ancestrais dos gregos. Elisá, portanto, poderia ter sido venerado como um deus por seus primeiros descendentes.

Informação: Wikipédia.

Podemos ver que o nome do filme é sugestivo, onde mostra que a elite vive em um tipo de paraíso, uma outra realidade, entrando em contraste com a nossa.

Bom, vamos esperar até o filme ser lançado para fazer mais analises. Muitos podem ignorar, mas os filmes falam muito sobre a agenda da elite global, claro, de uma forma subliminar.

Confira os traillers:



2° Vídeo:



Referência: Devastação

Fonte: Lado Oculto Nova Ordem Mundial

Inovação tecnológica pode substituir os tradicionais documentos de papel

O artista americano Anthony Antonellis decidiu simular na vida real o que sempre foi uma prática comum em filmes de ficção científica. Ele fez um implante de um chip entre seus dedos para ter uma comunicação direta com smartphones.

Para fazer o que o mundo da body art chama de implante transdermal, Antonellis procurou um especialista em modificação corporal habituado a fazer essas pequenas intervenções cirúrgicas para a colocação de adornos subcutâneos.


 O chip de identificação por radiofrequência, ou Rfid, é do tamanho de um grão de areia e foi implantado na mão do artista. O chip tem capacidade de armazenamento de 1 kilobyte (KB) e contém como informação um GIF colorido parecido com um arco-íris.

O arquivo pode ser lido por smartphones. Basta aproximar o celular até dois centímetros da mão do artista para que o aparelho consiga identificar o chip e exibir na tela a imagem do GIF animado.

A curiosa experiência é uma previsão do que está por vir em termos de armazenamento de informações pessoais. É possível que no futuro esses pequenos chips substituam documentos como um RG, um CPF e, quem sabe, até um passaporte.

Fontes: Veja.abril , Revellati online

Artista faz implante de chip na mão que pode ser 'lido' por smartphones

Inovação tecnológica pode substituir os tradicionais documentos de papel

O artista americano Anthony Antonellis decidiu simular na vida real o que sempre foi uma prática comum em filmes de ficção científica. Ele fez um implante de um chip entre seus dedos para ter uma comunicação direta com smartphones.

Para fazer o que o mundo da body art chama de implante transdermal, Antonellis procurou um especialista em modificação corporal habituado a fazer essas pequenas intervenções cirúrgicas para a colocação de adornos subcutâneos.


 O chip de identificação por radiofrequência, ou Rfid, é do tamanho de um grão de areia e foi implantado na mão do artista. O chip tem capacidade de armazenamento de 1 kilobyte (KB) e contém como informação um GIF colorido parecido com um arco-íris.

O arquivo pode ser lido por smartphones. Basta aproximar o celular até dois centímetros da mão do artista para que o aparelho consiga identificar o chip e exibir na tela a imagem do GIF animado.

A curiosa experiência é uma previsão do que está por vir em termos de armazenamento de informações pessoais. É possível que no futuro esses pequenos chips substituam documentos como um RG, um CPF e, quem sabe, até um passaporte.

Fontes: Veja.abril , Revellati online

Já vimos mosquitos geneticamente modificados, plantas geneticamente modificadas, e vacas geneticamente modificadas, mas poderíamos em breve ter que lidar com nossas próprias modificações genéticas, seres humanos geneticamente modificados? Com o passar dos meses e dos anos, os cientistas parecem estar chegando mais perto da "fabricação humana", com alguns dos mais recentes "avanços" em torno de um novo e já aprovado tratamento médico projetado para "corrigir" erros genéticos.

Glybera, droga aprovada na Europa no último 1º de novembro, foi criada para combater contra uma doença rara que leva a interrupção da produção de gordura. Aqueles que sofrem esta doença rara possuem o que os cientistas descrevem como um gene danificado. O medicamento se destina a reparar o gene danificado.

Embora a droga seja destinada apenas a um ou dois em cada milhão de pessoas, ela abre caminho para novas experiências no campo da biotecnologia e da alteração humana. Logo os médicos podem estar dando drogas para tratar qualquer "defeito" nos genes, quer seja para o chamado gene "gordo" ou qualquer outro caso onde um gene danificado esteja presente. Elas poderiam até mesmo se aplicar aos alegados "genes do crime", características genéticas que alegadamente prevêem um futuro de "vida no crime" de um indivíduo. Pode parecer loucura, mas os cientistas já estão dando passos ainda mais sérios que poderão alterar ou "criar" a humanidade.

Além da Humanidade Geneticamente Modificada

Apesar das drogas que alteram genes estarem de fato ajudando a pavimentar o caminho para a modificação genética humana, este é apenas um movimento único no jogo. Apenas alguns meses atrás, foi reportado sobre o primeiro grupo de bebês geneticamente modificados sendo "criados" nos Estados Unidos. Os cientistas afirmaram que 30 bebês nasceram utilizando técnicas de modificação genética. Além disso, foi descoberto que dois dos bebés testados continham genes de três pais diferentes. Geneticistas afirmam que este método de modificação genética pode ser usado um dia para criar bebês geneticamente modificados, "com características extras desejadas, como força ou inteligência."

Curiosamente, esse dia pode vir mais cedo do que o esperado - pelo menos para alguns de nós. Até mesmo cientistas de ponta agora estão pressionando para reprodução seletiva com base na composição genética (eugenia), "escolhendo a dedo" genes da prole, e até mesmo desenvolvendo tecnologia de clonagem para "criar" híbridos humanos e outros experimentos bizarros.

Ao mesmo tempo que drogas que alteram genes e bebês "transgênicos" podem ter seu apelo para o público em geral, cientistas e empresas de biotecnologia fortemente financiados pelo governo têm trabalhado na obtenção de uma façanha muito maior: modificar geneticamente seres humanos na forma de "super soldados". Estes humanos transgênicos vão além até mesmo da imaginação, não necessitando de alimento ou sono para realizar proezas físicas dígnas de atletas olímpicos, enquanto são capazes de regenerar os membros que foram destruídas por fogo inimigo.

O fato é que a humanidade vem se movendo em direção a uma existência geneticamente alterada já faz algum tempo sem o conhecimento do público em geral. Enquanto a grande mídia vai fazer você acreditar que as drogas para reparar genes danificados é a resposta, ninguém sabe realmente os tipos de perigos que podem vir com tais avanços. Nós já vimos como os alimentos geneticamente modificados podem causar tumores e até a morte precoce - por que esperar para ver o que acontece ao alterar o código genético humano?

Fontes: Activist Post , Daily News , NY Times , Natural Society, Press TV , Revellati Online , A nova ordem mundial

Humanos Geneticamente Modificados? Novas Drogas Abrem Caminho para Modificação Genética em Massa

Já vimos mosquitos geneticamente modificados, plantas geneticamente modificadas, e vacas geneticamente modificadas, mas poderíamos em breve ter que lidar com nossas próprias modificações genéticas, seres humanos geneticamente modificados? Com o passar dos meses e dos anos, os cientistas parecem estar chegando mais perto da "fabricação humana", com alguns dos mais recentes "avanços" em torno de um novo e já aprovado tratamento médico projetado para "corrigir" erros genéticos.

Glybera, droga aprovada na Europa no último 1º de novembro, foi criada para combater contra uma doença rara que leva a interrupção da produção de gordura. Aqueles que sofrem esta doença rara possuem o que os cientistas descrevem como um gene danificado. O medicamento se destina a reparar o gene danificado.

Embora a droga seja destinada apenas a um ou dois em cada milhão de pessoas, ela abre caminho para novas experiências no campo da biotecnologia e da alteração humana. Logo os médicos podem estar dando drogas para tratar qualquer "defeito" nos genes, quer seja para o chamado gene "gordo" ou qualquer outro caso onde um gene danificado esteja presente. Elas poderiam até mesmo se aplicar aos alegados "genes do crime", características genéticas que alegadamente prevêem um futuro de "vida no crime" de um indivíduo. Pode parecer loucura, mas os cientistas já estão dando passos ainda mais sérios que poderão alterar ou "criar" a humanidade.

Além da Humanidade Geneticamente Modificada

Apesar das drogas que alteram genes estarem de fato ajudando a pavimentar o caminho para a modificação genética humana, este é apenas um movimento único no jogo. Apenas alguns meses atrás, foi reportado sobre o primeiro grupo de bebês geneticamente modificados sendo "criados" nos Estados Unidos. Os cientistas afirmaram que 30 bebês nasceram utilizando técnicas de modificação genética. Além disso, foi descoberto que dois dos bebés testados continham genes de três pais diferentes. Geneticistas afirmam que este método de modificação genética pode ser usado um dia para criar bebês geneticamente modificados, "com características extras desejadas, como força ou inteligência."

Curiosamente, esse dia pode vir mais cedo do que o esperado - pelo menos para alguns de nós. Até mesmo cientistas de ponta agora estão pressionando para reprodução seletiva com base na composição genética (eugenia), "escolhendo a dedo" genes da prole, e até mesmo desenvolvendo tecnologia de clonagem para "criar" híbridos humanos e outros experimentos bizarros.

Ao mesmo tempo que drogas que alteram genes e bebês "transgênicos" podem ter seu apelo para o público em geral, cientistas e empresas de biotecnologia fortemente financiados pelo governo têm trabalhado na obtenção de uma façanha muito maior: modificar geneticamente seres humanos na forma de "super soldados". Estes humanos transgênicos vão além até mesmo da imaginação, não necessitando de alimento ou sono para realizar proezas físicas dígnas de atletas olímpicos, enquanto são capazes de regenerar os membros que foram destruídas por fogo inimigo.

O fato é que a humanidade vem se movendo em direção a uma existência geneticamente alterada já faz algum tempo sem o conhecimento do público em geral. Enquanto a grande mídia vai fazer você acreditar que as drogas para reparar genes danificados é a resposta, ninguém sabe realmente os tipos de perigos que podem vir com tais avanços. Nós já vimos como os alimentos geneticamente modificados podem causar tumores e até a morte precoce - por que esperar para ver o que acontece ao alterar o código genético humano?

Fontes: Activist Post , Daily News , NY Times , Natural Society, Press TV , Revellati Online , A nova ordem mundial

(Fonte da imagem: Reprodução/H+)
Você certamente já ouviu falar sobre o transumanismo. Ele consiste em uma filosofia que incentiva o uso da biotecnologia para superar limitações do corpo e melhorar as condições humanas. Pairando entre preconceitos e a alta tecnologia está a possibilidade de superar o envelhecimento, deficiências cognitivas e diversos sofrimentos causados por fatores até então incontroláveis.

Transumanistas acreditam que a maior parte do potencial humano ainda não foi apreciada, porém assumem que existe um risco de que o uso incorreto de tecnologias pode gerar diversos tipos de problemas. Por isso, estudiosos afirmam que investimentos em pesquisas são essenciais, além de serem necessários cálculos para que qualquer tipo de risco seja reduzido.

O que o transumanismo pode fazer por nós?

Entre as diversas possibilidades que o transumanismo pode trazer, algumas chamam muito a atenção da comunidade cientifica e aparecem em forma de pesquisas, que mostram todo o potencial da modificação corporal ou genética em prol de uma qualidade de vida melhor.

Avanços recentes da engenharia genética permitem que tenhamos em nossas mãos as chances de modificarmos os genes humanos antes mesmo do nascimento, gerando o que é chamado por alguns entusiastas como a evolução para uma “nova espécie humana”.

Embora o processo de terapia genética em tecido germinal ainda seja ineficiente e proibida em grande parte do ocidente, as potencialidades da tecnologia fazem pesquisadores vislumbrarem a possibilidade de vermos super-humanos nascendo em algumas décadas.

David Pearce destacou na revista Humanity+ (entidade disseminadora do transumanismo) cinco razões que podem fazer com que o sofrimento seja eliminado com o avanço de pesquisas transumanistas.

Doenças podem ser eliminadas

Os transumanistas compartilham o entendimento de que a evolução dos humanos não deveria continuar entregue apenas à natureza, que faz com que os genes passem por um processo de mutações “aleatório”, mas sim que haja uma intervenção com a finalidade de otimizar o processo.

Com estes conceitos do transumanismo, seria possível criar pessoas imunes a doenças como a AIDS e a malária, além de garantir a prevenção de doenças genéticas, como asma, diabetes, cancro, hemofilia, mongolismo, alguns tipos de doenças cardiovasculares, entre outros. Além disso, alguns aspectos do envelhecimento poderiam ser retardados ou, até mesmo, eliminados.

Outra possibilidade do transumanismo seria a melhoria do sistema imunológico, o que pode gerar uma resistência ainda maior aos mais diversos tipos de doenças, mesmo com o passar dos anos e o enfraquecimento físico decorrente da idade avançada. Essa “reprogramação” de genes representaria um ganho gigantesco na qualidade de vida e na quantidade de anos vividos.

Um futuro sem dor

Uma das possibilidades seria a de escolher o nível de sensibilidade à dor que uma pessoa vai sentir. A melhoria no corpo seria feita com foco em dores crônicas, ou seja: dores impossíveis de serem aliviadas e que são causadas por doenças ou disfunções.

As dores crônicas, que atualmente são um tormento para milhares de pessoas em todo o mundo, podem ser eliminadas no futuro com a escolha de perfil genético de tolerância à dor, antes mesmo do nascimento dos indivíduos. Além disso, o que está sendo chamado de “terapia genética autossômica” seria capaz de fazer o mesmo por adultos.

Isso seria feito com um tipo de modelação genética com base em diagnósticos prévios: com o avanço das pesquisas, em uma ou duas décadas os cientistas serão capazes de modular as respostas emocionais à dor aguda com base em variantes do gene SCN9A.
(Fonte da imagem: Reprodução/NHM)
No entanto, uma fina linha divide a diminuição saudável da dor e problemas causados pela eliminação total da experimentação de sensações de desconforto. Segundo Pearce, ainda não é possível analisar e fazer mudanças genéticas de forma segura no gene SCN9A.

No futuro, humanos totalmente livres de dor só poderiam habitar em um mundo com dezenas de outros avanços, como uma inteligência artificial avançada, além de uma revolução ideológica.

O que pode ser a salvação no futuro poderia se tornar um problema caso fosse aplicado a humanos nas condições de vida atual. Um ser que permaneça em ambiente hostil, sem qualquer possibilidade de identificar dores ou problemas no corpo, pode vir a perecer – um osso quebrado, por exemplo, pode não ser sentido, o que acarretaria em dezenas de outros problemas físicos.

Felicidade artificial

Pense em um futuro em que todos podem ser felizes em grande parte do tempo. A ideia pode parecer incrível ou loucura, mas alguns transumanistas defendem que, se utilizada na dose certa, a técnica pode ser capaz de melhorar muito a qualidade de vida dos humanos no futuro.

Embora o cérebro seja muito complexo, uma pesquisa publicada na Reproductive Revolution mostra que a ausência de um único alelo pode ser capaz de prejudicar muito a percepção de uma pessoa em relação a recompensas do dia a dia. Por outro lado, a presença dele pode ajudar a dar uma visão mais otimista sobre o mundo.

No entanto, isso implica também em dezenas de questões éticas e o questionamento sobre os efeitos de termos uma população biologicamente predisposta a ser mais feliz. Os ajustes genéticos seriam feitos após a escolha feita pelos pais, que definiriam se a criança teria um “alelo da felicidade” ou se isso seria definido pela natureza, como acontece atualmente.

Visões controversas

Segundo a Declaração Transumanista, a maior prioridade do transumanismo deve ser a redução de riscos à vida e o desenvolvimento de novas formas de preservação da vida humana e da saúde, além do alivio de sofrimentos graves. No entanto, os riscos de que isso seja canalizado de forma errada são grandes e, por isso, algumas questões filosóficas sobre a dignidade humana tomam conta das discussões sobre o tema.

(Fonte da imagem: Reprodução/BrasilEscola)
 A polêmica ocorre por diversos fatores, mas o principal deles seria o medo de que as pesquisas percam o foco e o controle, aumentando mais ainda a desigualdade ao criar um tipo de segmentação genética.

Em outras palavras, muitos acreditam que a possibilidade de modificar genes em pouco tempo se transformaria em um privilegio de pessoas com grande poder aquisitivo, que passariam a ter filhos mais inteligentes e saudáveis do que o resto da população. Ou seja: com muito dinheiro, você poderia ter filhos “melhorados” geneticamente – ou, ao menos, com uma predisposição a terem melhores desempenhos em uma série de tarefas.

Alguns pesquisadores falam na criação de “genes puros”, o que também assusta parte da comunidade científica mais conservadora, que teme pelo fim da diversidade na espécie. Ao mesmo tempo, alguns religiosos também combatem as pesquisas com argumentos variados em torno de temas já vistos em praticamente todas as inovações relacionadas à saúde e ciência, como a condenação de um suposto “desejo de superar criações divinas”.

Em contrapartida, a Declaração Transumanista, criada em 1998, determina que o transumanismo tem como dever “definir regras éticas, incentivar e difundir pesquisas científicas, popularizar novos inventos e evangelizar métodos científicos de aprimoramento humano – claro, sempre preservando a liberdade de escolha e dignidade de toda forma de vida, tanto humana quanto não humana”, o que garantiria a eliminação de grande parte dos temores atuais em relação ao assunto.

Você acredita que a humanidade está preparada para receber gerações de super-humanos? Deixe sua opinião nos comentários.

Fontes: H+ Magazine, Ramon Souza, David Pearce/hedweb, CNBB, Revista Pandora, Transhumanismo Portugal , Tecmundo

Transhumanismo: você está pronto para conviver com os humanos melhorados?

(Fonte da imagem: Reprodução/H+)
Você certamente já ouviu falar sobre o transumanismo. Ele consiste em uma filosofia que incentiva o uso da biotecnologia para superar limitações do corpo e melhorar as condições humanas. Pairando entre preconceitos e a alta tecnologia está a possibilidade de superar o envelhecimento, deficiências cognitivas e diversos sofrimentos causados por fatores até então incontroláveis.

Transumanistas acreditam que a maior parte do potencial humano ainda não foi apreciada, porém assumem que existe um risco de que o uso incorreto de tecnologias pode gerar diversos tipos de problemas. Por isso, estudiosos afirmam que investimentos em pesquisas são essenciais, além de serem necessários cálculos para que qualquer tipo de risco seja reduzido.

O que o transumanismo pode fazer por nós?

Entre as diversas possibilidades que o transumanismo pode trazer, algumas chamam muito a atenção da comunidade cientifica e aparecem em forma de pesquisas, que mostram todo o potencial da modificação corporal ou genética em prol de uma qualidade de vida melhor.

Avanços recentes da engenharia genética permitem que tenhamos em nossas mãos as chances de modificarmos os genes humanos antes mesmo do nascimento, gerando o que é chamado por alguns entusiastas como a evolução para uma “nova espécie humana”.

Embora o processo de terapia genética em tecido germinal ainda seja ineficiente e proibida em grande parte do ocidente, as potencialidades da tecnologia fazem pesquisadores vislumbrarem a possibilidade de vermos super-humanos nascendo em algumas décadas.

David Pearce destacou na revista Humanity+ (entidade disseminadora do transumanismo) cinco razões que podem fazer com que o sofrimento seja eliminado com o avanço de pesquisas transumanistas.

Doenças podem ser eliminadas

Os transumanistas compartilham o entendimento de que a evolução dos humanos não deveria continuar entregue apenas à natureza, que faz com que os genes passem por um processo de mutações “aleatório”, mas sim que haja uma intervenção com a finalidade de otimizar o processo.

Com estes conceitos do transumanismo, seria possível criar pessoas imunes a doenças como a AIDS e a malária, além de garantir a prevenção de doenças genéticas, como asma, diabetes, cancro, hemofilia, mongolismo, alguns tipos de doenças cardiovasculares, entre outros. Além disso, alguns aspectos do envelhecimento poderiam ser retardados ou, até mesmo, eliminados.

Outra possibilidade do transumanismo seria a melhoria do sistema imunológico, o que pode gerar uma resistência ainda maior aos mais diversos tipos de doenças, mesmo com o passar dos anos e o enfraquecimento físico decorrente da idade avançada. Essa “reprogramação” de genes representaria um ganho gigantesco na qualidade de vida e na quantidade de anos vividos.

Um futuro sem dor

Uma das possibilidades seria a de escolher o nível de sensibilidade à dor que uma pessoa vai sentir. A melhoria no corpo seria feita com foco em dores crônicas, ou seja: dores impossíveis de serem aliviadas e que são causadas por doenças ou disfunções.

As dores crônicas, que atualmente são um tormento para milhares de pessoas em todo o mundo, podem ser eliminadas no futuro com a escolha de perfil genético de tolerância à dor, antes mesmo do nascimento dos indivíduos. Além disso, o que está sendo chamado de “terapia genética autossômica” seria capaz de fazer o mesmo por adultos.

Isso seria feito com um tipo de modelação genética com base em diagnósticos prévios: com o avanço das pesquisas, em uma ou duas décadas os cientistas serão capazes de modular as respostas emocionais à dor aguda com base em variantes do gene SCN9A.
(Fonte da imagem: Reprodução/NHM)
No entanto, uma fina linha divide a diminuição saudável da dor e problemas causados pela eliminação total da experimentação de sensações de desconforto. Segundo Pearce, ainda não é possível analisar e fazer mudanças genéticas de forma segura no gene SCN9A.

No futuro, humanos totalmente livres de dor só poderiam habitar em um mundo com dezenas de outros avanços, como uma inteligência artificial avançada, além de uma revolução ideológica.

O que pode ser a salvação no futuro poderia se tornar um problema caso fosse aplicado a humanos nas condições de vida atual. Um ser que permaneça em ambiente hostil, sem qualquer possibilidade de identificar dores ou problemas no corpo, pode vir a perecer – um osso quebrado, por exemplo, pode não ser sentido, o que acarretaria em dezenas de outros problemas físicos.

Felicidade artificial

Pense em um futuro em que todos podem ser felizes em grande parte do tempo. A ideia pode parecer incrível ou loucura, mas alguns transumanistas defendem que, se utilizada na dose certa, a técnica pode ser capaz de melhorar muito a qualidade de vida dos humanos no futuro.

Embora o cérebro seja muito complexo, uma pesquisa publicada na Reproductive Revolution mostra que a ausência de um único alelo pode ser capaz de prejudicar muito a percepção de uma pessoa em relação a recompensas do dia a dia. Por outro lado, a presença dele pode ajudar a dar uma visão mais otimista sobre o mundo.

No entanto, isso implica também em dezenas de questões éticas e o questionamento sobre os efeitos de termos uma população biologicamente predisposta a ser mais feliz. Os ajustes genéticos seriam feitos após a escolha feita pelos pais, que definiriam se a criança teria um “alelo da felicidade” ou se isso seria definido pela natureza, como acontece atualmente.

Visões controversas

Segundo a Declaração Transumanista, a maior prioridade do transumanismo deve ser a redução de riscos à vida e o desenvolvimento de novas formas de preservação da vida humana e da saúde, além do alivio de sofrimentos graves. No entanto, os riscos de que isso seja canalizado de forma errada são grandes e, por isso, algumas questões filosóficas sobre a dignidade humana tomam conta das discussões sobre o tema.

(Fonte da imagem: Reprodução/BrasilEscola)
 A polêmica ocorre por diversos fatores, mas o principal deles seria o medo de que as pesquisas percam o foco e o controle, aumentando mais ainda a desigualdade ao criar um tipo de segmentação genética.

Em outras palavras, muitos acreditam que a possibilidade de modificar genes em pouco tempo se transformaria em um privilegio de pessoas com grande poder aquisitivo, que passariam a ter filhos mais inteligentes e saudáveis do que o resto da população. Ou seja: com muito dinheiro, você poderia ter filhos “melhorados” geneticamente – ou, ao menos, com uma predisposição a terem melhores desempenhos em uma série de tarefas.

Alguns pesquisadores falam na criação de “genes puros”, o que também assusta parte da comunidade científica mais conservadora, que teme pelo fim da diversidade na espécie. Ao mesmo tempo, alguns religiosos também combatem as pesquisas com argumentos variados em torno de temas já vistos em praticamente todas as inovações relacionadas à saúde e ciência, como a condenação de um suposto “desejo de superar criações divinas”.

Em contrapartida, a Declaração Transumanista, criada em 1998, determina que o transumanismo tem como dever “definir regras éticas, incentivar e difundir pesquisas científicas, popularizar novos inventos e evangelizar métodos científicos de aprimoramento humano – claro, sempre preservando a liberdade de escolha e dignidade de toda forma de vida, tanto humana quanto não humana”, o que garantiria a eliminação de grande parte dos temores atuais em relação ao assunto.

Você acredita que a humanidade está preparada para receber gerações de super-humanos? Deixe sua opinião nos comentários.

Fontes: H+ Magazine, Ramon Souza, David Pearce/hedweb, CNBB, Revista Pandora, Transhumanismo Portugal , Tecmundo

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